Pajero utilizada para intimidar a família Toledo pertence a LLX
22/10/2013 | 09h35
O veículo Pajero TR4 preto, placa LPY1800, utilizado pelos homens acusados pela família Toledo de fazer ameaças e intimidações na última quinta-feira foi identificado por esse blog pelo registro no Detran como de propriedade da LLX, o que reforça as denúncias do agricultor Adeilço Toledo de que os homens que teriam ameaçado a sua família estavam a serviço da LLX. Segundo Adeilço, eles eram chefiados por Leandro Tavares, chefe da Segurança da LLX, e exibiam crachás da empresa quando foram até a propriedade da família tentar retirar novamente o gado que, anteriormente, havia sido levado por uma equipe da Codin e, posteriormente, devolvido por decisão judicial. Segundo testemunhas e a família, apesar dos indivíduos portarem armas de fogo, a família impediu a retirada do gado, sua única fonte de sustento, já que, até hoje, a família não recebeu do Governo Estadual a indenização pela desapropriação. O lamentável episódio só chegou ao fim quando os indivíduos percebendo a chegada de jornalistas ao local com câmeras de TV, saíram em disparada arrancando a cancela da propriedade. O que não impediu que a ação fosse fotografada e o carro identificado pelo DUT em nome da LLX. Sobre a Nota da LLX Em nota enviada ao Jornal do Brasil, A LLX nega que funcionários da empresa teriam participado do suposto atentado à família de Noêmia Magalhães (tiros durante a noite na entrada da propriedade). E também que tenham feito qualquer tipo de ameaça ou confronto com a família Toledo. A LLX ainda afirma que a empresa não possui contrato de segurança armada para proteção de suas áreas e frisa: "a empresa atua em observância às leis e tem mantido um diálogo sempre aberto com a comunidade local, atendendo a todos aqueles que a procuraram para a busca de soluções a qualquer questão que se apresenta à empresa. A empresa atua e orienta seus funcionários e suas contratadas a agir sempre na busca de soluções amigáveis, proibindo qualquer tipo de confronto".
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Ameaças e tiros no Açu no calor das desapropriações
21/10/2013 | 12h06
  O Porto do Açu mudou de dono, mas o conflito agrário está acirrado. Na quinta-feira, os filhos do falecido José Irineu Toledo foram surpreendidos por homens se dizendo representar a Codin, mas portando crachás e vestimentas da LLX, que queriam retirar da sua propriedade as 32 cabeças de gado que haviam sido resgatadas do confinamento em pasto de areia na Fazenda Papagaio, da LLX. Como a família ainda não recebeu um centavo da desapropriação, em disputa judicial, optou por colocar o gado no único lugar disponível, o Sítio Camará, de sua propriedade há décadas. Ao observar que uma equipe de reportagem chegava ao local, os homens saíram em disparada destruindo a cancela da propriedade. Mas, a coisa não parou por aí. No meio da noite o Sítio do Birica, de propriedade de Noêmia Magalhães, uma das lideranças da resistência às desapropriações foi alvejado por desconhecidos. Muito estranho... e perigoso...
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Ameaças e tiros no Açu no calor das desapropriações
21/10/2013 | 12h06
  O Porto do Açu mudou de dono, mas o conflito agrário está acirrado. Na quinta-feira, os filhos do falecido José Irineu Toledo foram surpreendidos por homens se dizendo representar a Codin, mas portando crachás e vestimentas da LLX, que queriam retirar da sua propriedade as 32 cabeças de gado que haviam sido resgatadas do confinamento em pasto de areia na Fazenda Papagaio, da LLX. Como a família ainda não recebeu um centavo da desapropriação, em disputa judicial, optou por colocar o gado no único lugar disponível, o Sítio Camará, de sua propriedade há décadas. Ao observar que uma equipe de reportagem chegava ao local, os homens saíram em disparada destruindo a cancela da propriedade. Mas, a coisa não parou por aí. No meio da noite o Sítio do Birica, de propriedade de Noêmia Magalhães, uma das lideranças da resistência às desapropriações foi alvejado por desconhecidos. Muito estranho... e perigoso...
