TRE define data da diplomação de Witzel, deputados e senadores eleitos
30/11/2018 | 13h50
A cerimônia de diplomação dos candidatos eleitos no estado do Rio de Janeiro será realizada no dia 18 de dezembro, às 11h, no auditório da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (Emerj), no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ). Os 120 eleitos aos cargos de deputados (estadual e federal), senador (Arolde Oliveira e Flávio Bolsonaro), governador (Wilson Witzel) e vice-governador (Claudio Castro) receberão seus diplomas dos membros da Corte Eleitoral fluminense.
Na abertura da cerimônia, a orquestra Maré do Amanhã, formada por crianças e adolescentes do Complexo da Maré, irá tocar o Hino Nacional. A diplomação é o ato pelo qual a Justiça Eleitoral atesta que o candidato foi efetivamente eleito pelo povo e, por isso, está apto a tomar posse no cargo.
Fonte: Ascom/TRE
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SJB paga salários nesta e sexta e cartão alimentação será creditado no 5º dia útil
29/11/2018 | 19h55
O pagamento do funcionalismo público municipal de São João da Barra, referente a novembro, será efetuado nesta sexta-feira (30). Também será liberado o valor de R$ 100 do Auxílio Transporte. O secretario municipal de Administração, Flávio Raposo, informou que o saldo de R$ 300 do Cartão do Servidor a partir desse mês não mais entrará em dinheiro, juntamente com o pagamento.
– O quinto dia útil do mês subsequente passa a ser a data adotada como referência para o depósito do valor de R$ 300. A primeira carga, portanto, acorrerá no dia sete de dezembro, para que as compras com cartão sejam efetuadas, injetando no comércio do município, mensalmente, em torno de R$ 800 mil – disse.
O secretário ressalta, ainda, que o servidor poderá consultar os estabelecimentos credenciados bem como o saldo do cartão através do site Lecard.com.br ou baixando o aplicativo Lecard no seu smartphone.
O salário mensal e os R$ 100 do Auxílio Transporte continuam tendo como data limite o último dia útil do mês vigente.
Fonte: Secom/SJB
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Comitiva da Câmara de Comércio e Indústria japonesa visita o Porto do Açu
29/11/2018 | 16h45
Representantes de grandes empresas japonesas foram recebidos pela Porto do Açu Operações, nesta quinta-feira (29), para conhecerem a infraestrutura do complexo portuário, industrial e energético e as vantagens competitivas da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do Açu — a primeira em desenvolvimento na região Sudeste e sob administração privada. O objetivo da visita é ampliar as possibilidades de negócios entre o Porto e os empresários japoneses, apresentando o Açu como porta de entrada e saída para as indústrias do Japão, além dos benefícios oferecidos pela ZPE, uma área de livre comércio, destinada ao mercado exportador, com tratamentos tributário, cambial e administrativo diferenciados.
Segundo o diretor de Desenvolvimento de Negócios de O&G da Porto do Açu, Antonio Primo, o Complexo do Açu oferece excelentes vantagens para a instalação de empresas: “Além de estar estrategicamente localizado, próximo aos principais campos de petróleo do país, o Açu já está em operação e cresce sob o moderno conceito porto-indústria, com área disponível para a instalação imediata de empresas de todos os setores. Além disso, o desenvolvimento da ZPE é um dos principais atrativos para o mercado internacional”, ressaltou.
A comitiva percorreu os terminais de minério de ferro (Ferroport), petróleo (Açu Petróleo) e multicargas (T-MULT), além das obras da Gás Natural Açu (GNA), responsável pela construção de duas termelétricas e um terminal de regaseificação no empreendimento. Os empresários também conheceram as instalações da TechnipFMC, unidade de produção de tubos flexíveis para apoio à indústria offshore.
O secretário geral da Câmara Japonesa, Fujiyoshi Hirata, ressaltou a importância do desenvolvimento da ZPE para o estreitamento da relação do Brasil com o mercado internacional e destacou as vantagens do Açu: “O Complexo do Açu é o melhor que já conheci no país. Além dos benefícios da ZPE, com isenções tributárias e facilitação para escoamento da produção, o Açu tem o diferencial da grande extensão de área para instalação de indústrias e localização próxima a São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte”, afirmou Hirata. Criada em dezembro de 2017, por decreto assinado pelo presidente Michel Temer, e com uma área de 2 km², a previsão é de que a ZPE do Açu comece a operar em 2020.
Também participou da visita técnica o coordenador de Análise de Projetos da Secretaria Executiva do Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (CZPE), Delphino Pires de Souza Júnior. Durante o encontro, ele também discutiu sobre oportunidades de negócios com os empresários japoneses: “A perspectiva do CZPE é muito positiva em relação à ZPE do Açu por apresentar uma localização privilegiada para sediar empreendimentos industriais orientados para o mercado externo, tanto em razão da proximidade com uma estrutura portuária eficiente, como pela disponibilidade de energia elétrica, gás natural e outros insumos e serviços para apoiar a atividade industrial”, pontuou.
Esta visita ao Complexo do Açu foi agendada durante um encontro envolvendo a delegação japonesa e a equipe da Porto do Açu Operações em julho, em São Paulo. Desta vez, os membros da missão organizada pela Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil tiveram a oportunidade de conhecer in loco o potencial do empreendimento e demonstraram interesse em estreitar ainda mais esta relação para aprofundar as negociações entre as empresas japonesas e o Açu.
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Witzel afirma que transição não será afetada com a prisão de Pezão
29/11/2018 | 09h56
O governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), afirmou nesta quinta-feira (29), em nota, que a transição não será afetada com a prisão do atual governador Luiz Fernando Pezão (MDB). Segundo ele, o esforço será para reconstruir o estado e, assim, confia nas ações da Polícia Federal.
— A transição não será afetada. A equipe do governador eleito seguirá trabalhando para mudar e reconstruir o Rio de Janeiro — diz a nota, acrescentando que Witzel “confia na Justiça e na condução dos trabalhos pelo Superior Tribunal de Justiça e pela Polícia Federal”.
Nessa terça-feira, Witzel e Pezão estiveram na primeira reunião de trabalho com as equipes de governo de ambos, considerado um importante passo na transição. Na oportunidade, o governador eleito afirmou que deve manter o plano de Recuperação Fiscal e que quer as contas do Estado no azul já em 2019.
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Pezão é preso em nova fase da Lava Jato no Rio
29/11/2018 | 06h52
Pezão chegou à sede da PF pouco antes das 8h. Ele não foi algemado
Pezão chegou à sede da PF pouco antes das 8h. Ele não foi algemado / Reprodução/TV Globo
O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (MDB), foi preso por volta das 6h desta quinta-feira (29) no Palácio Laranjeiras, residência oficial do chefe do Estado. A operação Boca de Lobo, mais um desdobramento da Lava Jato no Rio, é baseada na delação premiada de Carlos Miranda, operador financeiro do ex-governador Sérgio Cabral (MDB), que está preso. O governador chegou à sede da Polícia Federal pouco antes das 8h para prestar depoimento. Pezão não foi algemado. Já por volta das 15h, depois de depor por três horas, ele foi levado para a cadeia de Benfica, de onde, após triagem, foi transferido para o Batalhão Especial Prisional de Niterói (BEP), já que o mandado de prisão é preventiva. Pezão tem direito à sala de Estado Maior.
Ao deixar a sede da PF, Pezão negou as acusações de corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa e fraude em licitações. “É óbvio que eu nego, nego tudo”, respondeu o governador ao ser questionado pela equipe do jornal O Dia.
Segundo o Ministério Público Federal (MPF), Pezão operou esquema de corrupção próprio, com seus próprios operadores financeiros, desde que era vice e que também atuou como secretário de Obras de Cabral. O MPF informa, ainda, que há provas documentais do pagamento em espécie ao atual governador de quase R$ 40 milhões, em valores de hoje, entre 2007 e 2015.
Além de Pezão, a força-tarefa da Lava Jato tenta prender outras oito pessoas e cumprir 30 mandados de busca e apreensão. A ação também tem como alvo o atual secretário estadual de Obras do Rio, José Iran Peixoto. Ainda há mandados de prisão contra o secretário de Governo, Affonso Henriques Monnerat Alves da Cruz, já preso na operação Furna da Onça, Luiz Carlos Vidal Barroso (servidor da secretaria da Casa Civil e Desenvolvimento Econômico), Marcelo Santos Amorim (sobrinho do governador), Cláudio Fernandes Vidal e Luiz Alberto Gomes Gonçalves (sócios da J.R.O Pavimentação), Luis Fernando Craveiro de Amorim e César Augusto Craveiro de Amorim (sócios da High Control Luis).
Entre os alvos da busca e apreensão estão o Palácio Guanabara, onde o governador despacha, a casa de Pezão em Piraí, no Sul Fluminense, e a casa de Hudson Braga, que foi secretário de Obras durante o governo Cabral.
De acordo com a Polícia Federal, a Boca de Lobo investiga os crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa e corrupção ativa e passiva, cometidos pela alta cúpula da administração do governo do Rio. A ordem de prisão preventiva foi expedida pelo ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde governadores têm foro. Com a prisão de Pezão, assume Francisco Dornelles (PP), seu vice.
O delator Carlos Miranda detalhou o pagamento de mesada de R$ 150 mil para Pezão na época em que ele era vice de Cabral. Também houve, segundo a delação, pagamento de 13º de propina e ainda dois bônus de R$ 1 milhão como prêmio. O “homem da mala” de Cabral disse que o atual governador guardou R$ 1 milhão em propina com um empresário do Sul Fluminense.
Nas ocasiões, Pezão negou as acusações. Sobre a mesada, ele disse que "as afirmações eram absurdas e sem propósito". Além disso, o governador afirmou, em nota, “que jamais recebeu recursos ilícitos e já teve sua vida amplamente investigada pela Polícia Federal”.
Atualmente, dos três poderes do Estado do Rio, estão presos o governador e o presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani (MDB). Ex-presidente da Alerj, o deputado estadual Paulo Melo, preso desde a operação Cadeia Velha e também alvo da Furna da Onça, afirmou na última terça-feira (27), em depoimento à Justiça (aqui), que Pezão procurou deputados para que eles indicassem cargos no governo, em especial no Departamento de Trânsito do Estado do Rio de Janeiro (Detran).
Em nota, a assessoria do governo do Estado informou que, “de acordo com o artigo 140 da Constituição estadual, a chefia do Poder Executivo passa a ser exercida, a partir desta quinta-feira (29), pelo vice-governador Francisco Dornelles. O governador em exercício afirma que o governo do Estado do Rio de Janeiro manterá todas as ações previstas no Regime de Recuperação Fiscal (RRF) e dará prosseguimento aos trabalhos de transição de governo, reiterando o seu maior interesse na manutenção do bom relacionamento com os demais Poderes do Estado”.
Com informações do G1, O Dia e O Globo
Fotos: Reprodução TV
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Prefeitura de Campos paga salário de novembro e primeira parcela do 13º na sexta
28/11/2018 | 22h04
Na próxima sexta-feira (30), os servidores ativos da Prefeitura de Campos e aposentados e pensionistas do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos Municipais de Campos (PreviCampos) vão receber o salário do mês de novembro e a primeira parcela (metade) do 13º salário. Segundo o secretário de Gestão Pública, André Oliveira, serão injetados R$ 122 milhões na economia local.
O pagamento do salário de novembro segue o calendário divulgado em janeiro pela Prefeitura de Campos. “Mais uma vez realizaremos em dia o pagamento dos ativos e inativos”, frisou André.
Ainda segundo o secretário de Gestão Pública, no próximo dia 7, quinto dia útil, será realizado pagamento aos prestadores de serviço por Recibo de Pagamento Autônomo (RPA) e servidores em cargo comissionado (DAS).
Fonte: Supcom/Campos
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Witzel define mais quatro secretários
28/11/2018 | 17h58
Wilson Witzel
Wilson Witzel / Foto - Rodrigo Silveira
O governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), definiu nesta quarta-feira (28) mais quatro secretários que irão compor a estrutura do futuro Governo do Estado. O brigadeiro engenheiro Robson Fernandes comandará a secretaria de Estado de Mobilidade (atual pasta de Transportes); o bacharel em Relações Internacionais Ruan Fernandes Lira será o secretário de Cultura; a secretaria de Infraestrutura (atualmente Obras) será liderada pelo engenheiro Horácio Guimarães; e o consultor financeiro Juarez Fialho assumirá a nova pasta das Cidades.
A secretaria das Cidades foi criada com a finalidade de planejar, executar e coordenar as políticas públicas das áreas de habitação, urbanização e desenvolvimento regional sustentável. A pasta dará apoio aos municípios para gestão administrativa, fundiária e urbanística.
NOVOS INTEGRANTES
- Secretaria de Estado de Mobilidade
Brigadeiro Robson Fernandes Ramos: 60 anos, engenheiro aeronáutico pelo ITA e mestre em Engenharia Civil pela Universidade da Califórnia/Berkeley. Já atuou no Departamento de Aviação Civil, na Diretoria de Engenharia da Aeronáutica e foi vice-presidente da Comissão Permanente de Alienação de Bens Imóveis da Aeronáutica.
- Secretaria de Estado de Cultura
Ruan Fernandes Lira: 30 anos, formado em Relações Internacionais pela PUC do Rio, cursa a sua segunda graduação em Direito na Universidade Estácio de Sá. Foi assessor internacional da Secretaria de Estado de Cultura e atuou no Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.
- Secretaria de Estado de Infraestrutura
Horacio Guimarães Delgado Junior: é professor da Uerj, da Secretaria de Estado de Educação e do Centro Universitário de Volta Redonda (Unifoa), lecionando diversas cadeiras de viabilização econômica e sustentável de projetos. Foi diretor executivo do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Barra Mansa. Formado em Engenharia Civil e Matemática, é mestre e doutor em Engenharia Metalúrgica pela Universidade Federal Fluminense (UFF).
- Secretaria de Estado das Cidades
Juarez Fialho: 33 anos, consultor financeiro e auditor independente. Formado em Ciências Contábeis, já trabalhou em empresas de auditoria como BDO, KPMG e MGF. Como diretor de auditoria, liderou projetos de captação de recursos e de modernização da gestão em municípios de diversos estados.
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TSE nega registro a Quaquá e Clarissa Garotinho tem mandato garantido
28/11/2018 | 10h01
O segundo mandato como deputada federal de Clarissa Garotinho (Pros) não está mais sob risco. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou, nessa terça-feira (27), o registro de candidatura do presidente do PT no Rio de Janeiro e ex-prefeito de Maricá, Washington Quaquá. Com o registro negado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Quaquá concorreu com uma liminar e foi o mais votado da coligação PT-PC do B (74.175 votos). Se a votação do petista fosse validada e houvesse novo cálculo do quociente eleitoral, Clarissa poderia perder a vaga.
Com 10 vezes menos votos que 2014, Clarissa foi reeleita graças a votação de Otoni de Paula (PSC), da mesma coligação que ela. Otoni recebeu 120.498 votos e “puxou” a filha do casal Garotinho — ela recebeu 35.131 votos. Mas havia o risco de nem assumir o mandato, caso Quaquá revertesse no TSE a situação do seu registro eleitoral.
O presidente do PT fluminense foi considerado inelegível por ter sido condenado pela 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça (TJ) do Rio de Janeiro ao utilizar, quando era prefeito de Maricá, decreto municipal que concedeu, de forma indevida e indiscriminadamente, gratificação de representação de gabinete a mais de cem correligionários e apadrinhados políticos. De acordo com a decisão do TJ, as gratificações, que aumentaram em 100% os vencimentos básicos, foram distribuídas sem qualquer respeito a critérios legais ou administrativos.
Após a decisão do TSE, Quaquá disse ser vítima da mesma “injustiça” que, para ele, persegue o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso desde abril em Curitiba, condenado em segunda instância pela Lava Jato: “Obrigado a todo o povo que me elegeu! Fui eleito com 74 mil votos! Roubaram meu mandato e seu voto, porque dei aumento salarial a servidor! Esse é o Brasil! A mesma injustiça que condenou Lula e o prendeu sem crime e sem provas, roubou meu mandato, dado pelo voto popular! Não me iludo com a injustiça brasileira”.
O processo de cassação do registro de candidatura de Quaquá foi movido pelo seu principal adversário político em Maricá, o deputado federal Marcelo Delaroli (PR). Ele foi vice do senador Romário (Podemos) na disputa pelo Guanabara neste ano. Em 2016, na votação do impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT), Delaroli era suplente de deputado e assumiria a cadeira caso Clarissa, que, grávida, saiu de licença às vésperas da decisão, pedisse um dia a mais do que os 120 solicitados de afastamento da Câmara dos Deputados.
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Pezão garante pagamento do 13° salário dos servidores estaduais no próximo mês
27/11/2018 | 16h24
Ascom
O governador Luiz Fernando Pezão (MDB) garantiu, nesta terça-feira (27), que vai quitar o 13° salário de 2018 dos servidores ativos, inativos e pensionistas do Estado e deve anunciar a data do pagamento na próxima semana. A declaração foi feita durante a premiação de policiais civis, policiais militares e servidores da Segurança Pública que atingiram as metas de redução de criminalidade do Sistema de Metas e Acompanhamento de Resultados (SIM), na Cidade da Polícia (CIDPOL), em Benfica.
— Vamos fazer o pagamento com a soma de recursos do refinanciamento de dívidas do ICMS (Refis) e da arrecadação do Estado, que vem aumentando. A arrecadação do Rio foi uma das que mais cresceram no país, com uma das maiores reduções de gastos. Na próxima semana, deveremos ter a data de pagamento do décimo terceiro — explicou o governador.
 
