Porto do Açu quer ter sua própria refinaria
20/05/2018 | 03h08
Divulgação
Matéria da edição deste domingo (20) do jornal O Globo (confira aqui) traz novidades sobre o Porto do Açu. Segundo a publicação, o terminal localizado em São João da Barra pretende ter sua própria refinaria de petróleo, contando com apoio de seu principal sócio, o Porto de Antuérpia, na Bélgica. O parceiro belga, inclusive, aumentaria sua participação no terminal privado em SJB: já investiu US$ 10 milhões no projeto, e quer elevar sua participação, hoje de apenas 1,76%. 
Em entrevista ao jornal carioca, José Magela, presidente da Prumo Logística, e Marc Van Peel, presidente do Conselho de Administração do Porto de Antuérpia Internacional, dizem que a expansão do Açu vai começar pela indústria relacionada ao setor de óleo e gás. O Porto do Açu conta hoje com 11 empresas em operação. São 90 quilômetros quadrados de área industrial integrada. Desse espaço, 80 quilômetros quadrados estão livres.
— O Açu tem potencial. Vamos fazer todos os esforços para tentar atrair outras indústrias. Vamos começar pelas refinarias — disse Peel.
Magela lembrou que a ideia de atrair uma refinaria ocorre em um momento em que a Petrobras está justamente desinvestindo no segmento, o que pode atrair novos investidores.“A indústria de óleo e gás está entrando em uma nova fase. Imagina o investimento que vai vir com o desenvolvimento das novas áreas da Bacia de Campos. O Açu está em frente a essa área”.
Ele destacou, no entanto, a concorrência com o Comperj, em Itaboraí:
— O Comperj é complementar e vai preencher apenas parte da demanda por combustíveis.
Comentar
Compartilhe
Protesto cobra aproveitamento de mão de obra local no Porto do Açu
19/04/2018 | 07h39
A questão da empregabilidade no Porto do Açu voltou a ser alvo de protesto. Manifestantes se reuniram em Grussaí, onde funciona um escritório da empresa Andrade Gutierrez, na manhã desta quinta-feira (19). Eles reivindicaram o aproveitamento da mão de obra local e levaram currículos para serem entregues à empresa. De acordo com a empreiteira, que lidera o Consórcio do Açu, atualmente 152 funcionários atuam na construção da termelétrica GNA I, no Porto do Açu. A empresa informa que deste total “37% são profissionais de São João da Barra e mais 37% profissionais da região de Campos. Restando apenas 26% oriundos de outras localidades em função da demanda específica do trabalho”. Confira no fim deste post as informações da empresa para envio de currículos e demais esclarecimentos.
Em nota, o Consórcio do Açu, liderado pela Andrade Gutierrez Engenharia e responsável pelas obras da termelétrica GNA I, no Porto do Açu, afirma que “considera legítima a manifestação ocorrida no dia de hoje. Não obstante, a empresa acredita que essa manifestação foi originada por uma falha de comunicação com a comunidade local”. O Consórcio diz ainda que “espera esclarecer todos os fatos que por ventura estejam causando algum tipo de descontentamento na população e, dessa forma, trabalhar em conjunto com a comunidade em prol de um bom relacionamento e de uma relação ganha-ganha para todos”.
Contestada, a Prefeitura de SJB informou que a Superintendência de Trabalho e Renda em parceria com o Instituto Federal Fluminense (IFF), Secretaria de Educação e Cultura, e as maiores empresas do Complexo Portuário do Açu, criou em maio de 2017, a Comissão de Trabalho, Tecnologia e Educação (Comtrate) para discutir as condições necessárias para o trabalho imediato, médio e a longo prazo. Atualmente 33% de todos os empregos no Complexo Portuário do Açu são ocupados por sanjoanenses. Porto do Açu, GNA, Ferroport, Techinip, NOV, B. Port, entre outras empresas terceirizadas como a Andrade Gutierrez, utilizam o Balcão de Emprego da Prefeitura”.
Abaixo, na íntegra, pontos enviados pela empresa que devem ser esclarecidos aos munícipes:
1) Atualmente o Consórcio do Açu conta com 152 funcionários contratados. Destes, 37% são profissionais de São João da Barra e mais 37% profissionais da região de Campos. Restando apenas 26% oriundos de outras localidades em função da demanda específica do trabalho.
