Geração de empregos no Açu em destaque na Folha e O Globo
25/08/2019 | 05h01
Dois jornais deram destaque neste domingo (25) ao crescimento na geração de empregos em São João da Barra, alavancado pelos empreendimentos do Porto do Açu. Na Folha da Manhã, a reportagem “Açu impulsiona empregabilidade” (aqui) teve chamada de capa e mostrou as parcerias do poder público com a iniciativa privada para aproveitamento da mão de obra local, fato muito contestado no município, sobretudo por nomes de oposição à prefeita Carla Machado (PP). Veja a capa da edição deste domingo da Folha:
Segunda foto da capa mostra construção do parque termelétrico no Porto do Açu
Segunda foto da capa mostra construção do parque termelétrico no Porto do Açu
Não foi apenas na imprensa regional que a geração de postos de trabalho formais em SJB teve destaque. Em sua conceituada coluna no jornal O Globo, Ancelmo Gois mostra (aqui) que o município no Norte Fluminense teve um aumento de 48,8% em empregos com carteiras assinadas entre agosto de 2018 e julho deste ano, “ante um aumento total do estado de só 0,1% e, no Brasil, de 1,4%, segundo dados do Caged [Cadastro Geral de Empregados e Desempregados]”. Como não podia ser diferente, a coluna destaca que o saldo extremamente positivo se deve ao Porto do Açu:
Nota publicada por Ancelmo Gois neste domingo
Nota publicada por Ancelmo Gois neste domingo / Reprodução
Comentar
Compartilhe
Ex-presidente da Petrobras integra conselho da Prumo, dona do Porto do Açu
21/08/2019 | 08h16
ABR/Divulgação
O ex-presidente da Petrobras Pedro Parente passa a integrar um novo conselho de administração, o da Prumo Logística, dona do Porto do Açu, em São João da Barra. A anúncio foi feito nesta quarta-feira (21), dentro de uma série de notícias positivas para o terminal portuário. Além de Parente, presidente da BRF, entraram para o conselho Ieda Gomes, ex-presidente da Comgás e BP Brasil, e Franklin Feder, chairman da InterCement Participações e ex-presidente da Alcoa América Latina.
A EIG Global Energy Partners, acionista controlador da Prumo Logística, anunciou grandes realizações. Entre elas, que a Gás Natural Açu (GNA), joint venture entre a Prumo, a BP e a Siemens para o desenvolvimento e operação de projetos sustentáveis de energia e gás, cumpriu com as condições precedentes para o crédito do financiamento de US$ 750 milhões anunciado anteriormente, liderado pela IFC, KfW e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A GNA utilizará os recursos para a finalização da 1ª fase do Complexo termelétrico, com 1,3 GW de capacidade e do terminal de GNL.
O desenvolvimento da 2ª fase deste complexo, que contempla uma nova planta termelétrica de 1,7 GW, conhecida como GNA II, está em andamento e os contratos de energia foram garantidos. Após a conclusão, a GNA I e a GNA II terão capacidade instalada de 3GW — suficiente para fornecer energia para até 14 milhões de residências. Será o maior polo termelétrico para geração de energia da América Latina. A GNA tem uma capacidade total licenciada de 6,4 GW e registrou novos projetos no próximo leilão de energia A-6.
A GNA I e o terminal de importação de GNL deverão iniciar o seu comissionamento até março de 2020. Além disso, a GNA está desenvolvendo gasodutos offshore, unidade de processamento de gás e terminal de exportação de líquidos para o gás do pré-sal, além de gasodutos onshore para conexão do Açu à malha existente. O investimento total da GNA para o desenvolvimento das duas primeiras fases do complexo está previsto em mais de US$ 2 bilhões.
Comentar
Compartilhe
Porto do Açu é tema do Folha no Ar desta sexta
13/06/2019 | 08h13
O Folha no Ar 1ª edição, da Folha FM 98,3, recebe nesta sexta-feira (14), às 7h, o gerente de relações institucionais do Porto do Açu, Caio Cunha. Na pauta, questões sobre o desenvolvimento do terminal portuário, novas empresas, geração de empregos, sobretudo para mão de obra local, e as questões relacionadas aos impactos ambientais e responsabilidade social.