Pezão também ressaltou que a melhora financeira do Estado só foi possível pela adesão ao Regime de Recuperação Fiscal, que já resultou na geração de receitas extraordinárias superiores a R$ 23 bilhões, valor equivalente a sete meses de salários dos servidores. Com o reforço no caixa estadual, foi possível regularizar o pagamento dos salários dos servidores ativos, inativos e pensionistas, retomar o pagamento de um custeio mínimo para os órgãos do Estado e retomar investimentos, que estavam estagnados desde o início da crise fiscal, em 2015.
Fonte: Ascom
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SJB prepara Carnaval e vai liberar quase meio milhão para escolas de samba
27/11/2018 | 11h28
A Prefeitura de São João da Barra publicou no Diário Oficial desta terça-feira (27) a oficialização dos termos de fomento ou colaboração com escolas de samba Congos e Chinês, além do tradicional bloco Indianos. No total, quase meio milhão para as três instituições.
As leis, autorizadas pela Câmara, destacam que os repasses ocorrerão em caso de disponibilidade financeira e sem que haja nenhum impedimento para tal. Os valores poderão ser pagos de forma integral, ainda neste ano, ou em parcelas, até 2019.
Congos e Chinês, históricos rivais que se apresentam domingo e terça de carnaval, continuam a receber o valor de R$ 234 mil. Já para os Indianos, o repasse será de R$ 20 mil. O total é de R$ 488 mil.
A formalização de um termo de fomento ou colaboração com antecedência é um pleito antigo dos carnavalescos sanjoanenses, que só se tornou realidade em 2017, já na terceira gestão da prefeita Carla Machado (PP), após muito diálogo entre representantes das escolas de samba e da Prefeitura. Antes, o valor era liberado na semana do Carnaval.
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Região recebe royalties com alta e percentual da PE retida em novembro
26/11/2018 | 18h06
Atraso dos repasses gera preocupação
Atraso dos repasses gera preocupação / Divulgação
Os municípios produtores de petróleo vão receber mais uma parcela dos royalties, nesta terça-feira (27), com alta. Para Campos serão depositados R$ 42.327.530,78, alta de 5,7% com relação ao mês passado e 50,8% superior ao repassado no mesmo período de 2017. Também existe a previsão de que o município receba R$ 17.724.118,22 da Participação Especial (PE) que ficou retida no início do mês.
Para São João da Barra, o repasse será de R$ 10.741.238,81, alta de 6,5% em relação a outubro e de quase 57% comparado a novembro de 2017. Já do valor retido da PE, a Prefeitura deve receber R$ 3.419.593,11.
A maior fatia dos royalties será, mais uma vez, para o município de Macaé. A Prefeitura comandada por Dr. Aluizio vai receber R$ 54.122.705,42, alta de 7,5% em comparação com o mês passado e de 55,9%, quando comparado com novembro de 2017. Da retenção de 32,25% da PE, Macaé receberá R$ 1.582.199,36.
Para a Prefeitura de Quissamã, o repasse deste mês é de R$ 8.136.973,48, com alta de 20,8% em relação ao mês passado. Em comparação ao ano passado, a alta é de 86%. Do valor retido da PE, Quissamã tem R$ 54.395,32.
Para Carapebus serão depositados R$ 3.946.478,79, valor 9,7% superior ao de outubro. Com relação a novembro do ano passado, a alta é de 72,4%. Do valor da PE retida, Carapebus tem direito a receber R$ 31.730,93.
 
