TRE nega recurso e Neco continua inelegível até 2024
31/10/2018 | 16h55
O ex-prefeito de São João da Barra José Amaro Martins de Souza, Neco (MDB), sofre mais um revés no Tribunal Regional Eleitoral (TRE). A Corte rejeitou, nesta quarta-feira (31), os embargos de declaração na ação em que ele foi condenado por contratações irregulares no último ano da sua gestão, em 2016. Neco ainda pode recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Em primeira instância (aqui), o ex-prefeito sanjoanense foi condenado a oito anos de inelegibilidade (de 2016 até 2024), além de multa de R$ 50 mil. No início de setembro (aqui), ao julgar o recurso, a Corte regional decidiu por “afastar a imposição da multa”, mantendo a inelegibilidade. Nesta quarta, foram desprovidos os embargos de declaração.
Na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije), proposta pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), consta que em maio de 2016, após um decreto de emergência econômica, o então prefeito rescindiu o contrato com empresas terceirizadas, mas parte do pessoal que prestava serviço nas empresas foi admitida diretamente pela Prefeitura entre os meses de junho e julho. A contratação seria de aproximadamente dois mil funcionários.
Para o juízo local, ficou configurado “flagrante uso da máquina pública em benefício do grupo político do investigado”, já que Neco foi candidato à reeleição, bem como contava em seu palanque com quatro vereadores que buscavam mais um mandato. O então prefeito foi derrotado por Carla Machado (PP). Dos quatro vereadores do palanque de Neco, três foram reeleitos.
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SJB volta com o tradicional Fescan, agora em nova data
30/10/2018 | 17h40
A Prefeitura de São João da Barra acaba de anunciar a 30ª edição do Festival Sanjoanense da Canção (Fescan). O evento será realizado no mês de novembro, com a classificatória nos dias 22 e 23 de novembro, no Centro Cultural Narcisa Amália. A final será dia 24 de novembro, na praça de São João Batista. As inscrições podem ser feitas no Departamento de Cultura (avenida Joaquim Thomaz de Aquino Filho, nº 86, altos), das 13h às 17h, ou pelo e-mail [email protected] até as 12h do dia 21 de novembro.
Em textos publicados no blog, discussões nas redes sociais, na coluna Caiu na Rede e em programas de rádio, sempre foi um ponto defendido levar o Fescan para novembro: “É bem verdade que o Fescan estava meio 'deslocado' no Circuito Junino. O festival vem há anos merecendo um lugar de destaque no calendário cultural do município, sem ficar 'espremido' entre tantas atrações nas homenagens ao dia da Cidade e ao padroeiro São João Batista. Julho, agosto, outubro e novembro são meses sem nenhum evento de grande relevância no município. Seriam opções. O dia do músico é comemorado em 22 de novembro e casar a final do concurso com essa comemoração (ou no fim de semana mais próximo) seria outro ponto que poderia der debatido”, consta em texto publicado (aqui) no dia 4 de julho de 2017. Tomara que agora tenha continuidade desta forma.
O concurso vai oferecer R$ 15 mil em premiação assim distribuídos: melhor canção — R$ 6 mil; segunda melhor canção — R$ 4 mil; terceira melhor canção — R$ 3 mil; melhor arranjo — R$ 1 mil; melhor intérprete — R$1 mil. Todos os premiados também vão receber troféus do Festival.
A proposta da Prefeitura de São João da Barra, através das secretarias de Educação e Cultura e de Turismo, é fortalecer ainda mais a tradição no município. Além disso, valorizar a arte musical, seus compositores e intérpretes proporcionando a moradores e visitantes um momento de arte, entretenimento, atraindo um grande público e abrindo espaço para os talentos locais e regionais.
— O Fescan será realizado em uma data independente, já que nas demais edições integrou a programação dos festejos de aniversário da cidade e das comemorações do padroeiro São João Batista, no mês de junho. Nada mais apropriado, portanto, em voltar a realizar esse grande festival, um dos mais tradicionais do interior do estado, no mês em que são celebrados a música e os músicos — destacou o Coordenador de Turismo Gilwagner Miranda.
O regulamento do Festival e a ficha de inscrição estão disponíveis no Departamento Municipal de Cultura e no site da Prefeitura (aqui).
Em tempo — Criado em 1983, o Fescan contou com 29 edições até o ano de 2015 — o que significa que não havia sido realizado em quatro oportunidades. A suspensão em 2016, após o então prefeito Neco (MDB) decretar emergência econômica, não teve nenhuma explicação específica. Da mesma forma, no ano passado, o governo Carla Machado (PP) não comentou sobre o festival até ser questionado.
 
 
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SJB deixou de arrecadar R$ 1,2 milhão por mês com paralisação de mineroduto
30/10/2018 | 17h14
Terminal de minério do Açu
Terminal de minério do Açu / Paulo S. Pinheiro - Divulgação
A Anglo American já sinaliza a possibilidade de voltar a operar o mineroduto Minas-Rio ainda neste ano. E a expectativa dá ânimo também para a economia de São João da Barra, que prevê maior arrecadação de impostos com a retomada dos trabalhos. O duto percorre 529 quilômetros entre Conceição do Mato Dentro (MG), de onde a empresa extrai o minério, e chega até o Porto do Açu, no litoral sanjoanense, de onde é enviado para os clientes. Mas as atividades foram paralisadas em março, após dois vazamentos atingirem o Ribeirão Santo Antônio, na cidade de Santo Antônio do Grama (MG).
Com a paralisação do mineroduto, as operações de minério de ferro no Porto do Açu também pararam. A Ferroport, joint-venture formada pela Anglo American e pela Prumo Logística, manteve a exportação até acabar o estoque do pátio. O terminal dedicado à movimentação de minério de ferro está em operação desde 2014, com capacidade de 26,5 milhões de toneladas por ano.
Para a Prefeitura de São João da Barra, a suspensão das atividades resultou em menos receitas. De acordo com a administração municipal, houve redução na arrecadação do Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN) de aproximadamente R$ 1,2 milhão por mês. “Significa que a perda para os cofres municipais no período de dez meses será de R$ 12 milhões. Caso não ocorresse a paralisação das atividades da Anglo American e, por consequência, da Ferroport, a arrecadação municipal do exercício de 2018 do ISSQN ultrapassaria os R$ 60 milhões”, informou.
Segundo a Anglo, no momento trabalham diretamente no Porto do Açu cerca de 150 funcionários.
Confira aqui a íntegra da matéria publicada na Folha da Manhã no último domingo (28).
 
 
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Carla Machado: oposição medíocre quer pegar carona na onda Bolsanaro
29/10/2018 | 21h57
A prefeita de São João da Barra, Carla Machado (PP), usou sua rede social para analisar o resultado das urnas e não poupou críticas aos opositores. Desde o primeiro turno ela apoiou os candidatos derrotados Eduardo Paes (DEM) e Fernando Haddad (PT). E os dois também não tiveram bom desempenho nas urnas sanjoanenses. Segundo Carla, seus opositores estão querendo surfar na onda do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para o pleito 2020. A prefeita, que nos bastidores já tinha dito que não seria candidata à reeleição, agora afirmou que vai repensar o caso:
— Vamos com certeza dar mais uma surra de votos nessa oposição medíocre aqui em SJB, que quer pegar carona no resultado dessa eleição Estadual e Federal, tripudiando e desrespeitando aqueles que democraticamente fizeram sua opção. (....) Essas palhaçadas só me animam para colocar meu nome na disputa novamente e agora estou repensando e acho que irei disputar a eleição de 2020 novamente — escreveu Carla (confira a publicação completa no fim deste post).
A prefeita ainda lembrou o resultado da eleição proporcional de 2016, quando venceu com 73% dos votos válidos, sendo a segunda maior vitória proporcional em todo estado.
Desempenho — No reduto eleitoral de Carla, Paes teve apenas 35,39% dos votos válidos, enquanto o vencedor do pleito a governador, Wilson Witzel (PSC), obteve 64,61%. Na corrida presidencial, Bolsonaro teve 64,4% dos votos válidos, ante 35,6% de Haddad.
Pedra no caminho — Carla foi condenada em segunda instância na ação decorrente da operação Machadada. Dessa forma, estaria inelegível. Porém, uma decisão monocrática do desembargador Carlos Santos de Oliveira, então presidente em exercício do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), causou uma reviravolta. Em recurso especial nos embargos de declaração, ele determinou a suspensão da pena de inelegibilidade por oito anos, a contar de 2012, dos quatro réus — além da atual prefeita, Alexandre Rosa (PRB), Neco (MDB) e Alex Firme (PP). O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deverá bater o martelo sobre o caso.
 
