TJ proíbe abusos na cobrança de água de condomínios multiplicando tarifas mínimas
27/09/2012 | 15h10
[caption id="attachment_3869" align="aligncenter" width="640" caption="TJ-RJ determina o fim do abuso da cobrança pelo que foi fornecido. Lucros indevidos podem ser restituídos aos consumidores lesados pelas cobranças irregulares"][/caption] No dia 20 de setembro foi publicada a decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro reafirmando a ilegalidade da cobrança de consumo de água de condomínios que só tem um hidrômetro, multiplicando a tarifa mínima pelo número de unidades de autônomas, desprezando o consumo efetivo. Ou seja, a prática de cobrar uma tarifa mínima para cada apartamento ou casa de condomínios que só possuem um hidrômetro está terminantemente proibida. Só pode ser cobrado o que efetivamente está registrado no hidrômetro. É ilegal a cobrança de consumo de água de condomínios que só tem um hidrômetro, multiplicando a tarifa mínima pelo número de unidades de autônomas, desprezando o consumo real.

Advogado move ações contra cobranças abusivas em Campos

Em entrevista exclusiva à equipe da Somos Assim, o advogado campista Jorge Delani Barroso, que atua em várias ações judiciais contra a concessionária Águas do Paraíba em Campos, declarou que a cobrança do consumo de água dos condomínios precisa ser de acordo com o que o hidrômetro marca, e que a solução para que a população não seja tão prejudicada seria uma nova instalação, com um hidrômetro para cada unidade do prédio. “Eu tenho algumas ações sobre cobranças dentro dos condomínios que não respeitam a cobrança pelo hidrômetro. Eles querem multiplicar a tarifa do próprio hidrômetro pelo número de lojas, apartamentos ou salas”.

Outra irregularidade: cobrança progressiva

Dr. Delani aponta outra grave irregularidade na cobrança realizada pela Águas do Paraíba aos condomínios. “Mas agora existe outro problema que é a tarifa progressiva diferenciada, que, em face do consumo de água, a pessoa lava a calçada ou o carro com a mangueira aberta e com isso a pessoa vai ter uma tarifa progressiva diferenciada. Agora, a cobrança, quando é de edifício, tem que respeitar a cobrança pelo próprio hidrômetro. Se o edifício gasta água exageradamente, tem que enfrentar uma tarifa progressiva diferenciada. Isso sempre foi proibido. Nas várias ações que eu venho entrando, de 10 anos para cá, quando a gente entra, entra com uma medida cautelar, o juiz obriga a cobrar pelo hidrômetro, só pode cobrar pelo que o hidrômetro marca”, comentou Delani. Leia matéria completa no site da Somos (AQUI)
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Tarrafada no Detran salgou o pirão, mas só pegou sairu. Falta o robalo!
26/09/2012 | 14h00
[caption id="attachment_3864" align="aligncenter" width="640" caption="Fotos/Carlos Grevi Ag UFOTOGRAFIA"][/caption] A Operação Asfalto Sujo, realizada na manhã desta terça-feira (25) pela Corregedoria do Detran e Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público (GAECO), com apoio de agentes da Polícia Civil, em Campos e mais 11 municípios do estado do Rio de Janeiro teve o objetivo de cumprir 41 mandados de prisão e 67 de busca e apreensão nos postos do Detran. A operação prendeu 38 pessoas suspeitas de fraude no sistema do órgão, sendo que seis acusados são funcionários de Campos, inclusive o chefe do posto da “Comauto”. A ação com o objetivo de desarticular uma quadrilha formada por funcionários, despachantes e zangões que atuavam em pelo menos quatro postos de vistoria do órgão, foi iniciada às 6h nos municípios de Itaboraí, São Gonçalo, Niterói, Tanguá, Rio Bonito, Cachoeiras de Macacu, Magé, Rio de Janeiro, Duque de Caxias, São Fidélis e Bom Jesus do Itabapoana e Campos.

