Mercado Municipal sucumbe ao populismo
12/09/2016 | 01h48
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Monumento à ignorância
25/07/2016 | 12h15
[caption id="attachment_6082" align="aligncenter" width="756"]Olhem só o tamanho do absurdo! Olhem só o tamanho do absurdo![/caption] [caption id="attachment_6084" align="aligncenter" width="756"]camelo-ignorante-X3 Os tradicionais permissionários do Mercado ficarão definitivamente emparedados pelo Camelódromo, quando uma praça poderia humanizar e dar nova vida ao local[/caption] [caption id="attachment_6083" align="aligncenter" width="811"]A divulgação evita imagens frontais, mostrando apenas a lateral, apesar de deixar ver o emparedamento do Mercado A divulgação evita imagens frontais, mostrando apenas a lateral, apesar de deixar ver um tipo de emparedamento do Mercado[/caption]

Para os populistas da Lapa, que seguem cegamente a esférica doutrina do vale tudo para se manter no poder, o patrimônio histórico e arquitetônico de Campos, pelo jeito, não vale nada.

Foram iniciadas as obras do maior monumento à ignorância e o descaso e à nossa história, já erigido no município, um paquidérmico “Camelódromo” de dois andares que irá, sem dó nem piedade, cobrir totalmente a fachada do belo Mercado Municipal de Campos, atropelando seus 95 anos de existência.

A estranha obra, de fortes contornos eleitorais, com parecer contrário do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural, só está sendo retomada praticamente às vésperas das eleições municipais, vai trazer prejuízos irrecuperáveis para todos os campistas, em favor do continuísmo no poder de um grupo político, o mesmo que é responsável por quebrar e endividar o município por décadas.

Ainda que se queira favorecer "empresários" particulares em um logradouro público utilizando verbas públicas, e em desfavor do comércio legalmente estabelecido, e tradicionalmente pagador de impostos, não haveria outro local para instalar os camelôs?

É preciso que a Justiça tire a venda dos olhos e impeça de vez esse descalabro, que será lamentado por muitas e muitas gerações de campistas.

Comentário do Leitor nos Estados Unidos:

Nao gosto de comparar, mas terei que comparar, aqui na cidade onde vivo, temos um mercado lindo, ha 10 anos estava completamente abandonado, vivo no estado de Ohio nos EUA um dos estados que mais sofreu com a crise dos anos 70, a cidade e menor do que Campos, 300 mil habitantes, pobre comparada a Campos e sem petroleo, a cidade vive de impostos, ha 10 anos a prefeitura resolveu restaurar o mercado, restaurado o mercado agora e uma das maiores atracoes turisticas da cidade, ao redor foram construidos pracas e muitos restaurantes, hoje o bairro do mercado e um dos bairros mais movimentados da cidade, o movimento e tao grande que o mercado ate 2015 funcionava 3 dias/ semana e agora funciona ate os domingos, qual a dificuldade de Campos para fazer igual? ou melhor? ( abaixo o mercado daqui)

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Ivald Granato - A primeira exposição do artista campista que nasceu para o mundo
04/07/2016 | 10h10

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Fotos da primeira exposição individual do grande artista plástico campista Ivald Granato, ainda em início de carreira, pelo fotógrafo Oscar Barros, no espaço do antigo Banco Português do Brasil, Edifício Brasiluso, na Rua Santos Dumond com a Rua 21 de Abril.

Era 1967, a apresentação de Ivald foi feita por Vilmar Rangel, um campista que amor por nossa história. O texto feito por ele em de 23 de junho de 1967, justificava a busca do artista por um estilo, atitude própria dos que se iniciam na arte: "Mas nessa busca já nos revela a multifária efervescência de sua imaginação, a potencialidade de sua inventiva. E o faz com engenho e arte, seja pela escolha do tema, seja pela adequação da técnica, seja ainda pelo emprego ora sábio oura audacioso da cor, seus matizes sombrios ou violentos".

Era uma premonição de Vilma Acho quanto aos saltos que ele iria dar, com um estilo muito próprio, muito personalista...

Em uma das fotos ele aparece ao lado de convidados, como o arquiteto Renato Marion de Aquino de costas e Vilmar, o quarto da esquerda para a direta, junto a Ivald, e mais baixo (terceiro). Na outra foto ele aparece ao lado da esposa, e na última novamente com Renato.