2) Até o final do ano o quadro de funcionários diretos ligados ao projeto deverá chegar a 590 pessoas. O Consórcio do Açu estará dando prioridade na contratação de mão de obra local para preencher essas vagas.
3) Para isso, o Consórcio do Açu está utilizando diversos bancos de currículos à disposição da empresa, a saber: [email protected] / Banco de dados Rede de Empregabilidade / Banco de dados da Prefeitura de São João da Barra e etc.
4) Além disso, o Consórcio do Açu estará nas próximas semanas avaliando as cooperativas locais para a realização de possíveis parcerias que também adicionem valor à economia do município.
5) O Consórcio do Açu se compromete a mensalmente divulgar o número de vagas disponíveis, as habilidades necessárias para o preenchimento das mesmas, além do andamento das contratações de mão de obra local.
Comentar
Compartilhe
Movimentação entre Prumo e Anglo no Açu pode ser 'congelada'
19/04/2018 | 01h06
Minério de ferro no Porto do Açu
Minério de ferro no Porto do Açu / Divulgação
A Prumo Logística, operadora do Porto do Açu, vai analisar se a paralisação do mineroduto do projeto Minas-Rio, da Anglo American, configura evento de “força maior” para congelar também o acordo de movimentação entre as duas. Segundo fato relevante enviado nesta quinta-feira (19) à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Anglo American comunicou nessa quarta-feira (18) à Ferroport, subsidiária da Prumo, que pediria “força maior” por conta dos dois vazamentos ocorridos no mês passado, que levaram o Ibama a suspender a operação do duto.

A Ferroport já informou que dará férias coletivas de 30 dias aos seus empregados das áreas de Operação, Manutenção e Sustentabilidade, por conta da suspensão das atividades do mineroduto. O período de férias será de 24 de abril a 23 de maio.
Com informações da Valor
Comentar
Compartilhe
Anglo paralisa sistema Minas-Rio e medida gera férias coletivas no Açu
03/04/2018 | 12h09
A mineradora Anglo American informou nesta terça-feira (3) que paralisou as operações do sistema Minas-Rio após o registro de um segundo vazamento no mineroduto que liga Minas Gerais ao Porto do Açu, em São João da Barra, na quinta-feira passada (29). A interrupção deve durar 90 dias. Durante o período, afirma a Anglo American, uma equipe técnica trabalhará para identificar novas partes da tubulação que correm risco de romper. Em nota, a empresa confirma férias coletivas, a partir do dia 17, inclusive na planta de filtragem, que fico no porto sanjoanense. Já a Ferroport, joint-venture formada entre a Anglo  e a Prumo Logística, responsável pela operação do terminal portuário de minério de ferro do Açu, “informa que está avaliando os impactos operacionais e financeiros decorrentes da paralisação das operações da Anglo. Mais informações serão divulgadas assim que possível”.
Em nota, a Anglo American informa que, “em função do detalhamento dos processos de inspeção que precisam ser realizados, recalculou o período em que suas operações deverão ficar paralisadas em aproximadamente 90 dias. A empresa vai dar férias coletivas para parte do pessoal que trabalha na mina, usina e planta de filtragem por 30 dias, a se iniciar em 17 de abril. Para o período subsequente, vai conversar com o sindicato e autoridades para definir as alternativas que sejam mais adequadas para seus empregados”.
Até o momento, a empresa estima “em R$ 60 milhões o custo total das ações de reparação e recuperação operacionais, econômicas e socioambientais decorrentes dos incidentes com o mineroduto em Santo Antônio do Grama (MG). Hoje, o trabalho de limpeza do córrego Santo Antônio, que foi impactado, envolve cerca de 200 pessoas”.
A Anglo complementa que “as causas do vazamento serão investigadas pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)”.
A decisão de paralisação foi tomada após um novo vazamento de minério em Santo Antônio do Grama . O rompimento da tubulação ocorreu por volta das 19h e durou oito minutos, segundo a companhia. Não há registro de feridos, nem de contaminação de águas da região. Foi o segundo vazamento na cidade, sendo que em 12 de março um rompimento na tubulação no mineroduto Minas-Rio dispersou cerca de 300 toneladas de minério de ferro por 25 minutos em um dos córregos da região.
Por conta do novo incidente, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) suspendeu, na sexta-feira passada (30), a autorização para a Anglo American operar o mineroduto.
O sistema Minas-Rio produziu 16,8 milhões de toneladas de minério de ferro durante o ano passado e obteve em janeiro as últimas licenças para iniciar a fase 3 do projeto que levaria sua capacidade para 26,5 milhões de toneladas.
