Convênio entre TJ-RJ e LLX vai levar cartório móvel, com juiz e promotor, ao Açu
30/08/2011 | 22h21
[caption id="attachment_2318" align="aligncenter" width="756" caption="Justiça Itinerante vai chegar ao Açu"][/caption] A LLX assinou convênio com Tribunal de Justiça do Estado do Rio Janeiro para doação de dois ônibus para o programa de Justiça Itinerante, desenvolvido pelo Departamento de Avaliação e Acompanhamento de Projetos Especiais, do Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, que atende moradores de bairros afastados ou municípios que não possuem fóruns. O Justiça Itinerante oferece cartório móvel com equipe de atendimento, promotor, defensor público e juiz para se tratar de direito de família, infância e juventude e juizados especiais cíveis e criminais. A ação reduz o fluxo de processos no fórum do município, principalmente em situações que possibilitem soluções conciliadas. No local é oferecido atendimento jurídico e orientação na solução de conflitos.
Comentar
Compartilhe
Procuradoria Geral Eleitoral deixa Mandato de João Peixoto no fio da navalha
29/08/2011 | 20h32
[caption id="attachment_1833" align="aligncenter" width="756" caption="Na premonitória foto João mostra involuntariamente o tamanho do pepino"][/caption] Um parecer da Procuradoria Geral Eleitoral leva para cada vez mais longe as esperanças do quase ex-deputado João Peixoto de continuar deputado e, também, de vir a ser o candidato a prefeito de Campos “Anti-Elite” de Sérgio Cabral. Na quarta-feira, a vice-procuradora Geral Eleitoral Drª Sandra Cureau deu parecer na Ação de Impugnação de Mandato Eletivo por captação ilícita de sufrágio (compra de votos) e abuso de poder econômico, manifestando-se, em nome do Ministério Público Eleitoral, “pelo acolhimento da preliminar de intempestividade da defesa, e, no mérito, pelo provimento do recurso”. Em outras palavras, segundo o PGE, os advogados do deputado João Peixoto perderam mesmo o prazo para apresentar a sua defesa, ao contrário da reconsideração da juíza Ana Tereza Basílio, do TRE, que permitiu a inclusão da defesa de João Peixoto fora do prazo. O que significa, que se o ministro Gilson Dipp acolher o parecer da promotoria em decisão monocrática, o deputado João Peixoto perde automaticamente o mandato, sem mais recursos. Tudo está acontecendo exatamente como foi previsto aqui no blog (AQUI) em 01/04/2011 Parecer do MPE na íntegra
Comentar
Compartilhe
“Cena de Crime” no Bandejão da Uenf
29/08/2011 | 18h22
Não é só o Ministério Público Estadual que está cobrando explicações sobre as tão complicadas, quanto questionáveis, obras do “Bandejão” da Uenf. Mais um protesto bem humorado coloriu a segunda-feira da Uenf. Insatisfeitos com os sucessivos atrasos e a paralisação das obras do Restaurante Universitário, já quase todo pago, alunos montaram uma “Cena de Crime” na porta do futuro (bem distante) restaurante, com direito a sepultura do “Bandejão” e tudo mais. Se uma foto vale que mil palavras, aí vai um “texto” com mais de doze mil. [caption id="attachment_2307" align="aligncenter" width="756" caption="O caso do "Bandejão" é emblemático dentre tantos questionamentos judiciais à adminstração de Almy Jr. e sua turma"][/caption]
Comentar
Compartilhe
MPE conclui investigações sobre denúncias na Uenf. Agora só falta parecer do promotor
29/08/2011 | 13h58
Após renderem onze robustos volumes, foram concluídas as investigações das denúncias sobre fortes indícios de irregularidades na administração do ex-reitor da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf), Almy Júnior, atual presidente da Fenorte. Agora só falta o parecer do promotor, previsto para os próximos dias, para que se sabia que providências serão tomadas. [caption id="attachment_2298" align="aligncenter" width="756" caption="Denúncias renderam 11 volumes no Ministério Público Estadual"][/caption] Lista de denúncias é grande As supostas irregularidades na gestão de Almy se relacionam a licitações de obras de quiosques com projetos iguais, mas com preços diferentes; adicionais de insalubridade supostamente indevidos, aquisição de 150 televisores de 52 polegadas por preços que estariam acima dos preços de mercado; placa oficial falsa colocada sobre a original em carro particular alugado para uso do ex-reitor; as polêmicas obras do Restaurante Universitário, o Bandejão, que foram parcialmente pagas e paralisadas; e andaimes contratados por R$ 212 mil para pintura externa dos prédios da universidade e não utilizados, sendo substituídos por perigosas e proibidas cadeirinhas artesanais, o que elevou a autuação pelo Ministério Público Federal do Trabalho e etc... Bandejão, uma história complicada Obras licitadas por quantias milionárias e outras obras sem conclusão figuram entre as denúncias apontadas ao MPE. O Bandejão, por exemplo, é uma das obras. O Restaurante Universitário da Uenf, um projeto que há anos vem sendo reivindicado pelos alunos da Universidade, e há considerável tempo é prometido pelo governo do Estado e pela administração daquela instituição, teve as suas obras iniciadas e grande parte do pagamento por elas realizado, mas o prazo final para a construção do Restaurante foi várias vezes postergado e as obras não foram entregues, atualmente estando totalmente paralisadas. Apesar de a maior parte do pagamento da construção já ter sido repassado à empresa responsável pelas construção, a Zuhause, as obras estão paralisadas, e o que já foi feito se deteriorando, trazendo graves prejuízos ao erário público. O Restaurante Universitário da Uenf foi licitado pelo valor de R$ 2.698.352,89. Desse montante, faltariam ser pagos à Zuhause o valor de cerda de R$ 1,8 milhão. O Bandejão até hoje vem gerando manifestações da comunidade universitária e da comunidade de Campos que quer vê-lo funcionando, até mesmo para que a ideia da Universidade de promover a assistência estudantil saia do campo dos pensamentos e propostas e caia, de fato, na realidade. No entanto, não é somente o Bandejão que figura nas supostas irregularidades da gestão de Almy. Vaidade & Placa oficial falsa Outra questão levantada em denúncia feita ao Ministério Público Estadual é em relação a Almy ter colocado uma placa “oficial” falsa do Governo do Estado, com a inscrição “001 Reitor da Uenf”, sobre a placa verdadeira do veículo, de inscrição KZB 3360. A placa falsa foi colocada em carro alugado utilizado pelo ex-reitor, de modelo Vectra Elegance, da cor preta, particular. A troca de placas contraria o decreto número 41.952, de 16 de julho de 2009, segundo o qual somente os veículos especiais de governadores, vice-governadores e veículos de representação de secretários de Estado ou cargos equivalentes, quando forem próprios do Estado, portarão placas especiais, segundo modelos estabelecidos. E, ainda assim, a placa a ser colocada nesses casos teria de ser autorizada e da cor branca, ao contrário da placa acoplada pelo ex-reitor, que não era autorizada e era de cor bronze. Tela quente Outra possível irregularidade levada ao MP trata da aquisição feita pela Uenf, através do uso de dinheiro público, de 150 televisores da marca Sony, de 52 polegadas. Cada um dos televisores foi adquirido pela Uenf pelo valor de R$ 5.882,99, ao tempo em que a unidade desse mesmo televisor, no mercado, foi encontrada pelo valor médio de R$ 4.749,05. Estranhos Quiosques A gestão de Almy também foi marcada pelas licitações de “estranhos” quiosques, que foram realizadas no mesmo dia, uma pela manhã e outra à tarde, envolvendo o mesmo projeto de quiosque, com mesma empresa vencedora, a PFMP Construtora, mas indicando uma forte inflação entre a licitação da manhã para a outra realizada apenas algumas horas depois. Entre as explicações descabidas, um ex-participante da administração anterior deu a desculpa de problemas geológicos. Desculpa esfarrapada, pois o terreno da Uenf foi todo aterrado com material trazido do Espírito Santo, o que joga por terra essa estranha tese. O primeiro quiosque foi licitado pelo valor de R$ 257.492,96. E o segundo quiosque foi licitado no mesmo dia, só que durante a tarde, por um valor diferente: R$ 291.079,67. No período, o escritório do arquiteto Oscar Niemeyer, responsável pelo projeto da Universidade, chegou a se manifestar contra a construção desses quiosques, pois os mesmos descaracterizam o projeto arquitetônico inicial da Uenf. Mesmo com a opinião contrária de Niemeyer, a Reitoria da Uenf se manteve determinada a construir os quiosques e não levou o parecer do escritório do famoso arquiteto em consideração. Andaimes invisíveis E a coisa não pára por aí. Entre muitas outras denúncias de difícil explicação, uma é emblemática. Recentemente, em mais um escândalo relacionado à obras, foi constatada na Uenf a não-utilização de andaimes que foram contratados por R$ 212 mil para pintura externa dos prédios. Os andaimes não-usados foram analisados como reflexo de uma forte irregularidade contratual, com consideráveis indícios de mal uso do dinheiro público e, além disso, a situação também colocou em risco a vida de operários atuantes na obra, que deveria ser fiscalizada pela própria Universidade com reza o contrato. A Uenf é dona de um orçamento maior do que o orçamento de muitos municípios, que também já usaram práticas parecidas em suas obras e foram questionados e investigados pela Justiça, como está acontecendo agora com aquela instituição de ensino. O mais estranho de tudo isso, é que ex-membros da administração anterior parecem ter sido acometidos por um avassalador surto de amnésia em relação a todos esses fatos sob investigação do Ministério Público Estadual. Essa matéria é dedicada a avivar a memória dos ex-administradores, principalmente do ex-vice reitor da administração sob investigação judicial, Abel Carrasquilha, que, ao invés utilizar seu tempo para colaborar com as explicações exigidas pelo MPE, o utiliza para atacar colegas do meio acadêmico e jornalistas, que nada mais fizeram do que cumprir com o seu dever de fiscalizar e denunciar os fortes indícios de desmandos na administração da qual ele era o segundo nome em importância no organograma. Calma Carrasquilha, quem condena ou absolve é a Justiça. A imprensa apenas noticia. Mesmo que isso não lhe agrade.
