Grande ato contra a Globo ou “brincadeira” de 1° de abril?
31/03/2015 | 15h09
[caption id="attachment_1600" align="alignleft" width="239"]Cartaz utilizado na página do evento no Facebook. Reprodução Cartaz utilizado na página do evento no Facebook. Reprodução[/caption] Circula no Facebook o convite para um “grande ato pelo fim da Rede Globo” em todo país. A data escolhida foi 1° de abril. Na cidade de Campos, o evento está marcado para acontecer em frente à Inter TV, na BR 101, às 17h. A intenção do protesto é “mostrar ao povo que a Rede Globo mente” e pedir o fim da concessão da emissora. Como a data é o 1º de abril, também conhecido como dia da mentira, ninguém sabe se o evento acontecerá ou não passa de uma brincadeira pelo dia. A data também lembra o golpe militar de 1964, que, segundo manifestantes, as TV Globo deu sustentação a partir de 1965, quando foi criada. Fechar uma rodovia em protesto a uma emissora de TV não parece a solução mais inteligente para um país que enfrenta um período de crise, momento que expõe o governo petista “como nunca na história do Brasil”. O uso do controle remoto, para não assistir à programação, não seria a opção mais adequada? Não assisto à Rede Globo há algum tempo, com exceção para o Fantástico — na reprise que é exibida pela Globo News — e o Programa do Jô, no dia do debate político com “as meninas do Jô”. É inegável que o time de jornalista da Globo é um dos melhores do país, tanto que substituí a programação da Rede Globo pelos noticiários da Globo News, do mesmo grupo de comunicação. Ser contra a postura editorial da emissora, que realmente tem um poder de persuasão ímpar no Brasil, é um direito de qualquer cidadão. Não assistir à programação, também. Fechar a rodovia em protesto à programação, já ultrapassa a barreira do exagero. É mais inteligente usar o controle remoto e mudar de emissora... ou desligar a televisão. Se o ato é em defesa ao governo, o tiro pode sair pela culatra. A propósito, para o protesto em Campos (aqui), entre os 517 convidados pela rede social até às 15h desta terça-feira (31), 71 confirmaram presença.
Comentar
Compartilhe
Dilma dá posse a ministro da Secom e defende liberdade de imprensa
31/03/2015 | 13h25
954181-31032015-possedsc_0937Ao dar posse nesta segunda-feira (31) ao ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Edinho Silva, a presidente Dilma Rousseff defendeu a liberdade de expressão e de imprensa e disse que seu governo tem esses direitos como princípios. — Quem, como eu e todos da minha geração, viveu sob uma ditadura sabe o imenso valor da liberdade de expressão e de imprensa. Estamos comprometidos com o direito de se manifestar, de informar, de criticar. Somos contra a censura, a autocensura, as pressões, os lobbies e os interesses não confessados que podem coibir o direito a livre manifestação e à liberdade de imprensa — disse a presidente. Edinho Silva substitui o ex-ministro Thomas Traumann, que pediu demissão na última quarta-feira (25). A Secom é responsável pela comunicação do governo e pela distribuição da verba publicitária. "A liberdade de expressão e de imprensa é o exercício do direito de ter opinião, do direito de criticar e apoiar os políticos e o governo, do direito de ter oposições e do direito de externá-las sem consequências e sem repressão", acrescentou Dilma durante breve discurso após assinar o termo de posse do novo ministro. Segundo a presidente, a Secom atua e vai continuar atuando de acordo com conceitos e princípios democráticos em relação à imprensa. "Em meu governo, a Secom terá como princípio o respeito à liberdade de todos se expressarem, seja na imprensa tradicional, na internet, na blogosfera, nas redes sociais, nas ruas e nas praças", listou. Dilma disse que a pasta adota "critérios justos e corretos" na divulgação dos serviços do governo, levando em conta brasileiros de todas as camadas sociais e todos os pontos do país. A presidente defendeu ainda o papel da comunicação governamental para o ajuste nas contas públicas que o governo está tentando implementar. "Temos obrigação de informar ao povo que passamos por uma conjuntura que exige maior esforço nos gastos públicos e a necessidade de ajuste para que o país possa crescer o mais breve possível". [caption id="attachment_1593" align="alignright" width="300"]954175-31032015-possedsc_0846 (1) Fotos: Agência Brasil[/caption] Ex-deputado estadual pelo PT de São Paulo, Edinho Silva foi por duas vezes prefeito de Araraquara, além de ter presidido o partido no estado. Em 2014, foi tesoureiro da campanha de Dilma à reeleição. Dilma disse que a escolha de Edinho Silva para a Secom levou em conta a experiência dele como prefeito e parlamentar e a “capacidade de relacionamento cordial e construtivo com todos os setores da sociedade e da mídia e o conhecimento do papel da mídia numa sociedade democrática” Fonte: Agência Brasil  
Comentar
Compartilhe
Plano Diretor de SJB chega à Câmara de Vereadores
31/03/2015 | 11h54
aerea_de_SJBA prefeitura de São João da Barra, através da Procuradoria Geral, encaminhou na última sexta-feira (28), o Projeto de Lei do Plano Diretor para Câmara de Vereadores. Outros dois projetos também foram encaminhados: a Lei de Uso de Ocupação do Solo e do Perímetro Urbano. Agora, o Legislativo tem 30 dias para analisar os projetos de lei e colocar em votação. A Câmara confirmou o recebimento do Plano Diretor na sexta-feira à tarde e informou que o projeto está em análise. Vale lembrar que a prefeitura de São João da Barra realizou três audiências públicas — Sede, Mato Escuro e Barcelos — para apresentação da revisão do Plano Diretor. Nesses encontros, foram apresentadas mudanças — com base em sugestões da população — em relação ao projeto original elaborado pelo arquiteto e urbanista Jaime Lerner. O Plano Diretor, de acordo com o secretário de Planejamento, Sidney Salgado, visa garantir um crescimento ordenado e sustentável, com a máxima qualidade de vida para a população. A revisão, segundo ele, segue em consonância ao crescimento populacional de São João da Barra, que já é uma realidade em decorrência da implantação do Porto do Açu. — Existe a preocupação em evitar o crescimento desordenado. Mostramos o projeto inicial que passou pelo crivo da população, porém com novas sugestões. Esta é a nossa forma de trabalho, sempre consultando a população —ressaltou Sidney. Para o prefeito Neco (PMDB), O Plano Diretor do município precisa estar alinhado com a população, que é quem mais se beneficia com as mudanças propostas. “A população foi ouvida durante as audiências. Abrimos o microfone para o povo, que se manifestou e nos indicou caminhos que devem ser percorridos. Sempre quis um governo participativo e o êxito nesta tentativa ficou provado nos encontro. Estamos atentos ao que a nossa população nos pede e não faremos nada que prejudique ninguém do nosso município. É um compromisso do meu governo e que vou cumprir”, disse. Os arquivos referentes ao Plano Diretor podem ser conferidos no portal da Prefeitura (aqui). Fonte: Secom/SJB
Comentar
Compartilhe
Em reunião no Rio, PR cogita Bruno Dauaire como candidato a prefeito de SJB
31/03/2015 | 08h27
[caption id="attachment_1581" align="alignleft" width="281"]PR já articula nomes para disputa de 2016 PR já articula nomes para disputa de 2016[/caption] O conturbado cenário político pré-eleitoral de São João da Barra ganhou um “novo” nome. Apesar de Betinho Dauaire, candidato do partido no último pleito, ter sido sondado (aqui) pelo prefeito Neco (PMDB) e já ter circulado nos bastidores (aqui) uma possível aliança com Carla Machado (PT), o PR, em reunião no Rio de Janeiro nesta segunda-feira (30), cogitou o deputado estadual Bruno Dauaire como candidato à Prefeitura sanjoanense. Ao usar da palavra, Bruno não comentou sobre sua indicação. Além de Bruno, da região, participaram do encontro o deputado estadual Geraldo Pudim e a deputada federal Clarissa Garotinho. Foi o primeiro encontro do Partido da Republica com o intuito de debater as eleições municipais de 2016. Os presidentes dos diretórios municipais, a bancada da Alerj e Clarissa Garotinho atenderam a convocação. Ficou decidido que os membros do partido já podem indicar para a regional os nomes que irão compor a chapa proporcional. Já com relação à chapa majoritária, uma comissão especial vai analisar os nomes. Durante a plenária, o deputado Geraldo Pudim indicou nomes que já têm mandatos e seriam possíveis pré-candidatos do partido a prefeito. Por São João da Barra, o parlamentar citou o deputado estadual Bruno Dauaire; para Magé, o deputado Renato Cozollino; em Nova Iguaçu, Rogério Lisboa; e por São Gonçalo, foi citado o já prefeito Neilton Mullim. Bruno Dauaire, presidente do diretório municipal de SJB, não comentou sobre a indicação, limitando-se a dizer que o resultado positivo na eleição da bancada estadual e da bancada federal se deve ao resultado de todos os republicanos que defenderam os nomes do PR no pleito passado. Bruno também colocou o seu gabinete a disposição das lideranças para acolher as demandas dos municípios. Candidato em Campos?  Embora tenha domicílio eleitoral em SJB e tenha sido citado como possível candidato do PR a prefeito da cidade da qual o pai e o avô já exerceram o cargo, na campanha de 2014, Bruno foi o candidato a deputado estadual mais votado em Campos. Com o cenário ainda incerto para um nome à sucessão de Rosinha no lado governista, Bruno tem tido o seu nome cogitado nos bastidores da política da planície. O blog Na Curva do Rio, A jornalista Suzy Monteiro, comentou primeiro (aqui) sobre o encontro do PR realizado na segunda-feira na capital fluminense.
Comentar
Compartilhe
Ação coletiva contra Petrobras nos EUA cita Graça, Gabrielli e PwC como réus
30/03/2015 | 18h13
downloadA queixa consolidada da ação coletiva contra a Petrobras nos EUA cita 15 pessoas como réus, entre elas os ex-presidentes da companhia Maria das Gracas Foster e José Sérgio Gabrielli. Também é acusada a PwC, responsável pela auditoria dos balanços financeiros da petrolífera. O documento foi submetido nesta segunda-feira na Corte do Distrito Sul de Nova York pela firma de advocacia Pomerantz. O escritório representa o Universities Superannuation Scheme (USS), o maior fundo de pensão da Grã-Bretanha que foi apontado como líder do processo pelo juiz do caso no início de março. A ação coletiva acusa a Petrobras, duas de suas subsidiárias internacionais e vários dos seus executivos de promoverem um “esquema multibilionário de corrupção e lavagem de dinheiro, que durou vários anos e foi escondido dos seus investidores”. Podem ser beneficiados pelo processo qualquer investidor que tenha adquirido papéis da Petrobras, incluindo títulos de renda fixa emitidos no exterior, entre 22 de janeiro de 2010 e 18 de março de 2015. Além da Petrobras, são acusadas a Petrobras International Finance Company (PifCo) e a Petrobras Global Finance (PGF), subsidiárias da petrolífera estabelecidas respectivamente na Holanda e em Luxemburgo. Além de Graça Foster e Gabrielli, Almir Barbassa — que foi diretor financeiro das empresas entre 2005 e este ano — também é citado como ré. Outros 12 executivos também estão sendo processados, a maioria deles ocupando cargos nas subsidiárias internacionais. A ação também acusa 15 instituições financeiras, que subscreveram emissões da Petrobras, de serem corresponsáveis no esquema. A ação cita ainda a presidente Dilma Rousseff e o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega como pessoas de interesse para o processo, mas não os indica como réus. Fonte: O Globo
Comentar
Compartilhe
Concurso da Saúde de SJB não será cancelado; questões de Raciocínio Lógico serão anuladas
30/03/2015 | 16h32
[caption id="attachment_265" align="alignleft" width="300"]São 60 vagas no concurso da Prefeitura de SJB. São 60 vagas no concurso da Prefeitura de SJB.[/caption] A Fundação Bio Rio garante que o concurso para área da Saúde, aplicado no último fim de semana em São João da Barra, não será cancelado. No Facebook (aqui), uma empresa de treinamentos questionou que “foi cobrado no Concurso de São João da Barra, para Farmacêutico, o conteúdo de Raciocínio Lógico o qual já havia sido retirado do edital através da publicação da segunda retificação”. No Edital de retificação nº 01/2015, publicado no dia 06 de fevereiro (aqui), pode ser constatado que “Onde se lê no Anexo III: Nível Superior: Farmacêutico, Médico Veterinário, Psicólogo do Trabalho, Sanitarista, Terapeuta Ocupacional. Disciplina: Raciocínio Lógico; Leia-se no Anexo III: Nível Superior: Farmacêutico, Médico Veterinário, Psicólogo, Sanitarista, Terapeuta Ocupacional Disciplina: Sistema Único de Saúde – SUS. Conforme alertado pela empresa de treinamentos em concursos, a L & F Treinamentos e Consultoria, houve um erro na aplicação das questões de Raciocínio Lógico. A L& F aconselha a todos que fizeram a prova para este cargo que procurem o Ministério Público, setor de tutela coletiva. No entanto, em contato com a empresa organizadora do Concurso, a Bio Rio, a informação é que as questões serão anuladas, de forma que todos os candidatos receberão a nota total com relação às perguntas de Raciocínio Lógico. O Concurso em SJB é destinado a vagas de chamada imediata, bem como a formação de cadastro de reserva para cargos estatutários permanentes. No total, são 60 vagas. Os salários variam de R$ 907,03 (nível fundamental) a R$ 6.657,87 (nível superior).  Mais de 6 mil candidatos participaram da prova no último fim de semana. Atualização às 19h40 — O instituto Bio Rio oficializou na página do concurso da Saúde em SJB (aqui) o que reportou a este blog. Segundo a nota: “Em virtude da montagem das provas objetivas para os cargos Farmacêutico, Médico Veterinário, Psicólogo, Sanitarista, Terapeuta Ocupacional, com a disciplina de raciocínio lógico, que constava da versão de abertura do edital, quando deveriam apresentar a disciplina de SUS – Sistema Único de Saúde, em razão de edital de retificação, a Fundação BIO-RIO resolve anular as questões da disciplina de raciocínio lógico atribuindo a todos os candidatos destes cargos os pontos da referida disciplina de SUS – Sistema Único de Saúde”.
Comentar
Compartilhe
Presidente da Camargo Corrêa é solto após assinar acordo de delação premiada
30/03/2015 | 15h45
DALTON_SANTOS_AVANCINI-CAMARGO_CORREA_2014-148-size-598O presidente da Camargo Corrêa, Dalton Avancini, foi solto na manhã desta segunda-feira (30). O executivo, que estava detido na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba, fechou acordo de delação premiada e vai cumprir prisão domiciliar em casa, em São Paulo. Avancini estava preso desde novembro e é acusado de lavagem de dinheiro, corrupção e organização criminosa. Durante o período da prisão domiciliar, ele será monitorado por uma tornozeleira eletrônica. Pela manhã, acompanhado dos advogados Marlus Arns e Pierpaolo Bottini, ele compareceu ao Tribunal de Justiça do Paraná onde o juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara de Curitiba, homologou a colaboração. No total, 15 acordos foram feitos entre o Ministério Público Federal (MPF). Apenas o acordo do engenheiro Shinko Nakandakari ainda não foi assinado. O executivo saiu da PF por volta das 10h30 e foi levado para a sede da Justiça Federal sob escolta policial. Atualmente, Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, e Eduardo Leite, vice-presidente da construtora Camargo Corrêa, também cumprem a pena em casa. Ao prestar depoimento em delação premiada, Avancini informou que a empresa pagou pouco mais de R$ 100 milhões em propina para obter contratos de obras na usina de Belo Monte. Ainda segundo Avancini, o valor foi dividido entre PT e PMDB, com cada um dos partidos abocanhando 1% do valor dos contratos. Fonte: O Globo
Comentar
Compartilhe
Lava Jato: Só dois dos 22 deputados envolvidos foram eleitos graças à própria votação
30/03/2015 | 11h12
2014121724600Dos 22 deputados federais envolvidos na Operação Lava Jato incluídos na lista levada pela Procuradoria-Geral da República ao Supremo Tribunal Federal (STF), para que sejam investigados, só dois foram eleitos por voto direto. O restante não teve votação suficiente, mas entrou na Câmara graças ao complexo cálculo dos quocientes eleitoral e partidário. Ou seja, a soma dos votos de legenda e os chamados puxadores de voto beneficiaram nomes que passaram a responder à Justiça devido às denúncias que assolam a Petrobras. Para especialistas, o cálculo que levou à eleição da maioria desses parlamentares, um dos temas em discussão na reforma política, gera distorções no sistema representativo. É o caso do deputado Simão Sessim (PP), que teve apenas 58.825 votos, mas foi beneficiado pela coligação PMDB/PP/PSC/PSD/PTB, do Rio de Janeiro. A chapa teve como estrela o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), que recebeu 232.708 votos, e, assim, ajudou a eleger outros parlamentares da coligação. Sessim foi citado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa em depoimentos da Lava Jato. Segundo Costa, o deputado pediu uma “valiosa ajuda” para indicar uma locadora de veículos de um amigo para “grandes empresas”. Eleito com menos votos do que o rival Na lista de Janot, ainda constam dois deputados eleitos pelo chamado cálculo das sobras (José Germano, do PP-RS, com 81.503 votos, e José Mentor, do PT-SP, com 82.368). O sistema de sobras considera o desempenho médio dos partidos e é o fator que mais gera distorção no sistema eleitoral. O atual cálculo das sobras para definição dos eleitos nas casas legislativas faz com que, no Rio Grande do Sul, o candidato José Fogaça (PMDB-RS), que teve 103.006 votos, cerca de 20 mil a mais do que o parlamentar eleito do PP, ficasse como suplente. Segundo depoimento do doleiro Alberto Youssef na Lava Jato, Germano teria recebido dinheiro desviado de contratos da Petrobras por meio de doações oficiais para sua campanha. Além disso, ele é acusado de chefiar um esquema desbaratado em 2007 pela Polícia Federal, durante a Operação Rodin, que desviou R$ 44 milhões do Departamento de Trânsito do governo gaúcho, entre 2003 e 2006, quando era secretário estadual. Sem limite de siglas na chapa Em São Paulo, Mendes Thame (PSDB) também ficou como suplente mesmo com 106.676 votos, enquanto Mentor (PT) conseguiu entrar na Câmara beneficiado pelo cálculo das sobras. O petista foi citado na delação premiada de Youssef. Ele teria recebido dinheiro após ordem do ex-deputado André Vargas (sem partido-PR). — É muito difícil um parlamentar ter votos suficientes para se eleger sozinho. O mais comum é que parlamentares sejam eleitos com os votos da coligação. O cálculo das sobras é um dos fatores que gera distorção na distribuição de cadeiras, além das coligações. Quanto mais partidos se coligam, mais partidos participam da distribuição das sobras. Isso influencia na representatividade dos candidatos — explica o mestre em ciência política pela Universidade de Brasília (UnB) Carlos Nepomuceno. Atualmente, nas eleições proporcionais (vereador e deputados estadual, federal e distrital), os partidos podem concorrer sozinhos ou em coligação. Não há limite de siglas para uma chapa. Também é possível apresentar mais candidatos do que cadeiras disponíveis. O eleitor pode votar na legenda ou no candidato. A necessidade da reforma política, com o fim das coligações partidárias, foi tema de matéria publicada nesta segunda-feira (30) na Folha da Manhã (aqui). Fonte: O Globo
Comentar
Compartilhe
Eduardo Cunha: A gente finge que está no governo. E eles também
29/03/2015 | 16h22
[caption id="attachment_1165" align="aligncenter" width="580"]Presidente da Câmara aparece como "carrasco" do Planalto. Foto: Agência Brasil Presidente da Câmara aparece como "carrasco" do Planalto. Foto: Agência Brasil[/caption] O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, tinha ido dormir às 3h da madrugada. Às 8h de quarta-feira (25), estava de pé na porta da residência oficial para receber a equipe do jornal O Globo. Meia hora antes, na sala decorada com porta-retratos com imagens das quatro filhas, do filho e da mulher, já havia se reunido com o deputado Hugo Motta (PMDB-PB), indicado por ele para presidir a CPI da Petrobras. Pediu ao garçom uma vitamina, pôs no prato uma fatia de melão — que ficou praticamente intocada —, e passou a discorrer com acidez sobre erros da presidente Dilma Rousseff (PT), mostrando-se bem à vontade na condição de “bicho-papão” do governo e do PT. Fez um resumo da relação do partido dele, o PMDB, com o governo: “Na prática, a gente finge que está lá (no governo). E eles fingem também (que o PMDB está no governo)”. Cunha afirma que seu poder vem do cargo que ocupa e da percepção de que, para chegar ali, ele derrotou o governo e a oposição. Diz achar que Dilma se cercou de pessoas fracas, mas nega que ele e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB) tenham tomado o comando do país. O Globo: O senhor defende a redução pela metade dos ministérios. É declaração de guerra ao Planalto? Eu não estou fazendo crise! Os ministros (do PMDB) não têm ministério (relevante). Sempre foi assim. Na prática, a gente finge que está lá (no governo). E eles fingem também (que o PMDB está no governo). Confira a entrevista completa aqui, no jornal O Globo.
Comentar
Compartilhe
Governo e oposição buscam o PPS sanjoanense
29/03/2015 | 12h38
[caption id="attachment_1550" align="alignleft" width="263"]Após rumores de que a presidência do partido ficaria com o grupo governista, o atual presidente publicou a certidão de registro partidário no Facebook. Reprdução Após rumores de que a presidência do partido ficaria com o grupo governista, o atual presidente publicou a certidão de registro partidário no Facebook. Reprdução[/caption] As articulações políticas visando a disputa eleitoral de 2016 continuam quentes. Grupos ligados à ex-prefeita Carla Machado (PT) e ao prefeito Neco (PMDB) articulam nos bastidores para as alianças já serem consolidadas. O PPS, partido ao qual já foi filiado o atual vice-prefeito Alexandre Rosa (hoje no PMDB), é a disputa da vez. E embora pareça já está “fechado”, tem gente articulando para “pegar” o partido. A presidência está com André Fontoura, pelo menos, até o dia 29 de julho deste ano. Se continuar assim, o martelo já foi batido: o PPS estará na base de apoio a Carla Machado (PT). “No que depender de mim, o PPS de São João de Barra vai caminhar em 2016 com o grupo político de Carla Machado. Não estamos abertos a negociações políticas”, afirmou o presidente do PPS. No entanto, nomes ligados ao prefeito Neco articulam para “puxar” o partido para sua base aliada. O caminho seria através do deputado estadual Comte Bitencourt (PPS), mas ainda não há nada confirmado. Comte, embora não tenha recebido apoio declarado por políticos sanjoanenses em 2014, em 2010 foi o candidato do então vereador Alexandre Rosa. A intenção dos aliados de Neco e trazer o PPS para o grupo governista, tendo na presidência um nome ligado ao ex-vereador Zezinho Camarão, eleito em 2010 pelo partido.
