Nem milagre na Fenorte
29/05/2014 | 15h08
A porca está torcendo o rabo na Fenorte. Segundo nossas fontes, a fundação foi instada a devolver 3 milhões de reais à Finep (Financiadora de Estudos e Projetos).  Apesar de milagroso, nem Santo Amaro indo ao Rio de Janeiro vai resolver...
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Energia para o Porto do Açu
27/05/2014 | 15h11
Em uma pequena nota na página de economia da Folha da Manhã de ontem, uma notícia de grande importância para o amanhã da região. A LLX Operações Portuárias S.A (Prumo) anunciou que requereu ao INEA um Licença Ambiental para implantação de um Ramal de Linha de Transmissão de 138 KV, que interligará a Linha de Transmissão Minas - Rio à Subestação do Açu, com 1.7 km e seis torres. Para quem não sabe, um dos maiores problemas na implantação do Distrito Industrial do Porto do Açu é a energia elétrica, hoje toda proveniente de geradores a diesel de alto custo, o que seria impraticável para uma planta de pelotização de minério de ferro, como prevê o projeto do Mineroduto Minas – Rio, quase concluído.
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A pólvora das Meninas de Guarus
23/05/2014 | 13h02
O deputado Marcelo Freixo descobriu a pólvora fazendo barulho ao afirmar na Alerj que há personagens da política campista no rolo das Meninas de Guarus. Isso todo mundo já sabe. O que ninguém sabe é quando serão tomadas providências para punir quem efetivamente tenha culpa no cartório...
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Santa Casa vai fechar Maternidade
21/05/2014 | 14h54
Após cerca de 60 anos de funcionamento, a Santa Casa de Misericórdia de Campos vai fechar a sua Maternidade e o seu setor de pediatria a partir do dia 1º de Junho. Segundo o provedor Benedito Marques, há seis anos os serviços dão um prejuízo mensal de cerca de 80 mil reais e os repasses do SUS são mínimos, além da enorme dificuldade de contratação de médicos e a evasão natural dos antigos profissionais por aposentadoria e falecimento. Ele garante que outros hospitais filantrópicos, como Beneficência Portuguesa e Plantadores de Cana, têm capacidade para absorver os pacientes, já que a Santa Casa só realizava 90 partos mensais, o que não daria para cobrir nem a folha de pagamento. A instituição pretende utilizar os espaços para Psiquiatria e Clínica Médica.
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Quiosque da Uenf vira moradia de alunos
20/05/2014 | 17h25
Quiosque Lar Finalmente foi dada uma boa utilização para aquele famoso quiosque da Uenf, que tem um gêmeo, cuja licitação foi vencida pela mesma empresa, no mesmo dia, por preço diferente. Ele foi ocupado pelos universitários que o elegeram como “a primeira moradia estudantil do campus”. No quiosque já tem uma daquelas famosas tvs instaladas. Bem que a reitoria poderia ceder um aparelho de ar condicionado para dar mais conforto à turma...
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O fim da Fenorte
16/05/2014 | 13h33
Como adiantamos em 29 de janeiro (AQUI), a Fenorte caminha para o seu fim. Apesar do recuo político do então governador Sérgio Cabral (AQUI), entrou em tramitação na Alerj um projeto de lei para a sua extinção. O projeto, de autoria do deputado Comte Bittencourt, pede a extinção da Fundação Estadual do Norte Fluminense (FENORTE) e a transferência dos seus servidores para a Uenf. O texto do projeto de lei aponta o completo esvaziamento da Fenorte e o fato de não atender a qualquer finalidade pública, não desenvolver qualquer projeto (AQUI) para a Uenf e utilizar os recursos destinados a ela apenas para pagamento de pessoal, concluindo ser inadmissível a sua existência no âmbito da administração pública do Estado do Rio de Janeiro. A pá de cal já foi lançada, agora é só aguardar. Veja abaixo.
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Beleza rara
13/05/2014 | 17h30
Quem procura beleza em espaços públicos de Campos encontra uma grande dificuldade. Na Beira Rio, aquele terrível terminal urbano de coletivos estragando a paisagem do Paraíba e gerando caos no trânsito. No Mercado Municipal, aquela zona toda e uma trapizonga armada para um novo (pode isso?) Camelódromo em cima do passeio público, cobrindo a bela e histórica fachada do mercado de um lado. Do outro, a Feira Livre se incumbe disso. Na Beira Valão, que horror, haja mau gosto, e mau cheiro... Gastou-se muito, não se resolveu nada... Das praças seria melhor nem falar, mas vai lá: a principal, a Praça São Salvador, foi totalmente descaracterizada e desumanizada, uma “chapa quente”. Aquela detrás da rodoviária obra nenhuma melhorou. O Parque Alberto Sampaio, coitado, que já teve nome de Jardim de Alá, hoje, destruído, serve de abrigo de desocupados e viciados e de espaço provisório para um Camelódromo que nunca deveria ser definitivo. O Parque Alzira Vargas, antes um manancial repousante com suas belas árvores, agora abriga a obra de mais um elefante branco de cimento, a “Cidade das Crianças”, irmã de sangue do Cepop, que surrupiou do campista mais oásis verde no centro da cidade. Sobrou a pracinha do Liceu, só não se sabe até quando...
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Sobre o autor

Esdras

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