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Peitando a Postura e Peitando a vida na Pelinca
31/10/2013 | 02h06
[caption id="attachment_4807" align="aligncenter" width="1259" caption="O carro da Postura Municipal ao lado do caminhão com gerador funcionando na carroceria (isso também pode?) instalado na rua até a madrugada"][/caption] Peitando a Postura Municipal Os responsáveis por aquela boate da Pelinca andam abusando da sorte, dos vizinhos e da Postura Municipal. No sábado, após instalarem um enorme gerador movido a diesel na rua lateral, sem abafador de ruído, choveram reclamações dos moradores dos três edifícios fronteiriços no telefone 190 da PM, que as encaminhava para a Postura Municipal. A chegada dos fiscais da Prefeitura, no correto cumprimento do dever, não os intimidou. Apesar de não terem autorização para tal abuso em via pública, bateram pé: “podem multar, que não vamos desligar”. Como o valor da multa deveria ser menor do que o da bilheteria, assinaram a notificação e a única providência tomada foi trocar o gerador, pasmem, por outro... O barulho e o desrespeito atravessaram a madrugada... Peitando a vida Falando na Pelinca, no sábado à noite, após ter seu carrão importado embarcado em daqueles vorazes reboques da Pátio Norte por estar estacionado de forma completamente irregular na muvuca da Pelinca, um gajo, totalmente zanzo de muitas e mais outras, subiu no caminhão reboque, tirou o lacre da porta do seu carro, entrou, acendeu as luzes, buzinou e ligou o veículo. Por sorte não deu a partida e provocou uma tragédia. Ele precisava mais de um “reboque” do que o próprio veículo..
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Diárias suspeitas na Uenf investigadas pelo MP rendem matéria no JB
28/10/2013 | 06h02

Nuvem de fumaça

A ampla reportagem publicada pelo Jornal do Brasil sobre suspeitas de irregularidades nas diárias de viagem, compra de tomógrafo e nepotismo na Uenf provocaram um intenso corre-corre naquela universidade. Denúncias semelhantes já haviam sido publicadas pela revista Somos Assim. Na ocasião, a reitoria da universidade minimizou os fatos, agora, anos depois, divulgou em tempo recorde uma nota oficial que, apesar de extensa, apenas nega irregularidades sem apresentação de documentos que provem isso. Quanto às desculpas sobre a estranhíssima aquisição de um tomógrafo para o seu Hospital Veterinário, não dá para justificar eventuais ilegalidades apenas declarando: “um tomógrafo que não foi adquirido com recursos da Universidade e sim por projeto de pesquisa dos docentes envolvidos”. Cabe à universidade fiscalizar a origem e a aplicação dos fundos utilizados, sejam eles estaduais ou federais, e não permitir que eventuais frutos de negócios pouco recomendados ocupem espaço nobre em seu campus. Mas essas explicações deverão ser compulsoriamente dadas as autoridades, já que, sistematicamente, a Uenf se nega a prestar esclarecimentos quando se trata de atos administrativos duvidosos. [caption id="attachment_4796" align="aligncenter" width="630" caption="Muita coisa ainda precisa ser explicada"][/caption] Muito mais precisa ser explicado. Como a aquisição de centenas de aparelhos de TV por um preço acima do mercado na época (882 mil reais) e sem ao menos terem instalação elétrica ou salas suficientes para instalá-los. Em comparação feita na época, se fossem compradas na Casas Bahia poderia ter sido feita uma economia de 170 mil reais. Além disso, licitações de obras de quiosques com projetos iguais, mas com preços diferentes; placa oficial falsa colocada sobre a original em carro particular alugado para uso do ex-reitor; as polêmicas obras do Restaurante Universitário, o Bandejão, que foram parcialmente pagas e paralisadas; e andaimes contratados por R$ 212 mil para pintura externa dos prédios da universidade e não utilizados, sendo substituídos por perigosas e proibidas cadeirinhas artesanais, o que elevou a autuação pelo Ministério Público Federal do Trabalho. É prática comum e hereditária na reitoria daquela universidade tentar jogar uma nuvem de fumaça sempre que é questionada por assuntos, digamos, utilizando de eufemismo, incômodos. Leia matéria do Jornal do Brasil AQUI Leia Nota Oficial da Uenf AQUI
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Quando manso fica bravo
09/10/2013 | 02h14
Ouvido durante protesto na entrada de uma universidade: “Eu quero o mesmo tratamento que o senhor dá a sua mulher e aos seus filhos”. Como acusação de nepotismo faz até o mais manso ficar bravo, quase deu xabu. Quando o carro arrancou, ainda deu para ouviu uma vozinha esbravejar lá de dentro: “Me segura se não eu vou partir para briga”. Mas ficou no quase... Só nisso. E fecha o pano...
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Google abusivo
16/10/2013 | 01h14
Só faltava essa. A partir de novembro, o Google pretende utilizar os dados pessoais dos usuários, como nome e a foto do perfil do usuário, em anúncios. Se isso não é uma baita invasão de privacidade, o que é? Para desativar esse abuso siga os passos abaixo: 1. Faça login com seu perfil do Google e clique para acessar as Configurações de Recomendações Compartilhadas. 2. Desça até “Com base em minhas atividades, o Google poderá exibir meu nome e minha foto de perfil em recomendações compartilhadas em anúncios.” e desmarque a caixa posicionada do lado esquerdo. 3. Clique em “Salvar”.