Comentar
Compartilhe
Lula para resolver os problemas... do PT, não do Brasil
29/03/2015 | 12h29
[caption id="attachment_1547" align="aligncenter" width="588"]Ex-presidente é o "coringa" dos petistas para articular com Dilma e para disputa de 2018 Ex-presidente é o "coringa" dos petistas para articular com Dilma e para disputa de 2018.[/caption] Quando tudo está dando errado para os petistas, existe uma solução: Lula, o ex-presidente. A situação não muda e nesta segunda-feira (30) mais um grupo vai ao presidente chorar suas mazelas. Dirigentes do PT preparam um pacote de reclamações contra a atuação do governo federal para apresentar a Lula. No entanto, o ex-presidente tem dito que separa os problemas do PT dos de Dilma — e a sigla deveria resolver suas questões “por si só”. Para tentar o apoio lulista, Petistas vão dizer que Dilma não faz acenos à base e Lula deveria ponderar que ela precisa do partido para reconquistar a juventude e os movimentos sociais. Enquanto Lula é visto como a solução dos problemas para os petistas descontentes, não pode ser apresentado como a solução do Brasil. O que Dilma colhe hoje, não foi plantado nos seus quatro anos do primeiro mandato. Vem lá de trás, quando era presidente do Conselho de Administração da Petrobras, ministra de Minas e Energia, posteriormente da Casa Civil. E quem era o presidente da República nesse período? A solução que nos querem propor os fanáticos petistas para as eleições de 2018. A verdade é que, como nunca, os petistas veem o “projeto dos 20 anos” ameaçado. Lula é a solução mais palpável, mas tendo em vista os números da pesquisa CNT/MDA (aqui), onde 67,9% dos entrevistados atribuem a ele a culpa pelo escândalo de corrupção na Petrobras, não deve ser a melhor opção. O povo tem memória curta, para a sorte dos políticos. E até 2018 mais escândalos devem aparecer por aí e a população esquece a corrupção na Petrobras. Governo sério é o que investiga. E assim, ainda nem chegou ao fim o Petrolão, o país já acompanha outros escândalos de corrupção no fundo de previdência dos Correios, na Receita Federal... Como o Mensalão é fichinha perto do Petrolão, daqui a pouco o Petrolão será fichinha perto de outras organizações criminosas que se apropriam e destroem o dinheiro do povo de forma descarada e sem temer punição eficaz. Investigar é o primeiro passo, mas encontrar os culpados e puni-los de forma eficaz é o mínimo que a sociedade espera. É necessário ainda que se chegue aos verdadeiros culpados. Seja quem for, independente de plano dos 20 anos.
Comentar
Compartilhe
Henrique Eduardo Alves deve assumir o ministério do Turismo
27/03/2015 | 19h08
5213A presidente Dilma Rousseff (PT) deve anunciar o ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves (PMDB) como novo ministro do Turismo. Henrique seria ministro de Dilma desde o início do governo, no entanto, ele não quis assumir uma pasta temendo que seu nome estivesse na lista da Operação Lava Jato. Com essa indicação, sobe para sete o número de pastas do PMDB no governo Dilma. A relação de Henrique com o PT ficou abalada desde que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da campanha eleitoral para o governo do Rio Grande do Norte, na qual Alves era candidato. Lula gravou propaganda eleitoral a favor de Robinson Faria (PSD), que saiu eleito. Embora a presidente ainda não admita uma reforma ministerial, “dona” Dilma vai ajustando algumas pastas, com a mudança de quatro ministros em apenas três meses. A informação do nome de Henrique Eduardo Alves para o Turismo é do jornal Folha de S. Paulo (aqui).
Comentar
Compartilhe
Renato Janine Ribeiro assumirá o ministério da Educação
27/03/2015 | 18h54
renato janine ribeiroO professor Renato Janine Ribeiro, da Universidade de São Paulo, assumirá o ministério da Educação. Ele é titular da cadeira de Ética e Filosofia Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. O jornalista Gerson Camarotti (aqui) confirmou a informação na noite desta sexta-feira (27), no jornal da Globo News. O  Valor Econômico (aqui) também divulgou a informação, confirmada à noite pelo Planalto. O novo ministro assumirá no lugar de Cid Gomes (PROS), que deixou o cargo depois de desentendimentos com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Ribeiro é professor titular de Ética e Filosofia Política na Universidade de São Paulo (USP). Colunista do Valor, foi diretor de avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) entre 2004 e 2008. A escolha de um acadêmico para a pasta tenta apaziguar o clima de guerra política entre o Planalto e o Congresso. Na tarde desta sexta (aqui), o PT ficou com o ministério de Comunicação Social, deixando o PMDB fora das pastas vagas. Em nota oficial, a secretaria de impressa da presidência informou que "A presidenta da República Dilma Rousseff convidou nesta sexta-feira (27) o professor doutor Renato Janine Ribeiro para assumir o cargo de ministro da Educação. A posse do novo ministro será no dia 6 de abril".    
Comentar
Compartilhe
PF prende presidente da Queiroz Galvão em nova fase da Lava Jato
27/03/2015 | 14h01
Sergio-Moro-2A Polícia Federal (PF) prendeu nesta sexta (27), em mais uma etapa da operação Lava Jato, o acionista e presidente do Conselho de Administração do Grupo Galvão, controlador da empreiteira Galvão Engenharia, Dario de Queiroz Galvão Filho. Também foi preso Guilherme Esteves de Jesus, considerado pelo Ministério Público Federal como operador dos pagamentos de propina da empresa Sete Brasil, que tem contratos com a Petrobras. Dario de Queiroz Galvão Filho foi preso em casa, em São Paulo, e Guilherme Esteves no Rio de Janeiro. Cumprindo mandado do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava jato, os agentes da PF também cumpriram mandados de busca e apreensão nos locais onde ocorreram as prisões. Na quarta-feira (25), as empresas Galvão Engenharia e a Galvão Participações, vinculadas ao Grupo Galvão, apresentaram à Justiça do Rio de Janeiro pedido de recuperação judicial. Comunicado da empresa a colaboradores, fornecedores, clientes, parceiros de negócios e acionistas informou que foram e serão tomadas “todas as medidas necessárias ao restabelecimento das condições operacionais e financeiras” das empresas e, no tempo mais breve possível, retornará “plenamente” às atividades. Uma das empreiteiras envolvidas no esquema de corrupção investigado pela Lava Jato, a Galvão Engenharia informou, ainda, que a atual situação foi agravada pela inadimplência de alguns de seus principais clientes, entre eles a Petrobras. A prisão preventiva de Dario de Queiroz Galvão Filho foi requerida pelo Ministério Público Federal (MPF), com base em depoimentos colhidos em outras etapas da Lava Jato, inclusive de delação premiada. No despacho, o juiz da 13ª vara Federal em Curitiba esclareceu que seria “estranho” manter a prisão preventiva de Erton Fonseca, presidente da Divisão Industrial da Galvão Engenharia, e deixar em liberdade “aquele a quem as provas em cognição sumária apontam como mandante”. No documento, Moro (foto) citou depoimento do engenheiro civil Shinko Nakandakari, acusado de ser um dos operadores do esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato. Nakandakari afirmou que Dario Galvão Filho tinha conhecimento do pagamento de propina e que Erton Fonseca era subordinado dele. “Apesar da presunção de inocência e da excepcionalidade da prisão cautelar, a medida se justifica diante dos indícios supervenientes de que era Dario Galvão, como mandante, o principal responsável pelos crimes no âmbito da Galvão Engenharia”, argumentou Sérgio Moro. Em relação a Guilherme Esteves de Jesus, o magistrado ressaltou que, além das provas de materialidade e autoria de crimes de corrupção e de lavagem, pesou o fato dele ter suprimido documentos do local onde agentes da PF cumpriram mandado de busca e apreensão no dia 5 de fevereiro. “As atividades de Guilherme Esteves de Jesus inserem-se neste contexto, já que está presente, em cognição sumária, prova de seu envolvimento direto em crimes de corrupção e lavagem de dinheiro de cerca de US$ 8 milhões, com destinação das propinas a dirigentes da Petrobras e da SeteBrasil”, salientou Moro. Conforme o despacho, no dia seguinte ao cumprimento de um mandado de busca e apreensão na casa do operador de pagamento de propina pela empresa Sete Brasil ele tentou realizar saque de R$ 300 mil de sua conta bancária. De acordo com o MPF, a Sete Brasil ganhou licitação da Petrobras para construção de sonda e negociou com vários estaleiros. Seis sondas foram negociadas com o Estaleiro Jurong. “Cada Estaleiro tinha seu responsável pelo pagamento de propinas. Guilherme Esteves de Jesus era o operador do Estaleiro Jurong”, afirmou Moro. “Além disso, documentos e celulares apreendidos contêm provas relevantes, conforme análise já realizada dos pressupostos da preventiva. Ainda assim, é provável que a busca revelasse provas ainda mais relevantes, não fosse o episódio lamentável, no qual a esposa de Guilherme, a seu mando e com o seu auxílio, subtraiu do local material probatório ainda desconhecido”, concluiu o juiz no despacho. Apesar do MPF ter pedido a prisão preventiva de Lilia Loureiro Esteves de Jesus, mulher de Guilherme, o juiz indeferiu o pedido. Os dois presos serão levados para a carceragem da PF, em Curitiba (PR).
Comentar
Compartilhe
Dilma nomeia ex-tesoureiro de campanha para Comunicação Social
27/03/2015 | 13h48

edinho

A presidente Dilma Rousseff convidou nesta sexta-feira (27) o ex-tesoureiro de sua campanha à reeleição, o petista Edinho Silva, para ser o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

Edinho se reuniu com Dilma na manhã desta sexta no Palácio do Planalto, onde aceitou o convite.

Ele substitui Thomas Traumann, que pediu demissão na última quarta-feira (25) após a repercussão do vazamento de texto interno da secretaria com críticas à comunicação do governo e ao PT.

Ex-deputado estadual pelo PT em São Paulo, Edinho atualmente estava dando aulas em uma faculdade particular.

No início do ano, ele chegou a ser cotado para presidir a Autoridade Pública Olímpica (APO), estatal responsável pela organização da Olimpíada no Rio em 2016. Segundo interlocutores, Edinho recusou o cargo por receio de que seu nome não fosse aprovado pelo Senado por causa da atual crise entre o governo e o Legislativo.

Nesta semana, emissários do governo ofereceram ao petista o controle de órgão responsável por fiscalizar a efetivação da MP do Futebol, mas Edinho recusou novamente, argumentando que preferia se dedicar a dar aulas. Como o cargo de ministro da Secom é mais político, o petista enfim aceitou o convite de Dilma para compor o governo. A posse está marcada para o dia 31 de março, às 11h.

Silva foi tesoureiro da campanha à reeleição da presidenta Dilma Rousseff em 2014 e presidente do PT em São Paulo.

Sociólogo e professor, Edinho Silva é graduado em ciências sociais na Unesp de Araraquara e mestre em engenharia de produção pela Universidade Federal de São Carlos. Nascido em Pontes Gestal, na região de São José do Rio Preto, Silva construiu carreira política em Araraquara, onde foi vereador e prefeito por dois mandatos (de 2000 a 2008). Também foi deputado estadual de 2011 a 2015.

Fonte: Folha de São Paulo e Agência Brasil

Comentar
Compartilhe
Semana Santa é opção de turismo religioso em SJB
27/03/2015 | 10h23
[caption id="attachment_1525" align="aligncenter" width="640"]Procissão do Fogaréu resgatada no ano de 2013 em SJB faz parte da programação da Semana Santa. Foto: Arquivo/SJB Online Procissão do Fogaréu resgatada no ano de 2013 em SJB faz parte da programação da Semana Santa. Foto: Arquivo/SJB Online[/caption] A Semana Santa é uma tradição religiosa católica que celebra a paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo. São João da Barra tem uma das programações mais tradicionais da região, porque mantém suas características de sempre. As celebrações na igreja matriz da cidade começam nesta sexta-feira (27), com o translado da imagem de Nossa Senhora das Dores para a igreja da Boa Morte, e seguem até domingo de Páscoa (5). A programação atrai a fiéis e turistas. Em SJB, mesmo não sendo mais obrigatório, as igrejas ficam de “luto” para manter o costume. As imagens dos santos são cobertas com panos roxos. Na terça-feira (31), acontece a procissão do fogaréu, que representa a perseguição e prisão de Cristo. Os homens encapuzados e com tochas nas mãos participam do cortejo. As luzes da cidade serão apagadas. A procissão do fogaréu é um resgate cultural sanjoanense. O último registro do evento era de 1879. Em 2013, a Irmandade do Santíssimo Sacramento, responsável pelos atos da Semana Santa em SJB, decidiu reincorporar a procissão às celebrações. A procissão do Encontro, na quarta-feira (1), é uma das que causam maior expectativa. São duas procissões: a do Senhor dos Passos, com os fiéis homens, e a de Nossa Senhora das Dores, acompanhada pela Irmandade dessa devoção que é composta somente por mulheres. A procissão retrata a Via Sacra, o caminho de Jesus ao calvário. O encontro das procissões representa a quarta estação da via sacra, quando Jesus encontra com sua mãe Maria. Outro momento marcante acontece na missa da quinta-feira (2), quando o padre, representando o Cristo, lava os pés de doze homens, que representam os apóstolos. Na sexta-feira (3), o rito litúrgico da morte de Jesus acontece às 15h, horário que, segundo a tradição católica, o Cristo teria morrido na cruz. À noite, às 19h, acontece a procissão do Senhor morto. As celebrações continuam até o domingo (5) da ressurreição. No sábado (4) à noite, acontece a Vigília Pascal, a celebração do “fogo novo” é uma das mais antigas da Igreja católica. No domingo de Páscoa, a maior festa da igreja, as celebrações começam às 6h, com a procissão de Jesus ressuscitado. Encenação da Paixão de Cristo Além da programação da Igreja católica, a apresentação do “Auto da Paixão” também é uma tradição em São João da Barra. A encenação conta a história mais conhecida do mundo, a vida de Jesus Cristo. Neste ano, a peça, interpretada por artistas sanjoanenses, será apresentada no Ginásio de Esportivo Arlindo Aquino, logo após a procissão do Senhor morto, na Sexta-feira da Paixão.
Comentar
Compartilhe
Noite de homenagens na Câmara de SJB
27/03/2015 | 09h45
[caption id="attachment_1520" align="aligncenter" width="640"]Vereadores com as homenageadas na solenidade da Câmara de SJB Vereadores com as homenageadas na solenidade da Câmara de SJB[/caption] Em uma cerimônia que lotou o plenário, a Câmara de São João da Barra promoveu na noite desta quinta-feira (26) a entrega do Diploma Mulher Cidadã Narcisa Amália, na qual cada vereador agraciou uma personalidade do município. A principal homenagem foi feita à professora e empresária Dircélia Raposo, com a exibição de um vídeo com depoimentos de familiares e amigos e a entrega de uma medalha. – Depois de tanta manifestação de carinho fica difícil conter a emoção. Estou feliz e honrada em receber esta significativa homenagem em que a Câmara se veste de gala para homenagear essas mulheres batalhadoras que conseguem conciliar a vida familiar e profissional – destacou dona Dircélia. Ao abrir a solenidade, o presidente da Casa, Aluizio Siqueira, destacou a importância do evento, instituído em sua gestão há três anos. “Esse diploma tem por objetivo homenagear pessoas que se destacam na nossa comunidade e que muito produzem para este município”, disse Aluizio, lembrando que o nome de Dircélia foi escolhido por unanimidade por ela ser “uma pessoa bastante querida e amada por toda São João da Barra”. Durante a cerimônia, a historiador Fernando Lobato contou alguns fatos sobre a vida da sanjoanense Narcisa Amália, como a sua família, sua mudança para o município de Resende, seus dois casamentos, além da intensa vida literária da primeira jornalista profissional no Brasil. Ao final, foi servido coquetel ao som de MPB com o cantor Guigui. A sessão solene foi transmitida em tempo real pelo site da Câmara e teve mais de mil acessos.  Os vereadores fizeram ainda uma homenagem à funcionária Efigênia da Silva Germano, representando as servidoras da Casa. Ao final, o ex-vereador Marilton Pinheiro fez uso da palavra para homenagear as mulheres. Homenageadas - Cada vereador indicou uma homenageada, nesta ordem: Alcéa Beyruth (Alex), Elza da Silva Amaral (Aluizio), Maria Eni Cajueiro (Kaká), Prisca de Almeida Cardozo (Elísio), Zeny Petronilha (Eziel), Tereza Maria Andrade (Franquis), Getúlia Rodrigues (Jonas), Maria Cláudia Matoso (Ronaldo) e Odinéia Pereira Rangel (Soninha). Fonte: Ascom/Câmara SJB
Comentar
Compartilhe
Mantega renuncia comando do conselho da Petrobras
26/03/2015 | 20h10
[caption id="attachment_1517" align="alignleft" width="266"]Ex-ministro da Fazenda renunciou ao cargo nesta quinta. Foto: Divulgação Ex-ministro da Fazenda renunciou ao cargo nesta quinta. Foto: Divulgação[/caption] O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega renunciou nesta quinta-feira (26) ao cargo de presidente e membro do Conselho de Administração da Petrobras, informou a estatal em comunicado. O conselho é responsável por definir o plano de gastos e investimentos e aprovar as contas da companhia. Em reunião também realizada nesta quinta, o conselho aprovou, por maioria, a eleição do conselheiro Luciano Coutinho para ocupar o cargo de presidente no lugar de Mantega, em substituição a Guido Mantega. De acordo com a Petrobras, não foi eleito novo conselheiro. Coutinho já é membro do Conselho de Administração da Petrobras desde abril de 2008. Além disso, integra o Conselho de Administração da Petrobras Distribuidora e preside, desde abril de 2007, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Trocas no conselho Somente neste ano, o conselho da estatal já teve outras 3 trocas: o ex-presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, substituiu Graça Foster na presidência; Luiz Navarro entrou no lugar do secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann; e Deyvid Bacelar foi eleito pelos empregados da estatal para substiuir Sílvio Sinedino. O conselho é formado atualmente pelos seguintes integrantes: Luciano Coutinho (presidente do conselho), Aldemir Bendine (presidente da companhia), Francisco Roberto de Albuquerque, Luiz Navarro, Sérgio Franklin Quintella, Miriam Belchior (presidente da Caixa), José Guimarães Monforte, Mauro Gentile Rodrigues da Cunha e Deyvid Bacelar. Com a saída de Mantega, uma vaga segue em aberto. Fonte: G1
Comentar
Compartilhe
Cunha quer impor a José Eduardo Cardozo o mesmo caminho de Cid Gomes
26/03/2015 | 17h04
[caption id="attachment_1514" align="aligncenter" width="652"]Ministro da Justiça está "na mira" de Eduardo Cunha. Foto: Veja Ministro da Justiça está "na mira" de Eduardo Cunha. Foto: Veja[/caption] Por trás dos convites e convocações a José Eduardo Cardozo na Câmara dos Deputados não há um dedo de Eduardo Cunha (PMDB), mas vários. Segundo o jornalista Lauro Jardim, em seu Radar Online (aqui), da revista Veja, gente próxima de Cunha diz que seu sonho é dar a Cardozo o mesmo destino que teve Cid Gomes. Até hoje Cunha ainda nutre uma forte mágoa por achar que Cardozo fez a cabeça de Rodrigo Janot contra ele. Cunha e a saída de Cid — O ex-ministro da Educação Cid Gomes pediu demissão do cargo à presidente Dilma Rousseff (PT). O político teria antecipado sua saída, pedida pelo PMDB, após uma discussão na Câmara dos Deputados. Minutos antes, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, anunciou em plenário que Cid havia sido demitido. O PMDB informou que sairia da base aliada caso o ministro não deixasse o cargo. Cid foi à Câmara dos Deputados para dar explicações sobre a declaração de que “haveria entre 300 e 400 deputados ‘achacadores’” na Casa. O governo esperava que ele pedisse desculpas e tentasse recompor as relações, mas ele reafirmou o que já tinha dito e ainda discutiu com o presidente da casa. Com a relação conturbada entre o Planalto e o Congresso, o pedido do PMDB — principalmente quando há o dedo de Cunha — soa como ordem. “Dona” Dilma segue refém dos peemedebistas.
