Desrespeito: Usuário sem vez no Shopping Estrada
07/07/2016 | 12h49

Shopping-Estrada-X

Sem nenhum outro motivo que justifique, a não ser o maior comodismo dos taxistas, e a complacência dos responsáveis por aquele logradouro público, a área de embarque e desembarque do Shopping Estrada (nossa rodoviária), tem a sua utilização, para quem chega de carro, totalmente bloqueada com a utilização com cones, inclusive, avançando na via de circulação, o que provoca uma situação perigosa para os condutores de veículos e para quem precisa desembarcar com bagagens, também dificultando ou impedindo o embarque e desembarque de deficientes físicos. Os usuários, para quem foi construída a rodoviária, que se virem...

Shopping-Estrada (2)

Comentar
Compartilhe
Garganta Ampla
22/01/2016 | 11h17
ampla-monta-X Sempre mostrando uma Ampla vontade de sugar o máximo dos consumidores, a concessionária de energia elétrica tem finalizado seus convênios com os bancos para forçar o consumidor a colocar o pagamento das suas contas de energia no sistema de débito automático. Vários bancos já exibem em suas portas cartazes alertando que pagamentos de contas da Ampla não são mais aceitos no caixa, apenas no caixa eletrônico, via internet banking ou débito automático. Com o fim dos convênios a empresa economiza despesas bancárias e força o débito automático para receber no dia do vencimento, entrando ou não no cheque especial dos consumidores com os seus juros elevadíssimos. Em contato telefônico com a Ampla, a coluna foi informada que a empresa não disponibiliza pagamento de contas em suas lojas. Com a palavra o Procon e o Ministério Público. (Publicado ontem (21) em minha coluna na Folha da Manhã)  

