Ex-prefeito de S. Fidélis, David Loureiro foi condenado criminalmente por licitação
30/07/2018 | 12h50
David Loureiro é o Coordenado de Campanha de Wladimir no Norte/Noroeste do Estado
David Loureiro é o Coordenado de Campanha de Wladimir no Norte/Noroeste do Estado
O polêmico ex-prefeito de São Fidélis, David Loureiro, principal representante da Facção Rosa naquele município, que atua como coordenador de campanha de Wladimir Garotinho no Norte/Noroeste Fluminense, a exemplo dos seus líderes políticos Rosinha e Garotinho, está colecionando graves problemas judiciais. Dessa vez ele foi condenado, criminalmente, pela justiça a 3,6 anos de cadeia por atos à frente da administração pública.
 Três anos e seis meses de cadeia e multa
No último dia 25 de julho, o juiz da 2ª Vara de São Fidélis, Dr. Otavio Mauro Nobre, condenou o ex-prefeito do município David Loureiro na Ação Penal movida pelo Ministério Público Estadual (Processo: 0001044-76.2012.8.19.0051) a 03 anos e 06 meses de detenção e 40 dias-multa por Crimes da Lei de Licitações (8.666/93).
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Ex-funcionários buscam patrimônio de Garotinho para receber direitos trabalhistas
16/07/2018 | 14h00
Os problemas de Garotinho na Justiça do Trabalho por conta da demissão de funcionários da empresa Palavra de Paz, sem o pagamento dos devidos direitos trabalhistas, devem aumentar bastante.
Sempre disposto a criticar e a “denunciar” duramente seus adversários e desafetos, Garotinho agora se vê obrigado a responder ao Inquérito Civil nº 001390.2018.01.000/5 – 28º Ofício Geral da PRT – 1ª Região/RJ (5), em face de AGP PRODUCOES EIRELI, xxxxxxxxxxxxxxx, de sua exclusiva propriedade, após a saída dos sócios Rosinha Matheus, Clarissa Matheus e Wladimir Matheus.
O blog entrou contato com representantes dos funcionários demitidos da empresa Palavra de Paz de Garotinho que tentam receber os seus direitos, e foi informada que eles permanecem sem receber, e que, de Garotinho, receberam apenas a promessa de que ele “tentaria futuramente quitar as pendências”.
 Ex-funcionários da Palavra de Paz em busca de patrimônio de Garotinho para penhora
 Diante da negativa de pagamento, os ex-funcionários, em situação difícil pela falta do pagamento, agora buscam alcançar algum patrimônio do ex-governador para penhora e leilão, com intuito de receber o que é devido por ele.
 “Não avançamos no sentido de uma ação positiva da parte do Garotinho. Apenas soubemos que ele ficou perplexo com a situação e que tentaria futuramente quitar as pendências. Nessa semana, alguns ex-funcionários foram ao Ministério Público do Trabalho prestar declarações no Inquérito. Estamos tentando buscar algum patrimônio dele para tentar receber algo”. 
 Patrimônio visível pífio, mas advogados caros…
 Como Garotinho sempre declarou não possuir mais do que a famosa “Casinha da Lapa”, as possibilidades de que os seus ex-funcionários sejam pagos parecem ser mínimas.
 O que se estranha é que ele fique devendo aos seus ex-funcionários, mas que esteja em uma dispendiosa pré-campanha eleitoral para governador do estado e que mantenha um caro escritório de advocacia para defendê-lo e a Rosinha em seus inúmeros processos.
 Na última semana, a sua esposa, a ex-prefeita Rosinha, na certeza da impunidade de quem pode pagar caros advogados, chegou a declarar em alto e bom som: 
 “Eu pedi a ele (Garotinho) pra não falar, mas pra mim… Eu não sou candidata a nada, se me prender o advogado vai me soltar… Então…” 
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Fuligem das queimadas, a Neve Negra de Campos, provoca reunião no INEA
12/07/2018 | 10h50
Art-Somos
Esta semana a cidade de Campos foi assolada por uma verdadeira tempestade de “neve negra”. Não relacionada à frente fria, mas à queima de canaviais, prática danosa à própria cultura da cana, ao meio ambiente, e à saúde humana.
 Com as queimadas, que liberam para a atmosfera gases de efeito estufa como dióxido de carbono, óxido nitroso, metano e a fuligem, crescem geometricamente os casos de problemas respiratórios. Além de tudo isso, e da sujeira da fuligem irritar, fazer mal, e dar trabalho aos campistas, ela é um péssimo cartão de visitas para o município.