Além da transmissão por rádio, também é possível acompanhar a transmissão ao vivo pela página da Folha FM no Facebook (aqui), onde também podem ser enviadas sugestões de perguntas durante o programa ao vivo.
Comentar
Compartilhe
Prumo anuncia mudança na presidência
11/06/2019 | 04h46
A Prumo Logística informou nesta terça-feira (11) que seu Conselho de Administração aprovou a indicação de Carlos Tadeu Fraga para assumir a presidência da diretoria da Companhia. O executivo irá substituir José Magela Bernardes, que deixa a empresa após 3 anos e meio no cargo. Fraga, presidente da Porto do Açu Operações, é filho de um campista e fala com naturalidade das localidades da Baixada Campista, região da sua família, e recorda verões da juventude nas praias de Farol de São Thomé, Atafona e Grussaí.
— Magela assumiu a posição de CEO da Prumo em 2015 e foi responsável por um período de progresso significativo na empresa. Sou muito grato pelo seu trabalho e foco dado à excelência operacional, segurança e integridade. Antes de se juntar à Companhia, Magela era Conselheiro sênior da EIG, controladora da Prumo, fazendo parte da história da Prumo antes mesmo de as-sumir a sua liderança. Em nome dos demais Conselheiros e colegas da EIG, agradeço ao Magela pelo seu serviço exemplar em apoio à Prumo e a nossa missão compartilhada — disse R. Blair Thomas, presidente do Conselho de Administração da Prumo e CEO do EIG Global Energy Partners, em carta enviada aos executivos da companhia.
No Grupo há quase 3 anos, Tadeu Fraga “é uma referência no setor de óleo e gás brasileiro, além de possuir conhecimento e experiência sem precedentes na indústria”, afirmou R. Blair Thomas. Tadeu Fraga e José Magela iniciarão em conjunto um período de transição, para garantir a trajetória de crescimento do Porto do Açu através da continuidade e renovação.
Comentar
Compartilhe
Prumo se posiciona após depoimento de Cabral envolvendo o Porto do Açu
26/02/2019 | 08h00
A Prumo Logística, responsável pelo Porto do Açu, emitiu posicionamento nesta terça-feira (26), um dia após a revelação (aqui) do depoimento do ex-governador Sérgio Cabral (MDB), preso desde novembro de 2016, no qual o político admitiu, pela primeira vez, ter recebido propina. Além de obras no Estado, Cabral citou o processo de desapropriação para construção do Porto no território sanjoanense.
Em nota, a Prumo informou que “o processo de desapropriação para a instalação do Distrito Industrial de São João da Barra foi iniciado em 2008 pelo Estado do Rio de Janeiro e tramita na Justiça. Desde 2013, o Porto do Açu possui um novo acionista controlador e Eike Batista não tem nenhuma interferência na gestão da companhia, não sendo mais acionista da empresa. O Complexo do Porto do Açu está em operação desde 2014 e atualmente conta com 13 empresas instaladas, que geram 6 mil empregos”.
Cabral afirmou que recebeu 16 milhões de dólares de Eike Batista, idealizador do Porto do Açu. O empresário chegou a ser preso em janeiro do ano passado, na operação Eficiência, mais um desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro. À época, a coluna Radar, da revista Veja, publicou uma nota informando que a contrapartida do ex-governador Sérgio Cabral para Eike foi a área para o empreendimento em São João da Barra. Delatores informaram aos investigadores que o empresário, que já foi o oitavo homem mais rico do mundo, pagou US$ 16,5 milhões (cerca de R$ 52 milhões) de propina ao ex-governador.
Comentar
Compartilhe
Cabral admite que recebeu propina para desapropriação do Porto do Açu
25/02/2019 | 08h54
O ex-governador Sérgio Cabral admitiu, em depoimento ao Ministério Público Federal, pela primeira vez, que recebeu propinas em obras, contratos com fornecedores e negociações envolvendo o governo do Rio de Janeiro. Durante o depoimento, Cabral falou de valores ilícitos supostamente pagos durante a reforma do Maracanã, desapropriação do Porto do Açu, Linha 4 do Metrô, entre outros episódios.
A revelação feita por Cabral aconteceu durante quase três horas de depoimento, gravado em vídeo. O ex-governador não fez uma delação. Os procuradores o tratam como réu confesso.
