Rosinha e Thiago Calil: ex subsecretario ameaça contar tudo
14/06/2016 | 02h16
[caption id="attachment_6007" align="alignleft" width="764"]Condenado a 25 anos de cadeia no caso Meninas de Guarus, o amigo e cabo eleitoral de Rosinha, e seu ex-subsecretário de Governo ameaça "contar tudo que sabe". Se contar a metade, já complica a turma da Lapa Condenado a 25 anos de cadeia no caso Meninas de Guarus, o amigo e cabo eleitoral de Rosinha, e seu ex-subsecretário de Governo ameaça "contar tudo que sabe". Se contar a metade, já complica a turma da Lapa[/caption]

Abandonado pelo seu grupo político e desesperado com a condenação a 25 anos de cadeia por cárcere privado, formação de quadrilha e exploração sexual de menor no caso “Meninas de Guarus”, Thiago Calil ameaça “contar tudo”. Desfrutando de trânsito livre e intimidade com os seus caciques políticos, depois de servir fielmente como um “estratégico” cabo eleitoral, ele foi prestigiado com o cargo de confiança de subsecretário de Governo de Rosinha. O segundo nomeado pela prefeita, na mesma secretaria hoje ocupada pelo seu líder político Garotinho.

Antes da pena atual, preso na “Operação Cinquentinha”, quando ocupava o cargo, ele já havia sido condenado por crimes de corrupção passiva e de formação de quadrilha pela Justiça Eleitoral. Prevendo que seria preso, o ex-subsecretário de Governo foi visto aos berros na prefeitura “Se eu for preso, vou contar tudo que eu sei” (AQUI). Vamos torcer para que ele conte. Tem muita carne debaixo desse angu de caroço...

Calil-rosa-Capas-1-X

Comentar
Compartilhe
“Meninas de Guarus” no Tribunal do Júri
15/08/2015 | 11h30
Blog-Meninas-olhosNa segunda-feira, às 11h, será realizada a primeira das duas audiências programadas (a segunda será na terça-feira) com os réus do escabroso caso de pedofilia, prostituição, drogas, extorsão e homicídios conhecido como “Meninas de Guarus”. Como todos os juízes de Campos se deram por impedidos, os atos serão presididos pela juíza Daniela Barbosa Assumpção de Souza, da 2ª Vara Criminal de Duque de Caxias. São tantos os indiciados, que as audiências serão realizadas no salão do Tribunal do Júri.
Comentar
Compartilhe
“Meninas de Guarus” – Todo mundo na rua
06/11/2014 | 11h06
passarinhosNo embalo do Habeas Corpus concedido ao ex-vereador Nelson Nahim, já em liberdade, todos os presos acusados de envolvimento no rumoroso caso das “Meninas de Guarus” tiveram as suas prisões preventivas revogadas pelo juiz Rodrigo Rocha, de Itaocara, em exercício na Primeira Vara Cível da Comarca de Campos. Ironicamente, até o acusado Thiago Calil, o único que estava foragido, também foi beneficiado pela decisão. Por conta do segredo de justiça, não foi divulgado o grau de envolvimento, nem de que crimes são acusados cada um deles. Apenas o ex-vereador Nelson Nahim teve revelado o motivo da sua prisão, uma suposta coação de testemunhas. Resta saber se os acusados de crimes graves não poderão se aproveitar da decisão para se evadir antes de serem devidamente enquadrados diante da lei para responder por eles. O certo é que o precedente da fuga já existe.
Comentar
Compartilhe
Nahim diz que sua prisão tem dedo de político
06/11/2014 | 03h20

Nelson-NahimDurante a entrevista coletiva após a sua soltura por força da concessão de um Habeas Corpus, o ex-vereador Nelson Nahim, sem acusar ninguém diretamente, declarou acreditar em influência política e grandes coincidências e ligações íntimas de pessoas no Ministério Público com o Governo Municipal com os fatos que levaram a sua prisão.

Nahim negou qualquer envolvimento com pedofilia e também suposta coação de testemunha. Além de afirmar que nunca foi ouvido no inquérito que contém depoimentos de pessoas que nunca viu.