A ponta do iceberg

Há bastante tempo que se fala em Campos sobre a existência dessas e outras irregularidades nos postos do Detran, inclusive com fortes indícios de participação de gente muito influente no governo do estado, como políticos no exercício de mandato que, além de transformar os postos do Detran em cabides de empregos eleitoreiros e para familiares, utilizaria o esquema para fazer caixa de campanha e realizar uma enorme progressão patrimonial, colocando em prática o velho jargão “farinha pouca, meu pirão primeiro...”. É preciso que as autoridades investiguem esse escândalo a fundo, para que não apenas os peixes pequenos sejam responsabilizados, mas também os grandes, os verdadeiros mentores intelectuais do esquema de corrupção que tem raízes plantadas na capital do estado e é adubado por favores políticos. Leia matéria completa na Somos (AQUI)
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TJ/RJ acata Queixa Crime contra Carla por acusar Garotinho de suborno de 3 milhões
25/09/2012 | 17h42
O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro acatou o pedido de queixa-crime nº 0029602-51.2011.8.19.0000 contra a prefeita Carla Machado, de São João da Barra, por calúnia contra o deputado federal Anthony Garotinho. Segundo a inicial, em 03/05/2011, por volta das 18h, em entrevista concedida a programa de rádio veiculado pela Rádio Barra FM, Carla afirmou que Garotinho teria tentado subornar o vereador de São João da Barra, conhecido por “Caput”, oferecendo-lhe a importância de três milhões de reais para passar a integrar o bloco oposicionista ao governo da querelada e, assim, votar determinada matéria acorde seus interesses políticos. Os Desembargadores que integram a Seção Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, em sessão realizada no dia 12 de setembro de 2012, por unanimidade, em receber a inicial acusatória, nos termos do voto da Des. Relatora drª Suimei Meira Cavalieri. Leia decisão na íntegra, e veja os documentos, no site da Somos (AQUI)
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Aliados de Cabral em baixa: Betinho ganha ficha limpa e João Peixoto perde PSDC
21/09/2012 | 16h32
[caption id="attachment_3852" align="aligncenter" width="590" caption="Foto-Site-Ururau"][/caption] Os aliados de Cabral na região andaram sofrendo duros revezes nos últimos dias, como a prefeita Carla Machado, de São João da Barra, que viu seu maior adversário, o ex-prefeito Betinho Dauaire, ter o registro da sua candidatura deferido por unanimidade pelo TRE para disputar de ficha limpa contra Neco, seu protegido. A decisão do TRE anula a maior arma de Carla contra Betinho, que era taxá-lo de inelegível. Faltando poucos dias para a eleição, a decisão, que desmente o que apregoavam os adversários de Betinho, tem potencial para endurecer o jogo a seu favor. Por outro lado, o deputado João Peixoto, sempre muito a vontade nos palanques de Carla e Neco, posando como dono do PSDC de Campos, acaba de ver o diretório municipal do partido ser devolvido pelo TRE a quem de direito, a direção legalmente eleita presidida pelo ex-deputado Lelé. Apesar de João Peixoto apregoar, como foi gravado na casa de Carla, naquele filmezinho onde ensinava a atrair, que “farinha pouca, meu pirão primeiro”, sem o controle do PSDC de Campos ficou sem mercadoria de troca para negociar com os seus aliados de ocasião. Acabou a farinha, acabou o pirão...
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Festa da Cana Brava com Bolo de Cabral
21/09/2012 | 13h27
A turma do Cabral na região está sem prestígio com o governador, ou ele anda com muito medo de aparecer por aqui. Pela quarta vez nas últimas semanas, ele garante presença com certeza e falha com segurança a eventos de aliados no interior do estado. Dessa vez, quem ficou a ver navios foi a turma da Cana Brava e o prefeito Armando Carneiro de Quissamã, na cerimônia de lançamento da pedra fundamental de uma unidade industrial do grupo naquele município. Com esse quarto furo consecutivo, o governador Sérgio Cabral vai assumindo de vez o apelido de governador “Confeiteiro”, aquele que adora dar “Bolo”.
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TRE tira PSDC de João Peixoto e entrega a Lelé
20/09/2012 | 20h39
Como foi dito nesse blog em 27/7/2012 (AQUI) a Justiça tirou o PSDC das mãos do deputado João Peixoto, popularmente conhecido como “João do Táxi”. Apesar de ter seguidamente recorrido da decisão com agravo e agravo inominado, João perdeu a presidência do Diretório Municipal do PSDC de Campos no TRE, para o ex-deputado Hélio de Azevedo Gomes, popularmente conhecido como Lelé. Apesar do desesperado “jus esperniandis”, o deputado João Peixoto amargou seguidas derrotas, culminando agora com a mais dura delas, a decisão do desembargador Reinaldo Pinto Alberto Filho, negando provimento ao seu segundo recurso e devolvendo a presidência do Diretório Municipal do PSDC em Campos a Lelé. A decisão já foi publicada e as anotações devidamente registradas no TSE, conforme documento abaixo. [caption id="attachment_3841" align="aligncenter" width="611" caption="Certidão do TSE garantindo o PSDC de Campos com Lelé na presidência"][/caption] A confirmação do afastamento do deputado João Peixoto da presidência do PSDC de Campos promete mudar o atual cenário político da região, afinal, como ficarão os compromissos firmados irregularmente por João? As coligações do PSDC local com o PMN na proporcional e com o PT na majoritária, caso não haja um entendimento com o diretório do PSDC legalmente eleito, presidido por Lelé, e agora reconhecido pela Justiça, poderão ir por água abaixo. Diante dessa mudança de cenário, Makhoul perde um forte aliado, especialmente na Baixada Campista. Isso, caso ele não sente e consiga reverter a situação diante daqueles que foram solenemente ignorados quando João se passava por dono do PSDC em Campos. Parodiando Paulo Diniz, em “ E Agora José”, magistralmente gravado por Chico Buarque de Holanda: E agora, joão? A festa acabou, A luz apagou, O povo sumiu, A noite esfriou, E agora, joão?