Cabral afirmou que em todas as suas campanhas eleitorais, desde 1998, passando por 2002 e 2006, o ex-chefe da Casa Civil Régis Fichtner sempre teve conhecimento e participação nos valores recebidos lícita e ilicitamente na campanha. Acrescentou que o núcleo duro do grupo era formado por Régis, o ex-secretário de governo Wilson Carlos, e o ex-governador Luiz Fernando Pezão (MDB).
No depoimento ao MPF, Cabral diz que com relação à desapropriação do Açu, “pode esclarecer todo o envolvimento de Régis”. Com relação a Eike, disse que “recebeu dinheiro e direcionou recursos para causas (como exemplo, R$ 30 mil ao hospital da Drª Rosa para crianças cardíacas”. Informou, ainda, que “recebeu 16 milhões de dólares durante a campanha eleitoral”. Já sobre Régis, informou que seu ex-secretário “ganhou mais de uma dezena de milhões de reais ilicitamente na questão do Porto do Açu”. O ex-governador, diz ainda, que pode esclarecer melhor a questão futuramente.
Após a deflagração da operação Eficiência, desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro, em janeiro de 2017, na qual Eike Batista, dono do grupo EBX, que iniciou o Porto, chegou a ser preso, a coluna Radar, da revista Veja, publicou uma nota informando que a contrapartida do ex-governador Sérgio Cabral para Eike foi a área para o empreendimento em São João da Barra.
Delatores informaram aos investigadores que o empresário, que já foi o oitavo homem mais rico do mundo, pagou US$ 16,5 milhões (cerca de R$ 52 milhões) de propina ao ex-governador, preso desde novembro de 2016. O valor confere com o informado por Cabral, em depoimento, que “recebeu 16 milhões de dólares de Eike”.
Segundo a revista Veja, pelo terreno para o Porto do Açu, Eike “fez um cheque de 37,5 milhões de reais ao estado do Rio, governado pelo amigo Cabral. A área, de 75 mil metros quadrados, valia 1,2 bilhão. Além disso, todas as desapropriações eram feitas em tempo de recorde, em cerca de 3 e 4 dias”.
Com informações do portal G1
Comentar
Compartilhe
Ministro prevê geração de 13,5 mil empregos no Porto do Açu
19/02/2019 | 11h11
O ministro de Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, disse nessa segunda-feira (18) que a assinatura de contrato de adesão do Terminal da Gás Natural Açu (GNA) no Porto do Açu, localizado no município de São João da Barra, no Rio de Janeiro, deve gerar cerca 13,5 mil empregos diretos e indiretos. O contrato visa a construção de um complexo, que envolve o terminal e a construção do maior complexo termelétrico a gás natural da América Latina.
Feito por meio de uma parceria entre as empresas Prumo Logística, a BP e a Siemens, o projeto da GNA inclui a construção de um terminal de regaseificação de GNL e a instalação de duas usinas termelétricas com capacidade total de 3 GW, contratadas em leilão de energia em 2014. Os investimentos previstos para os projetos das térmicas GNA1 (1,3 GW) e GNA2 (1,7 GW) e do terminal de regaseificação de gás natural liquefeito (GNL) do Porto do Açu somam R$ 8 bilhões até 2023.
Participaram da cerimônia de assinatura integrantes do Ministério da Infraestrutura, Ministério de Minas e Energia, senadores e parlamentares da bancada do Rio de Janeiro, o vice-governador do Estado do Rio de Janeiro, além de representantes da ANEEL, ANTAQ e ATP, Associação de Terminais Portuários Privados. Os presidentes da Prumo, BP Upstream e da Siemens no Brasil, sócias da GNA, também estiveram presentes.
O diretor-presidente da GNA, Bernardo Perseke, está otimista com mais uma etapa concluída do projeto. “A assinatura deste contrato é um passo importante para dar continuidade à implementação de nosso projeto, que se tornará o maior complexo termelétrico a gás natural da América Latina”.