 Trechos da entrevista:

"Em respeito a justiça estou deixando de falar coisas que gostaria de falar"

“Não prenderam a mim, prenderam minha família toda, porque a vida de todos parou. Se tem uma coisa que eu não sou é perigoso para ser encarcerado sem ao menos ser ouvido”

“Quando você não tem prova, é leviano levantar nome de alguém. Mas há muitas coincidências: Não tenho nada contra às instituições. Presidi dois poderes (Câmara e Prefeitura de Campos), tenho o maior respeito pelo Judiciário. Não estou aqui questionando a decisão do juiz, que pelo livre convencimento dele achou que deveria tomar essa decisão. Respeito demais o Ministério Público, grandes promotores de Justiça, mas há grandes coincidências. Muitas coincidências que me levam, e não vou citar nomes, mas pessoas com cargos no Ministério Público tem ligações muito íntimas com o Governo Municipal”

"Aqueles que não posso mencionar os nomes, porque o processo corre em segredo de justiça, e que são covardes e não deixam as digitais, vão uma hora ou outra ter o que merecem, se não pela justiça dos homens será pela justiça divina, discordo da decisão do juiz e recorremos em instância superior. Agora é importante resolver a questão judicial. Houve engano irreparável. A repercussão de minha prisão jamais será reparada e isso terá que ser visto no momento oportuno”

 Nelson Nahim.