Na noite em que Ivald foi homenageado pela Folha da Manhã com o troféu "Folha seca", Vilmar foi ao camarim e o presenteou com o texto que havia feito para a individual, em uma moldura. (fotos cedidas por Vilmar Rangel)

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Cerimônia do adeus ao artista Ivald Granato

Celso Cordeiro Filho

O corpo do artista plástico campista Ivald Granato foi enterrado na manhã desta segunda-feira (4), no cemitério Getsêmani, na Zona Sul de São Paulo. Ele morreu — enfartou enquanto dormia — no domingo (3), em sua casa, em São Paulo, e deixou cinco filhos. O velório teve início na mesma noite. Durante a madrugada, amigos e parentes foram se despedir do artista.

Ivald ficou conhecido há décadas fazendo performances de rua. Ele também pintou quadros e fez esculturas. Neste ano, Granato, de 67 anos, ganhou uma exposição dos 50 anos de carreira, na galeria da Caixa Econômica Federal, em Brasília.

Segundo a família, ele morreu durante o sono. “Ficaremos com o carinho dos amigos e a alegria que ele sempre trouxe”, diz nota da família em sua página no Facebook.

Nascido Campos (RJ), em 1949, Granato estudou pintura com Robert Newman em 1966. No ano seguinte, ingressou na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Sua presença nas artes plásticas é marcante, tendo exposto nas mais importantes galerias do mundo. Após breve tempo no Rio, Ivald mudou-se para São Paulo, onde considerava os espaços “extremamente profissionais”.

Segundo seu filho Pedro, que é diretor de teatro, Ivald ultimamente vinha se dedicando à organização de sua produção artística. “Embora solto na vida, era extremamente organizado na produção artística. Sabia o que queria e como obter este resultado”, observou. (Folha da Manhã)

Morre Ivald Granato

Foi com desenhos e traços repletos de traços autobiográficos, como “Auto-Retrato no Quadro” (1973), que Granato despontou na cena artística brasileira. Por duas vezes, em 1979 e 1982, recebeu o prêmio de melhor desenhista do ano da Associação Paulista dos Críticas de Arte (APCA).

Apesar de ter surgido como pintor, ele despontou mesmo foi com as performances e passou a fazer a partir de 1970. Granato foi um dos pioneiros no mundo da arte performática que mesclavam recursos fotográficos, cinematográficos a elementos sensoriais e táteis. Seu trabalho o coloca ao lado de Hélio Oiticica (1937-1980) e Lygia Pape (1927-2004).

Em uma delas, chamado de “Mitos Vadios”, levou para um estacionamento da Rua Augusta uma exposição de obras em 1978. Ao dele estavam Hélio Oiticica, Claudio Tozzi e Ana Maria Maiolino.

A partir da década de 1980, entra para a Banda Performática, liderada pelo artista José Roberto Aguillar. As apresentações não trazia apenas música. Também havia pintura, teatro e elementos circenses. (O Globo)

Um artista completo

Ivald Granato (Campos dos Goytacazes29 de dezembro de 1949  — São Paulo3 de julho de 2016) foi um artista plástico, artista performático e escultor brasileiro.

Viveu em sua cidade natal até 1966, onde começou a desenhar desde muito cedo sob influência dos pintores cubistas. Ingressou na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro em 1967. Na década de 1970 e 80 apresentou diversas performances e intervenções, recorrendo ao vídeo e à fotografia para documentá-las. Sua obra também é composta por telas e litografias e é autor de vários livros.

Em 1970, viajou pela América Latina para estudar cores. Em 1979 recebeu da Associação de Críticos de Arte o prêmio de Melhor Desenhista.

Viveu e trabalhou em São Paulo.

Em 2002, Ivald Granato foi homenageado pelo Troféu Folha Seca, prêmio anual dado pela Folha da Manhã a campistas que se destacam em suas carreiras.