 
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A legítima vontade do povo
29/10/2018 | 01h31
Presidente eleito, Jair Bolsonaro
Presidente eleito, Jair Bolsonaro / Tânia Rego-Agência Brasil
Acabou. A maioria dos brasileiros decidiu e Jair Bolsonaro (PSL) será presidente a partir de 2019. O resultado das urnas não aceita choro de perdedor. E, para democracia, o “chororô” só traz prejuízos. O Brasil vive dividido entre nós e eles desde a “definição” por parte do PT de que quem não votasse com ele estava contra a democracia. Agora, muito aprendizado deixa o pleito: para políticos, analistas, institutos de pesquisa, imprensa e a Justiça. Os excessos marcaram a campanha e muita coisa agora precisa voltar ao seu devido lugar.
As “Jornadas de Junho” de 2013 mostraram ao Brasil a força das redes sociais. A mobilização levou milhares a protestos em diversos pontos do país e abalaram o primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff (PT). Veio a eleição de 2014 e muitos esperavam a derrota do PT contra o tucano Aécio Neves — na polarização partidária que imperava desde a eleição presidencial de 1994.
Para se reeleger, Dilma cometeu o chamado estelionato eleitoral. Disse que o país estava uma maravilha, com a inflação sob controle e que a economia continuaria crescendo. Mentiu. Mas se estelionato eleitoral fosse motivo para perda de mandato, poucos políticos completariam os seus. Contudo, a oposição não havia aceitado a derrota. A operação Lava Jato passava a expor, a cada nova fase, o maior escândalo de corrupção do mundo e como o PT estava umbilicalmente envolvido. Tudo isso levou a aumentar a rejeição a Dilma e ajudou a resultar num processo de impeachment.
Não foi golpe, porque estava sustentado em crimes. Porém, cá entre nós, muitos políticos cometeram as tais pedaladas e tudo ficou por isso mesmo. Veio Michel Temer (MDB) e sua agenda reformista, que agradava ao mercado. Ele também foi flagrado em escândalos de corrupção. Na velha política, das barganhas de cargos, conseguiu se livrar das denúncias na Câmara dos Deputados. Deixando o Planalto, é “forte candidato” a ser preso, como muitos que o cercam.
Por falar em preso, um em especial influenciou este pleito: Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Condenado em segunda instância pela Lava Jato, sustentou sua candidatura até ser barrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Articulou de forma meticulosa para impedir o crescimento de Ciro Gomes (PDT), nome mais forte da centro-esquerda neste ano. Pensou que faria com Fernando Haddad (PT) o que fez com Dilma, elegendo mais um “poste”. Viu nas urnas a rejeição ao petismo e, sobretudo, ao lulismo.
Bastião da moralidade em 2014, Aécio também caiu na Lava Jato e afundou, junto com ele, o PSDB. Coube a um deputado federal, há 27 anos na Câmara, o papel de outsider. Para a maioria dos brasileiro, é Bolsonaro quem vai, como disse em sua campanha, “mudar isso tudo que tá aí”.
Não há o que contestar do resultado das urnas. Bolsonaro é o presidente eleito. Que seu mandato não reflita o discurso de ódio de boa parte da campanha, que serviu para expor o pior de alguns eleitores. Que o “mudar isso tudo que tá aí” não atinja a jovem democracia brasileira. Estejam enganados todos os que viram como ameaças às instituições o que disseram aqueles que cercam o novo presidente. Que daqui a quatro anos, nas urnas, os brasileiros decidam se Bolsonaro terá outra chance ou haverá alternância no Palácio do Planalto.
Oxalá, para o bem de todos nós, seja um bom governo!
*Publicado na edição desta segunda-feira (29) da Folha da Manhã
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Os perigos dos guardas da esquina e números do segundo turno
29/10/2018 | 01h21
O guarda da esquina
Era 13 de dezembro de 1968 quando o AI-5 foi decretado. Começou ali os chamados anos de chumbo, período mais duro da ditadura militar. Vice-presidente da República, o civil Pedro Aleixo foi o único contrário ao enrijecimento entre os que analisaram o documento. E justificou: “Não tenho nenhum receio em relação ao presidente. Tenho medo do guarda da esquina”. Quase meio século depois, a frase de Aleixo continua atual. Não é o discurso muita vezes forte do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) que preocupa, mas, como registrado pela Folha na cobertura deste domingo (28), o que se reflete nos novos guardas da esquina.
Ameaça de prisão
Uma jornalista da Folha foi ameaçada de prisão (aqui) por uma policial militar enquanto cobria o voto da ex-prefeita de Campos Rosinha Garotinho e do deputado federal eleito Wladimir Garotinho (PRP), no Ciep Nilo Peçanha, na Lapa. Não havia motivo, já que a repórter estava uniformizada e com crachá. Segundo ela, a policial chegou a empurrá-la. O fato foi relatado ao comandante do 8º Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel Fabiano Santos, que se desculpou e disse que apuraria o caso. A situação ocorre pouco depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) advertir sobre excessos na fiscalização eleitoral.
Números no Rio
O Rio de Janeiro elegeu Wilson Witzel (PSC) para governar o Estado a partir do ano que vem. O ex-juiz federal recebeu quase 4,7 milhões de votos, enquanto o adversário Eduardo Paes (DEM) teve pouco mais de 3,1 milhões. O que chama atenção no cenário fluminense, no entanto, é o número do “não voto”. Se as abstenções junto com brancos e nulos fossem um “candidato“, este venceria Paes e entraria na briga, bem de perto, com Witzel. No Estado, foram 2.984.852 eleitores que estavam aptos a votar e não compareceram às urnas, enquanto brancos e nulos chegaram a 1.606.953. A soma chega perto de impressionantes 4,6 milhões.
Na região
Wilson Witzel foi vencedor nas eleições em todas as cidades do Norte e do Noroeste Fluminense. No Norte, inclusive, Paes contava com apoio de grande parte dos prefeitos. No primeiro turno, somente a cidade de Quissamã, comandada pela prefeita Fátima Pacheco (Podemos) havia dado a vitória ao ex-prefeito do Rio. Porém, ontem, o ex-juiz federal superou o candidato do DEM. Ainda que entre todas as cidades da região, foi em Quissamã que Paes obteve o melhor desempenho proporcional. Chegou a 41%, enquanto Witzel bateu 59%.
Números no Brasil
Como era esperado, devido ao desempenho no primeiro turno e nas pesquisas, Jair Bolsonaro foi eleito presidente do Brasil. E recebeu quase 57,8 milhões de votos. A vantagem foi grande sobre o seu concorrente. Fernando Haddad (PT) teve pouco mais de 47 milhões de votos. O partido do presidente eleito sai fortalecido das urnas em muitos aspectos. Depois de eleger a segunda maior bancada na Câmara dos Deputados, contará também com três governadores a partir do ano que vem: Roraima, Rondônia e Santa Catarina. O nanico PSL terá o mesmo número de governadores que o PSDB: Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e São Paulo.
Placar
Com a derrota de Haddad para Bolsonaro, ontem, o PT acumula a seu quarto revés em eleições presidenciais desde a redemocratização, observou Christiano Abreu Barbosa no seu blog Ponto de Vista (aqui). Em 1989, 94 e 98, o partido perdeu com Luiz Inácio Lula da Silva. Das derrotas, duas foram para Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e duas para candidatos de partidos nanicos (Fernando Collor em 1989 e, agora, Bolsonaro). O PT teve, também, quatro vitórias. Duas com Lula (2002 e 2006) e duas com Dilma Rousseff (2010 e 2014). Em todas superou o PSDB: com José Serra (2002 e 2010), Geraldo Alckmin (2006) e Aécio Neves (2014).
Outro dia
A partir desta segunda-feira (29), com os candidatos eleitos, a corrida nos bastidores é outra. É hora de composição. Apesar de estar na política desde a década de 1980, Bolsonaro foi visto como outsider. Não é. Circulou muitos anos no chamado centrão da Câmara dos Deputados e deverá ter mais facilidade para compor com o parlamento e na escolha dos ministérios — que, aliás, prometeu reduzir. Witzel realmente é novo na política partidária, mas está ciente das articulações que terão de ocorrer. Inclusive com a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), da qual precisará, no mínimo, de “parceria” para governabilidade.
 *Publicado na edição desta segunda-feira (29) da Folha da Manhã
 
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Macaé: Wilson Witzel vence com 70%
28/10/2018 | 20h09
Com 100% das urnas apuradas em Campos, o ex-juiz federal Wilson Witzel (PSC) alcançou 69,63% dos votos válidos, enquanto Eduardo Paes (DEM) somou 30,37%.
No primeiro turno, Wilson também foi o mais votado no município governado pelo prefeito Dr. Aluizio. Ele não declarou apoio a nenhum candidato a governador nesta eleição.
 
 
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Presidente em SJB: Bolsonaro vence com 64%
28/10/2018 | 19h36
O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) foi o mais votado em São João da Barra. Ele recebeu 64,4% dos votos válidos, ante 35,6% do candidato derrotado do PT Fernando Haddad.
Na corrida presidencial, a prefeita Carla Machado (PP) declarou voto no petista. Mas o resultado das urnas repetiu o que já havia sinalizado no primeiro turno.
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Carapebus: Wilson Witzel vence com 69%
28/10/2018 | 19h20
Com 100% das urnas apuradas em Carapebus, o ex-juiz federal Wilson Witzel (PSC) alcançou 68,63% dos votos válidos, enquanto Eduardo Paes (DEM) somou 31,37%.
No primeiro turno, Wilson também foi o mais votado no município governado pela prefeita Christiane Cordeiro (PP). Ela apoiou Paes no primeiro turno.
 
 
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Cardoso Moreira: Wilson Witzel vence com 64%
28/10/2018 | 19h15
Com 100% das urnas apuradas em Cardoso Moreira, o ex-juiz federal Wilson Witzel (PSC) alcançou 63,99% dos votos válidos, enquanto Eduardo Paes (DEM) somou 36,01%.
No primeiro turno, Wilson também foi o mais votado no município governado pelo prefeito Gilson Siqueira (PP). Ele apoiou Paes desde o primeiro turno.
 
 
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SJB: Wilson Witzel vence com 65%
28/10/2018 | 19h10
Com 100% das urnas apuradas em São João da Barra, o ex-juiz federal Wilson Witzel (PSC) alcançou 64,61% dos votos válidos, enquanto Eduardo Paes (DEM) somou 35,39%.
No primeiro turno, Wilson também venceu no município governado pela prefeita Carla Machado (PP). Ela apoiava Paes desde o primeiro turno.
 
 
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SFI: Wilson Witzel vence com 75%
28/10/2018 | 19h07
Com 100% das urnas apuradas em São Francisco de Itabapoana, o ex-juiz federal Wilson Witzel (PSC) alcançou 75,31% dos votos válidos, enquanto Eduardo Paes (DEM) somou 24,69%.
No primeiro turno, Wilson também foi o mais votado no município governado pela prefeita Francimara Barbosa Lemos (PSB). Ela não declarou apoio a nenhum candidato na corrida ao Guanabara.
 
 
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Conceição do Macabu: Wilson Witzel vence com 65%
28/10/2018 | 18h56
Com 100% das urnas apuradas em Conceição do Macabu, o ex-juiz federal Wilson Witzel (PSC) alcançou 65,34% dos votos válidos, enquanto Eduardo Paes (DEM) somou 34,66%.
No primeiro turno, Wilson também foi o mais votado no município governado pelo prefeito Claudio Linhares. Ele apoiava Eduardo Paes.
 
 
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São Fidélis: Wilson Witzel vence com 77%
28/10/2018 | 18h40
Com 100% das urnas apuradas em São Fidélis, o ex-juiz federal Wilson Witzel (PSC) alcançou 77,09% dos votos válidos, enquanto Eduardo Paes (DEM) somou 22,91%.
No primeiro turno, Wilson também foi o mais votado no município governado pelo prefeito Amarildo do Hospital. Ele não declarou apoio a nenhum dos candidatos neste segundo turno. No primeiro, apoiou Anthony Garotinho (PR), até o político da Lapa ter a candidatura barrada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
 
 
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Quissamã: Wilson Witzel vence com 59%
28/10/2018 | 18h08
Com 100% das urnas apuradas em Quissamã, o ex-juiz federal Wilson Witzel (PSC) alcançou 59,01% dos votos válidos, enquanto Eduardo Paes (DEM) somou 40,99%.
No primeiro turno, o município governado pela prefeita Fátima Pacheco (Podemos) foi o único da região Norte Fluminense em que Paes venceu. Fátima declarou apoio ao candidato do DEM desde o primeiro turno.
 
 
 
 
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Últimas impressões antes da decisão nas urnas
27/10/2018 | 23h55
Fechou a boca
A boca do jacaré fechou no Rio de Janeiro. No jargão dos institutos de pesquisa, os gráficos formam o desenho da boca do réptil. E quanto mais acirrada estiver a disputa, mais fechada ela está. A ampla vantagem que Wilson Witzel (PSC) construiu foi embora: o jogo é franco e nenhum resultado é previsível para hoje, na disputa contra Eduardo Paes (DEM). Nos números do Datafolha, Witzel chegou a bater 61% na sondagem de 18 de outubro, caiu para 56% na última quinta-feira (25) e agora tem 53% dos votos válidos. Já Paes, largou com 39%, subiu para 44% e ontem registrou 47%. A diferença que já foi de 22 pontos, agora é só de seis.
 
Tendências
Não é novidade para ninguém que pesquisas nem sempre refletem o resultado das urnas, mas quem faz análise sabe que todas mostram tendências. E o Ibope também aponta que Paes está em crescimento no Rio de Janeiro. Witzel tinha 60% na primeira pesquisa do instituto divulgada no dia 17 de outubro, caiu para 56% na última terça-feira (23) e agora chegou a 54%. Paes largou com 40% no Ibope, passou para 44% e agora tem 46%. Segundo o instituto, a diferença entre eles caiu de 20 para oitos pontos. No primeiro turno, Witzel não decolou de cara nas pesquisas. Virou nos últimos dias. Agora, teme ser surpreendido da mesma forma.
 