*Título e texto atualizados às 13h03
Comentar
Compartilhe
Mineroduto que liga Minas ao Açu se rompe pela segunda vez
30/03/2018 | 10h52
Divulgação
Apenas 17 dias após se romper e levar poluição a um manancial em Minas Gerais, o mineroduto da Anglo American voltou a registrar um novo vazamento. De acordo com a mineradora britânica, o episódio ocorreu nessa quinta-feira (29) às 18h55. A polpa de minério de ferro vazou durante aproximadamente cinco minutos. O rompimento já foi estancado e a empresa paralisou as operações.
Assim como no primeiro episódio, ocorrido em 12 de março, o Ribeirão Santo Antônio, na Zona da Mata Mineira, foi atingido. No entanto, o abastecimento do município de Santo Antônio do Grama (MG), com população de aproximadamente 4,2 mil pessoas, não deve ser afetado, uma vez que a ocorrência de 17 dias atrás levou a mineradora a instalar uma adutora para captação no Córrego do Salgado.
"As autoridades e órgãos competentes foram avisados imediatamente após identificado o vazamento. A empresa está mobilizando todos os esforços para ação imediata de resposta ao incidente e, tão logo tenha mais informações, divulgará à sociedade", informou a empresa em nota. De acordo com a Anglo American, a polpa de minério é inerte e classificada como não perigosa conforme normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
Em decorrência do primeiro rompimento, a Secretaria de Meio-Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad) deu à mineradora um prazo até o dia 31 de março para recolher o minério que vazou e sedimentou na calha e nas margens do Ribeirão Antônio do Grama. Além disso, a Anglo American precisará concluir o Projeto de Recuperação da Área Degradada (Prad) e garantir a estabilidade da barragem de emergência, estrutura utilizada para armazenar a polpa de minério quando se faz manutenção no duto.
Na ocasião, a empresa calculou um vazamento de 300 toneladas de polpa de minério. O abastecimento de água da cidade chegou a ser interrompido e a Anglo American precisou disponibilizar caminhões-pipa em um primeiro momento. Paralelamente, em acordo com a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), iniciou-se a captação no Córrego do Salgado.
O mineroduto é parte do empreendimento Minas-Rio, que envolve a extração de minério nas serras do Sapo e Ferrugem e o beneficiamento nos municípios de Conceição do Mato Dentro (MG) e Alvorada de Minas (MG). A estrutura tem 525 quilômetros e é responsável por levar a produção até um porto em Barra de Açu, no município de São João da Barra (RJ), no litoral fluminense. Todo o complexo é apontado pela Anglo American como seu maior investimento mundial.
Fonte: Agência Brasil
Comentar
Compartilhe
Andrade Gutierrez já atua no Açu para construção de termelétrica
21/03/2018 | 06h48
Ônibus para trabalhadores da empresa foram fotografados nesta semana no Porto
Ônibus para trabalhadores da empresa foram fotografados nesta semana no Porto / Foto do leitor
A Andrade Gutierrez Engenharia já iniciou os trabalhos para construção da termelétrica (GNA I) no Porto do Açu, em São João da Barra. A empresa, que lidera o Consórcio do Açu — responsável pela obra — conta com cerca de 70 funcionários já atuando no projeto e está em fase de preparação para terraplanagem do terreno. A previsão, segundo a Andrade Gutierrez, é que, em dezembro de 2018, aproximadamente 460 pessoas estejam trabalhando. Já no pico da obra, que tem conclusão estimada para 2020, a empreiteira acredita que serão gerados 2 mil empregos diretos.
Os empregos gerados neste ano serão para a fase de construção civil da termelétrica, como ajudantes, armadores, operadores e pedreiros, entre outros cargos. Com relação ao aproveitamento da mão de obra local, a Andrade Gutierrez informa que “o Consórcio do Açu está compromissado com o desenvolvimento socioeconômico da região e priorizará, durante toda a realização do empreendimento, a contratação de mão de obra local, sempre que esta puder suprir as necessidades do projeto”.
Os interessados em conseguir uma vaga de emprego devem, reitera a empreiteira, enviar os currículos pelo email [email protected], além de realizar o cadastro na Rede de Empregabilidade do Porto do Açu (www.vagas.com.br/rede-de-empregabilidade).
