Rosinha processa vereador por acusá-la de "estelionato político"
20/07/2017 | 12h49
Arte/Somos
Pondo em prática a sua velha estratégia de processar adversários, opositores ou pessoas que discordem da suas ações enquanto gestora municipal, Rosinha Garotinho (PR) ingressou com uma ação de dano moral contra o vereador Cláudio Andrade (PSDC), em que o acusa de “ofensas à honra e de imputá-la o cometimento de práticas criminosas, precisamente o crime de estelionato, previsto no art. 171”.
Censura
A ex-prefeita Rosinha pede a “retirada imediata” da matéria “Rosinha praticou estelionato político no caso Caixa” do blog mantido pelo vereador e de perfis das redes sociais. É a desgastada estratégia conhecida como guerra de processos.
Motivo chocho
Em seu blog, o vereador Cláudio Andrade utilizou a expressão “estelionato político” no sentido figurado, não previsto em lei, para exemplificar o forte sentimento popular diante da descoberta de que o contrato que “vendia o futuro” de Campos não continha a cláusula limitadora da cobrança aos 10% dos recursos dos royalties e participações especiais, argumento amplamente utilizado pelo casal Garotinho diante da Câmara Municipal e da população para contratar com a Caixa Econômica em termos bem diferentes dos divulgados, que comprometeram gravemente as finanças do Município de Campos dos Goytacazes.
A mãe de todas as “coincidências”
A “coincidência” é que bastou a divulgação de que o vereador Cláudio Andrade iria propor uma Ação Popular (proposta no dia 11/07/17) com pedido de liminar para suspender os pagamentos do município de Campos à Caixa Econômica Federal, tramitando na 2ª Vara Federal de Campos, que deixou como réus a ex-prefeita Rosinha e a Caixa Econômica, que, rápida no gatilho, cinco dias antes, a ex-prefeita Rosinha se antecipou colocando o vereador como réu na Ação de Reparação de Danos, proposta no dia 07/07/17.
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Dada como morta por delatores, secretária de Garotinho ressuscita no Facebook do chefe
15/07/2017 | 13h22
Ontem à tarde, a ex-secretária de Garotinho, Maria de Lourdes Araújo Ribeiro, a “toda poderosa do Palácio das Laranjeiras” no governo Rosinha, e a famosa secretária da “Palavra de Paz”, que teria marcado a reunião do “acerto” entre o chefe e a Odebrecht, e dada como falecida em depoimento dos delatores da Odebrecht Benedicto Barbosa da Silva Júnior e Leandro Andrade Azevedo, “ressuscitou” no Facebook do antigo chefe como comentarista de um vídeo onde Garotinho alega estar febril, mas aparece deitado sem camisa, aparentando certa desorientação, como sob efeito de forte medicação, mas se vangloriando de ter sido absolvido no caso EDAFO, e ainda aproveitando para culpar adversários, a imprensa, e atacar o prefeito de Campos Rafael Diniz.

"Morta" arquivo vivo posta no Facebook do chefe / Facebook

Arquivo vivo

Observem que, mesmo sabendo que ela, dada como falecida pelos delatores, estava bem viva e morando em Copacabana, o casal Garotinho/Rosinha omitiu essa informação, deixando que a Lava Jato e o Ministério Público Estadual/Campos continuassem a ignorar a existência de uma importante testemunha...
Que medo é esse?
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Não adiantou espernear. Garotinho perde mais uma
12/07/2017 | 21h21
Não adiantou espernear nem no tribunal. Garotinho perdeu mais uma
Não adiantou espernear nem no tribunal. Garotinho perdeu mais uma
O plenário do TRE negou, por unanimidade, o recurso de Garotinho contra a decisão do Desembargador Corregedor do Tribunal que arquivou o processo contra o juiz Glaucenir Oliveira, em relação à decisão de sua prisão e transferência do Hospital Souza Aguiar para o presídio de Bangu. Mais uma derrota para a coleção...
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A cor do luto é rosa
12/07/2017 | 19h57
Arte/Somos
Hoje a nossa cidade amanheceu sob a insidiosa penumbra rosa da irresponsabilidade de efeito retardado que vendeu, indiferente às consequências, o futuro de milhares de pessoas, sem dó nem piedade, “Como se não houvesse o amanhã”.
Mas, ao contrário de “As Quatro Estações” do Legião Urbana, para isso foi preciso não amar as pessoas...