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Google abusivo
16/10/2013 | 01h14
Só faltava essa. A partir de novembro, o Google pretende utilizar os dados pessoais dos usuários, como nome e a foto do perfil do usuário, em anúncios. Se isso não é uma baita invasão de privacidade, o que é? Para desativar esse abuso siga os passos abaixo: 1. Faça login com seu perfil do Google e clique para acessar as Configurações de Recomendações Compartilhadas. 2. Desça até “Com base em minhas atividades, o Google poderá exibir meu nome e minha foto de perfil em recomendações compartilhadas em anúncios.” e desmarque a caixa posicionada do lado esquerdo. 3. Clique em “Salvar”.
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Relatório da GSA/LLX diz que terras no Açu são apenas para aluguel e lucros
24/10/2013 | 07h41
Parece existir mais problemas nas desapropriações no Açu do que as acusações de atuação de milícias armadas e intimidações aos agricultores e suas famílias, como contradições na finalidade das desapropriações no Açu e recibos de pagamentos de I.T.B.I. (imposto sobre transmissão de bens imóveis) à prefeitura de São João da Barra registrando apenas o nome do adquirente (comprador) e não do transmitente (vendedor), deixando em branco o espaço. O documento (recibo de I.T.B.I.) é indispensável para o registro de propriedade do imóvel no cartório. O Relatório Administrativo citado pode ser lidos na íntegra no link no final dessa matéria. A cópia de um dos recibos de  IBTI  está publicada abaixo. Veja só que coisa estranha e quantas contradições. A Grussaí Siderúrgica do Açu S.A. (GSA), que atua como um braço imobiliário da LLX, com capital social de R$ 32.670.020,00, controlada pela LLX Açu Operações Portuárias S/, com 99.0%, e pela LLX Logística S/A com 1.0%. A GSA, amplamente beneficiada com terras provenientes das desapropriações da Codin no Açu, declara em Relatório Administrativo, publicado em 29 de maio deste ano no Diário Oficial do Estado (item 8), que todos os terrenos adquiridos através das desapropriações são para aluguel a terceiros, e, em nota divulgada a imprensa essa semana, a sua controladora LLX diz que irá utilizar as terras da família Toledo para serviço, passagem de linha de transmissão e instalação. CONTRADIÇÕES: Em trecho da Nota, divulgada pela LLX essa semana, a empresa também contradiz o que afirma no Relatório Administrativo, no item 3 do Contexto Operacional. Leia abaixo parte da Nota e parte do Relatório: Nota “... Importante destacar que a área desapropriada do Sr. Adeilço será utilizada em sua maior parte para instalação de infraestrutura comum do Distrito (estradas internas do Distrito Industrial de São João da Barra e linha de transmissão de energia, entre outros). Inclusive no local já está sendo construída uma Linha de Transmissão, que ligará o Distrito Industrial ao Sistema Interligado Nacional e que está sendo construída pela LLX. No local, já estão depositados equipamentos e cabos para instalação das torres. Outra parte menor do imóvel será utilizada pela GSA, empresa administrada pela LLX...” Relatório (aqui uma confissão de que os terrenos são apenas para auferir lucros para a empresa) 3. Principais políticas contábeis b) Propriedade para investimento Propriedade para investimento é a propriedade mantida para auferir receita de aluguel ou para valorização de capital ou para ambos, mas não para venda no curso normal dos negócios, utilização na produção ou fornecimento de produtos ou serviços ou para propósitos administrativos. 1. Contexto operacional A Grussaí Siderúrgica do Açu S.A. (“GSA” ou “Companhia”), foi constituída em 28 de fevereiro de 2008 com objetivo de participar em outras sociedades como sócio, acionista ou quotista. Em 31 de julho de 2008 a LLX Açu Operações Portuárias S.A. (“LLX Açu”) adquiriu 99,99% das ações da Companhia, visando o desenvolvimento do Superporto do Açu e seu objeto social foi alterado para a fabricação, transformação, comercialização, importação de produtos siderúrgicos. A Companhia possui seus terrenos com o objetivo de aluguel a clientes que venham a desenvolver seus projetos na área do Superporto do Açu no Distrito Industrial de São João da Barra. 