 
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Ponte da Integração: Pezão promete conclusão em dezembro; diretor DER discorda
26/11/2018 | 12h34
  • Ponte da Integração

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A não conclusão da ponte João Figueiredo, iniciada nos anos 1980, foi fator preponderante para emancipação do antigo sertão de São João da Barra, que, desde 1997, é o município de São Francisco de Itabapoana. Já em 2014, os pilares foram descartados para construção de outra ponte, que ficaria pronta em um ano, batizada de Integração. Só que pontes sobre o Paraíba nos municípios da foz parecem ter o mesmo destino: começam, mas não são concluídas (ao menos dentro do prazo). O governador Luiz Fernando Pezão (MDB), que lançou a pedra fundamental da obra, ainda está confiante. “Nós vamos inaugurar em dezembro”, disse na última sexta-feira (23). Mas quem acompanha a construção de perto não está tão otimista. E não dá para esquecer que há dois meses, em visita ao canteiro, a promessa de Pezão foi de concluir a obra em novembro.
Para o diretor regional do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) do Rio de Janeiro, o engenheiro Ivan do Amaral Figueiredo, a ponte não termina este ano. Ele atribui o atraso a condições climáticas:
— Está muito complicado. O rio subiu, uma ventania danada, ninguém consegue trabalhar. Nós estamos brigando contra o tempo: primeiro foi aquela chuvarada, ficou todo mundo parado. Agora, o vento forte, que atrapalha bastante.
Para Ivan, se o verão não for chuvoso, a ponte só fica pronta em março. Nem por isso, diz ele, o ritmo de trabalho diminui. “Tem 100 homens na obra. Na fábrica, em Magé, deve ter mais 80, produzindo vigas, laje. Até o final do mês já vai estar tudo aqui. Aí é só colocar no lugar. O problema é que você não pode montar viga em dia de ventania, por exemplo. Tudo isso atrasa a obra”, explica o engenheiro.
Em nota, contrariando o diretor regional, mas ratificando a posição de Pezão, o DER informou que obra será concluída este ano. Ainda de acordo com o departamento, houve atraso devido a questões de desapropriação dos acessos. Ivan afirmou que a desapropriação não foi solucionada e que deve voltar a discutir o assunto nesta semana.
Prefeita de SJB, Carla Machado (PP) destaca que, de acordo com o Governo do Estado, há recurso para concluir a obra este ano, se dezembro não for um mês de muita chuva:
— Acreditamos, portanto, que não irá haver uma nova paralisação. Se, por ventura, isso acontecer, voltaremos a pleitear sua conclusão, por entender a grande importância da ponte em termos de integração e desenvolvimento regional, além das questões históricas, já que interligará dois municípios que antes formaram um só território.
Francimara Azeredo (PSB), prefeita de SFI, também torce pela conclusão da ponte neste ano. Porém, caso não ocorra, ela já deixou claro que vai ao governador eleito, Wilson Witzel (PSC), com o objetivo de sensibilizá-lo sobre a importância da ponte para o Norte Fluminense. A prefeita descarta a possibilidade de a obra ser abandonada, como ocorreu com os pilares da ponte antiga. “Os governantes têm que zelar pelo dinheiro público”, salientou Francimara, acrescentando que a conclusão da ponte deixa SFI em um ponto estratégico, entre o Porto do Açu e o futuro Porto Central, na cidade de Presidente Kennedy (ES).
Não concluir a ponte João Figueiredo contribuiu para emancipação de SFI. Último prefeito eleito quando os dois municípios eram só um, o economista Ranulfo Vidigal lembra como a construção fez falta ao município. “Eu tinha um secretário, que a gente chamava de secretário do sertão, o Cláudio Henriques (atual vice-prefeito de SFI). Ele reclamava muito, e com toda razão, que a falta dessa ponte tirava muito a capacidade de geração de riqueza da cidade. A partir disso foi crescendo a vontade, dentro das lideranças políticas, para questão emancipatória”, pontuou Ranulfo.
O prefeito não concluiu o mandato. Foi cassado em 1996. Quem assumiu foi o vice, Edinho Mansur, de raízes políticas no antigo sertão. Ele conta que o movimento pela emancipação, do qual sempre fez parte, reuniu nomes de diferentes partidos e que não ter a ponte contribuiu para o processo:
— Tudo que nós precisávamos com relação a Fórum, Cartório, Prefeitura era lá (em SJB). Você podia ir pelo rio, tinha barco. Mas quando você precisava se deslocar de carro, saindo de Praça João Pessoa até Campos, por exemplo, são 75 quilômetros. De Campos a SJB, mais 40. Uma viagem de quase 250 quilômetros. Era tudo muito difícil.
Últimos prefeitos da época em que os municípios da foz eram um só, Ranulfo e Edinho acreditam na conclusão da nova ponte e ressaltam sua importância para toda região.
Obras lançadas, jamais terminadas
Pilares da ponte João Figueiredo
Pilares da ponte João Figueiredo / Folha da Manhã
Com pedra fundamental lançada em junho de 2014, e orçamento inicial de R$ 105,7 milhões, a ponte da Integração, que teve a obra paralisada diversas vezes, terá 1.344 metros de comprimento e 16,2 metros de largura.
 
