Águas do Paraíba reduz distribuição em 30%. Certamente, as contas também...
31/10/2012 | 23h24
Como ensinava meu avô, tudo na vida, por pior que pareça, tem um lado bom. Veja bem que ótimo exemplo: Se, por um lado, com a estiagem prolongada, a concessionária Águas do Paraíba anuncia um corte de 30% no abastecimento de água de áreas centrais de Campos, certamente também irá aplicar a mesma redução no valor das contas dessas áreas nesse período. Afinal, essa equação envolve milhões em prejuízo ao consumidor, e uma empresa que preza a ética comercial e respeita o consumidor, como a Águas do Paraíba, não poderia fazer diferente. Parabéns! Quem duvidar disso pode consultar o MP...
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Vaidade x Ética
29/10/2012 | 19h55
A vaidade, sempre ela. Bastou que esse blog e o site Somos Assim levantassem a lebre dos efetivos resultados da pesquisa sobre a salinização das águas e terras do Açu, realizada por uma equipe da Uenf, liderada pelo doutor Carlos Rezende, para que um professor blogueiro se pavoneasse com o pai da questão utilizando dados divulgados com exclusividade e em primeira mão, após duro trabalho de campo, sem dar os devidos créditos ao blog, ao site e ao líder dos pesquisadores. O que lhe sobra em vaidade, arrogância, e inconsequente coragem alcoólica, parece lhe fazer extrema falta em ética...
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Eike despreza siderúrgica e diz ganhar milhões com aluguel de terras no Açu
23/10/2012 | 11h49
Apesar dos revezes das empresas X, que passam por forte desvalorização, e das seguidas desistências de grandes empreendimentos que pretendiam se instalar no Super Porto do Açu, o empresário Eike Batista ainda se mostra muito gabola e bastante falante, sem nem se procurar disfarçar seus tradicionais sintomas de megalomania, cada vez mais acentuados. Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo ele despejou algumas novas e preciosas pérolas, dignas de enriquecer o nosso inesquecível Febeapa (Livro “O Festival de Besteiras que Assola o País”, de Stanislaw Ponte Preta - Sérgio Porto). Só se for de sal... 1) “Alguém vai ter que fazer uma estátua para mim em algum lugar”. “É o Brasil quem vai sofrer” 2) “Eu estou comprando as ações de volta. Se não me querem, eu me quero. Eu me gosto. Os fundos de pensão estrangeiros me compram e são meus sócios. E os fundos brasileiros, cadê? Alô, vocês estão perdendo 15%, 20% de taxa de retorno”. Participação do BNDESPar: “Tem e estão vindo tarde. É bom vir com mais. Se meus projetos não ficarem em pé, é o Brasil quem vai sofrer. Eu sou um grupo nacional e apoiá-los é o que um banco de fomento faz. E não é de graça”. “Dane-se a siderúrgica” 3) “Projetos atrasam. A siderúrgica da Térnium era uma âncora inicial (Porto do Açu] e não veio ainda por falta de gás natural. Mas o Açu se transformou em um polo para a indústria "offshore". A Technip, a National Oilwell Warco, a Intermoore e a Subsea7 já estão colocando suas estruturas lá. Só esse pessoal paga R$ 100 milhões de aluguel, antes mesmo de o porto funcionar. Diante desse contexto, dane-se a siderúrgica”. Só se for de sal... Na primeira frase, nota-se que falta bastante modéstia ao empresário, além de ter uma visão bastante distante entre a imagem que tem de si próprio, da imagem real que tem construído para a população. Principalmente aquela parcela que tem sido diretamente atingida pelos seus empreendimentos, como os moradores do 5º Distrito de São João da Barra, muitos deles expulsos das suas casas e propriedades rurais para, compulsoriamente, ceder espaço para o Grupo X, e há também os que heroicamente resistem, mas agora estão vendo a sua água e a sua terra serem salinizadas pelas obras de escavação do canal do estaleiro do Açu, realizadas de forma completamente diversa do que foi previsto no EIA/RIMA da UCN do Açu. Não existe ironia nenhuma saber que, exatamente onde Eike está plantando seu principal empreendimento, a sua popularidade está bem à esquerda do zero. Caso a população local fosse consultada, uma estátua sua naquela região, só se fosse de sal... Só venha a nós... Se na primeira frase houve total escassez de modéstia, na segunda sobra atrevimento e uma arrogância assustadoramente reveladora. Além de pregar um exótico newonanismo financeiro na Bolsa de Valores, declarando que se não quiserem as suas ações ele compra de volta, por que se não o quiserem, ele se quer assim mesmo (olha que coisa doida). Ainda aproveitou para morder a mão de quem vem alimentando os seus sonhos mais ousados. Segundo ele, filho ingrato, se o governo não investir (já investiu fortunas) em seus negócios, o Brasil é que vai sofrer. E o que já investiu veio tarde e precisa investir mais. Ou seja, utiliza dinheiro público, em terras desapropriadas pelo estado, e ainda reclama que é pouco... Como diria o povo da Baixada, “na cartilha de Eike é só venha a nós, ao vosso reino, nada”... Desapropriações, a cereja do bolo Mas a sua terceira frase foi de uma descarada falta de pudor de fazer corar frades de pedra, falando que o Açu está se transformando em um polo offshore, e citando empresas que estão se instalando lá para contar a pior das vantagens que já contou: “Só esse pessoal paga R$ 100 milhões de aluguel, antes mesmo de o porto funcionar. Diante desse contexto, dane-se a siderúrgica”. Essa confissão pública do que todo mundo já sabia extraoficialmente, deixa claro que as desapropriações para instalação do Distrito Industrial do Porto do Açu foram a “cereja” do negócio, pois ele mesmo declara que uma poderosa siderúrgica “que se dane”, já que fatura só de aluguel, antes de mesmo de funcionar, gira em torno de uma fortuna de 100 milhões de reais anuais. O detalhe é que as terras da região estão sendo desapropriadas pelo estado, e este só paga a bagatela de R$ 1,90 por metro quadrado e cede gratuitamente, e muito gentilmente, a galinha dos ovos de ouro para o empresário Eike Batista. Se a Justiça ouvisse o galo cantar e procurasse saber onde, ela realmente poderia ser feita, o próprio Eike, publicamente, já deu num bom parâmetro de quanto deveriam valer as indenizações. Bastaria calcular alguns anos de aluguel e dividir pelos metros quadrados ocupados pelas empresas citadas. Certamente os desapropriados reclamariam bem menos do que reclamam hoje, mas o mesmo não se poderia dizer do senhor Eike Batista que, certamente, reclamaria bem mais do que reclama hoje...
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Obras do Porto salinizam águas e terras da Baixada e podem trazer a desertificação
17/10/2012 | 13h37

