Tensão na Faculdade de Medicina de Campos
09/01/2014 | 04h19
O clima anda bastante tenso na tradicional Faculdade de Medicina de Campos. Segundo fontes internas, o passivo de mais de 30 milhões do Hospital Escola Álvaro Alvin esgotou as reservas da FMC, com quem divide o mesmo CNPJ da Fundação Benedito Pereira Nunes. Para enfrentar o problema, foi contratada uma consultoria que indicou que cerca de 20 ações de redução de custos deveriam ser tomadas, entre elas um pacote de demissões, que incluiu 12 professores, dos 200 do corpo docente, um deles ex-diretor, e alguns catedráticos, o que levou a protestos de médicos e ex-professores nas redes sociais. Ouvido por esse blog, o diretor da FMC, Dr. Nélio Artiles, declarou que o critério utilizado foi exclusivamente o de organização pedagógica e que a soma de todas as medidas tomadas está gerando uma economia de cerca de 300 mil mensais para a instituição. Segundo ele, a FMC vai muito bem, com um saldo positivo de 3,5 milhões mensais, mas sofre com um saldo negativo de 5 milhões mensais do Álvaro Alvin. Mas, apesar de tudo, a FMC recebeu nota 4 (de 5) no Enade, a nota máxima recebida pelas melhores instituições particulares.
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