São 35 pilares, sendo 17 no trecho do rio Paraíba do Sul, 14 em SJB e quatro em SFI. A ponte vai encurtar em 80 quilômetros a distância entre a sede dos dois municípios.
A Folha tentou mais informações sobre o andamento da construção com a Premag, empresa responsável, e com a secretaria de Obras do Estado, mas não obteve resposta até o fechamento da edição.
O projeto em andamento substitui o original, da ponte João Figueiredo, que teve início em 1981, mas foi paralisado em 1985, cinco anos antes da extinção do Departamento Nacional de Obras de Saneamento (DNOS), no governo Fernando Collor. Matéria divulgada no site da Prefeitura de SJB em 2013 informava que na estrutura antiga “eram 7 quilômetros de viaduto passando em uma área que fica totalmente alagada no período de cheia do Paraíba do Sul e a construção de um dique para determinados trechos seria inviável pela questão ambiental”.
*Publicado neste domingo (25) na Folha da Manhã.
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Projeto Atafona com Amor tem mais uma edição neste domingo
23/11/2018 | 14h23
Aferição de pressão arterial, teste de glicemia, corte de cabelo, recreação infantil, isenção na emissão de documentos, aulão de boxe, confecção e entrega de currículos, além de doação de roupas e brindes fazem parte da programação de serviços que acontecerão neste domingo (25), das 9h às 15h, no salão da igreja de Nossa Senhora da Penha, em Atafona, por meio do projeto "Atafona com Amor 2018".
O projeto envolve cerca de 50 voluntários e é realizado graças a doações e a parceria dos setores públicos e privados. Representantes da Fundação Leão XIII, Pastoral da Criança, Amigos solidários de Grussaí e Prefeitura de São João da Barra já confirmaram presença. Estima-se que cerca de 400 pessoas possam ser beneficiados com o evento.
Para Alessandra Oliveira, coordenadora do projeto, é uma oportunidade de praticar amor e solidariedade. "É muito gratificante unirmos tantas pessoas num projeto que visa ajudar ao próximo, fazer um domingo diferente, cheio de alegria e prestação de serviços. Só tenho a agradecer a irmandade de Nossa Senhora da Penha por ceder o espaço e a cada voluntário, a cada parceiro por viabilizar transformar esse sonho em realidade”, destacou.
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Após corte na Participação Especial, dúvidas sobre repasse de royalties
22/11/2018 | 23h37
De olho nas contas
Os municípios produtores de petróleo já não tiveram boas notícias no início de novembro: o depósito da Participação Especial (PE) foi feito com um corte de 32,25%. E não há prazo ainda definido para que este dinheiro seja depositado nos cofres de estados e municípios. Agora, o que também corre risco de atrasar são os royalties, que costumam ser depositados nos últimos dez dias do mês. A qualquer momento os cálculos podem mudar, mas, até a noite dessa quinta-feira (22), nenhuma notícia era animadora para os produtores de petróleo.
Orçamento suplementar
Após o depósito da PE com corte, a Agência Nacional de Petróleo (ANP) e o Ministério de Minas Energia foram contestados sobre os motivos e a previsão de quitação junto aos produtores de petróleo. A informação foi que a diminuição do repasse ocorreu devido à insuficiência orçamentária nos cofres da União. O percentual cortado dos produtores será devolvido após sanção de um projeto que tramita na Câmara dos Deputados e sua posterior aprovação para disponibilidade da dotação orçamentária suplementar.
Violência
A criminalidade em Campos parece realmente não ter limites. Não faz muito tempo que uma faixa foi colocada no Jóquei, atribuída a uma facção criminosa, alertando para que não houvesse roubos na região. Agora, após a execução de um jovem, o tráfico deixa um bilhete junto ao corpo — no Parque Santa Clara, em Guarus. O domínio das facções criminosas, com recados em todos os cantos da cidade, reflete nos índices de violência. Só neste ano, que ainda tem mais de um mês pela frente, foram 209 homicídios em Campos, segundo dados da Folha.
 
 
Cuidado com a fraude
O comércio está confiante para as vendas hoje, na já conhecida Black Friday. Algumas lojas estão em funcionamento desde a 0h, para garantir maior comodidade aos seus clientes. Mas o consumidor deve ficar atento para não aproveitar a promoção errada e sair levando o produto “pela metade do dobro”. Desde o início do mês o Procon vem orientando para que os consumidores não pensem que terão vantagens nas compras, com promoções incríveis, quando na verdade pode ser uma bela fraude.
Bienal no crédito
Para garantir a comodidade dos visitantes que têm comparecido em bom numero à 10ª Bienal do Livro de Campos e ajudar nas vendas, os estandes de livros trazem não somente preços populares, mas também oferecem opções de pagamento — e o cartão de crédito é a opção mais utilizada. A Bienal de Campos segue até o próximo domingo com obras para os públicos adulto e infantil a partir de R$ 5.
Equipe...
A equipe econômica do governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), definiu os nomes para presidir o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Para o BB, foi escolhido o professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Rubem de Freitas Novaes, que é doutor em economia pela Universidade de Chicago. Novaes também já foi diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e presidente do Sebrae.
...Econômica
A Caixa será presidida pelo economista Pedro Guimarães. Ele é PhD em Economia pela Universidade de Rochester, com especialização em privatizações, tem mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro, com passagem por diversas. Já o Ipea será comandado por Carlos Von Doellinger, economista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que integra a equipe de transição de governo. Pesquisador aposentado do Ipea e economista da UFRJ, von Doellinger foi secretário do Tesouro Nacional e presidiu o antigo Banco do Estado do Rio de Janeiro (Banerj).
*Publicado nesta sexta-feira (23) na Folha da Manhã
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Carla Machado volta da Itália e visita obras em SJB
22/11/2018 | 17h29
A prefeita de São João da Barra, Carla Machado (PP), cumpriu agenda recentemente na Itália. No retorno ao município, ela foi vistoriar obras em andamento nessa quarta-feira (21) e informou os prazos de conclusão.
Na escola modelo de Mato Escuro, Carla informou que a obra “está quase pronta, faltando terminar a quadra e o calçamento externo”. O término da construção está previsto para o final de dezembro.
A prefeita também esteve na creche escola de Grussaí, que, segundo ela, também será concluída neste ano. “Essa obra foi mais uma que ficou em execução quando nosso mandato terminou em 2012. Apesar de termos deixado o recurso correspondente para o governo passado terminá-la, este preferiu alugar espaço e gastou o dinheiro em outras coisas”, afirmou Carla.
Já em Barcelos, Carla vistoriou a obra da unidade Estratégia de Saúde da Família, que ficou paralisada 5 anos e que, segundo a prefeita, será entregue até o início de janeiro.
Mais reparos — Nesta quinta-feira (22), Carla ainda informou sobre os reparos nas passarelas de acessibilidade na orla sanjoanense.
 