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Juiz proíbe carros de som de propaganda eleitoral em São João da Barra
19/09/2012 | 11h26
O juiz Leandro Loyola de Abreu, da 37ª Zona Eleitoral, está mesmo disposto a dura tarefa de colocar ordem na casa na campanha eleitoral de São João da Barra. Esta semana, ele baixou uma portaria determinando que, a partir dessa quinta-feira, fica proibida a utilização de carros de som de propaganda política na área urbana. A proibição atende a inúmeras reclamações por conta do alto volume do som, abuso no horário e grande volume de veículos utilizados para divulgar os candidatos, o que vem causando enorme transtorno à população. LEGISLAÇÃO A legislação eleitoral prevê a possibilidade de instalação de amplificadores de som e alto-falantes do início da propaganda eleitoral até a véspera da eleição, das 8 às 22 horas, nos comitês e, também, nos carros de som, desde que seja observado o limite do volume sonoro, sendo proibido transitar com esses veículos em distância inferior a 200 metros: a) das sedes das Prefeituras, das Câmaras Municipais, do Fórum, dos quartéis militares, dos hospitais, em qualquer horário; b) das escolas, bibliotecas, igrejas e teatros, quando em funcionamento. Em caso de descumprimento, responde o infrator, conforme o caso, pelo emprego de processo de propaganda vedada e pelo abuso de poder.
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Cabral vai acabar apelidado de “Confeiteiro”. Adora dar bolo...
17/09/2012 | 00h45
Desse jeito fica difícil para qualquer um acreditar em uma eventual futura parceria entre governo do estado e o município em caso de uma hipotética vitória do seu candidato. Se ele não aparece por aqui nem para apoiar a campanha do aliado, imagina depois... Espanta eleitor Apesar de não demonstrar, Makhoul Moussallem (PT), que contava com a presença do governador, já deve estar repensando seriamente na validade desse “apoio”. Makhoul conseguiu reunir 1000 carros na passeata, mas, pela terceira vez, tomou bolo de Cabral... Para piorar, como prêmio de consolação mandaram Pezão. Impopular e pouco simpático, o vice mais espanta do que atraia eleitores. Foi um verdadeiro presente de grego. Nem Lindbergh Farias (PT) quis desfilar em Campos ao lado de Pezão e tirou o corpo fora dando uma desculpa esfarrapada. O medo de Cabral Para os mais observadores estão bem claros os motivos de tanta relutância de Cabral de dar as caras em Campos. Aqui seu maior adversário, Garotinho, joga em casa. Sem serviços dignos de nota para apresentar aos campistas, e com a popularidade no fundo do poço depois da esbórnia parisiense com o empresário Fernando Cavendish, da Delta, Cabral sabe que não teria vida fácil nas ruas da cidade e nos palanques. Dificilmente conseguiria se esquivar das vaias e, quem sabe, de tomates e ovos. E isso é tudo que ele mais teme no momento. Mas, tudo na vida tem seu lado positivo. Como quem não atrapalha, muito ajuda, sua ausência talvez tenha sido melhor para Makhoul.
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Justiça estadual mineira libera obras da mina e da usina do Mineroduto da Anglo. Falta o TRF
14/09/2012 | 12h59
Um alívio parcial no Superporto do Açu. A Justiça mineira (TJMG) autorizou o reinício das obras da mina e da usina de beneficiamento do projeto Minas-Rio, da Anglo, em áreas onde não existem sítios arqueológicos. O alívio só não é total porque ainda existe uma decisão liminar proferida pelo juízo da 20ª Vara Federal, que proibiu o Estado de Minas Gerais de conceder qualquer licença ou autorização ambiental relacionada à área de implantação do Mineroduto Minas-Rio, em Conceição do Mato Dentro. (AQUI) Orçado em US$ 5,8 bilhões, o mineroduto deverá movimentar 26,5 milhões de toneladas de minério de ferro anualmente. As obras foram paralisadas por decisão judicial de primeira instância da Justiça atendendo ao Ministério Público Estadual, que acusava a empresa de ameaçar a preservação do patrimônio histórico e cultural dos sítios arqueológicos da região. O mega projeto, de 525 km de extensão, atravessa 32 municípios mineiros e fluminenses até o Superporto do Açu, em São João da Barra, para atender a demanda necessária ao funcionamento do terminal de exportação de minério de ferro do empreendimento de Eike, uma parceria entre a Anglo American é a LLX, que tem 49% do projeto. A decisão judicial repercutiu do alto da serra do Jequitinhonha até a planície sanjoanense. Copam aprova redução de raio de proteção de caverna Na mesma quinta-feira, o Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam) do Jequitinhonha aprovou a redefinição do raio de proteção da cavidade (caverna arqueológica) CAI-03 de 250 metros para 100 metros, localizada na área da mina do projeto Minas-Rio, em Conceição do Mato Dentro. Mas a decisão poderá não ter efeitos práticos. Leia abaixo. Mas ainda