Alexandre Rosa racha com Cavaleiros do Apocalipse de São João da Barra
31/03/2011 | 21h37
O pacto de sangue dos Cavaleiros do Apocalipse entrou em profundo coma anêmico. Rachou o G5, o grupo de cinco de vereadores que desde 2008 fazia oposição sistemática à prefeita de São João da Barra, Carla Machado. O ex-presidente do Legislativo, Alexandre Rosa (PPS), anunciou na sessão de quinta-feira, que está se tornando independente e votará, a partir de agora, de acordo com suas convicções. Afirmando que a decisão foi tomada após muita reflexão e conversas com amigos, com a família e com seu grupo político, deu a entender que o motivo principal foi a aproximação dos demais vereadores com o ex-prefeito Betinho Dauaire. Dirigindo-se a produtores rurais do Quinto Distrito que acompanhavam a sessão, o vereador alertou-os sobre a possibilidade de “serem usados politicamente”. Também pediu desculpas aos ambulantes pelo que ocorreu às vésperas do Verão de 2011, quando a Câmara não aprovou os pedidos de suplementação de verbas feitos pela Prefeitura. Destacando que na sua visão os políticos de São João da Barra “devem viver em São João da Barra, entender São João da Barra e ter intimidade com o povo de São João da Barra”, ressaltou que jamais foi aliado político do ex-prefeito Betinho Dauaire e que não pretende ser. Rosa disse que quer educação, saúde e desenvolvimento para o município e que não foi eleito para emperrar o crescimento e nem atravancar governo. Rosa frisou que continua na luta ao lado dos produtores rurais do 5º Distrito, mas destacou que sua caminhada política não será ao lado do ex-prefeito porque discorda de sua prática. Em momento algum o vereador citou qualquer possibilidade de acordo com o governo municipal e foi enfático: “serei independente. Quero analisar tudo, ver tudo com antecedência. Continuarei desempenhando o meu papel como presidente da Comissão de Constituição e Justiça dessa Casa”, disse. “Tenho o direito de não estar aliado a políticos com os quais não concordo”. Demonstrando tranquilidade, o vereador afirmou que já havia comunicado sua decisão a outros vereadores do G5, como o vereador Zezinho Camarão, seu colega de partido. Disse que cumpriu com tudo o que foi acordado entre os cinco vereadores, inclusive com a eleição do atual presidente do Legislativo, Gerson Crispin e que deixa o grupo de cabeça erguida. “De hoje em diante não tenho mais compromisso com o grupo, seguirei independente. Não sou G5, G4, nem G3, sou independente”, afirmou. Desde o início da semana circulavam rumores sobre a possibilidade de o vereador abandonar o grupo de cinco vereadores que faz oposição ao governo Carla Machado. Nos bastidores da política local e até em Campos, circulava o boato de um possível rompimento dele – que aspira ser candidato a prefeito. Com a aproximação do grupo ao ex-prefeito Betinho Dauaire, e o descontentamento do grupo de Alexandre com o ex-prefeito, os rumores ganharam corpo e se confirmaram no final da sessão de quinta-feira.
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João Peixoto pede reconsideração, impugnantes pedem julgamento antecipado...
30/03/2011 | 18h17
O ainda deputado estadual João Peixoto, que andou muito ocupado processando quem divulga notícias que não lhe são favoráveis, foi obrigado a conseguir um tempinho na agenda para agilizar junto aos seus cinco amnésicos advogados uma desesperada tentativa de salvar o próprio pescoço na Ação de Impugnação de Mandato Eletivo Nº 6931-36.2010.6.19.0000, de onde a sua defesa, por decisão judicial, será desentranhada (retirada) por ter sido apresentada fora do prazo legal. Segundo nossas fontes, seus “distraídos” advogados entraram com um pedido de reconsideração da decisão da juíza, mas que, dificilmente, isso irá acontecer... Certos de que a decisão é definitiva, os advogados contrários já dispensaram até as testemunhas e pediram o julgamento antecipado pelo que consta na Ação... Considera-se revelia, a contumácia absoluta do réu que deixa totalmente de se defender em juízo, permitindo ao demandado solicitar que se decida a causa segundo o estado dos autos. Nesse caso, João ó....