8. Propriedade para investimento ... No exercício de 2012, a Administração determinou que todos os terrenos adquiridos seriam utilizados para arrendamento e, dessa forma, reclassificou os saldos anteriormente registrados como imobilizado para propriedades para investimento, conforme demonstrado na tabela acima. As propriedades para investimento são avaliadas pelo método do custo, porém em atendimento a norma contábil CPC 28 - Propriedade para investimento assim que for possível a Companhia irá avaliar, para fins de divulgação, o valor justo dos terrenos. Em outro trecho da Nota a empresa afirma que: “... a área em questão (da família Toledo) foi desapropriada pelo Estado do Rio de Janeiro, através da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro – CODIN, para a implantação do Distrito Industrial de São João da Barra, sendo que o valor da indenização foi depositado em juízo e está à disposição dos réus desde 17/5/2013, no valor de R$ 742 mil...” Seria esse o valor justo que a empresa afirma no relatório ainda não ter sido possível avaliar? Documentos incompletos O blog teve acesso a vários recibos de pagamento de I.T.B.I (imposto sobre transmissão de bens imóveis) e, estranhamente, em todos eles, o espaço reservado para o vendedor está em branco, constando apenas o nome do comprador GSA – Grussaí Siderúrgica do Açu. Link para Relatório Administrativo da GSA/LLX. Clique Abaixo: IOERJ GSA
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Quando manso fica bravo
09/10/2013 | 02h14
Ouvido durante protesto na entrada de uma universidade: “Eu quero o mesmo tratamento que o senhor dá a sua mulher e aos seus filhos”. Como acusação de nepotismo faz até o mais manso ficar bravo, quase deu xabu. Quando o carro arrancou, ainda deu para ouviu uma vozinha esbravejar lá de dentro: “Me segura se não eu vou partir para briga”. Mas ficou no quase... Só nisso. E fecha o pano...
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Nova TV a Cabo em Campos começa com pé esquerdo
04/10/2013 | 12h49
No afã de arrebanhar clientes, a nova operadora de TV a cabo em Campos já começa com o pé esquerdo ao colocar na rua uma legião de jovens mal informados com a pretensão de vender um produto do qual mostram não ter o menor conhecimento. Além disso, utilizando panfletos antigos com preços majorados a caneta, e com erros.  Observem os panfletos acima distribuídos na cidade, um deles é com o preço atual e o outro foi "reciclado" a caneta, inclusive com erro no preço, como está assinalado. Se essa é a qualidade do que está por vir, vai ser o mesmo que trocar seis por meia dúzia...
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Pescaria de Otários
29/10/2013 | 06h24
Cuidado com picaretagem usando o nome da CIELO [caption id="attachment_4801" align="aligncenter" width="746" caption="Essa aí veio para a minha caixa de e-mails. Nessa eu fui o otário eleito mas, como tenho bons programas de detecção não cai na malandragem"][/caption] [caption id="attachment_4802" align="aligncenter" width="757" caption="Utilize programas de proteção no seu computador. Não cai, mas fui alertado e não tenho cartão da Cielo com meu CPF. Fique atento aos detalhes. O e-mail de quem enviou também não era da Cielo. Observe na primeira imagem"][/caption] A cada dia os ladrões se aperfeiçoam mais. Agora estão enviando e-mails como se fossem da operadora de cartões de crédito Cielo comunicando ao usuário para que resgate urgente um prêmio que foi sorteado em uma promoção de Natal da operadora. Pura pilantragem. Depois de solicitar que se clique na página, a próxima solicitação é o número do CPF da vítima, e por aí vai. Como ainda existe gente ingênua e eles utilizam as logomarcas da Visa, American Express, Diners Clube Mastercad para dar aparência de autenticidade, estão colhendo os dados bancários e pessoais de muitos desavisados. Essa fraude eletrônica é definida em computação como phishing, termo oriundo do inglês (fishing) que quer dizer pesca, é uma forma de adquirir dados pessoais de diversos tipos; senhas, dados financeiros como número de cartões de crédito e outros dados pessoais. O fraudador se faz passar por uma empresa confiável enviando uma comunicação eletrônica oficial. Isto ocorre de várias maneiras, principalmente por email, mensagem instantânea, SMS, dentre outros. Como o nome propõe (Phishing), é uma tentativa de um fraudador tentar "pescar" informações pessoais de usuários desavisados ou inexperientes. Ou seja “Pescaria de Otários”. Fique atento.
