TSE nega liminar e mantém Garotinho na cadeia
07/12/2017 | 19h04
TSE mantém Garotinho na cadeia
 
Na tarde dessa quinta-feira, o ministro Jorge Mussi negou o pedido de liminar do advogado de Garotinho que pretendia revogar a sua prisão preventiva e pedia a sua libertação imediata até o julgamento do mérito do habeas corpus.
Mas ainda não foi dessa vez que Garotinho deixou a sua cela de Bangu 8.
O ministro Jorge Mussi negou a pretensão da defesa de Garotinho que alegava que o caso não é de competência da Justiça Eleitoral, e que a "prisão preventiva foi decretada e confirmada pelo TRE/RJ de forma absolutamente genérica, sem elementos concretos e sem individualizar a conduta do paciente”.
Mussi citou a decisão da desembargadora Cristiane de Medeiros Frota, do TRE/RJ, que, em novembro, negou liminar afirmando que a prisão "seria necessária para a garantia da ordem pública, a fim de fazer cessar as atividades da organização criminosa em tese 'chefiada' pelo paciente", lembrando que na decisão de 1º grau do TRE/RJ que decretou a prisão, há "referências a supostos atos de coação a colaboradores que firmaram acordo de colaboração premiada homologado", e que "esses fatos são atuais e por si só seriam suficientes para justificar a prisão preventiva" e que "tais argumentos são suficientes para rechaçar, ao menos por agora, o alegado constrangimento ilegal de que estaria sendo vítima" Garotinho.
 
Com informações de O Globo
 
 
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Depoimento: Garotinho não apresenta papelzinho e quer saber se ouviram os seus gritos
01/12/2017 | 14h12
O depoimento prestado ontem por Garotinho, atendendo a seu pedido sob o pretexto de que teria fatos novos a declarar e que pessoas internas no presídio de Benfica estariam tramando contra ele, nada acrescentou ao que já se sabe.
Fatos velhos
Inicialmente afirmando que teria vários fatos novos para relatar, ele começou relatando um já bastante velho e conhecido, dizendo que protocolou um documento na Casa Civil em 6/10/17, onde denunciou pessoas custodiadas em Benfica que, agora, estariam tramando contra ele e que, temendo por suas integridade física, protocolou esse documento citado, onde solicitou escolta policial e não foi atendido.
Outro
Garotinho prosseguiu com o seu depoimento afirmando que, após alguns dias, protocolou o mesmo documento no MPRJ com o Procurador Geral e que estava acompanhado por seu advogado e por Rosinha, e que, também, não obteve resposta. Esse fato teria sido trazido por um funcionário da SEAP e divulgado em seu programa de rádio na Tupi e no programa de Cabrini, Conexão Repórter. Mais um fato velho.
“Papelzinho” secreto
Continuando o seu depoimento, Garotinho disse que “ao chegar à Cadeia de Benfica ficou na Galeria A e, na manhã seguinte, recebeu a notícia que seria para a Galeria B, no corredor com outros internos e logo na entrada uma pessoa se aproximou, como se fosse se despedir e lhe deu um papelzinho dizendo: ‘quando chegar lá, leia, que isso vai confortar o seu coração’. Acreditando ser um Salmo, guardou no bolso do short sem dar maior importância”.
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TRE liberta Rosinha com tornozeleira e mantém Garotinho preso
29/11/2017 | 20h08
Na tarde dessa quarta-feira, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) concedeu habeas corpus parcial para a ex-prefeita Rosinha. Ela vai deixar a Cadeia José Frederico Marques, em Benfica, mas deverá usar tornozeleira eletrônica, com medidas restritivas, atendendo a pedido do Ministério Público Eleitoral/RJ.
Tornozeleira X Grades
A procuradoria, em sua manifestação ao Tribunal Regional Eleitoral no caso da acusação de Garotinho e Rosinha no esquema de propina de R$ 3 milhões da J&F, solicitou que o TRE mantenha a prisão preventiva de Garotinho e que a ex-prefeita Rosinha saia do regime fechado para o monitoramento eletrônico (tornozeleira), ficando também proibida de sair de Campos, de manter contato com testemunhas, e obrigada a se recolher a noite em casa e nos dias de folga.
Rosinha “consentiu”
Segundo os procuradores, ela teria apenas consentido os crimes praticados por Garotinho.
Ao dois foram presos na quarta-feira (22) por suspeita de arrecadação de caixa dois com apoio de um "braço armado" e de cobrança de propina.