Partiu para o ataque
O crescimento de Paes no segundo turno tem muito a ver com sua mudança de postura. Líder nas principais pesquisas até a véspera do primeiro, o ex-prefeito do Rio de Janeiro tinha adotado um tom mais ameno na campanha, sem embates. Era vidraça, alvo preferido dos outros concorrentes. Atropelado por Witzel, que foi franco atirador nos debates, Paes partiu pra cima depois de 7 de outubro, quando o ex-juiz federal, até então desconhecido do grande público, passou de pedra à vidraça. Paes, nitidamente, conquistou votos devido ao seu desempenho nos debates, sobretudo no último, da TV Globo.
Poder de decisão
Pelo que apontam as pesquisas, em votos totais, a decisão do próximo governador do Rio de Janeiro está nas mãos daqueles que disseram ainda não saber em quem votar a um dia do pleito. Em votos totais, no Datafolha, Witzel tem 44%, enquanto Paes chega a 40%. Neste levantamento, 7% dos eleitores não sabem em quem votar. A margem de erro, nas duas pesquisas divulgadas ontem, é de dois pontos para mais ou para menos. Outro fator importante neste momento decisivo é a rejeição. Paes lidera no índice negativo do Ibope com 43%. Menos conhecido, Witzel tem 25%. O Datafolha não aferiu a rejeição.
Fechou, mas nem tanto
Na corrida presidencial, o Ibope registrou a menor vantagem de Jair Bolsonaro (PSL) sobre Fernando Haddad (PT) em todo o segundo turno: oito pontos. O peselista tem 54%, enquanto o petista aparece com 46% dos votos válidos. No começo da série, o capitão da reserva do Exército tinha 18 pontos de vantagem. Já na sondagem do Datafolha, a diferença entre os presidenciáveis é de 10 pontos: 55% x 45%. Os dois institutos mostram que Haddad vem ganhando votos nos últimos dias, mas Bolsonaro ainda tem uma vantagem considerável. Uma virada de última hora no país é mais improvável do que no Estado.
Nas alturas
Reflexo de um eleitorado desacreditado no cenário nacional, Bolsonaro e Haddad acumulam taxas de rejeição muito altas. No Datafolha, o capitão da reserva do Exército tem 45%, número alarmante, mas menor que os 52% do ex-prefeito paulistano. Na lógica, para vencer a eleição é necessário 50% dos votos válidos mais um. Só que Haddad tem teto, de 48%, considerando sua rejeição. Nos números do Ibope, a rejeição a Bolsonaro é de 39%, enquanto o petista fica com 44% no índice negativo.
Fora da curva
Ibope e Datafolha apresentaram resultados semelhantes na corrida presidencial. Outras pesquisas apontam as mesmas perspectivas, exceto dois pontos fora da curva. O instituto Paraná, primeiro a detectar a ampla vantagem de Bolsonaro no primeiro turno e o favoritismo no segundo, mostrou na sexta-feira que o líder das intenções de votos tem 61%, ante 39% do petista. O Vox Populi, ontem, em pesquisa encomendado pelo Brasil 247 (site alinhado ao PT), mostrou um empate. É muito menos importante que os rumos do país, mas a sentença das urnas hoje pode mudar, inclusive, as perspectivas com relação às pesquisas eleitorais no Brasil.
*Publicado na edição deste domingo (28) da Folha da Manhã
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Com contas rejeitadas pelo TCE, Pedrinho Cherene é notificado pela Câmara de SFI
26/10/2018 | 14h26
Pedrinho Cherene
Pedrinho Cherene / Divulgação
O ex-prefeito de São Francisco de Itabapoana Pedrinho Cherene (MDB) foi notificado pela Câmara nesta sexta-feira (26) para apresentar sua defesa no processo que vai julgar a prestação de contas do último ano da sua gestão, o de 2016. Cherene tem 15 dias para se manifestar. Em abril (aqui), o Tribunal de Contas do Estado (TCE) do Rio de Janeiro emitiu parecer contrário à aprovação do relatório. Contudo, a palavra final cabe ao Legislativo Municipal, que deve julgar o processo até o fim do ano.
Nessa quinta-feira (25), a Câmara de São Francisco chegou a informar que estava encontrando dificuldades para notificar o ex-prefeito para apresentar a defesa sobre a prestação de contas de sua gestão de 2016. Segundo a Procuradoria da Câmara, os encarregados de notificar o ex-prefeito estiveram nas residências dele, na Fazenda Fazendinha, em Ponto de Cacimbas, no município, e em outro imóvel, na cidade de Campos, e ainda no local de trabalho, uma clínica em SFI, mas sem sucesso.
Contas reprovadas — A prestação de contas de São Francisco de Itabapoana de 2016, recebeu parecer prévio do TCE pela reprovação. No relatório do conselheiro substituto Marcelo Verdini Maia, as irregularidades apontadas foram: déficit financeiro de R$ 3.072.430,11; saída de recursos da conta do Fundeb sem a devida comprovação; e assunção de obrigação de despesa que não possa ser cumprida integralmente dentro do mandato, ou que tenha parcelas a serem pagas sem que haja suficiente disponibilidade de caixa para sua cobertura. O conselheiro substituto ainda enumerou 11 impropriedades, 14 determinações e duas recomendações.
 
 
 
 
 
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Bolsonaro tem 56% e Haddad 44%, mostra Datafolha
25/10/2018 | 19h07
O candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) continua como favorito para vencer a disputa no domingo. Contudo, a vantagem sobre Fernando Haddad (PT) caiu em seis pontos com relação à sondagem do mesmo instituto, divulgada na semana passada (aqui). Bolsonaro tem 56% dos votos válidos, enquanto Haddad chega a 44%.
Na última pesquisa Ibope (aqui), divulgada na terça-feira (23), Bolsonaro tinha 57%, enquanto Haddad chegou a 43%.
Em votos totais, Bolsonaro tem 48%, ante 38% de Haddad e 6% de indecisos. Há 8% de eleitores que declaram que irão votar branco ou nulo. Desses, 22% afirmam que podem mudar de ideia até o dia da eleição.
O Datafolha entrevistou 9.173 eleitores em 341 cidades no levantamento, encomendado pela Folha e pela TV Globo e realizado na quarta (24) e na quinta.
Rejeição — A rejeição a ambos os candidatos, uma marca desta eleição, permanece alta. Haddad viu a sua oscilar negativamente de 54% para 52%, enquanto Bolsonaro teve a sua subindo três pontos, para 44%. A certeza do voto dos eleitores declarados de ambos é alta: 94% dos bolsonaristas e 91% dos pró-Haddad se dizem convictos.
Com informações da Folha de São Paulo
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Datafolha: Witzel tem 56%; Paes aparece com 44%
25/10/2018 | 18h41
O Datafolha divulgou nesta quinta-feira (25) os mais recentes números da pesquisa ao Governo do Rio de Janeiro. Eduardo Paes (DEM) aparece com 44% dos votos válidos, enquanto o líder Wilson Witzel (PSC) tem 56%. Os números são os mesmos que o Ibope divulgou (aqui) na última terça-feira (23).
Com relação à pesquisa Datafolha divulgada na semana passada (aqui), a distância entre Witzel e Paes foi reduzida em dez pontos percentuais
Em relação aos votos totais, o levantamento mostra que 47% opta por Witzel (eram 50% há uma semana), 37%, Paes (contra 33% há sete dias), 11%, branco ou nulo, e 6% afirmam estar indecisos. Não houve mudança na taxa desses dois últimos grupos.
O Datafolha entrevistou 1.481 eleitores entre quarta-feira (24) e quinta. A pesquisa foi registrada sob o número RJ-03785/2018 no Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro. A margem de erro é de três pontos percentuais.
Rejeição — O levantamento mostra também que um dos desafios do ex-prefeito é reduzir sua rejeição. Mais da metade dos entrevistados (52%) afirmam que não votariam em Paes "de jeito nenhum". Witzel tem a oposição de 39% dos eleitores, segundo o Datafolha. 
Com informações da Folha de São Paulo
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Cabral pagou propina para barrar requerimentos de Garotinho, diz delator
25/10/2018 | 14h34
Novos trechos da delação de Carlos Miranda, operador financeiro do ex-governador Sérgio Cabral (MDB), foram revelados nessa quarta-feira (24) pela GloboNews. Em um dos trechos, Miranda aponta senadores e deputados federais como beneficiados por propinas do esquema criminoso do ex-governador do Rio de Janeiro. Inclusive, segundo o delator, a propina para uma deputada teria o intuito de barrar requerimentos do então deputado federal Anthony Garotinho (PRP) na Câmara Federal.
A delação, homologada pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, cita dois senadores supostamente envolvidos com esquema de propinas. Um deles é Aécio Neves, do PSDB de Minas Gerais, a outra Rose de Freiras (Podemos).
Segundo o operador, na época da campanha presidencial de 2014, Aécio esteve com Cabral e o ex-governador se comprometeu a ajudá-lo na campanha. Miranda contou que Cabral pediu a ele para que procurasse José Carlos Lavouras, representante da Federação das Empresas de Ônibus do Rio de Janeiro (Fetranspor) para que ele pagasse R$ 1,5 milhão a Aécio.
Miranda também revelou que esse dinheiro supostamente doado via caixa 2 foi descontado da propina que a Fetranspor pagava para Cabral. Ainda de acordo com a delação, Cabral teria intermediado pagamentos de vantagens indevidas da construtora OAS para Aécio.
Caso Garotinho — Outra integrante do Senado que aparece na delação, Rose de Freitas era deputada federal na época em que supostamente recebeu dinheiro ilegal. Miranda afirmou que, no início do segundo mandato de Cabral, em 2011, o então governador pediu a ele que entregasse R$ 500 mil a Rose. Na época, ela era filiada ao MDB, mesmo partido de Cabral e ocupava o cargo de primeira vice-presidente na mesa diretora da Câmara dos Deputados, sendo responsável por acolher os requerimentos feitos por outros deputados.
Segundo Miranda, Cabral disse que a propina seria paga para que Rose barrasse os requerimentos feitos pelo então deputado Garotinho — que se tornou um dos maiores inimigos políticos de Cabral.
De acordo com o delator, um dos requerimentos de Garotinho foi feito em razão das viagens de Sérgio Cabral ao exterior. Garotinho queria que Cabral fosse investigado por “frequentemente se ausentar do estado por períodos que extrapolam os limites fixados em lei, especialmente com o uso de aeronaves cedidas por empresários”.
Outros citados — Miranda citou ainda, em sua delação, dois deputados federais da bancada do Rio que teriam recebido propina do ex-governador Sérgio Cabral. Um deles é Aureo Lídio (SD), reeleito este ano para o seu terceiro mandato. O outro é Julio Lopes (PP), secretário de Transportes no governo Cabral, que não foi reeleito neste ano.
Todos os citados negam as acusações.
Confira a matéria completa no portal G1.
 
 
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Carla Machado antecipa salário dos servidores em outubro
24/10/2018 | 15h33
A prefeita de São João da Barra, Carla Machado, anunciou que os servidores do município vão receber o salário antecipadamente neste mês, no dia 26 de outubro. A medida, segundo a prefeita, foi em virtude do dia do Servidor Público, celebrado no domingo (28):
 
 
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Ibope: Bolsonaro tem 57%; Haddad, 43%
23/10/2018 | 20h57
O Ibope divulgou nesta terça-feira (23) o resultado da segunda pesquisa do instituto sobre o 2º turno da eleição presidencial. Jair Bolsonaro (PSC) oscilou negativamente em dois pontos percentuais, enquanto Fernando Haddad oscilou positivamente, dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais. O capitão da reserva do Exército tem 57% dos votos válidos, enquanto o ex-prefeito paulistano chega a 43%.
A comparação da sondagem atual é com a pesquisa Ibope divulgada na semana passada, na qual Bolsonaro apareceu com 59%, enquanto Haddad tinha 41% — considerando os votos válidos.
 