Comentar
Compartilhe
Câmara de SJB homenageia as mulheres
26/03/2015 | 15h25
conviteNesta quinta-feira (26), dez mulheres que têm prestado relevantes serviços ao município de São João da Barra receberão o Diploma Mulher Cidadã Narcisa Amália, que será entregue pela Câmara de Vereadores, às 19h. A cerimônia, que já está na terceira edição, acontece no plenário do Legislativo e é aberta à população. Cada vereador indicou uma homenageada. O evento também homenageará uma cidadã em especial e, este ano, a escolhida foi a empresária e professora Dircélia Raposo Neves. Além do diploma, ela receberá uma medalha. “Esta homenagem é um marco muito significativo e vai ficar eternizada em minha vida”, observa Dircélia. A solenidade marca as comemorações pelo Dia Internacional da Mulher. “É uma honra realizar este evento que vem homenageando as mulheres que contribuíram e contribuem para tornar nossa querida São João da Barra, cada vez melhor. Educando, trabalhando e, principalmente, amando a terra de Narcisa Amália”, comenta o presidente da Câmara, Aluizio Siqueira. Dircélia Raposo – Nascida em SJB, formou-se professora pelo Instituto de Educação de Campos e ingressou na carreira profissional como professora no Colégio Estadual Alberto Torres. Foi também professora fundadora do Colégio Cenecista São João Batista onde lecionou Língua Portuguesa. Em 1980, abriu uma loja de material escolar, onde trabalha até hoje com o marido, Luiz Ronaldo Neves, com quem é casada há 49 anos. “Adoro o meu trabalho. Faço com amor e dedicação”, destaca Dircélia. Homenageadas por cada vereador: Alex Firme - Alcéa Beyruth Fernandes Aluizio Siqueira - Elza da Silva Amaral Kaká - Maria Eni Cajueiro do Amaral Elísio Rodrigues - Prisca de Almeida Cardozo Eziel Pedro - ZenyPetronilha de Souza Franquis Arêas - Tereza Maria Andrade Coelho de Almeida Jonas Gomes - Getúlia Rodrigues de Paula Ronaldo Gomes - Maria Cláudia Aguiar Barros Matoso Sônia Pereira - Odinéia Pereira Rangel. Fonte: Ascom/Câmara SJB
Comentar
Compartilhe
Graça Foster: Esquema de corrupção se formou fora da Petrobras
26/03/2015 | 13h53
[caption id="attachment_1507" align="alignleft" width="300"]Ex-presidente da Petrobras falou à CPI. Foto: Veja Ex-presidente da Petrobras falou à CPI. Foto: Veja[/caption] A ex-presidente da Petrobras Graça Foster afirmou nesta quarta-feira que o esquema de corrupção investigado na Operação Lava Jato da Polícia Federal foi montado "fora" da estatal. Ela presta depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito da Câmara que apura os desvios na empresa. Em sua fala inicial e em resposta às indagações do relator da CPI, o petista Luiz Sérgio (RJ), Graça Foster disse que as auditorias externas contratadas pela estatal não detectaram o funcionamento do esquema de corrupção até que a própria Justiça passou a investigar o caso. Por isso, segundo ela, não é possível dizer que os desvios começaram dentro da companhia. "O esquema de corrupção, no meu entendimento, com os dados que tenho hoje, se formou fora da Petrobras", disse ela. Graça Foster afirmou ainda que afirmou ainda que o sistema interno de detecção de irregularidades é eficiente: "A gestão interna da Petrobras é suficientemente boa". Contradições - Quando depôs à CPI anterior que investigou os desvios na Petrobras, em junho do ano passado, a ex-presidente disse que a empresa não chegou a detectar o pagamento de propina pela SBM Offshore a funcionários da empresa brasileira. Em novembro, entretanto, ela admitiu que já em maio havia sido informada do caso pela própria SBM. Graça Foster negou ter mentido: "Eu li milhões de vezes e não entendi que tivesse mentido", disse ela. No entanto, desculpou-se: "Peço desculpas por não ter sido tão clara quanto eu deveria ser". A ex-presidente afirmou ainda que, "olhando agora", a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, "não foi um bom negócio". A transação gerou perdas de mais de 659 milhões de dólares à Petrobras. Graça Foster também disse não compreender a afirmação do ex-gerente Pedro Barusco, que confessou ter recebido propina "por iniciativa pessoal" desde 1997 e que até 2003 não tinha notícia da participação de outros servidores em atos de corrupção. "Eu não consigo imaginar como pode ser verdadeira a fala do Barusco, que ele sozinho recebia propina. Eu não consigo entender isso de forma alguma." Balanço - Graça Foster foi questionada sobre o balanço de 2014, que detectou prejuízos de 88 bilhões de reais. Ela dise que o cálculo inclui não só a corrupção, mas também fatores como a ineficiência e até perdas geradas pela chuva. A ex-presidente negou que Dilma Rousseff tenha pedido que o valor fosse acobertado. Em seu depoimento, Graça Foster ainda negou ter transferido a então gerente Venina Velosa para Singapura. Em 2009, Venina chegou a avisar Graça Foster, que era diretoria de Gás e Energia, sobre irregularidades em contratos da estatal. A ex-presidente disse à CPI que entregou as informações ao então diretor de Abastecimento, Paulo Roberto Costa - que depois se tornaria réu confesso nas investigações da Lava Jato. "Ela teve o cargo que pediu para ter e foi ser uma técnica bastante bem remunerada. Eu não sei como a Venina tinha informações durante tanto tempo e não as passou para o presidente da Petrobras, para mim, e só decidiu fazê-lo depois que teve a comissão interna de apuração", afirmou. Fonte: Veja
Comentar
Compartilhe
Dilma se tornou refém de Levy, diz FHC
26/03/2015 | 11h25
[caption id="attachment_1504" align="alignleft" width="300"]Entrevista foi divulgada nesta quinta, na Folha de S. Paulo Entrevista foi divulgada nesta quinta, na Folha de S. Paulo[/caption] O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso acha que a presidente Dilma Rousseff tornou-se refém de seu ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o economista de perfil conservador que ela recrutou para dar uma guinada em sua política econômica e equilibrar as finanças do governo. “Ela não pode demitir. É refém dele”, disse FHC, em entrevista à Folha de São Paulo. “Poder até pode, mas o que acontece depois? Ela está presa, não tem muito [por] onde escapar”. Para o ex-presidente, Dilma vive numa armadilha, forçada a promover um ajuste duro e sem força para convencer aliados no PT e no PMDB a aprovar medidas propostas por sua equipe econômica. “O problema é econômico, mas a solução é política”, disse o tucano. “Não estou vendo se formar uma coalizão que sustente a saída”. A seguir, os principais trechos da entrevista. A entrevista à Folha de São Paulo você pode conferir aqui.
Comentar
Compartilhe
Querem implantar a anarquia em nosso município, diz radialista de SJB
26/03/2015 | 11h10
[caption id="attachment_1500" align="alignleft" width="300"]Com programa de rádio diário em SJB, Emilson não foge de assuntos polêmicos Com programa de rádio diário em SJB, Emilson não foge de assuntos polêmicos[/caption] Como foi dito por este blog aqui, a nova política sanjoanense, que saiu da “foice e facão” para as guerras virtuais, não se limita apenas aos políticos e seus cabos eleitorais. Envolve também nomes conhecidos da mídia local. Desta vez, quem usou do espaço para deixar sua opinião foi o radialista Emilson Amaral. Na rádio Barra FM, Emilson está no ar de segunda a sábado, sempre de 10h às 12h (no sábado, fazendo parte da bancada do programa que participa o prefeito Neco - PMDB), e não deixa de expor sua opinião a cerca de assuntos polêmicos. No seu perfil na rede social (aqui), o radialista fez uma declaração sobre o atual momento de intensas discussões nas redes sociais. Na postagem, intitulada “Tentativa de golpe?”, Amaral diz “que existe uma orquestração de um grupo, até pequeno, para tentar de todos os jeitos implantar a anarquia em nosso município, com a finalidade de buscar instabilidade política”, segundo ele, grupo tenta a qualquer forma realizar “o sonho de tirarem o prefeito do poder para o Vice assumir”. Confira a postagem completa: “Tentativa de golpe? Tenho ficado calado aqui e no rádio, mas não posso deixar de registrar, sob pena de pensarem que enganam a todos. Prestem bem atenção sanjoanenses, espero estar errado, mas existe uma orquestração de um grupo, até pequeno, para tentar de todos os jeitos implantar a anarquia em nosso município, com a finalidade de buscar instabilidade política e o sonho de tirarem o prefeito do poder para o Vice assumir. Observem bem o que estou colocando aqui hoje. Boa noite”. No mesmo dia, a ex-prefeita Carla Machado fez uma postagem de apoio ao vice-prefeito Alexandre Rosa (PMDB), como pode ser conferido aqui.
Comentar
Compartilhe
Carla Machado joga mais lenha na fogueira virtual, e eleitoral, sanjoanense
26/03/2015 | 11h04
[caption id="attachment_1497" align="alignleft" width="290"]Post da ex-prefeita relembra confusão na Câmara de SJB Post da ex-prefeita relembra confusão na Câmara de SJB[/caption] Para botar mais lenha na fogueira da guerra virtual em SJB, a ex-prefeita Carla Machado continua comentando em seu Facebook (aqui), pontos de uma entrevista concedida pelo prefeito à Folha da Manhã e publicada neste blog (aqui e aqui). Desta vez, Carla sai em defesa do vice-prefeito Alexandre Rosa (PMDB). Alexandre, inclusive, concedeu entrevista a este blog (aqui), na qual afirmou que, politicamente, está afastado do prefeito Neco (PMDB) e seu grupo político. Questionado se um dos motivos seria a chegada do ex-vereador Camarão — com o qual Alexandre teve um desentendimento na Câmara, que teve até agressão física e repercussão na mídia nacional — para o grupo do prefeito, o atual vice não negou que esse seria um dos motivos. Foi nessa linha que Carla seguiu seu texto de apoio a Alexandre, o qual Neco chamou de “fiel à ex-prefeita”. “Alexandre foi agredido fisicamente no plenário da Câmara pelo ex-vereador Zezinho Camarão e hoje este é recebido com todas as honras pelo Prefeito. Esse ato imperdoável foi veiculado em TV, jornais, blogs, etc. Além disso, todos se lembram o quanto este senhor achincalhou o próprio prefeito”, disse Carla, que, em sua grande postagem, também enumerou outros assuntos  que justificariam o afastamento do vice-prefeito, e conclui: “Todos em SJB sabem o quanto Neco desprezou a sua importante colaboração (de Alexandre). Acredito que se tivesse ao seu lado, Alexandre, empresário bem sucedido e formado em gestão pública, ao invés de alguns “amigos do poder”, certamente a nossa querida SJB estaria muito melhor atendida!”.
Comentar
Compartilhe
MPF quer contratos assinados entre construtora e empresa de Dirceu
25/03/2015 | 20h50
[caption id="attachment_1490" align="alignleft" width="300"]Ex-ministro foi condenado no Mensalão e é investigado no Petrolão Ex-ministro foi condenado no Mensalão e é investigado no Petrolão[/caption] A força-tarefa da Operação Lava-Jato quer acesso aos contratos assinados entre a Camargo Corrêa e a empresa de consultoria do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, a JD Assessoria e Consultoria. Os procuradores afirmam que é necessário “aprofundar” as investigações e avaliar a “licitude” dos acordos. Desde que saiu do governo Lula, Dirceu recebeu, através da JD, R$ 900 mil da empreiteira em contratos. Os procuradores pedem que a empresa apresente os documentos. A consultoria do ex-ministro faturou R$ 29 milhões em serviços para mais de 50 empresa no período de oito anos, entre 2006 e 2013. As informações estão no inquérito que investiga Dirceu na Operação Lava-Jato. O juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, quebrou na terça-feira passada o sigilo sobre a investigação. De acordo com o relatório da Receita Federal, seis empresas investigadas na Lava-Jato pagaram, juntas, R$ 8,5 milhões a Dirceu: Construtora OAS (R$ 2,9 milhões), UTC Engenharia (R$ 2,3 milhões), Engevix (R$ 1,1 milhão), Camargo Corrêa (R$ 900 mil), Galvão Engenharia (R$ 750 mil) e Egesa Engenharia (R$ 480 mil). Os procuradores afirmam que o relatório da “vultuosa movimentação financeira” entre estas empreiteiras e a JD, “sob as rubricas genéricas de ‘consultoria’ e ‘assessoria’”. “Tal constatação despertou fundadas suspeitas de ilicitude, vez que uma das principais sistemáticas de pagamento aos agentes públicos envolvidos no já denunciado esquema de corrupção era a celebração de contratos simulados com empresas de “consultoria” e “assessoria”, mormente quando administrada por exagente público e político de notório trânsito na Administração Pública”, diz o pedido. Os procuradores citam como exemplo a “coincidência” entre os procedimentos licitatórios e na contratação do consócio comandado pela Camargo Corrêa para obras na Refinaria Getúlio Vargas (REPAR), em Araucária, no Paraná, com acordos assinados entre JD e a constutora. As investigações do pagamento de propina na Repar foram as primeiras a serem investigadas pela Operação Lava-Jato. Fonte: O Globo
Comentar
Compartilhe
SJB: Câmara aprova aumento de 6,4%; oposição diz que mínimo deveria ser 7,7%
25/03/2015 | 19h13
[caption id="attachment_1486" align="aligncenter" width="300"]Câmara_hoje Sessão aconteceu nesta quarta-feira[/caption] O aumento do servidor público sanjoanense de 6,41% foi aprovado na Câmara na sessão desta quarta-feira (25). Mas o percentual foi contestado pela oposição. Para o vereador Alex Firme (PMDB), o índice ideal será de 7,70%. A justificativa seria o cálculo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O aumento proposto pelo Executivo é de acordo com o IPCA acumulado em 2014 (6,41%). No entanto, como a data base sanjoanense é 1º de março, o oposicionista alerta que deveria ser levado em consideração o acumulado nos últimos 12 meses, até fevereiro, com índice em 7,70%. O economista Alcimar das Chagar Ribeiro afirma que a reposição salarial apenas com a inflação do ano anterior “compromete o poder de compra”. Para Alex, os problemas não seriam apenas com o aumento do servidor. Ex-líder do governo, Firme cobrou a solução de problemas como o caixa previdenciário e plano de saúde do servidor. Alex citou o reajuste nacional e do estado, que foram superiores ao do município. Ele também destacou que nos anos anteriores o governo proporcionou índices superiores ao de outros municípios da região, 12 % em 2013 e 12 no ano passado. “A gente esperava mais, embora saibamos do momento de crise. Não é um reajuste salarial, por que vai gerar perda”, afirmou. O vereador Kaká (PT do B), disse que entende o posicionamento de Alex, que todos os pontos são legítimos, mas com a queda de arrecadação não é possível um reajuste maior. “Sabemos que os servidores merecem mais, mas a queda de arrecadação não permite isso”, disse Kaká. De acordo com o economista Alcimar das Chagas Ribeiro, o governo pode utilizar o índice de inflação do ano passado, mas isso deixaria o servidor sem um reajuste real. Alcimar destaca que esse método é diferente do adotado para o reajuste do mínimo nacional, que considera a inflação mais o crescimento econômico do ano, garantindo além do poder de compra, um ganho real. “O servidor fica sem um reajuste real. Ele está recuperando a inflação de 2014, mas fica desprotegido em 2015. Fica com dificuldade no seu poder de compra”, explicou o economista.
Comentar
Compartilhe
Ministro da Comunicação Social pede demissão
25/03/2015 | 16h50
[caption id="attachment_1478" align="alignleft" width="300"]Ministro da Comunicação Social pede demissão Ministro da Comunicação Social pede demissão[/caption] O governo, em nota nesta quarta-feira (24), confirmou a saída do ministro da Comunicação Social, Thomas Traumann. A nota não indica quem vai substituí-lo. Segundo a nota, Dilma “aceitou” a demissão de Traumann. “A presidente agradece a competência, dedicação e lealdade de Traumann no período como ministro porta-voz”, diz o texto. A saída de Traumann já era esperada. Na semana passada, foi divulgado um documento interno do governo, de responsabilidade de Traumann, criticando como o governo Dilma Roussef tem gerido sua crise, citando a existência de um “caos político”. Traumann é o segundo ministro a deixar o governo Dilma neste segundo mandato. A presidente, questionada recentemente, disse que não é o momento para uma reforma ministerial. Fonte: Folha de São Paulo
Comentar
Compartilhe
Caso Renato Machado: audiência adiada mais uma vez
25/03/2015 | 16h25
[caption id="attachment_1381" align="alignleft" width="300"]Radialista foi assassinado em 2013, em frente à emissora de rádio que presidia Radialista foi assassinado em 2013, em frente à emissora de rádio que presidia[/caption] A ausência de testemunhas e advogado de um dos acusados resultaram no adiamento de mais uma oitiva no caso do assassinato da radialista Renato Machado, morto em janeiro de 2013. A juíza Daniella Correia da Silva marcou a próxima audiência para o diz 21 de maio, às 13h30. De acordo com o site SJB Online, familiares do radialista estavam reunidos em frente ao Fórum de São João da Barra. Em homenagem a Renato, usavam blusas com a seguinte frase: “A família Machado Gonçalves precisa ter o seu LUTO em paz. Justiça para os envolvidos no caso Renato Machado”. O caso — O assassinato do radialista Renato Machado teve grande repercussão na mídia local e nacional, sendo reproduzido ainda no exterior. Renato foi assassinado na frente da esposa e de uma sobrinha na noite de 08 de janeiro de 2013. Ele foi surpreendido no momento em que eles chegavam de uma festa à sua residência, próximo ao estúdio da rádio comunitária Barra FM, em SJB, da qual Renato era presidente. Baleado, ele ainda foi encaminhado ao Hospital Ferreira Machado, mas não resistiu. À época, a cobrança era grande pela elucidação do crime. Então delegada titular da 145ª Delegacia de São João da Barra, Madeleine Farias prendeu três suspeitos de envolvimento no crime. O primeiro Gilmar Barreiras Ramos Junior, 32, conhecido como “Cachaça”, foi preso uma semana após o assassinato, suspeito de ser o executor. João Roberto da Silva, o “João Pampinha”, foi preso duas semanas após o homicídio, suspeito de intermediar a execução do radialista. Já o empresário Eloy Barcelos de Almeida Lopes, suspeito de ser o mandante, foi preso no dia 05 de fevereiro do mesmo ano. Os três foram acusados pelo crime e, atualmente, estão em liberdade.
Comentar
Compartilhe
Comissão de Representação do Porto do Açu é criada na Alerj
25/03/2015 | 10h59
[caption id="attachment_1466" align="alignleft" width="300"]Autor do requerimento de criação, Bruno preside a comissão Autor do requerimento de criação, Bruno preside a comissão[/caption] A Comissão Especial para mediar os conflitos do Porto do Açu na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), proposta pelo deputado estadual Bruno Dauaire (aqui), foi deferida automaticamente pelo presidente da Casa, Jorge Picciani e já foi publicado no Diário Oficial, com data referente ao dia 19 de março. Como requerente, Bruno é quem vai presidir a comissão e  poderá mediar conflitos decorrentes da implantação, além de buscar esclarecimentos sobre denúncias ligadas ao Complexo Portuário. Na legislatura anterior, o então deputado Roberto Henriques (PSD) presidiu uma comissão para acompanhar a instalação do porto no Norte Fluminense. Para Bruno, o complexo portuário é de suma importância para o município e para a região. Porém, ele destaca que o empreendimento criou diversas situações conflitantes ligados ao meio ambiente, a os produtores que trabalham com a agricultura familiar e a pequenos pecuaristas.
Comentar
Compartilhe
Chefe de Gabinete de Carla Machado rebate Neco sobre "sumiço" de móveis
24/03/2015 | 22h57
[caption id="attachment_1463" align="aligncenter" width="494"]Edivaldo Edivaldo Machado postou fotos no Facebook. Reprodução.[/caption] Último chefe de Gabinete no governo Carla Machado (PT), Edivaldo Machado usou seu perfil na rede social Facebook (aqui) para rebater uma resposta do prefeito Neco (PMDB), em entrevista a este blog (aqui) e publicado na edição impressa do último domingo (22), do jornal Folha da Manhã. Neco foi questionado sobre uma declaração de que o governo teve de enfrentar pessoas “viciadas em vantagens ou em desvio”. Para exemplificar, o prefeito disse que um chefe de gabinete da gestão passada teria levado um sofá e móveis que seriam da Prefeitura. Neco também falou que não achou o processo “e ele (chefe de gabinete da gestão passada) falou para o pessoal do Cerimonial que foi comprado por outros meios”. Edivaldo fotografou os móveis que, segundo ele, são os citados pelo prefeito. As fotos são de segunda-feira (23). De acordo com Edivaldo, “o jogo de sofá branco se encontra no pronto socorro do município” e foi adquirido já na gestão do prefeito Neco. Quanto aos móveis do gabinete do governo passado, Edivaldo alega que “todos se encontram na subprefeitura de Sabonete, na recepção do gabinete e na mesa da secretaria particular (do prefeito)”. Com relação a processo, data e número do empenho, Edivaldo afirma: “posso lhe passar os números para localizar onde está”. Edivaldo ressalta que só participou do governo Neco por nove meses. “Se o Srº não se lembra, prefeito, fui nomeado como administrador da sede em janeiro de 2013 e fui exonerado em setembro de 2013, somente participei do seu governo 9 meses, por isso agora saberá onde se encontra os móveis do gabinete do governo passado ao qual tive a honra de ser chefe de gabinete”.
Comentar
Compartilhe
Câmara de SJB pleiteia desconto nos juros e multas de impostos municipais
24/03/2015 | 19h26
[caption id="attachment_1457" align="aligncenter" width="640"]Vereadores estiveram reunidos na sessão desta terça-feira Vereadores estiveram reunidos na sessão desta terça-feira. Foto: Divulgação[/caption] Urbanização, aquisição de aparelhos para exames, construção de escolas e asfaltamento em várias ruas estiveram entre os requerimentos e indicações aprovados pelos vereadores de São João da Barra na sessão desta terça-feira (24), visando melhorias para o município. Essas solicitações serão direcionadas à Prefeitura, que é a responsável pela execução dos serviços. Em conjunto, o presidente da Câmara, Aluizio Siqueira (PMDB), o vice-presidente, Alex Firme (PMDB) e o vereador Ronaldo Gomes (Pros) levaram ao plenário, duas indicações. Na primeira, solicitaram à Prefeitura que elabore um projeto visando conceder desconto de 80% nos juros e multas dos contribuintes inadimplentes do IPTU e demais impostos municipais. “As pessoas até querem estar em dia, mas com juros altos como os que são cobrados, fica bem difícil”, comentou Aluizio. Na outra indicação, eles solicitaram a conclusão das obras da unidade de saúde de Cajueiro, bem como a entrega das obras do PSF e do terminal rodoviário do Açu. Devido à seca que tem castigado a região, os produtores rurais do município estão comprando ração no Paraná. Em contrapartida, a Prefeitura está custeando o frete, que é bastante caro. Por conta disso, o vereador Franquis Arêas (PR) solicitou à Secretaria Municipal de Agricultura que estenda esse benefício a todos os produtores que necessitarem. Franquis também solicitou à Prefeitura, cópia dos estudos realizados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Hidrográficas (INPH) sobre o avanço do mar no Açu e em Atafona. Alex Firme requereu a aquisição de mamógrafos, tomógrafos e aparelhos de ressonância para os postos de saúde. Em conjunto, Aluizio e Alex solicitaram à Secretaria de Obras e Serviços Públicos a elaboração de um projeto para encaminhar à Fundação do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Rio de Janeiro (DER) de modo a incluir São João da Barra no Programa Asfalto na Porta. Obras também foram propostas por todos os vereadores. Moção de repúdio para Carla Machado não esteve em pauta Diferente do que foi publicado por Carla Machado (PT) em seu perfil no Facebook (aqui) e republicado neste blog (aqui), a Câmara de SJB não apreciou nenhuma moção de repúdio à ex-prefeita de São João da Barra. Os vereadores da base governista — Elisio Motos (PDT), Eziel Pedro (PSDC), Franquis, Jonas Gomes (PMDB) e Kaká (PT do B) —, em conjunto, repudiaram a publicação de uma matéria em um veículo de comunicação do município sanjoanense, mas não mencionaram a ex-prefeita. Com informações da Ascom/SJB.