O Ministério Público e a Polícia Federal apuram os crimes de corrupção, organização criminosa e crimes eleitorais.
Garotinho foi apontado pela procuradoria como líder da organização e a manutenção da sua prisão pedida como forma de garantir a ordem pública a aplicação da lei penal.
“O denunciado, como líder da organização, apresenta risco de interferir na instrução criminal em curso, como coação de testemunhas”, afirmou o procurador regional eleitoral Sidney Madruga.
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Rosinha, a mais famosa presidiária campista
27/11/2017 | 17h37
Notável pela empáfia com que trata os adversários ou não simpatizantes da sua facção política, a ex-governadora do estado, ex-prefeita de Campos e atual presidiária Rosinha Garotinho está sendo obrigada a engolir todo o seu orgulho e dividir com a ex-primeira dama e advogada Adriana Ancelmo, esposa do desafeto Sérgio Cabral, a mesma cela da Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, de onde o seu marido Garotinho foi transferido para Bangu 8 após protagonizar a rocambolesca história de uma fantasiosa agressão com um taco de beisebol envernizado que teria deixado seus joelhos ralados e dois dedos do pé machucados. Marcas, no mínimo, estranhas. O certo é que, depois desse histriônico episódio, os notórios presidiários campistas podem até permanecer juntos na “alegria e na tristeza”, mas separados em diferentes presídios.
Duas mulheres e um destino
Por mais uma daquelas ironias do destino, separadas por salões luxuosos, agora Rosinha Garotinho e Adriana Ancelmo estão juntas em uma mesma cela na Cadeia de BenficaA ex-prefeita Rosinha Garotinho ingressou no sistema prisional na quarta-feira, após ser presa na famosa “casinha da Lapa”, em Campos, sob a acusação de dividir com o marido Garotinho o topo da hierarquia de uma organização criminosa que arrecadava recursos ilícitos para financiar campanhas eleitorais.
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Foto exclusiva de "Toninho", ex policial civil, tido como o braço armado de Garotinho
23/11/2017 | 16h49
De todos os personagens desse trailer de criminalidade organizada revelado pela “Operação Caixa D’Água”, da Polícia Federal, o ex-policial Civil Antonio Carlos Ribeiro da Silva, vulgo Toninho, cunhado de um prefeito da região, é o que havia se mantido mais na sombra, sem que fossem divulgadas as suas fotos.
Duas pistolas
Segundo o relato do colaborador André Luiz da Silva Rodrigues, o Deca, proprietário da Working e da Ocean Link Solutions Ltda, a empresa que realizou o contrato simulado com a JBS, “Toninho” em suas cobranças sempre portava duas pistolas, e que afirmava que uma equipe os seguia até o banco para os altos saques em dinheiro sempre fazendo questão de mostrar que estava armado.
Nessa quinta-feira, a equipe do Somos Online teve acesso exclusivo a uma única imagem do “cobrador” de Garotinho, citado na decisão do juiz Glaucenir de Oliveira, como o braço armado que trabalhava na cobrança da propina para a facção rosa.
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Garotinho mandou Ari enfiar 500 mil no c... Leia na decisão de Glaucenir
22/11/2017 | 11h08
A manhã dessa quarta-feira começou quente, principalmente para Rosinha, Garotinho e Suledil Bernardino, ex-secretário de Controle Orçamentário e Auditoria de Rosinha, que foram presos preventivamente pela Polícia Federal acusados com mais cinco pessoas participar de uma organização criminosa voltada a arrecadação de fundos de forma ilícita para financiamento das suas campanhas eleitorais.
Somos Online
Os oito presos
Garotinho, ex-secretário de Governo de Rosinha, a ex-prefeita Rosinha, Suledil Bernardino, ex-secretário de Controle Orçamentário e Auditoria de Rosinha, o policial civil aposentado Antônio Carlos Ribeiro da Silva, conhecido como Toninho, Thiago Soares de Godoy, Fabiano Rosas Alonso, o empresário Ney Flores, Antonio Rodrigues, ex Ministro e Presidente do PR nacional
“Narrou o colaborador que na citada reunião, Zezé da Construsan falou que Ari Pessanha, grande empresário de Campos e envolvido com a política e dono da construtora Avenida não se fazia presente, mas mandou oferecer 500 mil reais para ajudar, sendo certo que, demonstrando toda sua empáfia e seu poder na hierarquia da ORCRIM, o réu Anthony Garotinho disse que era “para mandar Ari enfiar os 500 mil no cu, que eu não quero essa porra desse dinheiro dele, porque ele está lá fazendo campanha para Pezão, gastando os tubos, gerando prejuízo pra mim na Baixada Campista”.”.