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Pajero utilizada para intimidar a família Toledo pertence a LLX
22/10/2013 | 09h35
O veículo Pajero TR4 preto, placa LPY1800, utilizado pelos homens acusados pela família Toledo de fazer ameaças e intimidações na última quinta-feira foi identificado por esse blog pelo registro no Detran como de propriedade da LLX, o que reforça as denúncias do agricultor Adeilço Toledo de que os homens que teriam ameaçado a sua família estavam a serviço da LLX. Segundo Adeilço, eles eram chefiados por Leandro Tavares, chefe da Segurança da LLX, e exibiam crachás da empresa quando foram até a propriedade da família tentar retirar novamente o gado que, anteriormente, havia sido levado por uma equipe da Codin e, posteriormente, devolvido por decisão judicial. Segundo testemunhas e a família, apesar dos indivíduos portarem armas de fogo, a família impediu a retirada do gado, sua única fonte de sustento, já que, até hoje, a família não recebeu do Governo Estadual a indenização pela desapropriação. O lamentável episódio só chegou ao fim quando os indivíduos percebendo a chegada de jornalistas ao local com câmeras de TV, saíram em disparada arrancando a cancela da propriedade. O que não impediu que a ação fosse fotografada e o carro identificado pelo DUT em nome da LLX. Sobre a Nota da LLX Em nota enviada ao Jornal do Brasil, A LLX nega que funcionários da empresa teriam participado do suposto atentado à família de Noêmia Magalhães (tiros durante a noite na entrada da propriedade). E também que tenham feito qualquer tipo de ameaça ou confronto com a família Toledo. A LLX ainda afirma que a empresa não possui contrato de segurança armada para proteção de suas áreas e frisa: "a empresa atua em observância às leis e tem mantido um diálogo sempre aberto com a comunidade local, atendendo a todos aqueles que a procuraram para a busca de soluções a qualquer questão que se apresenta à empresa. A empresa atua e orienta seus funcionários e suas contratadas a agir sempre na busca de soluções amigáveis, proibindo qualquer tipo de confronto".
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Ligações perigosas
17/10/2013 | 09h04
As seguidas adições milionárias que turbinaram exponencialmente contratos de empresa de prestação de serviços, estranhamente atuando na área de construção civil após ser a única a disputar licitações públicas, têm potencial para levar alguns políticos e algumas candidaturas a uma situação decadente... Em breve o assunto virá à tona. Ligações perigosas costumam dar trabalho em qualquer língua, até em inglês...
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Peitando a Postura e Peitando a vida na Pelinca
31/10/2013 | 02h06
[caption id="attachment_4807" align="aligncenter" width="1259" caption="O carro da Postura Municipal ao lado do caminhão com gerador funcionando na carroceria (isso também pode?) instalado na rua até a madrugada"][/caption] Peitando a Postura Municipal Os responsáveis por aquela boate da Pelinca andam abusando da sorte, dos vizinhos e da Postura Municipal. No sábado, após instalarem um enorme gerador movido a diesel na rua lateral, sem abafador de ruído, choveram reclamações dos moradores dos três edifícios fronteiriços no telefone 190 da PM, que as encaminhava para a Postura Municipal. A chegada dos fiscais da Prefeitura, no correto cumprimento do dever, não os intimidou. Apesar de não terem autorização para tal abuso em via pública, bateram pé: “podem multar, que não vamos desligar”. Como o valor da multa deveria ser menor do que o da bilheteria, assinaram a notificação e a única providência tomada foi trocar o gerador, pasmem, por outro... O barulho e o desrespeito atravessaram a madrugada... Peitando a vida Falando na Pelinca, no sábado à noite, após ter seu carrão importado embarcado em daqueles vorazes reboques da Pátio Norte por estar estacionado de forma completamente irregular na muvuca da Pelinca, um gajo, totalmente zanzo de muitas e mais outras, subiu no caminhão reboque, tirou o lacre da porta do seu carro, entrou, acendeu as luzes, buzinou e ligou o veículo. Por sorte não deu a partida e provocou uma tragédia. Ele precisava mais de um “reboque” do que o próprio veículo..
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Super Porto rebaixado
10/10/2013 | 11h03
O clima nas empresas que se instalam no Porto do Açu e que resistiram à tempestade que varreu os negócios de Eike Batista é de cauteloso otimismo, mas de certeza de que o empreendimento é irreversível. Só não aceitam mais que seja chamado de super... Foi reduzido a porto. Simples assim. Faixa de Gaza Apelidaram a divisão de ânimos no Porto do Açu de Faixa de Gaza. De um lado do canal as empresas independentes construindo a todo vapor, do outro, o de Eike, só desolação...