Comentar
Compartilhe
Neco e Betinho Dauaire articulam para 2016
24/03/2015 | 17h57
[caption id="attachment_1398" align="aligncenter" width="600"]A aproximação entre Neco e Betinho está sendo articulada por Chico da Quixaba A aproximação entre Neco e Betinho está sendo articulada por Chico da Quixaba[/caption] Ex-vereador e ex-vice-prefeito de São João da Barra, Chico da Quixaba (atualmente sem partido) articula uma aproximação política entre o atual prefeito Neco (PMDB) e o ex-prefeito Betinho Dauaire (PR), visando a disputa eleitoral de 2016. A informação foi confirmada por Chico. Ele garante que o encontro deve acontecer ainda nesta semana. — Conversei com o Neco e ele me autorizou a ligar para Betinho. Os dois devem conversar ainda esta semana. Estou aguardando o Betinho voltar do Rio para marcar a reunião — contou Chico. O ex-vice-prefeito acrescentou que faz parte do grupo político do prefeito de SJB, mas não escondeu o desejo de articular com o grupo de Betinho, com quem governou o município entre 2001 e 2004. Chico da Quixaba também ressaltou que aproximação incluiria um diálogo aberto com o deputado estadual Bruno Dauaire (PR), representante sanjoanense na Alerj. Betinho Dauaire foi prefeito de São João da Barra por dois mandatos, entre 1997 e 2004. Ele ainda disputou o pleito outras duas vezes, sendo derrotado em 2008 pela ex-prefeita Carla Machado (PT) e, em 2012, pelo atual prefeito do município. Vale destacar que nas duas disputas em que saiu derrotado, Betinho recebeu aproximadamente 37% dos votos válidos, consolidando um chamado “eleitorado fiel”. No entanto, o grupo político de Betinho em 2012 já está praticamente todo apoiando Neco. Em entrevista recente (aqui), o prefeito afirmou que estaria em conversa com o PR de SJB, mas não citou o encontro articulado por Chico da Quixaba. Acordo entre Betinho e Carla também já foi comentado — Outra informação que já circulou pelos bastidores da política de SJB, foi a de uma possível aliança entre os ex-prefeitos Betinho Dauaire e Carla Machado, como este blog publicou aqui. À época, Betinho e Carla não confirmaram a informação, mas disseram estar aberto ao diálogo pensando na disputa eleitoral de 2016.
Comentar
Compartilhe
Carla Machado: Câmara votará uma ridícula moção de repúdio dirigida a mim
24/03/2015 | 10h22
[caption id="attachment_1385" align="alignleft" width="300"]Reprodução/Facebook Reprodução/Facebook[/caption] A ex-prefeita de São João da Barra, Carla Machado (PT), divulgou na madrugada desta terça-feira (24), em seu perfil no Facebook (aqui), que os vereadores da base governista do município vão votar uma moção repúdio, direcionada a ela, na sessão desta terça. Segundo Carla, o intuito da proposta desta moção é “desviar o foco da votação do pífio aumento dado ao servidor municipal”. O projeto do reajuste do servidos, que será de 6,41%, foi enviado à Câmara na última quinta-feira (19), como este blog antecipou aqui, e deve ser votado também na sessão desta terça. Em sua postagem no Facebook, Carla faz duras críticas à gestão do seu ex-aliado Neco (PMDB) e classificou a entrada desta moção em pauta como “falta de serviço, pois a Câmara Municipal deveria servir para fiscalizar onde o Executivo”. Também na sua conta da rede social, Carla publicou um vídeo (aqui), no qual o prefeito elogia sua gestão. “Como pode alguém fingir tão bem ou mudar de opinião tão rápido?”, questiona Carla. O clima de tensão nas redes sociais entre os possíveis candidatos a Prefeitura de São João da Barra esta quente, como este blog publicou aqui. Além de Neco e Carla, participam de intensas discussões o “exército” dos dois políticos e, atualmente, pessoas da mídia local também estão sendo envolvidas. Confira a postagem de Carla sobre a votação de uma moção de repúdio que, segundo ela, será votada na Câmara nesta terça: “No intuito de desviar o foco da votação do pífio aumento dado ao servidor municipal e do não atendimento das reivindicações dos colegas, foi determinado aos EDIS da base governistas, que votem em uma ridícula moção de repúdio dirigida a mim. O DESGOVERNO pela falta de realização de obras, faz apologia aos semáforos e aos abrigos de passageiros, únicas obras realizadas nesses 2 anos e 3 meses. Isso deve ser falta de serviço, pois a Câmara Municipal deveria servir para fiscalizar onde o Executivo aplicou os quase UM BILHÃO que arrecadou nessa gestão, como também deveria exercer melhor a sua função de assessoramento. A prefeitura de SJB infelizmente corre o risco de ter que demitir mais trabalhadores devido à falta de planejamento causando a insuficiência de recursos financeiros para cumprir com o pagamento de salários dos servidores até o final do ano. Vamos aguardar o teatro que estão preparando na Câmara. Tenho que rir!!! É muita incompetência e subserviência!!! Aff!
Comentar
Compartilhe
Caso Renato Machado: réus serão ouvidos nesta quarta
24/03/2015 | 09h35
[caption id="attachment_1381" align="aligncenter" width="390"]Radialista foi assassinado em 2013, em frente à emissora de rádio que presidia Radialista foi assassinado em 2013, em frente à emissora de rádio que presidia[/caption] Os acusados pelo assassinato do radialista Renato Machado, em janeiro de 2013, serão ouvidos pela Justiça nesta quarta-feira (25). A convocação está disponível no site do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. A audiência está marcada para acontecer às 13h30, no Fórum de São João da Barra. Já foram realizadas duas audiências de Instrução e Julgamento, mas os acusados ainda não prestaram depoimento. Testemunhas de defesa e acusação já foram ouvidas, mas outras também irão depor na quarta-feira. Nas primeiras audiências, familiares do radialista estiveram em frente ao Fórum, com camisas com a foto de Renato Machado, cobrando que a Justiça possa concluir o julgamento com maior celeridade. Devido à grande repercussão que o caso teve no município, a Polícia Militar foi acionada para reforçar a segurança em frente ao prédio onde as testemunhas e os acusados irão falar com o juiz. O caso — O assassinato do radialista Renato Machado teve grande repercussão na mídia local e nacional, sendo reproduzido ainda no exterior. Renato foi assassinado na frente da esposa e de uma sobrinha na noite de 08 de janeiro de 2013. Ele foi surpreendido no momento em que eles chegavam de uma festa à sua residência, próximo ao estúdio da rádio comunitária Barra FM, em SJB, da qual Renato era presidente. Baleado, ele ainda foi encaminhado ao Hospital Ferreira Machado, mas não resistiu. À época, a cobrança era grande pela elucidação do crime. Então delegada titular da 145ª Delegacia de São João da Barra, Madeleine Farias prendeu três suspeitos de envolvimento no crime. O primeiro Gilmar Barreiras Ramos Junior, 32, conhecido como “Cachaça”, foi preso uma semana após o assassinato, suspeito de ser o executor. João Roberto da Silva, o “João Pampinha”, foi preso duas semanas após o homicídio, suspeito de intermediar a execução do radialista. Já o empresário Eloy Barcelos de Almeida Lopes, suspeito de ser o mandante, foi preso no dia 05 de fevereiro do mesmo ano. Os três foram acusados pelo crime e, atualmente, estão em liberdade.
Comentar
Compartilhe
Financial Times prevê situação “pior” para Brasil
22/03/2015 | 23h52
[caption id="attachment_1375" align="aligncenter" width="650"]A publicação analisa que as instituições — especialmente o Judiciário — estão atravessando a turbulência com estabilidade. A publicação analisa que as instituições — especialmente o Judiciário — estão atravessando a turbulência com estabilidade.[/caption] Em editorial publicado neste domingo (22), o jornal Financial Times destaca a crise vivida pelo Brasil, com demonstrações de descontentamento — em relação à fraqueza da economia, à escassez de água e à corrupção na Petrobras — e queda da popularidade da presidente Dilma Rousseff a seu menor nível, 13%, enquanto o Planalto culpa fatores externos pelas mazelas. “Parece que ainda ontem o país estava com a bola toda. Mas sua queda tem sido espetacular. Infelizmente, a situação deve ficar ainda pior. A questão central é se as instituições do Brasil vão se manter”. Na análise, o jornal lembra que o país foi favorecido pelo ciclo de valorização das commodities, que permitiu aumento das receitas do governo, da massa de renda da população e do crédito doméstico. Mas, sem disciplina, o processo está se revertendo. “O colapso da moeda, com queda de um terço em seis meses, está reprecificando dramaticamente a economia”, enquanto as taxas de juros sobem para combater a inflação e compensar o risco dos investidores internacionais — afinal, o país precisa de capital estrangeiro para financiar seus déficits fiscal e corrente. Além disso, a Petrobras é alvo de ação judicial nos EUA por conta das perdas decorrentes da corrupção. Para enfatizar a responsabilidade do Brasil pelo mau momento, o Financial Times lembra que os vizinhos Chile, Colômbia e Peru, com economias orientadas para o mercado, passaram incólumes pelo fim do ciclo das commodities e estão crescendo com força. Pelo menos, enfatiza o jornal britânico, o país está longe da hiperinflação. Sobretudo, analisa a publicação, as instituições — especialmente o Judiciário — estão atravessando a turbulência com estabilidade. “É um progresso para o ‘país do futuro’, como diz o clichê”. Motivos para o impeachment — No dia 25 de fevereiro (aqui e aqui), o Financial Times publicou 10 motivos para o impeachment da presidente Dilma. Na lista, consta a crise hídrica, a difícil relação com o Congresso e corrupção na Petrobras. Com informações do jornal O Globo.
Comentar
Compartilhe
Prefeito de SJB conta sua versão do racha com a ex-aliada Carla Machado
22/03/2015 | 11h43
[caption id="attachment_1363" align="aligncenter" width="640"]Em junho de 2013, Neco concedeu a maior honraria do município, a medalha "Barão de SJB", à ex-prefeita. Foto: Divulgação Em junho de 2013, Neco concedeu a maior honraria do município, a medalha "Barão de SJB", à ex-prefeita. Foto: Divulgação[/caption] Em entrevista à Folha da Manhã, publicada na edição impressa deste domingo (22) e neste blog (aqui), o prefeito Neco dá detalhes sobre o racha coma ex-aliada Carla Machado. Para Neco, a separação foi imposta por Carla. O prefeito fala ainda da “dor em exonerar pessoas que votaram com ele” e diz que “sempre pensou em grupo”.  “O meu pensamento sempre foi em grupo, sou família, nunca pensei em mim. O meu pensamento era organizar o município do meu jeito nos meus quatro anos e que depois ela poderia vir candidata à prefeita e eu estar como vice”, afirmou Neco. Confira a resposta completa: Folha – A relação com a ex-prefeita Carla Machado azedou desde o início do seu mandato. No entanto, em junho de 2013, ela foi homenageada por você. Antes de se tornar público o fim da aliança política, aconteceram tentativas de reaproximação? Como aconteceu o racha? Neco – Houve tentativas muitas e muitas vezes. Várias pessoas de dentro da Prefeitura fizeram de tudo para fazermos as pazes. O racha começou sem eu saber como estava começando. No cortejo do sepultamento de Renatinho (radialista Renato Machado, assassinado em janeiro de 2013), eu fiz de tudo para me aproximar dela. Quando eu ia chegando perto, ela saía. E assim fomos até chegar perto do cemitério. Perguntei o porquê que ela estava se afastando de mim. Ela disse que estava muito zangada e que precisava conversar comigo urgente. Combinamos no dia seguinte, no apartamento dela em Campos. Pensei que era alguma coisa do Tribunal de Contas. Mandei ver tudo que tinha chegado do Tribunal de Contas, botei no carro e fui para o apartamento dela.  Ela já veio me cumprimentar com a mão esticada para eu não chegar perto, mandou eu sentar e não deixou eu falar nada. Ela dizia que eu estava dentro da casa dela e que eu não podia falar um a. Foi um espaço de 20 minutos a meia hora, ela só me esculhambando de tudo quanto era forma. Coisas que eu nunca ouvi da boca do meu pai e da minha mãe. Palavras doem. Quando eu ia falar, ela dizia para eu ficar quieto porque estava na casa dela. É o mesmo que algemar uma pessoa e entrar de chicotada no lombo. Eu saí da casa dela, ela ficou me gritando porque não tinha terminado. Peguei o elevador, fui para rua chorando e pensei: nunca mais eu piso na casa dessa mulher. Depois, com muita luta de Cristiane Assis, Magna Aquino, o próprio Alex Firme, falecido Dodozinho, muita gente, é que eu cedi e fui a casa dela. Quando cheguei, estranhei. Ela veio me receber no portão de abraços abertos, como se nada tivesse acontecido. E eu fiquei pensando: será que essa mulher estava com um espírito do mal naquele dia? Fizemos as pazes, fui ao aniversário dela, homenageamos em junho. Ela passou a despachar lá em casa comigo. Só que tinham muitas coisas que eu não concordava.  E quando eu comecei a não concordar, ela já começou a ficar chateada de novo. Certo dia ela saiu de casa à noite e pediu para eu ir a casa dela, em Atafona, no dia seguinte. Ela já veio me cumprimentar com o braço esticado para eu não chegar perto e mandou eu sentar. Começou com as mesmas baixarias. A primeira coisa que ela me perguntou: estou sabendo que você está falando por aí que se você soubesse iria ser do jeito que está sendo, você não seria candidato. Respondi, falei que não seria candidato a prefeito, seria a vereador. Nós não combinamos um palito de fósforo se quer antes da eleição e depois eu ter que passar por tudo isso. Ela gritou comigo: se você está sentado lá, quem te colocou fui eu. Você vai ter que fazer o que eu quero e acabou. Falei pra ela que não, levantei e fui embora. Este tempo todo que eu perdi dentro do meu governo, eu poderia ter organizado desde lá de trás. O meu pensamento sempre foi em grupo, sou família, nunca pensei em mim. O meu pensamento era organizar o município do meu jeito nos meus quatro anos e que depois ela poderia vir candidata à prefeita e eu estar como vice. Eu pensava que iria manter o mesmo grupo. Você pensa que não é duro pra mim quando eu exonero uma pessoa que votou comigo, que eu sei que fez campanha comigo? São pessoas que optaram a ficar com ela, compraram a briga dela e não querem seguir comigo. Me dói muito quando eu exonero as pessoas. Teve um dia que eu exonerei uns 15 de vez, à noite eu cheguei chorar em casa. Mas eu vou fazer o que? Ou eu tomo essas providências ou eu vou pro fundo do poço com meu governo.
Comentar
Compartilhe
Neco: Não sou e nunca serei boneco de ninguém
22/03/2015 | 11h30
[caption id="attachment_1358" align="aligncenter" width="640"]necooo Prefeito fala de polêmicas no seu governo e planos para 2016. Foto: Paulo Pinheiro[/caption] O prefeito de São João da Barra, José Amaro de Souza Neco (PMDB), já se posiciona como pré-candidato à reeleição. Nas redes sociais, Neco tem feito declarações polêmicas nos últimos dias e assiste à formação de um grupo que pede a sua saída da Prefeitura, o qual ele atribui à influência de sua ex-aliada e provável adversária em 2016, Carla Machado (PT). Neco fez um balanço da sua administração, fala sobre projetos administrativos e políticos, além de comentar sobre o racha com Carla, com o vice-prefeito Alexandre Rosa (PMDB), o presidente e o vice da Câmara de SJB, Aluizio Siqueira (PMDB) e Alex Firme (PMDB), e a chegada de ex-oposicionistas para o seu grupo político. A entrevista foi publica na edição deste domingo (22) na Folha da Manhã, os detalhes do racha entre Neco e Carla, na versão do atual prefeito, você confere aqui. Folha da Manhã – Você afirmou, no Facebook, que sua administração teve que enfrentar pessoas que só querem atrapalhar o governo e “viciadas em vantagens ou em desvio”.  É uma acusação grave. Como isso foi identificado e qual foi o procedimento com quem agia dessa forma? Neco – Por exemplo, quando eu assumi o governo, tinha aqui um chefe de gabinete do governo passado e até os móveis do gabinete sumiram. Tinha um jogo de sofá branco, desapareceu e ninguém encontra. Pedi ao Cerimonial para procurar onde estavam esses móveis e ela (Carla Machado, ex-prefeita) falou que o ex-chefe de gabinete disse que eram dele. Se estavam na Prefeitura há anos, por que ele levou? Por isso que eu coloquei na minha postagem sobre pessoas que tinham desvios. Aí eu exonerei. E procurei o processo da compra do material. Não achei o processo e ele (chefe de gabinete da gestão passada) falou para o pessoal do Cerimonial que foi comprado por outros meios. Folha – Na Câmara, você já teve o apoio de todos os vereadores. Hoje, três são de oposição. Esses foram eleitos no seu palanque e, exceto Ronaldo Gomes (Pros), os outros compõem a mesa diretora por indicação sua: o presidente Aluizio Siqueira e o vice, Alex Firme, seu líder na Casa no primeiro biênio. O que motivou esse racha? Neco – Na verdade o racha não fui eu que motivei, foram eles. Alex, por exemplo, vivia na minha casa todos os dias. Eram pedidos em cima de pedidos e eu sempre atendendo da melhor maneira possível. Sendo que, no momento que eu mandei uma mensagem para Câmara (o reajuste do IPTU, reprovado pelos nove vereadores), ele estava junto com o governo e batendo no governo na Câmara. Qual é o dever do líder do governo? Defender o governo, mostrar as coisas certas, como o governo está caminhando, mostrando a realidade. Porque, na verdade, não é bem defender, é mostrar a realidade. E ele não estava fazendo esse papel, estava fazendo oposição. Quando eu mandei a mensagem para Câmara, Alex foi o primeiro a chamar os vereadores para votar contra. Ele passou a não ser mais meu líder e caminhou para oposição. (Nessa mensagem do IPTU), havia um combinado feito em uma reunião na minha casa. O governo anterior contratou uma empresa para fazer o novo cálculo do IPTU. Essa empresa trouxe os cálculos muito altos, porque a defasagem é de muitos anos. Com certeza, a população iria reclamar muito dos valores porque, devido à defasagem de mais de 30 anos, o valor ficou muito alto. A Câmara me procurou, sentei junto com eles e falei que foi uma empresa contratada pelo poder público municipal. Eu não poderia contratar outra, porque daria duplicidade na contratação. Eu falei que o único meio que tínhamos para sair, era a Câmara votar emendas para baixar o valor do IPTU. E ficou combinado, um desconto de 80% no valor territorial e 75% no predial. Ficou tudo certo, mas na Câmara fizeram tudo ao contrário. Não votaram. Hoje está aí uma defasagem, Tribunal de Contas cobrando, sendo que hoje a responsabilidade não é minha. Eu mandei para Câmara, que não aceitou sequer fazer emenda e reprovou. Folha – Enquanto partidários se distanciam, adversários do pleito anterior têm se aproximado do governo. Entre eles, os ex-vereadores Gersinho Crispim e Zezinho Camarão, além do vereador Kaká (PT do B). Esse grupo já está fechado para apoiar o prefeito em 2016? Neco – Está fechado, (entre os que apoiam o prefeito atualmente) só não está fechado ainda com a Soninha Pereira (PT) e o vereador Franquis Areas (PR). Estamos conversando com o PR aqui de São João da Barra. Tenho quase certeza que vamos ficar juntos. Folha – O vice-prefeito Alexandre Rosa afirmou que não faz parte do seu grupo. Ele disse que o afastamento foi por não concordar com “seu perfil de administração”. E você, como define sua relação política com Alexandre? Neco – Alexandre é um cara que eu gosto, é meu vice-prefeito hoje. Só que, desde o início, ele não quis acompanhar o nosso lado político. Ele é fiel à ex-prefeita. A ex-prefeita rompeu comigo, por vários motivos. Ela queria administrar no meu lugar e que eu só assinasse. Tudo que ela me pediu no início do governo eu dei, que foi a secretaria de Planejamento com todos os cargos. Só que ela queria que tudo passasse pelo Planejamento e que eu não tivesse o poder perante os secretários. Com isso, chamei os secretários para perto. Ela não aceitou e rompeu comigo. Alexandre a acompanhou. Portanto, nas eleições para deputado, ele não quis seguir o PMDB. Quis seguir o lado político da ex-prefeita. No início, todos da oposição, praticamente, achavam que eu iria ser um boneco. Não sou boneco de ninguém e nunca vou ser. Antes, era Carla que ia mandar no meu governo. Quando ela rompeu comigo, era Ranulfo Vidigal, depois o professor Antônio Neves. E hoje, quem é que vai mandar no meu governo? Eu tenho meu pensamento próprio, sei o que quero para São João da Barra. Jamais ninguém vai mandar no meu governo. Nem tirar o direito de eu fazer um trabalho honesto, um trabalho sério pela minha terra. Folha – Com o afastamento, já existe nome para compor sua chapa de candidatura à reeleição? Neco – A política nós vamos discutir lá na frente.  