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Estaleiro do Açu vai entrar em cena com o maior guindaste naval das Américas
29/03/2011 | 13h58
[caption id="attachment_1201" align="aligncenter" width="755" caption="A Unidade de Construção Naval da OSX do Super Porto do Açu vai receber o maior guindaste naval das Américas, com 125 metros de altura (equivalente a um prédio acima de 40 andares), similar ao da foto acima, instalado na divisão offshore da Hyundai, na Coreia do Sul"][/caption] Quando se fala no progresso que aporta na região, não dá para pensar pequeno. A Unidade de Construção Naval da OSX do Super Porto do Açu vai sair do papel com o maior guindaste naval das Américas, com 125 metros de altura (equivalente a um prédio acima de 40 andares), 186 metros de distância entre os pilares (duas vezes o comprimento do campo de futebol do Maracanã), e capacidade para 1,6 mil toneladas (o que corresponde ao peso de 2 mil carros populares). A OSX, empresa de indústria naval offshore do Grupo EBX, assinou carta de intenções com a Hyundai Samho, subsidiária da Hyundai Heavy Industries - que é sócia e parceira tecnológica da OSX Construção Naval, para aquisição desse equipamento, semelhante ao já instalado na divisão offshore da Hyundai, na Coreia do Sul. O guindaste sul-coreano será utilizado na montagem de cascos e na movimentação de cargas na área de dique seco do estaleiro da OSX. O equipamento permitirá a montagem de grandes blocos de navios ou módulos de unidades produtivas do tipo FPSO de uma única vez, garantindo produtividade, em linha com os prazos de construção. A Unidade de Construção Naval da OSX já obteve Licença Ambiental Prévia. Com a obtenção da Licença de Instalação, a OSX poderá, ainda nesse semestre, iniciar as obras de construção do maior estaleiro das Américas.
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Eike investe US$ 2 bi para OGX chegar a 2020 com 1.3 milhão de barris diários
29/03/2011 | 13h31
[caption id="attachment_1105" align="aligncenter" width="600" caption="FPSO OSX-1 será fretado à OGX para operação na Bacia de Campos"][/caption] OGX quer chegar a 2015 produzindo 700 mil barris por dia e a 2020 com a produção ampliada para 1,3 milhão 1,3 milhão de barris diários. Para tanto, a empresa de petróleo do grupo de Eike Batista vai investir US$ 2 bi e já prepara o início da operação do seu primeiro poço. Os pesados investimentos e 2011 serão focados no implemento da campanha exploratória, que tem como meta 35 poços. [caption id="attachment_1195" align="aligncenter" width="640" caption="Paulo Mendonça, Diretor Geral e Diretor de Exploração e Produção da OGX"][/caption] Mas, nem tudo são flores. O Diretor Geral e Diretor de Exploração e Produção da OGX, Paulo Mendonça, ex-Petrobras, faz críticas à Agência Nacional de Petróleo (ANP). Segundo ele, a partir das descobertas do pré-sal os leilões da agência deixaram de oferecer boas área marítimas e o novo modelo de partilha coloca a Petrobras como única operadora: "Não podemos nos submeter a essas regras. Não há nenhum time melhor do que o nosso hoje no Brasil, capaz de indicar os melhores lugares para perfuração.  Pode haver igual, como é o caso da Petrobrás. Mas nossa empresa tem esse corpo de engenharia e quer utilizá-lo como empresa de exploração". Segundo o Diretor de Desenvolvimento de Produção da OGX, Reinaldo Belotti, o pior de não se ter novas áreas sendo oferecidas no país é que a OGX deverá buscar fora do Brasil novas oportunidades, como fez no ano passado, adquirindo cinco blocos na Colômbia. "É uma pena para o Brasil, vai ser uma inteligência que foi desenvolvida aqui, dentro dos quadros da Petrobrás, mas que vai ser aplicada em outros países. Nós vamos crescer, mas vamos crescer em outros países. Isso é uma grande dor de cotovelo." (Fonte O Estado de São Paulo)
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Júlio: “Esses tiros que deram no Breno estão doendo em mim”
26/03/2011 | 15h57
A tentativa de homicídio contra o empresário e odontólogo Breno Romano Almeida causou forte comoção à sociedade campista. Breno, proprietário do restaurante Speciale, estava dirigindo um Fiat Punto cor prata na Avenida Conselheiro Otaviano, em direção a sua casa, quando seu carro foi alvejado por pelo menos quatro tiros, sendo atingido por três deles, um no rosto, um no ombro e outro na axila. Mesmo ferido, Breno ainda conseguiu dirigir o seu carro por cerca de três quarteirões de distância, até a Beira Valão, onde colidiu contra um tapume e foi socorrido por policiais que, ao ver o seu carro passar em baixa velocidade, haviam voltado para conferir o que se passava e o encaminharam para o a emergência do Hospital Ferreira Machado, onde recebeu os primeiros socorros, sendo posteriormente transferido para o Hospital da Unimed Campos onde, após passar vários dias internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), já foi transferido para um quarto e, segundo informou a família à equipe