Ivald Granato morreu na madrugada do dia 3 de julho de 2016, em sua residência, vítima de uma parada cardíaca. (Wikipédia)

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Cicatrizes, por Christiano...
04/06/2016 | 06h06
No início do mês passado fiz uma pausa de uma semana por aqui. A principal providência para descansar, no meu ponto de vista, além de sair da cidade para quebrar a rotina, é a desconexão dos instrumentos de trabalho e dos dispositivos que nos auxiliam e também escravizam.
FMANHA.COM.BR
No início do mês passado fiz uma pausa de uma semana por aqui. A principal providência para descansar, no meu ponto de vista, além de sair da cidade para quebrar a rotina, é a desconexão dos instrumentos de trabalho e dos dispositivos que nos auxiliam e também escravizam. A primeira medida foi deixar o notebook em casa. A segunda foi sair das principais redes sociais, como Facebook e WhatsApp, apagando os aplicativos do smartphone. O ideal seria também deixar o celular, mas com parte da família ficando não há como. Além do que, hoje o smartphone substitui vários dispositivos úteis em uma viagem, sendo ao mesmo tempo câmera fotográfica, GPS, som, xerox de revistas e fonte de pesquisa. A ida para um lugar com sinal ruim de Internet também ajuda, evitando possíveis “recaídas”. Aproveitei para preencher parte de uma lacuna, colocando, após longo tempo, a leitura em dia, ajudado pelo cenário de praias desertas em baixa temporada. Um dos livros que levei foi “Cicatrizes na Parede”, escrito pelo jornalista Esdras Pereira. Baseado em muita pesquisa feita pelo escritor, o livro mistura ficção e realidade, narrando a saga dos negros, desde a sua captura na África para servir como escravos aqui em Campos, passando pela escravidão, pela abolição, pela época áurea da cana-de-açúcar, pelos salões glamourosos da sociedade campista do século passado, até chegar aos dias atuais. “Cicatrizes na Parede” é um romance repleto de personagens fortes, muitos deles inspirados em figuras conhecidas da sociedade campista, que sofre forte crítica no livro. Como cenário, vários locais que marcaram gerações, alguns ainda de pé até hoje, todos presentes na memória da cidade. A ótima estória passa também por fatos relevantes da história recente de Campos, sempre misturando realidade com alguma ficção. Há forte presença de erotismo na trama, que passa por relações sexuais entre raças distintas e classes distintas, e por temas como homossexualismo e prostituição. Para ilustrar o livro, os traços perfeitos dos desenhos do artista plástico João de Oliveira. “Cicatrizes na Parede” é de fácil leitura, tendo apenas o primeiro capítulo, “A Origem”, de entendimento um pouco mais complexo, mas necessário para a compreensão de toda a trama que se desenrolá dali em diante. Devorei o livro em uma tarde e uma manhã de praia. É daqueles livros que você não consegue parar de ler, atraído pelo que virá no passo seguinte da ótima trama. Talentoso em tudo o que faz, seja no fotojornalismo, no colunismo social, na gastronomia ou no design gráfico, Esdras Pereira revelou, com sucesso, mais uma faceta sua, a de escritor. O livro pode ser adquirido aqui, na Editora Autografia, ou aqui, em versão eletrônica, na Amazon.
(Christiano Abreu Barbosa)
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O pinga-pinga do relaxamento
03/02/2016 | 05h27
Apesar de os responsáveis da Câmara Municipal de Campos pela guarda das coleções do Monitor Campista, um inestimável patrimônio histórico, terem lavado as mãos da responsabilidade pelos danos causados a, pelo menos, dez volumes da coleção, creditando o estrago à simples ação do tempo, a história teria sido bem outra, unindo muito desleixo com total descaso. As coleções foram desalojadas de uma sala de reuniões, requisitada pelos vereadores, e levadas para a sala de um assessor, onde ficaram recebendo o pinga-pinga do ar condicionado por muito tempo sem que ninguém tomasse qualquer providência. Simples assim...
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Blog alerta e comerciantes reagem no Mercado
19/11/2015 | 02h01