Folha – Você anunciou cortes de até 25% nos contratos com empresas. Onde essa retenção de despesa vai acontecer? São João da Barra está preparada para enfrentar a já anunciada queda de arrecadação dos royalties? Neco – Eu sei da crise que o país está passando. Se eu não tivesse governado os dois primeiros anos com mão de ferro, tentando economizar o máximo que eu pude economizar, não teria agora nenhum recurso para fazer obras. Estou com um pacote de obras já para ser licitado. Sei da crise que o país está passando, sei da queda de receita tanto na parte federal, quanto na parte estadual, a queda dos royalties. Isso abalou muitos não só São João da Barra, como todos os municípios do estado do Rio de Janeiro e até mesmo do nosso país. Estive em Brasília e pude perceber de perto a situação que todos os municípios estão passando. Lá estavam os presidentes das associações dos prefeitos e o dos vereadores do Brasil, todos em desespero. Os corredores do Congresso estavam cheio de pessoas, todos com reivindicações. Nós temos aqui o projeto das 460 casas populares, que está redondinho, já está na Caixa Econômica. Mas a presidente cortou toda parte de recursos para municípios e estados. A única maneira que encontramos, foi através de emendas dos deputados. Eu encontrei o deputado Índio da Costa (PSD), que comprou a nossa ideia, que pediu que encaminhasse o projeto e que vai colocar no ministério das Cidades. Folha – A criação do seu grupo político fez acender boatos de uma possível reforma administrativa, para inclusão dos seus novos aliados no staff. Isso está previsto? Neco – Eu poderia colocar alguns deles no meu staff, mas até agora não tenho esse pensamento. Se for necessário, vou colocar. Não vou ficar com pessoas dentro do governo, trabalhando e atrapalhando. Eu sofri muito. Levei oito meses aguardando a ex-prefeita, tentando de tudo para que continuássemos juntos. Não teve como. A última vez que ela esteve comigo, ela gritou que quem me colocou na Prefeitura foi ela e eu tinha que fazer o que ela queria, e acabou. E eu falei que tenho Ministério Público, tenho Tribunal de Contas, tudo pra me fiscalizar. Ela falou que não queria saber nada. Na verdade ela queria me ver preso. Aquelas pessoas que não quiserem comungar na cartilha do governo, não vão ficar dentro do governo. Aí, se for necessário eu pegar algum um desses que vieram para nos apoiar, não tenho discriminação com ninguém. Quando eu venci as eleições, eu passei a ser prefeito de todos. Não vou discriminar liderança política que veio de outro palanque, porque não foram do nosso grupo. Eu acho que nós temos que valorizar o sanjoanense, não importa de qual lado político seja. Folha – A relação com a ex-prefeita Carla Machado azedou no início do seu mandato. No entanto, em junho de 2013, ela foi homenageada por você. Antes de se tornar público o fim da aliança política, aconteceram tentativas de reaproximação? Como aconteceu o racha? Neco – Várias pessoas da Prefeitura fizeram de tudo para fazermos as pazes. O racha começou sem eu saber como estava começando. Ela disse (em janeiro de 2013) que estava muito zangada e que precisava conversar urgente. Combinamos no dia seguinte, no apartamento dela, em Campos. O meu pensamento sempre foi em grupo, era organizar o município do meu jeito nos meus quatro anos e depois ela poderia vir candidata à prefeita e eu estar como vice. Confira a resposta completa aqui. Folha – Existe a possibilidade de Neco e Carla juntos em 2016? Neco – É inviável. De maneira nenhuma. Folha – Com as divisões no PMDB sanjoanense, surgem especulações com relação aos nomes que seguirão na legenda. Você é pré-candidato à reeleição. Será pelo PMDB ou um grupo liderado por Aluizio Siqueira poderia ficar com a legenda? Sou candidato pelo PMDB. Já conversei com Leonardo Picciani (líder do PMDB na Câmara Federal) em Brasília e estarei conversando nos próximos dias com o pai dele (Jorge Picciani, presidente do partido no Rio). Eu sempre fui fiel ao lado que estou. Não vivo pulando de galho em galho. Com certeza, vou ser candidato pelo PMDB. Folha – Surgiu um movimento em SJB, que se intitula apartidário, que pede o “fora Neco”. Como você encara essa situação? Neco – Eu encaro normalmente, porque sei que é política. Na minha administração, o que tenho feito até agora, é organizar, planejar, fazer com que as coisas possam acontecer. Tudo isso que está acontecendo é partidário, é orquestrado pela ex-prefeita. As próprias pessoas que estão na direção disso, são pessoas que estão tendo reunião com ela frequentemente. Eu não tenho medo, porque sou sanjoanense. E a população pode ter certeza que vou fazer muito por SJB. Deixa preparar o movimento que quiserem, estou aqui friamente e com a cabeça tranquila porque quero trabalhar pelo município. Folha – Seu governo é muito cobrado pela não conclusão de obras herdadas da gestão anterior. Você disse que herdou um “abacaxi”. Dois anos e três meses à frente da Prefeitura, esse abacaxi já foi descascado? Neco – Estamos descascando aos poucos. Por exemplo, o posto médico do Açu, a empresa entregou, mas sem muro, sem calçada em volta. No processo licitatório que foi feito, não foi colocado todos os itens que eram precisos. Não fez a parte hidráulica, a Prefeitura que está fazendo. Estamos adequando a obra para entregar à população. As casas populares, conseguimos agora na justiça para a Ampla ligar a energia. Tinha uma extensão de rede alta por cima das casas, agora que conseguimos, através de um processo judicial, fazer a Ampla remanejar, mas ainda não conseguimos com que coloque a rede baixa. O posto médico de Barcelos. Todas essas obras que eu peguei são estaduais, em parceria com o governo do estado, esses postos médicos, são todos do Somando Forças. Foram recursos estaduais que entraram para o município. Teve prestação de contas feita com duplicidade, aí trava todo o processo. Teve vários problemas dentro das prestações de contas que tivemos que ir ajeitando. No governo do estado teve troca, teve eleição, paralisou vários setores. Por isso ficaram paradas algumas coisas. Mas, com certeza, essas obras já vão ser entregues. Vou entregar agora o posto de Barcelos, o do Açu e as 30 casas populares no Açu. Folha – Você fez uma viagem a Brasília e aproveitou para buscar benefícios para o município, como também para articulações políticas. De concreto, o que você trouxe da capital federal? Neco – Nós temos lá um processo de um projeto para fibra ótica para dentro do município, que já está licitado. Minha maior preocupação é que agora nessa queda de receita do governo federal, essa crise que está passando, é travar e não deixar fazer esta obra. Fomos lá reforçar esse pedido. Me garantiram que, talvez, até o final desse mês comece a obra. Com relação às casas populares, tive que fazer um encontro com o deputado Índio da Costa (PSD) e colocá-lo como padrinho do projeto, para que tivéssemos uma pessoa nossa interessada em trazer esse recurso para SJB. No ministério do Esporte, são academias e vários polos de esportes que estão para chegar também. E solicitamos obras novas, conforme quadras poliesportivas e vê se consegue recursos federais para isso. O INPH já fez todo o projeto básico. O que está faltando agora é o projeto com números, valores. Já comecei a articular com os deputados. Liguei para o ex-deputado Roberto Henriques, que tem muita ligação com Domenico, presidente do INPH, e ficou de marcar uma reunião em Atafona para explanar todo projeto de desaceleração do avanço do mar em Atafona. Acordos políticos eu tive com o Rodrigo Maia (DEM) e ficou de marcar com o vereador César Maia, tive com Índio da Costa que ficou de colocar o partido aqui em SJB junto com a gente, tive com a deputada Cristiane Brasil (PTB) e o Leonardo Picciani (PMDB). Folha – A Saúde é uma reclamação a nível nacional e em SJB não é diferente. Você sempre falou seu foco na administração pública era a Saúde. Como você avalia o serviço de saúde pública em SJB atualmente? Neco – Em SJB, se as pessoas forem comprar com outros municípios do país, mesmo aqui perto, vocês vão ver que a saúde de SJB faz um bom atendimento à população. Por exemplo, o PSF, nós temos cobertura no município de 100%. Nós temos o posto médico do Açu, Mato Escuro, Barcelos e Grussaí 24 horas. Fora os outros que não são 24 horas, como Sabonete, Quixaba, Atafona. A quantidade de exames que pagamos para população de SJB é enorme. A quantidade de pessoas que são internadas em hospitais particulares porque não encontram vaga no SUS e nós imediatamente encaminhamos para um hospital particular, que é pago com recursos do município. Já teve paciente de ficar em R$ 800 mil, já teve paciente de ficar em R$ 200 mil. É um custo muito alto que pagamos. Nós damos a mais de 600 pessoas medicamentos caríssimos. Tem medicamento que custa mais de mil reais. Quero ver quais os municípios que fazem isso. No ano passado nós gastamos na Saúde de SJB R$ 135 milhões. Eu sempre fiz investimentos na área da saúde. Está marcado para o dia primeiro de abril a licitação da Organização Social de Saúde (terceirização), do Centro de Emergência, que com certeza vai fazer um excelente trabalho. E outra, nós somos uma cidade praiana. Muita gente de fora que também tem endereço aqui, vem usufruir do nosso município. Teve parecer de assistente social que eu vi com receita de Gargaú. Pessoas de Gargaú tomando Galvus aqui em SJB. Folha – Quando se fala na crise econômica nacional, um alento para SJB é o Porto do Açu. Qual a relação do prefeito com a cúpula da Prumo Logística? Economicamente, o que o Porto representa para SJB? Neco – Graças a Deus o relacionamento tem sido muito bom Nesta semana estive com o secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado (nome) e com o Eduardo Parente (presidente da Prumo) no Porto do Açu, onde conversamos bastante. Tem várias empresas ainda para chegar para o município de São João da Barra. E tem sido a sorte do nosso município esse nosso Complexo Portuário. Se não fosse o Complexo Portuário não teríamos receita própria nem mesmo para dar o reajuste aos funcionários. Folha – Como você avalia seus dois primeiros anos de governo e o que a população pode esperar do restante deste mandato? Neco – Os dois primeiros anos de governo foram de muita experiência. Nós conseguimos adquirir muita experiência dentro do município. Se a gente tivesse desde o início à frente da Prefeitura... quando você pega um governo de oposição, você chega, faz uma limpeza e coloca sua equipe para trabalhar e levantar tudo de imediato. Eu peguei um governo de situação e não tive o privilégio de fazer isso nos meus primeiros oito meses de mandato. Então, eu só fui ter o conhecimento verdadeiro do que eram as coisas verdadeiras na prefeitura, depois que a ex-prefeita rompeu comigo definitivamente, depois que ela gritou que ela que teria que mandar na prefeitura. Começamos organizar. Quero aproveitar para agradecer meu secretariado que tem feito um trabalho excelente, nós temos enxugado muito a máquina. Tem empresas que eu tirei que custavam aos cofres públicos R$ 270 mil por mês sem nenhuma necessidade. Tinha outra de ambulância, que era dos filhos do vereador Ronaldo, que levavam outro recurso enorme. Peguei e consertei as ambulâncias do município, coloquei em funcionamento. Coloquei resgate, equipei as nossas ambulâncias para resgate. Tudo custeio que fui baixando. Eu sofri muito também porque faltando quatro dias para eu assumir o governo foi inaugurado o Centro de Emergência. Foi feito um levantamento no Centro de Emergência, eu que coloquei em funcionamento, que o Centro de Emergência traz um custeio R$ 2,4 milhões por mês. Quatro creches fui eu quem colocou em funcionamento, fora as creches que eu tive que colocar o anexo. Tudo é despesa. Uma creche ela requer um número imenso de funcionários. Com meu custeio lá em cima e a receita caindo, eu tive que fazer muitos cortes e planejar. Tenho esperança e, se Deus quiser, brevemente vocês vão ver um pacote de obras para atender nossa população.
Comentar
Compartilhe
Ações para conter enchente em Atafona
21/03/2015 | 14h54
[caption id="attachment_1349" align="aligncenter" width="781"]Maquinário utilizado para conter enchente. Maquinário utilizado para conter enchente.[/caption] A Defesa Civil de São João da Barra usou tratores para tentar impedir que os moradores da Baixada, localidade próxima ao Pontal de Atafona, sejam atingidas pela enchente que vem acontecendo desde a última quinta-feira (19). Na noite de sexta-feira (20), conforme o presidente da Câmara de SJB, Aluizio Siqueira (PMDB), publicou no seu perfil do Facebook (aqui), o maquinário disponibilizado por ele abriu uma vala entre a pequena faixa de manguezal do local e o mar para facilitar o escoamento da água. Neste sábado (21), à tarde, a Defesa Civil fechou a vala, parcialmente, com o intuito de evitar que a água invada novamente as residências, desta vez pelo mesmo caminho que solucionou o problema na noite anterior. De acordo com o coordenador de Defesa Civil de SJB, Adriano Assis, não dá para definir o fenômeno como ressaca, somente como uma maré alta. Além disso, a variação climática dos últimos dias favorece a ocorrência de cheias. Ainda de acordo com Adriano, o ponto alto da maré acontece neste sábado. [caption id="attachment_1350" align="alignright" width="300"]Vala por onde a água escoou foi fechada para tentar evitar nova enchente. Vala por onde a água escoou  na noite de sexta-feira foi fechada no sábado para tentar evitar nova enchente.[/caption] Além das cheias no Pontal de Atafona, como este blog mostrou aqui, a variação da maré também causa danos na praia do Açu e avançou na faixa litorânea de Grussaí. O coordenador da Defesa Civil informou que a situação está controlada. Águas de março — Quase todo ano é a mesma coisa: o verão vai embora e os moradores do Pontal de Atafona e do Açu enfrentam problemas com enchente. O caso é antigo e recorrente. A diferença é que a cada ano as águas do mar estão mais próximas das residências da Baixada, reduto de moradores que já perderam suas casas no Pontal e nas ilhas da Convivência e Pessanha.
Comentar
Compartilhe
Pacote do MPF sobre corrupção divide partidos no Congresso
21/03/2015 | 11h51
[caption id="attachment_1343" align="alignleft" width="300"]rodrigo-janot O Procurado Rodrigo Janot anunciou um pacote de medidas de combate à corrupção. Foto: Divulgação[/caption] Os líderes dos partidos reagiram com cautela às propostas do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que prevê, em casos de corrupção, que os partidos envolvidos percam seus registros, além de aumentar pena de prisão dos envolvidos de 12 para 25 anos. O líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima , questionou a proposta de se fechar os partidos. Para os parlamentares, essa não é uma competência do Ministério Público. — O Ministério Público não tem competência para fechar partidos. Apoiamos todos os projetos que aperfeiçoam o sistema partidário brasileiro, mas cada Poder com suas competências democráticas e constitucionais — disse Cunha Lima. Para o tucano, as propostas mais drásticas, como tornar corrupção crime hediondo, são um reflexo do momento em que vive e onde a sociedade exige punição para o escândalo da Petrobras, investigado na Operação Lava-Jato. — O momento está exigindo uma postura mais drástica como essa — disse Cunha Lima. O líder do PMDB na Câmara, deputado Leonardo Picciani (RJ), disse que ainda vai analisar o texto das medidas. — Temos que avaliar se as medidas são coerentes ou se são exageradas. Temos que ler os projetos — disse Picciani. Já o líder do PT na Câmara, Sibá Machado (AC), qualificou de provocação o pacote de medidas. Para o petista, Janot está dialogando com o PSDB. — Esse projeto dialoga com os tucanos. Isso aí é uma provocação — declarou. Ele disse que não se pode criminalizar o fato de os partidos receberem dinheiro por meios legais. Mas viu na ação do Ministério Público uma iniciativa que não lhe cabe. Outros líderes partidários comentaram a medida aqui, no jornal O Globo. Fonte: O Globo
Comentar
Compartilhe
Eduardo Cunha e Frank Underwood: semelhanças?
21/03/2015 | 11h23
17294940Desde que assumiu como presidente da Câmara, o deputado Eduardo Cunha (PMDB) já se acostumou a ser comparado com o ardiloso político interpretado na série americana House of Cards pelo ator Kevin Spacey. A aproximação de Cunha com o personagem Frank Underwood, um homem que não encontra limites para sua ambição política, seduziu até mesmo a revista britânica The Economist (aqui), que fez a brincadeira em uma reportagem publicada em fevereiro. Na semana em que o deputado brasileiro provocou a queda de um ministro, surge uma dúvida: Quem é mais "perigoso"?
  1. Colegas do Partido Democrata e adversários do Partido Republicano desconfiam das intenções espúrias de Frank Underwood, que corta um dobrado para conquistar aliados para seus planos de poder. Já Eduardo Cunha conta com o apoio de boa parte do Congresso — e é até aplaudido quando depõe em CPI.
  2. Frank Underwood não está nem aí para a vida sexual dos eleitores. Já Eduardo Cunha criou uma comissão especial para que a tramitação do projeto que reconhece como família apenas núcleos familiares formados por um homem e uma mulher seja acelerada, é autor do projeto para a criação do Dia do Orgulho Hétero e posiciona-se contra a adoção de crianças por casais gays.
  3. Frank Underwood só está interessado em ter mais poder, mas não pesa sobre ele a suspeita de desviar dinheiro para proveito próprio, enquanto Eduardo Cunha foi acusado de fraudar licitações para favorecer a construtora de um colega de partido durante o governo de Anthony Garotinho. Em depoimento à Polícia Federal sobre o esquema de desvios da Petrobras, o policial afastado Jayme de Oliveira Filho disse que entregou malas de dinheiro em uma casa na Barra da Tijuca que seria de Eduardo Cunha.
  4. Frank Underwood quer ser lembrado por um grande projeto de combate ao desemprego nos Estados Unidos (o America Works). Eduardo Cunha deverá ser lembrado como o presidente da Câmara que afirmou que a descriminalização do aborto só seria votada no Congresso se passasse "sobre o seu cadáver".
  5. Frank Underwood é um personagem com fome de poder, cometeu crimes e provocou o impeachment de um presidente, mas é de mentirinha. Eduardo Cunha é de verdade. E mora no Brasil.
Fonte: Zero Hora
Comentar
Compartilhe
PSDB entra com ação de improbidade contra ministro de Dilma
20/03/2015 | 19h17
[caption id="attachment_1333" align="aligncenter" width="484"]ministro Reprodução/Facebook[/caption] O PSDB decidiu entrar na Justiça Federal com uma ação de improbidade administrativa contra o ministro Thomas Traumann por causa do documento da Secom em que se discutia o que o governo deveria fazer na área de comunicação para vencer o “caos político”. De acordo com o jornalista Lauro Jardim, em seu Radar Online (aqui), na ação, o argumento principal é que o governo “confessou que utiliza verbas publicitárias para abastecer seu exército de blogueiros”. Fonte: Veja
Comentar
Compartilhe
Cartel da Petrobras começou na década de 1990, revela grupo Setal
20/03/2015 | 19h06
downloadO esquema de cartel estruturado para fraudar contratos com a Petrobras envolveu 23 empreiteiras, foi viabilizado por conta da preferência da estatal em contratar por meio de convite e teve início no fim da década de 90 e início dos anos 2000, tornando-se mais “frequente e estável” a partir de 2003 e 2004. Todas essas informações foram delatadas – inclusive com o fornecimento da lista e do detalhamento das construtoras que integraram os clubes de cartel – por um dos grupos que integrou o esquema, a Setal. A Setal Óleo e Gás e a Setal Engenharia e Construções foram as primeiras dentre as investigadas na Operação Lava-Jato a firmar acordo de leniência com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Esse instrumento existe para pessoas jurídicas da mesma forma que a delação premiada existe para pessoas físicas. O grupo já havia feito o acordo com o Ministério Público Federal (MPF) no Paraná, responsável pela Lava-Jato, e já formalizou interesse no instrumento de leniência junto à Controladoria Geral da União (CGU), numa tentativa de evitar a declaração de inidoneidade e a perda de novos contratos públicos. O Cade já faz acordos de leniência desde 2003 – mais de 40 foram celebrados desde então – e só cuida das questões relacionadas a cartel. Apenas a primeira empresa de um esquema a manifestar interesse pode fechar o acordo. Em troca de novas informações às investigações, inclusive sobre as outras empresas cartelizadas, o empreendimento delator obtém benefícios como a extinção ou a redução de um a dois terços da punição no âmbito do Cade. O acordo é firmado junto com o MPF e pode resultar em imunidade penal total ou parcial. A leniência no âmbito da CGU só começou a valer em janeiro de 2014, com o início da Lei Anticorrupção. Setal, Engevix Engenharia e SBM Offshore já formalizaram os pedidos, mas os casos ainda estão sob análise. Reuniões "esporádicas" para tratar de cartel já ocorriam no fim dos anos 90 e início dos anos 2000, conforme as informações repassadas ao Cade. Essa foi a primeira das 11 fases listadas. Na segunda fase, ainda no fim da década de 90, houve "proteção entre as empresas e formação do "clube dos nove". Esse clube passou a ter atuação "efetiva" na Petrobras em 2004. A fase oito, conforme a leniência, foi a "constatação do clube VIP", que exigia "primazia" para as grandes obras da estatal. Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, Odebrecht, Queiroz Galvão e UTC Engenharia eram as empreiteiras VIP, segundo o documento tornado público. A fase 11, depois das contratações, é chamada de "final do clube". O esquema perdurou por mais de 12 anos. "Os contatos e acordos entre concorrentes se iniciaram de forma preliminar no final dos anos 90/início dos anos 2000, tornaram-se mais frequentes e estáveis a partir de 2003/2004 e duraram até, pelo menos, final de 2011/início de 2012", cita o histórico da conduta, já na primeira página. O abuso da modalidade convite, em que a empresa era chamada para participar da disputa pelos contratos, facilitou o cartel, segundo a Setal. O diretor de Serviços, Renato Duque, e o diretor de Abastecimento, Paulo Roberto Costa, recebiam previamente do grupo "a lista daquelas que deveriam ser convidadas para participar dos certames". O primeiro está preso no Paraná, suspeito de recebimento de propinas. O segundo firmou acordo de delação premiada e se comprometeu a devolver o dinheiro desviado para contas no exterior. "Apenas as convidadas poderiam participar dos certames, sendo que as empresas convidadas já haviam combinado previamente quais delas seriam vencedoras e quais apresentariam propostas de cobertura", cita o documento. Segundo o Cade, o acordo de leniência é acompanhado de um “Histórico da Conduta”, no qual a Superintendência-Geral do Cade descreve de maneira detalhada a prática anticompetitiva conforme relatada pelos signatários e subsidiada pelos documentos apresentados pela empresa. EMPREITEIRAS CITADAS “Clube das nove”: Camargo Corrêa Andrade Gutierrez Odebrecht Mendes Júnior MPE Montagens e Projetos Promon Setal Óleo e Gás Techint Engenharia e Construção UTC Engenharia “Clube das 16”: As mesmas, mais as seguintes: Construtora OAS Engevix Engenharia Galvão Engenharia GDK Iesa Óleo e Gás Queiroz Galvão Óleo e Gás Skanska Brasil Outras com “participação esporádica”: Alusa Engenharia (hoje Alumini Egenharia) Carioca Engenharia Construcap CCPS Engenharia Fidens Engenharia Jaraguá Engenharia e Instalações Industriais Schahin Engenharia Tomé Engenharia Fonte: O Globo
Comentar
Compartilhe
SJB passou da política a “foice e facão” para a "guerra virtual"
20/03/2015 | 17h35
[caption id="attachment_1324" align="aligncenter" width="450"]Reflexo ainda das brigas de 2014, guerras políticas em SJB acontecem pelo Facebook Reflexo ainda das brigas de 2014, guerras políticas em SJB acontecem pelo Facebook[/caption] O povo de São João da Barra sempre foi passional. No Carnaval, a rivalidade é entre Congos e Chinês; no futebol amador, Sanjoanense e Fluminense... e na política, os famosos “abelhas” e “marimbondos”. Como a natureza vive em metamorfose, em SJB o processo é acelerado e quem um dia é abelha, no outro é marimbondo. No fim, ninguém duvida que possam estar todos na mesma colmeia ou no mesmo vespeiro. No entanto, a antiga política da “foice e facão”, do confronto direto (sem agressão física), de discussões intensas nas quais as pessoas ficavam sem se falar, deu lugar a outro método: a guerra virtual. No Facebook — que virou terra sem lei, onde todo mundo fala o que quiser sem se preocupar com as consequências — o prefeito Neco (PMDB) entrou em duas questões polêmicas somente nesta semana. Primeiro foi afirmar que exonerou pessoas sem comprometimento com o governo e acostumadas em “vantagens e desvios” (aqui), além de retrucar sucessivas denúncias publicadas por um site de notícia local, afirmando que o proprietário do veículo de comunicação teria tentado chantageá-lo para não publicar esse tipo de matéria. Quem também entrou na briga foi a ex-prefeita Carla Machado (PT), citada na postagem do prefeito, além de estar ilustrando a publicação, numa foto com o proprietário do site. Carla ainda cita valores que outros veículos de comunicação estariam recebendo para divulgar somente notícias “positivas” do governo. A “guerra” está tomando proporções maiores e a adesão não só de defensores do governo ou da ex-prefeita, como também de jornalistas e radialistas. 2016 é logo ali, mas até as eleições chegarem, tem muita água pra rolar em SJB. Movimento “Fora Neco” — Também pelas redes sociais, um movimento tem sido organizado para pedir a saída de Neco da Prefeitura de São João da Barra. Neco afirmou que o movimento seria “orquestrado” pela ex-aliada, hoje rival, Carla Machado. Uma reunião está prevista para este sábado, na praia do Açu. O local, estrategicamente escolhido, é reduto eleitoral do prefeito.