Ordenadores

Os ex-prefeitos Rosinha e Garotinho, esse por estranho mandato matrimonial, não titubearam em contratar dois milionários empréstimos com a Caixa Econômica, um de cerca de R$ 200 milhões e outro de mais de R$ 762 milhões. Até aí já seria um absurdo.
Mas o dito cujo reside exatamente nos detalhes. Do segundo empréstimo a Prefeitura ficou apenas com 562 milhões, já que a parte que falta morreu no berço para pagar o primeiro empréstimo de 200 milhões.
Pagando, assim, uma dívida com outra. Prática muito utilizada pelo mercado financeiro informal do Calçadão, o da famosa agiotagem.

Mentiram para vender o que não ainda não existia para pagar com o que não teriam

Mas, como não há nada tão ruim que não possa piorar, o casal deu como garantia royalties futuros e participações especiais na casa de R$ 1,3 bilhão, mentindo em alta voz que apenas 10% desses recursos seriam utilizados para pagar a temerária operação financeira que colocava na balança, de um lado, o futuro dessa rósea facção política, e de outro, o futuro dos campistas.

A verdade era outra muito diferente

E o fiel dessa balança descaradamente contrariou todas as leis da física e da ética. Como também diria o Legião, “O que foi escondido. É o que se escondeu”. Muito além dos 10% apregoados, Rosinha e Garotinho haviam submetido o município a uma sangria mortal.
A verdade – e ela só apareceu depois do leite derramado e já azedo – é que, de acordo com o contrato assinado pela ex-prefeita Rosinha, a Caixa Econômica pode cobrar muito acima dos 10% dos royalties, e ainda abocanhar integralmente as participações especiais, contrariando frontalmente o que foi estabelecido como teto na autorização da Câmara Municipal de Campos para a, então prefeita, Rosinha Garotinho realizar a operação, e também em resolução do Senado Federal.
Sabendo de antemão a dupla de ordenadores, um de despesas e outro de ações, que já existia um pesado empréstimo de 200 milhões com o Banco do Brasil.

Penduraram na contra alheia

Como experimentados malandros, depois de muito beber e comer, o casal saiu do bar pendurando a despesa na conta alheia, deixando para trás uma dívida bilionária e implacável.
Diante do inexorável desfecho, o atual governo recorreu à justiça. Mas, ontem, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido de revisão de liminar feito pela procuradoria municipal de Campos contra a decisão suspensiva ao agravo favorável à CEF, de 26 de junho, do desembargador Marcelo Pereira da Silva, do Tribunal Federal do Estado do Rio (TRF-RJ). O que coloca Campos à beira do caos administrativo, caso nada seja revisto.

Kamikazes da desesperança

Para agravar o mal feito, agora a facção rosácea ironiza a situação como se a culpa fosse do atual governo, chegando a se vangloriar amplamente nas redes sociais pela situação criada. O que, além de pouco inteligente, é revelador, afinal, essa não é apenas uma das centenas de bombas de efeito retardado deixadas pela gestão passada, mas a mais devastadora.
A postura da facção rosácea deixa claro que “dividir para conquistar” é coisa do passado. A sua meta é “destruir por não governar”...

Deboche

Para completar, a ex-prefeita Rosinha postou em seu Face: “Hahahaha já pensou se esse vulcão fosse em Campos? O que diriam?
Mas a irresponsável ex-prefeita errou no desplante da sua postagem. Essa "erupção do vulcão Rosa" já aconteceu em Campos, derreteu os nossos royalties, queimou as finanças do município e deixou a planície devastada. Os campistas vão amargar as suas consequências por décadas. E ela ainda debocha...

A cor do luto é rosa...

Rosinha vira ré em Ação Popular

O vereador Cláudio Andrade (PSDC) deu entrada em uma ação popular na Justiça Federal com pedido de liminar para suspender os pagamentos da Prefeitura Municipal de Campos à Caixa Econômica Federal, ou determine que a Caixa se limite a cobrar do município de Campos apenas o desconto no valor de 10% dos Royalties.
São réus na Ação Popular a ex-prefeita de Campos Rosinha Garotinho e Caixa, dentre outros, que terão vinte dias para contestar a partir da citação, mas, como há pedido de liminar, poderá o magistrado deferir os pedidos liminares.

