Macaé coloca uma pedra no caminho do Porto do Açu
26/11/2014 | 12h12
Vista aérea do terminal offshore T1 Atendendo a uma solicitação da Prefeitura de Macaé, o juiz Josué de Matos Ferreira, da 2ª Vara Cível de Macaé concedeu nessa terça-feira uma liminar que suspende a licitação da Petrobras para contratar operação logística portuária onde é dada como vencedora a Edison Chouest Offshore (ECO), que opera no Porto do Açu, em São João da Barra, da Prumo Logística. A prefeitura de Macaé alega que uma sobretaxa de 17% no edital teria favorecido a utilização do Porto do Açu que tem taxa zero, segundo explicação da Petrobras, por conta da distância menor em relação às áreas exploratórias em alto mar, o que garante menor custo logístico. Rapina Cobiçada por todos, a região está precisando urgentemente de políticos que realmente a defendam. O Congresso quer tirar nossos royalties do petróleo, São Paulo quer tirar a nossa água e, agora, Macaé quer tirar serviços do Porto do Açu.
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Navios movimentam Porto do Açu
28/10/2014 | 04h03

navios-monta

No sábado, o navio Key Light, um Panamax de 83.027 toneladas e 229 metros de comprimento, deixou o Porto do Açu em direção à China carregado com 83 mil toneladas de minério de ferro, avaliadas em cerca de R$ 15 milhões, deixando para trás um saldo de R$ 390 mil em ISS para São João da Barra. Do fim de semana para cá, movimentam o Porto do Açu as embarcações de apoio offshore Santos Supplier (Carga) e o Far Sovereign (Manuseio de Âncoras). Depois deles, será a vez do Navion Gothenburg (Navio Tanque), do CBO Carolina (abastecimento de navios offshore), e do Noble Phoenix (Navio Sonda). Se alguém ainda tinha dúvidas...