da Somos, seu estado de saúde é estável. Investigação No caso de Breno, inicialmente, os policiais trabalham com duas linhas de investigação: assalto ou crime encomendado. Após a notícia da tentativa de homicídio contra o empresário, surgiram vários rumores, como assalto frustrado, uma possível vingança de ex-funcionários e até desentendimento com clientes. No entanto, segundo funcionários do Speciale declararam à equipe da Somos, o empresário tem bom relacionamento com os empregados e eles não têm conhecimento de que Breno tenha tido qualquer desentendimento com clientes. Além dessas, uma terceira hipótese também tomou conta da cidade. Durante a semana, fortes boatos lançavam suspeitas sobre o seu sócio no restaurante Speciale, o empresário Júlio César Gonçalves. Procurado por nossa equipe, Júlio prontificou-se imediatamente a dar qualquer esclarecimento solicitado. Júlio - Sócio de Breno - dá entrevista à Somos e nega envolvimento Em entrevista exclusiva à Somos, na edição que circula nesse domingo, Júlio nega veementemente que tenha tido qualquer participação no atentado. Segundo o empresário, os boatos surgiram porque ele e Breno teriam eventuais discussões como sócios, mas, de acordo com seu relato, nada que motivasse uma tentativa de homicídio. Júlio disse que quando for possível se encontrar com Breno vai querer dar um abraço nele e pedir desculpas pelas brigas que já tiveram. “Eu tenho que tocar a minha vida, mas eu tenho que esperar ficar comprovado o que tiver e cada um julgar o que tiver que julgar. Por mais que você esteja tranquilo, que saiba que não há nada a provar, você sabe que vai chegar a você, vai respingar”. Leia alguns trechos da entrevista exclusiva: Somos Assim: E o negócio do Breno? Júlio César Gonçalves: Taí, tá andando... A gente está esperando para ver o que vai dar... S.A.: Ainda não vieram em cima de você não? Júlio: Ainda não, mas eu estou esperando que venham. Breno, eu não acredito que tenha inimigos. Eu acho que sou a única pessoa que já teve motivos para discordar dele, mas por trabalho. É como casamento. Eu também não concordo com tudo com minha mulher. S.A.: Mas vocês nunca brigaram feio? Júlio: Muito pelo contrário. Uns dois dias antes de acontecer isso, foi até ele que me procurou: “pô, Júlio, a gente vai sentar, vamos ver se a gente resolve esse problema aí, essa situação...” S.A.: Mas como começou o problema? Júlio: Eu não gostava muito do jeito dele decidir as coisas, sozinho, numa sociedade, a gente tem que conversar. Breno tem esta postura de fazer e acabou. Pega e faz. S.A.: Ele propôs comprar a sua parte? Júlio: Logo no começo. Logo que a gente inaugurou, ele me procurou e falou: “Quer vender a sua parte? Você não está fazendo nada lá mesmo...”. Respondi que nós temos gerente lá, pagamos três mil reais. Não tenho que trabalhar para ele. Eu tenho outro negócio, não tenho que ficar preso. Somos Assim: Está circulando uma forte boataria na cidade de que a tentativa de homicídio contra o Breno teria sido uma coisa que partiu de você. Júlio: Eu percebo que eles (a família) estão me hostilizando um pouco, não estão me dando muita ideia. Alguns dizem que o apartamento (no hospital) não está recebendo visitas. S.A.: A polícia não está revelando nada porque diz que vai atrapalhar as investigações, mas em todas as declarações que a gente vê nos jornais eles dizem que existem duas linhas: ou foi um assalto ou foi um crime encomendado. Júlio: Eu falei com minha esposa que esses tiros que deram no Breno estão doendo em mim. Eu sinto que as pessoas me olham atravessado. Leia entrevista completa na Somos desse domingo - Saiba mais AQUI
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Advogados de João Peixoto perdem prazo de defesa na Ação de Impugnação de Mandado
25/03/2011 | 13h28
Incrivelmente, cinco advogados do deputado estadual João Peixoto perderam o prazo legal para apresentar a defesa do deputado na Ação de Impugnação de Mandato que tramita no TRE. Logo no início da fila de ilustres dessa amnésia coletiva, assina o advogado Eduardo Damian Duarte, chefe de Gabinete de Wilson Carlos, braço direito de Cabral, que, no dia 14 de fevereiro foi agraciado com a Medalha do Mérito Eleitoral pelo TRE. (AQUI) A antológica mancada grupal deixa o deputado campista em palpos de aranha, pois a juíza Ana Tereza Basílio determinou o desentranhamento (retirada do processo) da defesa intempestiva (fora do prazo). Ou seja, sem defesa, João ficou naquela angustiante posição de onde se poder ver o reflexo dos próprios olhos na fria lâmina da guilhotina... Leia a decisão na íntegra: Data de Publicação 25/03/2011 Jornal: Diário da Justiça do Rio de Janeiro Tribunal: Tribunal Regional Eleitoral .SECRETARIA JUDICIÁRIA . Caderno: TRERJ Vara: Coordenadoria de Registros Processuais, Partidários e Processamento Número do processo: 6931-36.2010.6.19.0000 Página: 00009 Decisões ACAO DE IMPUGNACAO DE MANDATO ELETIVO Nº 6931-36.2010.6.19.0000 - CLASSE AIME IMPUGNANTE: CLEBER RIBEIRO AFONSO ADVOGADO: Jamilton Moraes Damasceno ADVOGADO: Antonio Mauricio Costa IMPUGNADO: JOAO ALVES PEIXOTO ADVOGADO: Eduardo Damian Duarte ADVOGADO: Andre Luiz Faria Miranda ADVOGADO: Filipe Orlando Danan Saraiva ADVOGADO: Marcello Silva Falci Couri ADVOGADO: Lauro Vinicius Ramos Rabha DECISAO: "I. O impugnado, regularmente notificado em 8.2.2011 (cf. notificação de fl. 334 e certidão de fl. 336), apenas apresentou defesa em 28.2.2011, extrapolando o prazo de 7 (sete) dias previsto no art. 4º da Lei Complementar nº 64/1990. Assim, não obstante a certidão cartorária de fl. 365, determino o desentranhamento da defesa de fls. 339/362, diante de sua intempestividade, na forma da jurisprudência dominante nos Tribunais (AgRg no REsp799.172/MT, Rel. Ministro ALDIR PASSARINHO JUNIOR, Quarta Turma do STJ, julgado em 06/08/2009, DJe 08/09/2009). II. Certifique o cartório a data da diplomação do impugnado, conforme requerido pelo impugnante a fl. 28, item 1. III. Defiro, ainda, o requerimento de fl. 28, item 2, e determino o apensamento dos autos da prestação de contas do impugnado, João Alves Peixoto. IV. Intime-se o impugnante para justificar a pertinência das testemunhas arroladas a fl. 30, no prazo de 48 horas, com a indicação dos fatos que pretende comprovar através do depoimento de cada uma delas. V. Indefiro, nesse estagio do processo, a quebra do sigilo fiscal, bancário e telefônico do impugnado, por se tratar de providencia excepcional, que, conforme asseverado pelo Ministério Publico Eleitoral a fl. 273, apenas deve ser deferida caso se faça necessária a ampliação da instrução probatória, quando o conjunto de provas acostado aos autos não for suficiente para a formação de um juízo de valor acerca da questão litigiosa. VI. Apos, retornem os autos à conclusão." Rio de Janeiro, 21/03/2011. - JUIZA ANA TEREZA BASILIO - Relatora
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Clarissa Garotinho diz que vai à Uenf, apesar de reitor se dizer sem horário
23/03/2011 | 21h39
A deputada Clarissa Garotinho (PR) está mostrando a que veio na Alerj. Nesta quarta-feira, durante a sua participação na Comissão Permanente de Educação da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, na Audiência Pública sobre “A Paralisação dos Profissionais da Educação na Uenf”, ela mandou um duro recado para o reitor Almy Jr., afirmando que “meu mandato é para defender os sindicatos. As reitorias o governo do estado já defende”... E também avisou que, apesar do reitor ter dito que não tinha horário para recebê-la, mesmo assim, na sexta-feira, às 15h, estará na Uenf e se reunirá com os sindicatos. Deputado quer sentir cheiro de tempero no Bandejão E a turma do Almy continuou “apanhando" firme. Na mesma audiência, o deputado Luís Martins, líder da bancada do PDT, quis saber quanto tempo vai levar para sentir o cheiro de tempero no, paralisado, “Bandejão” da Uenf, no lugar do atual cheiro de cimento. Mesmo sem ainda ter assinado contrato com outra empresa, o diretor geral de Administração da Uenf Marco Antônio Martins garantiu, ou vaticinou..., que em 75 dias haverá cheiro de tempero por lá...  O prazo já começou a contar. Vamos conferir
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Diretor da FMC recebe prêmio nacional de gestor educacional
23/03/2011 | 15h58
[caption id="attachment_1158" align="aligncenter" width="521" caption="Nélio Artiles, diretor da FMC, recebe o prêmio do presidente da Associação Brasileira das Mantenedoras das Faculdade Isoladas e Integradas (Abrafi), Jorge de Jesus Bernardo. (foto: Andreia Naomi Narihisa)"][/caption] Nessa quarta-feira, Nélio Artiles, diretor da Faculdade de Medicina de Campos, recebeu o Prêmio Gestor Educacional do Ano, concedido pela Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen). Ele foi escolhido entre 50 outros gestores de todo o país. O resultado foi anunciado durante o IX Congresso Brasileiro de Gestão Educacional (Geduc), que está sendo realizado durante esta semana em São Paulo. A comissão avaliadora, composta de 11 representantes de instituições de ensino superior e organizações educacionais de todo o país, destacou a interação da FMC com a comunidade, através principalmente das ações culturais e de responsabilidade social. “O prêmio é uma forma de prestigiar o gestor que tenha obtido excelentes resultados na região onde a escola está inserida e junto aos colaboradores e aos alunos e também uma forma de divulgar os projetos e incentivar gestores. Um ponto muito forte no doutor Nélio é a interação com a comunidade local e o impacto que essa interação proporciona”, explicou a diretora executiva da Humus Consultoria, Sonia Colombo. A empresa é organizadora do evento. O prêmio Gestor Educacional do Ano também tem a chancela da Associação Nacional dos Centros Universitários (Anaceu), Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes) e Associação Brasileira das Mantenedoras das Faculdades Isoladas e Integradas).