Sal & Areia, o X do maior desastre ecológico da região

Apesar das fantásticas apresentações a investidores, promessas mirabolantes, incentivos governamentais e fabulosos recursos oficiais captados, as obras de construção do Superporto do Açu não mostram transparência suficiente em relação aos graves problemas sociais causados e aos enormes danos ambientais envolvidos. Diante da estranha indolência e da arraigada incompetência do Inea na região, surgem provas irrefutáveis de grandes prejuízos ambientais causados pela implantação das empresas da EBX no Açu. Milhares de toneladas de areia e água do mar estão sendo despejadas diretamente no solo sem que nenhuma providência efetiva esteja sendo tomada. Construção dos canais do estaleiro é a maior responsável pela salinização As obras do estaleiro da OSX – que segundo anuncia o site da OSX, “obteve priorização pelo Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (FMM) de uma linha de crédito que pode chegar a até R$ 2,7 bilhões e prazo de 10 anos para a construção da Unidade de Construção Naval do Açu (UCN Açu), e, em janeiro de 2012, já recebeu desembolso no valor de USD 427,8 milhões, correspondente a um empréstimo-ponte contratado com o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para essa finalidade” – são apontadas pelos pesquisadores da Uenf como as maiores responsáveis pelo que está se desenhando como um dos maiores desastres ambientais da região, já que o canal tem 13 quilômetros de extensão por 300 de largura e 18 de profundidade, gerando um volume de dragagem de faraônicos 43 milhões de m³. A gigantesca retirada de areia com água salgada, despejada através de um duto, sem nenhum tipo de contenção, em um aterro hidráulico às margens do empreendimento, e com canais de drenagem, está desviando uma incrível quantidade de água salgada para as terras férteis vizinhas, e salinizando todo o lençol freático do Açu e os canais que irrigam parte da Baixada. Mas a dimensão do dano ambiental é incalculável, pois, além da salinização das redondezas, o desastre ambiental está chegando às terras férteis da Baixada através da salinização de toda a bacia hidrográfica local, conduzida pelos tradicionais canais de irrigação. Matéria completa aqui.