Esclarecimento

Para que não haja mal entendidos, segue abaixo a definição de estelionato. Que cada um as leia e tire as suas próprias conclusões:
O estelionato é exposto no Código Penal Brasileiro (Título II, Capítulo VI, Artigo 171) como crime econômico, que é descrito como o ato de "obter, para si ou para outro, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil ou qualquer outro meio fraudulento." A pena para a prática de estelionato pode ir de 1 a 5 anos, e multa
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Ao acusar Marcão, Garotinho coloca Rosinha, Edson Batista e Patrícia Cordeiro sob suspeita
24/06/2017 | 13h47
arte/Somos
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O ex-co-prefeito de Campos Garotinho, que anda desesperado, disparando a sua metralhadora de acusações contra tudo e contra todos, mirou no Vereador Marcão Gomes.
De forma extremamente maldosa, ele postou em seu blog uma nota apontando suposta fraude na Câmara envolvendo a empresa FNL Empreendimentos, contratada para realização de cobertura de eventos fotográficos.
Segundo o extrato do contrato, já publicado aqui, a empresa deverá cobrir 75 eventos (sessões, audiências públicas, participação de vereadores em reuniões públicas) da Câmara, ao contrário de apenas um álbum de fotos como ele divulgou.
 
A realidade
Ou seja, cada evento sairá pelo valor de 1000 reais, com 100 imagens cada evento, saindo cada imagem fotográfica com todos os custos da empresa incluindo pagamento de profissionais por cerca de 10 reais, preço abaixo da média do praticado no mercado.
 
FNL trabalhou para Rosinha sem licitação
Mas o que ele não conta, não questiona, muito menos alardeia são os outros contratos desta mesma empresa durante a gestão da sua esposa, a ex-prefeita Rosinha.
Para relembrar a fraca memória de Garotinho, essa mesma empresa prestou serviços para a ex-prefeita Rosinha através de serviços sem licitação, ou seja, por contratação direta através da FCJOL (Fundação Cultural Jornalista Osvaldo Lima), presidida na época pela amiga íntima da prefeita Patrícia Cordeiro.
A FNL foi contratada diversas vezes por Patrícia Cordeiro, fiel escudeira de Rosinha
A FNL foi contratada diversas vezes por Patrícia Cordeiro, fiel escudeira de Rosinha
A mesma empresa também prestou serviços na gestão do Dr. Edson Batista à frente da Câmara Municipal de Campos, fiel escudeiro do próprio Garotinho. Ou seja, com Rosinha e com Dr. Edson Batista pode Garotinho?
Pior ainda é que sob o entendimento de Garotinho, ao fim do seu discutível e danoso governo por mandato matrimonial, os empresários da cidade deveriam fechar as portas e não participar mais de licitações, ficando proibido a todos trabalhar para o município.
A FNL foi contrata por Dr. Edson Batista à frente da Câmara por 30 reais por dois dias
A FNL foi contrata por Dr. Edson Batista à frente da Câmara por 30 reais por dois dias
 
Garotinho coloca Rosinha, Edson Batista e Patrícia Cordeiro sob suspeita
Dessa forma Garotinho, no afã de atacar cegamente o Vereador Marcão, levantando graves suspeitas sobre a empresa FNL, contratada sem licitação no governo anterior que avalizou assim a sua idoneidade, está causando forte constrangimento a sua própria esposa, ao Dr. Edson Batista, e a Patrícia Cordeiro. Afinal, quando ele acusa a FNL, ele está colocando sob forte suspeita de falta de idoneidade os seus próprios escudeiros e a sua esposa Rosinha. Vai acabar dormindo na varanda...
 
Cortina de fumaça
Acuado sob graves acusações nas delações de executivos da Odebrecht, nota fiscal de 3 milhões da JBS, denúncia do MP sobre obras de calçadas, e réu na Chequinho sob acusação de liderar o maior esquema de compra de votos com Cheques Cidadão pagos com dinheiro público, Garotinho já previu a sua própria condenação na Chequinho e parece estar prevendo também a sua prisão e atacando a todos na tentativa de criar uma cortina de fumaça que tolde suas atuais e as próximas mazelas.
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Desmascarada a trama do falso diálogo de Rafael Diniz, divulgado por Garotinho
23/06/2017 | 18h03
Ex-funcionária do CCZ, militante de Caio e , agora, militante de Garotinho, Josy Alves teria sido responsável pela farsa
Ex-funcionária do CCZ, militante de Caio e , agora, militante de Garotinho, Josy Alves teria sido responsável pela farsa / Arte/Somos
Bastou uma bem feita pesquisa em postagens do Facebook para que fosse desmascarada toda a farsa do falso diálogo de Rafael Diniz, divulgado pelo ex-co-prefeito de Campos Garotinho, em seu blog e nas redes sociais, sob o título “A conversa constrangedora de Rafael e seus amigos”, um longo e muito mal construído texto, onde se faz graves acusações contra diversas pessoas. Garotinho chegou a afirmar que havia destruído provas (gravação), inexistentes: “Além disso, empenhei minha palavra que a prova seria destruída imediatamente, como foi, e o nome da pessoa preservado, como a lei me garante do “sigilo da fonte”.

