Ignorando os réus do 5º Distrito
13/01/2014 | 02h21
Seis das sete novas desapropriações no 5º Distrito de São João da Barra, onde todo mundo se conhece, são de “Réu Ignorado”. Parece estranho. E é...
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Relatório da GSA/LLX diz que terras no Açu são apenas para aluguel e lucros
24/10/2013 | 07h41
Parece existir mais problemas nas desapropriações no Açu do que as acusações de atuação de milícias armadas e intimidações aos agricultores e suas famílias, como contradições na finalidade das desapropriações no Açu e recibos de pagamentos de I.T.B.I. (imposto sobre transmissão de bens imóveis) à prefeitura de São João da Barra registrando apenas o nome do adquirente (comprador) e não do transmitente (vendedor), deixando em branco o espaço. O documento (recibo de I.T.B.I.) é indispensável para o registro de propriedade do imóvel no cartório. O Relatório Administrativo citado pode ser lidos na íntegra no link no final dessa matéria. A cópia de um dos recibos de  IBTI  está publicada abaixo. Veja só que coisa estranha e quantas contradições. A Grussaí Siderúrgica do Açu S.A. (GSA), que atua como um braço imobiliário da LLX, com capital social de R$ 32.670.020,00, controlada pela LLX Açu Operações Portuárias S/, com 99.0%, e pela LLX Logística S/A com 1.0%. A GSA, amplamente beneficiada com terras provenientes das desapropriações da Codin no Açu, declara em Relatório Administrativo, publicado em 29 de maio deste ano no Diário Oficial do Estado (item 8), que todos os terrenos adquiridos através das desapropriações são para aluguel a terceiros, e, em nota divulgada a imprensa essa semana, a sua controladora LLX diz que irá utilizar as terras da família Toledo para serviço, passagem de linha de transmissão e instalação. CONTRADIÇÕES: Em trecho da Nota, divulgada pela LLX essa semana, a empresa também contradiz o que afirma no Relatório Administrativo, no item 3 do Contexto Operacional. Leia abaixo parte da Nota e parte do Relatório: Nota “... Importante destacar que a área desapropriada do Sr. Adeilço será utilizada em sua maior parte para instalação de infraestrutura comum do Distrito (estradas internas do Distrito Industrial de São João da Barra e linha de transmissão de energia, entre outros). Inclusive no local já está sendo construída uma Linha de Transmissão, que ligará o Distrito Industrial ao Sistema Interligado Nacional e que está sendo construída pela LLX. No local, já estão depositados equipamentos e cabos para instalação das torres. Outra parte menor do imóvel será utilizada pela GSA, empresa administrada pela LLX...” Relatório (aqui uma confissão de que os terrenos são apenas para auferir lucros para a empresa) 3. Principais políticas contábeis b) Propriedade para investimento Propriedade para investimento é a propriedade mantida para auferir receita de aluguel ou para valorização de capital ou para ambos, mas não para venda no curso normal dos negócios, utilização na produção ou fornecimento de produtos ou serviços ou para propósitos administrativos. 1. Contexto operacional A Grussaí Siderúrgica do Açu S.A. (“GSA” ou “Companhia”), foi constituída em 28 de fevereiro de 2008 com objetivo de participar em outras sociedades como sócio, acionista ou quotista. Em 31 de julho de 2008 a LLX Açu Operações Portuárias S.A. (“LLX Açu”) adquiriu 99,99% das ações da Companhia, visando o desenvolvimento do Superporto do Açu e seu objeto social foi alterado para a fabricação, transformação, comercialização, importação de produtos siderúrgicos. A Companhia possui seus terrenos com o objetivo de aluguel a clientes que venham a desenvolver seus projetos na área do Superporto do Açu no Distrito Industrial de São João da Barra. 8. Propriedade para investimento ... No exercício de 2012, a Administração determinou que todos os terrenos adquiridos seriam utilizados para arrendamento e, dessa forma, reclassificou os saldos anteriormente registrados como imobilizado para propriedades para investimento, conforme demonstrado na tabela acima. As propriedades para investimento são avaliadas pelo método do custo, porém em atendimento a norma contábil CPC 28 - Propriedade para investimento assim que for possível a Companhia irá avaliar, para fins de divulgação, o valor justo dos terrenos. Em outro trecho da Nota a empresa afirma que: “... a área em questão (da família Toledo) foi desapropriada pelo Estado do Rio de Janeiro, através da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro – CODIN, para a implantação do Distrito Industrial de São João da Barra, sendo que o valor da indenização foi depositado em juízo e está à disposição dos réus desde 17/5/2013, no valor de R$ 742 mil...” Seria esse o valor justo que a empresa afirma no relatório ainda não ter sido possível avaliar? Documentos incompletos O blog teve acesso a vários recibos de pagamento de I.T.B.I (imposto sobre transmissão de bens imóveis) e, estranhamente, em todos eles, o espaço reservado para o vendedor está em branco, constando apenas o nome do comprador GSA – Grussaí Siderúrgica do Açu. Link para Relatório Administrativo da GSA/LLX. Clique Abaixo: IOERJ GSA
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Pajero utilizada para intimidar a família Toledo pertence a LLX
22/10/2013 | 09h35
O veículo Pajero TR4 preto, placa LPY1800, utilizado pelos homens acusados pela família Toledo de fazer ameaças e intimidações na última quinta-feira foi identificado por esse blog pelo registro no Detran como de propriedade da LLX, o que reforça as denúncias do agricultor Adeilço Toledo de que os homens que teriam ameaçado a sua família estavam a serviço da LLX. Segundo Adeilço, eles eram chefiados por Leandro Tavares, chefe da Segurança da LLX, e exibiam crachás da empresa quando foram até a propriedade da família tentar retirar novamente o gado que, anteriormente, havia sido levado por uma equipe da Codin e, posteriormente, devolvido por decisão judicial. Segundo testemunhas e a família, apesar dos indivíduos portarem armas de fogo, a família impediu a retirada do gado, sua única fonte de sustento, já que, até hoje, a família não recebeu do Governo Estadual a indenização pela desapropriação. O lamentável episódio só chegou ao fim quando os indivíduos percebendo a chegada de jornalistas ao local com câmeras de TV, saíram em disparada arrancando a cancela da propriedade. O que não impediu que a ação fosse fotografada e o carro identificado pelo DUT em nome da LLX. Sobre a Nota da LLX Em nota enviada ao Jornal do Brasil, A LLX nega que funcionários da empresa teriam participado do suposto atentado à família de Noêmia Magalhães (tiros durante a noite na entrada da propriedade). E também que tenham feito qualquer tipo de ameaça ou confronto com a família Toledo. A LLX ainda afirma que a empresa não possui contrato de segurança armada para proteção de suas áreas e frisa: "a empresa atua em observância às leis e tem mantido um diálogo sempre aberto com a comunidade local, atendendo a todos aqueles que a procuraram para a busca de soluções a qualquer questão que se apresenta à empresa. A empresa atua e orienta seus funcionários e suas contratadas a agir sempre na busca de soluções amigáveis, proibindo qualquer tipo de confronto".
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Ameaças e tiros no Açu no calor das desapropriações
21/10/2013 | 12h06
  O Porto do Açu mudou de dono, mas o conflito agrário está acirrado. Na quinta-feira, os filhos do falecido José Irineu Toledo foram surpreendidos por homens se dizendo representar a Codin, mas portando crachás e vestimentas da LLX, que queriam retirar da sua propriedade as 32 cabeças de gado que haviam sido resgatadas do confinamento em pasto de areia na Fazenda Papagaio, da LLX. Como a família ainda não recebeu um centavo da desapropriação, em disputa judicial, optou por colocar o gado no único lugar disponível, o Sítio Camará, de sua propriedade há décadas. Ao observar que uma equipe de reportagem chegava ao local, os homens saíram em disparada destruindo a cancela da propriedade. Mas, a coisa não parou por aí. No meio da noite o Sítio do Birica, de propriedade de Noêmia Magalhães, uma das lideranças da resistência às desapropriações foi alvejado por desconhecidos. Muito estranho... e perigoso...
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Ponte e Abismo - Carona e Confissões
17/10/2013 | 01h23
Distância Enquanto se anuncia a ponte que ligará São João da Barra a São Francisco de Itabapoana, vai se alargando o abismo entre Neco e Carla Machado. Os ex-melhores amigos já não rezam pela mesma cartilha política. Nisso, não há “ponte” que dê jeito... A bordo Falando nisso, na quinta-feira passada, uma providencial carona do Rio para Campos elevou ainda mais o nível do namoro com outro cacique. Dividiram o carro, confissões e estratégias. Ranulfo esteve em pauta.
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Super Porto rebaixado
10/10/2013 | 11h03
O clima nas empresas que se instalam no Porto do Açu e que resistiram à tempestade que varreu os negócios de Eike Batista é de cauteloso otimismo, mas de certeza de que o empreendimento é irreversível. Só não aceitam mais que seja chamado de super... Foi reduzido a porto. Simples assim. Faixa de Gaza Apelidaram a divisão de ânimos no Porto do Açu de Faixa de Gaza. De um lado do canal as empresas independentes construindo a todo vapor, do outro, o de Eike, só desolação...
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Americanos no Açu. E quem aprendeu chinês?
23/08/2013 | 12h15
Aproxima-se a invasão dos americanos no Porto do Açu. Agora, o que fazer com os sanjoanenses que aprenderam chinês?
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Venda da LLX gera onda de otimismo
22/08/2013 | 01h01