PMSJB distribui água salgada imprópria para consumo humano

Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Somos, o Prof. Dr. Carlos Eduardo Rezende, do Laboratório de Ciências Ambientais (LCA) da Uenf, relatou o resultado de uma pesquisa realizada no 5º Distrito de São João da Barra com a água que a população está consumindo, distribuída sem monitoramento pela Prefeitura Municipal de São João da Barra, que, segundo os resultados obtidos por testes de condutividade elétrica com equipamentos de última geração, revelou um nível de sal muito além do normal, colocando em grave risco a saúde da população local, além de prejudicar animais domésticos, a fauna e a agricultura, já que o processo de salinização da terra é acelerado e irreversível.

Derrame de sal, o X do desastre ambiental

Entrevista: Dr. Carlos Rezende Na caixa d’água(da Prefeitura de São João da Barra) essa água estava com uma condutividade de 540 a 640 microsiemens de condutividade (742 na semana seguinte), que é uma água imprópria para consumo humano. Por exemplo, a nossa água fornecida pela Águas do Paraíba varia de 60 a 90 microsiemens, dependendo do período do ano, e uma água mineral pode variar de 45 a 145 microsiemens por centímetro. A água para irrigação deve ter no máximo 300 microsiemens de condutividade, ou seja, se para a planta, para irrigação da planta, essa água já tem teor que é impróprio, para o consumo humano certamente ela é imprópria. Estamos dando mais um alerta para que esse processo seja não só estudado no que diz respeito à saúde humana, mas também na irrigação da lavoura daquela região porque, segundo um agricultor da região, as plantações de abacaxi, maxixe e quiabo já começam a apresentar sintomas de mortalidade com a irrigação dessa água, então, quer dizer que de alguma forma aquele sistema hídrico já começou a sofrer algum tipo de alteração e que merece um monitoramento mais acurado... Entrevista completa aqui.

Guerra química?

Entre os moradores do 5º Distrito paira uma interrogação: salinizar a água e as terras da região não seria uma forma de guerra química utilizada para vencer a resistência dos que insistem em resistir às questionáveis desapropriações? A dúvida tem fortes fundamentos, pois sem água para beber para humanos e animais, sem água para irrigar, e terras para plantar lavouras, será impraticável sobreviver no local. Coincidência ou não, com a salinização das águas e das terras as empresas X estariam matando dois coelhos com uma só cajadada, construindo os canais e expulsando os pequenos proprietários locais. "Eles racharam o mar para dentro da terra" Surpreendida pelos preocupantes resultados da pesquisa, a equipe de reportagem da Somos foi ao Açu acompanhando mais uma viagem de coleta e exames de água da equipe de pesquisadores da Uenf e aproveitou para ouvir moradores do 5º Distrito, como o agricultor João Roberto de Almeida, de 50 anos, mais conhecido como seu Pinduca, que com apenas 2 alqueires de terra sustenta a sua família com esposa e quatro filhos. Seu Pinduca, como a maioria dos seus vizinhos, recebe água fornecida pela prefeitura de São João da Barra para consumo, na hora da visita da equipe, de acordo com os testes realizados no local pela doutora Marina Suzuki, da Uenf, essa água estava com 744 microsiemens de condutividade, ou seja, maior em 105 microsiemens de condutividade em comparação à primeira pesquisa feita no mesmo local, e mais de sete vezes além do recomendado para consumo humano. De acordo com a Drª. Marina, a água ideal para consumo é água doce, e água doce não pode ter salubridade nenhuma. “O ideal seria ser abaixo de 100. A água do Paraíba fica em torno de 70, 80 microsiemenes, essa água está imprópria para o consumo”, explicou. Revoltado diante dos resultados, o agricultor desabafou: “Aí que nós queremos ver onde está a justiça, porque se é para matar o ser humano é para matar. A nossa água era doce, eles racharam o mar para dentro da terra, estão jogando a água do mar direto para as terras. Reportagem completa aqui.