 
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Ibope: Witzel tem 56%; Paes 44%
23/10/2018 | 18h53
A nova pesquisa Ibope, divulgada nesta terça-feira (23), muda a perspectiva da corrida eleitoral no Rio de Janeiro. A diferença entre Wilson Witzel (PSC) e Eduardo Paes (DEM) caiu 8 pontos percentuais. O ex-juiz federal somou 56% dos votos válidos, enquanto o ex-prefeito do Rio chegou a 44%. O resultado mostra um crescimento de 4 pontos percentuais do ex-prefeito da capital, com relação à sondagem divulgada na semana passada, quando a diferença entre os candidato era de 20 pontos percentuais.
Nos votos totais, Witzel tem 48%, enquanto Paes ficou com 38%. Brancos e nulos somam 11%, e 3% dos entrevistados não sabem ou não responderam à pesquisa.
No levantamento do Ibope, feito entre 15 e 17 de outubro (aqui), a diferença era de 20 pontos entre os candidatos, com Witzel marcando 60% dos votos válidos e Paes, 40%.
Encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Globo, a sondagem ouviu 1512 eleitores em 41 municípios fluminenses entre os dias 20 a 23 de outubro de 2018. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR 07484/2018.
O crescimento de Paes foi acima da margem de erro, que é de 3 pontos para mais ou para menos.
Rejeição — De acordo com os dados do Ibope, 46% dos entrevistados disseram que não votariam em Eduardo Paes de jeito nenhum. Declararam votar com certeza no ex-prefeito do Rio 23% dos eleitores. Outros 17% afirmaram que podem votar nele, e 12% declararam não conhecê-lo o suficiente para opinar. Não souberam ou não opinaram 2% dos entrevistados.
Já 22% dos ouvidos disse que não votaria de jeito nenhum em Wilson Witzel, enquanto 37% votariam no ex-juiz. Outros 13% disseram que podem votar nele, e 27% não o conhecem o suficiente para opinar. Assim como no caso de Paes, 2% não souberam ou não opinaram.
 
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Foragido e afastado da Câmara de SFI, Jarédio perde mais uma no TRE
23/10/2018 | 00h24
Divulgação
Afastado da Câmara de São Francisco de Itabapoana desde o início do mês passado, o parlamentar Jarédio Azevedo (SD) teve mais um recurso negado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Nesta segunda-feira (22), a Corte negou um habeas corpus que pretendia reverter a questão do afastamento.
Por decisão do juiz Alexandre Rodrigues de Oliveira, da 130ª Zona Eleitoral, o parlamentar foi afastado do cargo após o Ministério Público Eleitoral (MPE) denunciar que ele na campanha eleitoral de 2016, o vereador teria prometido a eleitoras beneficiárias do programa social Bolsa Família cirurgias a seus parentes em troca do voto e da assinatura de termo de doação eleitoral, no valor de R$ 600.
Na segunda-feira (15) passada, um mandado de segurança impetrado pela defesa do vereador afastado também foi negado pelo TRE. No dia seguinte, a prisão preventiva foi decretada porque Jarédio descumpriu a medida cautelar que proibia contato direto ou indireto com testemunhas. Um vídeo apresentado à Justiça mostrou o advogado do réu em contato com uma das testemunhas. Esse diálogo foi enquadrado como contato indireto. E o réu é considerado foragido desde então.
 
 
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Criação de emprego formal em setembro é a maior para o mês em cinco anos
22/10/2018 | 20h41
Taxa de desemprego em abril chega em 13.6%
Taxa de desemprego em abril chega em 13.6% / Divulgação
Beneficiada pelos serviços e pela indústria, a criação de empregos com carteira assinada atingiu, em setembro, o maior nível para o mês em cinco anos. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, 137.336 postos formais de trabalho foram criados no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

A última vez em que a criação de empregos tinha superado esse nível tinha sido em setembro de 2013, quando as admissões tinham superado as dispensas em 211.068. A criação de empregos totaliza 719.089 de janeiro a setembro e 459.217 nos últimos 12 meses.

Na divisão por ramos de atividade, sete dois oito setores econômicos criaram empregos formais em setembro. O campeão foi o setor de serviços, com a abertura de 60.961 postos, seguido pela indústria de transformação (37.449 postos) e pelo comércio (26.685 postos). A construção civil abriu 12.481 vagas, seguida pelos serviços industriais de utilidade pública (1.091 vagas), administração pública (954) e extrativa mineral (403).

O nível de emprego caiu apenas no setor da agropecuária, que demitiu 2.688 trabalhadores a mais do que contratou no mês passado. Tradicionalmente, setembro registra contratações pela indústria, que começa a produzir para o Natal. Em contrapartida, o mês registra demissões no campo, por causa da entressafra de diversos produtos.

Nos serviços, os grandes destaques foram o comércio e a administração de imóveis, valores mobiliários e serviço técnico, que abriu 25.872 postos, e os serviços de alojamento, alimentação, reparação, manutenção e redação, com 13.168 vagas. A indústria foi impulsionada pelos produtos alimentícios, bebidas e álcool etílico, com 29.652 postos.

Regiões

Todas as cinco regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em setembro. O Nordeste liderou a abertura de vagas, com 62.177 postos, seguido pelo Sudeste (38.933 vagas). Foram abertos 18.063 postos no Sul, 10.262 no Norte e 7.901 no Centro-Oeste.

Na divisão por estados, apenas o Mato Grosso do Sul demitiu a mais do que contratou, com o fechamento de 2.645 postos formais de trabalho. As maiores variações positivas no saldo de emprego ocorreram em São Paulo (22.448 vagas), Pernambuco (21.414), Alagoas (15.179) e Paraná (9.487).
Fonte: Agência Brasil
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Afastado do mandato e foragido, Jarédio ainda recebe da Câmara de SFI
19/10/2018 | 21h03
Divulgação
Com mandado de prisão expedido desde a última terça-feira (16), o vereador Jarédio Azevedo (SD), afastado da Câmara de São Francisco de Itabapoana, continua foragido. No entanto, mesmo fora do cargo desde 4 de setembro por decisão judicial, o parlamentar não teve o salário suspenso. E agora, mesmo foragido e até se for preso, continuará recebendo.
Ao determinar o afastamento do vereador, o juiz Alexandre Rodrigues de Oliveira disse que “as questões administrativas relacionadas à remuneração e demais vantagens do cargo serão regulados pela legislação local”. A decisão foi tomada em plenário, pelos vereadores, já que o regimento da Casa prevê que esses casos devem ser apreciados pelos parlamentares. E a decisão precisou de maioria absoluta, de dois terços dos vereadores.
O juiz responsável pela 130ª Zona Eleitoral decidiu afastar Jarédio do cargo no início do mês passado. Segundo denúncia do Ministério Público Eleitoral (MPE), na campanha eleitoral de 2016, o vereador teria prometido a eleitoras beneficiárias do programa social Bolsa Família cirurgias a seus parentes em troca do voto e da assinatura de termo de doação eleitoral, no valor de R$ 600.
Na última segunda-feira (15), um mandado de segurança impetrado pela defesa do vereador afastado foi negado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Já no dia seguinte, a prisão preventiva foi decretada porque Jarédio descumpriu a medida cautelar que proibia contato direto ou indireto com testemunhas. Um vídeo apresentado à Justiça mostrou o advogado do réu em contato com uma das testemunhas. Esse diálogo foi enquadrado como contato indireto.
 
