Ao acusar Marcão, Garotinho coloca Rosinha, Edson Batista e Patrícia Cordeiro sob suspeita
24/06/2017 | 13h47
arte/Somos
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O ex-co-prefeito de Campos Garotinho, que anda desesperado, disparando a sua metralhadora de acusações contra tudo e contra todos, mirou no Vereador Marcão Gomes.
De forma extremamente maldosa, ele postou em seu blog uma nota apontando suposta fraude na Câmara envolvendo a empresa FNL Empreendimentos, contratada para realização de cobertura de eventos fotográficos.
Segundo o extrato do contrato, já publicado aqui, a empresa deverá cobrir 75 eventos (sessões, audiências públicas, participação de vereadores em reuniões públicas) da Câmara, ao contrário de apenas um álbum de fotos como ele divulgou.
 
A realidade
Ou seja, cada evento sairá pelo valor de 1000 reais, com 100 imagens cada evento, saindo cada imagem fotográfica com todos os custos da empresa incluindo pagamento de profissionais por cerca de 10 reais, preço abaixo da média do praticado no mercado.
 
FNL trabalhou para Rosinha sem licitação
Mas o que ele não conta, não questiona, muito menos alardeia são os outros contratos desta mesma empresa durante a gestão da sua esposa, a ex-prefeita Rosinha.
Para relembrar a fraca memória de Garotinho, essa mesma empresa prestou serviços para a ex-prefeita Rosinha através de serviços sem licitação, ou seja, por contratação direta através da FCJOL (Fundação Cultural Jornalista Osvaldo Lima), presidida na época pela amiga íntima da prefeita Patrícia Cordeiro.
A FNL foi contratada diversas vezes por Patrícia Cordeiro, fiel escudeira de Rosinha
A FNL foi contratada diversas vezes por Patrícia Cordeiro, fiel escudeira de Rosinha
A mesma empresa também prestou serviços na gestão do Dr. Edson Batista à frente da Câmara Municipal de Campos, fiel escudeiro do próprio Garotinho. Ou seja, com Rosinha e com Dr. Edson Batista pode Garotinho?
Pior ainda é que sob o entendimento de Garotinho, ao fim do seu discutível e danoso governo por mandato matrimonial, os empresários da cidade deveriam fechar as portas e não participar mais de licitações, ficando proibido a todos trabalhar para o município.
A FNL foi contrata por Dr. Edson Batista à frente da Câmara por 30 reais por dois dias
A FNL foi contrata por Dr. Edson Batista à frente da Câmara por 30 reais por dois dias
 
Garotinho coloca Rosinha, Edson Batista e Patrícia Cordeiro sob suspeita
Dessa forma Garotinho, no afã de atacar cegamente o Vereador Marcão, levantando graves suspeitas sobre a empresa FNL, contratada sem licitação no governo anterior que avalizou assim a sua idoneidade, está causando forte constrangimento a sua própria esposa, ao Dr. Edson Batista, e a Patrícia Cordeiro. Afinal, quando ele acusa a FNL, ele está colocando sob forte suspeita de falta de idoneidade os seus próprios escudeiros e a sua esposa Rosinha. Vai acabar dormindo na varanda...
 
Cortina de fumaça
Acuado sob graves acusações nas delações de executivos da Odebrecht, nota fiscal de 3 milhões da JBS, denúncia do MP sobre obras de calçadas, e réu na Chequinho sob acusação de liderar o maior esquema de compra de votos com Cheques Cidadão pagos com dinheiro público, Garotinho já previu a sua própria condenação na Chequinho e parece estar prevendo também a sua prisão e atacando a todos na tentativa de criar uma cortina de fumaça que tolde suas atuais e as próximas mazelas.
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Desmascarada a trama do falso diálogo de Rafael Diniz, divulgado por Garotinho
23/06/2017 | 18h03
Ex-funcionária do CCZ, militante de Caio e , agora, militante de Garotinho, Josy Alves teria sido responsável pela farsa
Ex-funcionária do CCZ, militante de Caio e , agora, militante de Garotinho, Josy Alves teria sido responsável pela farsa / Arte/Somos
Bastou uma bem feita pesquisa em postagens do Facebook para que fosse desmascarada toda a farsa do falso diálogo de Rafael Diniz, divulgado pelo ex-co-prefeito de Campos Garotinho, em seu blog e nas redes sociais, sob o título “A conversa constrangedora de Rafael e seus amigos”, um longo e muito mal construído texto, onde se faz graves acusações contra diversas pessoas. Garotinho chegou a afirmar que havia destruído provas (gravação), inexistentes: “Além disso, empenhei minha palavra que a prova seria destruída imediatamente, como foi, e o nome da pessoa preservado, como a lei me garante do “sigilo da fonte”.

A dor da derrota

Ainda amargando a fragorosa derrota para Rafael Diniz nas últimas eleições, que ejetou a sua facção do poder em Campos, o ex-co-prefeito Garotinho não tem medido as consequências dos seus atos no afã de prejudicar o novo governo de Campos, a todo momento inventa uma denúncia. A mais grave foi a divulgação de um imaginário diálogo envolvendo o prefeito Rafael Diniz e amigos, atingindo empresários e autoridades judiciais.