existe uma pedra no meio do caminho Mineroduto: Justiça Federal proíbe Estado de dar Licenças Ambientais para obras O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) negou o pedido de efeito suspensivo feito pela Anglo Ferrous Minas-Rio Mineração S.A. na Ação Cautelar n. 24374-44.2012.4.01.3800. A agravante pretendia suspender os efeitos da decisão liminar proferida pelo juízo da 20ª Vara Federal, que proibiu o Estado de Minas Gerais de conceder qualquer licença ou autorização ambiental relacionada à área de implantação do Mineroduto Minas-Rio, em Conceição do Mato Dentro. Estado não teria competência para dar licença ambiental Os MPs sustentaram a falta de estudos específicos para determinar as características e relevância das cavidades, já que o Estado de Minas Gerais não dispõe, nos quadros de suas Superintendências Regionais de Regularização Ambiental (SUPRAMs), de técnicos com formação e conhecimento na área de espeleologia, e, que, apesar disso, “as SUPRAMs estão se manifestando sobre intervenções altamente lesivas ao patrimônio espeleológico de Minas Gerais e prometendo autorizações para supressão de cavidades naturais subterrâneas, sem a necessária anuência dos órgãos federais competentes”. Na liminar, o juiz determinou que as licenças somente poderão ser concedidas após a devida avaliação da cavidade por profissional especializado. E, se demonstrado que o estado não possa fazê-lo, o Ibama deverá assumir os trabalhos, em caráter subsidiário. Leia informação completa AQUI.
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Assembleia de Sapucaia aprova proposta da MPE e repudia Surubi-Cana Brava
13/09/2012 | 18h02
[caption id="attachment_3818" align="aligncenter" width="756" caption="Os credores de Sapucaia compareceram em peso à Assembleia"][/caption] A Assembleia de Credores da Usina Sapucaia, que decidiria o destino da indústria nessa quinta-feira, foi realizada sob clima de forte repúdio ao Grupo Surubi-Canabrava, que interpôs vários agravos para impedir a aprovação pela assembleia da proposta de aquisição da usina pela MPE, a única apresentada. O agravo interposto pelo Grupo Surubi – Cana Brava, do empresário Ludovico Giannattasio, alega não foi aplicado o princípio de isonomia, já que o edital previa o depósito de 13 milhões para pagamento de dívidas trabalhistas, mas que a MPE apresentou uma garantia real em forma de seguro, que prevê o depósito dos 13 milhões em 48h, após a aprovação pela assembleia. Por outro lado, os credores de Sapucaia alegam que a Surubi-Cana Brava, que não compareceu com proposta no prazo legal, apenas pretende por meio de manobras judiciais, dificultar a realização da venda para provocar a decretação da falência de Sapucaia, eliminando, assim, um futuro concorrente. O clima esteve bastante tenso e a segurança dos advogados de Ludovico foi colocada em dúvida pelos organizadores que retiraram os profissionais do plenário e os colocaram na mesa diretora. Parceria entre MPE e Coagro [caption id="attachment_3819" align="aligncenter" width="755" caption="Frederico Paes, da Coagro, e o advogado da MPE, Aluizio Salazar, anunciaram parceria para gestão de Sapucaia"][/caption] Durante a assembleia foi anunciada oficialmente uma parceria entre a MPE e a Coagro que ficaria responsável pela gestão da indústria. O anúncio foi fortemente aplaudido pelos ex-funcionários e credores, já que a Coagro tem o lastro de uma administração vitoriosa na unidade industrial que comanda, garantindo os direitos dos trabalhadores e o pagamento dia de fornecedores. Além de ter passado por uma modernização no campo com colheitadeiras de última geração e novas práticas trabalhistas. Também foi bastante questionada a disposição do Grupo Cana Brava em comprar uma usina em recuperação judicial, quando ela mesma estaria passando por esse processo. Repúdio & Dúvidas [caption id="attachment_3820" align="aligncenter" width="756" caption="O empresário Lulu Henriques questiona duramente os advogados do Grupo Surubi-Cana Brava"][/caption] O empresário Lulu Henriques, um dos maiores fornecedores de cana da região, fez graves questionamentos e lembrou que a Cana Brava lhe deve 300 mil reais desde fevereiro: “Se não paga 300 mil reais a um fornecedor, como quer se comprometer a pagar os milhões de um negócio desse porte?” Ao fim da assembleia, todos os credores, trabalhadores, credores com garantia real e credores quirografários aprovaram em votação a proposta do Grupo MPE e repudiaram qualquer outra proposta do Grupo Cana Brava, chegando a afirmar que se houver proposta da Cana Brava por via judicial ela será recusada na próxima eventual assembleia. A decisão do desembargador Jorge Luiz Habib sobre o agravo do Grupo Surubi-Cana Brava, apesar de ter garantido a realização da assembleia, deixou as decisões tomadas por ela sub-judíce. Vamos aguardar os próximos capítulos.