 
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Datafolha para presidente, votos válidos: Bolsonaro, 59%; Haddad, 41%
18/10/2018 | 20h54
O Datafolha divulgou nesta quinta-feira (18) o resultado da mais recente pesquisa do instituto sobre o 2º turno da eleição presidencial. E o resultado aponta a mesma tendência revelada pelo próprio instituto, na semana passada (aqui), além das pesquisas que foram divulgadas nesta semana pelo Ibope (aqui) e o Paraná Pesquisas (aqui): é ampla a vantagem de Jair Bolsonaro (PSL) sobre Fernando Haddad (PT).
O mais recente levantamento Datafolha foi realizado nessa quarta (17) e quinta-feira (18) e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos. Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes: Bolsonaro tem 59%, enquanto Haddad chega a 41%. No levantamento anterior, Bolsonaro tinha 58% e Haddad, 42%.
Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.
Votos totais
Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:
Jair Bolsonaro (PSL): 50%
Fernando Haddad (PT): 35%
Em branco/nulo/nenhum: 10%
Não sabe: 5%
Fonte: G1
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Ibope no Rio de Janeiro, votos válidos: Witzel tem 60%; Paes, 40%
17/10/2018 | 18h56
O Ibope divulgou nesta quarta-feira (17) o resultado da primeira pesquisa do instituto sobre o segundo turno da eleição para governador no Rio de Janeiro. O levantamento foi realizado entre segunda-feira (15) e quarta-feira (17) e tem margem de erro de 3 pontos, para mais ou para menos. Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes: Wilson Witzel (PSC) com 60% e Eduardo Paes (DEM) 40%. Mais cedo, o instituto Paraná Pesquisas também divulgou pesquisa de intenção de votos para o governo do Estado. 
Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no 2º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.
Nos votos totais, Witzel tem 51%, enquanto Paes soma 34%. Brancos e nulos chegam a 9%. Já 5% dos entrevistados responderam não saber em quem responder.
Rejeição
A pesquisa também apontou o potencial de voto e rejeição para governador. Paes lidera no índice negativo. O instituto perguntou: “Para cada um dos candidatos a Governador do Rio de Janeiro que eu citar, gostaria que o(a) sr(a) me dissesse qual destas frases melhor descreve a sua opinião sobre ele:”
Eduardo Paes
Com certeza votaria nele para governador - 21%
Poderia votar nele para governador - 18%
Não votaria nele de jeito nenhum - 48%
Não o conhece o suficiente para opinar - 11%
Não sabem ou preferem não opinar - 2%
Wilson Witzel
 Com certeza votaria nele para governador - 40%
Poderia votar nele para governador - 14%
Não votaria nele de jeito nenhum - 18%
Não o conhece o suficiente para opinar - 26%
Não sabem ou preferem não opinar - 2%
Com informações do G1
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Paraná Pesquisas: Bolsonaro amplia vantagem sobre Haddad
17/10/2018 | 18h48
Segundo pesquisa do instituto Paraná, encomendada pela Crusoé, divulgada nesta quarta-feira (17), Jair Bolsonaro (PSL) tem 60,9% dos votos válidos, contra 39,1% de Fernando Haddad (PT). A vantagem do capitão da reserva do Exército para o petista, a 11 dias das urnas, é de quase 22 pontos. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Nos votos totais, Bolsonaro soma 52,9%, enquanto Haddad chega a 33,9%. Ainda de acordo com o levantamento, 9,4% dos eleitores dizem não votar em nenhum dos dois, enquanto 3,8% afirmam estar indecisos.
A sondagem foi realizada entre 14 e 17 de outubro com 2.080 entrevistas em 162 municípios. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob a inscrição BR-04446/2018.
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Primeira pesquisa do segundo turno no Rio: Witzel tem 67,8%; Paes, 32,2%
17/10/2018 | 10h04
O instituto Paraná Pesquisas divulgou nesta quarta-feira (17) a primeira pesquisa de intenção de votos no segundo turno para governador no Rio de Janeiro. Após a ascensão meteórica na reta final do primeiro turno, o ex-juiz federal Wilson Witzel (PSC) continua em crescimento e registra 67,8% dos votos válidos, ante 32,2% do seu adversário, Eduardo Paes (DEM). Para obter o percentual de votos válidos, o instituto de pesquisa exclui os brancos, nulos e as abstenções. É a mesmo procedimento adotado pela Justiça Eleitoral na apuração dos votos.
Já no cenário de votos totais, Witzel tem 59%, enquanto Paes chega a 28,1%. Dos entrevistados, 8,4% responderam que não vão votar em nenhum dos candidatos, enquanto 4,6% disseram ainda não saber.
O Paraná Pesquisas também apurou a rejeição aos candidatos. No índice negativo, Paes chega a 56,4%, enquanto Witzel tem 27,2%.
Corrida presidencial — A sondagem também traz números sobre a corrida presidencial entre os eleitores do Rio de Janeiro. Em votos válidos, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSC) tem a preferência de 70,8% do eleitorado fluminense, enquanto Fernando Haddad (PT) chega a 29,2%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob a inscrição BR-00671/2018 e no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), com a inscrição 06546/2018. Foram entrevistados 1.860 eleitores fluminenses entre os dias 14 e 16 de outubro. A margem de erro é de 2,5% para mais ou para menos.
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Ligações perigosas do tráfico com a política em Campos
17/10/2018 | 00h38
Ligações perigosas
A operação Verde Oliva, deflagrada nessa terça-feira (16) pelas polícias Civil, Militar e o Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado (Gaeco), foi para as ruas com o objetivo de fechar o cerco contra o tráfico (aqui). Mas revelou outras ligações perigosas. Um atleta do Campos Atlético Associação, o Yuri, de 23 anos, seria titular na partida desta quarta-feira (17) contra o Queimados (aqui), pela semifinal da Série B2. Só que acabou preso. Ele é um dos artilheiros do clube na temporada. Também revelou que “Cotó”, apontado como chefe da facção Terceiro Comando Puro (TCP), dava ordens da prisão para execuções na região de Guarus e articulava apoio político.
Investigação necessária
Foi da cadeia, em conversas telefônicas com comparsas, obtidas com autorização da Justiça, que Cassiano Soares da Silva Vicente, o “Cotó”, teria proibido carreatas de alguns candidatos, mas liberou apoio a outro, não identificado, que teria boas propostas: emprego, advogado, conversar com ele na cadeia e, ganhando o pleito, um salário todo mês. Não ficou claro quem era esse candidato, tampouco se as conversas realmente aconteceram, mas a Justiça e o Ministério Público Eleitoral devem procurar mais informações sobre isso. Além da indecorosa relação com o tráfico, os relatos são relacionados a uma possível compra de votos.
Desserviço eleitoral
O eleitor brasileiro ainda não teve a oportunidade de assistir a um debate de alto nível entre os presidenciáveis Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). No entanto, os dois, nessa terça, resolveram duelar em outra arena: a virtual. Foi um desserviço dos postulantes à sucessão de Michel Temer (MDB), a essa altura do campeonato, em uma campanha marcada por fake news e muitas declarações odiosas nas redes sociais — sem falar nos casos de violência física. Depois não adianta pedir aos militantes uma campanha limpa, se os dois, que estão no centro da disputa, agem de forma diferente. Isso é até imaturo para dois candidatos ao Planalto.
Novo Sistema
O cronograma de audiências públicas para apresentação do projeto novo modelo de transporte público de Campos e para ouvir a população seguiu ontem em Campos. Desta vez, a reunião aconteceu em Dores de Macabu. Hoje o encontro será em Farol de São Thomé. O objetivo é implantar um novo sistema para melhorar o serviço de transporte no município, que é alvo de constantes reclamações dos usuários.
Resultados
Após notificar centenas proprietários de terrenos e imóveis abandonados para a limpeza dos locais, a superintendência de Posturas de Campos avaliou como positivo os resultados do mutirão de combate a terrenos abandonados na área urbana, que causam uma série de transtornos aos vizinhos. Espera-se, agora, que a limpeza se mantenha com frequência por parte dos responsáveis pelos espaços.
Fechado
Os Correios encerram as atividades em 41 agências de 15 estados do país nessa terça. A boa notícia é que nenhuma unidade pertence a Campos ou outros municípios da região, mas cabe ressaltar a indignação de alguns moradores que não recebem suas correspondências em casa, como deveriam, e são obrigados a enfrentar filas na unidade de distribuição na avenida Sete de Setembro.
Carla em Brasília
A prefeita de São João da Barra, Carla Machado (PP), marcou presença em Brasília, nessa terça, acompanhada de vereadores da bancada governista. Eles visitaram gabinetes dos deputados federais em busca de emendas para o município, principalmente com os parlamentares que apoiaram no último pleito. Presidente da Câmara de SJB, Aluizio Siqueira (PP) contou que o prazo para emendas termina no próximo dia 1º e, por isso, eles estiveram conversando com os deputados do Rio. Os pedidos são para as áreas de saúde e infraestrutura.
Com o jornalista Mário Sérgio
*Publicado nesta quarta-feira na Folha da Manhã
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Prefeita e vereadores de SJB buscam emendas em Brasília
16/10/2018 | 20h08
Prefeita e vereadores nos corredores das Câmara dos Deputados
Prefeita e vereadores nos corredores das Câmara dos Deputados / Reprodução/Facebook-Ronaldo Gomes
 
A prefeita de São João da Barra, Carla Machado (PP), cumpre agenda em Brasília nesta terça-feira (16), acompanhada de vereadores da bancada governista. Eles visitaram gabinetes dos deputados federais em busca de emendas para o município, principalmente com os parlamentares que apoiaram no último pleito.
Presidente da Câmara de SJB, Aluizio Siqueira (PP) contou que a comitiva esteve em vários gabinetes de deputados. “Fomos informados que o prazo de emendas termina no dia 1º de novembro. Por isso, viemos na frente pedir para nossa cidade, especialmente para área da saúde, mas também nas questões de infraestrutura”, afirmou Aluizio, destacando que seus pedidos foram direcionados ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), inclusive para questão do esgoto do loteamento Porto Seguro, na sede do município.
Além de Carla e Aluizio, também estão em Brasília os vereadores Alex Firme (PP), Elísio Motos (PDT), Gersinho Crispim (SD), Ronaldo da Saúde (Pros) e Sônia Pereira (PT).
O blog não conseguiu contato com a prefeita.
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Juiz decreta prisão de vereador afastado de SFI
16/10/2018 | 16h42
Jarédio Barreto
Jarédio Barreto / Divulgação
O juiz eleitoral de São Francisco de Itabapoana, Alexandre Rodrigues de Oliveira, determinou nesta terça-feira (16) a prisão preventiva do vereador afastado Jarédio Azevedo (SD). Ele está fora do cargo desde 4 de setembro, acusado de compra de votos e apresentação de documentos falsos na prestação de contas da campanha de 2016. Nessa segunda-feira (15), O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) manteve (aqui) a decisão de primeira instância que afastou o parlamentar do cargo.
O juiz eleitoral atendeu pedido do Ministério Público. Um vídeo apresentado à Justiça mostra o advogado do réu em contato com uma das testemunhas. Segundo o MP, ele a induziu a prestar depoimento. A medida cautelar imposta a Jarédio proibia de contato direto ou indireto com as testemunhas. No caso, o diálogo do advogado com a testemunha é enquadrado como contato indireto.
Segundo a decisão judicial, o vereador afastado deverá ficar preso pelo prazo necessário à instrução do processo. Jarédio terá de ficar em cela distinta dos demais detentos. Se não houver sala adequada, o juiz manda oficiar o comandante do 8º Batalhão da Polícia Militar, solicitando sala de Estado Maior para fins de cumprimento da prisão preventiva.
O vereador afastado é considerado, por ora, foragido. A Polícia Federal já foi comunicada para cumprimento da decisão. Confira a decisão do juiz e o mandado de prisão já expedido:
 
 
 