Comentar
Compartilhe
Ex-miss Campos BBB Adriana Sant'Anna toda nua em foto divulgada pela Playboy
27/08/2011 | 00h13
[caption id="attachment_2279" align="alignright" width="439" caption="Adriana Santanna nua em foto divulgada pela Playboy no Twitter"][/caption] A revista "Playboy" divulgou a primeira foto do ensaio com a ex-BBB Adriana Sant'Anna. A imagem, que mostra a Miss Campos de Goytacazes completamente nua, foi revelada aos poucos no site da publicação. Para que as partes da figura fossem surgindo, os usuários do Twitter tinha quem publicar mensagens com a hashtag #adriananaplayboy e a brincadeira foi parar nos "trending topics", a lista dos assuntos mais comentados do site.  De acordo com a "Playboy", quando a imagem ficou completa, foram tantos acessos que o servidor do site caiu.  A revista promete para a semana que vem a divulgação da capa da edição com o ensaio da ex-BBB, que chega às bancas em setembro. Desinibida, mas tímida Apesar da pose desinibida, a miss Campos, que participou do "Big Brother Brasil 11", ficou um tanto quanto constrangida quando viu a imagem. "Quando a foto abriu eu tentei tampar com a mão!! Não sabia que ia aparecer tudo!!!! @playboy_brasil estou tremendoooo", postou em seu Twitter minutos depois da revelação. E continuou: "Amigos da faculdade estão ligando. Quanta alegria e vergonha." Dor de cotovelo Ela também postou que o namorado ex-BBB Rodrigão, não queria ver a imagem. "Tem gente perdendo os cabelos aqui!!!", disse. "Não tem jeito... ele não quer ver!" Até o perfil da revista brincou com a situação. "Ô Rodrigo, você não sabe o que está perdendo, filho..." Mas Rodrigão acabou vendo e parece que gostou da foto da namorada. "Sou suspeito, mas ficou perfeita!", comentou. "É galera, hoje vou sair pra beber!" Vai Rodrigão, vai... mas bebe pouco para não dormir muito...
Comentar
Compartilhe
Carla Machado visita siderúrgicas Tenaris-Confab, em São Paulo, e Ternium, na Argentina
26/08/2011 | 14h39
[caption id="attachment_2256" align="aligncenter" width="755" caption="A prefeita de São João da Barra, Carla Machado, e o prefeito de Pindamonhangaba, João Ribeiro, na sede da Tenaris-Confab - SP"][/caption] Uma comitiva oficial da Prefeitura de São João da Barra, liderada pela prefeita Carla Machado, esteve na Siderúrgica “Tenaris Confab”, em  São Paulo, e agora está na Argentina, em visita às cidades de Campana, San Nicolas e Buenos Aires para conhecer de perto as instalações, os modelos de projetos sociais, os programas de capacitação de mão de obra local e os programas de incentivo à cultura e turismo da Ternium, que é controlada pelo grupo Techint, que participa com a LLX do projeto de implantação de uma siderúrgica no Complexo Industrial do Superporto do Açu.   Gigante do setor A Ternium produzde aços planos e longos na Argentina, Colômbia, Estados Unidos, Guatemala e México. No Brasil, o projeto da siderúrgica integrada a ser instalada no Açu prevê o início das obras para o final deste ano e o início da operação para 2014, dando partida a uma produção de até 8,4 milhões de toneladas anuais, incluindo pelotização, fabricação de placas, chapas grossas para a indústria naval, laminados quentes para a agroindústria e produtos para o setor petrolífero de grande profundidade e para indústria automobilística. Mão de obra das obras do porto deve ser aproveitada Segundo declarações de Mário Dell’acqua, diretor de Implantação da siderúrgica no Açu, está prevista a criação de 11 mil empregos, com aproveitamento de grande parte da mão de obra existente hoje nas obras do Porto que deverá ser aproveitada na siderúrgica. Achou muito? Tem mais...   Para os mais renitentes em acreditar na onda de progresso que varre a região, um lembrete: outro grande grupo da siderurgia se prepara para investir na região, a chinesa Wisco, com investimentos de US$ 5 bilhões, a Wuhan Iron & Steel com 70% do negócio e a EBX com 30%, para a produção de cinco milhões de toneladas por ano, no que deverá ser o maior investimento da China no exterior.
Comentar
Compartilhe
O progresso vem aí, Campos que se prepare!
25/08/2011 | 11h39
Para ser levado em consideração “É inevitável o crescimento também vir para Campos. São João da Barra não é um município grande, e o distrito industrial, apesar de ser maior que a cidade de Vitória, capital do Espírito Santo, já está praticamente cheio. Se começarem a aparecer aqui uma, duas, três grandes indústrias, do porte de uma siderúrgica ou de uma indústria automobilística, São João da Barra já não tem mais espaço – tem que vir para Campos! Uma coisa natural! Então, Campos tem que se planejar, Campos tem que se estruturar, tem que criar um distrito industrial. Pode ser do lado, ou próximo, ao Corredor Logístico que está vindo até Campos. Então, de Ururaí até lá, em qualquer lugar pode ser o Distrito Industrial.”. (Arquiteto Victor Aquino – ex-secretário de Planejamento de São João da Barra) Pensando com o cérebro... É gratificante ao bom campista saber que uma importantíssima obra como a Avenida Arthur Bernardes, iniciada em uma administração municipal está sendo concluída pela próxima. Em sua totalidade, a nova avenida vai garantir a interligação de dois extremos da cidade, levando da BR101 a BR356, principal via de acesso ao Superporto do Açu. Que me perdoe Pessoa a ousadia, mas até a política vale a pena quando a alma não se faz pequena... Os dois comentários, óbviamente, se completam. Mas, Campos ainda tem muito o que fazer para receber o desenvolvimento que vem por aí. A Avenida Arthur Bernardes é apenas um dos primeiros, dos muitos passos, que precisam ser dados.
Comentar
Compartilhe
Distrito Industrial do Açu: reunião prévia para Audiência Pública nessa quarta
23/08/2011 | 17h30
Hoje, será realizada uma reunião prévia sobre a Audiência Pública para implantação do Distrito Industrial do Açu. A futura Audiência Pública será uma excelente oportunidade para todos os sanjoanenses conhecerem de perto os detalhes do mega empreendimento do complexo Industrial do Super Porto do Açu e esclarecer as suas dúvidas com quem realmente tem conhecimento de causa para falar sobre o assunto. Técnicos da LLX, da Codin e do Estado estarão à disposição para responder os questionamentos da comunidade. Só não dá para não comparecer à futura Audiência e depois ficar falando bobagens e acreditando em inverdades. Participar é um exercício de cidadania e dever de cada cidadão.