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A publicidade que mostra uma Campos que orgulha os campistas
13/09/2012 | 12h31
Foi uma gratificante surpresa o documentário publicitário sobre Campos, enviado pelo amigo e leitor Assis Inojosa, reunindo belas imagens e dando um show de informação sobre a economia regional e o progresso que chega à região. A peça foi produzida para a Construtora e Incorporadora Arthur Marinho, para promover o seu empreendimento Atriun Business Center, o primeiro com heliponto no município. Assistir ao filme deixa o campista orgulhoso do progresso que chega à sua terra. Parabéns ao empresário Arthur Marinho, a sua equipe, e aos autores do vídeo da Agência Morgam pelo bom gosto e ótimo senso de oportunidade. Confira abaixo: [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=9xW3s8Goi4s[/youtube]
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Contas de energia menores, abusos maiores para tirar o prejuízo em cima do consumidor
12/09/2012 | 15h01
A redução das tarifas de fornecimento de energia elétrica é uma boa notícia, pena que tenha vindo mal acompanhada. Ao mesmo tempo em que se divulga esse benefício para o consumidor, se anuncia que as concessionárias poderão antecipar a renovação dos seus contratos. Só quem é cliente da Ampla sabe que má notícia é essa. A empresa não está nem aí para o consumidor campista. A péssima qualidade dos serviços e do atendimento, e os abusos se perpetuam sem que nada aconteça. Reduzir as contas sem reduzir os abusos pode não adiantar nada. Certamente a Ampla vai criar uma maneira de tirar o prejuízo em cima do consumidor.
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Governador do Espírito Santo ajuíza Ação no STF contra lei dos Royalties
11/09/2012 | 15h14
O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande reagiu contra lei Federal 7.990/89 de distribuição dos Royalties que, em seu Artigo 9º, obriga o estado a contemplar seus municípios com 25% da indenização recebida. Casagrande ajuizou no Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin, nº4.846) contra o artigo que, segundo ele, contraria o Parágrafo 1º do Artigo 20 da Constituição Federal, que afirma que as participações governamentais devem ser passadas às unidades federadas afetadas pela exploração. De acordo com a lei que está sendo questionada, municípios que não são afetados pela exploração de petróleo ou minérios também teriam parte dos royalties. O procurador do estado do Espírito Santo, Cláudio Madureira, entende que a lei federal interfere na autonomia do estado. “Uma lei federal não pode dizer ao estado produtor como ele vai distribuir os seus royalties. É como se a União estivesse dizendo ao estado do Espírito Santo como ele deve governar”.
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MPE faz única proposta para compra de Sapucaia. Seguro garante direitos dos trabalhadores
10/09/2012 | 22h13
Como adiantou o blog, na realidade apenas a Assembleia dos Credores de Sapucaia foi remarcada para o próximo dia 13. Hoje, realmente, foi o dia D para entrega das propostas de aquisição da Usina Sapucaia, com prazo findo às 18h. Apenas uma proposta foi apresentada, a do Grupo MPE, como, novamente adiantamos, se comprometendo a pagar em primeiro lugar os 13 milhões obrigatórios da dívida trabalhista da empresa, isso, além dos 130 milhões da compra e dos 30 anos de arrendamento das terras para pagamento de outros credores. O detalhe que passou despercebido para os menos iniciados na arte dos negócios é que o depósito obrigatório dos13 milhões trabalhistas foi realizado em forma de um seguro que garante o pagamento 48h após o fechamento do negócio na Assembleia Geral dos Credores, marcada para o dia 13. Dona dos únicos ases posto à mesa, a MPE é pule de dez para levar a Usina. O melhor é que, sendo assim, um forte grupo de fornecedores, com vasta experiência na área, deve garantir o pleno funcionamento da importante indústria para a economia regional, O desfecho de negócio, apesar das tentativas de aborto da venda judicial de um grupo ao qual não interessava a concorrência, vai abrir novos postos de trabalho e favorecer a economia de toda a região.
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Até agora apenas MPE entregou proposta para comprar Sapucaia. Prazo termina hoje às 18h
10/09/2012 | 15h02
É preciso não confundir a entrega oficial das propostas para aquisição da Usina Sapucaia com a apresentação dessas propostas à Assembleia Geral de Credores de Recuperação Judicial da Usina, remarcada para o próximo dia 13. O prazo oficial para entrega das propostas foi apenas ampliado pela justiça em algumas horas, mas termina hoje às 18h, quando as propostas existentes serão abertas. Até agora, 15h, apenas o Grupo MPE apresentou a sua proposta para aquisição da Usina Sapucaia.