Nota da ACIC

AMPLA CANCELA CONVÊNIOS COM BANCOS

Campos dos Goytacazes, 21 de janeiro de 2016.  Prezados Colegas Jornalistas: Como Assessor de Imprensa da Associação Comercial e Industrial de Campos – Acic, repasso a vocês uma informação importante que certamente poderá gerar uma reportagem de interesse de muitos consumidores, principalmente empresas. Infelizmente fui informado que a concessionária de energia elétrica Ampla resolveu cancelar convênios com as instituições bancárias. Os bancos por sua vez só aceitam receber contas de energia elétrica por meio de débito automático. As lotéricas e outras casas comerciais que recebiam as respectivas contas, limitaram os valores a serem pagos, em R$ 1.500,00 (hum mil e quinhentos reais), mas a pergunta que fica é: e as empresas e instituições cujas contas ultrapassam esse valor, deverão efetuar o pagamento aonde? A Acic deseja pagar os seus tributos e impostos em dia, entretanto a dificuldade imposta pela Ampla e pelos bancos está inviabilizando uma solução amigável e pacífica. Por isso a Acic está recorrendo ao Procon Campos, para buscar uma solução, não apenas para a instituição, mas também para, como disse, empresas e instituições, cujos valores de conta ultrapassam a casa dos R$ 1.500,00 (hum mil e quinhentos reais). No momento, o presidente da Acic, Amaro Ribeiro Gomes, está viajando e não poderá conceder entrevista sobre o assunto. Já o Diretor Financeiro, Gerson Gomes, é quem está empenhado em resolver esse impasse e o telefone de contato dele é: 99853-3348.  Atenciosamente, Paulo de Almeida Ourives Assessor de Imprensa - Associação Comercial e Industrial de Campos.  Ascom ACIC Data: 21/01/2016
Comentar
Compartilhe
Aumento da tarifa de luz: ilegalidade
09/06/2015 | 03h08
Publicado por Georges Humbert Recentemente o Governo Federal, através de ato do Poder Executivo produzido pela agência Reguladora competente, tem autorizado substanciais aumentos na tarifa a ser paga pelos usuários do serviço de energia elétrica, alcançando, em média, quase 50%. Trata-se de aumento ilegal. energia-assaltoPrimeiramente porque viola o princípio constitucional da eficiência, previsto no art. 37. Isto porque, é dever da administração pública planejar as políticas públicas. Porém no caso, é notório que não ocorreu, pois em 2013 houve redução tarifária, estímulo ao consumo e má gestão da política de geração de energia, derivando para o uso de matrizes de produção mais onerosas, por culpa exclusiva do próprio poder público e seus agentes. Em segundo lugar, viola o subprincípio da modicidade das tarifas, explicitado pelo artigo  da Lei 8.987 /95. Por este, a administração pública tem que aplicar a menor cobrança tarifária possível, como obrigação de garantir acesso ao serviço, de forma igualitária, contínua, com continuidade e qualidade. E, à toda evidência, em período de crise econômica, perda de direitos sociais e queda do número de empregos, um aumento repentino e elevado viola esta norma. Em terceiro plano, verifica-se como um ato unilateral dos hipersuficientes Poder Público e do concessionário do serviço, em detrimento dos consumidores hipossuficientes. Daí porque também viola os artigos 29 e 39 do Código de Defesa do Consumidor, Lei 8.078/90. Portanto, o aumento da tarifa de luz se constitui em ato ilegal, contrário ao sistema jurídico brasileiro, cabendo ao usuário e às instituições legitimadas pleitear o seu desfazimento, administrativamente ou perante o Poder Judiciário, sem prejuízo da verificação de responsabilidades do Poder Público e das autoridades que lhe deram causa. www.humbert.com.br - www.brasiljuridico.com.br
Comentar
Compartilhe
Muda juiz na Ação Popular contra Pátio Norte
20/09/2014 | 01h58
Na quinta-feira teve movimento na Ação Popular que questiona a legalidade da atuação da rebocadora Pátio Norte. O juiz Cláudio França, da 5ª Vara Cível de Campos, declarou-se suspeito por motivos de foro íntimo para apreciar o processo, agora entregue ao juiz da 4ª Vara Cível, Dr. Ricardo Lafayette. Vamos torcer para que o excesso de trabalho não atrase a avaliação do juiz sobre essa importante questão, que envolve os direitos de milhares de cidadãos campistas que se sentem prejudicados pelos absurdos que vem sendo praticados.
Comentar
Compartilhe
Ação Popular contra Pátio Norte pode abrir caminho para indenizações
18/09/2014 | 02h54
Reboque I Uma Ação Popular tramitando na 5ª Vara Cível de Campos, com pedido de Liminar, movida pelo advogado Cléber Tinoco, questiona a legalidade da atuação da empresa Pátio Norte no reboque de veículos no município. Reboque II Segundo a Ação, a concessão é indevida, foi delegado poder de polícia à empresa privada, e a cobrança dos serviços deveria ser feita em forma de taxa pela Fazenda Municipal, não como tarifa pela empresa, já que, no caso de concessão com cobrança compulsória, não cabe tarifa, apenas taxa, e essa teria que ser aprovada por lei. Reboque III Uma decisão favorável à Ação terá repercussão nos leilões de veículos já realizados, que poderão ser questionados através de ações indenizatórias pelos proprietários dos veículos leiloados.
Comentar
Compartilhe
O Paraíba agradece
03/09/2014 | 04h01
Antes tarde do que nunca. O Ministério Público Federal de Campos celebrou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a Águas do Paraíba e os condomínios dos edifícios Barcelos Martins, Tancredo Neves e João Paulo II (Cenourão) para suspender o despejo de esgoto in natura no Rio Paraíba, como fazem sem o menor pudor há 25 anos. A Concessionária tem 60 dias para elaboração do projeto e os prédios 120 dias para se interligarem ao sistema.
Comentar
Compartilhe
Mitsubishi em Campos mudou de mãos
19/07/2014 | 01h14
A Mitsubishi em Campos mudou de mãos e também vai mudar de nome. A partir de segunda-feira, a bandeira passa a integrar o leque do empresário Gabriel Peixoto e vai se chamar Mit Campos.
Comentar
Compartilhe
Estrada sem lei
27/06/2014 | 02h41
[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=ZeVKIkcaBTE[/youtube] Um vídeo postado no Facebook por Alex Morales mostra uma situação bastante preocupante na BR101 em frente ao Posto do Contorno. Filas carros, caminhões e até ônibus da 1001 (que absurdo!) ultrapassando em velocidade pelo acostamento. Por onde anda a Polícia Rodoviária Federal? (Clique na imagem e assista ao vídeo)
Comentar
Compartilhe
Uma Ampla no meio do caminho
03/02/2014 | 04h28
Ampla no meio do caminho I No meio do caminho do progresso da região tem uma Ampla. É grande a expectativa para que o Porto do Açu entre em funcionamento, mas as obras ainda estão sendo tocadas com energia de um grande grupamento de geradores de alto custo movidos a diesel. O grave problema ainda tem outros aspectos preocupantes. Ampla no meio do caminho II Com inauguração prevista ainda para o primeiro semestre deste ano, a fábrica de tubos flexíveis da francesa Technip, um investimento de 650 milhões de reais, já está com a sua planta industrial semipronta e seu cais concretado. Obras também realizadas com energia elétrica proveniente de geradores próprios, só um deles consumindo diariamente 700 litros de combustível. Mas esbarra em um grande obstáculo para começar a fabricar seus 200 quilômetros de tubos anuais. Até agora, os cabos de energia da Ampla não chegaram ao Porto do Açu. Para complicar ainda mais a situação, quando as máquinas da fábrica forem acionadas, a energia consumida terá que ser, por contrato, fornecida pela concessionária do porto, a Prumo Logística, a preço Ampla. O alto custo do cumprimento dessa cláusula contratual vai refletir diretamente no início da operação do Porto do Açu. Ampla no meio do caminho III E os problemas relacionados ao fornecimento de energia elétrica para o Porto do Açu estão só começando. Vizinha da Technip, a National Oilwell Varco está com as obras da sua fábrica a todo vapor com objetivo de, também, iniciar a produção prevista de 250 km de tubos flexíveis por ano ainda nesse primeiro semestre, e com os mesmos obstáculos relacionados à energia elétrica da concorrente. Ampla no meio do caminho IV Ainda iniciando as obras de instalação de uma planta de montagem e produção de grupos geradores e propulsores azimutais no Porto do Açu, ironicamente, a Wärtsilä também terá que recorrer a geradores semelhantes ao que pretende produzir para poder realizar as suas obras. A Wärtsilä é uma empresa finlandesa, líder global no fornecimento de motores e prestação de serviços para navios e usinas termelétricas. Ampla no meio do caminho V Na fila para enfrentar a Ampla no meio do caminho, a InterMoor, do Grupo Acteon, está instalando uma unidade para apoio logístico e serviços especializados à indústria de óleo e gás, com 90 metros de frente de cais e 52.302 m² de área total, com início de operação previsto para 2014. Diante dos fatos, o que se vê é que a Ampla coloca em risco a esperança de progresso e desenvolvimento para toda a região, apesar das traumáticas desapropriações realizadas para passar as suas linhas de transmissão. Esse é um caso para ser visto de perto pelas autoridades, principalmente pelo Ministério Público.
Comentar
Compartilhe
Justiça 2X0 Autopista Fluminense
27/01/2014 | 01h13
Com mais uma decisão favorável no TJ/RJ, a Justiça de Campos está dando de 2x0 na Autopista Fluminense. Como uma goleada, quem ganha somos todos nós...
Comentar
Compartilhe
Próximo >