No início do ano, a Gás Natural Açu, subsidiária da Prumo Logística, informou que aprovou a contratação de um consórcio formado por Siemens e Andrade Gutierrez para construir uma termelétrica de cerca de 1,3 gigawatt em capacidade no Porto do Açu. “A instalação da termelétrica é parte do Açu Gas Hub, projeto em desenvolvimento no Complexo Portuário do Açu, cujo objetivo é constituir uma solução logística para o recebimento, processamento, consumo e transporte de gás natural produzido nas Bacias de Campos e Santos, assim como importação e armazenagem de GNL importado”, informou a Prumo à época da confirmação do consórcio.
Comentar
Compartilhe
Número recorde de embarcações no Açu
02/01/2018 | 01h15
A página oficial da Prumo Logística iniciou o ano celebrando uma boa notícia. O Porto do Açu, em São João da Barra, recebeu 2.401 embarcações ao longo de 2017. De acordo com a publicação da empresa, o número subiu 155%, se comparado ao registrado no ano anterior. Esse é o dado mais expressivo desde a inauguração do Complexo Portuário.
O aumento de embarcações atracando no Açu era fato perceptível aos munícipes, principalmente aos que trabalham no Porto. As atividades no Complexo favorecem a arrecadação de impostos, o que impulsiona a receita de São João da Barra.
A primeira operação no Porto do Açu foi realizada em 2014. A partir de então, o Complexo vem registrando índices constantes de crescimento em diferentes áreas.
Comentar
Compartilhe
Temer destaca parcerias ao criar ZPE do Açu
27/12/2017 | 04h00
O presidente Michel Temer (PMDB) assinou nesta quarta-feira (27) o decreto que cria a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do Açu, localizada no Distrito Industrial de São João da Barra. A cerimônia foi realizada no Complexo Portuário do Açu e contou com a presença dos ministros da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, e da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, além do governador do Estado do Rio Janeiro, Luiz Fernando Pezão, e de deputados e autoridades locais. “Estamos vendo, nesse momento, uma união de esforços dos governos federal e estadual pelo desenvolvimento. A região vai ganhar grande progresso com a ZPE. Esse empreendimento é de enorme potencialidade por conectar o capital nacional ao estrangeiro com muito sucesso”, destacou Temer.
Com área de 2 km², a ZPE estará localizada a 10 km do Terminal Multicargas (T-MULT) do Porto do Açu e contará com infraestrutura viária terrestre para o transporte de diferentes tipos e tamanhos de cargas. Atualmente com 500 metros de cais e aproximadamente 200 mil m2 de área alfandegada, o terminal está em operação desde 2016 e pode movimentar granéis sólidos, cargas de projetos, veículos e contêineres, entre outros.
— A expectativa é de que a ZPE do Açu gere investimentos aproximados de R$ 40 milhões em infraestrutura local somente na sua primeira etapa de implantação. Não se trata de impulsionar apenas as exportações brasileiras, o que já é extraordinário, mas de estimular também o desenvolvimento de segmentos produtivos locais e regionais. O Porto impulsiona a produção brasileira, agrega valor à base exportadora, promove a difusão tecnológica do Brasil e, principalmente, gera empregos em uma cadeia produtiva gigantesca — ressaltou Marcos Pereira, ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.
O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), agradeceu aos empreendedores presentes na região: “O Açu é, hoje, um oásis no Brasil”.
Outro diferencial do Porto é a implantação do Açu Gas Hub, que contará com 2 termelétricas com geração de 3 GW e terminal de regaseificação com capacidade para 42 milhões m³/dia. Com investimento previsto de R$ 7 bilhões, o Hub é mais um atrativo para as empresas que usam gás como matéria-prima se instalarem na ZPE do Açu.
Além disso, o Porto do Açu contará com um ramal ferroviário que ligará o empreendimento às cidades do Rio de Janeiro e Vitória. A ferrovia, de alta capacidade, possibilitará o transporte de diversos produtos, como granéis, rochas ornamentais, grãos e entre outros.
— Estamos fechando 2017 com chave de ouro. Mais uma vez, comemoramos aqui no Porto o Brasil que dá certo. O Complexo Portuário do Açu será o maior polo logístico e industrial do país. E um dos maiores polos industriais do mundo. Todas as características do Açu nos levam para um desenvolvimento socioeconômico com sustentabilidade — celebrou José Magela, presidente da Prumo Logística, empresa que desenvolve e opera o Porto do Açu.