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Cidadania e dignidade na Tira Gosto dependem do Governo do Estado
09/09/2012 | 21h48
Entre a polícia e os tradicionais marginais que assolam o pedaço, parece que comunidade tem mais medo da polícia. Durante um protesto na última semana, os manifestantes disseram que no local não existe toque de recolher e que eles têm medo é dos policiais. A questão é fácil de ser solucionada para ambos os lados. Afinal, uma pequena comunidade como aquela, em terreno plano, pode ser “pacificada” em um piscar de olhos. Basta que as autoridades realmente queiram. Fazer chegar a paz e abrir caminho para os serviços básicos e a cidadania é apenas uma questão de determinação do Governo do Estado. Os obstáculos existentes são de facílima transposição. Pra quem "pacificou" enormes favelas cariocas, como o complexo do Alemão, nosso problema é apenas um Tira Gosto... Basta querer.
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Destino de Sapucaia será decidido na segunda-feira entre dois pretendentes
06/09/2012 | 23h45
Na segunda-feira, às 13h, serão apresentadas as propostas para aquisição da Usina Sapucaia. Para entrar no jogo, um requisito é fundamental: de cara os interessados têm que ter depositado 13 milhões de reais referentes às dívidas trabalhistas da empresa. Dois grupos são favoritos e, talvez, os únicos na disputa, o Grupo Cana Brava, capitaneado por Ludovico Giannattasio, e o Grupo MPE, representado por Renato Abreu. A unidade industrial está sendo colocada à venda pela oferta mínima de 120 milhões, mais um arrendamento de 30 anos das terras para pagamento de dívidas com o Governo Federal e outros credores. Na mesma segunda-feira, as propostas serão abertas e, na terça-feira, os credores comunicarão qual foi a sua opção entre as propostas apresentadas. Caso o Grupo Cana Brava saia vencedor, vai aumentar em muito sua capacidade industrial. Caso o Grupo MPE arremate a usina, existe uma forte possibilidade de uma parceria com outro grupo que atua com sucesso na área sucroalcooleira. O melhor do negócio é que, nos dois casos, a venda da usina vai gerar benefícios para a economia da região, revitalizar o setor e gerar empregos.
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Campos, cidade que me seduz...
05/09/2012 | 17h59
Com apenas uma pequena adaptação aos novos tempos, um velho ditado campista nunca esteve tão atual. Diante da manifestação de moradores queimando pneus na BR101 em Ururaí para protestar contra a péssima qualidade da energia elétrica fornecida pela Ampla e da identificação por pesquisadores da Uenf de vermes e, novamente, ciano bactérias, na água servida pela concessionária Águas do Paraíba, veio à memória na hora: Campos cidade que me seduz, um dia problema na água, outro dia na luz...
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Superporto do Açu recebe bloco gigante de concreto para quebra-mar
05/09/2012 | 11h47
[caption id="attachment_3786" align="aligncenter" width="756" caption="A chegada do 1º bloco ao Porto do Açu"][/caption] Apesar de todas as dificuldades que vem sendo enfrentadas pelo Grupo EBX em diversas frentes, como suspensão de licenças ambientais para mineroduto, queda de ações de empresas do grupo na bolsa, desistência de empresas que seria implantadas no porto etc,  finalmente um motivo para comemorar. A LLX, a empresa de logística do grupo, recebeu o primeiro bloco gigante de concreto, dos seis construídos em Arraial do Cabo, a ser utilizado na construção do quebra-mar do TX2, terminal onshore do Superporto do Açu. Cada bloco tem 66,85 metros de comprimento, 24 metros de largura e 18 metros de altura e foram construídos no Kugira, maior dique flutuante da Europa, atuando pela 1º vez no Brasil. Após a chegada de todos os seis blocos ao Superporto do Açu, o Kugira também será rebocado de Arraial do Cabo até o empreendimento para produzir os 36 blocos restantes do projeto do quebra-mar do TX2. A previsão é que a produção e instalação de blocos sejam concluídas em 2014. O quebra-mar será composto pelos 42 blocos de concreto e por pedras e terá 1.466 metros de comprimento no sentido norte e 2.363 metros no sentido sul, permitindo a entrada e saída de navios do canal. Segundo Luis Baroni, diretor de implantação da LLX, a chegada do primeiro bloco é marco na construção do empreendimento. “Além de ser um importante avanço no desenvolvimento do Superporto do Açu, esta é a 1º vez no país que a construção de um quebra-mar é realizada com blocos de concreto flutuantes”, destacou.
