Transporte em debate no 5º distrito de SJB
27/06/2017 | 15h58
Uma audiência pública sobre o serviço de transporte coletivo municipal, realizada na noite de segunda-feira (26), na Subprefeitura, em Sabonete, pontuou a opinião dos moradores sobre as necessidades do itinerário e horário dos ônibus para atender ao 5º distrito. Desde o início do mês, o transporte municipal está suspenso em São João da Barra. A prefeita Carla Machado (PP) e o vice Alexandre Rosa (PRB) presidiram o encontro que contou com pessoas de várias localidades.
Dentre as propostas apresentadas, estão duas linhas com saída do Açu, sendo uma pela RJ-240 e, outra, pela RJ-196 Via Pipeiras, além de uma linha circular para atender as diversas localidades, inclusive as mais distantes, como Quixaba. Todas as demandas serão analisadas e adequadas pela equipe da secretaria de Transportes e Trânsito para que, dentro do menor espaço de tempo, seja possível efetivar as linhas em todas as localidades e distritos.
— Marcamos essa audiência para discutirmos principalmente propostas de um itinerário de ônibus que atenda à demanda de transporte dos usuários destas localidades — declarou a prefeita, que propôs a implantação de uma linha circular no 5º distrito, facilitando o acesso entre os distritos. “Por ser um distrito maior, onde grande parte das localidades fica distante uma das outras, sabemos dos inúmeros problemas que temos que vencer, para proporcionar respeito e dignidade aos moradores”, complementou a prefeita, informando que um Edital está sendo elaborado para que, de maneira emergencial, seja aberto um processo licitatório com a finalidade de retornar o serviço de transporte coletivo municipal.
O secretário de Transporte e Trânsito de SJB, Julinho Peixoto, ressaltou que a Prefeitura foi surpreendida com a atitude da empresa que notificou e paralisou o serviço de transporte municipal, ao mesmo tempo. “Consultamos o Ministério Público e a prefeita, que resolveu organizar os itinerários para melhorar o sistema rodoviário do município, ouvindo primeiro a opinião da população”, frisou Julinho.
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Com praça inaugurada, festa de São Pedro tem início em SJB
27/06/2017 | 10h00
O Circuito Junino de São João da Barra vai chegando ao fim, com as homenagens a São Pedro, na sede do município e em Atafona. Na sede, nessa segunda-feira (26), a prefeita Carla Machado (PP) e o vice Alexandre Rosa (PRB), acompanhados de vereadores da base, entregaram a obra de revitalização da praça do padroeiro dos pescadores — realizada com apoio da comunidade. No Facebook, a prefeita registrou a inauguração, destacando “principalmente a presença dos pequenos que vieram prestigiar nosso evento e reivindicar um campo de futebol para eles. Vamos continuar trabalhando e se Deus quiser em breve, tornar realidade esse pedido que é justo e que foi feito de uma forma tão bonitinha”.
Na sede do município de SJB, as atividades religiosas e recreativas tiveram início no domingo (25) e prossegue até quinta-feira (29). Confira a programação:
 
Em Atafona, a localidade da Cehab também festeja seu padroeiro. As celebrações religiosas começaram nessa segunda-feira e seguem até quinta. As atividades religiosas ainda não foram divulgadas pela comissão. Veja a programação religiosa:
Tradição esquecida? — Já considerada uma das maiores festas do município, ainda não teve programação divulgada a festa em capela de São Pedro, no 5º distrito do município.
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Janot apresenta ao Supremo denúncia contra Temer por corrupção
26/06/2017 | 20h09
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (26) uma denúncia contra o presidente Michel Temer pelo crime de corrupção passiva. O documento formaliza uma acusação contra Temer e, por isso, ainda precisará ser apreciado pela Câmara (entenda mais abaixo).
O crime de corrupção passiva é definido no Código Penal como o ato de "solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem", com pena de 2 a 12 anos de prisão e multa, em caso de condenação.
A acusação preparada por Janot se baseia nas investigações abertas a partir das delações de executivos da JBS no âmbito da Operação Lava Jato.