Comentar
Compartilhe
OSX1, que vai produzir o primeiro petróleo de Eike, já está viajando para o Brasil
22/08/2011 | 13h42
A FPSO OSX-1, a primeira unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de óleo e gás da OSX, construída na Coréia e customizada e concluída no estaleiro da Keppel, de Cingapura, que realizou a fabricação, modificação e aprimoramento do conjunto de módulos localizados sobre o casco do navio, conhecidos como “topside”, já está viajando em direção ao Brasil, em um percurso que atravessa o planeta, com previsão de chegada de 40 a 50 dias. Primeiro petróleo de Eike A OSX será instalada na Bacia de Campos, na acumulação de Waimea (bloco BM-C 41), e será responsável pela primeira produção de petróleo da OGX (empresa de petróleo e gás da EBX, de Eike Batista), prevista para o quarto trimestre desse ano. Presidente da OSX diz que notícia vai virar rotina “Para nós da OSX, receber o FPSO OSX-1 representa o início de uma rotina que se repetirá dezenas de vezes daqui para a frente: a OSX entregando FPSOs e WHPs para a produção de petróleo e gás de nossa cliente OGX, e dos demais empreendedores dedicados a tornar realidade as descobertas petrolíferas que o Brasil tem conquistado,” conclui Luiz Eduardo Guimarães Carneiro, Diretor Presidente da OSX. Hotsite para acompanhar a viagem   Para apresentar informações completas sobre a unidade a OSX lançou o hotsite disponível no link www.osx.com.br/osx-1. Nesse hotsite, os internautas terão acesso aos dados técnicos do FPSO OSX-1 e informações sobre a sua viagem de Cingapura para o Brasil.
Comentar
Compartilhe
Victor Aquino - "Sai da prefeitura, mas não sai de São João da Barra"
22/08/2011 | 12h16
O arquiteto Victor Aquino, que acaba de deixar a secretaria de Planejamento de São João da Barra, confirma seu estilo e a fama de bom sujeito saindo do cargo sem mágoas e com muitas amizades construídas com o mesmo carinho com que preparou belos projetos para o futuro daquele município. Em entrevista à Somos, Victor diz que está saindo da prefeitura, mas que não está saindo de São João da Barra, e não poupa elogios à prefeita Carla Machado, segundo ele, “sou muito grato a Carla, fora o fato da amizade dela: é que ela me trouxe de volta à minha cidade”. Confira abaixo a sua entrevista à Somos dessa semana: "Não quero nunca ser prefeito. Não é de São João da Barra, não — de lugar algum! A política me mostrou, assim, um lado sujo, um lado ruim, um lado feio. Não era só essa coisa boa do arquiteto planejar uma cidade. Tinha essa coisa política, essa safadeza política ao redor, essa coisa ruim de oposição radical, de denegrir a sua imagem e a sua família" Somos: O que marcou mais com o Planejamento para receber essa explosão de progresso? Victor: Na realidade, a minha vinda pra cá foi um desafio. Em primeiro lugar, porque eu nunca trabalhei pra ninguém. Eu tive que tirar Carteira de Trabalho pra ser secretário de Carla Machado. E veio este desafio de preparar uma cidade. Carla estava aberta a novos projetos, então eu disse a ela que o governante não pode governar pro seu mandato ou para o próximo mandato. O governante moderno tem que pensar pros próximos vinte, trinta anos. Carla ficou imbuída destas ideias, me deu carta branca. Obviamente, tudo passa por ela, pelo crivo dela, nada eu fiz sem ordens. Mas ela me deu essa liberdade de criar. E como São João da Barra, praticamente, não tinha nada, era uma cidade que, como ela mesmo fala, era “fim de linha”, e agora é uma “janela para o mundo” — é uma expressão que eu gosto muito de usar, e que ela agora também está usando. São João da Barra precisava de tudo. Então nós começamos com os projetos básicos que uma cidade precisa: escola, creche, posto de saúde. E aí fizemos escola-padrão, creche-padrão, posto de saúde-padrão, projetamos o hospital tão falado que não está na hora de zoneamento, parcelamento do solo, pois isto estava tudo defasado, desde 1991, feito por Dodozinho. Somos: E a “Cidade X”? Victor: Na realidade, é o “Bairro X”. Uma preocupação de Carla sempre foi interligar todo o município, como o 5º Distrito ao Bairro X. O povo apelidou de “Cidade X”, parecendo que era uma cidade independente, já que é um bairro, com a previsão de duzentas mil a duzentas e cinqüenta mil pessoas. Então, Carla sempre teve essa preocupação de ele estar interligado com o resto do município. E o Jaime Lerner está fazendo um projeto interligando com vias, com Grussaí, que vão até Atafona, que vão até a sede do município, para que este seja mais um bairro. A gente vai ter: sede, Atafona, Grussaí, e o “Bairro X”, que não tem nome ainda. Vai ter outro nome, Carla talvez pense em fazer um plebiscito, a população, tipo: “que nome daria a este bairro?” Somos: Então, é mais “correto” chamar de “Bairro X”? Victor: É, falam “Cidade X” porque, pelo tamanho, a população apelidou. Mas é uma coisa até perigosa, porque parece que é uma cidade dentro de outra cidade. Algumas pessoas perguntam se vai ter um prefeito independente. Não existe nada disso. Somos: Você fez uma declaração muito bonita, dizendo que estava saindo da prefeitura, mas não estava saindo de São João da Barra. Victor: Isto. Depois desses quatro anos, eu me encontro muito tranquilo, porque a cidade está toda planejada, os projetos estão todos feitos, minha missão está cumprida... Só que, depois desse tempo de dedicação, chegou a hora de colocar em dia a minha vida profissional, como arquiteto. Somos: E a sua atuação profissional, a partir de agora, lá no município? Victor: As pessoas acham que pra servir uma cidade precisa ser prefeito, vereador, deputado. Eu acho que um profissional liberal pode, também, ajudar essa cidade. Mas eu não tenho essa veia política. Eu nunca tive essa veia política. E as pessoas confundem: “ah, você é uma pessoa atenciosa, você é uma pessoa carinhosa, você fala com todo mundo...”. As pessoas de Campos e São João da Barra acostumaram com a ideia de que aquele que é atencioso, que trata bem todo mundo, é porque quer um voto. E eu trato bem todo mundo porque eu sou assim. Eu não faço em troca de voto. Eu não quero me mudar de Atafona, eu quero continuar morando em Atafona. Vou continuar a dar aula no IseCensa, onde sou professor de Projeto de Arquitetura. Estou montando um escritório em Campos, que é o “Estúdio Mais Dois”, de sociedade com Eduardo Barros, pra focar em arquitetura, que é o nosso foco. Os projetos estão aparecendo, o escritório está crescendo. Por isso,  no final do ano passado, eu procurei Carla e solicitei a minha retirada. Somos: E a amizade com Carla... Victor: Eu tenho uma amizade muito grande com ela. É engraçado porque as pessoas acham que para você sair de algum lugar, você tem que brigar, você tem que zangar. As pessoas vieram perguntar por que a gente havia brigado. A prova de que eu não briguei, é que eu fui exonerado na terça-feira, com data de segunda, hoje é quinta-feira e eu estou trabalhando normalmente. Porque eu tratei com ela que eu continuaria a servir São João da Barra, independente de salários, independente de ganhos, porque eu quero servir à cidade de São João da Barra. Eu acho que eu pude, durante quatro anos, me dar a São João da Barra. Onde eu pretendo elaborar uma série de projetos. Agora eu tenho essa liberdade de poder trabalhar, de poder realizar. Eu vou tentar intercalar: eu pretendo montar uma sala, um mini-escritório lá em São João da Barra, eu e Eduardo estamos montando um escritório na Avenida Pelinca. Então, agora, eu estou voltando ao normal. Carla foi minha “Princesa Isabel”. Trouxe minha liberdade de volta. Ela me possibilitou retornar, voltar às origens, com o convite que ela me fez. Isto, eu vou ser grato a ela pelo resto da minha vida... Somos: E quem será o novo secretário de Planejamento? Victor: Chegou-se a falar em Roberto da Fonseca. Mas eu estive com ele, e ele falou que não seria. Eu não sei, realmente. Somos: O que você acha desse vento de progresso que está vindo aí? Victor: Eu acho que São João da Barra vai ter muito mais benesses do que malefícios. Somos: Como você viu essa oposição radical atravancando o processo? Victor: Esse foi um dos motivos para eu me afastar, literalmente, da política. Eu nunca tive vocação política. Mas o que eu presenciei no ano passado, do final do ano para cá, só serviu para ter horror à política. Retalharam o orçamento, fizeram política barata, pequena e engessaram a prefeita — a deixaram com cinco por cento para manusear o Orçamento. E cinco por cento é muito pouco. Na época do governo anterior, chegou a ser de quarenta por cento. Carla, quando assumiu, era vinte e cinco por cento de remanejamento de uma verba de uma secretaria para outra. E, no final, deixaram Carla engessada e com cinco por cento de manejo. Essa oposição radical é o que eu acho que fez o Alexandre (Rosa) abrir os olhos e, ele que é uma pessoa querida na sede do município, refletir sobre a besteira que havia feito ao mudar de lado. Porque, ao voltar para as origens dele, eu acho que ele resgatou o seu passado com a população. Então, essa oposição irresponsável me fez refletir, mais ainda: odeio política. Não quero nunca ser prefeito. Não é de São João da Barra, não — de lugar algum! A política me mostrou, assim, um lado sujo, um lado ruim, um lado feio. Não era só essa coisa boa do arquiteto planejar uma cidade. Tinha essa coisa política, essa safadeza política ao redor, essa coisa ruim de oposição radical, de denegrir a sua imagem e a sua família, e trazer problemas que, realmente, só serviram para provar que eu estava certo quando não aceitei a vir como candidato a prefeito, e não me arrependo disso. Somos: Vitinho paz e amor... Victor: Vitinho paz e amor... Mas foi uma sacanagem o que eles fizeram (os vereadores). Tudo o que Victor falava, ouvia: “Ah, você é secretário da prefeita!”