Desertificação: Sal na água e na terra. Um dos maiores desastres ambientais da região

Soffiati diz que solução é parar tudo

  Os moradores não têm uma saída, se eles correrem para o que eles chamam de Rio Doce, ou Rio Água Preta, que na verdade, hoje, é o canal do Quitingute, se está nesse nível aqui, ali não é mais viável para água destinada a consumo público, se o lençol freático está salinizado também, como o lençol freático lá é muito alto, quer dizer, quando a gente faz um buraco qualquer a água já sobe, se estiver salinizado, começa a afetar as plantas, se afeta as plantas, afeta os animais, e ainda vai salinizar áreas que estão longe do empreendimento através do canal do Quitingute que vai para Lagoa Feia, que vai para o canal das Flechas, que é o canal que escoa as águas da Lagoa Feia. Então vai salinizar toda aquela área que o DNOS dessalinizou a altos custos, e quem está muito longe dali pode ser afetado, quem cria gado ou planta cana, que foi possível só depois que o DNOS entrou em ação e dessalinizou a área toda, pode perder tudo isso de novo. Eu não sei como, eles não perceberam isso ainda. Eu acho que o processo ainda não chegou até lá nessa intensidade, mas isso vai começar a se manifestar. Entrevista completa aqui.   Nefrologista alerta para os perigos do excesso de sal O trabalho excessivo dos rins pode contribuir, associado à hipertensão arterial, para mais doenças degenerativas, a hipertensão arterial por si só é uma das três a quatro causas de doença renal crônica. O que leva uma pessoa para hemodiálise? Principalmente, diabetes, hipertensão arterial. Então, essa quantidade excessiva de sódio na água, porque a gente usa para tudo, para beber, para fazer comida, o individuo que está nessa comunidade, que é uma comunidade simples, rural, extrapola muito essa quantidade mínima que o organismo toleraria sem levar a uma consequência de um trabalho excessivo do rim, de uma hipervolemia, de hipertensão arterial. A gente tem que ter cuidado, ver essa população, ver qual o perfil dessa população, ver a pirâmide da idade dessa população, porque idoso não pode ficar nem com pouco nem com muito sódio, muito pode fazer hipertensão, pode fazer AVC. Leia a informação completa aqui.
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Acabou o milho, acabou a pipoca II
16/10/2012 | 18h16
[caption id="attachment_3926" align="aligncenter" width="756" caption="Diogo D´Auriol / Somos - Clique na imagem"][/caption]
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Carla e Neco no fio da navalha. Decisão nas mãos da Justiça Eleitoral
10/10/2012 | 19h13
  A prisão em flagrante da prefeita de São João da Barra, Carla Machado (PMDB), pela Polícia Federal, sob a acusação de compra de votos e formação de quadrilha ainda está rendendo uma grande dor de cabeça para o grupo da prefeita. Além dela, também foi preso pela Polícia Federal o vereador e candidato a vice-prefeito Alexandre Rosa, na casa de Neco, candidato a prefeito apoiado por Carla. Também indiciado pela PF. Mesmo pagando fiança para ser libertada, Carla ainda está sujeita a graves sanções, que podem levar a sua inelegibilidade por oito anos a perda do futuro mandato do seu protegido Neco, prefeito eleito de São João da Barra. Tudo por conta da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) por abuso de poder político e econômico, movida pelo Ministério Público Eleitoral contra ela, Neco e o seu vice-prefeito eleito Alexandre Rosa, requerendo a cassação do diploma de Neco, a inelegibilidade de todos por oito anos e a aplicação da multa prevista no artigo 41-A, da Lei 9504/97, a Prefeita de São João da Barra, Carla Machado, Neco, e o seu vice, Alexandre Rosa. A decisão está nas mãos do juiz eleitoral da 37ª seção, Leandro Loyola. Leia mais AQUI
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Direção da Odonto é destituída e vai processar Uniflu
08/10/2012 | 19h01
 