 
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PSL já tem candidato para a presidência da Alerj
21/11/2018 | 20h50
Partido com mais deputados estaduais da próxima legislatura, com 13 parlamentares, o PSL de Jair Bolsonaro decidiu nesta quarta-feira (21) apoiar Márcio Pacheco (PSC) para a presidência da Assembleia Legislativa (Alerj). A legenda chegou a ensaiar uma candidatura própria, mas por orientação de Flávio Bolsonaro, presidente do PSL no estado, acabou optando pelo apoio a Pacheco, que integra o PSC do governador eleito do Rio, Wilson Witzel.
— A recomendação foi feita pelo nosso presidente, Flávio Bolsonaro, e bem recebida por todos da bancada, sem nenhum problema. Agora é somar esforços para derrotar o PT, que vai tentar permanecer no poder — disse Rodrigo Amorim (PSL).
Segundo o deputado eleito, o partido começará já na quinta-feira a buscar apoios na Alerj para a criação de um bloco de direita e centro-direta.
Flávio Bolsonaro tem se esforçado para evitar que o petista André Ceciliano, presidente em exercício da Casa, continue sentado na mais importante cadeira do Parlamento fluminense.
Antes do apoio a Pacheco, o PSL chegou a conversar com André Corrêa (DEM), que acabou sendo preso no dia 8 de novembro na operação Furna da Onça, da Polícia Federal . Logo após a prisão, no início temporária e depois convertida para preventiva, Flávio Bolsonaro descartou qualquer possibilidade de apoio a Corrêa, que mesmo assim afirmou continuar no páreo .
Um dia após a prisão de dez deputados na operação da PF, Flávio Bolsonaro disse que iria apoiar a candidatura de parlamentar que não tenha votado a favor das contas do governador Luiz Fernando Pezão (MDB). Além de Márcio Pacheco, os nomes mais cotados eram Tia Ju (PRB) e Bruno Dauaire (PRP).
 
 
Fonte: O Globo
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Laterça encaminha em Brasília demanda de assistência a vítimas das chuvas de Macaé
21/11/2018 | 17h00
A Prefeitura de Macaé encaminhou pedido ao Ministério das Cidades para que acelere a entrega de 128 casas para famílias desabrigadas ou desalojadas pelas chuvas deste mês na cidade. Os estragos causados pelo volume de água foram notícias em todo o país. Em Brasília, nesta quarta-feira (21) para uma reunião da futura bancada do PSL, o deputado federal eleito Felício Laterça tem reunião agendada no Ministério para encaminhar a solicitação.
As unidades já estão construídas no Bosque Azul, mas o governo municipal assumiu o compromisso de finalizar as casas para dar celeridade às entregas.
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Ensaio para o verão em SJB: calor, movimento na praia e apagão
19/11/2018 | 18h26
O final de semana prolongado em São João da Barra foi típico de verão. Muito calor, praias com turistas — enquanto muitos sanjoanenses optaram por viajar — e os problemas de sempre: falta de energia elétrica, reclamação sobre o abastecimento de água e sinal de telefonia.
Reclamação de falta d’água ou a contestação da qualidade ofertada foram pontuais e se limitaram às redes sociais. Agora, com relação à falta de energia elétrica, ultrapassou as raias do absurdo. Foram quase sete horas de serviço suspenso entre a noite de sábado (17) e a madrugada de domingo (18). Outro “blackout” também chegou à telefonia móvel. Não são poucos os relatos de usuários da Vivo que tiveram problemas tanto para realizar ligações, como para utilização do serviço de dados.
Ao que parece, este fim de semana foi apenas um ensaio para o verão. Na alta temporada, a população flutuante será maior, além de mais sanjoanenses que ficam na cidade nesse período. Desde domingo (aqui), a Folha contestou a Vivo e a concessionária Enel. Quanto à telefonia não há resposta. Já a Enel informou que “um desarme na Linha de Transmissão Abadia – Usina de Campos causou a interrupção do fornecimento”. Ainda segundo a nota, “a empresa apura as causas do ocorrido”.
Passado o feriadão, o que se espera é que os vereadores se reúnam e busquem respostas junto às empresas para que episódios como o do último fim de semana não se repitam. A prefeita Carla Machado (PP), que cumpre agenda na Itália e, inclusive, esteve com representantes da Enel, também deve buscar respostas.
Um apagão que dura mais de seis horas não pode ser considerado algo normal. A conta de luz é muito cara para que a população tenha de passar por problemas como esses.
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Cláudio Lopes pressionou promotora por informações envolvendo a Prefeitura de Campos
13/11/2018 | 21h44
Preso na última quinta-feira (8) sob acusação de participar de um esquema de propina que seria liderado pelo ex-governador Sérgio Cabral (MDB), o ex-Procurador-Geral de Justiça (PGJ) Cláudio Lopes teria pressionado uma promotora do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) por informações sobre uma investigação que envolve a Prefeitura de Campos. A informação consta em um parecer do Ministério Público (MP) que reforçou o pedido de manutenção da prisão preventiva de Lopes, revelado pelo canal GloboNews (aqui) nesta terça-feira (13). Os trechos não detalham o teor da investigação. Por telefone, as assessorias do MP e do Tribunal de Justiça do Rio informaram que o parecer não está disponível para a imprensa. Já a Prefeitura de Campos esclareceu estar disponível “para qualquer esclarecimento que se faça necessário”.
Segundo consta no parecer, o ex-PGJ “continuou a conversa dizendo que este prefeito teria recebido um ofício do Gaeco assinado pela depoente; que Cláudio Lopes queria saber do que se tratava a investigação, pois, segundo ele, o prefeito, como pessoa íntegra, poderia auxiliar naquilo que pretendia o Gaeco apurar”. Cláudio ainda teria dito que apesar de não ser mais Procurador, as pessoas continuariam o procurando.
No depoimento que consta no parecer, a promotora teria dito para Cláudio que não sabia o teor da investigação. Cláudio, imediatamente, teria retrucado “que o ofício havia sido assinado pela depoente”. Ainda de acordo com o depoimento, “Cláudio Lopes indagou da declarante se a mesma poderia descobrir do que se tratava; que tornou a dizer que o prefeito era uma pessoa íntegra e que poderia ajudar na investigação desde que ele soubesse o que o Gaeco estava precisando”. O ex-PGJ disse que tinha uma cópia do ofício.
Em nota, a Prefeitura de Campos informa que “está à disposição da Justiça para qualquer esclarecimento que se faça necessário”. Diz ainda, que o município “prima sempre pela transparência e pelo diálogo, mantendo uma colaboração constante com os órgãos de controle externo e, em especial, com o Ministério Público, fornecendo as devidas informações sempre que solicitada”.
Histórico — Lopes ingressou no Ministério Público do Estado do Rio em 1987. Passou pelas comarcas de Campos e São João da Barra, e em janeiro de 1995 assumiu a Promotoria de Justiça junto à 36ª Vara Criminal do Rio, onde permaneceu até julho de 2001. Em seguida foi promovido a procurador de Justiça.
No final de 2008 venceu a eleição para PGJ no biênio 2009-2011. Disputou novamente a eleição para o biênio seguinte e foi reconduzido ao cargo. Vencer a eleição, contudo, não é a certeza da nomeação. Então governador, nas duas ocasiões, Cabral respeitou a tradição e nomeou o mais votado. Segundo o MP, Lopes recebeu R$ 7,2 milhões em propinas em troca de favores durante o governo Cabral. Em nota à imprensa, a defesa de Lopes diz que “irá tomar as medidas judiciais cabíveis”.
 
 
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Furna da Onça: TRF decide por prisão preventiva de parte dos investigados
13/11/2018 | 13h05
O desembargador federal Abel Gomes, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), converteu em preventiva parte das prisões da operação Furna da Onça. Desdobramento da Cadeia Velha e deflagrada pela força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro, a ação foi desencadeada para investigar a participação de deputados estaduais em esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e loteamento de cargos públicos e mão de obra terceirizada, principalmente no Departamento de Trânsito (Detran).
Em decisão exarada nessa segunda-feira (12), Abel Gomes decretou que os deputados acusados André Correa (DEM), Coronel Jairo (MDB), Chiquinho da Mangueira (PSC), Marcos Abrahão (Avante), Luiz Martins (PDT) e Marcus Vinicius Neskau (PTB), que estavam presos temporariamente, passassem à prisão preventiva. Também foi confirmada a prisão preventiva dos deputados Paulo Melo, Jorge Picciani e Edson Albertassi, os três do MDB. Os três estão presos desde a Cadeia Velha, em novembro do ano passado — no caso de Picciani, em prisão domiciliar.
 