. Ou seja, não tinha credibilidade. Porque, para a oposição, eu estava sendo um pau-mandado da prefeita. Agora, que eu estou fora do “processo”, posso falar... Somos: Credibilidade você tinha, eles não reconheciam por motivos políticos... Victor: Isto. Por motivos políticos. Então, quando a Júlia (Maria, jornalista) fala no blog dela que a Oposição tem que reconhecer, é a pura verdade. Eu tenho uma amizade com o Betinho, de infância, meu amigo de infância, e ele sabe disso. Nem por causa disso eu me aproximei de Betinho politicamente, nunca traí Carla. Somos: Você disse que o que os vereadores fizeram foi uma safadeza. E se uma pessoa com esse tipo de visão assume a prefeitura? Victor: Veja bem, aí vem o voto popular. Victor Aquino só tem um voto, e ele vai saber a quem dar o voto dele. Cabe à população ter discernimento. Ver quem esteve ao lado ou não de São João da Barra, e saber fazer seu voto valer — não pelo valor financeiro, mas pelo valor real de bem-querer da cidade de São João da Barra. É preciso que a população fique atenta, para não jogar o voto fora.
Comentar
Compartilhe
Extrações de cenouras e batata em hospital de Campos são filmadas e vazam para o público
20/08/2011 | 14h13
Introdução de corpos estranhos para prática erótica se transforma em grave problema médico cirúrgico, e ético... [caption id="attachment_2205" align="aligncenter" width="756" caption="Capa da Somos desse domingo"][/caption] O blog adianta que, na edição da Somos desse domingo, uma notícia impressionante relata que em Campos, nos últimos meses, foram constatados três casos de homens que chegaram à rede pública de saúde, com problemas por terem introduzido legumes na região anal e eles terem ficarem presos dentro do corpo dos indivíduos. Em dois dos casos, eles deram entrada na emergência por terem introduzido cenouras de cerca de 30 e 40 centímetros no ânus e, no outro, uma batata inglesa de cerca de 200g. Surpreendentemente, o fato acabou vazando da área médica circulando através de vídeos feitos por celulares que mostram, na íntegra, as intervenções feitas para a retirada dos legumes dos ânus dos cidadãos. Os vídeos estão circulando livremente com o compartilhamento de celulares e também pela internet. Pelo menos, observa-se que nas cenas gravadas houve o cuidado de não revelar a identidade dos pacientes submetidos às intervenções. Menos mal. Mas, no áudio de um deles, há um diálogo entre pessoas presentes na hora da intervenção médica para a retirada da cenoura: “— Ih a ponta tá faltando (da cenoura)? Será que a ponta não está quebrada lá dentro, não?”/ “— Não...” / “— XXX deve ter um coelho lá, também...” (risos).  Em outro, uma enfermeira espantada com o tamanho da cenoura exclama em voz alta: “Jesus, Maria, José. O quê que é isso?!!” Diante dos fortes indícios de os vídeos das extrações de vegetais do ânus de pacientes terem sido gravados na emergência de um grande hospital público de Campos, o que pode levar a questionamentos éticos, civis e criminais, a equipe da Somos entrou em contato com o secretário municipal de Saúde Dr. Paulo Hirano, que assistiu, pasmo, a dois deles (o terceiro, e mais revelador, só foi obtido pela equipe após a entrevista). Após assistir aos vídeos, o Dr. Paulo Hirano ressaltou que as cenas gravadas (as que ele teve acesso naquele momento, pois posteriormente foi interceptado um terceiro vídeo bem mais revelador) não mostram indicativos das identidades dos pacientes e do local onde foram filmadas. Mas foi categórico ao afirmar que abriria uma investigação e, caso ficasse provado terem sido realizadas na rede pública de Campos, vai instaurar um inquérito administrativo e apurar as responsabilidades criminais no caso. Nota doBlog: No terceiro vídeo, obtido pela equipe da Somos após a entrevista, a sala de emergência é perfeitamente visível, e alguns uniformes mostram a logotipia identificada por algumas pessoas da área médica como de um hospital público local. Uma cópia desse vídeo foi encaminhada pela Somos ao secretário de Saúde Dr. Paulo Hirano para auxiliar nas investigações. Leia alguns trechos da entrevista do Dr. Paulo Hirano abaixo: “Para o fato de ter acontecido, existem explicações. Para o fato de ter sido gravado, existe explicação. O que não tem explicação moral e ética, e não existe explicação legal, é a divulgação disso numa rede, qualquer que seja ela, ainda que não apareça a face da pessoa, ainda que não apareça o local onde foi feito. Mas a verdade é que houve uma transgressão no início do procedimento que culminou nisso, e no final do procedimento, que foi a divulgação de imagens, que eu diria... científicas. Porque foi um ato médico da retirada de um corpo estranho. Poderia ter sido, ao invés da batata ou cenouras, uma caneta, qualquer mecanismo roliço, alguma coisa que causasse naquele momento o desejo do paciente de ter feito isso” “Mas você tem que ter alguns indícios, né? O indício do procedimento, em si, o que a gente pode fazer — e vou fazer e vou tentar descobrir... — é em relação à questão desse tipo de procedimento: se eu tenho algum registro com esse tipo de material. Quer dizer... “retirada de corpo estranho”... Do quê? De uma batata, de uma cenoura, de um pepino? O que foi? Apesar de que é difícil fazer a identificação disso dentro de milhares de atendimento, mas eu sou obrigado, realmente, a tentar encaminhar isso aí. Hoje nós temos um novo presidente da Fundação Municipal de Saúde, o Dr. Chicão, mas eu vou tentar conduzir isso aí... Somos: E no caso de ser identificado? Paulo: Aí é inquérito administrativo, criminal, seja o que for. Porque aí, realmente, é uma transgressão à legalidade: a divulgação, né?”
Comentar
Compartilhe
Windsor Hotel em Campos, Palacete X, e Parquecentro pode ser demolido
20/08/2011 | 13h34
Boom imobiliário Windsor Hotel em Campos Depois de cinco grandes redes de hotéis já garantirem presença em Campos, agora é a vez da rede Windsor de Hotéis, que já conta com dez hotéis no Rio de Janeiro, garantir seu espaço bem na entrada da cidade. As negociações estão indo de vento em popa. O grupo pretende implantar em Campos uma unidade semelhante à da Barra, no Rio. Parquecentro pode ser demolido para construção de cinco torres Um projeto para demolir o Parquecentro Shopping será apresentado aos lojistas por uma mega empresa construtora de nível nacional. No local seriam erguidas cinco torres, duas residenciais, duas comerciais e uma para um hotel. O shopping ficaria na parte de baixo e, segundo informações, durante as obras, todo lucro cessante das lojas seria pago aos lojistas pelos empreendedores. O projeto seria a redenção da Pelinca que, visivelmente, entrou em trajetória descendente, mas tem lojista que não quer nem ouvir falar do assunto. Será que, mais uma vez, o Parquecentro vai perder a oportunidade de crescer por culpa de gente de visão limitada? Novo prédio na 28 Um grupo de empresários campistas, reunidos em torno de uma séria construtora com tradição de erguer bons empreendimentos, vai lançar um big investimento na 28 de Março, perto do Americano. Ali Será construído um edifico de 18 andares, com 140 apartamentos e oito lojas. Essas, antes do lançamento, já estão quase todas comercializadas. Palacete X Ainda na surdina, um belo e clássico palacete em Campos, em rua com nome de almirante, foi vendido para o senhor X.