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Hacker exige 15 mil US$ de Secretário de Desenvolvimento Victor Aquino por fotos íntimas
16/11/2017 | 14h40
Secretário é chantageado pelo Facebook
O arquiteto Victor Aquino, Secretário de Municipal de Desenvolvimento Econômico de Campos, teve a sua conta do Mensager invadida por um “hacker” que roubou fotos íntimas suas e tentou chantageá-lo, ameaçando enviá-las para todos os seus contatos do Facebook, caso não pagasse 15 mil dólares. Mas o marginal mexeu com a pessoa errada. Victor não cedeu, tornou pública a tentativa de chantagem e alertou a DRCI-Delegacia de Repressão a Crimes de Informática que já está investigando o caso.
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Unimed x Radmed: o desgaste do plano é grande...
14/11/2017 | 16h52

Unimed muda rede credenciada contratada pelo usuário, que pode ser indenizado

 “As operadoras de saúde devem arcar com os custos dos tratamentos nos prestadores que foram indevidamente descredenciados”
 “A rede credenciada integra o contrato e deve ser mantida obrigatoriamente”
Em uma tentativa de eliminar a concorrência e compulsoriamente conduzir o usuário a utilizar o seu próprio setor de imagens, a Unimed Campos está descredenciando unilateralmente a Rad Med Diagnóstico por Imagem, a maior e mais completa clínica de diagnósticos por imagem da região, após mais de vinte anos de excelentes serviços prestados aos usuários. Segundo norma da ANS, nesses casos, todos os usuários devem ser comunicados individualmente, e deve ser provido um serviço da mesma qualidade e capacidade de atendimento. Além disso, a iniciativa contraria o próprio estatuto da cooperativa que determina o direito à livre escolha do usuário de ser atendido pelo médico ou clínica da sua preferência.
Nas redes sociais
A situação é grave e já viralizou nas redes sociais com muitos usuários mostrando revolta por terem contratado um plano com uma rede credenciada de alto nível, mas que tem sido alterada por alternativas que visam reduzir os custos, mas sem redução nas mensalidades. Isso leva o usuário a uma estranha e discutível situação de consumo, pagando plenamente pelo que contratou, mas não tendo mais à sua disposição a mesma rede credenciada de serviços contratada.
Com o descumprimento rotineiro por parte dos planos de saúde, estes vêm sofrendo inúmeras demandas judiciais e reclamações junto à agência reguladora, a fim de arcar com o prejuízo sofrido por seus beneficiários, uma vez que, no momento da contratação, houve a oferta da rede credenciada e durante o contrato esta oferta não vem sendo cumprida.
Cuidados a tomar na hora de contratar um plano de saúde
Na hora de escolher um plano de saúde, seja ele pessoal, para a família ou coletivo para empresa é preciso analisar o impacto financeiro que o valor das mensalidades trará para o orçamento, a confiabilidade do plano, o seu comprometimento, o respeito para com os usuários e se a rede credenciada oferecida pelo plano escolhido é de boa qualidade. Esses são alguns quesitos fundamentais para a avaliação do serviço contratado.
Mas esses quesitos, também, afetam profundamente os profissionais médicos que atendem pelo plano escolhido, pois para os seus diagnósticos eles precisam de serviços de alto nível que atendam plenamente à demanda, como exames clínicos, de imagem e, também, de tratamentos diversos.
Sem garantias
Porém, como se vê agora em Campos com a Unimed, mesmo se cercando de muitos cuidados, não existem garantias efetivas de que a rede que inicialmente integrava o plano, quando da contratação pelo usuário, fazendo valer a pena o pagamento do valor da mensalidade cobrada, será mantida ao longo dos anos. A prática de viés político e econômico tem potencial para comprometer seriamente a qualidade do atendimento efetivamente contratado pelos usuários.
O que diz a lei
De acordo com a Lei 9.656/98 que dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde, os convênios médicos até podem descredenciar prestadores de serviços, desde que obtenham prévia autorização da ANS (Agência Nacional de Saúde).
Mas a substituição deve ser feita por um prestador de qualidade equivalente ao daquele que não fará mais parte da rede de atendimento.
Passou a valer, também, a exigência de que as operadoras façam a devida comunicação aos consumidores sobre todas as substituições de prestadores de serviços não hospitalares – como clínicas, profissionais de saúde, serviços de diagnóstico por imagem e laboratórios. Essa comunicação deve ocorrer com 30 dias de antecedência, no mínimo.
