Roubar pouco de rico, agora, pode
21/05/2012 | 11h16
Aparentemente atacados por uma “Síndrome de Robin Hood”, os juristas responsáveis pela elaboração do anteprojeto para reformulação do Código Penal brasileiro aprovaram que furtos de pequeno valor contra vítimas de alta renda deixem de ser considerados crimes. Para a regra valer é preciso que o prejuízo para a vítima seja insignificante. Roubar pouco do Eike, por exemplo, pode... Caiu meu mundo. Eu pensava que roubo era roubo, não importava o tamanho...
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Refrigerante de maconha será vendido no EUA a partir de fevereiro
27/01/2011 | 03h33
[caption id="attachment_942" align="aligncenter" width="540" caption="A "Maconhola" americana tem vários sabores, mas é probida no Brasil"][/caption] Parece até piada, mas é verdade. Em fevereiro, a Canna Cola, um refrigerante de maconha, isso mesmo, maconha, começará ser vendido no Colorado, nos Estados Unidos. A informação é da revista Time, que informa que cada garrafa custará entre US$ 10 e US$ 15 e terá entre 35 e 65 miligramas de THC (tetrahidrocanabinol), o principal ingrediente psicoativo do cannabis, o gênero botânico utilizado para produzir haxixe e maconha. O criador do “Canna Cola” é o empresário Clay Butler, que assegura que nunca fumou maconha e que elaborou a bebida por “acreditar que os adultos têm o direito de pensar, comer, fumar, ingerir ou vestir o que quiserem”. Vários sabores Além do sabor de cola, serão lançados, ao mesmo tempo, o de limão chamado “Sour Diesel”, o de uva de nome “Grape Ape”, o de laranja “Orange Kush” e, por fim, o inspirado na popular bebida Dr. Pepper, o “Doc Weed”. De acordo com Scott Riddell, criador da empresa que comercializará a bebida, os níveis de THC em “Canna Cola” serão menores que os de outras bebidas do mesmo tipo que já estão no mercado. O efeito no organismo é similar ao de uma “cerveja suave”. Proibido no Brasil Mas, cuidado. O refrigerante de maconha só está liberado na terra do Tio Sam. Se você for aos Estados Unidos, nem pense em trazer amostras na bagagem. A legislação brasileira pode enquadrá-lo por tráfico internacional de drogas.
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