Comentar
Compartilhe
Alexandre Rosa tem estrela, Carla
17/08/2011 | 21h48
Dizem os sábios da Baixada que “oportunidade é como cavalo selado, não costuma passar duas vezes”. O velho ditado mostra que Alexandre Rosa é um homem de sorte e tem estrela. Ao assumir hoje a secretaria de Turismo de São João da barra, a sua estrela foi a prefeita Carla Machado, que está lhe proporcionando uma oportunidade de ouro de resgatar o verão de São João da Barra e a sua própria imagem, arranhada pelos episódios que implodiram o verão anterior. Vamos todos, sanjoanenses e campistas, torcer para que esse seja o melhor verão dos últimos tempos. É bom para todo mundo.
Comentar
Compartilhe
Vai nascer um novo bairro nobre em Campos
16/08/2011 | 14h18
Um novo bairro nobre vai nascer na planície, em uma área de 700.000 m2, dividida em 800 terrenos, bem atrás do Shopping Boulevard. Devido as grandes proporções do empreendimento, o projeto implantado será o de “loteamento administrado”, com algumas diferenças de condomínio fechado, entre elas, mais de uma portaria. A iniciativa é fruto de uma parceria entre um empresário radicado em Campos, uma empresa com vasto know how na área, que já administra empreendimentos semelhantes no sul do país, e uma bandeira de shopping que deve dar nome ao mega empreendimento. O lançamento está previsto para o fim do ano.
Comentar
Compartilhe
RH- “Garotinho sofre de ejaculação precoce intelectual e mental. Ele solta as coisas”
13/08/2011 | 14h20
Roberto Henriques solta o verbo Na última semana, o tempo esquentou na política de Campos por conta de uma verdadeira batalha verbal entre Garotinho e Roberto Henriques. Até um “duelo” foi marcado para a manhã do dia 6, em frente à Catedral São Salvador, no centro de Campos. Tudo começou porque o deputado federal Anthony Garotinho (PR) teria se irritado com declarações feitas por Henriques sobre a Prefeitura de Campos e a viagem da sua família para Bonito (MS), acusando Rosinha de ter usado avião fretado. No “duelo”, então combinado para o dia 6, Garotinho não apareceu, momento em que Henriques lhe entregaria um documento com os termos da “aposta”. Depois, o cara-a-cara ficou para a Alerj, na terça-feira, dia 9, mas Garotinho não foi. Procurado pela equipe da Somos, o deputado Roberto Henriques concedeu uma longa e esclarecedora entrevista à revista, publicada na edição que vai circular nesse domingo (14/08), onde fala sobre todos os detalhes da origem da atual disputa, se defende das acusações de traição e acusa Garotinho de sofrer de “ejaculação precoce intelectual”. O blog adianta alguns trechos da tão interessante, quanto esclarecedora e hilária, entrevista. Confira abaixo: “Garotinho sofre de ejaculação precoce intelectual e mental. Ele solta as coisas” “Eu rompi com eles para não romper comigo mesmo. Para não virar lacaio” “Eu não sou, assim, alguém difícil de conviver, “Ah, Roberto é brigão.”. Eu sou um cara leve, eu sou suave. Quem conviveu comigo sabe: eu exerço o poder com alegria, com suavidade. Eu peço mandando e mando pedindo” “Ele não pode chegar e dizer: ‘Roberto é um ladrão público’” “Garotinho é aquele que dá um “pum!” numa roda e diz: ‘Olha, foi fulano que deu o pum aí.’. Aí vai pra outra roda e diz assim: ‘Oh, foi Roberto Henriques que deu o pum!’” “Ou o Garotinho está de olho gordo no meu mandato? Está querendo que algum “protegido” dele assuma no meu lugar? Tira o olho gordo do meu mandato!”
Comentar
Compartilhe
Hotel Ibis na Rua do Barão
13/08/2011 | 14h04
A rede francesa Accor de hotéis, detentora da marca Ibis, bateu o martelo na localização da sua unidade em Campos. Vai ocupar aquele terreno na Rua do Barão, perto do Álvaro Alvim, que já abrigou a garagem da Viação Tamandaré. Com esse, Campos passa a contabilizar cinco hotéis de bandeiras internacionais. E ainda tem gente que não acredita no progresso...
Comentar
Compartilhe
Agrícola na Uenf?
13/08/2011 | 13h54
Estão avançando as discussões sobre uma possível encampação do Colégio Agrícola Antônio Sarlo pela Uenf. De concreto mesmo, apenas o desejo do Prof. Celso Pansera, presidente da Faetec, de ceder de vez os 72 hectares de terras ocupados pela Uenf. Mas os funcionários do Agrícola defendem o ponto de vista de não se fatiar a instituição. Se for para a Uenf levar, tem que levar o pacote completo. Mas a coisa não é tão simples assim. Duas reuniões já foram realizadas com o reitor da Uenf, prof. Silvério Freitas, e uma visita às instalações foi definida. Mas existe uma corrente na universidade que não vê a possibilidade com bons olhos. Segundo eles, o colégio está praticamente desmantelado, e assumir uma coisa assim pensando em Colégio de Aplicação pode ser procurar sarna para se coçar. De certo, apenas que uma decisão dessas terá que, obrigatoriamente, passar pelos Colegiados Superiores da Uenf.
Comentar
Compartilhe
Feijó é empossado e agradece a Garotinho
12/08/2011 | 14h49
Depois de uma longa espera de oito meses para assumir o seu mandato de Deputado Federal, finalmente, hoje pela manhã, o campista Paulo Feijó foi empossado na Câmara dos Deputados, em sessão plenária no Congresso Nacional. Em seu primeiro pronunciamento, o deputado Federal Paulo Feijó mostrou a virtude da gratidão: “Agradeço em primeiro lugar a Deus, que me deu força e tranqüilidade para aguardar a justiça ser feita, agradeço aos leitores pelo voto e confiança, e também ao Garotinho, que esteve comigo em todas as minhas dificuldades e que procurou me ajudar, confiando no meu retorno a Brasília para ajudá-lo a trabalhar por Campos e todo o Estado do Rio”. Agora vamos torcer para que ele retribua, na prática, essa gratidão aos eleitores, fazendo um belo trabalho por Campos e pela região.
Comentar
Compartilhe
Que país é esse onde se matam magistrados no meio da rua e na frente dos filhos?
12/08/2011 | 12h20
Assassinato de juíza deixa brasileiros indignados O brutal assassinato da juíza de Direito da 4ª Vara Criminal do município de São Gonçalo no Estado do Rio de Janeiro Patrícia Acioli, conhecida pelas severas sentenças contra militares bandidos, traficantes e integrantes da máfia de combustíveis, assusta, envergonha e enche de indignação o coração dos brasileiros. Que país é esse onde se matam magistrados no meio da rua e na frente dos filhos? Profissionais A magistrada foi atacada por homens em duas motos e dois carros, por volta das 23h30 desta quinta-feira, dentro de seu carro, um Fiat Idea Adventure cinza, na porta de casa na localidade de Timbau, em Piratininga, na Região Oceânica de Niterói. Foram disparados pelo menos 15 tiros de pistolas calibres 40 e 45, sendo oito diretamente no vidro do motorista. Escolta havia sido retirada pelo TJRJ A juíza Patrícia Acioli já havia sido ameaçada. Ela era a única a julgar processos de homicídios em São Gonçalo e conhecida pelo rigor com que atuava contra a ação dos grupos de extermínio da região. Mesmo assim, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, á época presidido pelo desembargador Luiz Zveiter, havia retirado a escolta pessoal da juíza. Na manhã desta sexta-feira, policiais que já fizeram a escolta da magistrada deixaram buquês de flores na porta do fórum onde ela trabalhava, em São Gonçalo. Lista negra O nome de Patrícia estava em uma ‘lista negra’ com 12 nomes marcados para a morte encontrada com Wanderson Silva Tavares, o Gordinho ou Tenente, de 34 anos, apontando como chefe do grupo de extermínio investigado por, pelo menos, 16 mortes em São Gonçalo nos últimos três anos. Preso por agentes da 72ª DP (Mutuá) em Guarapari, no Espírito Santo, em 2 de janeiro, Gordinho era o único integrante da quadrilha formada por civis e policiais militares que continuava foragido. Despedida O enterro de Patrícia será nesta sexta-feira, às 16h30, no Cemitério Maruí Grande, no Barreto, em Niterói.