Diretor destituído diz que oficialmente Uniflu não existe

A destituição da direção da Faculdade de Odontologia de Campos gerou intranquilidade no meio universitário, trazendo preocupação a professores, funcionários e alunos. Os primeiros, com 11 meses de salários atrasados, temem pelos seus empregos e pela possibilidade de não receberem as verbas trabalhistas devidas, já no caso dos alunos, a maior preocupação é não conseguir completar o curso até a formatura.

Eduardo diz que reitora Regina Sardinha é arrogante é que Filosofia está quebrada após 16 anos dirigida por ela

O diretor afastado da Faculdade de Odontologia, Eduardo José Amaral dos Santos, eleito em setembro de 2010 por docentes, discentes e administrativos, com mandato de quatro anos, exercendo o cargo há dois anos, foi destituído de seu cargo pelo Conselho Superior de Pesquisa e Extensão do Uniflu, alegando ferir o estatuto pela cobrança de dependência no valor de R$ 1.000,00 por matéria, sendo que a faculdade ficava com 50% e os professores com outros 50%, o que, segundo o professor José Luiz Pimentel, seria contrário às normas estatutárias da FCC (Fundação Cultural de Campos), mas segundo o Eduardo Amaral apenas uma forma de remunerar os professores que amargam 11 meses de salários atrasados. Em esclarecedora entrevista exclusiva à equipe da Somos, o professor Eduardo Amaral explicou seu posicionamento em relação a sua destituição do cargo. Confira AQUI.
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Gegê Cantarino, candidato a prefeito de Cardoso, detido pela PM com dinheiro no carro
05/10/2012 | 18h38
O empresário Gegê Cantarino, candidato a prefeito de Cardoso Moreira, foi detido pela PM no Posto Barracão, em Cardoso, com uma grande quantidade de dinheiro e conduzido pelos policiais para Italva. Ele faz chapa com o ex-prefeito de Cardoso, seu candidato a vice. Mais informações em instantes. Atualização: Após prestar depoimento, o candidato foi liberado
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Feira de políticos
05/10/2012 | 15h43
[caption id="attachment_3904" align="aligncenter" width="640" caption="Diogo D´Auriol / Somos  - Clique na charge"][/caption]
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Delegado Federal: “Machadada" na lisura do pleito
04/10/2012 | 02h01
Após as prisões da prefeita Carla Machado e do vereador Alexandre Rosa, o delegado da Polícia Federal Paulo Cassiano concedeu uma entrevista esclarecedora. Veja abaixo alguns pontos importantes e leia a entrevista completa. “A prefeita era líder dessa organização” “O propósito final dessa organização é manipular o resultado das eleições municipais em São João da Barra” “Ela detesta a ideia de ter opositores na Câmara” “Tino Ticalu, Silvana de Grussaí e Alex Valentin, são três candidatos que compunham até muito recentemente o grupo de oposição a ela e que, abruptamente e estranhamente, abandonaram o seu direito de concorrer e passaram a declarar apoio público a candidatos opositores sem nenhuma explicação plausível” “Temos conhecimento de elementos que incriminam o candidato Neco” “Todos serão indiciados” “Áudio da prefeita dizendo que candidato estava ‘caro’” “Machadada’ na lisura do pleito” “São João da Barra está longe de representar em prosperidade tudo que o município arrecada” Leia a entrevista na íntegra na Somos (AQUI)
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Delegado da PF diz que Neco será indiciado por formação de quadrilha e compra de votos
03/10/2012 | 14h02

Operação Machadada

[caption id="attachment_3897" align="aligncenter" width="756" caption="Delega Federal Paulo Cassiano durante entrevista coletiva na manhã de hoje"][/caption] Durante a entrevista coletiva concedida na manhã de hoje, o delegado Federal Paulo Cassino disse que amanhã mais pessoas serão indiciadas por compra de votos e formação de quadrilha em São João da Barra, inclusive Neco, candidato a prefeito apoiado por Carla Machado, presa em flagrante durante a madrugada.