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Rebocadora “rebocada”
18/10/2013 | 08h37
A Pátio Norte foi despejada da sua sede administrativa e de um dos seus depósitos, na Rua João Maria, através de mandado judicial cumprido por oficiais de justiça com apoio da PM. O slogan da empresa “Se você respeitar, a gente não vai te rebocar” agora poderia mudar para: “se você respeitar, a gente não vai te despejar”... Rebocadora “rebocada” II Pairam no ar várias dúvidas nessa questão do “reboque” judicial da rebocadora: O que provocou o despejo a deixa inidônea para prestar serviço ao poder público? Os bens sob sua guarda podem servir como algum tipo de garantia judicial de eventuais dívidas? Os proprietários serão devidamente comunicados da transferência dos seus veículos para outro local? Eventuais danos em virtude dessa movimentação serão ressarcidos? A redução de área de parqueamento dos veículos apreendidos fere o contrato com a prefeitura? Quem vai fiscalizar isso?
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Ligações perigosas
17/10/2013 | 09h04
As seguidas adições milionárias que turbinaram exponencialmente contratos de empresa de prestação de serviços, estranhamente atuando na área de construção civil após ser a única a disputar licitações públicas, têm potencial para levar alguns políticos e algumas candidaturas a uma situação decadente... Em breve o assunto virá à tona. Ligações perigosas costumam dar trabalho em qualquer língua, até em inglês...
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Ponte e Abismo - Carona e Confissões
17/10/2013 | 01h23
Distância Enquanto se anuncia a ponte que ligará São João da Barra a São Francisco de Itabapoana, vai se alargando o abismo entre Neco e Carla Machado. Os ex-melhores amigos já não rezam pela mesma cartilha política. Nisso, não há “ponte” que dê jeito... A bordo Falando nisso, na quinta-feira passada, uma providencial carona do Rio para Campos elevou ainda mais o nível do namoro com outro cacique. Dividiram o carro, confissões e estratégias. Ranulfo esteve em pauta.
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Super Porto rebaixado
10/10/2013 | 11h03
O clima nas empresas que se instalam no Porto do Açu e que resistiram à tempestade que varreu os negócios de Eike Batista é de cauteloso otimismo, mas de certeza de que o empreendimento é irreversível. Só não aceitam mais que seja chamado de super... Foi reduzido a porto. Simples assim. Faixa de Gaza Apelidaram a divisão de ânimos no Porto do Açu de Faixa de Gaza. De um lado do canal as empresas independentes construindo a todo vapor, do outro, o de Eike, só desolação...
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Relatório da GSA/LLX diz que terras no Açu são apenas para aluguel e lucros
24/10/2013 | 07h41
Parece existir mais problemas nas desapropriações no Açu do que as acusações de atuação de milícias armadas e intimidações aos agricultores e suas famílias, como contradições na finalidade das desapropriações no Açu e recibos de pagamentos de I.T.B.I. (imposto sobre transmissão de bens imóveis) à prefeitura de São João da Barra registrando apenas o nome do adquirente (comprador) e não do transmitente (vendedor), deixando em branco o espaço. O documento (recibo de I.T.B.I.) é indispensável para o registro de propriedade do imóvel no cartório. O Relatório Administrativo citado pode ser lidos na íntegra no link no final dessa matéria. A cópia de um dos recibos de  IBTI  está publicada abaixo. Veja só que coisa estranha e quantas contradições. A Grussaí Siderúrgica do Açu S.A. (GSA), que atua como um braço imobiliário da LLX, com capital social de R$ 32.670.020,00, controlada pela LLX Açu Operações Portuárias S/, com 99.0%, e pela LLX Logística S/A com 1.0%. A GSA, amplamente beneficiada com terras provenientes das desapropriações da Codin no Açu, declara em Relatório Administrativo, publicado em 29 de maio deste ano no Diário Oficial do Estado (item 8), que todos os terrenos adquiridos através das desapropriações são para aluguel a terceiros, e, em nota divulgada a imprensa essa semana, a sua controladora LLX diz que irá utilizar as terras da família Toledo para serviço, passagem de linha de transmissão e instalação. CONTRADIÇÕES: Em trecho da Nota, divulgada pela LLX essa semana, a empresa também contradiz o que afirma no Relatório Administrativo, no item 3 do Contexto Operacional. Leia abaixo parte da Nota e parte do Relatório: Nota “... Importante destacar que a área desapropriada do Sr. Adeilço será utilizada em sua maior parte para instalação de infraestrutura comum do Distrito (estradas internas do Distrito Industrial de São João da Barra e linha de transmissão de energia, entre outros). Inclusive no local já está sendo construída uma Linha de Transmissão, que ligará o Distrito Industrial ao Sistema Interligado Nacional e que está sendo construída pela LLX. No local, já estão depositados equipamentos e cabos para instalação das torres. Outra parte menor do imóvel será utilizada pela GSA, empresa administrada pela LLX...” Relatório (aqui uma confissão de que os terrenos são apenas para auferir lucros para a empresa) 3. Principais políticas contábeis b) Propriedade para investimento Propriedade para investimento é a propriedade mantida para auferir receita de aluguel ou para valorização de capital ou para ambos, mas não para venda no curso normal dos negócios, utilização na produção ou fornecimento de produtos ou serviços ou para propósitos administrativos. 