A prefeita de São João da Barra, Carla Machado (PP), avalia que o Açu é um empreendimento único no Estado: “A ZPE vai alavancar a vinda de indústrias para a região, gerando mais emprego e renda”.
ZPE
A ZPE do Açu será a primeira da região Norte Fluminense e a 26º do País, sendo que apenas uma está em operação. A previsão é que a ZPE do Açu esteja em operação em 24 meses.
As ZPE’s são áreas de livre comércio, destinadas à instalação de empresas, com 80% de sua produção voltada para a exportação. As empresas localizadas em uma ZPE são beneficiadas com incentivos fiscais, como a isenção de impostos federais, entre eles o Imposto de Importação (II), Imposto sobre Produtos Fabricados (IPI), contribuição Social sobre Receita Bruta (PIS), Contribuição Social - Lucro Presuntivo Tributário (Cofins), e Taxa adicional de frete para a renovação da Marinha Mercante (AFRMM).
Fonte: Ascom/Prumo
Comentar
Compartilhe
Potência termelétrica no Açu: avanços para duas unidades no complexo
20/12/2017 | 03h04
A Prumo Logística recebeu da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a aprovação necessária para a transferência da autorização para a construção e operação da termelétrica Novo Tempo no Porto do Açu, em São João da Barra, informou a empresa em fato relevante nesta quarta-feira (20). Também nesta quarta, a Prumo ganhou um leilão para outra unidade, ainda maior, no complexo portuário — como já havia antecipado à imprensa, na semana passada, o presidente da companhia, José Magela. Em seu perfil no Facebook, a prefeita Carla Machado (PP) comemorou as notícias, afirmando que “o Porto do Açu se tornará o maior Parque Termoelétrico da América Latina”.
No caso da primeira térmica, com previsão de ter obras iniciadas no próximo ano, a agência reguladora também permitiu a transferência dos 37 contratos de comercialização de energia fechados pela usina junto a distribuidoras de eletricidade. A unidade terá 1.238 gigawatt de capacidade instalada, cujos contratos foram selados em um leilão de energia em 2014, foi adquirida em junho deste ano junto à Bolognesi Energia, que não teve recursos para a construção.
A publicação dessa autorização, frisou a Prumo no comunicado, viabiliza a implantação da primeira usina termelétrica no Porto do Açu, contribuindo para o desenvolvimento do Açu Gas Hub.
Já no leilão desta quarta, o novo projeto do Porto do Açu, com previsão de iniciar a operação em janeiro de 2023, terá potência de 1,672 MW. As termelétricas vão atender às demandas do próprio complexo, diminuindo custos das operações, e a energia excedente será comercializada. Para Carla Machado, que ainda destacou licenciamento do Terminal GNL (Gás natural liquefeito) que dará suporte as térmicas, são grandes passos “na atração de novas empresas para SJB”.
Atualizado às 19h2 — Inclusão da informação sobre o leilão e mudança no título
Com informações do jornal Extra
Comentar
Compartilhe
Prumo ganha prazo extra para resolver pendências de termelétrica
10/11/2017 | 03h29
A Prumo Logística recebeu um prazo extra para apresentar à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) comprovantes de que resolveu pendências relacionadas ao projeto da termelétrica Novo Tempo, que a empresa adquiriu recentemente junto à Bolognesi e precisa estar em operação em 2020. De acordo com despacho da agência no Diário Oficial da União desta sexta-feira (10), a companhia terá até 24 de novembro para celebrar contratos de suprimento de gás, obter licenças devidas e fechar contratos de fornecimento e serviços para a usina.
A empresa responsável pelo projeto também deverá se responsabilizar, "inclusive financeiramente", pela realização de melhorias necessárias para o acesso da termelétrica ao sistema elétrico do país.
A companhia ainda deverá arcar com "custos de ressarcimento ao consumidor relativos a eventual falha no atendimento ao contrato devido a restrições de escoamento de energia para o sistema", segundo o despacho do órgão regulador.
Antes de vender o empreendimento, a Bolognesi avaliava que a termelétrica Novo tempo, com 1,2 gigawatt em capacidade, deveria receber investimentos de 3 bilhões de reais. A usina será implementada pela Prumo no Porto do Açu, em São João da Barra, e a empresa prevê iniciar obras em 2018.
Fonte: Extra
Comentar
Compartilhe
Próximo >
Sobre o autor

Arnaldo Neto

[email protected]