Mais duas termelétricas
O início da operação das duas usinas e do terminal está previsto para 2021. A perspectiva é que a energia gerada consiga abastecer 14 milhões de residências. Em uma segunda fase, a partir de 2023, a empresa deve investir mais R$ 8,5 bilhões em mais duas termelétricas. Juntas, as duas térmicas irão gerar energia suficiente para atender cerca de 14 milhões de residências. A empresa possui ainda licenças ambientais que permitem dobrar a capacidade instalada do parque termelétrico, podendo alcançar 6,4 GW.
— São R$ 16,5 bilhões de investimento realizado pela iniciativa privada, com geração de 4 mil empregos diretos e 9,5 mil indiretos. Isso é algo extremamente relevante — disse o ministro durante coletiva após a assinatura do contrato.
Além da importação de GNL, os planos do Porto do Açu incluem a construção de instalações de processamento de gás e gasodutos para torna-se uma rota de escoamento de gás das bacias de Santos e Campos, o que abre caminho para uso futuro do gás produzido no pré-sal.
Geração de empregos — A construção da GNA1 já está em andamento. A obra, executada por um consórcio liderado pela empreiteira AndradeGutierrez, começou em março do ano passado. Segundo a empresa, os empreendimentos da GNA empregam mais de 2.000 pessoas, sendo que 80% são moradores de São João da Barra e de Campos dos Goytacazes. Durante a fase de construção das duas termelétricas serão gerados, aproximadamente, 4,5 mil empregos diretos e em torno de 10 mil indiretos, com priorização de mão de obra local.
Com informações da Agência Brasil
Comentar
Compartilhe
Secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado em visita ao Norte Fluminense
11/01/2019 | 11h15
Antônio Leudo
O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico e Geração de Emprego e Renda, Lucas Tristão, visitou o Porto do Açu na manhã desta sexta-feira (11). Esta foi a primeira agenda oficial de um integrante do governo Wilson Witzel (PSC) na região. Tristão conheceu a maquete do empreendimento e afirmou: “Os maiores desafios do Porto do Açu, hoje, são os acessos pelas malhas rodoviária e ferroviária”. Na sequência, o secretário foi para as obras da ponte da Integração, que ligará São João da Barra a São Francisco de Itabapoana, e depois seguiu para o Complexo Farol-Barra do Furado.
Atualmente, a obra está oficialmente paralisada, segundo o diretor regional do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), o engenheiro Ivan do Amaral Figueiredo. No entanto, a empresa responsável pela obra segue com alguns ajustes de segurança, enquanto aguarda a liberação de verba para prosseguimento. A prefeita de São João da Barra, Carla Machado (PP), ressaltou a importância da obra diretamente com o secretário de Desenvolvimento. São necessários R$ 6 milhões para não desmobilizar o canteiro de obras e R$ 32 milhões para sua conclusão. Já foram investidos R$ 92 milhões no projeto. Segundo Lucas Tristão, o pleito será encaminhado ao secretário de Fazenda.
Após a apresentação, Tristão — acompanhado da subsecretária estadual de Óleo, Gás, Energia e Indústria, Cristina Pinho, e do superintendente de Energia e Gás, Bernardo Sarreta — segue no Porto para conhecer os terminais da Açu Petróleo, Gás Natural Açu (GNA) e BPort. A visita tem como foco o setor de óleo e gás. Pelo Porto, acompanham a agenda Bernardo Perseke, CEO da GNA, e Antonio Ferreira, diretor Comercial de Óleo e Gás da Porto do Açu Operações.
— Acho que o Porto do Açu tem um grande potencial, principalmente pela sua abertura marítima. Gostei muito do que eu vi, principalmente da BPort, da GNA também. Os projetos da GNA vão ser um grande indutor de atração das indústrias, atração das empresas, não só para óleo e gás. A ideia é diversificar o segmento para que o estado do Rio de Janeiro fique menos refém da indústria de óleo e gás. A gente já viu essa fórmula no ano passado e não deu certo. Então, a ideia aqui é diversificar os investimentos — afirmou o secretário.
Visita de secretário ao Porto do Açu
Visita de secretário ao Porto do Açu / Divulgação-Prumo
A prefeita Carla Machado destacou a importância da ponte entre SJB e SFI em vários aspectos. “A gente já fala dessa importância há 30 anos: para o escoamento da produção agrícola, quando gente tinha aqui a usina funcionando; a questão turística, porque liga SJB ao Espírito Santo; a facilidade também, hoje, em estar pegando outra rota, desafogando a BR 356, para vir aqui para o Açu, principalmente as carretas pesadas. A gente sabe que nossa estrada fica muito prejudicada com esse movimento. Une municípios que antes eram um só, tem essa questão afetiva. É bom em vários aspectos”, observou Carla.   