 
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TRE mantém afastamento de vereador em SFI
16/10/2018 | 15h49
Jarédio Barreto
Jarédio Barreto / Divulgação
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) negou um mandado de segurança impetrado pela defesa do vereador afastado Jarédio Azevedo (SD). Com a decisão da Corte, o parlamentar continua fora do cargo na Câmara de São Francisco de Itabapoana. Ele é acusado de compra de votos nas eleições de 2016 e confecção de documentos falsos na prestação de contas.
Segundo a denúncia que gerou o afastamento do parlamentar, na campanha eleitoral de 2016, o vereador teria prometido a eleitoras beneficiárias do programa social Bolsa Família cirurgias a seus parentes em troca do voto e da assinatura de termo de doação eleitoral, no valor de R$ 600. Para o juiz de primeira instância o réu “utilizou das prerrogativas do cargo de parlamentar para obter recursos ilícitos de campanha e confeccionar documentos (recibos eleitorais falsos) para ocultar a origem deles”.
Jarédio foi afastado do cargo no último dia 4 de setembro (aqui). Já no dia 19, Mazinho da Banda (SD) tomou posse (aqui) em seu lugar. O blog, até o momento, não consegui contato com a defesa do parlamentar afastado.
Abaixo a decisão do relator do caso, que votou pelo indeferimento da medida liminar e pela denegação da ordem, que foi a decisão da Corte:
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Ibope: Bolsonaro tem 59% dos votos válidos; Haddad tem 41%
15/10/2018 | 18h59
Só um fato novo, extremamente relevante, tira a vitória de Jair Bolsonaro (PSL) no segundo turno. O Ibope divulgou nesta segunda-feira (15) o resultado da sua primeira pesquisa no segundo turno da eleição presidencial. O levantamento foi realizado entre sábado (13) e domingo (14), e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos.
Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:
 Jair Bolsonaro (PSL): 59%
Fernando Haddad (PT): 41%
Os índice são os mesmos revelados na pesquisa BTG/Pactual, divulgada também nesta segunda.
Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.
Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:
Jair Bolsonaro (PSL): 52%
Fernando Haddad (PT): 37%
Em branco/nulo: 9%
Não sabe: 2%
Com informações do G1
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Tem recado nas urnas de 2018 para 2020 em SJB?
15/10/2018 | 15h07
Encerrada a apuração de 7 de outubro, nos bastidores os cálculos já estão voltados para 2020. Na coluna Ponto Final do dia seguinte ao primeiro turno (aqui), foi abordado sobre o que o resultado das urnas em 2018 pode refletir no próximo pleito municipal em Campos. Com a correria do período pós-eleitoral, e ainda com o segundo turno em andamento, só agora vamos aos cálculos em São João da Barra.
Bruno Dauaire (PRP) recebeu 3.526 votos e foi o deputado estadual mais votado no município. De tradicional família política na cidade, tendo o avô e o pai como ex-prefeitos, Bruno nunca escondeu o desejo de também ocupar o posto. Contudo, ainda não se arriscou em pleitos municipais. Só em 2014, com forte apoio do hoje deputado federal eleito Wladimir Garotinho (PRP), se lançou a deputado estadual e obteve mandato.
O cargo na Alerj não foi o suficiente para cacifá-lo a um pleito local. Em 2016, já desenhada a vitória de Carla Machado (PP) sobre o então prefeito Neco (MDB), Bruno manteve a neutralidade. Vale lembrar que o desempenho nas urnas em seu domicilio eleitoral no ano de 2014 não foi dos melhores. Recebeu 2.561 votos, ficando atrás de Carla (com 8.853) e do então vereador Kaká (Avante), que obteve 3.520.
A votação de Bruno neste ano aumentou. Mas ficou abaixo do esperado nos bastidores por quem vê no filho do ex-prefeito Betinho uma alternativa para quebrar a sequência de vitórias no município do grupo liderado por Carla (quatro consecutivas, desde 2004). Ah, e vale lembrar que ela só perdeu para o pai dele, em 2000, mas depois o derrotou em 2008 e em 2012, quando apoiou Neco. Em 2014, o herdeiro político do clã Dauaire teve apoio somente de um fiel escudeiro da família, o vereador Franquis Areas (PR) — além de o pleito contar com dois outros políticos fortes da cidade, entre eles a ex-prefeita Carla, que já surfava na onda da impopularidade do seu ex-aliado e então prefeito, Neco.
Em 2018, Bruno teve apoio de outras forças políticas, mas, nas urnas, foram apenas 965 votos a mais. Em comparação com 2014, foram seis votos a mais do que os recebidos por Kaká, que no pleito seguinte não conseguiu, sequer, a reeleição a vereador. Então, é uma vitória Bruno ser o mais votado no município, bem como é fundamental para suas pretensões políticas ter um mandato. Contudo, mostrar ter garrafa pra encher, não significa favoritismo como alguns apostam. Está longe disso.
Carla, mais uma vez, adotou a estratégia de pulverizar apoio a deputados, para depois somar os votos e atribuí-los ao poderio do seu grupo. Apesar disso, era Zeidan (PT) o nome mais vinculado como o de candidata da prefeita. Zeidan perdeu para Bruno no município por 1.311 votos, chegando a um total de 2.526. É um resultado expressivo, mas há de se levar também em consideração que o terceiro mais votado foi João Peixoto (DC), outro nome vinculado ao grupo da prefeita, e que teve 1.718 votos.
Em suma, o resultado das urnas deixou recado para todo mundo. A oposição ganhou fôlego ao se aproveitar da divisão de apoios no grupo de Carla. Contudo, para um pleito municipal, não consegue se acertar, bate cabeça para todo lado, e tende a cair no maior dos pecados: a vaidade. E esse pecado leva ao maior dos erros: a divisão. Não existe mais termômetro para 2020. O que pôde ser aferido foi o que ocorreu na eleição para deputado. Seja qual for o desempenho de Eduardo Paes (DEM) x Wilson Witzel (PSC) ou Fernando Haddad (PT) x Jair Bolsonaro (PSL), isso não deve interferir nas articulações provincianas para 2020.
O grupo da prefeita já se organiza, teve gente batendo na mesa, porque não ficou feliz com alguns dos resultados, mas é bola pra frente. O próximo pleito municipal é logo ali. E por falar na próxima eleição municipal, existem dois cenários bem distintos. Um é com Carla elegível. Ninguém duvida do potencial de articulação da prefeita, ainda mais com a máquina na mão, royalties em alta e a previsão de maior geração de emprego com as obras das térmicas no Açu. Outro é se o desfecho da Machadada for com a manutenção da condenação — proferida em primeira instância e confirmada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
Por ora, a condenação está suspensa por decisão monocrática. Até 2020, deve acontecer um desfecho. Mais que o resultado das urnas em 18, é a decisão da Justiça até a próxima eleição que vai interferir, com força, no futuro político na terra de Narcisa Amália.
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Liminar do TSE suspende decisão que mantinha blog do Garotinho fora do ar
11/10/2018 | 15h15
O ministro Jorge Mussi, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedeu uma liminar para que o blog do ex-governador Anthony Garotinho (PRP) possa voltar ao ar.
O Ministério Público Eleitoral conseguiu que o site fosse desativado argumentando que, além de veicular propaganda eleitoral antecipada, estava hospedado em um provedor estrangeiro.
Agora, a defesa de Garotinho conseguiu reverter a suspensão alegando que o ex-governador está fora da corrida eleitoral por decisão do próprio TSE — e que precisa prosseguir na profissão de comunicador.
Antes que o site possa voltar ao ar, no entanto, o TRE precisa ser notificado.
Fonte: Extra
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Datafolha: Bolsonaro tem 58%; Haddad, 42%
10/10/2018 | 19h05
O Datafolha divulgou nesta quarta-feira (10) o resultado da primeira pesquisa de intenção de voto do instituto sobre o segundo turno da eleição presidencial. A pesquisa foi realizada nesta quarta, dia 10, e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos.
Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:
Jair Bolsonaro (PSL): 58%
Fernando Haddad (PT): 42%
Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.
Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:
Jair Bolsonaro (PSL): 49%
Fernando Haddad (PT): 36%
Em branco/nulo/nenhum: 8%
Não sabe: 6%
Fonte: G1
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Big Data/Veja: Bolsonaro tem 54% dos votos válidos; Haddad, 46%
10/10/2018 | 16h16
Na primeira pesquisa eleitoral do segundo turno, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) lidera a corrida pelo Palácio do Planalto com 54% das intenções de votos válidos. O petista Fernando Haddad tem 46%. O levantamento foi feito pelo instituto Ideia Big Data em parceria com Veja, divulgada nesta quarta-feira (10).
A pesquisa ouviu 2.036 eleitores das cinco regiões do país entre a última segunda (8) e esta quarta. A margem de erro é de 2,67% pontos percentuais para mais ou para menos. O número de registro no TSE é BR-09687/2018.
Ao considerar o universo de todos os entrevistados, Bolsonaro tem 48% das intenções dos eleitores, enquanto Haddad, 41%. Votos brancos e nulos somam 7%, enquanto indecisos ou que não responderam atingiram 4%.
Fonte: Veja
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Presidente da Firjan visita Açu e vê potencial para investimento coreano
10/10/2018 | 14h14
Comitiva da Firjan no Porto do Açu
Comitiva da Firjan no Porto do Açu / Divulgação
O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira, visitou hoje o Porto do Açu, em São João da Barra, acompanhado de sua comitiva. O grupo percorreu os terminais de minério de ferro (Ferroport), de petróleo (Açu Petróleo) e multicargas (T-MULT). Recentemente, Vieira foi nomeado Cônsul Honorário da Coreia do Sul no Rio de Janeiro e afirmou, na visita ao Complexo do Açu, que os coreanos estão buscando investimentos no Brasil e que há sinergias com o empreendimento instalado no Norte Fluminense.
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Impressões do 1º turno e o que as urnas em 2018 projetam para 2020
08/10/2018 | 15h27
Acirramento no segundo turno
O acirramento na política nacional, que ficou evidente no primeiro turno, tende a ser mais intenso a partir de hoje. No dia 28 de outubro, o eleitor escolherá entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). A vantagem do ex-capitão do Exército sobre o ex-prefeito paulista foi expressiva: quase 17%. No início da apuração parecia que Bolsonaro liquidaria a fatura ontem mesmo. No entanto, se concretizou o que todos os institutos de pesquisa sinalizaram: a polarização do antipetismo, personificado em Bolsonaro, e o “ungido” do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, mesmo preso, liderou as pesquisas até ser barrado na Ficha Limpa.
Lula x Bolsonaro?
Por falar em Lula, parecia que o ex-presidente, mesmo condenado em segunda instância na Lava Jato, chegaria ao fim do primeiro turno como o grande nome da política. Isso porque as pesquisas apontavam transferência de votos dele para Haddad em uma velocidade impressionante, logo que o PT definiu o ex-prefeito paulista na cabeça de chapa. Mas não demorou muito para os levantamentos captarem o crescimento da rejeição, reflexo do desgaste do partido e, também, do seu maior líder. Todo político gosta de dizer que segundo turno é uma nova eleição. Então, na que terminou ontem, o grande nome foi Bolsonaro.
Onda avassaladora
No Rio de Janeiro, essa vantagem ficou ainda mais nítida. Bolsonaro obteve quase 60% dos votos para presidente no estado. Seu partido ficou com nada menos que 13 cadeiras na Alerj. Dos 46 deputados federais, 12 são do PSL. Como Christiano Abreu Barbosa observou no blog Ponto de Vista, o último deputado do partido do presidenciável conquistou a vaga com 31.788 votos. Isso fez com que as vagas para os demais partidos e coligações fossem reduzidas. A de Marcão Gomes, PR e Podemos, tinha potencial para três a quatro cadeiras. Com a onda PSL, fez só duas, deixando de fora Marcão, com quase 41 mil votos, e Dica, com quase 40 mil.
Surfou bem
Nada é mais impressionante que a transferência de votos para o ex-juiz federal Wilson Witzel (PSC), que saltou de 9% na pesquisa Datafolha da última quinta-feira para 41,28% no resultado oficial. Ele se colocou no cenário como candidato de Bolsonaro, aos poucos. Em entrevista à Folha, publicada no dia 7 de setembro, aproveitou “para mandar um grande abraço público para Jair e Flávio Bolsonaro (PSL)”, políticos que afirmou ter “admiração pessoal”. Depois, no debate do SBT, levou nas mãos o número do presidenciável.
Em vantagem
A ascensão veio mesmo nos últimos dias, quando ele esteve, inclusive, em campanha ao lado de Flávio. O deputado estadual, vale destacar, conquistou mais de 4,3 milhões de votos ontem e se elegeu ao Senado. A reboque, a família ajudou a eleger Arolde de Oliveira (PSD), com 2,3 milhões de votos, desbancando Cesar Maia (DEM). Na eleição que continua, como Bolsonaro no cenário nacional, o ex-juiz chega ao segundo turno com boa vantagem no Rio. Até sábado líder em todas as pesquisas, Eduardo Paes (DEM) terminou o primeiro turno com 19,56%.
Despencou
A mesma velocidade da ascensão de Witzel foi a da derrocada de Romário (Podemos). O Baixinho chegou a liderar no período pré-eleitoral e era colocado em todos os cenários de segundo turno. Na sexta, recebeu o apoio de Anthony Garotinho (PRP), que queria voltar ao Guanabara, mas foi barrado na Ficha Limpa. Nos últimos anos, Garotinho tem se transformado em um Midas ao contrário: tudo que toca, estraga. Foi assim com Marcelo Crivella (PRB), no segundo turno de 2014. Sem falar de Geraldo Alckmin (PSDB), em 2006, que teve menos votos com apoio de Garotinho, do que no primeiro turno, quando não contava com tal apoio.
Projeções
Muitos clãs fluminenses foram derrotados neste pleito. Mas no caso dos Garotinho, saiu por baixo só o pai. Wladimir (PRP) foi o mais votado a federal em Campos. Se já era projetado para 2020, agora, com mandato, é ainda mais. Na família, superou em votos a irmã, Clarissa (Pros), que se reelegeu com votação abaixo da esperada. Principal adversário de Wladimir na briga pelos votos campistas, Marcão levou a melhor no geral, mas ficou de fora. Em julho deste ano, o presidente do Legislativo goitacá contestou o raciocínio de que o resultado de 2018 possa influenciar em 2020. Mas não há dúvida que uma eleição já começa a desenhar a outra.
*Publicado nesta segunda-feira (8) da Folha da Manhã
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Macaé: Bolsonaro com 55,8; Witzel recebe 38,1% dos votos
07/10/2018 | 23h14
Apuração encerrada também em Macaé. Jair Bolsonaro (PSL) foi o mais votado, com 55,8% dos votos, seguido por Fernando Haddad (PT), com 17,6%. Na disputa ao governo do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC) recebeu 38,1% dos votos válidos, enquanto Romário (Podemos) chegou a 16%.
Senado — Os mais votados para o Senado foram Flávio Bolsonaro (PSL), com 29,7% e Arolde de Oliveira (PSD), com 17,4%.
Deputados — Para deputado estadual, o candidato mais votado foi Welberth Rezende (PPS). Já para federal, quem teve mais votos foi Felício Laterça (PSL).
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Carapebus: Bolsonaro faz 59%; Witzel, 26%
07/10/2018 | 21h24
Em Carapebus também está encerrada a apuração. Jair Bolsonaro (PSL) foi o mais votado, com 59%, seguido por Fernando Haddad (PT), com 21%. Na disputa ao governo do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC) recebeu 26% dos votos válidos, enquanto Eduardo Paes (DEM) chegou a 24%.
Senado — Os mais votados para o Senado foram Flávio Bolsonaro (PSL), com 35%; e Cesar Maia (DEM), com 18%.
Deputados — Para deputado estadual, o candidato mais votado foi Francine Mota (MDB). Já para federal, quem teve mais votos foi Bernard Tavares (PSD).
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Quissamã: Bolsonaro chega a 48%; Paes, 33%
07/10/2018 | 21h14
Apuração encerrada também em Quissamã. Jair Bolsonaro (PSL) foi o mais votado, com 48,1% dos votos, seguido por Fernando Haddad (PT), com 25,7%. Na disputa ao governo do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (DEM) recebeu 32,6% dos votos válidos, enquanto Wilson Witzel (PSC) chegou a 26,5%.
Senado — Os mais votados para o Senado foram Cesar Maia (DEM), com 23,2% e Flávio Bolsonaro (PSL), com 22,5%.
Deputados — Para deputado estadual, o candidato mais votado foi o ex-prefeito Armando Carneiro (PV). Já para federal, quem teve mais votos foi Rodrigo Maia (DEM).
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Flávio Bolsonaro eleito para o Senado
07/10/2018 | 21h00
Com 93,72% dos votos, o deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL) já garantiu sua cadeira no Senado. Até o momento, ele já computou mais de 4 milhões de votos.
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SJB: Bolsonaro chega a 56%; Witzel, 31%
07/10/2018 | 20h50
A cidade de São João da Barra já tem o resultado final da eleição. Jair Bolsonaro (PSL) foi o mais votado, com 56,5% dos votos, seguido por Fernando Haddad (PT), com 18,12%. Na disputa ao governo do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC) recebeu 31,25% dos votos válidos, enquanto Eduardo Paes (DEM) chegou a 27,42%.
Senado — Os mais votados para o Senado foram Flávio Bolsonaro (PSL), com 27,46% e Cesar Maia (DEM), com 23,11%.
Deputados — Para deputado estadual, o candidato mais votado foi Bruno Dauaire (PRP). Já para federal, quem teve mais votos foi Daniela do Waguinho (MDB).
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São Fidélis: Bolsonaro chega a 66%; Witzel, 52%
07/10/2018 | 20h19
A cidade de São Fidélis já tem o resultado final da eleição. Jair Bolsonaro (PSL) foi o mais votado, com 65,93% dos votos, seguido por Fernando Haddad (PT), com 13,22%. Na disputa ao governo do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSL) recebeu 52,07% dos votos válidos, enquanto Eduardo Paes (DEM) chegou a 17%.
Senado — Os mais votados para o Senado foram Flávio Bolsonaro, com 34,12% e Cesar Maia (DEM), com 20,55%.
Deputados — Para deputado estadual, o candidato mais votado foi Henrique de Mutango (Podemos). Já para federal, quem teve mais votos foi Ricardo Barcelos (Avante).
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Boca de urna Ibope: Wilson Witzel dispara e vai a 39%; Paes tem 21%
07/10/2018 | 17h03
O Ibope divulgou neste domingo (7) pesquisa de boca de urna sobre a eleição governador do Rio de Janeiro. Segundo o instituto, Wilson Witzel (PSC) aparece com 39%. Em seguida, Eduardo Paes (DEM) tem 21%, Tarcísio Mota (Psol) 15% e Romário (Podemos), 9%. 
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Ibope: Paes 32%; Romário 20%, Indio e Witzel empatam em 12% nos votos válidos
06/10/2018 | 19h23
A pesquisa Ibope divulgada neste sábado (6), véspera de eleição, aponta o segundo turno entre Eduardo Paes (DEM) e Romário (Podemos). Outro ponto importante na pesquisa é o crescimento do ex-juiz federal Wilson Witzel (PSC). Indio da Costa (PSD) está empatado com o ex-juiz. Na pesquisa Datafolha, também divulgada neste sábado (aqui), Witzel supera Indio e empata com Romário. 
Anthony Garotinho (PRP), barrado pelo TSE na Lei da Ficha Limpa, declarou apoio a Romário, mas o que vem surpreendendo na reta final é o crescimento do juiz Witzel. E sua ascensão está vinculada ao apoio declarado ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), líder em todas as pesquisas divulgadas até o momento. 
Confira os números do Ibope em votos válidos, excluídos os brancos e nulos:
Eduardo Paes (DEM): 32%
Romário Faria (Podemos): 20%
Indio (PSD): 12%
Wilson Witzel (PSC): 12%
Tarcísio Motta (PSOL): 8%
Pedro Fernandes (PDT): 6%
Marcia Tiburi (PT): 6%
Marcelo Trindade (Novo): 2%
André Monteiro (PRTB): 1%
Dayse Oliveira (PSTU): 1%
Luiz Eugenio (PCO): 0%.
Considerando os votos totais, o resultado é o seguinte:
Veja, abaixo, o resultado da pesquisa Ibope considerando os votos totais:
Eduardo Paes (DEM): 26%
Romário Faria (Podemos): 17%
Indio (PSD): 10%
Wilson Witzel (PSC): 10%
Tarcísio Motta (PSOL): 7%
Marcia Tiburi (PT): 5%
Pedro Fernandes (PDT): 5%
Marcelo Trindade (Novo): 1%
André Monteiro (PRTB): 1%
Dayse Oliveira (PSTU): 1%
Luiz Eugenio (PCO): 0%
Brancos/nulos: 13%
Não sabe/Não respondeu: 4%
Rejeição — O Ibope também mediu a taxa de rejeição. Os entrevistados podem citar mais de um candidato, por isso, os resultados somam mais de 100%. Paes e Romário empatam em 33%. Indio, 25%. Marcia Tiburi, 21%, seguida por Tarcísio, com 16%. Trindade tem 11% e  Pedro Fernandes, 10%. André Monteiro, Dayse e Witzel batem 9%. Luiz Eugenio 8%. Poderia votar em todos somam 3%, enquanto não sabem ou preferem não opinar chegam a 11%.
Segundo turno — O Ibope simulou apenas um cenário de segundo turno, com votos totais: Eduardo Paes 44% x 30% Romário (branco/nulo 24%, não sabe 3%).
Foram 2002 eleitores entrevistados, entre os dias 4 e 6 de outubro. Contratada pela TV Globoe  pelo jornal O Globo, a pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), sob o protocolo RJ-02500/2018, e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), BR-08137/2018.
 