A dor da derrota

Ainda amargando a fragorosa derrota para Rafael Diniz nas últimas eleições, que ejetou a sua facção do poder em Campos, o ex-co-prefeito Garotinho não tem medido as consequências dos seus atos no afã de prejudicar o novo governo de Campos, a todo momento inventa uma denúncia. A mais grave foi a divulgação de um imaginário diálogo envolvendo o prefeito Rafael Diniz e amigos, atingindo empresários e autoridades judiciais.

Josy Vaz, ex-funcionária do CCZ montou a farsa, não viu, nem ouviu, só inventou…

Agora, descobre-se que tudo teria sido montado pela ex-funcionária terceirizada do CCZ de Campos, Josy Vaz, uma militante do ex-candidato a prefeito Caio Viana, atualmente aliado de Garotinho, já notória por fazer denúncias fantasiosas nas redes sociais, que postou em seu Facebook a rocambolesca farsa, compartilhando com Garotinho, que viu e gostou da “novelinha”, assumindo a “descoberta” e, com colaborações dos seus áulicos advogado e jornalista, promoveu várias alterações no texto para adaptá-lo ainda mais aos seus escusos interesses.
Tentando isentar a sua verdadeira “fonte”, Josy Vaz, de eventuais responsabilizações, o ex-co-prefeito inventou uma gravação que não existiu para um diálogo que não ouve.
Seria perfeito se não houvesse tantos rastros. Mas todo o esquema pode ser facilmente comprovado com as imagens que publicamos abaixo, que desmentem Garotinho passo a passo, ratificam que ele é um “covarde e mentiroso”, como afirmou com todas as letras o prefeito Rafael Diniz.
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Garotinho diz ter destruído provas das acusações que fez e será processado por Rafael Diniz
19/06/2017 | 09h30
/ Arte / Somos Online
Nessa segunda-feira, Garotinho deverá colher vários novos processos judiciais, como resultado da publicação do texto “A conversa constrangedora de Rafael e seus amigos”, postado em seu blog e nas redes sociais, onde faz graves acusações contra diversas pessoas.
Farsa em Lapa menor...
Essa última façanha de Garotinho, construída para “viralizar” nas redes sociais, não obteve os resultados esperados. A farsa apenas espocou tênue como fogo fátuo após ser incensada no imaginário do contumaz canastrão nessa tão discutível, quanto deslavada, arte da mentira e enganação... Seus maiores resultados ficaram reservados para o judiciário.
Vingança contra a opinião pública
Sem os necessários pudores e cuidados, que nunca teve, Garotinho, ao publicar em seu blog essa suposta conversa, repleta de acusações, deixou vislumbrar um forte sentimento de vingança a qualquer preço.
Não se pode afirmar que foi unicamente pela frustração da derrota eleitoral do seu grupo político, simplesmente pela inveja do poder, ou apenas por algum tipo de vingança contra a opinião pública que repudiou veementemente o seu modus operandis com a revelação do alto salário do filho Wladimir na Alerj, enquanto seguia as suas diretrizes fabricando fracassadas manifestações políticas em Campos, em plena segunda-feira. Mas, também, não se pode afirmar ao contrário...
Denunciado pela arrogância e vaidade
O certo é que Garotinho publicou, em seu blog, um longo, e muito mal construído, texto contra o prefeito Rafael Diniz, seu desafeto apenas por tê-lo vencido de roldão nas últimas eleições, onde, irresponsavelmente, reproduz uma suposta e novelesca “conversa do prefeito com um grupo de amigos” que, para qualquer leitor mais atento, tem exposta a sua participação pela arrogância e vaidade do texto onde gaba-se de ter colocado na cadeia o ex-governador Cabral, na realidade preso pela Lava Jato, e ataca o prefeito, assessores, empresários e representantes da mídia.
Primário?
Ouvidos pelo Somos Online, vários dos citados, envolvidos e acusados, afirmaram que nessa segunda-feira irão procurar a justiça para responsabilizar o marido e ex-secretário de Rosinha, que deverá ficar em uma situação judicial ainda mais complicada do que já se encontra, pois já teria perdido a primariedade por conta de outras condenações.
Autores conhecidos
O texto, considerado uma obra de ficção muito mal construída, está sendo creditado por atentos observadores a advogado e jornalista ligados ao grupo que foi ejetado do poder em Campos.
Contradições
Contraditoriamente, a “historinha” contém 461 palavras, como se alguém que ouvisse uma conversa de tantas pessoas pudesse lembrar-se ao pé da letra de tanto texto.
Ou, na hipótese de uma gravação, agora aventada por Garotinho diante dessa contradição para tentar dar credibilidade a sua ilação, descrever sentimentos e estados de espírito através de um áudio que ele diz já ter destruído.
Isso apenas revela mais uma forte contradição ao seu estilo de atacar todos os seus adversários com tudo que tem e até, vê-se agora, com o que não tem...
Quem o conhece sabe que se tal gravação existisse, e fosse verídica, ele já a teria divulgado. E vindo dele, ela teria que ser obrigatoriamente periciada.
Risco calculado
O que ficou parecendo, é que, na avaliação de Garotinho, o ataque ao prefeito Rafael Diniz e seus amigos valeu o risco dos processos. E ele se dispõe a pagar o preço judicial.
“Autor fantasma”
Na postagem Garotinho afirma: “recebi de um jovem muito humilde a gravação que ele fez no seu telefone de uma conversa onde participaram o prefeito de Campos Rafael Diniz e alguns amigos e assessores. As horas de gravação que eu ouvi são assustadoras, comprometedoras e revelam situações constrangedoras para os citados nas conversas regadas a muita bebida”.
Garotinho diz que destruiu a prova - LEIA MAIS AQUI
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Garotinho tem medo de quê?
03/06/2017 | 15h05
A explicação para os ferozes ataques de Garotinho e do seu milionário advogado Fernando Fernandes contra o juiz Glaucenir Oliveira da 100ª ZE é simples: medo.
 