Comentar
Compartilhe
HPC - Pudim acusa pai do secretário de Agricultura Eduardo Crespo
11/08/2011 | 17h29
[caption id="attachment_2138" align="aligncenter" width="756" caption="Luiz Maurício Crespo, diretor do HPC, Deputado Pudim, seu acusador, e Eduardo0 Crespo, secretário de Agricultura e presidente do Fundecam"][/caption] Nessa história de falar que vai pedir CPI do Hospital dos Plantadores de Cana, ou Pudim está procurando sarna para se coçar entrando em rota de colisão com figuras importantes do governo Rosinha, ou existe um processo de fritura do secretário municipal de Agricultura e Pesca Eduardo Crespo, também presidente do Fundecam e Secretário do Diretório Municipal do PT do B. Afinal, o principal alvo de Pudim é o médico Luiz Maurício Crespo, diretor do HPC, pai de Eduardo, a quem o deputado chama de incompetente e levanta suspeitas sobre a real utilização das verbas repassadas: “A medida serviria para investigar se o dinheiro que a Prefeitura está repassando ao hospital, está mesmo sendo aplicado para atendimento a população”, “Embora seja uma entidade filantrópica, tem gente desconfiada que o dinheiro está servindo a interesses particulares”, afirma Pudim em seu blog. (AQUI). Sabe como são essas coisas... Quando se mete a mãe, ou o pai, no meio...
Comentar
Compartilhe
Aluno protesta pelo Bandejão da Uenf acorrentado pelo pescoço a uma cadeira
11/08/2011 | 13h26
O protesto de um aluno só Na manhã dessa quinta-feira, um solitário, mas perseverante aluno da Uenf, realizou um protesto solitário pela conclusão das obras paralisadas do “Bandejão”. Ele permaneceu calado, de olhos vendados, acorrentado pelo pescoço a uma cadeira e batendo um garfo no prato durante horas. O Restaurante Universitário é umas das principais reivindicações dos estudantes e teve as suas obras paralisadas por falta de fiscalização da Uenf e quebra de contrato. O Ministério Público Estadual apura as responsabilidades. Diante do protesto de um corajoso aluno só, fica uma pergunta no ar: Ué, cadê os outros? Atualização: O rapaz da foto é aluno do curso de Pedagogia e é carinhosamente conhecido pelos colegas como "Zé Reticências"
Comentar
Compartilhe
Eike, de “sangue geladérrimo” diante da crise, garante porto em 2012 e petróleo em 2015
09/08/2011 | 17h43
[caption id="attachment_2114" align="aligncenter" width="755" caption="Eike garante porto em 2012 e produção de petróleo em 2015"][/caption] A crise financeira internacional deflagrou uma série de boatos locais sobre o lastro das empresas do megaempresário Eike Batista, que tem alguns de seus mais vultosos e importantes empreendimentos no Norte Fluminense, mais precisamente em São João da Barra - o superporto do Açu e o Distrito Industrial do Açu. A crise que vem abalando o mercado internacional, agravada desde o rebaixamento da nota de crédito dos Estados Unidos e do Fed (o banco central americano), pela agência Standard & Poor's, não assusta ao brasileiro, listado pela revista Forbes como o oitavo mais rico do mundo. Em entrevista à Folha de São Paulo, Eike afirma que suas empresas têm o capital necessário para começar a produzir até 2015. O primeiro embarque no superporto do Açu está previsto para 2012. Estima-se o crescimento regional entre 200% e 500%, em razão destes investimentos. Sobre a crise, Eike Batista afirma que as empresas dele têm R$ 10 bilhões em caixa para operar e lamenta não poder recomprar as ações no mercado porque as empresas ainda não estão dando lucro. Estando listado no Novo Mercado, o empresário fica impedido de comprar novamente as ações na bolsa. Para ele está havendo "muito barulho por nada". "Se eu pudesse firmaria um plano de recompra em 90 dias". "Meu sangue está geladérrimo", afirmou Eike, na entrevista.
Comentar
Compartilhe
REX planeja 4.500 apartamentos em SJB
09/08/2011 | 13h01
Quatro mil e quinhentos apartamentos deverão ser construídos na entrada de São João da Barra pela REX Empreendimentos, do grupo EBX, de Eike Batista. Os entendimentos entre a compradora e o vendedor da área chegaram aquele ponto que deixa qualquer um mais feliz do que “pinto no lixo”... O empreendimento deverá ser o primeiro sinal físico de porte das mudanças trazidas pelo desenvolvimento que aporta na região, através da implantação do mega complexo portuário do Açu. Mas, caro leitor, pode levantar o queixo que isso aí é apenas para acomodar a primeira onda de fluxo, como o do pessoal da Techint, de outras empresas etc... Muito pouco ainda, em relação ao que vem por aí, como a Cidade X, com potencial para 250 mil habitantes, segundo o site da empresa. Após a publicação do post acima a assessora de imprensa da EBX entrou em contato com o blog negando a construção de apartamentos em São João da Barra. Veja abaixo: NOTA DA EMPRESA: A Rex nega a construção de apartamentos na região de São João da Barra. REX (Real Estate X) NOTA DO BLOG: Leia com atenção os trechos da postagem acima : "Quatro mil e quinhentos apartamentos deverão ser construídos" "O empreendimento deverá ser o primeiro sinal físico" Como podem observar, o blog só foi categórigo ao afirmar: "Os entendimentos entre a compradora e o vendedor da área chegaram aquele ponto que deixa qualquer um mais feliz do que “pinto no lixo”" E é, exatamente, nesse ponto em que os entendimentos estão. Nossas fontes são seguras e temos mais detalhes que nos abstivemos de publicar. Mas, é claro que em negócios desse porte econômico o furo jornalístico nem sempre é confirmado pelas partes interessadas. O certo é que todo investimento na região é bem vindo e que o blog torce pelo desenvolvimento do NF e pelo sucesso dos empreendimentos do Grupo EBX na região, sejam eles divulgados com antecedência ou não.
Comentar
Compartilhe
Novo bispo fala sobre casamento gay, homofobia, TFP, imagens, pedofilia, aborto etc
08/08/2011 | 12h52
De coração aberto - D. Roberto Francisco Ferrería Paz O sétimo bispo de Campos, D. Roberto Francisco Ferrería Paz, que leva no sobrenome a palavra “Paz”, defende isso mesmo: a paz, como afirmação da justiça e da verdade, da caridade e da liberdade. D. Roberto Ferrería Paz foi nomeado pelo papa Bento XVI para suceder D. Roberto Guimarães, que teve sua renúncia aceita pelo papa por conta de limite de idade, com base em Código de Direito Canônico. Entre os objetivos da jornada de Paz por Campos está criar bases eclesiásticas, com vista a receber o grande fluxo de pessoas previstas para chegar à região Norte Fluminense, atraídas pelo crescimento econômico que se concretiza através dos mega investimentos na região, como o Super Porto do Açu, grandes empresas e novas áreas de exploração de petróleo. Veja alguns tópicos da esclarecedora entrevista de D. Roberto Ferrería Paz publicada na Somos dessa semana, onde mostrou-se à vontade para discorrer sobre temas da atualidade, com personalidade forte, perfil moderno, e opinião bem formada, não se abstendo de falar sobre assuntos polêmicos e delicados, como aborto, propriedade da terra, mídia, igrejas eletrônicas, eutanásia, imagens, homossexualismo, celibato, casamento de sacerdotes e direitos humanos. Confira alguns trechos: Novas igrejas envangélicas ..."são mais agências que igrejas, e têm o fenômeno “Porta Giratória”: entram e saem..." ..."o aspecto financeiro, especialmente, da Igreja Universal, que não vem de coleta dos fiéis – nenhuma igreja pode constituir em pouco tempo o patrimônio que ela tem. Três divisões shores nas Ilhas Caimans. Três, a única que tem isso!" “...a Tevê Record. Mas eu acredito que, além do mais, é um pouco de lavagem de dinheiro, né? E hoje o capital internacional trabalha muito com isso.  O volume do capital injetado, que é o capital sujo, moeda suja, vem da lavagem”... Homosexualismo “...não é uma opção. Ninguém decide ser homossexual “...O ato genital homossexual para nós cristãos é contra a natureza, porque não consegue reunir as duas finalidades do ato conjugal, que são o amor e a transmissão da vida”... Casamento gay “...o povo tem uma opinião já formada, que não é o casamento (gay)”... Aborto “...o agressor — que, no Brasil, não terá pena de morte; e você vai matar aquele que justamente não tem nada a ver com a história, que é a criança. Não me parece justo”... Reforma agrária “...Eu não sou partidário das ocupações. Evidentemente que não. Eu sou pela paz. Acho que isso (a ocupação) não traz segurança. Mas, acho que devemos nos empenhar numa reforma agrária justa”... Imagens na igreja católica ..."imagem significa Deus, representa Deus. Ela, em si, não é o próprio Deus. Então, não adoramos a imagem. Adoramos o que ela representa. E os santos não são adorados”...