Josy Vaz, ex-funcionária do CCZ montou a farsa, não viu, nem ouviu, só inventou…

Agora, descobre-se que tudo teria sido montado pela ex-funcionária terceirizada do CCZ de Campos, Josy Vaz, uma militante do ex-candidato a prefeito Caio Viana, atualmente aliado de Garotinho, já notória por fazer denúncias fantasiosas nas redes sociais, que postou em seu Facebook a rocambolesca farsa, compartilhando com Garotinho, que viu e gostou da “novelinha”, assumindo a “descoberta” e, com colaborações dos seus áulicos advogado e jornalista, promoveu várias alterações no texto para adaptá-lo ainda mais aos seus escusos interesses.
Tentando isentar a sua verdadeira “fonte”, Josy Vaz, de eventuais responsabilizações, o ex-co-prefeito inventou uma gravação que não existiu para um diálogo que não ouve.
Seria perfeito se não houvesse tantos rastros. Mas todo o esquema pode ser facilmente comprovado com as imagens que publicamos abaixo, que desmentem Garotinho passo a passo, ratificam que ele é um “covarde e mentiroso”, como afirmou com todas as letras o prefeito Rafael Diniz.
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Garotinho diz ter destruído provas das acusações que fez e será processado por Rafael Diniz
19/06/2017 | 09h30
/ Arte / Somos Online
Nessa segunda-feira, Garotinho deverá colher vários novos processos judiciais, como resultado da publicação do texto “A conversa constrangedora de Rafael e seus amigos”, postado em seu blog e nas redes sociais, onde faz graves acusações contra diversas pessoas.
Farsa em Lapa menor...
Essa última façanha de Garotinho, construída para “viralizar” nas redes sociais, não obteve os resultados esperados. A farsa apenas espocou tênue como fogo fátuo após ser incensada no imaginário do contumaz canastrão nessa tão discutível, quanto deslavada, arte da mentira e enganação... Seus maiores resultados ficaram reservados para o judiciário.
Vingança contra a opinião pública
Sem os necessários pudores e cuidados, que nunca teve, Garotinho, ao publicar em seu blog essa suposta conversa, repleta de acusações, deixou vislumbrar um forte sentimento de vingança a qualquer preço.
Não se pode afirmar que foi unicamente pela frustração da derrota eleitoral do seu grupo político, simplesmente pela inveja do poder, ou apenas por algum tipo de vingança contra a opinião pública que repudiou veementemente o seu modus operandis com a revelação do alto salário do filho Wladimir na Alerj, enquanto seguia as suas diretrizes fabricando fracassadas manifestações políticas em Campos, em plena segunda-feira. Mas, também, não se pode afirmar ao contrário...
Denunciado pela arrogância e vaidade
O certo é que Garotinho publicou, em seu blog, um longo, e muito mal construído, texto contra o prefeito Rafael Diniz, seu desafeto apenas por tê-lo vencido de roldão nas últimas eleições, onde, irresponsavelmente, reproduz uma suposta e novelesca “conversa do prefeito com um grupo de amigos” que, para qualquer leitor mais atento, tem exposta a sua participação pela arrogância e vaidade do texto onde gaba-se de ter colocado na cadeia o ex-governador Cabral, na realidade preso pela Lava Jato, e ataca o prefeito, assessores, empresários e representantes da mídia.
Primário?
Ouvidos pelo Somos Online, vários dos citados, envolvidos e acusados, afirmaram que nessa segunda-feira irão procurar a justiça para responsabilizar o marido e ex-secretário de Rosinha, que deverá ficar em uma situação judicial ainda mais complicada do que já se encontra, pois já teria perdido a primariedade por conta de outras condenações.
Autores conhecidos
O texto, considerado uma obra de ficção muito mal construída, está sendo creditado por atentos observadores a advogado e jornalista ligados ao grupo que foi ejetado do poder em Campos.
Contradições
Contraditoriamente, a “historinha” contém 461 palavras, como se alguém que ouvisse uma conversa de tantas pessoas pudesse lembrar-se ao pé da letra de tanto texto.
Ou, na hipótese de uma gravação, agora aventada por Garotinho diante dessa contradição para tentar dar credibilidade a sua ilação, descrever sentimentos e estados de espírito através de um áudio que ele diz já ter destruído.
Isso apenas revela mais uma forte contradição ao seu estilo de atacar todos os seus adversários com tudo que tem e até, vê-se agora, com o que não tem...
Quem o conhece sabe que se tal gravação existisse, e fosse verídica, ele já a teria divulgado. E vindo dele, ela teria que ser obrigatoriamente periciada.
Risco calculado
O que ficou parecendo, é que, na avaliação de Garotinho, o ataque ao prefeito Rafael Diniz e seus amigos valeu o risco dos processos. E ele se dispõe a pagar o preço judicial.
“Autor fantasma”
Na postagem Garotinho afirma: “recebi de um jovem muito humilde a gravação que ele fez no seu telefone de uma conversa onde participaram o prefeito de Campos Rafael Diniz e alguns amigos e assessores. As horas de gravação que eu ouvi são assustadoras, comprometedoras e revelam situações constrangedoras para os citados nas conversas regadas a muita bebida”.
Garotinho diz que destruiu a prova - LEIA MAIS AQUI
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Garotinho tem medo de quê?
03/06/2017 | 15h05
A explicação para os ferozes ataques de Garotinho e do seu milionário advogado Fernando Fernandes contra o juiz Glaucenir Oliveira da 100ª ZE é simples: medo.
 
Colecionando seguidas derrotas e sabendo que o Dr. Glaucenir Oliveira é conhecido pelo peso e rigor da sua caneta, segundo se comenta nos corredores do Fórum ele é muito temido pelo réu e seu advogado, que estão fazendo de tudo para impedi-lo de atuar no processo e para que não realize as audiências programadas, utilizando expedientes considerados procrastinatórios nos meios judiciais.
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