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Acima da lei
04/09/2012 | 18h28
Parece chato falar de novo na verdadeira muvuca de táxis que se forma na porta daquela nova boate da Pelinca na madrugada, mas, chato mesmo, é ter que passar por ali disputando o pedacinho de pista que sobra com os táxis em fila dupla e até tripla, como se fosse apenas deles o direito de utilizar uma via pública. Caso fossem carros particulares, já teriam sido removidos pelas aves de rapina da empresa de reboque. Mas parecem estar acima da lei...
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A zona do mercado
04/09/2012 | 13h54
A missão é difícil, mas quem conseguir trazer a ordem de volta à zona do mercado vai ganhar pontos com a população. Atualmente o local é o pior cartão postal de Campos. Sujo, mal cheiroso, desorganizado e invadido por uma legião de oportunistas que reúne flanelinhas, camelôs, punguistas e similares. Quem quiser comprovar a péssima situação do local basta ir de carro e tentar estacionar por lá. Depois é só pular as poças de água preta, tapar o nariz e seguir em frente segurando a carteira com força... Os próprios comerciantes que resistem às mudanças são os maiores prejudicados.
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Mais Cianobactérias e, também, vermes, na água de Campos
03/09/2012 | 13h39
Pesquisadores da Uenf novamente identificam Cianobactérias e vermes na água tratada pela Águas do Paraíba [caption id="attachment_3766" align="aligncenter" width="630" caption="Pesquisas identificaram cianobactérias, outras algas e, também, vermes na água tratada"][/caption] Em março, a Somos Assim e o blog trouxeram a público a identificação de cianobactérias, do tipo cinecosiste, potencialmente perigosas na água tratada de Campos, pelos pesquisadores da Uenf, Dra. Marina Suzuki (Mestrado em Ecologia e Recursos Naturais pela UFSC e Doutorado em Biociências e Biotecnologia pela Uenf, atuando no LCA-CBB-Uenf), e Dr. Carlos Resende (mestrado e doutorado) - LCA-CBB-Uenf Pesquisa: Biogeoquímica de ecossistemas aquáticos. Na ocasião, várias famílias entraram em contato com a revista relatando que seus membros ficaram doentes após o consumo do líquido. Mesmo após as denúncias da Somos e do blog sobre a gravidade do problema, a concessionária Águas do Paraíba manteve-se impassível sem dar satisfação ao público sobre a real situação. Preferindo divulgar uma suposta paralisação de “rotina” no fornecimento para manutenção e tentar desqualificar o trabalho dos pesquisadores e da Somos e do blog. Águas do Paraíba tentou desqualificar pesquisas Após a publicação das matérias com pareceres técnicos de especialistas e pesquisadores em recente exibição do programa Página Aberta, da Unitv, o assessor da Águas do Paraíba, o Sr. Adelfran, que nunca foi conhecido pela excelência de caráter, mas sempre pelo excesso de presunção, apesar de não ter formação técnica específica para avaliar a pesquisa realizada com avançadas análises científicas com as quais a empresa que representa não conta, fez questão de desmentir os resultados das análises na água tratada de Campos. Sem o menor embasamento científico, ou comprovação por laudos do mesmo nível técnico das pesquisas realizadas, mas representando muito bem o seu triste papel, o jornalista Adelfran disse na ocasião que não existe possibilidade de a água tratada pela concessionária Águas do Paraíba conter elementos que prejudiquem a saúde da população. Na ocasião, as declarações do Sr. Adelfran foram rebatidas por outra autoridade em água, a Drª Cristina Canela (Doutora em Química e Professora Associada do Laboratório de Ciências Químicas do Centro de Ciências Tecnológicas da Uenf): “Eu cheguei a ouvir a entrevista e, realmente, achei a declaração bastante infeliz. Embora ele deva ter muitos dados sobre a qualidade da água tratada, como eles não fazem este tipo de análise, ele não pode afirmar nada sobre isso. Depois que estes resultados foram divulgados a primeira vez, nunca fui procurada pela concessionária para falar sobre o assunto. Portanto, acredito que fazemos um trabalho sério, e não vai ser esta declaração que vai me fazer pensar diferente, ou deixar de realizar pesquisas nesta área”. Novamente cianobactérias na água tratada [caption id="attachment_3768" align="aligncenter" width="630" caption="Maçaroca de cianobactérias encontrada e que portava nematóides"][/caption] Pelo que se vê agora, a tal paralisação de “rotina” não deve ter obtido bons resultados. Novas pesquisas realizadas pela Dra. Marina Suzuki, da Uenf, voltam a identificar a presença de cianobatérias na água tratada de Campos. Como agravante, além das cianobactérias, também foram identificadas clorofíceas e diatomáceas, e até parasitas nematóides (vermes) de espécie não identificada. Nematóides: Nematóides são vermes, e várias espécies parasitam o homem, especialmente órgãos