Em abril deste ano, o ex-deputado e ex-assessor do presidente Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) foi filmado, saindo de um restaurante em São Paulo, com uma mala contendo R$ 500 mil.
Segundo a PGR, o dinheiro destinava-se a Michel Temer e era parte de propina paga pela JBS para ser favorecida, por influência do governo, no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), num processo para reduzir preço do gás fornecido pela Petrobras a uma termelétrica da empresa.
Para Janot, a ligação de Rocha Loures com Michel Temer foi atestada numa conversa gravada, em março, na qual o presidente indica o ex-deputado como pessoa de sua "mais estrita confiança" para um dos donos da JBS, Joesley Batista, tratar problemas enfrentados pela empresa no governo.
Em sua defesa, Temer diz que "simplesmente ouviu" reclamações do empresário, sem conceder benesses do governo para ajudá-lo. O presidente tem negado todas as acusações dos delatores e afirmado que não renunciará ao mandato.
Como o alvo é o presidente da República, a Câmara tem que autorizar, por votos de dois terços dos deputados (342), a análise da denúncia pelos ministros do Supremo. Se a Câmara não autorizar, o STF fica impedido de agir e o caso fica parado. A Justiça só poderá voltar a analisar as acusações depois que Temer deixar a Presidência. 
Caso a Câmara autorize o prosseguimento da denúncia, no STF, os 11 ministros decidirão se abrem ou não processo contra Temer. Se aceitarem, ele viraria réu e fica afastado do mandato por até 180 dias. Se após esse período, a Corte não concluir o julgamento, Temer volta à Presidência. Ao final do processo, Temer pode ser condenado e perder o mandato ou absolvido e continuar na Presidência.
Fonte: G1
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Justiça autoriza leilão de R$ 14,5 milhões em bens de Sérgio Cabral
26/06/2017 | 18h03
A Justiça Federal no Rio de Janeiro autorizou, nesta segunda-feira (26), o leilão de bens apreendidos, em nome do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) e da mulher dele, a advogada Adriana Ancelmo. A decisão do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal inclui a casa do ex-governador em Mangaratiba, no Sul Fluminense. Ainda serão leiloados a lancha Manhattan Rio, joias e três carros em nome de Cabral.
A casa de Mangaratiba, localizada no Condomínio Portobello, está avaliada em R$ 8 milhões, de acordo com peritos. Em sua declaração de Imposto de Renda, Cabral havia declarado que o imóvel estava avaliado em R$ 200 mil.
O juiz Marcelo Bretas decidiu pelo leilão antes do fim do processo por temer a deterioração dos bens. O valor, definido com base na avaliação de peritos, está no momento, em R$ 14,5 milhões. A Justiça aguarda a avaliação das joias apreendidas até o momento e que seriam de propriedade de Adriana Ancelmo.
Fonte: G1
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SJB: secretário balança, mas não cai
26/06/2017 | 15h01
Godofredo com a sub Keth Miranda na “festa de despedida”
Godofredo com a sub Keth Miranda na “festa de despedida” / Foto: Facebook
O secretário de Saúde de São João da Barra, Godofredo Gomes de Sá Neto, já teve “confirmada” a sua saída por interlocutores, festa de despedida, mas parece que continua firme na administração municipal. É o típico “balança, mas não cai”. Felizmente, a motivação não seria política. A permanência, asseguram interlocutores, é pela competência do secretário e a dificuldade de encontrar quadros técnicos disponíveis para substituí-lo.
Ao blog, na semana passada, Godofredo afirmou que segue no comando da pasta: “Ainda estamos avaliando. Não posso confirmar nada a respeito”. A respeito das informações publicadas anteriormente, ele assegurou que não estavam totalmente equivocadas. Ou seja, já houve a intenção de sair.