[caption id="attachment_5795" align="aligncenter" width="960"]Levados ao desespero pelo descaso oficial, comerciantes reagem e derrubam tapumes deixando a vista mais problemas (Foto do Face de Ralph Braz) Levados ao desespero pelo descaso oficial, comerciantes reagem e derrubam tapumes deixando a vista mais problemas (Foto do Face de Ralph Braz)[/caption] [caption id="attachment_5784" align="aligncenter" width="960"]A deddrubada dos tapumes revelou mais problemas (Foto do Face de Ralph Braz) A derrubada dos tapumes revelou mais problemas (Foto do Face de Ralph Braz)[/caption] O alerta desse blog sobre os grandes prejuízos e o alto risco causado pela paralisação das obras da absurda tentativa de empachamento o Mercado Municipal de Campos com um paquidérmico Camelódromo de dois andares, sem que a prefeitura tomasse as providências adequadas para evitar os prejuízos dos comerciantes e o forte risco de incêndio no lixão em que o canteiro de obras havia se transformado, fez com que os comerciantes reagissem e tombassem os tapumes (AQUI), revelando que, além dos riscos já citados e do prejuízo para o patrimônio histórico e arquitetônico de todos os campistas, existe um grave risco de saúde para a população, com os grandes buracos cheios de água parada, criadouros férteis para as lavras do Aedes Aegypti, transmissor da Dengue e da Zica, que levando o país a um epidemia de microcefalia. [caption id="attachment_5790" align="aligncenter" width="960"]Criadouro Municipal de Aedes (Foto do Face de Ralph Braz) Criadouro Municipal de Aedes (Foto do Face de Ralph Braz)[/caption] [caption id="attachment_5792" align="aligncenter" width="960"]O espaço público livre poderia ser aproveitado para uma praça que serviria a toda a população ((Foto do Face de Ralph Braz) O espaço público livre poderia ser aproveitado para uma praça que serviria a toda a população ((Foto do Face de Ralph Braz)[/caption] Que sirva de exemplo para todos os campistas que, de uma forma ou outra, são prejudicados por decisões oficiais equivocadas. A passividade é cúmplice dos desmandos.
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Memória sob risco de despejo
10/09/2015 | 12h22
livro-com-teia-de-aranha2   Desde o início da reforma do Palácio da Cultura a Biblioteca Nilo Peçanha foi desmembrada. Uma parte do acervo, para uso do público (especialmente estudantes e pesquisadores), foi espremida em um prédio residencial alugado na Rua Salvador Corrêa. A outra parte, maior, foi amontoada no Cepop, que não possui instalações apropriadas para o acervo e consultas. O pior de tudo, é que, a cerca de um ano, a Prefeitura não paga o aluguel do prédio residencial. Com razão o proprietário ingressou em Juízo e, se o pagamento não for realizado e ele ganhar a causa, nossa memória literária será despejada sem dó nem piedade. Na falta do prédio do Museu Olavo Cardoso (ameaçado de desabamento) e com a obra a passo de cágado paralítico do Palácio da Cultura, onde se instalará a nossa Biblioteca? Vamos formar uma geração de “deficientes intelectuais”. Vão faltar cadeiras nos shoppings como reza o texto da lei aprovado pela prefeita...
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Sumiço de luminárias do Liceu faz EMOP exigir recolocação imediata
25/03/2015 | 03h38
licue-1As duas seculares luminárias da calçada frontal do Solar do Barão da Lagoa Dourada (Liceu) retiradas durante as obras de restauração do histórico prédio, a título de "conserto", não foram recolocadas em seus lugares para entrega da obra pelo ex-governador Sérgio Cabral e, até hoje, ninguém sabe dizer que fim levaram. Nem o Inepac, nem a Emop, órgão estadual encarregado de fiscalizar a obra, e nem, muito menos, a Concrejato, executora da obra, dão qualquer explicação. O grupo que moveu a Ação Civil Pública para obrigar o Estado a realizar a restauração está cuspindo marimbondos diante do risco de sumiço definitivo de mais algumas valiosas peças do patrimônio histórico dos campistas. O fato foi trazido à coluna pelo historiador Vilmar Rangel, que milita na proteção do patrimônio de Campos. Reação Após a publicação da nota acima na coluna Esdras, na Folha da Manhã impressa, o Gerente 3º. DEMAN- COMAN - EMOP, sr. José Jorge Fernandes Batista, oficiou à empresa responsável pela restauração a CONCREJATO para que "em caráter emergencial, agilize a entrega e recolocação das luminárias do Prédio Histórico no seu devido lugar, no prazo de 07 (sete) dias, a contar da presente data (24/03). Veja abaixo. Liceu-ofi-1
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Mercado Municipal - O crime Não Compensa
14/01/2015 | 05h05
 O crime não compensa! Apesar de não me encontrar no Brasil, recebo a notícia dos amigos desta luta, sobre o significativo posicionamento do INEPAC, recomendando a suspensão das obras do Mercado Municipal de Campos.