1. Contexto operacional A Grussaí Siderúrgica do Açu S.A. (“GSA” ou “Companhia”), foi constituída em 28 de fevereiro de 2008 com objetivo de participar em outras sociedades como sócio, acionista ou quotista. Em 31 de julho de 2008 a LLX Açu Operações Portuárias S.A. (“LLX Açu”) adquiriu 99,99% das ações da Companhia, visando o desenvolvimento do Superporto do Açu e seu objeto social foi alterado para a fabricação, transformação, comercialização, importação de produtos siderúrgicos. A Companhia possui seus terrenos com o objetivo de aluguel a clientes que venham a desenvolver seus projetos na área do Superporto do Açu no Distrito Industrial de São João da Barra. 8. Propriedade para investimento ... No exercício de 2012, a Administração determinou que todos os terrenos adquiridos seriam utilizados para arrendamento e, dessa forma, reclassificou os saldos anteriormente registrados como imobilizado para propriedades para investimento, conforme demonstrado na tabela acima. As propriedades para investimento são avaliadas pelo método do custo, porém em atendimento a norma contábil CPC 28 - Propriedade para investimento assim que for possível a Companhia irá avaliar, para fins de divulgação, o valor justo dos terrenos. Em outro trecho da Nota a empresa afirma que: “... a área em questão (da família Toledo) foi desapropriada pelo Estado do Rio de Janeiro, através da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro – CODIN, para a implantação do Distrito Industrial de São João da Barra, sendo que o valor da indenização foi depositado em juízo e está à disposição dos réus desde 17/5/2013, no valor de R$ 742 mil...” Seria esse o valor justo que a empresa afirma no relatório ainda não ter sido possível avaliar? Documentos incompletos O blog teve acesso a vários recibos de pagamento de I.T.B.I (imposto sobre transmissão de bens imóveis) e, estranhamente, em todos eles, o espaço reservado para o vendedor está em branco, constando apenas o nome do comprador GSA – Grussaí Siderúrgica do Açu. Link para Relatório Administrativo da GSA/LLX. Clique Abaixo: IOERJ GSA
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Ponte e Abismo - Carona e Confissões
17/10/2013 | 01h23
Distância Enquanto se anuncia a ponte que ligará São João da Barra a São Francisco de Itabapoana, vai se alargando o abismo entre Neco e Carla Machado. Os ex-melhores amigos já não rezam pela mesma cartilha política. Nisso, não há “ponte” que dê jeito... A bordo Falando nisso, na quinta-feira passada, uma providencial carona do Rio para Campos elevou ainda mais o nível do namoro com outro cacique. Dividiram o carro, confissões e estratégias. Ranulfo esteve em pauta.
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Diárias suspeitas na Uenf investigadas pelo MP rendem matéria no JB
28/10/2013 | 06h02

Nuvem de fumaça

A ampla reportagem publicada pelo Jornal do Brasil sobre suspeitas de irregularidades nas diárias de viagem, compra de tomógrafo e nepotismo na Uenf provocaram um intenso corre-corre naquela universidade. Denúncias semelhantes já haviam sido publicadas pela revista Somos Assim. Na ocasião, a reitoria da universidade minimizou os fatos, agora, anos depois, divulgou em tempo recorde uma nota oficial que, apesar de extensa, apenas nega irregularidades sem apresentação de documentos que provem isso. Quanto às desculpas sobre a estranhíssima aquisição de um tomógrafo para o seu Hospital Veterinário, não dá para justificar eventuais ilegalidades apenas declarando: “um tomógrafo que não foi adquirido com recursos da Universidade e sim por projeto de pesquisa dos docentes envolvidos”. Cabe à universidade fiscalizar a origem e a aplicação dos fundos utilizados, sejam eles estaduais ou federais, e não permitir que eventuais frutos de negócios pouco recomendados ocupem espaço nobre em seu campus. Mas essas explicações deverão ser compulsoriamente dadas as autoridades, já que, sistematicamente, a Uenf se nega a prestar esclarecimentos quando se trata de atos administrativos duvidosos. [caption id="attachment_4796" align="aligncenter" width="630" caption="Muita coisa