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Caso Sunset, denunciado em 2012, com audiência nesta segunda em SJB
26/06/2017 | 10h06
Grupo político liderado, em 2012, pelos ex-prefeito Betinho Dauaire foi denunciado
Grupo político liderado, em 2012, pelos ex-prefeito Betinho Dauaire foi denunciado / Reprodução de vídeo
Denunciado em 2012, o chamado caso Sunset tem audiência marcada para esta segunda-feira (26), às 14h, no Fórum de São João da Barra. O PMDB e a coligação “São João da Barra não pode parar” — vencedores das eleições municipais daquele ano com Neco (PMDB) como prefeito e Alexandre Rosa (hoje PRB) como vice — denunciaram o grupo político liderado, à época, pelo ex-prefeito e candidato Betinho Dauaire (PR) de participação em um esquema de compra de votos no dia anterior ao pleito. Os denunciantes apresentaram imagens do circuito interno de câmeras do edifício Sunset, em Campos, onde alegam que teria ocorrido a suposta entrega do dinheiro para a compra de votos.
O caso Sunset foi denunciados dois meses após a deflagração da operação Machadada, que mirou o grupo político, à época, liderado pela prefeita Carla Machado (PP) — hoje já com sentença condenatória em primeira instância e recurso no Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Os dois casos têm muitos personagens iguais, em posições opostas: Betinho, por exemplo, passa de denunciante da Machadada para denunciado no Sunset.
Além de Betinho, também foram denunciados seu candidato a vice, Gersinho Crispim (atual SD), hoje vereador e membro da bancada de sustentação ao governo Carla Machado; o presidente do diretório do Partido da República em SJB, Bruno Dauaire, hoje deputado estadual; os ex-vereadores Kaká (Avante) e Zezinho Camarão (DEM); os radialistas Winster Brito (à época candidato a vereador) e Luiz Fernando; Jakson Meireles, então candidato a vereador pelo PTC, e Rodrigo Rocha, à época candidato a vereador pelo PR. Completam a lista de denunciados Lucas Assed, que seria o proprietário do imóvel onde, de acordo com a denúncia, os políticos estiveram um dia antes da eleição; e Ranan Sampaio, então candidato a vereador pelo PC do B.
A Machadada e o caso Sunset foram os de maior repercussão na política sanjoanense nos últimos tempos. Alguns personagens, como Rodrigo e Jakson, inclusive, aparecem nos dois casos. Na situação de Camarão, pelo que chegou a ser divulgado à época da queixa, não haveria imagens comprovando a entrada no prédio, mas testemunhas afirmariam que ele esteve em frente ao edifício. Os denunciantes pedem a condenação dos investigados por “abuso de poder econômico”.
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Lava Jato: Palocci é condenado a 12 anos de prisão
26/06/2017 | 09h24
O juiz federal Sérgio Moro – responsável por ações da Lava Jato na primeira instância – condenou o ex-ministro Antonio Palocci a 12 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Outros 12 réus também foram condenados. Entre eles, está Marcelo Odebrecht, ex-presidente do Grupo Odebrecht (veja lista completa mais abaixo).
A sentença é desta segunda-feira (26). Esta é a primeira condenação de Palocci, ministro nos governos petista Lula e Dilma Rousseff, na Lava Jato. O juiz entendeu que ele negociou propinas com a Odebrecht, que foi beneficiada em contratos com a Petrobras. Do total negociado, US$ 10,2 milhões foram repassados para os marqueteiros Monica Moura e João Santana, que atuaram em campanhas eleitorais do PT, segundo a decisão judicial. Cabe recurso.
Moro proibiu o ex-ministro de exercer cargo, função pública e de direção em empresas do setor financeiro, entre outras, pelo dobro do tempo da pena. E decidiu ainda o bloqueio de US$ 10,2 milhões, valor que será corrigido pela inflação e agregado de 0,5% de juros simples ao mês.
Palocci foi preso na 35ª fase da operação, batizada de Omertà e deflagrada em 26 de setembro de 2016. Atualmente, ele está detido no Paraná. De acordo com o juiz, ele deve continuar preso mesmo durante a fase de recurso.