Coagro diz que faz a sua parte
Frederico Paes, presidente da Coagro
Frederico Paes, presidente da Coagro
Diante dos questionamentos dos campistas, o Somos Online ouviu Frederico Paes, presidente da Coagro, responsável pela maior indústria sucroalcooleira da região, a Usina Sapucaia. Segundo ele, “A Coagro possui 10 colheitadeiras para colher cana sem queima. Sendo seis de grande porte e quatro pequenas. Ainda temos convênio com a UFRRJ, o Governo do Estado do Rio, e uma universidade da Alemanha, que desenvolveu uma máquina para os pequenos produtores.
 
 
A Coagro fez e faz a sua parte investindo mais de R$ 25 milhões em equipamentos para corte de cana mecanizado (sem queima) e mais R$ 8 milhões na indústria (limpeza seco) para receber cana crua (sem queima). Acontece que temos três usinas na região. É preciso saber o que as outras estão fazendo, pois a nossa cooperativa está seguindo o que determina a Lei Estadual nº 5990/2011 que prevê a extinção gradativa da queima de cana.”
Colheitadeira da Coagro
Colheitadeira da Coagro
Hoje haverá reunião de representantes das indústrias e fornecedores com o Inea para debater o problema.
Conheça a lei - LEIA MAIS AQUI
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Jonas Lopes delata: "Nada era feito no Rio sem anuência de Picciani"
09/07/2018 | 16h52
Jonas comprou 600 mil de gado de Picciani e pagou 500 mil com dinheiro de propina em suaves prestações de 50 mil reais
Jonas comprou 600 mil de gado de Picciani e pagou 500 mil com dinheiro de propina em suaves prestações de 50 mil reais
O ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro Jonas Lopes Júnior disse hoje (9), em depoimento no Tribunal Regional Federal da 2ª Região, que o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro Jorge Picciani (MDB) era uma figura de grande influência na política fluminense, e que nada era feito no estado sem o seu consentimento.
 "Nada havia no estado que não fosse feito com a aquiescência do deputado", disse Jonas Lopes, que está em prisão domiciliar por integrar um esquema de corrupção no TCE.
 Jonas Lopes afirmou que Cabral e Picciani, além de aliados, eram amigos, e que ele próprio também tinha uma relação cordial com Picciani. "Uma relação que posso chamar até de amizade", disse.
O ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro afirmou que comprou gado de Picciani e usou dinheiro ilícito recebido no esquema no TCE para quitar a transação. A negociação foi uma forma de simular uma origem para o dinheiro, reconheceu Jonas Lopes no depoimento.
 O delator declarou que pagou R$ 600 mil pelos animais, mas R$ 500 mil foram por fora, sem a emissão de notas fiscais, em dez parcelas de R$ 50 mil. Os comprovantes só foram entregues a ele três anos depois, quando ele já havia assinado o acordo de colaboração com a Justiça.
 Além de Jonas Lopes, depôs hoje o operador financeiro de Sérgio Cabral, Carlos Miranda, que também assinou um acordo de colaboração premiada. Carlos Miranda detalhou que trabalhava para Cabral desde quando ele era deputado estadual, gerenciando uma conta única que recebia toda a propina arrecadada de construtoras e fornecedores do estado. 
Segundo Carlos Miranda, desde a década de 1990, quando presidiu a Alerj, o governador repartia os valores com Jorge Picciani. Em seu primeiro mandato como governador, Cabral determinou pagamentos eventuais a Picciani, que foram efetuados por Miranda. 
Quando Paulo Melo assumiu a presidência da Alerj, Carlos Miranda passou a transferir mesadas de R$ 700 mil a R$ 900 mil para o parlamentar, também a mando de Sérgio Cabral. O dinheiro era pago para garantir a tranquilidade do governo na casa legislativa, segundo Miranda. 
Já Picciani, segundo o delator, passou a receber uma ajuda mensal de R$ 400 mil de Cabral, quando tentou se candidatar ao Senado, em 2010, e não foi eleito. Em 2014, Picciani foi reeleito para a Assembleia Legislativa. 
 Os dois ex-presidentes da Alerj e o deputado Edson Albertassi serão ouvidos na tarde de hoje, a partir das 13h.
 Por Vinicius Lisboa – Repórter da Agência Brasil/Rio
 NOTA DO BLOG 
 O delator Jonas Lopes aparenta estar conduzindo muito bem as suas delações, na direção que deseja, e sem contar o que não lhe interessa. Falta gente de Campos Jonas…
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Esdras

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