do aparelho digestivo, sendo algumas das mais conhecidas a lombriga do intestino - Ascaris lumbricóides - que pode causar fraqueza e irritações alérgicas, Ancylostoma duodenalis e Necator americanus, responsáveis pelo conhecido "amarelão", Enterobius vermicularis, agente da oxiúrose infantil, Strongyloides stercoralis e outras; Wuchereria bancrofti, parasito do sistema linfático, causa a temida elefantíase. Cianobactérias na água da Pelinca [caption id="attachment_3769" align="alignleft" width="168" caption="Mario Fazza, superintendente da Águas do Paraíba foi alertado mas ainda não tomou providências"][/caption]   Dessa vez, as cianobactérias foram identificadas em amostras de água colhidas em diversos bairros da cidade, inclusive, e democraticamente, na elegante Av. Pelinca, o que mostra um quadro alarmante e com fortes indicações de estar se agravando no sistema de abastecimento da cidade. Segundo a pesquisadora, nenhum desses organismos deveria ser encontrado na água tratada, e o engenheiro Mário Fazza, superintendente da Águas do Paraíba, foi diretamente alertado por ela sobre a identificação dos organismos na terça-feira, dia 28. Leia abaixo alguns trechos da entrevista da Drª Marina Suzuki publicada na Somos desse domingo: Marina: Foi solicitado que nós analisássemos algumas águas que nos foram trazidas aqui em relação à presença de algas. O método que nós utilizamos é o método que normalmente nós utilizamos nas pesquisas em vários sistemas naturais, fazemos a fixação e a sedimentação desses organismos e fizemos a contagem no microscópio. Realmente encontramos a presença de organismos em todas as amostras e, realmente, não seria esperada a presença dessas algas, pois se espera que o tratamento seja eficiente ao ponto de retirar 95,1% ou mais dos organismos fitoplanctontes no processo de tratamento e depois no processo de desinfecção, em que se utiliza cloro e outros materiais, para que isso, na água de abastecimento, seja eliminado de todo, além de contarmos como um sistema de abastecimento subterrâneo, então, não haveria disponibilidade de luz. E sem a disponibilidade de luz, esses organismos não poderiam continuar crescendo. Somos: Quais foram essas algas? Marina: Foram algumas cianobactérias, algumas clorofíceas e até mesmo algumas diatomáceas, que realmente não esperaríamos que estivessem presentes na água de abastecimento. Agora, se me perguntarem ‘ela vem realmente da estação de tratamento?’, não posso afirmar que ela venha da estação de tratamento, assim como não posso afirmar que vem de qualquer outro lugar, a não ser que eu tenha todo sistema rastreado. Em função disso eu entrei em contato com Águas do Paraíba, informei a eles que nós tínhamos detectado a presença de algas... Somos: Há quantos dias eles sabem disso? Marina: Foi ontem (terça-feira, dia 28) que eu consegui realmente falar com a Águas do Paraíba. Somos: Quem foi a pessoa que recebeu essa informação? Marina: Eu falei diretamente com o superintendente e solicitei a ele o envio de amostras da água tratada deles, logo na origem, porque aí nós teríamos uma contraprova se realmente essas algas estariam permanecendo após o tratamento. Somos: Mas não seria mais indicado que essas amostras fossem colhidas pela equipe daqui? Marina: Sim, seria o ideal. Somos: Essas algas tem algum potencial maléfico para a saúde do ser humano? Pode trazer algum problema? Marina: Em grande quantidade, se elas estivessem no que nós chamamos de floração, se desenvolvendo descontroladamente, poderiam trazer, e é por isso que, principalmente as cianobactérias, nós chamamos de potencialmente tóxicas. Mas a presença delas, mesmo em fluoração não quer dizer que elas estejam produzindo toxina. Somos: E as diatomáceas? Marina: Diatomáceas e clorofíceas que foram detectadas, poucas, raras, são produtoras de toxina. Somos: Foi encontrado algum nematóide? Marina: Foi-nos trazida uma amostra de uma maçaroca de algas em que nós constatamos que era cianobactéria, e, no meio dessa maçaroca, nós encontramos alguns nematóides. Somos: Esse já tem um potencial de passar para o ser humano? Marina: Nós constatamos a presença, eu não identifiquei realmente esses nematóides, não sou especialista nesses organismos, então, eu não posso nem dizer que eles possam prejudicar o homem se consumidos ou não. Somos: Mas vocês colheram água da Pelinca também? Marina: Foi trazida uma amostra da Pelinca. Somos: E nessa amostra da Pelinca? Marina: Também tinha algas na amostra. É importante destacar que a quantidade que nós encontramos nessa água de abastecimento, apesar delas estarem presentes, é uma quantidade baixa. Somos: Mas não deveriam estar presentes. Marina: Mas não deveriam estar presentes. Entrevista completa com Drª Marina Suzuki na Somos dessa semana, nas bancas. Com a palavra o Ministério Público Estadual
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