Colecionando seguidas derrotas e sabendo que o Dr. Glaucenir Oliveira é conhecido pelo peso e rigor da sua caneta, segundo se comenta nos corredores do Fórum ele é muito temido pelo réu e seu advogado, que estão fazendo de tudo para impedi-lo de atuar no processo e para que não realize as audiências programadas, utilizando expedientes considerados procrastinatórios nos meios judiciais.
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Advogado de Garotinho pede arrego a OAB e representante o acompanhará em audiências
25/05/2017 | 17h37
Uma perspectiva precária
Uma perspectiva precária
Seguindo os passos do chefe, Fernando Fernandes, o milionário advogado de Garotinho, tenta reverter as suas sucessivas derrotas apelando para denúncias de intimidação das autoridades do caso Chequinho, onde seu cliente e seus liderados são acusados de compra de votos com Cheques Cidadão pagos com dinheiro público.
Mas Fernandes não fica para trás em suas graves declarações e, a exemplo de Garotinho, acusa autoridades de tortura, mesmo diante dos vídeos em que as testemunhas tranquilamente, mas com firmeza, acusam frontalmente seus clientes.
Denúncias de intimidação
A seccional fluminense da Ordem dos Advogados do Brasil atendeu pedido do criminalista Fernando Fernandes para enviar um delegado da entidade às audiências do advogado em Campos dos Goytacazes (RJ), para garantir que sejam respeitadas as prerrogativas do advogado. Fernandes denunciou abusos de autoridade de membros do Ministério Público local.
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Thiago Godoy, vereador em Campos ou Secretário Parlamentar em Brasília?
24/05/2017 | 20h26
A deputada Clarissa Garotinho (PRB) deixou a Câmara Federal para assumir uma secretaria no Governo Crivella, vagando a sua cadeira para o deputado Dejorge Patrício (PRB).
Candidato a prefeito derrotado nas eleições do ano passado à Prefeitura de São Gonçalo, o ex-vereador Dejorge Patrício (PRB) assumiu, em janeiro, o mandato de Deputado Federal, em Brasília, pois ele é o suplente da Deputada Federal Clarissa Garotinho, do mesmo partido, que assumiu a secretaria de Trabalho na Prefeitura do Rio de Janeiro, após convite do Prefeito eleito da capital, Marcelo Crivela, deixando a vaga para Dejorge até 2018.
Clarissa e Dejorge
Clarissa e Dejorge
Troca de favores
Mas a deputada Clarissa Garotinho parece ter recebido uma generosa contrapartida, já que foram nomeados como Secretários Parlamentares no gabinete do deputado Dejorge vários componentes do grupo do seu pai Garotinho.
Três deles são da linha de frente: Cristiane de Almeida Silva, da equipe de Garotinho no programa na Super Rádio Tupi, Raquel Acherman Abitan, umas das advogadas de Rosinha e Garotinho, e Thiago Godoy (PR), advogado de Garotinho e Rosinha, que poderá assumir a vaga de vereador de Magal.
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