 
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Justiça manda ex-vereador e radialista apagarem fake news contra Marcão
06/10/2018 | 16h47
Na guerra suja das redes sociais em campanha política, cabe à Justiça buscar um ponto de equilíbrio. E foi o que aconteceu com relação a duas postagens de personagens conhecidos de um determinado grupo político em Campos, com informações inverídicas sobre o candidato a deputado federal Marcão Gomes (PR).
Uma é direcionada ao ex-vereador Albertinho (Pros), condenado no “escandaloso esquema” da troca de Cheque Cidadão por votos, e data de 20 de setembro. Albertinho publicou um vídeo e afirmou que Marcão estaria distribuindo sacolões em um distrito de Campos. A Justiça entendeu que se tratava de uma informação falsa e determinou a exclusão.
O outro caso envolve o radialista Carlos Cunha. Ele publicou em seu perfil uma pesquisa sem registro, fato vedado pela legislação eleitoral, em que aproveitou para criticar o presidente da Câmara campista e candidato a deputado federal. A decisão é para que ele exclua a postagem, sob pena de multa diária de R$ 1 mil.
Em tempo — Recentemente, como Christiano Abreu Barbosa mostrou no Ponto de Vista e foi também abordado no Ponto Final, o candidato Wladimir Garotinho (PRP) foi alvo de fake news. O advento das redes sociais mudou os paradigmas das campanhas eleitorais. Mas a canalice das antigas cartas anônimas migrou para a virtual, no período de campanha, com as falsas notícias.
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Eleições em SJB com quase 6 mil títulos cancelados
06/10/2018 | 00h58
São João da Barra é, para muita gente da região, outro planeta quando o assunto é política. Não é para menos: a rivalidade faz tremer os paralelepípedos como nos antigos duelos entre as escolas de samba Congos e Chinês, além dos embates épicos de abelhas e marimbondos pleito após pleito. Ainda nas peculiaridades, o município tinha mais eleitores do que habitantes. Mas esse quadro mudou. Com o processo de biometria realizado no ano passado, a cidade teve 5.932 títulos cancelados por ausência à revisão de eleitorado. São 32.872 eleitores habilitados a votar na 37ª Zona Eleitoral, única do Norte Fluminense com todos os eleitores cadastrados biometricamente.
O recadastramento biométrico do eleitorado de São João da Barra aconteceu entre abril e agosto de 2017. Na eleição anterior, de 2016, 37.631 eleitores estavam aptos a votar na 37ª Zona Eleitoral, enquanto o município contava 34.583 habitantes, com bases em estimativas do Censo 2010. Por fim, 32.206 compareceram às urnas. No mesmo ano foi anunciado que aconteceria o recadastramento.
Após o período determinado para revisão, foram cancelados, segundo informações do Cartório Eleitoral, mais de 7 mil títulos. Porém, muitos dos que foram cancelados regularizaram a situação posteriormente ou foram transferidos para outros municípios, além das novas inscrições realizadas.
E quem teve o título cancelado por não fazer a biometria obrigatória nem tem mais como questionar. No último dia 26, o Supremo Tribunal Federal (STF), por maioria de votos, julgou válidas as normas que autorizam o cancelamento. A decisão foi tomada em julgamento no qual o Partido Socialista Brasileiro (PSB) pedia que o eleitor que teve título cancelado por faltar ao cadastramento biométrico fosse autorizado a votar.
Em todo país, de 2016 a 2018 foram cancelados 4 milhões 690 mil títulos em 1248 municípios e, em seguida, reabilitados 1 milhão 332 mil. No mesmo período, 22 estados e 1248 municípios foram atingidos por cancelamento de títulos.
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Após quatro recursos negados no STF, Garotinho apoia Romário
05/10/2018 | 20h25
Depois de quatro tentativas frustradas no Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-governador Anthony Garotinho (PRP) parece ter aceitado, ao menos por ora, que está fora do páreo, barrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na Lei da Ficha Limpa. A informação foi publicada primeiro pelo jornalista Aldir Sales, no blog De Fato. Garotinho anunciou nesta sexta-feira (5) apoio a candidatura de Romário (Pode). O político da Lapa também declarou que irá pedir votos para Lindbergh Farias (PT), que concorre à reeleição ao Senado. A declaração foi feita na rede social Facebook, ao lado da esposa, Rosinha Garotinho (Patri).
Um detalhe importante é que Garotinho pode até apoiar, mas está impedido de votar em qualquer candidato no pleito deste domingo (7).
Nesta semana, Garotinho tentou diversos recursos no STF na tentativa de reverter a inelegibilidade. Todos tiveram provimento negado, três deles pelo ministro Celso de Mello e um pela ministra Cármen Lúcia.
 