Réus condenados
Antonio Palocci, ex-ministro: corrupção passiva e lavagem de dinheiro - 12 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão;
João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT: corrupção passiva - 6 anos de reclusão;
Eduardo Costa Vaz Musa, ex-gerente da área Internacional da Petrobras: corrupção passiva - 2 anos no regime aberto diferenciado, conforme acordo de delação;
Marcelo Bahia Odebrecht, ex-presidente da Odebrecht: corrupção ativa e lavagem de dinheiro - 10 anos de reclusão, conforme o acordo de delação;
Monica Moura, marqueteira do PT: lavagem de dinheiro - 4 anos e 5 meses de reclusão, conforme acordo de delação;
João Santana, marqueteiro do PT: lavagem de dinheiro - 4 anos e 5 meses de reclusão, conforme acordo de delação;
Renato Duque, ex-diretor da Petrobras: corrupção passiva - 5 anos e 4 meses de reclusão;
João Ferraz, executivos da Sete Brasil: corrupção passiva, pena suspensa pelo acordo de delação.
Fernando Migliaccio da Silva, ex-executivo da Odebrecht: lavagem de dinheiro - 4 anos e 6 meses de reclusão, conforme acordo de delação;
Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho, ex-executivo da Odebrecht: lavagem de dinheiro - 4 anos e 6 meses de reclusão, conforme acordo de delação;
Luiz Eduardo da Rocha Soares, ex-executivo da Odebrecht: lavagem de dinheiro - 6 anos e 9 meses de reclusão, conforme acordo de delação;
Olívio Rodrigues, ex-executivo da Odebrecht: lavagem de dinheiro - 7 anos e 6 meses de reclusão, conforme acordo de delação;
Marcelo Rodrigues, ex-executivo da Odebrecht: lavagem de dinheiro - 3 anos de reclusão e 2 anos de serviço à comunidade, conforme acordo de delação;
Luiz Flávio Borges D'Urso, advogado de João Vaccari, disse que essa é mais uma decisão que se baseia exclusivamente em delação premiada, sem que haja qualquer prova que viesse corroborar essa delação. "Os fatos atribuídos ao senhor Vaccari não são verdadeiros, de modo que sua condenação é injusta e dela vamos recorrer."
O advogado Juliano Campelo, que representa Monica Moura e João Santana, afirmou que o juiz Sérgio Moro acertou ao absolver o casal pelo crime de corrupção e que a condenação por lavagem de dinheiro será substituída pelo pelo acordo de delação.
Réus absolvidos
Branislav Kontic, ex-assessor de Palocci, foi absolvido dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro por falta de provas;
Rogério Santos de Araújo, ex-executivo da Odebrecht, foi absolvido do crime de corrupção por falta de provas.
Fonte: G1
Atualizado às 11h34
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Datafolha: Lula lidera para 2018; Marina e Bolsonaro empatados em segundo
26/06/2017 | 09h06
Uma pesquisa feita pelo Datafolha divulgada nesta segunda-feira (26) pelo jornal Folha de S. Paulo sobre a disputa presidencial de 2018 aponta que o ex-presidente Lula (PT) mantém a liderança na preferência do eleitorado. Ele tem de 29% a 30% das intenções de voto. O petista é seguido por Jair Bolsonaro (PSC) e Marina Silva (Rede), que têm 16% e 15%, respectivamente. Os dois estão tecnicamente empatados em segundo lugar, já que a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
De acordo com a pesquisa, o deputado federal tem tendência de alta. Ele tinha 8% das intenções de voto em dezembro de 2016. Em abril, passou para 14% e agora aparece com 16%. Os números são sempre no cenário em que o candidato do PSDB é o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.
Já o tucano oscilou positivamente em simulações de primeiro e segundo turnos. Sua rejeição, porém, cresceu para 34%, atrás apenas da de Lula, com 46%.
Joaquim Barbosa (sem partido), ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), aparece em quarto, com 11% das intenções de voto.
Os possíveis cenários de segundo turno indicam vitória de Lula em todas as situações: tanto diante de Bolsonaro, como de Alckmin e Doria. O petista, no entanto, empata com Marina Silva e o juiz Sergio Moro (sem partido) na margem de erro, de dois pontos percentuais. Marina, por sua vez, sairia vitoriosa diante de Bolsonaro.