Consequências
Os entendimentos judiciais a respeito do tema reconhecem que toda e qualquer alteração da rede credenciada deve ser previamente comunicada individualmente aos consumidores e, se houver provas de que os credenciados remanescentes ou aqueles que passaram a estar disponíveis aos clientes não têm a mesma qualidade dos inicialmente contratados, as operadoras de saúde devem arcar com os custos dos tratamentos nos prestadores que foram indevidamente descredenciados.
A rede credenciada integra o contrato e deve ser mantida obrigatoriamente, a não ser que haja uma situação excepcional.
Assim, diante dessas considerações, pergunta-se: seria justo o descredenciamento imotivado por parte da operadora de saúde depois de assinado o contrato? Obviamente que não. O artigo 17 da lei 9.656/98 é claro ao afirmar que a inclusão de qualquer entidade hospitalar implica compromisso para com os consumidores quanto à manutenção ao longo da vigência do contrato.
Cabe esclarecer, nesse aspecto, que embora a lei se refira apenas às entidades hospitalares, os órgãos de defesa do consumidor entendem que a prerrogativa também deve ser mantida para os demais prestadores de serviço, como laboratórios, clínicas e médicos.
Normas para descredenciamento
Publicado por Veloso de Melo Advogados
A Agência Nacional de Saúde Suplementar ANS prevê no artigo 17, § 1º da Lei nº 9.656/98, o prazo de 30 (trinta) dias para que os planos de saúde comuniquem seus beneficiários do descredenciamento ou mudança da rede credenciada dos prestadores de serviço. Tal previsão pode ser combinada com as regras insertas no Código de Defesa do Consumidor CDC, mais precisamente em seus artigos 30, 48 e 51, inciso XIII e seu § 1º, inciso II, que estabelecem regras sobre a integração automática ao contrato de informações inerentes a este, bem como sobre a nulidade de cláusulas que autorizem a modificação unilateral do contrato e que restringem direitos e obrigações.
A comunicação aos usuários deve ser realizada formalmente e individualmente, sob pena de arcarem com pagamento do procedimento a ser realizado pelo usuário, bem como os danos causados a este, haja vista a aplicação do Código de Defesa do Consumidor que prevê o dever de indenizar. Além dos usuários, a ANS também deve ser comunicada, para fins de controle de fiscalização das operadoras.
Contato ANS
Agência Nacional de Saúde Suplementar, agência reguladora vinculada ao Ministério da Saúde e responsável pelo mercado de planos de saúde no Brasil.
Sede: Avenida Augusto Severo, n° 84, no bairro da Glória, Rio de Janeiro.
Atendimento ao Cidadão: Disque-ANS 0800 701 9656.
Reclamações Unimed/Campos
Centro Administrativo: Rua Tenente Coronel Cardoso, 621 – Centro - CEP 28035 043
(22) 2737 0650
Ouvidoria Unimed Campos: Rua Tenente Coronel Cardoso, 621 – Centro - CEP 28035 043
Tel: 0800.970.9039
Relacionamento com o Cliente: Rua Tenente Coronel Cardoso, 621 – Centro - CEP 28035 043
Tel: 0800.970.9039
www.unimedcampos.com.br
Diretoria:
Diretor Presidente - Dr. Rodrigo Luna Venâncio
Diretor Administrativo/ Financeiro - Dr. Leonardo Moreira Manhães
Diretor de Desenvolvimento Estratégico - Dr. Leonardo Ferraz
Diretor de Controle – Dr. Telmo Garcia Teixeira Junior
Diretor de Recursos Próprios - Dr. Luiz Fernando Ferreira Sampaio
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Brinks ocupa vagas de deficientes físicos e trabalho coloca clientes em risco
01/11/2017 | 22h03
Se não é desrespeito, é o quê?
A cena já é rotineira. Um caminhão da Brink’s ocupa vagas de deficientes físicos no Supermercado Extra e funcionários armados interditam TODOS os caixas eletrônicos em pleno horário comercial para reabastecimento das máquinas, trazendo grandes riscos ao público e funcionários do supermercado e causando enormes transtornos e constrangimentos aos consumidores em geral.
Atuação da Brink’s em supermercado funcionando põe consumidores sob alto risco
Para preservar os consumidores dos riscos naturais de operações com dinheiro vivo, que poderiam levar a algum tipo de tiroteio por tentativa de assalto em local com a presença de famílias, idosos e muitas crianças, e constrangimentos, tal operação deveria ser realizada fora do horário de funcionamento do supermercado.