Comentar
Compartilhe
Projetando Chicão
07/08/2011 | 22h20
[caption id="attachment_2090" align="aligncenter" width="756" caption="Chicão Oliveira tomando posse como Presidente da Fundação Municipal de Saúde"][/caption] [caption id="attachment_2091" align="aligncenter" width="756" caption="Chicão Oliveira no lançamento do Supreme Campos"][/caption] [caption id="attachment_2092" align="aligncenter" width="756" caption="Chicão Oliveira e esposa Laura participando na Missa de São Salvador - todas as três fotos estão no site da PMCG"][/caption] Numa prova de grande prestígio no governo Rosinha, o médico Chicão Oliveira, vice-prefeito de Campos, há poucos dias assumiu a nova, e poderosa, Fundação Municipal de Saúde, fruto da fusão das Fundações Geraldo da Silva Venâncio e Dr. João Barcelos Martins. Sintomaticamente, nesse domingo, a sua participação na missa de São Salvador e no lançamento do Supreme Campos Business Hotels são destaques no site da PMCG. Pode ser que sim, pode ser que não, mas com a nomeação, e toda essa visibilidade, Chicão parece estar a um passo de uma possível candidatura para disputar a cadeira de Rosinha. Isso, claro, caso ela opte por não tentar a reeleição, uma probabilidade que não pode ser descartada, já que, em diversas oportunidades, a prefeita Rosinha não se mostrou tão animada com esta possibilidade quando os seus correligionários. É aguardar, para conferir...
Comentar
Compartilhe
Western Spaghetti
07/08/2011 | 21h51
O deputado Estadual Roberto Henriques anda fazendo de tudo para polarizar as atenções entre ele e o grupo de Rosinha. A técnica é velha e quem a lançou por aqui foi Garotinho contra Zezé Barbosa. Nada se cria, tudo se copia... inclusive velhos duelos com hora e local marcados como nos antigos western spaghetti.
Comentar
Compartilhe
Jogando a toalha
07/08/2011 | 12h26
Pelo jeito, quem esperava votar em Odisséia Carvalho para prefeita nas próximas eleições vai ter que esperar outra oportunidade. Mais que um simples convite para que outro dispute a prefeitura pelo PT, ainda não aceito, nele a vereadora deu fortes sintomas de ter  jogado a toalha em suas pretensões. Makhoul Moussalém cresce na briga...
Comentar
Compartilhe
Roberto D´Affonseca diz que não é candidato a prefeito de SJB
04/08/2011 | 19h24
Apesar dos fortes rumores, Roberto D´Affonseca, secretário de Fazenda de São João da Barra, diz que não colocou seu nome no páreo como pré-candidato a prefeito de São João da Barra. Ouvido pela Somos, ele foi claro: “ Eu sou secretário da prefeita Carla Machado. Ela indicou os candidatos dela e nunca comentou isso comigo. Muita gente falou que votou em mim em uma pesquisa, mas desconheço o resultado dessa pesquisa e o seu autor. Eu sou disciplinado. Hoje sirvo a administração de Carla Machado e as decisões políticas são dela.”.
Comentar
Compartilhe
O sanjoanense está de saco cheio!
01/08/2011 | 01h09
Apesar da grande onda de progresso que aporta em São João da Barra, o município ainda conserva muita coisa inusitada, mas também figuras populares e profundamente conhecedoras da sua realidade. Como o radialista Emilson do Amaral, seguramente o maior formador de opinião daquele município. Em entrevista à revista Somos, edição atual nas bancas, o comunicador fala sobre a política local, a sistemática invasão dos microfones do seu programa na Rádio Barra FM, pelos vereadores de oposição, e faz uma detalhada análise do que está acontecendo em São João da Barra e traça um perfil de cada vereador da oposição. Trechos da entrevista  de Emilson Amaral, Barra FM, à Revista Somos desse domingo Somos: Como você avalia o serviço que estes quatro vereadores estão prestando a São João da Barra? Emilson: Eu posso assegurar uma coisa que, talvez, vá surpreendê-los. Eu acho que eles buscam, cada qual, servir a sua comunidade, seus colégios eleitorais, como aquela pessoa que presta serviço à comunidade no interior para conseguir voto. Eu não duvido que o Gersinho faça atendimento médico, como ele disse que faz, à pessoa que precisa de emergência. Eu não duvido que o Camarão tenha um trabalho assistencial, de ver o que as pessoas precisam... Entretanto, na questão macro, que é a questão hoje de São João da Barra... Camarão Somos: Mas isso que você falou não é função de vereador, é função eleitoral. A função do vereador é legislar, na Câmara, em prol do município. Vamos fazer um “apanhado” dos quatro. Como você avalia a atuação de Camarão? Por que ele está tão nervoso? Emilson: Eu acho que o Camarão tem problemas que ele, só ele, pode dizer. Somos: Da atuação como político, não pessoal. Emilson: Da atuação dele como político, o cidadão foi candidato ao lado da prefeita, não ganhou a eleição. Ele tinha do lado dele o time do Kaká, vieram todos juntos pra cá. O Camarão é daqui, mas viveu muitos anos no Rio. Veio pra cá e o time do Kaká veio junto. Trabalharam juntos. O Camarão ficou chefe de gabinete da prefeita há muitos anos, por muito tempo, no primeiro mandato. E quando chegou a época da reeleição, houve alguns problemas, problemas estes... um eu sei bem, que foi a questão do time de futebol profissional... Somos: Ele diz que foi lá na secretaria de Esporte, onde era sub... Emilson: Se ele era sub, ele tinha poderes, também, lá, mas ele assinava como chefe de gabinete. Era a função oficial que ele tinha. E tinha pessoas dele, lá, cuidando da questão do esporte. Então, houve problemas com esse time, na questão da prestação de contas do recurso que a prefeitura disponibilizou para que o time pudesse se movimentar. Somos: A prestação de contas de verbas começou a azedar? Emilson: Talvez tenha sido esta a razão, eu não sei se foi. Mas você sabe política como é que é... Você sabe que Câmara, com o poder executivo, há uma necessidade de ter uma afinidade muito grande. Essa afinidade, a interpretação vai de cada um, até onde pode ir essa afinidade... Somos: Afinidade com quem? Emilson: Entre prefeitos e vereadores. Entre o Poder Executivo e o Poder Legislativo. Aqui, a coisa ficou “azeda” durante muito tempo. Mas teve um período bom que não azedou. E eu sempre perguntei por que este período não azedou. Foi aprovada a lei considerando a região do 5º distrito de utilidade pública, que foi feita no dia trinta e um de dezembro. No ano seguinte, essa lei começou a ser questionada. E aí, o que eles fizeram? Somos: Fizeram uma lei transformando em áreas de interesse ambiental? Emilson:E derrubando a outra lei. A prefeita foi lá, no direito dela, e vetou. Eles poderiam derrubar o veto, como foi feito no orçamento no final do ano. Não. Acataram o voto da prefeita, referendaram. Aí eu deixo uma pergunta no ar: Por quê? Por que, se, naquele dia, tinha tudo isto para poder atender aos cinco... Eles poderiam, simplesmente, vetar, e eles referendaram o voto da prefeita. Ou seja, confirmaram, apoiaram o voto da prefeita naquela oportunidade. É uma coisa que eles dizem que foi a pedido dos produtores. Então, os produtores é que meteram os pés pelas mãos, que erraram? distrito “...Hoje em dia tem muita gente que já era para estar morando em São João da Barra e está morando em Campos. Muito simples. Campos tem, hoje, uma espinha dorsal de estrutura muito melhor do que a nossa. Só não enxerga quem não quer. Então, o cidadão vai ficar daqui a Campos em vinte minutos de automóvel, buscando um imóvel aqui custando os olhos da cara? Você vai a Campos, hoje, e acha aluguel infinitamente mais barato do que aqui. Com escolas variadas, de opção, com hospitais particulares e públicos, para você ter muito mais condições. E São João da Barra brigando por quê? Você sai daqui hoje, a gente pega a estrada, vamos até ao Açu, vou te mostrar as áreas que já estão desapropriadas, as áreas que podem ser desapropriadas, e te mostro que 90% dessas áreas são areia pura. O que nasceu ali nasceu nativo. Nunca foi plantado nem cultivado nada. Só que...  