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Açu - primeiras desapropriações foram realizadas em clima pacífico
22/03/2011 | 17h24
Contrariando as expectativas mais pessimistas, as primeiras propriedades do 5º distrito de São João da Barra foram desapropriadas para a instalação do Distrito Industrial do Super Porto do Açu em clima pacífico e ordeiro. Essas três primeiras desapropriações foram acorreram em áreas sem construções residenciais, o que, certamente, facilitou o trabalho dos oficiais de justiça e da PM, que dava apoio ao cumprimento dos mandatos. Ainda faltam mais 150 desapropriações nessa primeira fase.
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Consulta Pública para criação do Parque Estadual da Lagoa do Açu
18/03/2011 | 13h11
A Diretoria de Biodeversidade e Áreas Protegidas (Inea) e a Gerência de Unidade de Conservação e Proteção Integral  (Gepro) realizam a Consulta Pública sobre a criação do Parque Estadual da Lagoa do Açu, na próxima quarta-feira, às10h, no auditório do IFF. A implantação do parque faz parte das contrapartidas para instalação do Super Porto do Açu.
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Obras na BR101? Só praças de pedágio...
17/03/2011 | 19h05
A concessionária Autopista Fluminense não está dando a menor bola para os apelos públicos para duplicação da BR 101, onde quase todo dia morre gente. A empresa não está nem aí, só faturando... Dessa vez o vereador Dante Pinto Lucas usou o plenário da Câmara Municipal de Campos para questionar a qualidade dos serviços prestados e os constantes aumentos nas taxas do pedágio sem que nenhuma obra de vulto tenha sido feita, além das cabines de cobrança...
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Tolerância zero
16/03/2011 | 12h53
Em nota oficial publicada abaixo, a Prefeitura de São joão da Barra noticia que tomou providências imediatas no caso do servidor suspeito de envolvimento em tráfico de drogas. Ele foi exonerado por utilização não autorizada de veículo oficial e quebra de confiança. NOTA OFICIAL PREFEITURA DE SÃO JOÃO DA BARRA Secretaria de Comunicação Social 15/03/2011 Vito Diniz Prefeitura exonera servidor Exoneração sumária. Essa foi a decisão da Prefeitura de São João da Barra em relação ao servidor João Carlos Nogueira, detido ontem no município de Campos dos Goytacazes, após operação de rotina das Polícias Federal e Militar. Nomeado em agosto do ano passado para um cargo de assessor, símbolo CC-5, lotado na Secretaria de Agricultura, João Carlos dirigia um veículo da Prefeitura de São João da Barra, quando segundo a Polícia foi flagrado em atitude suspeita. Após fugir do local, foi detido, levado para depoimento na sede da Polícia Federal aonde foi autuado por resistência à prisão e liberado. Ele não tinha antecedentes criminais. O veículo já foi reincorporado à frota municipal. A exoneração, que será publicada no Diário Oficial do Município desta quinta-feira, é fundamentada na suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas e na quebra de confiança, pelo uso indevido e não autorizado de veículo oficial. José Carlos usou o automóvel da Prefeitura para dar carona e transportar outra pessoa, sem autorização superior e ir a local incerto e não sabido pela administração. A Polícia Federal abriu inquérito para apurar o caso.
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Reitor da Uenf paralisa Bandejão após denúncia ao Ministério Público
13/03/2011 | 03h50
[caption id="attachment_1123" align="aligncenter" width="756" caption="Desolado, construtor culpa Uenf por atrasos"]Desolado, construtor culpa Uenf por atrasos[/caption] Na sexta-feira, dia 4/02, no apagar das luzes para o recesso de Carnaval, o contrato com a construtora Zuhause, responsável pela obra do “Bandejão”, foi subitamente rescindido pela reitoria da Uenf. A rescisão contratual teria sido motivada pelo pacote de denúncias feitas pelo jornalista Roberto Barbosa ao Ministério Público Estadual, entre elas o emblemático histórico da obra do restaurante universitário. No último dia 04 de março, a prefeitura da Uenf enviou o ofício 011/11 ao diretor da Zuhause, engenheiro Luiz Carlos Siqueira, no qual informa que o contrato nº 020/2008 para a execução das obras de construção dos prédios do Restaurante Universitário no campus da Uenf foi rescindido e que, portanto, os serviços deveriam ser imediatamente paralisados, com a retirada da Zuhause Construtora Ltda do canteiro e liberação da obra para a Universidade. O ofício foi assinado pelo gerente de projetos de engenharia Luiz Gabriel Sarmet Moreira Smiderle, acusado pelo proprietário da Zuhause como o maior responsável pelos atrasos na obra, e pelo reitor Almy Jr. Construtor: “O reitor agiu com fins eleitoreiros” Em entrevista à Somos, publicada na edição de hoje, o diretor da Zuhause disse que foi um ato eleitoreiro do reitor e que a empresa serviu como bode expiatório diante das denúncias de irregularidades feitas no Ministério Público, questionando os estranhos atos da administração da Universidade. Trechos