Comentar
Compartilhe
Meninas de Guarus - Um caso sórdido, mas faltando ingredientes
18/10/2014 | 03h53
Pedofilia-Somos-Capas   Nesse sórdido caso das “Meninas de Guarus”, tanto faltam quanto sobram ingredientes. Essa história é composta por pedofilia, drogas, homicídio, poder e extorsão; esse último, um quesito vital que precisa ser minuciosamente investigado para que a justiça seja feita em sua plenitude, não foi sequer citado pelos afobados “repórteres” artesanais de internet, ignorando que ele cria fortes suspeitas sobre a veracidade de alguns depoimentos que poderiam ter sido manipulados e, eventualmente, utilizados para fins escusos por quem deveria fazer cumprir a lei, e não servir-se dela. O caso é escabroso e formado por vários crimes com gravidades diferentes. Colocar todos os envolvidos no mesmo saco é uma atitude temerária, pois mesmo que a inocência de alguns réus de hoje seja provada amanhã, o mal já estará feito e será irreparável. Por isso o indispensável segredo de justiça, ou, pelo menos, o respeito ao contraditório, a defesa, deveria ser amplamente observado por todos que noticiam os fatos, sejam eles amadores ou não. Como um dos primeiros a apurar profundamente essa sórdida história, sempre me reservei o direito de não publicar os nomes daqueles que não houvessem sido indiciados como integrantes ativos da quadrilha, como o chefe dela preso em flagrante. Através da Revista Somos Assim ou dessa coluna na Folha da Manhã, sempre clamamos que fosse feita justiça nesse caso, estranhamente dormitando por tempo excessivo em algum escaninho do judiciário. Esse despertar em novas mãos me traz a esperança de que a justiça finalmente será feita, mas que seja realmente justa, excluindo quem possa ter sido injustamente incluído e incluindo aqueles que possam ter sido excluídos de forma pouco recomendada. Como já dizia meu avô, cautela e chá quente não fazem mal a ninguém...
Comentar
Compartilhe
A pólvora das Meninas de Guarus
23/05/2014 | 01h02
O deputado Marcelo Freixo descobriu a pólvora fazendo barulho ao afirmar na Alerj que há personagens da política campista no rolo das Meninas de Guarus. Isso todo mundo já sabe. O que ninguém sabe é quando serão tomadas providências para punir quem efetivamente tenha culpa no cartório...
Comentar
Compartilhe
Quem tem medo das “Meninas”
03/06/2013 | 12h20
A reabertura do caso das “Meninas de Guarus” reacende a esperança de que os verdadeiros culpados por esse sórdido episódio que macula a história de Campos sejam finalmente responsabilizados. Por outro lado, não se deve esquecer de incluir, no rol dos investigados, aqueles que tinham a obrigação profissional e moral de apurar esse descalabro e não o fizeram.
Comentar
Compartilhe
"Meninas de Guarus":MP se omitiu, Polícia não esclareceu, e Conselho não sabe de nada
17/05/2013 | 06h15
[caption id="attachment_4439" align="aligncenter" width="630" caption="Marcelo Freixo não atendeu as expectativas do campista sobre a da Audiência Pública"][/caption] Apesar da boa iniciativa do deputado Roberto Henriques solicitando a Audiência Pública da Alerj, presidida pelo deputado Marcelo Freixo, sobre o sórdido caso das “Meninas de Guarus”, que envolve pedofilia, drogas, homicídio, poder e extorsão, ainda não atendeu às expectativas da população de Campos, que cobra a penalização dos culpados, todos eles. [caption id="attachment_4441" align="aligncenter" width="756" caption="O público compareceu em massa"][/caption] MP se omitiu, Polícia não esclareceu e Conselho não sabe de nada Apesar de convocado, o Ministério Público Estadual não compareceu, a Polícia Civil, representada por três delegados, não esclareceu grandes coisas, alegando não ter em mãos o inquérito ainda retido no MP; E os novos representantes do Conselho Tutelar alegaram falta de conhecimento sobre o caso e não mais possuir a documentação produzida por ter sido requisitada pelo mesmo MP sob a alegação de se manter sigilo. O que levou a sério questionamento do deputado Marcelo Freixo, que prometeu exigir de volta os documentos, alegando que o MP só poderia exigir sigilo sobre seus próprios documentos. Além de garantir que irá ao procurador-geral de Justiça do Rio Marfan Vieira pedir providências e ao Conselho Tutelar solicitar as peças e esclarecimentos. [caption id="attachment_4440" align="aligncenter" width="756" caption="Deputado Roberto Henriques o solicitante da Audiência"][/caption] Estranho sigilo Em meio a tantas coisas estranhas, surpreendentemente, uma colheu vaias do público, o impedimento do depoimento público espontâneo do pai de uma vítima de exploração sexual de menores. Apesar de se propor a falar publicamente, ele foi impedido pelo próprio deputado Marcelo Freixo, alegando necessidade de sigilo, o mesmo sigilo que o deputado momentos antes disse ser muito estranho ter sido mantido diante do tempo que já se passou (quatro anos), desde as primeiras denúncias da rede de pedofilia. Diante da reação negativa do público, Freixo, visivelmente nervoso, disse que “aqui não é uma casa de espetáculos” declarando estar protegendo o depoente e a filha vítima. Sigilo mais político do que objetivo Mas a estranha providência do deputado, mais política do que objetiva, parece ter chegado muito tarde. Afinal, durante a exploração sexual infantil, os homicídios e as extorsões, nenhuma providência foi tomada para protegê-los; na ocasião, algumas mães e pais foram ameaçados de esquartejamento dos seus filhos caso denunciassem a quadrilha, o que só foi feito após dois homicídios. A população de Campos não quer mais segredos. Atualmente, esse tipo de alegação de sigilo só serve de proteção aos verdadeiros culpados, desprotegendo com a impunidade gerada as eventuais futuras vítimas.
Comentar
Compartilhe
Quem tem medo das Meninas de Guarus?
14/05/2013 | 01h20
Na próxima sexta-feira, têm Audiência Pública da Alerj em Campos, sobre o sórdido caso das “Meninas de Guarus”, que mistura no mesmo saco pedofilia, prostituição, drogas, homicídios, poder e extorsão. Nessa novela, os principais atores estão fazendo de tudo para ficar no anonimato... Quem tem medo das "Meninas de Guarus"?
Comentar
Compartilhe
Pedofilia:Meninas de Guarus, Audiência Publica marcada
15/04/2013 | 06h52
[caption id="attachment_4235" align="aligncenter" width="640" caption="A Somos Assim denunciou, mas ninguém foi punido, apenas o cafetão"][/caption] A Audiência Pública do sórdido caso das “Meninas de Guarus”, solicitada pelo deputado Roberto Henriques, foi marcada para o dia 17 de maio. Um ofício foi expeido ao presidente da Câmara Municipal de Campos vereador Edson Batista solicitando o espaço para realização da audiência. O ato da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) irá contar com a participação da Comissão de Direitos Humanos, presidida pelo deputado Marcelo Freixo, Comissão de Direitos da Mulher, presidida pela deputada Inês Pan de Ló, e Comissão dos Direitos da Criança, presidida pelo deputado Hélcio Ângelo. Para quem não se lembra, o caso envolve pedofilia, poder, drogas, prostituição infantil feminina e masculina, extorsão e homicídio. As Comissões montaram uma pauta que inclui ouvir todas as autoridades por onde o caso passou e também o único preso até agora, o "Alex", considerado o chefe da quadrilha. Caso não apurem totalmente o caso, a Audiência deverá evoluir para uma Comissão Parlamentar de Inquérito
Comentar
Compartilhe
Próximo >
Sobre o autor

Esdras

[email protected]