Na pesquisa, em caso de segundo turno, Ciro Gomes (PDT) empataria com os tucanos Alckmin e Doria.
Fonte: O Globo
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Pudim em articulação por uma vaga no TCE
25/06/2017 | 16h56
A jornalista Berenice Seara, em sua coluna no jornal Extra deste domingo (25), trouxe uma informação que corre nos bastidores da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Atual primeiro-secretário da Casa, o deputado Geraldo Pudim (PMDB) estaria conversando com outros parlamentares defendendo seu nome para uma vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE). Caso tenha sucesso na empreitada, o deputado campista sai do cenário político e ganha a estabilidade de ser membro da Corte. A disputa, porém, não é fácil. Outros figurões do próprio PMDB estariam se articulando pelo mesmo objetivo.
Na vida política, Pudim já foi vereador e vice-prefeito de Campos, deputado federal e está no segundo mandato como deputado estadual. Em 2016, disputou a Prefeitura de Campos, mas não obteve muito sucesso. Recebeu apenas 2.160 votos — 0,79% dos válidos.
A Corte passou por momentos difíceis neste ano. Após a delação premiada do ex-presidente Jonas Lopes de Carvalho, cinco conselheiros chegaram a ser presos e, incluindo Jonas, estão afastados do TCE até o mês de outubro. Ainda não há como saber se todos serão substituídos ou se retornarão as funções. Por enquanto, o Corpo Deliberativo do TCE é composto pela única conselheira não envolvida no escândalo de corrupção delatado por Jonas, Marianna Montebello Willeman, e três conselheiros substitutos.
O TCE é integrado por sete conselheiros. Três são indicados pelo governador com a aprovação da Alerj, sendo dois alternadamente entre auditores e membros do Ministério Público Especial, indicados em lista tríplice pelo Tribunal, segundo os critérios de antiguidade e merecimento. O terceiro é de livre escolha do governador, desde que preenchidos os requisitos constitucionais para provimento do cargo. As outras quatro vagas são indicadas pela Alerj. Em 2015, o então deputado Domingos Brazão foi eleito para o lugar que era ocupado por Aluísio Gama, ex-presidente do TCE, também acusado de participação no escândalo delatado por Jonas.
Os conselheiros do TCE têm as mesmas garantias, prerrogativas, impedimentos, vencimentos e vantagens dos desembargadores do Tribunal de Justiça.
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SJB: audiência nesta segunda discute transporte coletivo no 5º distrito
25/06/2017 | 15h35
A Prefeitura de São João da Barra promove nesta segunda-feira (26), às 18h, uma audiência pública na subprefeitura, na localidade de Sabonete, sobre o serviço de transporte municipal coletivo. Na oportunidade, a prefeita Carla Machado (PP) e integrantes da secretaria de Transportes e Trânsito apresentarão a proposta dos trajetos das linhas urbanas do quinto distrito e adjacências. Vale lembrar que as linhas municipais de transporte coletivo estão suspensas desde o início deste mês. Apesar de questionada diversas vezes sobre a solução para o caso, a Prefeitura não emitiu nenhum posicionamento.
O objetivo é esclarecer a população e permitir a manifestação dos interessados. O resultado do encontro irá subsidiar o aperfeiçoamento para o transporte coletivo. As considerações e proposições poderão ser feitas por escrito ao verbalmente, devidamente justificadas e identificada a autoria. Todas as manifestações serão analisadas pelo corpo técnico responsável da Secretaria de Transportes e Trânsito.
– A grande extensão territorial e sua população dispersa em várias localidades são particularidades do quinto distrito, transformando-o em um lugar de maior complexidade em termos de transporte. É importante, portanto, ouvir a população para que possamos traçar um plano com itinerários e com horários que satisfaça a população — disse Carla.
 
O conteúdo da audiência será registrado através de ata específica, acompanhada de respectiva lista de presença e de gravação de áudio e vídeo.
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