da entrevista do engenheiro Luiz Carlos Siqueira, proprietário da Zuhause, à revista Somos desse domingo: ...Luiz Carlos: Ele (o reitor) diz que não está aceitando a prorrogação de obra, quando na realidade a prorrogação de obra agora é consequência do relatório de atraso anterior. Então, 60 dias hoje, não são 60 dias hoje. São de 12 meses atrás, porque a obra ficou quatro meses parada, de janeiro a abril de 2010, simplesmente porque eles não queriam empenhar o valor da obra, coisa que é obrigatória por lei. Nós ficamos de janeiro a abril discutindo isso. Eu dizia que não fazia a obra sem empenho e eles diziam que não podiam empenhar. S.A.: Não podiam empenhar por quê? Luiz Carlos: Não sei. Sei que não podiam. Em abril eu dei um voto de confiança a eles. Que não devia ter dado... Nós fizemos aquele famoso retiro até novembro, e aí problemas aconteceram e não ficou pronto. S.A.: No relatório você diz que atrasou a ferragem das sapatas. Luiz Carlos: A definição das ferragens era obrigação do Gabriel entregar rapidamente, mas ele atrasou uma eternidade, além de mudar toda a obra. S.A.: Esse projeto era do Gabriel ou ele só administra? Luiz Carlos: Eu não sei como ele fez internamente, se foi de graça, por ele ser engenheiro da Uenf, ou se cobrou por fora da Uenf. Mas foi ele quem fez. S.A.: Ele é o técnico responsável? Luiz Carlos: É o gerente de projetos. O gerente de primeiro nível estadual é ele. O gerente. S.A.: Atrasaram também as formas e ferragens das cintas. Essas sucessões de atrasos você credita a quê? Luiz Carlos: No DCE, por exemplo, eles demoraram um tempo enorme para definir onde seria, e o projeto. Recreando, um prédio pequeno ao lado, eles demoraram uma eternidade para decidir onde seria e como seria o projeto. Quanto ao restaurante em si, existiam ali quatro barracões a serem demolidos, em dezembro de 2008 ou 2009, não lembro. Só nove meses depois eles tiraram três barracões. Só que ficou um biotério que me atrapalhava a fazer as sete sapatas do restaurante, eu tive que esperar um tempo adicional para que tirassem o barracão e eu pudesse fazer as sapatas. ... S.A.: Foi dito que Paulo Maia mandava fazer uma coisa, outro mandava fazer outra e que ia mudando o projeto. Como é isso? Luiz Carlos: O corpo interno da Uenf é muito dissidente. Não existe uma harmonia completa ali dentro. As pessoas também, embora elas não queiram melindrar umas às outras, às vezes, por necessidade, são obrigadas a tomar decisões, ou já tomaram. Não é um corpo muito unido. Existem algumas mesas ali que me parecem mesmo a favor do reitor, mas se unem em objetivos diferentes. S.A.: Em outra conversa que tivemos você disse que algumas coisas não foram feitas regularmente, ou totalmente legais, como é isso? Luiz Carlos: Isso está dentro do processo administrativo, mas eu prefiro levar à justiça e não entrar em detalhes aqui. Existe um monte de coisas ali que podem ser julgadas como improbidade administrativa. Mas não serei eu que irei julgar. S.A.: Na verdade, quando a gente faz uma matéria assim, também não julgamos. Mas o que pode ser considerado improbidade administrativa? Luiz Carlos: Por exemplo, os projetos Recreando e DCE foram alterados; teriam que ter sido, também, alterados no contrato e não foram. S.A.: Houve diminuição de custo do projeto? Luiz Carlos: Aumento e diminuição. Isso aí a justiça vai julgar. ... S.A.: Você está com o sentimento de ter sido traído? Luiz Carlos: Não vou dizer traído. Eu fui usado como a saída mais fácil. .. S.A.: Qual será sua linha de defesa? Luiz Carlos: Justiça comum. O que o juiz achar que tem que mandar para o Ministério Público eu irei mandar. Vou brigar por todos os meus direitos e vamos ver o que será julgado, o que é direito de quem. Entrevista na íntegra AQUI.
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Fantasma de São Francisco assombra prefeito Beto Azevedo
13/03/2011 | 03h13
[caption id="attachment_1118" align="aligncenter" width="756" caption="Tenório, o fantasma que assombra Beto Azevedo"][/caption] Em São Francisco do Itabapoana, município vizinho a Campos, o Ministério Público Estadual (MPE) recebeu uma inusitada denúncia de Tenório Chagas da Paixão, que era “fantasma” e não sabia, dando conta de que foi informado na Câmara de Vereadores daquele município que seu nome estaria entre os integrantes da folha de pagamento do órgão e que estava recebendo há oito meses cerca de R$ 1,4 mil mensais. Segundo consta em seu depoimento ao MPE, Tenório havia trabalhado na campanha eleitoral de 2008 para Carlos Alberto Silva de Azevedo, atual prefeito de São Francisco, mas que, à época da nomeação de Tenório Chagas para funcionário da Câmara, era presidente da casa legislativa. Assustado com a hipótese de estar servindo como funcionário fantasma da Câmara de São Francisco enquanto outra pessoa recebia o pagamento do salário, Tenório Chagas denunciou a situação ao Ministério Público Estadual (MPE). O caso de Tenório ainda está sendo apurado pelas autoridades e pode render bons pesadelos aos envolvidos. Saiba mais AQUI.