Funcionários da Brink’s agem como se fossem policiais ou estivessem acima da lei
Nessa quarta-feira, por volta das 13h, um caminhão forte da Brink’s, ostensivamente, e ainda por cima mal estacionado, ocupava duas vagas reservadas para deficientes físicos no estacionamento do Supermercado Extra, da Avenida Felipe Uébe, em Campos, como se a lei não fosse feita para todos.
Mesmo sem ninguém trabalhando, sem malotes, armas semi-sacadas e TODOS os caixas interditados
Mesmo sem ninguém trabalhando, sem malotes, armas semi-sacadas e TODOS os caixas interditados
Pior ainda, sob a desculpa de realizar reposição nas máquinas de caixas eletrônicos, e antes mesmo de fazer o serviço, três funcionários armados impediam o acesso do público formado por idosos, gestantes e mulheres com crianças de colo, a TODOS os caixas eletrônicos indiscriminadamente, em atitude grosseira e com as armas, como se pode ver nas fotos, semi-sacadas dos coldres, em atitude ameaçadora, informando que os caixas só seriam liberados em 1 hora, causando um grande transtorno e constrangimento para os cidadãos que precisavam sacar para pagar contas. Alguns haviam se deslocado de longe, outros só poderiam pagar as suas compras conferindo o saldo ou realizando outras operações.
Funcionários mal treinados e operação da Brink's em supermercado lotado oferecem alto risco aos consumidores
Funcionários mal treinados e operação da Brink's em supermercado lotado oferecem alto risco aos consumidores
É preciso evitar o pior
É preciso que as autoridades tomem providências para que essas atitudes sejam repensadas, a logística alterada para antes da abertura do supermercado ou depois. E os agentes de segurança precisam ser devidamente reciclados e treinados para lidar com o público, antes que queixas se acumulem no Ministério Público, ou coisa pior aconteça por uma logística irresponsável e falta do indispensável treinamento, carências que estão levando os funcionários da Brink’s a agirem como se fossem policiais ou se tivessem o direito de atuar como tal.
Observem que o serviço poderia ser realizado fora do horário de funcionamento do supermercado, que nada está sendo executado e que não existem malotes por perto
Extra, entre os piores, fica ainda pior...
O Supermercado Extra, que já encabeça a lista dos piores de Campos em quase todos os quesitos, agora lidera o ranking do mau atendimento até nos caixas eletrônicos ao permitir que os seus clientes sejam desrespeitados e impedidos de usá-los por agentes armados durante o horário de funcionamento da loja/Campos.
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Pudim: "esse rapaz está precisando de tratamento. Ele vive no mundo da fantasia"
09/10/2017 | 21h59
Garotinho perde de 6x0 e Pudim ganha de 6x0 no TRE
Arte/Somos Online
Derrota de Garotinho
Garotinho perde mais uma, dessa vez pretendendo suspender a Ação da “Chequinho” até o resultado do julgamento da suspeição do juiz Ralph Manhães que o condenou a quase dez anos de cadeia.
Mas o plenário do TER decidiu por unanimidade que os dois pedidos de Habeaus Corpus impetrados pela defesa de Garotinho estavam prejudicados.
Motivo A: A 100ª ZE foi extinta e todos os processos passaram para 76ª Zona Eleitoral
Motivo A: A Ação Penal já foi julgada e Garotinho condenado a nove anos, 11 meses e 10 dias por corrupção eleitoral, repetida 17.515 vezes, associação criminosa, supressão de documento e coação no curso do processo.
Simples assim. A Ação Penal continua valendo.
Vitória de Pudim
O deputado Geraldo Pudim saiu vitorioso de uma Ação de infidelidade partidária movida pelo PR.
A batalha jurídica foi vencida por unanimidade, por decisão do plenário do TRE, e ele está livre da acusação e pode deixar o PR e ir livremente para o PMDB, o seu novo partido.
Pudim fala com o Somos Online
“Sob o aspecto jurídico eu não tinha dúvida nenhuma de que iria vencer, mas ele (Garotinho) criou na cabeça dele uma tese de infidelidade partidária que não tinha a menor chance de prosperar, porque ele nunca, em momento alguma da Ação que pediu o meu mandato, ele que é o dono do PR, o imperador do PR, mostrou qual foi o ato de infidelidade partidária que eu cometi para que ele pudesse me suspender das minhas atividades partidárias....
Continua: LEIA MAIS AQUI
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