Desde  o princípio, quando nos foi fornecido o primeiro projeto, pelo sr. Orávio Soares, já havíamos nos posicionado de forma contrária às propostas de intervenções, mas a Prefeitura resolveu ignorar e substituiu o autor deste infeliz projeto, a PCE, pelo arquiteto Cláudio Valadares, que manteve o infeliz e deprimente conceito "projetual", apenas colocando "roupa de gala" onde havia um "traje maltrapilho", em uma tentativa primitiva! Fizemos as nossas argumentações sempre fundamentadas nos princípios do exercício das boas práticas da arquitetura e do urbanismos, que se distanciam há milhares de quilômetros do que foi apresentado na reunião do COPPAM e que mereceu o adjetivo de "empachamento" pelo INEPAC, em seu ofício de 09 de janeiro deste.
Esta conquista, de todos os campistas, deve ser preservada na memória como referência no exercício da cidadania, que não é tranquila, não é natural, exige determinação, coragem e bons princípios, onde certamente quem sustentou este crime não possui. Tentaram iludir à população desta cidade e aos permissionários de que estavam agindo com os melhores propósitos, não estavam e não estão! O INEPAC acaba de reconhecer, e caminhamos, felizmente sem retorno, rumo ao tombamento do Mercado Municipal, para que, enfim, o termo revitalização do Centro Histórico seja justificado pela restauração e revitalização urbanística do entorno do Mercado, o seu principal equipamento urbano.
As leis violadas pela Prefeitura, atingiram a mais sublime, a Lei Orgânica, criminosamente agiram, se sentindo acima de tudo, onde até agora eu não entendi a passividade do Ministério Público - embora fartamente subsidiado - diante de tamanha aberração e violação dos princípios que inclusive o levou à criação do COPPAM, em 2003. O Ministério Público, instrumento de grande valia a serviço do zelo e alunação das arbitrariedades dos governantes insanos, que agem, inclusive, criminosamente, não tem ajudado, conforme as suas competências, aqui em Campos. Prezado sr. Promotor da Tutela Coletiva, nós, da sociedade campista, precisamos e contamos com a sua ajuda e colaboração, pois acreditamos na ordem social, no equilíbrio de interesses, na plena e responsável cidadania. Queremos, sr. Promotor, caminhar juntos para encontrarmos as melhores soluções, afim de construirmos uma cidade mais humanizada e aprazível aos seus habitantes, para que possamos sentir orgulho, visto motivos, inclusive históricos, serem fartos por aqui.
Alguém já disse que Campos não é qualquer cidade, e não é mesmo! Apesar de eu não ser natural de Campos, tenho aqui os meus mais significativos laços em minha formação e convívio, pelos meus pais, filhos, familiares e amigos, por isso defenderei até o fim o direito de as gerações futuras não serem preteridas do direito ao conteúdo histórico e à cidade, para compreenderem o significado que possuem como "povo". É desta forma que se constroem as grandes nações, é assim, que se conquista o respeito, é assim que se vive com qualidade de vida, é assim que se formam cidadãos.
Esta conquista, é a primeira certamente, existem outros desafios à vista, como o caso da mobilidade urbana, por exemplo. Temos, campistas, que nos unir pelas boas causas, não abrindo mão daquilo que nos traz significado enquanto cidade, seja no ambiente cultural ou natural. Está na hora de não rejeitarmos este modelo perverso, que agora demonstrou a sua face criminosa, responsável pelo atraso e pela estagnação desta cidade, que pelos recursos disponíveis e capacidade de seu povo poderia ser exemplo de desenvolvimento para o Brasil.
Eu digo não ao crime, pois ele não compensa!
Abç., Renato César Arêas Siqueira
arquiteto e urbanista
perito técnico
professor bolsista UENF
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Abaixo Assinado para preservar o Mercado Municipal
19/12/2014 | 12h30
Abaixo-Mercado

Já está na internet, no site Avaazz.org (AQUI), um Abaixo Assinado contra a eminente descaracterização do belo Marcado Municipal de Campos, um patrimônio arquitetônico e histórico de todos os campistas, apenas para atender às ambições eleitoreiras populistas de um grupo político que pretende construir um enorme trambolho denominado de “Camelódromo”, sufocando o antigo prédio de arquitetura francesa o que, além de privatizar um espaço público, contraria a própria Postura e o Código de Obras do Município, ao pretender construir, novamente, em cima do canteiro central da Rua Barão de Amazonas. As assinaturas colhidas contra esse absurdo serão encaminhas ao Ministério Público para serem inseridas no Inquérito Civil 156/2014. Para fazer a sua parte, basta assinar. (AQUI)

 
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