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Acordo pouco recomendado pode dar prejuízo de oito milhões ao Goytacaz
13/03/2011 | 02h48
[caption id="attachment_1114" align="aligncenter" width="756" caption="Valtair de Almeida, ex-presidente do Goytacaz e membro permanente do conselho deliberativo do clube"][/caption] Um estranho acordo entre a diretoria do Goytacaz e do Cruzeiro para que a antiga dívida de R$ 6, 248 milhões referentes à venda do passe do atleta Jussiê Ferreira Vieira seja reduzida a R$ 950 mil está sendo considerada um verdadeiro gol contra por torcedores e ex-presidentes do Goytacaz. Além do clube não estar em boas condições financeiras, perderia, sem nenhuma razão para isso, quase R$ 5 milhões. Após 10 anos de acirrada disputa judicial com o Cruzeiro, o Goytacaz venceu de goleada em todas as instâncias judiciais o processo 0011885-62.2003.8.19.0014. Ainda assim, o clube mineiro se negava a pagar a dívida, postergando qualquer negociação. Segundo o ex-presidente do Goytacaz e membro permanente do conselho deliberativo do clube, Valtair de Almeida, outras tentativas de acordo haviam sido feitas por parte do Cruzeiro, mas todas elas foram recusadas pelos presidentes anteriores devido à possibilidade da justiça estipular uma indenização maior em favor do Goytacaz. Judicialmente, o Cruzeiro esgotou recursos em todas as instâncias, mas depositou uma pequena parte do dinheiro, R$ 959 mil, em duas contas judiciais. Quando o processo entrava na fase de penhora de bens do clube mineiro para saldar a dívida, surpreendentemente o atual presidente do Goytacaz, José Luiz Dutra Cardoso, e o dirigente do Cruzeiro, José Perrela de Oliveira, celebraram um acordo em que o clube campista numa overdose de generosidade abre mão de boa parte da dívida que a justiça reconhece e já obrigava o Cruzeiro a pagar, aceitando receber apenas os R$ 959 mil que já estão depositados judicialmente e seriam líquidos e certos para apenas amenizar a dívida. — Este é um processo que vem se arrastando desde 2002. Em 2006 eu tive uma proposta de R$ 1,5 milhão. O presidente que veio depois de mim, Zander, me falou que teve a proposta de R$ 2,5 milhão, mas não fez o acordo porque os advogados viam a possibilidade de ganhar mais na justiça. O mais estranho de tudo é que o atual presidente José Luiz Dutra Cardoso está fazendo o acordo com o Cruzeiro sem consultar o advogado do clube Dr.Jonas Lopes de Carvalho Neto, ou seja, sem o advogado assinar. Está fazendo diretamente com o Cruzeiro. Nem os advogados que acompanham o caso estavam sabendo. Nós vamos entrar na justiça para tentar embargar o acordo. Vamos juntar ex-presidentes, conselheiro e ir a fundo e ver qual é a real situação porque isso é a salvação financeira do clube, não podemos aceitar um acordo que reduz a dívida a quase 10% do total — disse. De acordo com a nota oficial divulgada pelo presidente do Goytacaz José Luiz Dutra, “Diante de tantos problemas financeiros, vimos na negociação com o Cruzeiro, por conta da dívida com relação ao atleta Jussiê, a chance de sairmos do caos administrativo e recolocar o clube nos seus dias de glória, voltando à Série A do Campeonato Estadual, nosso devido lugar e sonho de nossa imensa torcida. Entre outras medidas, as principais seriam: obter as certidões negativas e débitos fiscais para que o clube fique apto a receber patrocínio público e privado; saldar por completo os débitos com as concessionárias de água, energia elétrica e Federação; saldar ações trabalhistas que se arrastam por longos anos, entre outras medidas emergenciais. Reforço aos torcedores do Goytacaz, que em nenhum momento agi de forma escusa ou desonesta com o clube. Agi de forma transparente com a minha diretoria e dando ciência de TUDO ao Conselheiro Deliberativo do Goytacaz F.C, que aprovou que as negociações fossem fechadas. TODOS entendemos que é a forma de oxigenar e impulsionar as ações administrativas e empreendedoras de nosso clube de coração”. No entanto, de acordo com o ex-presidente do clube e atual membro do conselho deliberativo Valtair de Almeida, os membros do conselho não foram avisados e nem concordaram com o prejudicial acordo. Essa história promete ter prorrogação e muitas cobranças de falta, podendo levar até a pênalti e até expulsão. Vamos aguardar o segundo tempo... Saiba mais AQUI.