 
A prisão temporária tem prazo de cinco dias, prorrogável por mais cinco, e é usada para garantir o sucesso da coleta de provas. Já a prisão preventiva não tem prazo predefinido e é um recurso usado pela justiça para impedir novos crimes e preservar o inquérito.
 
 
Em relação ao deputado Marcelo Simão (PP), a decisão determina que ele fique proibido de frequentar a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e que entregue seu passaporte à Justiça.
 
 
Outro preso temporário que teve a prisão preventiva decretada foi o ex-secretário de Governo do Estado Affonso Henrique Monerat. A conversão em prisão preventiva também foi decretada para Daniel Marcos Barbirato de Almeida, que é enteado do deputado Luiz Martins; José Antonio Wermelinger Machado, chefe de gabinete de André Correa; e Leonardo Mendonça Andrade, assessor do deputado Marcos Abrahão. Assessores do deputado Paulo Melo, Andreia Cardoso do Nascimento e Fabio Cardoso do Nascimento tiveram a prisão preventiva decretada na mesma decisão.
 
 
O desembargador não renovou nem converteu a prisão temporária para quatro acusados. O texto traz a proibição de exercício de função pública para o presidente do Detran, Leonardo Silva Jacob, e para a ex-chefe de gabinete de Edson Albertassi, Shirley Aparecida Martins Silva. O exercício de função pública foi suspenso para a chefe de gabinete de Marcos Abrahão, Alcione Chaffin Andrade Fabri, e para um assessor do deputado Coronel Jairo, Jorge Luis de Oliveira Fernandes.
 
 
A decisão determina que sejam postos em liberdade Jennifer Souza da Silva, Jorge Luiz Ribeiro, Marcus Wilson Von Seehausen e Vinícius Medeiros Farah.
Fonte: Agência Brasil
 
 
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Foragido há quase um mês, Jarédio perde mais uma no TRE
12/11/2018 | 20h01
Vereador afastado da Câmara de São Francisco de Itabapoana, Jarédio Azevedo (SD) segue foragido da Justiça e teve mais uma derrota no Tribunal Regional Eleitoral (TRE). A corte eleitoral fluminense negou nesta segunda-feira (12) outro habeas corpus impetrado pela defesa do parlamentar afastado, que é acusado de compra de votos no pleito de 2016 e falsificação de documentos na prestação de contas. A prisão foi decretada no dia 16 de outubro, pelo juiz da 130ª Zona Eleitoral, Alexandre Rodrigues de Oliveira, porque o réu descumpriu uma das medidas restritivas impostas junto com seu afastamento, desde 4 de setembro. Mesmo fora do cargo, Jarédio não teve o salário suspenso.
A prisão de Jarédio foi solicitada pelo Ministério Público, após um vídeo apresentado à Justiça mostrar o advogado do réu em contato com uma das testemunhas. A medida cautelar imposta a Jarédio proibia de contato direto ou indireto com as testemunhas. No caso, o diálogo do advogado com a testemunha é enquadrado como contato indireto.
Em ação penal proposta pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), Jarédio foi a acusado de compra de votos e falsidade documental nas eleições de 2016. Ao aceitar a denúncia e instaurar a ação, o juiz de São Francisco determinou o afastamento do parlamentar. Segundo a denúncia, que também está instruída com os elementos de informação constantes no Inquérito Policial nº 0188/2017 da Delegacia de Polícia Federal de Campos, o vereador teria prometido a eleitoras beneficiárias do programa social Bolsa Família cirurgias a seus parentes em troca do voto e da assinatura de termo de doação eleitoral, no valor de R$ 600.
Para o juiz de primeira instância o réu “utilizou das prerrogativas do cargo de parlamentar para obter recursos ilícitos de campanha e confeccionar documentos (recibos eleitorais falsos) para ocultar a origem deles”.
O blog tentou contato com a defesa do parlamentar afastado, mas não obteve êxito até o momento desta publicação.
 
 
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Apontado pela PM como carona do caso Layron, 'Pica-Pau' é preso por suspeita de assalto na 28
12/11/2018 | 15h22
O vídeo que ganhou as redes sociais neste fim de semana, de um assalto na 28 de Março, em Campos, pode ajudar a elucidar outro caso, que ocorreu em Atafona. Um dos suspeitos preso é o “Pica-Pau”. Segundo a Polícia Militar era ele quem estava na carona do jovem Layron da Silva Costa, que morreu durante ação policial na madrugada de 27 de agosto, na praça do Repolhinho, no litoral de São João da Barra. Delegado da 145ª Delegacia de Polícia, de SJB, Carlos Augusto Guimarães informou que vai entrar em contato com a 134ª DP, do Centro de Campos, onde "Pica-Pau" está preso, para mais informações.
À época do caso Layron, que foi registrado como auto de resistência, os policiais disseram que receberam a informação que um foragido do sistema prisional estava em atitude suspeita, acompanhado por outros três homens, em duas motos. O suspeito citado seria um suposto chefe do tráfico local, que já teria praticado roubos de ônibus, comércio e residências. O criminoso estaria na garupa da moto pilotada por Layron. Ainda segundo a versão dos militares, o suposto chefe do tráfico atirou contra a guarnição, que revidou os tiros e um deles atingiu Layron.
Em depoimento posterior, o jovem que se apresentou como quem estaria na carona de Layron negou a versão. Ele relatou que havia participado de um churrasco no Balneário de Atafona e deixou o lugar com Layron e outros dois amigos, em duas motos, uma delas pilotadas pelo jovem morto. Segundo o depoente, que também não possui antecedentes criminais, ninguém estava armado e nenhum dos quatro seria o traficante conhecido como “Pica-Pau”.
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Carla Machado anuncia R$ 6,5 milhões para saneamento em SJB
09/11/2018 | 16h38
A prefeita de São João da Barra, Carla Machado (PP), anunciou em seu perfil na Facebook a assinatura de um convênio com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) no valor de R$ 6,5 milhões. Segundo a prefeita, o recurso, que já está empenhado, será utilizado para melhorar o sistema de esgotamento sanitário do município.
Carla ainda agradeceu aos deputados federais reeleitos Soraya Santos (PR), pela emenda no valor de R$ 4 milhões, e Rodrigo Maia (DEM), que concedeu, também por meio de emenda, os outros R$ 2,5 milhões.
Na Curva do Rio, a jornalista Suzy Monteiro também falou sobre o assunto.
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Carla Machado anuncia segunda parcela do 13º para próxima semana
07/11/2018 | 22h07
O servidor de São João da Barra vai passar o feriado prolongado com dinheiro no bolso. A prefeita Carla Machado (PP) anunciou que o pagamento da segunda parcela do 13º salário será na próxima quarta-feira, dia 14 de novembro. A primeira também foi antecipada em SJB, sendo paga em junho. Por lei, a primeira parcela pode ser paga até o dia 30 de novembro e a segunda, até o dia 20 de dezembro.
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Witzel: Não há mais espaço para a política de compadrio no Rio
07/11/2018 | 13h20
O governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, participou da reunião de líderes do Partido Social Cristão (PSC) na manhã desta quarta-feira (7) na Câmara dos Deputados. Na presença do presidente nacional do partido, pastor Everaldo, e de parlamentares da legenda, Witzel reforçou o compromisso com a mudança na política fluminense:
— Não há mais espaço para a política de compadrio no Rio de Janeiro. Não há mais espaço para um governo que não tenha o olhar voltado para o povo.
Também participaram da reunião o governador eleito do Amazonas, Wilson Lima, o vice-presidente nacional do PSC, o deputado federal Marcondes Gadelha (PB), e o senador eleito Zequinha Marinho (PA), entre outros parlamentares.
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Mar volta a avançar e gera novas cobranças por contenção em Atafona. Veja o vídeo
06/11/2018 | 11h56
Avanço do mar acontece nas imediações das ruínas do prédio do Julinho
Avanço do mar acontece nas imediações das ruínas do prédio do Julinho / Reprodução de vídeo
O avanço do mar na praia de Atafona já é notícia, ao menos, desde a década de 1950 (aqui). E desde lá, existia a expectativa sobre um “espigão” para salvar o Pontal. Quase 60 anos depois, agora em vídeo enviado pelo leitor Rodrigo Queiroz, a esperança é a mesma: a construção de um quebra-mar para salvar o que restou da costa, uma vez que o antigo Pontal já está totalmente submerso.
Conforme o vídeo, que você pode assistir no fim do post, o mar avança nas proximidades das ruínas do prédio do Julinho. Pegando os escombros como referência, as investidas das ondas acontecem ao norte (até a foz do Paraíba) e ao sul (nas imediações da Ernani Alves). As ruínas do prédio funcionam como uma espécie de um pequeno “quebra-mar”. Tanto que foi derrubado pelo mar há mais de 10 anos (aqui) e, até agora, funciona como forma de “proteção” das casas vizinhas.
Em 2014 surgiu uma esperança, quando o Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias (INPH) garantiu a viabilidade de um projeto para ser desenvolvido na praia sanjoanense. Só que, quatro anos depois, as discussões ainda são burocráticas. A prefeita Carla Machado (PP) chegou a apresentar o documento ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), mas, até o momento, nenhuma resposta foi dada. Isso sem falar nas inúmeras “caravanas” de parlamentares que foram até Atafona para “assistir” ao avanço do mar e prometer “ajudar como puder” (o que, na maioria das vezes, representa não fazer nada).
Em outubro do ano passado (aqui), foi anunciado que o município havia conseguido o recurso de R$ 1 milhão para execução do Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima) do anteprojeto de contenção do mar. Desde então, pouco foi noticiado sobre o assunto. O que avançou, consideravelmente, foi o projeto para desobstrução da foz do Paraíba, que inclusive já está com os estudos em andamento.
Vale aqui destacar os movimentos populares que cobram a atuação de todas as esferas de poder para que as intervenções sejam realizadas. Ainda assim, tudo caminha a passos lentos, bem diferente da velocidade com a qual as ondas carregam dia após dia mais um “pedaço” de Atafona. A coluna Ponto Final do último domingo (4) destacou (aqui) que quem visitou o litoral sanjoanense constatou que o mar estava avançando, novamente, em Atafona.
A Prefeitura de São João da Barra foi questionada sobre o monitoramento da Defesa Civil e sobre o andamento do projeto de contenção do avanço do mar. Se houver resposta, o post será atualizado.
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CNJ julga juiz que acusou Gilmar Mendes de receber dinheiro para libertar Garotinho
05/11/2018 | 17h13
Está marcado para terça-feira (6) o julgamento do juiz Glaucenir de Oliveira, da vara criminal de Campos dos Goytacazes (RJ), no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). No ano passado (aqui), Oliveira encaminhou áudio em grupo de WhatsApp no qual insinua que o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes recebeu dinheiro para conceder “habeas corpus” ao ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (PRP). “A mala foi grande”, disse Oliveira num dos trechos do áudio. Em outro, diz que o ministro “não tem vergonha na cara”.
Em fevereiro, após a repercussão do caso, Oliveira até mandou uma carta a Mendes em que se desculpa pelo conteúdo do áudio e elogia o ministro (aqui).
Fonte: Expresso/Extra
 