Se você for a uma reunião de produtor, verá que só tem vinte ou trinta produtores rurais”... Os 4 Cavaleiros “Aqui, a coisa vai muito mais além do que simplesmente a questão política, do que a questão administrativa. Existe, hoje, uma Câmara Municipal... Frankis, Kaká, Camarão e Gersinho. Gersinho, PMDB, Camarão, PPS, Frankis e Kaká, PDT. Os quatro em partidos que tem a situação complicada de sobrevida até para pensar em ser candidato. Agora: ou ficam, para ficarem sujeitos a não serem candidatos, ou saem, na condição de que podem perder o mandato. Eles estão vivendo um momento extremamente delicado... Invasão na Rádio Somos:Parece transparência demais. Eu nunca vi em lugar nenhum alguém falar que vereadores pudessem invadir o estúdio de uma rádio, pegar o microfone. Isso é uma coisa que só ouço falar de São João da Barra. Emilson: A situação é a seguinte. Nós somos uma rádio comunitária. A legislação de rádio comunitária permite à pessoa que quiser o direito de falar. Mas, aqui dentro, nós já fomos ofendidos, como na última vez que aconteceu, e eu preferi me retirar do estúdio... Somos: Por que vocês permitem essa invasão, essa coisa sem programação, sem um ofício ou solicitação do espaço? Emilson: Para que não fique colocado, sob hipótese nenhuma, que a gente cerceia direitos... Somos: Mas isso abriu um precedente... Parece que está ficando normal, aqui, os vereadores virem e ocuparem a rádio na hora que querem. Nós, da mídia, estranhamos isso, mesmo a rádio sendo comunitária, que a coisa seja feita dessa forma ditatorial. Emilson: Mas nós fomos à polícia, fizemos o registro do episódio, levando, inclusive, o maior libelo da nossa defesa, que é a gravação de tudo o que se passou aqui. Somos: Da sua defesa ou da sua queixa? Emilson: Da defesa da rádio a respeito do que eles acusam a gente. Somos: Eles que foram dar queixa? Emilson: Nós fomos, mas eles já têm lá alguma coisa contra nós, também. Inclusive, na justiça daqui, também, que já chegou... Eu ainda não sei o teor. Mas sei que tem tanto na Justiça, quanto na Polícia Civil da nossa cidade... Profissão Radialista - Barbosa Lemos vendia ovos Somos: Desregulamentaram a profissão. Emilson: E eu nunca vi radialista com profissão regulamentada. Se fosse por isso... O ex-prefeito Betinho faz programa de rádio. E o Barbosa Lemos? Eu conheci o Barbosa Lemos quando ele era papiloscopista! Somos: Eu conheço desde que ele era camelô... Emilson: Ele trazia ovos de Carrapato. Ele é de uma comunidade chamada Carrapato, que hoje é a Nova Belém. Somos: Barbosa vendia ovos? Emilson: Vendia ovos. Eu acompanhei a história de Barbosa. O próprio deputado hoje, Garotinho, estudou comigo no colégio Bittencourt, separaram a gente porque os ânimos não davam certo, e ele brigava contra os três mosqueteiros de Alair, na época. E até hoje ele faz rádio, ele sabe disso. Eu sou competente no que eu faço. Eu faço rádio de uma maneira que as pessoas crêem no que eu falo... Gersinho Somos: E Gersinho, do mesmo partido da prefeita fazendo oposição radical a ela...? Emilson: Se eu for falar pra você exatamente aquilo que a gente ouve falar do Gersinho, vão dizer assim: “Ah, porque o Emilson é ‘contra’”. Eu prefiro não comentar. Sabe por quê? Porque o Gersinho... ele participou de uma pesquisa que foi feita com a rádio Ultra, quando a rádio Ultra estava no ar, e ficou evidente a participação de duas pessoas, e era a própria voz dele: uma como Cláudio Alvarenga e uma como Cláudio Cruz. E era o próprio Gersinho votando nele mesmo. Então, eu não gostaria de ter de fazer qualquer comentário... Alexandre Somos: A gente estava falando dos vereadores. O Alexandre... ele era, ele foi, ele voltou. Como você vê essa flexibilidade toda? Emilson: Você sabe por que o Alexandre voltou? O Alexandre sentiu o peso do que aconteceu no verão. Quando chegou na questão orçamentária, que tinha vinte e tantas emendas, vinte e nove emendas, ele começou... E ele fala isso porque ele sustenta isso em qualquer lugar. Ele, reunido com o grupo, disse: “Gente, vamos tirar algumas emendas daqui, vamos deixar passar, porque está bem fundamentado...”. E ele foi voto vencido em todas elas. “Não, deixa pra Justiça...”. Quer dizer, ele assumiu o ônus, sozinho, do desgaste do verão, por ele ser daqui, por ser o vereador mais votado da pedra... Ele acabou tendo que ficar com esse desgaste. Porém, o desgaste maior ele sentiu quando veio o Carnaval. O Alexandre foi carregado nos ombros por diversos anos, ovacionado pelo público, como presidente do Congos, como colaborador de todos os blocos de embalo que saem. Este ano, onde tinha o nome do Alexandre Shop, que é o comércio dele, tiveram pessoas que passaram tinta em cima. Ele olhava pras pessoas, as pessoas olhavam pra ele, e ele ia pra tentar cumprimentar, as pessoas se desviavam dele. Então, quem fez o Alexandre mudar de lado foi o povo. Não foi político nenhum, não. Ele sentiu isso na carne, sozinho. Foi aonde ele fez o quê? Saiu. Ao sair, a prefeita abriu as portas pra ele. Ele disse que ia ficar independente e, ao começar a ser assediado, ele percebeu que ia precisar, também, de um respaldo pra poder não ficar sozinho na situação em que ele estava. E acabou sofrendo a agressão física, e sofre agressões verbais até hoje. Muitas... Não são poucas, não. Somos: Essa decisão do Alexandre, foi uma decisão firme? Emilson: Para tomar a atitude que ele tomou, estava realmente numa situação assim: “Eu vou me acabar politicamente do jeito que eu estou.”. Parece-me que ele é um ser iluminado, politicamente falando, porque ele pulou no momento certo... Ser vereador deve ser bom... Somos: Vereador em São João da Barra ganha muito? Afinal, eles não trabalham tanto assim... Emilson: Nesse aspecto. Pra que pudessem trabalhar mais e, em nada que pudesse denegrir a imagem deles, é como a polícia, que precisa ter um salário digno, pra não ter que fazer bico e, muitas vezes, nesse bico, fazer coisa errada... Somos: Qual o custo de uma campanha para vereador em São João da Barra? Emilson: Tem vereador que gastou o que ele não ganharia de salário nos quatro anos. Somos: E por que querem tanto? Emilson: Essa é a pergunta que não quer calar. Por que o cidadão gasta tanto para ser vereador, se ao longo de quatro anos não vai recuperar o dinheiro? NOTA DO BLOG: A entrevista do radialista Emilson Amaral é longa e exclarecedora, os trechos acima são apenas uma pequena parte e não estão na ordem em que foram feitas as perguntas. A entrevista completa foi publicada na edição da revista Somos Assim desse domingo, nas bancas.
Comentar
Compartilhe
Alô Guarda Municipal e PM!
01/08/2011 | 00h45
As vagas de estacionamento do trecho da Rua Voluntários da Pátria entre a Rua Dr. Siqueira e a Avenida Pelinca estão sendo dominadas por um “flanelinha” bastante agressivo, que aborda os motoristas que pretendem estacionar ali como se a rua fosse propriedade particular dele. Além de guardar vagas para seus “clientes” especiais, ele ameaça danificar os veículos de quem ousa tentar estacionar nas vagas “reservadas”, ou na sua “área” sem pagar o seu “pedágio”. O abuso é praticado diariamente. São inúmeras as reclamações de familiares de pacientes internados na Santa Casa, médicos, profissionais e consumidores dos shoppings próximos que são ameaçados.
Comentar
Compartilhe