Comentar
Compartilhe
Classificação final do Vestibular Comunitário em SJB
20/03/2015 | 15h52
3749_200315123529_unnamedA secretaria de Educação e Cultura de São João da Barra divulgou nesta sexta-feira, 20, a classificação final do Vestibular Comunitário. O projeto foi desenvolvido por meio de uma parceria entre a instituição de ensino superior Estácio de Sá e a prefeitura, através das secretarias de Assistência Social, Trabalho e Direitos Humanos e de Educação e Cultura. As inscrições foram realizadas em apenas um dia e a prova contou com a participação de 82 interessados. Estão aprovados todos que alcançaram nota igual ou superior a 3,0. As aulas já começaram, mas os aprovados podem realizar a matrícula até o dia 31 de março, no campus Campos dos Goytacazes da Estácio de Sá. Quem optar pelo curso presencial fará as aulas no mesmo campus da matrícula. Já na modalidade a distância, é necessário apenas ter acesso a um computador conectado à internet. Os sanjoanenses puderam escolher entre mais de 30 cursos, como Administração, Engenharia Civil e Fisioterapia. Os aprovados no vestibular concorrem dentro dos critérios de seleção do Programa Cartão Universitário, e podem conseguir auxílio financeiro de 50% a 80% do valor da mensalidade. Embora a nota de aprovação na Estácio seja 3,0, para se inscrever no Cartão Universitário, o interessado deve ter alcançado nota igual ou superior a 4,0. Para a secretária de Educação e Cultura, Leide Cristina Fernandes, o projeto do Vestibular Comunitário é mais uma iniciativa do poder público municipal visando a qualificação profissional, para que o sanjoanense esteja preparado sempre que surgirem novas oportunidades de trabalho. “Somos pioneiros na questão do Vestibular Comunitário. O governo tem a sensibilidade de preparar o munícipe para o mercado de trabalho, visando as oportunidades que devem surgir com a chegada de novas empresas para o complexo portuário do Açu, entre outras iniciativas em toda a região”, disse a secretária. Confira a relação aqui. Fonte: Secom/SJB
Comentar
Compartilhe
MPF vai pedir punição aos partidos políticos envolvidos na Lava-Jato
20/03/2015 | 14h36
952700-20032015-dsc_4007O procurador da República Deltan Dallagnol afirmou nesta sexta-feira (20) que a força-tarefa da Lava-Jato deverá pedir a punição de partidos envolvidos com a corrupção em contratos de empreiteiras com a Petrobras. O procurador não informou quais seriam as punições. Até o momento, os pedidos de punição estavam restritos a políticos e dirigentes partidários. O pacote de combate à corrupção apresentado hoje pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, prevê o aumento da pena máxima para o crime de 12 para 25 anos de prisão. Também está prevista uma gradação das penas de acordo com o valor do dinheiro público desviado. O Ministério Público defende que haja multa, suspensão e até cassação do registro de funcionamento de partido político envolvido com corrupção. Tudo a depender da gravidade dos desvios. Entre as sugestões estão ainda a criminalização do caixa dois, reforma do sistema de prescrição das penas e medidas para a recuperação de lucro obtido com práticas criminosas. As propostas já vinham sendo elaboradas por procuradores bem antes das manifestações do último domingo, quando milhares de pessoas saíram as ruas para pedir rigor contra a corrupção. São medidas com potencial de impacto maior até que o pacote anticorrupção lançado na quarta-feira pela presidente Dilma Rousseff. Fonte: O Globo
Comentar
Compartilhe
PMDB quer impor "corte na carne" do governo federal
20/03/2015 | 12h06
[caption id="attachment_811" align="aligncenter" width="300"]Líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani apoia redução de ministérios Líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani apoia redução de ministérios[/caption] Que a relação entre o PMDB, que preside a Câmara Federal e o Senado, não anda muito boa com o Palácio do Planalto não é novidade para ninguém. A saída do ex-ministro da Educação Cid Gomes, foi cercada de ameaças dos peemedebistas. O líder do partido na Câmara, Leonardo Picciani, disse que se o ministro ficasse, após ter encarado os deputados uma sessão e reafirmar que tinha uns 400 achacadores na Casa, os peemedebistas deixariam a base de apoio ao governo. Já o presidente do Senado disse que o partido não pode pleitear um ministério, mas deixou claro que cabe a presidente Dilma Rousseff avaliar a importância de um partido no seu governo. Realmente o PMDB pode não querer a Educação, mas que aceitaria outra pasta, não há dúvida. Agora, o partido que reduzir o número de ministérios, de 39 para 20. Picciani afirmou que vai fazer de tudo para acelerar a aprovação de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC), para reduzir o número de pastas. Na visão do parlamentar fluminense, não há como o governo falar em redução de despesas, se não cortar na carne, enxugar a máquina. A defesa da PEC que prevê a redução do número de ministérios de 39 para 20, acontece a despeito do partido ocupar atualmente 6 pastas na Esplanada e sempre reivindicar mais espaço. A proposta está na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara e, segundo Picciani, o partido irá apoiar sua aprovação na próxima terça-feira (24), quando poderá ser apreciada no colegiado. Vale lembrar: O número de ministérios no país é extenso, pode ser considerado até desnecessário. A Esplanada virou um cabide, moeda de troca para apoio político durante a campanha. No entanto, o PMDB não é nenhum “cordeirinho”. Só propõe a redução agora porque se sentiu excluído.  O partido do vice-presidente Michel Temer ficou com seis ministérios, mas queria espaço em pastas de mais evidência.
Comentar
Compartilhe
Estrela decadente
20/03/2015 | 11h00
Ponto-final1Já não bastasse o PT estar envolvido até a medula nos escândalos de corrupção na Petrobras, um prefeito petista de uma cidade do interior com apenas nove mil habitantes, São Sebastião do Alto, resolveu “seguir a cartilha”. O valor da propina passa longe dos mais de R$ 2 bilhões, segundo o Ministério Público, movimentados no Petrolão. Mauro Henrique Chagas iria levar R$ 100 mil de um empresário que faria obras no seu município, mas foi surpreendido por uma ação da Polícia Federal e já foi para Bangu. Estrela decadente (II) A tática para desvio de recursos públicos é conhecida. O valor que o prefeito de São Sebastião do Alto pretendia receber corresponde a 10% de duas licitações no município para obras nas áreas de Saúde e Saneamento. Do jeito que a situação política do país está, levar uma “fatia” dos valores licitados pode ser considerado o que o ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco chamou na CPI da Petrobras de “corrupção institucionalizada”? Estrela decadente (III) A direção do PT teve uma atitude imediata. Expulsou Mauro Henrique da legenda. Washington Quaquá, presidente do PT no Rio, afirmou que, apesar de filiado, o prefeito de São Sebastião do Alto “era uma figura de pouca expressão e nenhum envolvimento na vida partidária”. O ato é sensato, mas não condiz com a defesa desenfreada que a legenda, a nível nacional, tem feito de seus investigados pela Lava Jato, entre eles, o tesoureiro nacional do partido, João Vaccari Neto. Quer brilhar Em Brasília, o PT segue refém do PMDB. O presidente do Senado, Renan Calheiros, afirmou que não é o momento do seu partido pleitear nada junto à presidente da República. Para Renan, cabe somente à presidente entender o quanto é importante a participação de um partido em seu governo. Uma mensagem nem tão velada para Dilma Rousseff, mostrando que os peemedebistas estariam de olho na vaga aberta no ministério da Educação, com a saída de Cid Gomes após chamar deputados de “achacadores”. Necessário Campos tem mais de 30 mil universitários e uma instituição considerada de ponta, sendo uma das melhores do país, a Uenf. A assinatura da implantação do Parque Tecnológico do Norte Fluminense (PTNF) chega um pouco atrasada, mas antes tarde do que nunca. O parque será o terceiro do Estado do Rio de Janeiro e o primeiro da região. Reitores e dirigentes de entidades do setor produtivo assinaram um protocolo de intenções para a estruturação e implantação do PTNF. O próximo passo será uma série de reuniões entre os órgãos para selecionar as atividades. Parque O município em sua área urbana precisa urgentemente de um parque de grande porte que possa servir de centro de convivência, prática de esportes e lazer. Somos uma cidade de pequenas e médias pracinhas como os jardins do Liceu e São Benedito. Ter áreas próximas às residências é algo importante, mas Campos precisa de um espaço maior e parece que existe um estudo sobre isso. Seria preciso aprofundar essa questão e fazer com que esse projeto saia do papel. Centro O chamado centro histórico de Campos vai paulatinamente sendo arrumado com o aterramento dos fios que vão permitir a retirada dos postes. Não se sabe se veio para ficar, mas aqueles transformadores verdes colocados nas ruas do Calçadão são horríveis. Isso sem falar nas bicicletas que continuam sendo amarradas em postes, jardineiras e grades. Já tem gente pensando em montar um bicicletário particular no centro da cidade. Pode ser uma excelente ideia. Tombamentos O juiz aposentado Edmundo Machado foi procurado por pessoas proprietárias de imóveis antigos de Campos que foram tombados pelo município. A questão está na avaliação do valor histórico e arquitetônico destes prédios. Enquanto isso como fica o Mosteiro de São Bento, na Baixada Campista, em petição de miséria e precisando de uma reforma. Parece que o efeito Trianon não é tão grande quanto se pensava. Publicado neste sexta-feira (20) na Folha da Manhã
Comentar
Compartilhe
As águas de março
19/03/2015 | 17h01
[caption id="attachment_1301" align="alignleft" width="225"]Localidade da Baixada, em Atafona. Foto: Alanir Loureiro / Reprodução Facebook Localidade da Baixada, em Atafona. Foto: Alanir Loureiro / Reprodução Facebook[/caption] Quase todo ano é a mesma coisa: o verão vai embora e os moradores do Pontal de Atafona e do Açu enfrentam problemas com enchente. De acordo com o coordenador da Defesa Civil de São João da Barra, Adriano Assis, a equipe está de prontidão para o auxílio dos moradores, caso haja necessidade. No Pontal, foi necessário remover os freezers e outros utensílios de um bar, no local onde já funcionou o “Bar do Elvis”. Nas casas dos moradores da Baixada, a equipe da Defesa Civil auxiliou para levantar os móveis, evitando que os moradores tenham prejuízos maiores. Já no Açu, o problema enfrentado com o mar, que já alagou a área de shows da localidade e a rua do DPO. A Folha Online publicou matéria (aqui) sobre o avanço do mar no 5º distrito. Segundo Adriano, uma bomba foi instalada para auxiliar nos trabalhos, puxando a água da rua e jogando em uma lagoa da localidade. A ressaca do mar também atingiu o litoral de Grussaí. O coordenador da Defesa Civil acrescenta que não há previsão da maré ficar mais alta e que a situação deve ser normalizada em breve.  
Comentar
Compartilhe
Reajuste do servidor de SJB será de 6,41%
19/03/2015 | 12h12
[caption id="attachment_1292" align="aligncenter" width="800"]Neco informou o percentual do reajuste anual do servidor público em 2015. Foto Paulo Pinheiro Neco informou o percentual do reajuste anual do servidor público em 2015. Foto Paulo Pinheiro[/caption] O prefeito Neco (PMDB) afirmou na manhã desta quinta-feira (19) que o reajuste do servidor municipal neste ano de 2015 será de 6,41%. De acordo com o prefeito, o índice é o mesmo da inflação e o único possível para a administração municipal para este ano. Nos dois primeiros anos de mandato, Neco concedeu reajuste de 12% a cada ano. — Eu dei 12% no primeiro ano, 12 % no meu segundo ano, mas eu não estava preparado para essa crise que o país veio a sofrer. É uma coisa que surgiu de pouco tempo pra cá. Quem dera se eu pudesse dar 15%, 20%, a vontade é muita. A única maneira que vou poder fazer é dar o reajuste de acordo com a inflação que é 6,41% — disse Neco. O projeto do reajuste deve ser encaminhado à Câmara ainda nesta quinta-feira. De acordo com o prefeito, se for aprovado na próxima sessão, terça-feira, pode não ser incorporado ao pagamento de março, mas em abril será pago o percentual retroativo. Neco não descartou a possibilidade de um abono no segundo semestre, caso o cenário de crise nacional seja revertido. "Se no futuro a gente sair dessa crise, posso pensar num abono para melhorar a situação. Tenho que ter o pé no chão, não posso fazer doideira", afirmou o prefeito. As declarações foram feitas durante uma entrevista exclusiva, que será divulgada no domingo (22) na edição impressa da Folha da Manhã e neste blog. Neco falou sobre alianças políticas, o racha com vereadores da base governista e com a ex-prefeita Carla Machado, além de projetos para 2016. Atualização às 16h: O projeto já foi enviado para Câmara e, provavelmente, entrará na pauta da sessão da próxima terça-feira. O indíce utilizado para o reajuste da salário foi o acumulado de 2014 do IPCA.
Comentar
Compartilhe
Câmara de SJB não realiza sessão por falta de quórum
18/03/2015 | 17h29
[caption id="attachment_843" align="alignleft" width="300"]Presidente da Câmara marcou próxima sessão para terça-feira Presidente da Câmara marcou próxima sessão para terça-feira[/caption] A expectativa era que a Câmara de São João da Barra apreciasse nesta quarta-feira (18) o projeto do Executivo para o aumento do servidor municipal. No entanto, até ss 17h, o projeto não havia sido enviado ao Legislativo. Por fim, não houve quórum para realização da sessão. Apenas os vereadores Aluizio Siqueira (PMDB), presidente da Câmara, Alex Firme (PMDB), vice-presidente, e Soninha Pereira (PT), estiveram no plenário. Durante todo o dia este blog tentou contato com a Prefeitura e com a Câmara para saber sobre o aumento do servidor, mas até o momento não há nenhuma novidade.  
Comentar
Compartilhe
Tempos modernos
18/03/2015 | 17h14
[caption id="attachment_1282" align="aligncenter" width="448"]SEMA Sinalização já foi instalada na rua Barão de Barcelos. Foto: Secom/SJB[/caption] Após uma semana de intensas discussões entre sanjoanenses nas redes sociais devido à existência ou não, agora é fato: os semáforos chegaram a São João da Barra. No Facebook, foi possível acompanhar a marcação dos pontos dos semáforos, a chegada do equipamento ainda embalado, tudo com ampla repercussão no mundo virtual. Afinal, é o acontecimento mais importante na cidade nos últimos tempos e não poderia deixar de ser registrado. As discussões foram motivadas pelo atraso, já que o serviço estava previsto para ser concluído na semana passada (aqui). A publicação de um extrato com a empresa responsável pelo serviço foi divulgada neste blog (aqui). A partir de agora, vamos acompanhar se os motoristas sanjoanenses e os visitantes vão respeitar a sinalização. Muita gente ainda reluta com o fato de a principal rua da cidade ter se tornado mão única e se queixa com relação aos locais onde agora são proibidos de estacionar. Fato é que o trânsito de São João da Barra mudou muito nos últimos anos. De acordo com informação publicada no Portal da Prefeitura de SJB, Começou nesta quarta-feira (18) a instalação dos primeiros semáforos em São João da Barra. O trabalho estava previsto para iniciar na semana passada, mas devido a ajustes estruturais em uma das áreas onde será instalado o sinal de trânsito, a empresa Contransin, responsável pela execução do trabalho, retomou a ação na última segunda-feira (16). — Tivemos que aguardar a reparação em uma calçada para a instalação das colunas de sustentação. No local, havia risco de uma marquise desabar e após este ajuste, a empresa retomou o serviço, onde realizará a concretagem e iniciará a colocação dos semáforos — ressaltou o engenheiro de Trânsito, Paulo Mosso. Ainda de acordo com Paulo Mosso, todo material adquirido está dentro das normas estabelecidas de acordo com as resoluções 14/744 – 2001 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e 483-2014 do Departamento Nacional de Transito (Denatran). “Todos os semáforos estão em ótimas condições, totalmente novos. São estruturas tubulares, galvanizadas a fogo, confeccionadas em tubos de aço e com aplicação de tratamento químico de limpeza”, contou. Os locais definidos pela secretaria de Transportes e Trânsito para a instalação dos semáforos são: BR-356 com Rua Barão de Barcelos; BR-356 com Rua Quintino Bocaiuva; Avenida Joaquim Thomáz de Aquino Filho com Rua São Benedito; Rua São Benedito com Rua Barão de Barcelos.
Comentar
Compartilhe
Youssef disse ter ouvido que Aécio recebia recursos de Furnas
18/03/2015 | 16h44
[caption id="attachment_1148" align="alignleft" width="300"]Acusação contra presidente do PSDB foi arquivada por falta de provas Acusação contra presidente do PSDB foi arquivada por falta de provas[/caption] O doleiro Alberto Youssef afirmou em um dos depoimentos de sua delação premiada que ouviu do ex-deputado José Janene e do presidente da empresa Bauruense, Airton Daré, que o senador Aécio Neves (PSDB) dividia uma diretoria de Furnas com o PP e que uma irmã dele fazia a arrecadação de recursos junto à empresa citada. Youssef disse não saber como se daria essa arrecadação por parte do PSDB. Os investigadores chegaram a apresentar uma foto de Andréa Neves, irmã do senador, mas Youssef disse nunca ter estado com ela. O depoimento sobre Aécio Neves consta nos vídeos de delação premiada divulgados nessa terça-feira (17) pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As declarações foram prestadas no dia 12 de fevereiro deste ano, quando o grupo de trabalho da Procuradoria-Geral da República voltou a Curitiba para ouvir o doleiro em relação a pessoas com foro privilegiado. As citações ao senador tucano foram arquivadas pelo STF seguindo a proposta do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. A alegação do procurador para o arquivamento da acusação é de que as citações foram indiretas, e que Youssef não forneceu elementos suficientes para aprofundar a investigação. Fonte: O Globo
Comentar
Compartilhe
Condenado e abandonado: ninguém aparece para demolir o Atafona Praia Clube
18/03/2015 | 10h55
[caption id="attachment_1091" align="aligncenter" width="640"]Atual fachada do Atafona Praia Clube. Foto: divulgação Fachada do Atafona Praia Clube. Foto: divulgação[/caption] Expirou o prazo determinado pela Defesa Civil de São João da Barra para proprietários demolirem o que restou das estruturas do Atafona Praia Clube. Visto as condições de total abandono que o espaço já se encontra há algum tempo, não causa espanto ao constatar que ninguém apareceu para derrubar “com dignidade” os escombros de um clube que marcou gerações de campistas e sanjoanenses. Agora, a decisão será judicial. [caption id="attachment_1275" align="alignright" width="300"]e5d28cca6925e50e3c7e213e863e2634_390x293 Área da piscina do que já foi o principal clube de toda região. Foto: Aluysio Abreu Barbosa[/caption] De acordo com a portaria 01/2015, publicada no dia 07 de março (datada de 06), os proprietários do Clube teriam uma semana para fazer a demolição (aqui). Em matéria publicada na edição do dia 08 de março da Folha da Manhã (aqui), o coordenar da Defesa Civil, Adriano Assis, explicou que caso os proprietários não comparecessem para cumprir a determinação da portaria, o Ministério Público (MP) seria acionado para autorizar o poder público a praticar o ato. Segundo ele, as condições atuais do prédio correm risco de desabamento. Outra preocupação, é que as dependências sejam invadidas, o que causaria problemas ainda maiores caso as estruturas desabem. Adriano afirmou que a Defesa Civil continua empenhada para demolição do prédio. Mais uma vistoria vai acontecer ainda nesta semana e, na próxima, a documentação deve ser enviada ao MP. “Vamos informar ao Ministério Público a situação do prédio, enviando um relatório fotográfico, e pedir o nada opor para que possa ser feita a demolição. A partir daí, vamos aguardar a resposta para então prosseguir as ações”, pontuou o coordenador da Defesa Civil. Com o envio da documentação ao MP, não há novo prazo para demolição até que o órgão envie uma resposta à Defesa Civil. Este blog acompanhará de perto o desenrolar da história.
Comentar
Compartilhe
Bruno Dauaire requer criação de comissão do Porto do Açu
17/03/2015 | 13h50
ewegttgO deputado estadual Bruno Dauaire (PR) requereu na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) a criação da Comissão de Representação para mediar conflitos decorrentes da implantação do complexo portuário do Açu, em São João da Barra. Dauaire fez o requerimento baseado no artigo 29 do regimento da Alerj, que dispões sobre a constituição das comissões especiais. Na legislatura anterior, o então deputado Roberto Henriques (PSD) presidiu uma comissão para acompanhar a instalação do porto no Norte Fluminense. Para Bruno, o complexo portuário é de suma importância para o município e para a região. Porém, ele destaca que o empreendimento criou diversas situações conflitantes ligados ao meio ambiente, a os produtores que trabalham com a  agricultura familiar e a pequenos pecuaristas. — A terra ficou salinizada o que impossibilita o plantio e coloca em risco a saúde da população. Além de outras situações que devem ser acompanhadas de perto pelas autoridades competentes, defendendo não só os que estão excluídos do processo de desenvolvimentos, mas também os trabalhadores do Porto que precisam de mais garantias — disse Dauaire. O deputado informou ainda que a missão da comissão na Alerj é acompanhar o desenvolvimento do empreendimento e cobrar que a vida população local tenha melhorias, não só a geração de lucros para investidores.