 
 
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Câmara de SJB anuncia posse de Julinho Peixoto nesta terça
05/11/2018 | 11h12
Na sessão desta terça-feira (6), a Câmara de São João da Barra concederá posse como vereador, ao suplente Renato Ribeiro da Silva (Julinho Peixoto-PSDC). Ele assumirá o lugar da vereadora Sônia Pereira (PT), que protocolou na última quinta-feira (1), uma solicitação de afastamento de seu mandato, assumindo agora o cargo de chefia de gabinete, na Prefeitura.
Nascido e criado em Cazumbá, no 5° distrito, Julinho Peixoto (primeiro suplente da coligação "Reconstruindo uma nova São João da Barra"), como é conhecido, obteve 1092 votos no pleito eleitoral de 2016. Empresário e agricultor, Julinho atuou por um ano como Secretário de Transportes do município e, recentemente, exercia a função de chefia de gabinete, na Prefeitura.
A posse de Julinho Peixoto à função de vereador no Legislativo Sanjoanense acontecerá após juramento.
Fonte: Ascom/Câmara de SJB
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Picciani pediu voto a Bruno Dauaire para se livrar da prisão
03/11/2018 | 18h56
Cadeia Velha
O Ministério Público Federal (MPF) quer a condenação de Jorge Picciani, Edson Albertassi e Paulo Melo, todos do MDB. O pedido consta nas alegações finais no processo da operação Cadeia Velha, que desvendou um esquema de corrupção na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Segundo o MPF, eles integravam o núcleo político da organização criminosa e que ao lado de empresários, os deputados se aproveitaram dos cargos para enriquecimento pessoal e fortalecimento político, em troca de vantagens ou blindagem de interesses de grupos econômicos específicos.
Partido dividido
Então presidente da Alerj e do PMDB, que ainda tinha o P na sigla, Picciani era considerado o “todo poderoso” da política fluminense. Era quem dava as cartas, fazia as articulações. Nos bastidores, existia o PMDB de Picianni e o outro, de Paulo Melo. A divisão, contudo, não era conflituosa. Desde 2003, só os dois presidiram a Alerj. Mas a divisão não parecia conflituosa, tanto que à época o partido era uma potencia estadual que comandava boa parte dos municípios, com nomes que tinham o aval de ambos. O que rechaça ainda mais uma possível divisão conflituosa é o fato de os dois terem sido denunciados juntos, no mesmo esquema.
Bruno grampeado
Deputado estadual da região reeleito, Bruno Dauaire (PRP) teve uma conversa com Picciani no dia 16 de novembro, logo depois de o Tribunal Regional Federal da 2ª Região decretar a prisão do presidente da Alerj, Paulo Melo e Albertassi. Na ligação grampeada, Picciani pediu a Bruno que votasse contra a manutenção das prisões, na sessão da Alerj convocada para o dia seguinte. Apesar do pedido, na votação, Bruno foi o único que se absteve. Foram 39 votos a favor da revogação das prisões e 19 contra. Para o MPF, ficou claro na ligação grampeado que o grupo liderado por Picciani tentava influenciar as votações na Alerj.
Relações
Apesar de ser oposição na Alerj, Bruno sempre manteve uma relação institucional com Picciani. Em 2016, esta coluna publicou, inclusive, que o então todo poderoso da Alerj propôs a Bruno que viesse candidato a prefeito de São João da Barra. Concorreria pelo PR, mas depois da eleição, independente do resultado, migraria ao PMDB. À época, Bruno não confirmou nem negou o convite, apenas se limitou a dizer: “Converso bastante com o presidente sobre a Alerj, o Estado do Rio e a política da nossa região”. Bruno não foi candidato a prefeito e se manteve no grupo político da família Garotinho, mas nunca desmentiu a informação do convite.
Movimento
O movimento é intenso nas estradas da região por conta do feriado prolongado que termina neste domingo (4). Segundo a Arteris Fluminense, concessionária que administra a BR 101, desde sexta-feira, mais de 390 mil veículos passam pelo trecho da rodovia entre Niterói e a divisa do Rio de Janeiro com o Espírito Santo, em Campos. É preciso ter muita atenção na pista hoje, já que a previsão é de ser o dia mais movimentado, com 93 mil veículos nesse trecho da BR 101.
Força do mar
Quem aproveitou o feriadão para visitar a praia de Atafona, no litoral de São João da Barra, pôde constatar, mais uma vez, que o mar continua avançando. Os pontos mais críticos, por ora, são na foz do rio Paraíba do Sul até as ruínas do prédio do Julinho, e nas imediações da antiga caixa d’água — que foi demolida para não ser derrubada pelo mar. Apesar de existir um projeto para conter o avanço do mar, nada saiu do papel ainda.
Doação
O baixo fluxo de doadores no Hemocentro Regional de Campos tem preocupado a unidade, que está com estoque insuficiente para atender toda a demanda. O Hemocentro pede para que as pessoas aproveitem o tempo de folga, neste feriadão, para fazer a doação. Para isso, a unidade funciona normalmente neste domingo, das 7h às 18h. Vale lembrar que esse horário de funcionamento também se estende para os outros dias, além de feriados e finais de semana. O Hemocentro funciona no Hospital Ferreira Machado.
*Publicado na edição deste domingo (4) da Folha da Manhã
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Impressões do futuro governo Bolsonaro e os repetitivos erros da esquerda
03/11/2018 | 18h50
Presidente eleito, Jair Bolsonaro
Presidente eleito, Jair Bolsonaro / Tânia Rego-Agência Brasil
Primeiros sinais
A maior parte dos eleitores escolheu de forma democrática, no último domingo, Jair Bolsonaro (PSL) para ser o presidente da República. Noves fora a posição partidária de cada um, é válido o decidido pela maioria. A última semana foi a dos primeiros sinais do próximo governo. O “posto Ipiranga” Paulo Guedes foi confirmado no superministério da Economia, que vai unir as funções que são desempenhadas por três pastas: Fazenda; Planejamento, Orçamento e Gestão; e Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Também não surpreenderam as indicações do deputado Onyx Lorenzoni — que está à frente da equipe de transição — para a Casa Civil e do general da reserva Augusto Heleno para a Defesa. O astronauta Marcos Pontes na Ciência e Tecnologia era pedra cantada desde antes da campanha e já foi confirmado no primeiro escalão. O que mais surpreendeu e causou reações, até mesmo no mercado, foi a indicação do juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato em primeira instância, para o superministério da Justiça.
Na verdade, nem foi a indicação que surpreendeu. O que causou rebuliço foi Moro aceitar o convite, na última quinta-feira, abandonando 22 anos de magistratura. Não é de hoje que o PT acusa o juiz da 13ª vara federal de atuação política e imparcial na operação considerada a maior de combate à corrupção do mundo. Moro condenou em primeira instância o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no caso do famoso triplex do Guarujá, abrindo caminho para o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) julgá-lo e, consequentemente, executar a ordem de prisão e, mais que isso, tirando de vez as chances do então líder nas pesquisas disputar qualquer cargo.
Não é que Moro não pudesse ter condenado Lula. Ele julgou um processo como teria de ser feito com qualquer outro cidadão brasileiro acusado de um crime, independente da posição social ou influência política. Para muita gente, o TRF-4 agiu “rápido demais” no caso Lula. Mas essa é a mesma gente que pede celeridade da Justiça.
Fato é que Moro se tornou um personagem conhecido do grande público. A imprensa e a população, de maneira geral, fizeram dele o protagonista da Lava Jato. Mais que isso, fizeram do Moro a imagem que representa a operação. Exposto dessa forma, com status de celebridade, passou a ter muitos fãs e, também, claro, muitos críticos. O discurso petista da perseguição ganha força, sem sombra de dúvidas, com a decisão do juiz de ir para o governo Bolsonaro. Moro poderia continuar atuando em Curitiba até surgir uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), cadeira que possivelmente ganhará mesmo sendo da cúpula de Bolsonaro. Mas foi seduzido pelo “canto da sereia” e vai comandar um ministério independente.
Por essa “independência”, Moro passa a ser chamado de político, mesmo atuando em uma pasta técnica. A esquerda, em especial o PT, endossa o discurso de perseguição, lembra a divulgação de uma conversa grampeada entre Lula e Dilma Rousseff (PT), então presidente da República, e que acabou impedindo a nomeação do ex-presidente para a Casa Civil. Assim como o fato de tornar pública, na semana do primeiro turno, a delação do ex-ministro Antonio Palocci — o que reascendeu as críticas aos petistas e, consequentemente, desgastou o candidato do partido ao Planalto neste ano, Fernando Haddad.
Questões políticas de lado, muita gente aprovou a indicação do Moro, sobretudo pela questão da independência apalavrada por Bolsonaro, além do fato de o juiz agora poder indicar o diretor-geral da Polícia Federal. Não é que político não tenha palavra, mas no chamado presidencialismo de coalizão brasileiro, ninguém governa sem o parlamento. E tem muito parlamentar da “velha política” no Congresso. Enquanto Bolsonaro tiver ampla maioria, possivelmente haverá independência no trabalho do Moro. Porém, quando não houver maioria e o presidente tiver de negociar com “velhas raposas”, a cabeça do juiz pode ser colocada a prêmio.
Fora as impressões populares, quem recebeu Moro muito bem foi o todo poderoso, e muitas vezes nervoso, mercado. O dólar caiu e o Ibovespa, principal índice acionário do país, teve alta histórica com a indicação do nome do juiz como ministro, além da perspectiva de reformas que devem ser propostas pelo governo Bolsonaro. Ainda existem muitas dúvidas, sobretudo na fusão, ou não, da pastas de Agricultura e Meio Ambiente, mas as primeiras impressões são de um governo que sabe articular bem e começa a ter retorno positivo na economia, fator extremamente importante para governabilidade.
Por outro lado, parte da esquerda parece que não entendeu o recado das urnas. Ao invés de se reinventar, pensar em como ser uma oposição aguerrida, mas embasada, a um governo que chega com propostas tão distintas, quer forçar um “terceiro turno” nas ruas. Não deu certo com o “EleNão” — que, aliás, fez crescer o percentual de mulheres que votaram em Bolsonaro no primeiro turno —, e é está muito claro que não dará certo ser “resistência”. O momento exige estratégia. E foi por não ser estrategista que a esquerda perdeu a eleição, entregando de bandeja o comando do país a Bolsonaro. No Brasil de hoje, o que está mais perto de resistência é o nome do futuro ministro da Casa Civil, que, como disse Renan Calheiros (MDB): “parece nome de chuveiro”. Não vai ser com barulho nas ruas, antes mesmo de o governo começar, que a esquerda vai virar o jogo. É preciso repensar.
*Publicado neste domingo (4) na Folha da Manhã
 