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OSX apresenta sua primeira unidade de produção ao mercado internacional
10/03/2011 | 15h36
A OSX, que já recebeu a Licença Prévia para a implantação de sua Unidade de Construção Naval (UCN) no Complexo Industrial do Superporto do Açu, em São João da Barra, vai apresentar a sua unidade flutuante de produção, armazenamento e descarga de óleo e gás, FPSO OSX-1, ao mercado internacional, durante o Annual Asia Pacific FPSO Summit 2011, de 15 a 16 de março, em Singapura, quando 20 participantes do evento visitarão a embarcação, que tem a sua chegada prevista no Brasil para segunda quinzena de março. O OSX-1, que está em fase final de customização em Cingapura, foi adquirido pela empresa em 2009 e será afretado à OGX, empresa que também faz parte do Grupo EBX, do empresário Eike Batista. Para abreviar o início da produção, as amarras do sistema de ancoragem do OSX-1 já se encontram no Brasil, o que permite a imediata instalação, tanto do sistema de ancoragem propriamente dito (estacas, amarras e cabos), quanto das linhas flexíveis do sistema de produção, antes mesmo da chegada do FPSO ao país. Isso permitirá uma rápida conexão da unidade e o início de sua operação na Bacia de Campos, no segundo semestre de 2011.
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Pedágio: só venha a nós, ao vosso Reino nada...
10/03/2011 | 15h34
[caption id="attachment_1101" align="aligncenter" width="756" caption="Pontos de cobrança - duplicação ainda distante"][/caption] Ao passar pelas vorazes cabines da Auto Pista Fluminense na BR101, de apetite insaciável 24h por dia, fiquei a matutar sobre as sábias palavras do cronista gaúcho Walter Ostermann. “O direito de ir e vir é cláusula pétrea da Constituição, mas como não diz que tem que ser grátis, inventaram o pedágio. Se não pagar, não vai. Nem vem”. Pois é, e, no nosso caso, é ainda pior. Pagamos para ir, e também para vir, em uma estrada que já era nossa e não recebeu nenhuma obra significativa que nos aumente o conforto e a segurança para justificar cobrança de pedágio. Ou seja, para a concessionária é só venha a nós, ao vosso Reino, usuários, nada...
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Magistrados federais pedem mudança na indicação de juízes eleitorais
01/03/2011 | 21h44
[caption id="attachment_1093" align="aligncenter" width="756" caption="O relator da petição, ministro Hamilton Carvalhido"][/caption] Cinco associações de juízes federais pediram que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) altere a interpretação da Resolução 21.009/02 no trecho que trata do recrutamento de juízes de direito para atuar na primeira instância da Justiça Eleitoral. Segundo as entidades, uma interpretação equivocada da legislação eleitoral leva à “designação exclusiva, injustificada e inconstitucional de juízes estaduais” para as zonas eleitorais. As entidades defendem que os juízes de primeira instância da Justiça Eleitoral devem ser recrutados, prioritariamente, entre os magistrados federais. O pedido é assinado pela Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Associação dos Juízes Federais da 1ª Região (Ajufer), Associação dos Juízes Federais da 5ª Região (Rejufe), Associação dos Juízes Federais de Minas Gerais (AJUFEMG) e Associação dos Juízes Federais do Rio Grande do Sul (Ajufergs). As associações defendem que os magistrados federais deveriam ser chamados em “caráter preferencial” para atuar na justiça eleitoral de 1º grau uma vez que “a interiorização da Justiça Federal não é mais uma quimera” e “a justiça eleitoral é uma justiça eminentemente da União, pertencente à Administração Pública Federal”. Juiz federal de Campos diz que logística ainda não permite que juízes federais assumam a Justiça Eleitoral [caption id="attachment_1095" align="aligncenter" width="756" caption="O juiz Federal dr. André Luiz Martins da Silva"][/caption] Para o juiz substituto do 1º Juizado Especial Federal de Campos, dr. André Luiz Martins da Silva, a Justiça Federal não tem condição de assumir a Justiça Eleitoral devido a questões de logística, como a insuficiência de recursos humanos. — A Justiça Federal de Campos, por exemplo, não tem condições sequer de fazer a eleição de Campos, que dirá de São João da Barra, São Francisco, Quissamã, São Fidélis, Itaocara, Cambuci e Cardoso. Essa situação se repete em todas as varas federais. Aqui deveria haver seis juízes, mas hoje tem três. No juizado em Campos deveriam ter dois juízes, mas eu estou sozinho aqui há mais de dois anos. A magistratura federal de primeira entrância não tem condições nenhuma de fazer a eleição sozinha, então o estado assumiu isso. Mas a magistratura federal já vem há algum tempo com esse comentário, e agora com essa ação mais incisiva para que a primeira instância participe do processo eleitoral. Essa participação já existe em nível de segunda instância, no TRE. Mas essa briga na primeira instância é um requerimento de participação de poder, prestígio e dinheiro — diz dr. André Luiz. As entidades relacionam 11 argumentos como forma de "realçar as características federais da justiça eleitoral", entre elas o fato de que compete à União legislar sobre direito eleitoral, que matéria eleitoral reflete inegável interesse federal e que os servidores da justiça eleitoral pertencem à Administração Pública Federal. O relator da petição é o ministro Hamilton Carvalhido.
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