Uma onda de otimismo começa a varrer a planície com a notícia da venda da LLX para a Eig, principalmente no setor imobiliário, como mostra esse e-mail:

Porto do Açu: sai Eike, entra Eig, que representa o interesse de mega investidores. Agora, Campos e SJB vão bombar! Leia no Infomoney! Cliente Amigo! Ainda existem algumas unidades disponíveis à venda; não perca esta ótima oportunidade! Agora, após a aquisição do Porto do Açu, os grandes investidores virão com toda força para comprar tudo rapidamente”.

Sintoma

Depois do anúncio da venda da LLX, despencou a venda de antidepressivos em Campos.

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Eike merece duas estátuas
16/08/2013 | 02h26
Eike Batista merece ganhar duas estátuas em São João da Barra. Uma por entrado de corpo e alma na construção do Porto do Açu, a outra por ter saído...
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Eike troca de advogado descendo mais um degrau da escada para o fundo do poço
08/08/2013 | 08h03
Eike Batista desce mais um degrau da escada em direção ao fundo do poço. Segundo a Petição 10027 à Corte Especial, seus interesses no Superior Tribunal de Justiça deixaram de ser defendidos pelo milionário escritório de advocacia do ex-ministro da Justiça e advogado Márcio Thomaz Bastos e agora estão entregues ao escritório Bergher & Mattos. (Veja a petição e a procura na íntegra Peca6 (1)
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