A Flor e o Esterco, o esperneio dos desesperados...
26/12/2016 | 01h16
flor-primeira

Essa é primeira flor que nasceu em meu novo jardim, fruto de muito trabalho e forte adubo. Assim é na vida, o esterco que nos jogam fortalece nosso solo e faz florescer belas flores.

Coincidência ou não, ela nasceu no mesmo dia em que Maycon Morais e Ralfe Reis, tristes marionetes do “Comandante Rosa", entraram em polvorosa ao ver denunciado por esse blog o seu estratagema de servirem de “cavalos” para dar voz ao chefe no ataque a um juiz e, para isso, distorcendo a decisão de um ministro e burlando uma ordem judicial.

 Na iminência de ter que responder pelos seus mal feitos nas barras da Justiça e da Polícia Federal, apesar de se esforçarem muito para servir a seu mestre, mas sem o grande talento ou a inteligência dele para as coisas do mal, procuraram a orientação do profissional de plantão da sua facção, gente especializada e muito mais maliciosa.

Orientados pelo dito cujo, passaram a usar a mesma técnica do seu líder, tentando encobrir o mal feito esperneando e jogando nos outros o que lhes sobra, esterco.

 Mas sem explicar como dois ocupantes de cargos de confiança da Prefeitura (DAS), nomeados pela prefeita Rosinha, e pagos com dinheiro público, dedicam o seu tempo, pago pela municipalidade, a um site criado única e exclusivamente para atacar, a mando do patrão oculto, os eleitos como desafetos do seu grupo político, e a Juízes que lhes punem as falcatruas.

 A exemplo de outros órgãos de comunicação criados para atender aos devaneios, ambições e vinganças de Garotinho, esse também irá se desvanecer na penumbra reservada aos pelegos e paus mandados, principalmente agora que se extingue o governo da patroa e o seu precioso adubo.

Não tenham dúvidas, essa facção será definitivamente excretada da política local, e eles ejetados das preciosas boquinhas que financiam esse tempo dedicado ao patrão degredado no Flamengo. Acabou o milho, acabou a pipoca...

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Imagem exclusiva do eleitor que vota por conta da passagem a 1 Real
23/09/2016 | 09h07
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"A mudança somos nós"?
09/09/2016 | 12h20
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Os "Órfãos de Rosinha" têm padrasto
29/06/2016 | 01h02

avelino-robson

Aparentemente mal informado, e dormindo muito cedo e bem agasalhado, ou, na realidade, apenas exercitando na prática a arte da negação do óbvio, como reza a cartilha do seu pequeno mestre Yoda da Lapa, o funcionário da Câmara Municipal de Campos Avelino Ferreira resolveu culpar os "Órfãos de Rosinha" por seu próprio sofrimento nesse inverno, ao dormirem tiritando ao relento nas calçadas laterais à praça principal de Campos, além de taxá-los de forasteiros e alcoólatras: “saiba de onde são os "moradores de rua", “o porque de não desejarem ficar nas casas de atendimento da Prefeitura (nas quais a bebida alcoólica é proibida)”.

Avelino escolheu como canal para descarregar a sua ira de pior cego (aquele que não quer ver) o Facebook do jornalista Robson Cândido, da Plena TV, que havia compartilhado a postagem desse blog, sob o título “Vive-se um verdadeiro pesadelo na história de Campos”, trazendo as incontestáveis fotos do descaso do poder público, esse sim, o maior responsável pelo desnecessário sofrimento dos “Órfãos de Rosinha”, que agora sabe-se, têm padrasto. E tudo isso no mesmo dia em que a cidade deglutia  a amarga notícia de mais desperdício de dinheiro público para alimentar a farra oficial dos shows e trios elétricos.

Avelino teve a sua estranha pretensão de defender o indefensável imediatamente repudiada por Robson Cândido: “Sobre os moradores, se estão em Campos, deveriam no mínimo, estarem sendo acompanhados por profissionais competentes e pagos com o nosso dinheiro”, “Em relação ao ALCOOLISMO, (dos moradores de rua) também temos profissionais competentes e pagos com o nosso DINHEIRO para atendê-los! Finalizando: espero que esteja, e com certeza deve estar, neste momento bem agasalhado!”.

Avelino podia ter dormido sem essa, para não ter algum pesadelo...

Abaixo, mais alguns dos incontáveis comentários no Face de Robson sobre os "Órfãos de Rosinha", que viralizaram nas redes sociais

avelino-robson-2

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Cicatrizes, por Christiano...
04/06/2016 | 06h06
No início do mês passado fiz uma pausa de uma semana por aqui. A principal providência para descansar, no meu ponto de vista, além de sair da cidade para quebrar a rotina, é a desconexão dos instrumentos de trabalho e dos dispositivos que nos auxiliam e também escravizam.
FMANHA.COM.BR
No início do mês passado fiz uma pausa de uma semana por aqui. A principal providência para descansar, no meu ponto de vista, além de sair da cidade para quebrar a rotina, é a desconexão dos instrumentos de trabalho e dos dispositivos que nos auxiliam e também escravizam. A primeira medida foi deixar o notebook em casa. A segunda foi sair das principais redes sociais, como Facebook e WhatsApp, apagando os aplicativos do smartphone. O ideal seria também deixar o celular, mas com parte da família ficando não há como. Além do que, hoje o smartphone substitui vários dispositivos úteis em uma viagem, sendo ao mesmo tempo câmera fotográfica, GPS, som, xerox de revistas e fonte de pesquisa. A ida para um lugar com sinal ruim de Internet também ajuda, evitando possíveis “recaídas”. Aproveitei para preencher parte de uma lacuna, colocando, após longo tempo, a leitura em dia, ajudado pelo cenário de praias desertas em baixa temporada. Um dos livros que levei foi “Cicatrizes na Parede”, escrito pelo jornalista Esdras Pereira. Baseado em muita pesquisa feita pelo escritor, o livro mistura ficção e realidade, narrando a saga dos negros, desde a sua captura na África para servir como escravos aqui em Campos, passando pela escravidão, pela abolição, pela época áurea da cana-de-açúcar, pelos salões glamourosos da sociedade campista do século passado, até chegar aos dias atuais. “Cicatrizes na Parede” é um romance repleto de personagens fortes, muitos deles inspirados em figuras conhecidas da sociedade campista, que sofre forte crítica no livro. Como cenário, vários locais que marcaram gerações, alguns ainda de pé até hoje, todos presentes na memória da cidade. A ótima estória passa também por fatos relevantes da história recente de Campos, sempre misturando realidade com alguma ficção. Há forte presença de erotismo na trama, que passa por relações sexuais entre raças distintas e classes distintas, e por temas como homossexualismo e prostituição. Para ilustrar o livro, os traços perfeitos dos desenhos do artista plástico João de Oliveira. “Cicatrizes na Parede” é de fácil leitura, tendo apenas o primeiro capítulo, “A Origem”, de entendimento um pouco mais complexo, mas necessário para a compreensão de toda a trama que se desenrolá dali em diante. Devorei o livro em uma tarde e uma manhã de praia. É daqueles livros que você não consegue parar de ler, atraído pelo que virá no passo seguinte da ótima trama. Talentoso em tudo o que faz, seja no fotojornalismo, no colunismo social, na gastronomia ou no design gráfico, Esdras Pereira revelou, com sucesso, mais uma faceta sua, a de escritor. O livro pode ser adquirido aqui, na Editora Autografia, ou aqui, em versão eletrônica, na Amazon.
(Christiano Abreu Barbosa)
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