 
 
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Datafolha: Bolsonaro chega a 35% e abre 13 pontos sobre Haddad
04/10/2018 | 19h53
O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) voltou a registrar crescimento na reta final da campanha e ampliou para 13 pontos a vantagem sobre Fernando Haddad (PT), segundo colocado na sondagem. O ex-capitão do Exército subiu três pontos percentuais e chegou a 35%, ante 22% do petista, que oscilou positivamente em 1%. A pesquisa foi divulgada na noite desta quinta-feira (4), no Jornal Nacional, da TV Globo, que encomendou o levantamento junto com o jornal Folha de S. Paulo. Foram entrevistados 10.930 eleitores entre quarta-feira (3) e na quinta.
O candidato Ciro Gomes (PDT) votou a registrar 11%, seguido por Geraldo Alckmin (PSDB), com 8%; Marina Silva (Rede), 4%; e João Amoêdo (Novo), com 3%. Alvaro Dias (Podemos) e Henrique Meirelles (MDB) têm 2%. Cabo Daciolo (Patriota) registrou 1%. Guilherme Boulos (Psol), Vera Lúcia (PSTU), João Goulart Filho (PPL) e Eymael (DC)não pontuaram. Votos brancos e nulos somam 6%, enquanto 5% não sabem ou não responderam ao questionamento. 
Votos válidos — Segundo a pesquisa, Bolsonaro tem 39%; Haddad, 25%; Ciro, 13%; Alckmin, 9%; Marina, 4%; Amoêdo, 3%; Meirelles, 2%; Alvaro Dias, 2%; Daciolo, 1%; Boulos, 1%.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais.
Rejeição — Líder nas intenções de voto, Bolsonaro também está na frente na rejeição: 45%. Haddad tem 40%, seguido por Marina (28%), Alckmin (24%), Ciro (21%), Meirelles (15%), Boulos (14%), Cabo Daciolo (14%), Vera (13%), Alvaro Dias (13%), Eymael (12%), Amoêdo (11%) e João Goulart Filho (11%).
Segundo turno — O ex-capitão do Exército está numericamente à frente, mas em empate técnico com Haddad: 44% x 43% (branco/nulo: 10%; não sabe: 2%). No confronto com Ciro, a vitória seria do pedetista: 48% x 42% (branco/nulo: 9%; não sabe: 2%). Já no duelo com Alckmin, o tucano está numericamente à frente, mas em empate técnico: 43% x 42% (branco/nulo: 13%; não sabe: 2%).
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR- 02581/2018.
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Ex-secretário de Obras diz que propina era tratada no gabinete de Paes
04/10/2018 | 16h38
Paes, então prefeito do Rio, com Alexandre Pinto (direita da foto)
Paes, então prefeito do Rio, com Alexandre Pinto (direita da foto) / Reprodução - TV Globo
O ex-secretário municipal de Obras do Rio de Janeiro, Alexandre Pinto, afirmou que houve tratativas de propinas dentro do gabinete do ex-prefeito Eduardo Paes. Em depoimento ao juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, nesta quinta-feira (4), Pinto disse que houve acerto de 1,75% de propina, por parte da Odebrecht, na obra da Transoeste, que teria custado R$ 600 milhões em sua construção.
Pinto disse a Bretas que estaria com medo, por estar revelando esses esquemas. “Eu tenho medo. A gente mexe com certas coisas”, disse ele a Bretas, frisando que o pagamento de propinas não era exclusividade da secretaria de Obras, mas era coordenado por um grupo de governo, incluindo Paes e outras pessoas com foro privilegiado, o que inclui deputados.
Pinto também disse que o Tribunal de Contas do Município (TCM) ficava com 1% das propinas das obras. Segundo ele, licitações eram direcionadas para privilegiar determinadas empresas.
Representante do Ministério Público presente ao depoimento disse que o MPF vai avaliar se há indícios suficientes para a abertura de investigação contra Eduardo Paes.
O ex-secretário depôs no âmbito da Operação Mãos à Obra, um desdobramento da Lava Jato no Rio.
Atualizado às 19h40 — Em nota ao jornal O Globo, Paes desqualificou as acusações e chamou de “ladrão confesso” o seu ex-assessor: “As acusações do senhor Alexandre Pinto são totalmente mentirosas e confrontam seus próprios depoimentos anteriores, quando nunca mencionou envolvimento meu com quaisquer irregularidades”. De acordo com o candidato, os próprios dirigentes da Odebrecht, que depuseram na Lava Jato, sempre negaram que ele tivesse recebido propina ou vantagem pessoal. O mesmo fizeram os dirigentes de todas as outras empreiteiras investigadas na Lava Jato, diz o prefeito. “Basta ouvir os depoimentos, que desmentem, enfaticamente, qualquer tipo de benefício a mim”.
Fonte: Agência Brasil
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STF nega mais um recurso e Garotinho continua fora da disputa
04/10/2018 | 13h34
O ministro Celso de Mello, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), voltou a negar, nessa quarta-feira (3), recurso impetrado pela defesa do ex-governador Anthony Garotinho (PRP) para voltar a disputar o governo do Rio de Janeiro. Barrado pela Lei da Ficha Limpa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no último dia 27 (aqui), Garotinho entrou com uma petição no STF na segunda-feira (1). Na madrugada de terça-feira (2), o ministro julgou o recurso inviável. Ainda na terça, o político campista entrou com uma reclamação no Supremo (confira Na Curva do Rio), mas não foi reconhecido, já que o ministro entendeu que ainda cabem questionamentos ao TSE. No dia seguinte, a defesa entrou com um mandado de segurança no STF e Celso de Mello voltou a não conhecer o recurso pelo mesmo motivo.
A tentativa de mais uma análise no STF, nessa quarta, foi anunciada por Garotinho nas redes sociais. Impedido de fazer campanha, ele tem salientado que seu nome e número estarão na urna eletrônica no domingo, o que é fato. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) já emitiu nota sobre assunto, uma vez que os equipamentos eletrônicos foram inseminados antes do TSE analisar o recurso do político da Lapa, que já tinha a candidatura barrada pela Corte regional desde o início de setembro, mas concorria sub judice.
A inelegibilidade de Garotinho é por ter sido condenado por improbidade administrativa e enriquecimento ilícito, em julho, pela segunda instância do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O caso envolve desvios de R$ 234,4 milhões da área de saúde do Rio de Janeiro quando ele era secretário da pasta, entre 2005 e 2006, na gestão da esposa Rosinha Garotinho (Patri). Além de não ser votado, o campista também está proibido de votar, devido a uma condenação criminal transitada em julgado, por calúnia contra um juiz federal.
Complicado — A situação de Garotinho na disputa ao Governo do Rio fica cada vez mais difícil. Nessa quarta-feira (3), o Ibope já divulgou pesquisa sem o político da Lapa entre os candidatos (aqui). No Facebook, Garotinho diz que continuará recorrendo ao STF, mesmo que seja para validar os sufrágios após o pleito. Por ora, os votos destinados a ele serão considerados nulos, a menos que a decisão do TSE seja revertida.
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SJB: vereador propõe ajuda de custo para pescadores durante o defeso
02/10/2018 | 15h22
Para os pescadores do município de São João da Barra, o vereador Franquis Arêas (PR) fez uma indicação — na sessão desta terça-feira (2) — propondo à secretaria de Pesca que elabore um projeto de lei para instituir uma ajuda de custo (cartão alimentação), por meio de recadastramento, para que os pescadores, em virtude da proibição da pesca do camarão, do peixe e do caranguejo no período do defeso, possam manter suas famílias. Em outra indicação, Franquis pediu a construção de uma praça completa no Açu.
Dois requerimentos à Cedae também foram propostos, pelo presidente da Casa, Aluizio Siqueira (PP). No primeiro, ele solicitou agilidade na interligação do novo poço perfurado atrás do Balneário de Atafona na rede de distribuição de água do município. No outro, ele requereu a construção de uma cisterna junto com uma nova caixa d’água também em Atafona.
O vereador Ronaldo Gomes (Pros) solicitou a reforma da praça de Santo Antônio, em Pipeiras. Gersinho Crispim (SD) propôs o asfaltamento da estrada de Sabonete até “Concha 1”, no 5º distrito. Por fim, Alex Firme (PP) indicou a urbanização dos bairros de Santa Raquel e Porto Seguro, na sede, bem como a implantação da rede de esgotos e a construção de uma praça com área de lazer, playground, quadra poliesportiva no bairro Porto Seguro.
Pleito antigo — Essa questão da ajuda de custa ao pescador no período do defeso é debatida há muitos anos, mas nunca saiu do papel. Em Macaé, por exemplo, existe o defeso municipal, um complemento aos pescadores que recebem o auxílio.
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Ibope: Bolsonaro cresce quatro pontos e aumenta vantagem sobre Haddad
01/10/2018 | 20h57
A mais recente pesquisa Ibope, divulgada pelo Jornal Nacional na noite desta segunda-feira (1) mostra que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) ainda não tinha batido teto. O ex-capitão do Exército subiu quatro pontos percentuais e aumentou para 10% a vantagem sobre o petista Fernando Haddad. Bolsonaro tem 31%, enquanto Haddad manteve os 21% da pesquisa divulgada na semana passada. Também divulgada nesta segunda, a pesquisa FSB, contratada pelo banco BTG Pactual (aqui), também apontou o candidato do PSL com 31%, mas Haddad com 24%.
Nos números do Ibope, em pesquisa encomendada pela TV Globo e pelo Estadão, Ciro Gomes (PDT) tem 11%. Geraldo Alckmin (PSDB) aparece com 8%, tecnicamente empatado com o pedetista, já que a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Marina Silva (Rede) tem 4%, seguido por João Amoêdo (Novo), com 3%. Alvaro Dias (Podemos) e Henrique Meirelles (MDB) têm 2%. Cabo Daciolo (Patriota) aparece com 1%. Guilherme Boulos (Psol), Vera Lúcia (PSTU)e Eymael (DC) aparacem não chegaram nem a 1%.  João Goulart Filho (PPL) não foi citado por nenhum dos entrevistados. Votos brancos e nulos somam 12%, enquanto 5% ainda não sabem em quem votar ou não respondeu.
Foram 3.010 eleitores entrevistados em 208 municípios, entre os dias 29 e 30 de setembro. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)  sob a inscrição BR-08650/2018. O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.
Segundo turno — As simulações do segundo turno no Ibope apontam que Bolsonaro seria derrotado por Ciro Gomes. O pedetista 45%, contra 39% do ex-capitão do Exército (branco/nulo: 13%; não sabe: 3%). No embate com Alckmin, o resultado é um empate técnico. O tucano tem 42%, contra 39% Bolsonaro (branco/nulo: 17%; não sabe: 3%). Com Haddad o empate é numérico em 42% (branco/nulo: 14%; não sabe: 3%). Bolsonaro só venceria Marina. A candidata da Rede tem 38%, enquanto o ex-capitão do Exército aparece com 43%.
Rejeição — O candidato do PT, além da estagnação nas intenções de voto, teve aumento expressivo na rejeição: passou de 27% na pesquisa anterior para 38%. Confira os números:
Bolsonaro: 44%;
Haddad: 38%;
Marina: 25%;
Alckmin: 19%;
Ciro: 18%;
Meirelles: 10%;
Cabo Daciolo: 10%;
Eymael: 10%;
Boulos: 10%;
Vera: 9%;
Alvaro Dias: 9%;
Amoêdo: 8%;
João Goulart Filho: 7%;
Poderia votar em todos: 2%;
Não sabe/não respondeu: 6%.
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