Além da prefeita Carla Machado, também estiveram nas visitas os prefeitos de Campos, Rafael Diniz (PPS), e de São Francisco de Itabapoana, Francimara Barbosa Lemos (PSB), vereadores dos três municípios e também de Quissamã. Na lista de deputados da região, estiveram na agenda os eleitos deputados estaduais João Peixoto (DC), Rodrigo Bacellar (SD) e Gil Vianna (PSL); e também o deputado federal eleito Wladimir Garotinho (PRP).
Wladimir, inclusive, informou que articulou a agenda do secretário na região. A iniciativa do deputado eleito foi motivada por uma reportagem da Folha, na semana passada, que destacou o fato de a ponte ter ficado fora da lista de prioridades do governador Witzel para os primeiros 180 dias. “Teriam dito que essa ponte não seria prioridade, mas o governador se comprometeu comigo e, assim que possível, essa ponte será concluída. Esqueceram de incluir na lista, mas está entre as prioridades”, afirmou o deputado eleito. 
 
 
Mais informações na edição deste sábado (12) da Folha da Manhã.
 
 
Comentar
Compartilhe
SJB deixou de arrecadar R$ 1,2 milhão por mês com paralisação de mineroduto
30/10/2018 | 05h14
Terminal de minério do Açu
Terminal de minério do Açu / Paulo S. Pinheiro - Divulgação
A Anglo American já sinaliza a possibilidade de voltar a operar o mineroduto Minas-Rio ainda neste ano. E a expectativa dá ânimo também para a economia de São João da Barra, que prevê maior arrecadação de impostos com a retomada dos trabalhos. O duto percorre 529 quilômetros entre Conceição do Mato Dentro (MG), de onde a empresa extrai o minério, e chega até o Porto do Açu, no litoral sanjoanense, de onde é enviado para os clientes. Mas as atividades foram paralisadas em março, após dois vazamentos atingirem o Ribeirão Santo Antônio, na cidade de Santo Antônio do Grama (MG).
Com a paralisação do mineroduto, as operações de minério de ferro no Porto do Açu também pararam. A Ferroport, joint-venture formada pela Anglo American e pela Prumo Logística, manteve a exportação até acabar o estoque do pátio. O terminal dedicado à movimentação de minério de ferro está em operação desde 2014, com capacidade de 26,5 milhões de toneladas por ano.
Para a Prefeitura de São João da Barra, a suspensão das atividades resultou em menos receitas. De acordo com a administração municipal, houve redução na arrecadação do Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN) de aproximadamente R$ 1,2 milhão por mês. “Significa que a perda para os cofres municipais no período de dez meses será de R$ 12 milhões. Caso não ocorresse a paralisação das atividades da Anglo American e, por consequência, da Ferroport, a arrecadação municipal do exercício de 2018 do ISSQN ultrapassaria os R$ 60 milhões”, informou.
Segundo a Anglo, no momento trabalham diretamente no Porto do Açu cerca de 150 funcionários.
Confira aqui a íntegra da matéria publicada na Folha da Manhã no último domingo (28).
 
 
Comentar
Compartilhe
Presidente da Firjan visita Açu e vê potencial para investimento coreano
10/10/2018 | 02h14
Comitiva da Firjan no Porto do Açu
Comitiva da Firjan no Porto do Açu / Divulgação
O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira, visitou hoje o Porto do Açu, em São João da Barra, acompanhado de sua comitiva. O grupo percorreu os terminais de minério de ferro (Ferroport), de petróleo (Açu Petróleo) e multicargas (T-MULT). Recentemente, Vieira foi nomeado Cônsul Honorário da Coreia do Sul no Rio de Janeiro e afirmou, na visita ao Complexo do Açu, que os coreanos estão buscando investimentos no Brasil e que há sinergias com o empreendimento instalado no Norte Fluminense.
Comentar
Compartilhe
Próximo >