Operação Machadada

O delegado Paulo Cassiano classificou a atuação do grupo da prefeita como uma “Machadada” na lisura do pleito eleitoral. Machadada é o mesmo nome dado a operação da Polícia Federal que culminou com a prisão da prefeita Carla Machado.
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Presa pela Federal, Carla paga para sair o mesmo que pagava para comprar opositor
03/10/2012 | 12h07
[caption id="attachment_3891" align="aligncenter" width="756" caption="Neco, Carla Machado e Alexandre Ros"][/caption] A prefeita de São João da Barra, Carla Machado, presa em flagrante pela Polícia Federal, na madrugada ao sair de um comício em Grussaí, indiciada sob a acusação de compra de votos e formação de quadrilha, foi libertada após pagamento de fiança no valor de 60 mil reais, segundo a PF, o mesmo valor com o qual pretendia comprar o candidato a vereador Rodrigo Rocha (PR) da oposição ( a notícia foi dada em primeira mão no Blog Opiniões do jornalista Aluysio Abreu Barbosa AQUI). Também foi preso pela Polícia Federal o vereador e candidato a vice prefeito Alexandre Rosa, na casa de Neco, candidato a prefeito apoiado por Carla. Segundo o delegado da Polícia Federal Paulo Cassiano, durante as investigações foram colhidas mais de três horas de áudio e vídeo que comprovam os crimes da quadrilha. Leia mais na Somos. (AQUI)
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Acabou o milho, acabou a pipoca...
02/10/2012 | 21h29
O racha entre o vereador Marcos Bacellar e o candidato Diego Dias nessa reta final foi como o fim de muitos amores e  incontáveis parcerias. Acabou o milho, acabou a pipoca... simples assim...
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Exército pode prender e atirar para garantir ordem nas eleições, mas em Campos deve fazer turismo
02/10/2012 | 19h34
[caption id="attachment_3886" align="aligncenter" width="640" caption="Foto/Arquivo/Folha"][/caption] As diretrizes firmadas entre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Ministério da Defesa em relação à atuação das tropas das forças armadas nas eleições municipais desse ano preveem que os militares poderão efetuar prisões e até atirar, se preciso for, para garantir a ordem durante o pleito. O documento, assinado pela presidente do TSE, Cármem Lúcia e o ministro da Defesa Celso Amorim, estipula que integrantes das Forças Armadas deverão atuar estritamente na segurança do processo eleitoral, sendo vedada a sua atuação em segurança pública. Mas nada disso deverá ser preciso em Campos. As pesquisas garantem uma vitória com ampla margem de vantagem para a prefeita Rosinha ainda no primeiro turno, o que deve manter serenos os ânimos, tanto da oposição, quanto da situação. Diante desse quadro de tranquilidade, e sem maiores esperanças para a oposição, a atuação dos militares no município deve se resumir a um tranquilo passeio, quase turístico...Leia mais no site da Somos (AQUI).
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Nova Hyundai em Campos em ritmo acelerado de obras
02/10/2012 | 12h49
O moderno prédio que está sendo construído dentro de todas as especificações para a nova concessionária Hyundai em Campos, na Formosa, logo depois da Rua do Ouvidor, está em ritmo acelerado de obras. Lá serão vendidos os modelos importados top de linha da marca, com a chancela do Grupo Caoa, importador exclusivo da marca Hyundai no Brasil. A nova concessionária vai balançar o mercado local de automóveis de primeira linha. O empresário campista responsável pelo novo empreendimento tem nome de anjo, mas é uma águia nos negócios.
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Esdras

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