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Eike visita Porto do Açu dirigindo seu próprio carro
10/02/2014 | 01h09
Caindo na real Esta semana, Eike Batista novamente visitou as obras do Porto do Açu, mas, nada de helicóptero e comitiva, ele circulou no canteiro de obras na m mesma camionete Amaroc em que veio, dirigida por ele mesmo. Mas Eike não deve ser subestimado. Ainda detém valiosos 21% da Prumo e participações na OGpar (Óleo e Gás Participações), ex-OGX, e na OSX Construção Naval, dona do estaleiro no Porto do Açu, ainda patinhos feios, mas com potencial para cisnes. A Hyunday está na agulha para uma parceria no estaleiro que pode ser a salvação da lavoura para mais uma empresa X. Solução Ou essa parceria com Hyundai, ou a divisão do estaleiro em três, o que, segundo gente que entende do ramo, poderia ser a melhor solução, já que o estaleiro é gigantesco e, mesmo dividido, ainda seriam três grandes estaleiros.
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Progresso seguro
06/02/2014 | 06h49
Com o reaquecimento da economia da região, grandes empresas estão aportando em Campos. Como uma das maiores seguradoras do país, entre as cinco principais no ranking nacional, que está montando uma representação na Pelinca, que vai ocupar todo um prédio novo com lojão, bem em frente ao posto de combustíveis.
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Reaquecimento do mercado
04/02/2014 | 02h55
Reaquecimento Um bom sinal de que as coisas estão voltando aos eixos no Porto do Açu é o reaquecimento do mercado imobiliário nas praias de São João da Barra. Todos os 70 terrenos de um loteamento perto da Igreja de Grussaí que citei nessa coluna na semana passada foram reservados. Reaquecimento II Mais um empreendimento imobiliário na orla de Grussaí. Esse com dez casas de alto padrão próximas ao mar. Com tanta gente chegando, elas não vão dar nem para a saída.
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Capacitação para petróleo e gás
04/02/2014 | 02h49
O Senai está ampliando a sua estrutura em Campos para atender à demanda do setor de petróleo e gás. Laboratórios e oficinas vão receber equipamentos de ponta e o número de salas será ampliado. O Senai quer aumentar a sua capacidade de atendimento de capacitação de 1.600 para 2.300 alunos.
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Uma Ampla no meio do caminho
03/02/2014 | 04h28
Ampla no meio do caminho I No meio do caminho do progresso da região tem uma Ampla. É grande a expectativa para que o Porto do Açu entre em funcionamento, mas as obras ainda estão sendo tocadas com energia de um grande grupamento de geradores de alto custo movidos a diesel. O grave problema ainda tem outros aspectos preocupantes. Ampla no meio do caminho II Com inauguração prevista ainda para o primeiro semestre deste ano, a fábrica de tubos flexíveis da francesa Technip, um investimento de 650 milhões de reais, já está com a sua planta industrial semipronta e seu cais concretado. Obras também realizadas com energia elétrica proveniente de geradores próprios, só um deles consumindo diariamente 700 litros de combustível. Mas esbarra em um grande obstáculo para começar a fabricar seus 200 quilômetros de tubos anuais. Até agora, os cabos de energia da Ampla não chegaram ao Porto do Açu. Para complicar ainda mais a situação, quando as máquinas da fábrica forem acionadas, a energia consumida terá que ser, por contrato, fornecida pela concessionária do porto, a Prumo Logística, a preço Ampla. O alto custo do cumprimento dessa cláusula contratual vai refletir diretamente no início da operação do Porto do Açu. Ampla no meio do caminho III E os problemas relacionados ao fornecimento de energia elétrica para o Porto do Açu estão só começando. Vizinha da Technip, a National Oilwell Varco está com as obras da sua fábrica a todo vapor com objetivo de, também, iniciar a produção prevista de 250 km de tubos flexíveis por ano ainda nesse primeiro semestre, e com os mesmos obstáculos relacionados à energia elétrica da concorrente. Ampla no meio do caminho IV Ainda iniciando as obras de instalação de uma planta de montagem e produção de grupos geradores e propulsores azimutais no Porto do Açu, ironicamente, a Wärtsilä também terá que recorrer a geradores semelhantes ao que pretende produzir para poder realizar as suas obras. A Wärtsilä é uma empresa finlandesa, líder global no fornecimento de motores e prestação de serviços para navios e usinas termelétricas. Ampla no meio do caminho V Na fila para enfrentar a Ampla no meio do caminho, a InterMoor, do Grupo Acteon, está instalando uma unidade para apoio logístico e serviços especializados à indústria de óleo e gás, com 90 metros de frente de cais e 52.302 m² de área total, com início de operação previsto para 2014. Diante dos fatos, o que se vê é que a Ampla coloca em risco a esperança de progresso e desenvolvimento para toda a região, apesar das traumáticas desapropriações realizadas para passar as suas linhas de transmissão. Esse é um caso para ser visto de perto pelas autoridades, principalmente pelo Ministério Público.
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Engenharia política sanjoanense
29/01/2014 | 05h31
Engenharia política I O poder político em São João da Barra está dividido, porém equilibrado. Neco e Carla Machado juntos tinham 70% do eleitorado, divididos, um com nome forte, outro com a “caneta” na mão, cada um deverá ficar com 35%. Por fora corre Betinho Dauaire, um nome a ser respeitado. Mas ainda deve correr muita água debaixo da ponte, a atual conjunção está propícia ao surgimento de novos nomes. Engenharia política II Como seria uma reeleição de Neco sem Carla ou contra Carla, que tem grandes chances de se eleger deputada com 35 mil votos e depois voltar a disputar a prefeitura de São João da Barra na cômoda posição de não estar com o mandato em risco? O cenário é só de incertezas.
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Otimismo no Porto do Açu
14/01/2014 | 02h59
Otimismo I Depois da decepção com Eike e a assunção da EIG no Porto do Açu, paira no ar um otimismo reprimido pela cautela. Otimismo II Mas, veja só o que está no site da EIG Global Energy Partners: “Nós já investimos cerca de US $ 500 milhões para completar o desenvolvimento do projeto do Superporto do Açu, no Brasil, uma peça-chave da infraestrutura de energia relacionada com o desenvolvimento e comercialização de enormes reservas de petróleo offshore do Brasil”. Ou seja, nada dos mirabolantes planos de Eike. A EIG está com os pés no chão e os olhos no pré sal. Otimismo III Para mostrar que os americanos sabem muito bem onde pisam. Esta semana a Petrobras divulgou que todos os poços exploratórios do pré-sal perfurados em 2013 acusaram presença de petróleo e gás.
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Ignorando os réus do 5º Distrito
13/01/2014 | 02h21
Seis das sete novas desapropriações no 5º Distrito de São João da Barra, onde todo mundo se conhece, são de “Réu Ignorado”. Parece estranho. E é...
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