Comentar
Compartilhe
Existem pessoas que só querem atrapalhar o governo, diz Neco
17/03/2015 | 11h47
[caption id="attachment_1267" align="alignleft" width="263"]Reprodução/Facebook Reprodução/Facebook[/caption] Através de seu perfil na rede social Facebook (aqui), o prefeito de São João da Barra, Neco (PMDB), deixou um desabafo direcionado àqueles que ele chama de “um grupo de oposicionista fazendo de tudo para que a administração dê errado”. Neco foi além e classificou essas pessoas como “viciadas em vantagens ou em desvio”.  Para exemplificar, o prefeito citou um caso recente na Escola Municipal Amaro de Souza Paes, em Grussaí, onde foi informado que 300 kg de frango estavam estragados, mas uma equipe da Prefeitura esteve no local e constatou que a denúncia não procedia. Vale lembrar que a Escola Amaro de Souza Paes, do outro lado da Lagoa de Grussaí, é alvo constante de denúncias desde a saída da diretora Denise Machado. Ela é esposa do vereador Ronaldo Gomes (Pros), da bancada de oposição e teria vínculos familiares com a ex-prefeita Carla Machado (PT), antes aliada, agora opositora ao atual gestor. A exoneração de Denise, sem aviso prévio, teria sido um dos motivos que da mudança de postura de Ronaldo na Câmara, que, até então, fazia parte da base de sustentação ao governo Neco na Casa. Confira o depoimento do prefeito: “Bom dia meus amigos. Quando começo a exonerar essas pessoas que só querem atrapalhar o governo, começam a me chamar de perseguidor, mas é muito duro a gente querer trabalhar corretamente e ter um grupo de oposicionista fazendo de tudo para que a administração dê errado, tenho enfrentado todas essas batalhas em minha administração por esses tipos de pessoas serem viciadas em vantagens ou em desvio, como temos uma fiscalização intensa essas pessoas se revoltam com o nosso governo, como por exemplo na escola Amaro de Souza Paes em Grussaí, aproveitaram a diretora está com sua mãe com problema de saúde em uma sexta-feira a tarde e informaram a ela que 300 kg de frango estavam estragados e que o cheiro estava exalando a escola toda, a diretora desesperada partiu para minha casa sem saber o que fazer, imediatamente acionei a equipe responsável pelo almoxarifado e foram até a escola retiraram toda a mercadoria e eu liguei para eles informando que eu queria ver e saber qual foi o motivo da perca e quando me mostraram os 300 kg de frango da marca Rica com a validade do mês 11/2015 sem ter um pedaço sequer estragado, foi revoltante! Mandamos para uma outra escola e ninguém reclamou de má condição da mercadoria. Mas de uma coisa podem ter certeza, nada disso vai nos abalar porque somos fortes, sinceros e queremos o melhor para São João da Barra, a mesma honestidade que eu tinha quando era cortador de cana permanece em mim até hoje e jamais perderei isso que aprendi no berço familiar. Que Deus nos abençoe e nos dê sabedoria para enfrentar todos esses desafios. Um abraço a todos e Juntos somos mais!
Comentar
Compartilhe
Carla Machado em homenagem na Alerj; Soninha Pereira e Alex Firme prestigiam
16/03/2015 | 22h53
DSC_0321 A deputada estadual Rosângela Zeidan (PT) presidiu uma sessão solene em homenagem ao dia da mulher no plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) nesta segunda-feira (16). A ex-prefeita de São João da Barra e suplente de deputada pelo PT, Carla Machado, fez parte da mesa. Outros políticos sanjoanenses estiveram no evento, como a vereadora petista, mas que faz parte da base de apoio ao governo Neco (PMDB), Soninha Pereira, e o vereador peemedebista, mas que é da bancada de oposição, Alex Firme. 10446019_598154066985686_3141089759471131117_nEm seu discurso, Carla defendeu o papel da mulher na política e declarou apoio a presidente Dilma Rousseff (PT). Para Carla, Dilma é “alvo de perseguição das organizações Globo”, um discurso bem conhecido na planície, mas na boca de outro político, desafeto da ex-prefeita sanjoanense. Carla também citou a legislação que determina 30% das vagas de candidatos nos partidos sejam mulheres. “Como mulher, como uma pessoa que milita na política há muito tempo, eu acho que não precisaria dessa legislação. Mas que as mulheres quisessem participar mais da política, pelo dom, pela capacidade e pela vontade de ajudar o próximo”, afirmou. Além de Carla e Soninha — que recebeu uma homenagem simbólica —, outros petistas da região compareceram ao evento, como o vereador Marcão Gomes, de Campos. Entre outros convidados para a solenidade, estava a jornalista Lurian Silva, filha do ex-presidente Lula.
Comentar
Compartilhe
Festa de Nossa Senhora da Penha, em Atafona, tem programação definida
16/03/2015 | 11h33
[caption id="attachment_1253" align="aligncenter" width="448"]Atrações confirmadas para a Festa da Penha 2015: Padre Alessandro Campos e Gabriel Gava Atrações confirmadas para a Festa da Penha 2015: Padre Alessandro Campos e Gabriel Gava.[/caption] Uma das festas religiosas de maior expressão no Norte e Noroeste Fluminense, a festa de Nossa Senhora da Penha, em Atafona, já tem a programação de shows ofertados pela Prefeitura de São João da Barra definida. E as atrações são sertanejas. No domingo, 12 de abril, o show fica por conta de Gabriel Gava. Já na segunda-feira, 13 de abril, dia dedicado à padroeira, após a procissão — em processo de tombamento como patrimônio cultural imaterial do estado do Rio — o show religioso é do padre cantor, e sertanejo, Alessandro Campos. A festa é realizada pela Irmandade de Nossa Senhora da Penha  com apoio da Prefeitura. As informações foram confirmadas na manhã desta segunda-feira (16), pelo prefeito Neco. A atração de domingo, o cantor Gabriel Gava deve levar ao público de todas as cidades da região que visitam Atafona durante os festejos da padroeira da localidade músicas que alavancaram a sua carreira, como “Máquina do Tempo” e “Fiorino”. O show do padre Alessandro Campos — um dos mais elogiados na programação do verão em SJB — promete no repertório canções religiosas, como “O que é que eu sou sem Jesus?” e “Noite traiçoeiras”, além de clássicos do sertanejo de raiz, como “Telefone mudo”, Menino da porteira”, “No dia em que eu saí de casa”, entre outros. Os shows locais e regionais de sexta (10) e sábado (11) e domingo (12) ainda serão definidos.

Programação Religiosa

[caption id="attachment_1256" align="aligncenter" width="800"]Foto: Paulo Pinheiro Foto: Paulo Pinheiro[/caption] O Oitavário de preparação para a festa de Nossa Senhora da Penha começa no dia 5 de abril, junto com a Páscoa – mais importante celebração do cristianismo. A preparação é realizada seguindo os festejos de Vila Velha-ES, onde Nossa Senhora da Penha também é a padroeira e festejada nos mesmos dias, e deu origem a devoção na praia de Atafona. De segunda a sábado, as missas do Oitavário acontecem às 19h. No sábado (11), logo após a missa, a comunidade católica apresenta o Auto de Maria, com o tema da festa de 2015: Maria, Rainha da Paz. O domingo (12) da Divina Misericórdia marca também o encerramento do Oitavário. A missa acontece às 9h e logo depois são celebrados os batizados. Às 15h, acontece a tradicional Procissão Fluvial, quando a imagem da padroeira é levada às águas do Rio Paraíba pelos pescadores. Na chegada, acontece a benção das embarcações e a coroação de Nossa Senhora. À meia-noite, uma queima de fogos marca a chegada do grande dia festivo. A segunda-feira (13), dia maior dedicado a Padroeira Nossa Senhora da Penha, a programação religiosa começa às 6h, com a alvorada festiva. Às 10h, o bispo diocesano dom Roberto Ferrería Paz celebra a missa solene, que nos últimos anos têm reunido mais de 2 mil fiéis. Sempre às 17h, a procissão de Nossa Senhora da Penha é acompanhada por milhares de devotos, vindos de diversas partes do país. O cortejo com 21 andores ornamentados passa pelas principais ruas de Atafona. A caminhada leva em média quatro horas. É uma das maiores demonstrações de fé das regiões Norte e Noroeste Fluminense. A procissão será recebida por uma grande queima de fogos e, logo depois, Nossa Senhora da Penha será coroada.
Comentar
Compartilhe
Manifestações contra o governo Dilma pelo país e no exterior
15/03/2015 | 12h44
[caption id="attachment_1247" align="aligncenter" width="606"]Em Brasília, manifestação acontece no Congresso Nacional Em Brasília, manifestação acontece no Congresso Nacional. Reprodução/G1[/caption] Um movimento pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) e contra a corrupção acontece em mais 150 cidades no Brasil e no exterior neste domingo (15). O protesto foi convocado pelas redes sociais e concentra grande número nas principais cidades do país. No Rio de Janeiro, o manifesto da manhã acontece na praia de Copacabana.  Em Campos, os participantes do ato se reúnem na Praça São Salvador. No convite pelas redes sociais, 4,5 mil confirmaram presença. No entanto, até às 10h, o número estimado pela organização era de 500. Ainda não há número oficial da Polícia Militar. No Distrito Federal, a manifestação acontece em torno do Congresso Nacional. As imagens da TV Globo, reproduzida pelo site G1, faz lembrar os movimentos de junho de 2013, quando manifestantes tomaram o prédio do Legislativo nacional, que entrou para história como uma das imagens emblemáticas daquelas manifestações. No exterior, os protestos acontecem em frente a embaixadas brasileiras ou em pontos turísticos das cidades que contam com brasileiros. Mais informações sobre os protestos  deste domingo e no blog do jornalista Alexandre Bastos (aqui).  Mais de 63% do ato pró-Dilma acreditam que ela sabia da corrupção na Petrobras Como o blog Opiniões publicou aqui, pesquisa Datafolha divulgada neste domingo aponta que 63% dos manifestantes do ato pró-Dilma, organizado na sexta-feira (13) pela Central Única dos Trabalhadores, acreditam que a presidente sabia da corrupção na Petrobras. O Instituto realizou 313 entrevistas, e a margem de erro é de seis pontos para mais ou para menos. Para 36% dos entrevistados, a presidente sabia da corrupção, mas não poderia fazer nada. Outros 27% acreditam que ela sabia e deixou que os malfeitos ocorressem; e 32% entendem que ela não tinha conhecimento de nada.
Comentar
Compartilhe
PM estima 1.500 em protesto no Rio, mesmo número que teria saído de Campos
13/03/2015 | 20h34
[caption id="attachment_1239" align="aligncenter" width="300"]Manifestação pró-Dilma no Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva / Agência Brasil Manifestação pró-Dilma no Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva / Agência Brasil[/caption] A Polícia Militar (PM) do Rio de Janeiro declarou o número de manifestantes presentes no ato em defesa a tanta coisa, mas que no fim foi em defesa à presidente Dilma Rousseff (PT): 1.500 pessoas. O número é o mesmo que o Sindipetro e o diretório do PT em Campos afirmaram (aqui) que levaram da cidade para o ato na capital. Realmente Campos esteve em evidência no protesto, uma vez que o jornal O Globo, durante sua cobertura em tempo real, destacou a presença dos estudantes da UFF/Campos e os representantes do Sindipetro. Pelos cálculos da Central Única dos Trabalhadores (CUT), responsável pelo movimento de 13 de março, o número de presentes foi 5 mil. Se o número de manifestantes for o mesmo o indicado pela PM e o informado pelo Sindipetro e PT-Campos também, dá pra constatar que para os campistas a viagem ao Rio foi desnecessária, e o protesto poderia ter acontecido aqui mesmo pela planície. Se o número de manifestantes for o mesmo o indicado pela PM e o informado pelo Sindipetro e PT-Campos também, teve gente que queria sair da planície e apenas aproveitou a carona para um passeio na tarde de sexta-feira pela cidade maravilhosa. Se o número de manifestantes for o mesmo o indicado pela CUT e o informado pelo Sindipetro e PT-Campos também, representa que 30% dos manifestantes eram do município. Aí seria a prova de que o Partido dos Trabalhadores e as centrais sindicais campistas estão com mais força de mobilização que as mesmas entidades em todo o estado do Rio de Janeiro. Depois de tantos “se”, quem se arrisca a escolher um como verdade ou indicar uma nova solução para o “problema” apresentado?
Comentar
Compartilhe
Atos pró-Dilma acontecem pelo país; campistas participam no Rio
13/03/2015 | 16h02
[caption id="attachment_1206" align="aligncenter" width="751"]Reprodução do site O Globo Universitários da UFF defenderam a "soberania nacional". Reprodução do site O Globo[/caption] Manifestantes campistas integraram o ato pró-Dilma no Rio de Janeiro. Desde às 15h25, a cobertura em tempo real do jornal O Globo (aqui) mostrou que eles já estavam na Cinelândia, onde aconteceu o ato intitulado como “Dia Nacional de Luta em Defesa: dos Direitos da Classe Trabalhadora; da Petrobras; da Democracia; da Reforma Política e Contra o Retrocesso”.A foto mostra estudantes membro do Diretório Central de Estudantes  (DCE) da UFF Campos, com uma faixa em defesa da “soberania nacional”. O jornal também registrou a presença em grande número de participantes do Sindipetro do Norte Fluminense. Pelo país, o protesto acontece em pelo menos mais 34 cidades. Como este blog mostrou aqui, cerca de 1.500 manifestantes de Campos — segundo números do Sindipetro e do presidente do PT Campos — foram para o Rio de Janeiro participar do ato pró-Dilma. Entre eles estão sindicalistas, petistas, simpatizantes e estudantes. A concentração na Cinelândia estava prevista para 15h. Uma passeata prevista para 17h começou pouco antes das 18h. A Polícia Militar informou que, até às 16h35, nenhum incidente tinha ocorrido na manifestação no Rio. Os PMs, 400 escalados, liberaram o trânsito na região da Cinelândia, pedindo para as pessoas irem para a calçada. Muitas pessoas com camisas da CUT e do Sindipetro do Norte Fluminense participavam do ato. Nos cartazes, muitos pedidos pela democratização da mídia e pela punição dos envolvidos no escândalo da Petrobras. Segundo o subcoodenador de policiamento do evento, tenente-coronel Carlos Tiango, às 17h20, cerca de 700 pessoas participavam do ato na Cinelândia, no Rio. Após 20 minutos, a PM divulgou novo boletim com número de 1.000 participantes. Manifestantes começaram a deixar a Cinelândia, por volta das 17h45, e caminhar em direção à sede da Petrobras, na Avenida Chile. O ato, segundo a PM, acontece de forma pacífica. Os primeiros manifestantes que chegaram à sede da Petrobras  realizaram um abraço simbólico e cantaram o Hino Nacional na porta do edifício. Em seguida, gritaram "viva Dilma". O número oficial de manifestantes, segundo a Polícia Militar, foi de 1.500. Já a Central Única dos Trabalhadores (CUT), responsável pelo protesto, diz que foram 5.000 presentes. A manifestação em frente à sede da Petrobras terminou às 18h40. O protesto terminou sem incidentes, de forma pacífica. Além do Rio de Janeiro, os manifestos pró-Dilma acontecem em outras 34 cidades pelo país. Até o momento, não houve confronto registrado em nenhum dos manifestos: mapa    
Comentar
Compartilhe
Bolsonaro protocola pedido de impeachment da presidente Dilma
13/03/2015 | 14h28
[caption id="attachment_1197" align="alignleft" width="240"]Reprodução/Facebook Reprodução/Facebook[/caption] O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) protocolou na Câmara dos Deputados um pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O anúncio foi feito em sua página oficial na rede social Facebook (aqui) nessa quinta-feira (12). Neta sexta, uma manifestação no Rio em apoio a Petrobras, e também ao PT, será realizada às 15h (aqui) e em outras capitais. Já no domingo, dia 15 de março, várias manifestações pelo impeachment acontecem pelo país, inclusive em Campos (aqui). Considerado um dos deputados mais conservadores e crítico do PP, o congressista recorre principalmente ao esquema de corrupção na Petrobras, investigado pela operação Lava Jato, da Polícia Federal, para justificar o pedido. Na avaliação do deputado, Dilma foi beneficiada pelos desvios da estatal e cometeu crimes contra a administração pública ao não atuar contra os desmandos. — Mais do que despreparo, mostra-se evidente a omissão da denunciada ao deixar de adotar medidas preventivas e repressivas para combater o câncer da corrupção em seu governo, mantendo, perto de si e em funções de alta relevância da administração federal, pessoas com fortes indícios de comprometimento ético e desvios de conduta. Deixou de agir em defesa da sociedade da qual é responsável máxima na administração pública — afirma. O pedido do deputado ainda será analisado pela equipe técnica da Câmara, antes de ser enviado para análise do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), responsável por acolher ou rejeitar esse tipo de solicitação. No mês passado, o peemedebista afirmou que não via espaço para este tipo de ação. Com informações do jornal Folha de S. Paulo.