ainda precisa ser explicada"][/caption] Muito mais precisa ser explicado. Como a aquisição de centenas de aparelhos de TV por um preço acima do mercado na época (882 mil reais) e sem ao menos terem instalação elétrica ou salas suficientes para instalá-los. Em comparação feita na época, se fossem compradas na Casas Bahia poderia ter sido feita uma economia de 170 mil reais. Além disso, licitações de obras de quiosques com projetos iguais, mas com preços diferentes; placa oficial falsa colocada sobre a original em carro particular alugado para uso do ex-reitor; as polêmicas obras do Restaurante Universitário, o Bandejão, que foram parcialmente pagas e paralisadas; e andaimes contratados por R$ 212 mil para pintura externa dos prédios da universidade e não utilizados, sendo substituídos por perigosas e proibidas cadeirinhas artesanais, o que elevou a autuação pelo Ministério Público Federal do Trabalho. É prática comum e hereditária na reitoria daquela universidade tentar jogar uma nuvem de fumaça sempre que é questionada por assuntos, digamos, utilizando de eufemismo, incômodos. Leia matéria do Jornal do Brasil AQUI Leia Nota Oficial da Uenf AQUI
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Rebocadora “rebocada”
18/10/2013 | 08h37
A Pátio Norte foi despejada da sua sede administrativa e de um dos seus depósitos, na Rua João Maria, através de mandado judicial cumprido por oficiais de justiça com apoio da PM. O slogan da empresa “Se você respeitar, a gente não vai te rebocar” agora poderia mudar para: “se você respeitar, a gente não vai te despejar”... Rebocadora “rebocada” II Pairam no ar várias dúvidas nessa questão do “reboque” judicial da rebocadora: O que provocou o despejo a deixa inidônea para prestar serviço ao poder público? Os bens sob sua guarda podem servir como algum tipo de garantia judicial de eventuais dívidas? Os proprietários serão devidamente comunicados da transferência dos seus veículos para outro local? Eventuais danos em virtude dessa movimentação serão ressarcidos? A redução de área de parqueamento dos veículos apreendidos fere o contrato com a prefeitura? Quem vai fiscalizar isso?
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Pescaria de Otários
29/10/2013 | 06h24
Cuidado com picaretagem usando o nome da CIELO [caption id="attachment_4801" align="aligncenter" width="746" caption="Essa aí veio para a minha caixa de e-mails. Nessa eu fui o otário eleito mas, como tenho bons programas de detecção não cai na malandragem"][/caption] [caption id="attachment_4802" align="aligncenter" width="757" caption="Utilize programas de proteção no seu computador. Não cai, mas fui alertado e não tenho cartão da Cielo com meu CPF. Fique atento aos detalhes. O e-mail de quem enviou também não era da Cielo. Observe na primeira imagem"][/caption] A cada dia os ladrões se aperfeiçoam mais. Agora estão enviando e-mails como se fossem da operadora de cartões de crédito Cielo comunicando ao usuário para que resgate urgente um prêmio que foi sorteado em uma promoção de Natal da operadora. Pura pilantragem. Depois de solicitar que se clique na página, a próxima solicitação é o número do CPF da vítima, e por aí vai. Como ainda existe gente ingênua e eles utilizam as logomarcas da Visa, American Express, Diners Clube Mastercad para dar aparência de autenticidade, estão colhendo os dados bancários e pessoais de muitos desavisados. Essa fraude eletrônica é definida em computação como phishing, termo oriundo do inglês (fishing) que quer dizer pesca, é uma forma de adquirir dados pessoais de diversos tipos; senhas, dados financeiros como número de cartões de crédito e outros dados pessoais. O fraudador se faz passar por uma empresa confiável enviando uma comunicação eletrônica oficial. Isto ocorre de várias maneiras, principalmente por email, mensagem instantânea, SMS, dentre outros. Como o nome propõe (Phishing), é uma tentativa de um fraudador tentar "pescar" informações pessoais de usuários desavisados ou inexperientes. Ou seja “Pescaria de Otários”. Fique atento.
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Nova TV a Cabo em Campos começa com pé esquerdo
04/10/2013 | 12h49
No afã de arrebanhar clientes, a nova operadora de TV a cabo em Campos já começa com o pé esquerdo ao colocar na rua uma legião de jovens mal informados com a pretensão de vender um produto do qual mostram não ter o menor conhecimento. Além disso, utilizando panfletos antigos com preços majorados a caneta, e com erros.  Observem os panfletos acima distribuídos na cidade, um deles é com o preço atual e o outro foi "reciclado" a caneta, inclusive com erro no preço, como está assinalado. Se essa é a qualidade do que está por vir, vai ser o mesmo que trocar seis por meia dúzia...
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