 
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SJB: Sônia Pereira vai para o Gabinete; Julinho Peixoto na Câmara
01/11/2018 | 11h56
São João da Barra tem notícia de mudança no tabuleiro político. A vereadora Sônia Pereira (PT) protocolou nessa quinta-feira (1) um pedido de afastamento do mandato. Em seu lugar, assume Julinho Peixoto (PSDC), primeiro suplente da coligação "Reconstruindo uma nova São João da Barra" (PT / Rede / PSDC / PHS).
Julinho já foi secretário de Transporte e depois passou para a chefia de Gabinete no atual governo Carla Machado (PP). Agora, vai assumir a cadeira na Câmara já na próxima sessão. Sônia, vereadora mais votada no palanque Carla no último pleito (segunda mais votada no geral), vai para o lugar de Julinho no Gabinete. A informação foi divulgada primeiro pelo Portal Ozk (aqui).
Pelo menos mais uma mudança é aguardada na Câmara para os próximos dias. Desta vez, a mexida no tabuleiro pode beneficiar um político que esteve na oposição a Carla em 2016, mas caminhou junto com ela no pleito de 2018.
 
 
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Moro aceita superministério da Justiça
01/11/2018 | 11h09
Sérgio Moro
Sérgio Moro / Divulgação
O juiz federal Sérgio Moro aceitou nesta quinta-feira (1), o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para comandar o superministério da Justiça. O magistrado já divulgou uma nota detalhando os termos da proposta:
“Fui convidado pelo Sr. Presidente eleito para ser nomeado Ministro da Justiça e da Segurança Pública na próxima gestão. Após reunião pessoal na qual foram discutidas políticas para a pasta, aceitei o honrado convite. Fiz com certo pesar pois terei que abandonar 22 anos de magistratura. No entanto, a perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito à Constituição, à lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisão. Na prática, significa consolidar os avanços contra o crime e a corrupção dos últimos anos e afastar riscos de retrocessos por um bem maior. A Operação Lava Jato seguirá em Curitiba com os valorosos juízes locais. De todo modo, para evitar controvérsias desnecessárias, devo desde logo afastar-me de novas audiências. Na próxima semana, concederei entrevista coletiva com maiores detalhes”.
Moro deixou o condomínio onde mora o presidente eleito, no Rio, às 10h45, após cerca de uma hora e meia de reunião. Na saída, o magistrado chegou a deixar o carro onde estava para falar com a imprensa, mas, diante do tumulto no local, não fez nenhuma declaração.
O juiz chegou às 9h à residência de Bolsonaro. O presidente eleito convidou Moro para assumir um superministério da Justiça, ampliado e com órgãos de combate à corrupção, que estão atualmente em outras pastas, como a Polícia Federal e o Coaf, que estão envolvidas nessa operação.
Ao desembarcar no aeroporto Santos Dumont, pela manhã, o magistrado não falou com a imprensa e, antes de chegar à casa do presidente eleito, fez uma pequena parada em um hotel que vem sendo usado como uma espécie de QG para quem visita Bolsonaro. No Santos Dumont, Moro desembarcou diretamente na pista de pouso do aeroporto, de onde partiu em um carro da Polícia Federal.
Com informações do Blog do Fausto Macedo/Estadão
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