Comentar
Compartilhe
Campos envia cerca de 1.500 para ato pró-Dilma no Rio
13/03/2015 | 10h23
[caption id="attachment_1189" align="aligncenter" width="728"]sede do Sindipetro NF foi local de concentração para os manifestantes de Campos. Foto: Reprodução/Facebook Sede do Sindipetro NF foi local de concentração para os manifestantes de Campos. Foto: Reprodução/Facebook[/caption] Entre militantes do PT, movimentos sindicais e sociais de Campos, cerca de 1.500 pessoas saíram na manhã desta sexta-feira (13) para o ato em defesa da Petrobras que acontece na capital do estado, às 15h. A concentração foi na sede do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF). De acordo com Luiz Carlos Mendonça, diretor do Sindipetro-NF, 28 ônibus e 15 vans estão a caminho do Rio de Janeiro. Ainda segundo Luiz Carlos, 500 manifestantes de Macaé devem se juntar ao grupo do Norte Fluminense. Para o presidente do diretório do PT em Campos, André Oliveira, o número de manifestantes por todo o país demonstra que a informação divulgada nesta semana (aqui) que a popularidade da presidente Dilma Rousseff (PT) estaria em apenas 7% de aprovação popular é especulação. “Não sei se chega a esse patamar. Acho muito improvável esse resultado. Para mim, se trata de especulações e isso só tende a aumentar agora”, comentou. André destacou a participação espontânea de militantes petistas, simpatizantes e sindicalistas. Já Luiz Carlos Mendonça, lista que além dos petroleiros e petistas, a comitiva de Campos para o ato no Rio conta com membros do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe), bancários, estudantes da UFF e Uenf, associação de moradores. No site da Central Única dos Trabalhadores (CUT), o movimento é intitulado como “Dia Nacional de Luta em Defesa: dos Direitos da Classe Trabalhadora; da Petrobras; da Democracia; da Reforma Política e Contra o Retrocesso”. Com viés político, o movimento é uma resposta antecipada aos protestos convocados pelas redes sociais que acontecem neste domingo (15) pelo impeachment da presidente. Em algumas cidades do país, as manifestações em defesa da Petrobras já aconteceram. Ato pelo impeachment em 15 de março — Campos está no calendário de manifestações que pedem o impeachment da presidente Dilma. O ato acontece na Praça São Salvador, às 10h. No Facebook (aqui), mais de 4,4 mil convidados confirmaram presença na “Manifestação pelo impeachment da Dilma - Campos RJ”. Além deles (aqui), a Associação Comercial e Industrial de Campos (Acic) e a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) também vão às ruas no mesmo dia para protesto contra as medidas econômicas adotadas pelo governo federal. Atualização às 11h30: O repórter fotográfico Genilson Pessanha, da Folha da Manhã, registrou a saída dos últimos ônibus que saíram de Campos para o Rio de Janeiro. Atualização às 16h30: mudança no título. [caption id="attachment_1192" align="alignleft" width="300"]Caravana do sindipetro para manifestação em defesa da petrobras no Rio de Janeiro 13-03-2015 foto Genilson Pessanha  (4) Petistas e sindicalistas se reuniram na sede do Sindipetro.[/caption] [caption id="attachment_1193" align="alignleft" width="300"]Caravana do sindipetro para manifestação em defesa da petrobras no Rio de Janeiro 13-03-2015 foto Genilson Pessanha  (62) Fotos: Genilson Pessanha[/caption]  
Comentar
Compartilhe
STJ autoriza abertura de inquéritos para investigar Pezão, Cabral e Tião Viana
12/03/2015 | 18h16
images O ministro Luiz Felipe Salomão autorizou a abertura de inquéritos para investigar o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), o ex-governador do estado Sérgio Cabral (PMDB) e o governador do Acre, Tião Viana (PT). A assessoria do Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou a abertura de inquérito, como antecipou o jornal O Globo (aqui). Os pedidos de inquérito foram apresentados ao STJ no final da manhã desta quinta pela Procuradoria Geral da República, órgão que realiza as investigações e é responsável pela acusação. Em depoimento dado com base em acordo de delação premiada, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa afirmou ter arrecadado R$ 30 milhões como caixa dois da campanha de 2010 do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB). Os recursos teriam beneficiado também o atual governador do estado, Luiz Fernando Pezão (PMDB), vice de Cabral na época. De acordo com o ex-diretor, o operador dos repasses foi o então secretário da Casa Civil de Cabral, Regis Fichtner. Os três negam as acusações. No caso do governador do Acre, Paulo Roberto Costa afirmou que R$ 300 mil foram dados como “auxílio” à campanha eleitoral de Tião Viana para o Senado em 2010. Segundo o ex-diretor, o pagamento foi feito pelo doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal e um dos articuladores do esquema de corrupção. Viana diz que a doação foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Acre e “não tem nada de ilegal”. Pezão O governador Luiz Fernando Pezão afirmou na tarde desta quinta-feira que respeita a decisão da Procuradoria Geral da República de pedir abertura de inquérito no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para investigar a citação de seu nome por Paulo Roberto Costa. Mas Pezão classificou como "estapafúrdio" o depoimento do ex-diretor da estatal e disse estar certo de que a investigação vai comprovar que a acusação é falsa. “Estou à disposição da Justiça, só quero ser ouvido.  Essa conversa nunca existiu. A acusação é falsa. Meu sigilo bancário está à disposição, só tenho uma conta. Minha declaração de bens é pública e também está disponível”, afirmou o governador, ressaltando não ter sido oficialmente notificado e não ter constituído advogado. Sérgio Cabral e Regis Fichtner A assessoria do ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) divulgou a nota no final da tarde desta quinta em que diz ter a “consciência tranquila” e afirma que é “mentirosa” a afirmação de Paulo Roberto no depoimento dado em delação premiada. “Nunca solicitei ao delator apoio financeiro à minha reeleição ao governo do Estado do Rio de Janeiro. Todas as eleições que disputei tiveram suas prestações de contas aprovadas pelas autoridades competentes. Reafirmo o meu repúdio e a minha indignação a essas mentiras”, declarou. Por meio de sua assessoria, Regis Fichtner reafirmou que nunca participou de nenhuma reunião com Paulo Roberto Costa, muito menos para tratar de arrecadação de recursos para campanha. Na última segunda-feira, em nota, ele afirmou que tomará “as medidas cabíveis decorrentes das mentiras declaradas em relação à minha pessoa por parte do Sr. Paulo Roberto Costa, que incluirão pedido para que ele responda pelo crime cometido ao prestar tais declarações”. Tião Viana O governador do Acre, Tião Viana, divulgou nota na qual afirma que está "muito longe dessa podridão". "Os dedos sujos da injúria, da calúnia e da difamação que apontam para minha honra não escondem a covardia daqueles que certamente não terão a dignidade de vir a público pedir desculpas quando toda a verdade vier à tona", afirmou. Na nota, ele afirma que recebeu uma doação legal, aprovada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Acre, de empresa que, segundo disse, nunca teve relação comercial ou institucional com o governo. “Ao tomar conhecimento de eventual citação do meu nome, em janeiro deste ano, prontamente requeri interpelação judicial contra o bandido Paulo Roberto Costa. E agora, tão logo revelado o teor da sua mentirosa citação do meu nome, determinei ajuizar contra ele ação civil por danos morais e ação penal por denunciação caluniosa”, declarou. Indícios O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu o início das investigações sobre os governadores por ver indícios de crimes atribuídos a eles nas apurações já realizadas. Na mesma decisão que autorizou as investigações, Salomão derrubou o segredo de Justiça até então mantido sobre os pedidos. O ministro também autorizou as primeiras diligências para coleta de provas e deu prazo de 20 dias para Pezão e Viana se manifestarem sobre os fatos descritos nos pedidos de investigação. Fonte: O Globo e G1
Comentar
Compartilhe
Gabrielli: Era 'impossível' detectar desvios na Petrobras
12/03/2015 | 18h03
[caption id="attachment_1175" align="aligncenter" width="690"]Ex-presidente da Petrobras depõe na CPI que investiga denúncias de irregularidades na estatal. Foto: Divulgação. Ex-presidente da Petrobras depõe na CPI que investiga denúncias de irregularidades na estatal. Foto: Divulgação.[/caption] Em depoimento à CPI da Petrobras, o ex-presidente da estatal José Sérgio Gabrielli afirmou nesta quinta-feira (12) que não era possível detectar o esquema de corrupção desvendado pela Operação Lava Jato. Ele justificou que isso era “impossível” pelo grande volume de recursos movimentados em contratos da estatal e pela forma de ação dos responsáveis diretos pelos desvios. — É impossível identificar esse tipo de comportamento internamente. Isso é um caso de polícia— afirmou aos parlamentares. Ele argumentou que, apesar dos desvios, os contratos onde havia pagamento de propina tinham valores dentro dos parâmetros da estatal. Gabrielli é o segundo depoente convocado pela CPI para falar sobre o petrolão. O primeiro foi o ex-gerente de Serviços Pedro Barusco, que falou aos parlamentares na terça-feira. Além deles, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi ouvido nesta quinta-feira (aqui) porque se voluntariou a comparecer. Quando o relator Luiz Sérgio (PT-RJ) perguntou sobre as indicações políticas para diretorias da Petrobras, Gabrielli foi evasivo: disse apenas que o governo tem seus "próprios critérios". O depoimento de Gabrielli, que presidiu a Petrobras entre 2005 e 2012, começou por volta das 14h30 e segue em andamento. Gabrielli também afirmou que a elevação no preço da refinaria pernambucana de Abreu e Lima, tratada como superfaturamento de mais de 600 milhões de reais pelo Tribunal de Contas da União (TCU), é efeito de três fatores: a alta do dólar, uma revisão no projeto inicial e a falta de infraestrutura adequada na região da refinaria. O relator Luiz Sérgio (PT-RJ) evitou perguntas mais específicas sobre os casos de corrupção. Gabrielli, por sua vez, fez uso de respostas longas, o que irritou a oposição. "Estamos assistindo a uma palestra sobre petróleo", reclamou o deputado Nilson Leitão (PSDB-MT). Quando os demais parlamentares passaram a fazer perguntas, Gabrielli admitiu que partiu da estatal a indicação de Pedro Barusco para uma diretoria da Sete Brasil, empresa construtora de sondas que tinha 5% de participação acionária da Petrobras. Na Sete, Barusco manteve seu esquema de cobrança de propina em parceria com o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto. Gabrielli já afirmou, em entrevista ao Jornal Nacional, que a indicação não partia da Petrobras. Agora, reconhece: "Foi um equívoco". De acordo com ele, a indicação foi feita pela diretoria da estatal. Ainda assim, o ex-presidente diz que a decisão não passou por ele. "Não é uma indicação pessoal minha". José Sérgio Gabrielli provocou risos no plenário da CPI ao dizer que a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, que deixou um prejuízo de mais de um bilhão de dólares, foi um bom negócio: "Com certeza. Não tenho dúvida quanto a isso". Fonte: Veja
Comentar
Compartilhe
Investigação vai mostrar que acusação é falsa, diz Pezão
12/03/2015 | 16h35
[caption id="attachment_1172" align="aligncenter" width="800"]Governador reafirmou que está tranquilo quanto as acusações. Foto: Divulgação Governador reafirmou que está tranquilo quanto as acusações. Foto: Divulgação[/caption] O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), disse na tarde desta quinta-feira (12) que respeita a decisão da Procuradoria-Geral da República de pedir abertura de inquérito no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para investigar possível participação no esquema de corrupção da Petrobrás, mas classificou como “estapafúrdio” o depoimento do ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa. Pezão disse estar certo de que a investigação vai mostrar que a acusação “é falsa”. Em delação premiada, Costa disse que arrecadou R$ 30 milhões de empresas do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em 2010, para o caixa 2 da campanha de reeleição do então governador Sérgio Cabral (PMDB), de quem Pezão era vice. O ex-diretor disse que acertou o pagamento com Cabral, Pezão e o então chefe da Casa Civil do Estado, Regis Fichtner. Nesta manhã, a Procuradoria pediu investigação também contra o governador do Acre, Tião Viana (PT). Os pedidos serão analisados pelo ministro Luís Felipe Salomão, relator do caso no STJ (aqui) e a expectativa é que a decisão sobre a abertura de inquéritos seja tomada ainda hoje. Os três negam a existência desta conversa. Pezão e Cabral negam ter usado na campanha recursos não declarados à Justiça. “Estou à disposição da Justiça, só quero ser ouvido. É preciso ver como foi dada essa declaração (de Paulo Roberto Costa). Eu era vice do Sérgio, ele (Costa) fala que eu participei de uma conversa que nunca existiu. Nós três não tivemos essa conversa. Falar em R$ 30 milhões para caixa 2 de campanha é estapafúrdio”, reclamou Pezão. O governador reiterou que cabe ao delator apresentar provas e garantiu que Costa não terá como atestar o que disse. “Isso é uma coisa muito vaga. Dizer que pagou sem dizer quando foi, como foi, para quem foi. Tenho a consciência tranquila de que nunca tivemos essa conversa. Não teve caixa 2, a campanha inteira não custou R$ 30 milhões”, afirmou. “As empresas vão ser ouvidas. Meu sigilo está à disposição, só tenho uma conta bancária. Minha declaração de bens é pública”, completou. O governador informou que ainda não sabe como será a estratégia da defesa e que conversará com Sérgio Cabral sobre o assunto. Uma das possibilidades é que o governador, o antecessor e o ex-chefe da Casa Civil tenham uma defesa conjunta. “Vou ver com o Sérgio como vai ser. Na eleição de 2010, ele era o candidato a governador, eu era o vice. Vamos ver se haverá um advogado para cada um”, afirmou. Pezão reiterou estar “muito tranquilo” com a investigação, apesar da insatisfação com o fato de não ter sido ouvido até agora e só saber do envolvimento de seu nome pelo noticiário. Fonte: Estadão
Comentar
Compartilhe
Clarissa Garotinho questiona declarações de Cunha
12/03/2015 | 16h22
[caption id="attachment_1168" align="aligncenter" width="960"]Deputada criticou a postura de parlamentares que elogiaram o presidente da Câmara. Reprodução/Facebook Deputada criticou a postura de parlamentares que elogiaram o presidente da Câmara. Reprodução/Facebook[/caption] O depoimento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na CPI da Petrobras, para tentar esclarecer as acusações de que teria recebido dinheiro de propina do esquema na petroleira (aqui), virou um grande ato de desagravo a ele, protagonizado por quase todos os partidos. Quem questionou Cunha foi a deputada federal Clarissa Garotinho (PR-RJ). — Trata-se de uma reunião vergonhosa essa. Porque trata-se de uma reunião de felicitação. E eu achava que estava em uma reunião de CPI. Quantas vezes e onde o senhor esteve com Youssef? Por que razão Youssef esteve com o senhor? Quantas vezes esteve com Fernando Soares, em quais circunstâncias? Qual é a relação do senhor com o doleiro Funaro? — indagou a parlamentar fluminense. Já pela manhã, a deputada postou em seu perfil oficial no Facebook (aqiu) que partiria para o “enfrentamento”. “Muitas coisas precisam ser esclarecidas em relação ao envolvimento do seu nome no escândalo da Estatal. Preparei algumas perguntas e espero fazê-las”, escreveu Clarissa. Na defesa de Cunha, as disputas políticas foram deixadas de lado, e o que se viu foi a união entre o PSDB e o PT na alternância de elogios ao presidente da Câmara. Os dois lados, no entanto, têm objetivos diferentes: o PSDB, por meio do discurso de seu líder, Carlos Sampaio (SP), procurou desacreditar a delação premiada do ex-policial Jayme Oliveira Filho que acusou Cunha e o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) de receberem dinheiro do esquema de fraudes. Já o líder do PT, Sibá Machado (AC), ao elogiar Cunha procura desanuviar o ambiente tenso entre ele e o Planalto. Com informações do jornal O Globo.
Comentar
Compartilhe
Eduardo Cunha diz que MP escolheu a quem investigar
12/03/2015 | 16h01
[caption id="attachment_1165" align="aligncenter" width="580"]Presidente da Câmara Federal falou nesta quinta-feira à CPI da Petrobras. Foto: Agência Brasil Presidente da Câmara Federal falou nesta quinta-feira à CPI da Petrobras. Foto: Agência Brasil[/caption] O presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou em depoimento à CPI da Petrobras nesta quinta-feira (12) que o Ministério Público Federal escolheu a quem investigar, não adotou um critério único para arquivar ou pedir inquérito e teve motivação política ao elaborar a listagem enviada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF), a chamada “lista de Janot”. Cunha depõe em sala lotada por aliados e, antes de iniciar sua fala, foi saudado pelo relator da comissão, Luiz Sérgio (PT-RJ), com elogios à sua postura de depor antes de ser convocado. — O Ministério Público escolheu a quem investigar. Não investigou todos. Não teve critério único e por motivações de natureza política escolheu os alvos de investigação — afirmou o presidente da Câmara. Em depoimento, o presidente da Câmara voltou a atribuir a inclusão de seu nome na lista como uma forma de transferir a crise política do Palácio do Planalto para o Congresso Nacional.  “O pedido de abertura de inquérito constrange, sobretudo quem está no comando de um Poder. O que se quis foi transferir a crise do outro lado da rua para cá. Não vamos aceitar isso”, disse Cunha, observando que ele apoiou, desde o início, a instalação da CPI da Petrobras. Cunha voltou a citar o arquivamento do caso do senador Delcídio Amaral (PT-MS) como exemplo da “incoerência” do procurador-geral Rodrigo Janot. Para o presidente da Câmara, o embasamento do arquivamento confrontado com a abertura do pedido de inquérito contra ele é uma “verdadeira vergonha”. Na tarde desta quinta-feira, o ex-presidente da estatal Sérgio Gabrielli faz o seu depoimento na CPI da Petrobras. Fonte: O Globo.
Comentar
Compartilhe
Rodrigo Janot envia lista ao STJ; Pezão e Cabral estariam nela
12/03/2015 | 09h26
[caption id="attachment_1160" align="aligncenter" width="640"]pezao_cabral Expectativa é que lista seja entregue ainda hoje[/caption] Uma nova lista do procurador Rodrigo Janot é prevista para ser entregue nesta quinta-feira (12), desta vez no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo o jornalista Lauro Jardim, no seu Radar Online (aqui), no site da revista Veja, a Procuradoria-Geral da República trabalhou até tarde da noite e concluiu os trabalhos da relação dos políticos que têm foro no STJ, como governadores de estado. Tião Viana (PT), do Acre, e Luiz Fernando Pezão (PMDB) estariam na lista, além do ex-governador do Rio, Sergio Cabral (PMDB). Cabral também apareceria implicado na Lava-Jato. Como ex-governador, seu pedido de investigação normalmente deveria ir direto para a primeira instância da Justiça Federal. Não deve ir, porém, por que os procuradores veem conexão entre as acusações feitas a ele e as que recaem sobre Pezão. Atualização às 14h — A PGR já encaminhou ao STJ os pedidos para abertura de inquéritos que investigarão governadores. O relator dos casos no STJ, ministro Luiz Felipe Salomão, deve autorizar a abertura dos procedimentos ainda nesta quinta-feira (12). A exemplo dos casos no Supremo Tribunal Federal (STF), os processos vão tramitar sem sigilo. A PGR, nas petições, já fez os primeiros pedidos de diligência.
Comentar
Compartilhe
Neco: projetos para SJB e articulações políticas em Brasília
12/03/2015 | 00h30
[caption id="attachment_1154" align="aligncenter" width="1280"]Neco participa de reunião sobre o Pronatec no ministério da Educação. Neco participou de reunião sobre o Pronatec no ministério da Educação, junto com o secretário de Trabalho e Renda Luiz Paulo Madureira e o sub, Antônio Neves.[/caption] A agenda de compromissos do prefeito Neco (PMDB) continua em Brasília. Nesta quarta-feira (11), além de buscar apoio de parlamentares para projetos que beneficiam São João da Barra, Neco aproveitou para articular com os deputados a manutenção dos seus respectivos partidos na base de apoio à sua possível candidatura à reeleição. Nesta quinta-feira (12), o prefeito terá encontro com representantes da Funasa, onde serão debatidas questões ligadas à gestão do saneamento básico no município. Entre os compromissos da quarta-feira, Neco pediu o apoio a deputados para projetos no município, como o, já com estudos em andamento, do Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias, que visa conter o avanço do mar em Atafona. No ministério da Educação, o prefeito de SJB conversou sobre novos cursos do Pronatec na região. Depois, Neco esteve no ministério das Comunicações, em busca da liberação para implementação de 5 km de fibra ótica na sede do município. Segundo o prefeito, a aquisição já desse material já estaria autorizada. “Nossa preocupação é que com a crise que o país está, a presidente tire esse recurso. Depois de colocar (fibra ótica) na sede, a gente puxa para as outras localidades. O mais caro é a implantação”, garantiu Neco. Nas articulações políticas, Neco se encontrou com os deputados Índio da Costa (PSD), Leonardo Picciani (PMDB), Rodrigo Maia (DEM) Cristiane Brasil (PTB) e com o chefe de gabinete do deputado Júlio Lopes (PP). “Além de pedir aos deputados para interceder pelos projetos do nosso município, conversamos sobre os seus partidos, para que continuem junto com a gente em São João da Barra Para a construção das mais de 400 casas populares no município, Neco informou que conta com o apoio de um projeto do deputado Índio da Costa para todo o estado. "Com esse projeto ele será o padrinho das casas populares de São João da Barra", disse. O prefeito avalia positivamente os encontros em Brasília. "Não adianta, se você não correr atrás, outros vêm. Estivemos nos ministérios, conversamos com os deputados sobre o crescimento e o desenvolvimento de São João da Barra. Lembramos que o município é destaque no mundo, com a construção de um porto que tem uma grande retroárea", destacou.  
Comentar
Compartilhe
“Eu envergo, mas não quebro”, diz Pezão sobre acusação de caixa 2
11/03/2015 | 18h14
[caption id="attachment_260" align="aligncenter" width="300"]Pezão falou que é preciso "muito cuidado" ao analisar as acusações feitas pelos delatores. Foto: Arquivo/Genilson Pessanha Pezão cobrou "muito cuidado" ao analisar as acusações. Foto: Arquivo/Genilson Pessanha[/caption] O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB) afirmou na manhã desta quarta-feira (11), que a delação premiada é um recurso importante para investigações criminais, mas que é preciso "muito cuidado" ao analisar as acusações feitas pelos delatores. “Trinta milhões é o dinheiro de uma campanha inteira. Essa conversa nunca aconteceu, isso é mentira. Acho que é preciso, depois da delação, procurar provas, fazer acareações, questionar os delatores. Não se pode jogar no ar uma acusação como essa”, reclamou Pezão, durante visita a um estaleiro em Niterói, na região metropolitana. O governador repetiu que até hoje não foi informado oficialmente sobre uma possível investigação que envolva seu nome. “Eu envergo, mas não quebro”, afirmou. O governador se referia a afirmações do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, que disse ter arrecadado R$ 30 milhões para o caixa 2 da campanha do PMDB no Rio de Janeiro em 2010. Costa afirmou que o pagamento foi acertado em reunião com o então governado Sérgio Cabral (PMDB), Pezão, candidato a vice, e o então secretário da Casa Civil, Régis Fichter. Todos negam as acusações. Fonte: Uol
Comentar
Compartilhe
PSDB oficializa apoio a protesto, mas Aécio diz que não vai
11/03/2015 | 15h22
[caption id="attachment_1148" align="aligncenter" width="300"]Presidente do PSDB ainda ironizou manifestação da sexta-feira Presidente do PSDB ainda ironizou manifestação da sexta-feira[/caption] O PSDB oficializou nesta quarta-feira (11) apoio total da sigla às manifestações contra a presidente Dilma Rousseff (PT) marcadas para o próximo dia 15 em várias capitais e decidiu mobilizar seus dirigentes e militantes, mas o senador Aécio Neves, presidente do partido, anunciou que não participará dos protestos. “Nossos companheiros estarão nas ruas do Brasil, mas eu optei por não ir para não dar força a esse discurso de que estamos vivendo um terceiro turno”, disse Aécio. A declaração foi feita depois de uma reunião da direção executiva do partido em Brasília. Segundo publicação do Estadão (aqui), a estratégia já havia sido definida na semana retrasada em um almoço com os principais caciques tucanos em São Paulo na sede do Instituto Fernando Henrique Cardoso. Questionado sobre o apoio à bandeira do impeachment da presidente Dilma, mote que norteia as manifestações, Aécio afirmou que a palavra não pode ser vetada. “Não proibimos a palavra impeachment, mas essa não é nossa agenda neste momento”. O senador ironizou a manifestação em defesa da presidente convocada para sexta-feira (13) por entidades como CUT, UNE e MST. “É algo muito arriscado o governo convocar aliados para protestar. Quando Collor fez isso, assistimos àquele resultado”. Fonte: Estadão
Comentar
Compartilhe
Bruno Dauaire propõe projeto de incentivo à captação de água da chuva
11/03/2015 | 11h03
[caption id="attachment_751" align="aligncenter" width="300"]Bruno é autor do projeto que reduz o ICMS para materiais e equipamentos destinados à captação da água da chuva. Bruno é autor do projeto que reduz o ICMS para materiais e equipamentos destinados à captação da água da chuva.[/caption] A Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou na terça-feira (10) um projeto de lei que autoriza a redução do ICMS para materiais e equipamentos destinados à captação da água da chuva. A autoria é do deputado Bruno Dauaire (PR). “Foi mais uma vitória na Alerj e no cobate à crise hídrica”, escreveu em ser perfil no Facebook. A informação é do Informe do Dia (aqui), do Jornal O Dia. ICMS — ICMS significa Imposto sobre operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte de Comunicação, Intermunicipal e Interestadual. Este é um imposto estadual, e por isso somente os governos dos estados podem instituí-lo.
Comentar
Compartilhe
Sem redação da LOA na pauta, sessão acontece tranquila em SJB
11/03/2015 | 01h01
[caption id="attachment_1141" align="aligncenter" width="300"]Vereadores de SJB reunidos na sessão de terça-feira (10) Vereadores de SJB reunidos na sessão de terça-feira (10)[/caption] A sessão da Câmara de SJB voltou a acontecer de forma tranquila na noite desta terça-feira (10). Embora os vereadores Aluizio Siqueira (PMDB) — presidente da Casa —, Alex Firme (PMDB) e Ronaldo Gomes (Pros) mantenham sua postura de oposição, os embates foram menos acalorados. Afinal, a motivação da briga entre governistas e oposicionistas era a apreciação e aprovação da Lei 006/2015, que alterou a redação da Lei Orçamentária Anual (LOA), concedendo ao prefeito Neco (PMDB) o direito de abrir credito adicional por decreto em até 50% do orçamento municipal. A aprovação aconteceu na última sexta-feira (aqui) e a sessão de terça já foi mais tranquila. Na sessão, Barcelos, 6º distrito de SJB, foi lembrada duas vezes. O vereador Elísio Rodrigues (PDT) solicitou à Tecnologia Bancária S/A (Tecban), a instalação de um banco 24h, ao lado do DPO. E requereu ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), a instalação de semáforos na BR-356, nesta localidade, estendendo a Cajueiro e Degredo. “Fiz esse pedido mais uma vez porque nossa BR está bem movimentada, com muitos caminhões pesados. Mesmo tendo o trabalho dos educadores de trânsito, o que realmente faria os motoristas respeitarem seria o semáforo”, disse Elísio. Comércio - A vereadora Sônia Pereira (PT), através de indicação, propôs à Prefeitura que elabore um projeto de lei para reduzir alíquotas dos cálculos para obtenção de alvará de localização e funcionamento do comércio sanjoanense. Grussaí - O vereador Ronaldo sugeriu à Prefeitura a construção de uma praça com área de lazer no loteamento Telê Santana, em Grussaí. Ainda para esta localidade, o vereador Eziel Pedro (PSDC) propôs a construção de uma escola modelo no Bairro Nova Grussaí. Obras - Ronaldo também solicitou a reabertura da antiga Estrada da Restinga, que liga Chapéu de Sol à Avenida da Liberdade, em Grussaí. Eziel sugeriu o calçamento da Rua Projetada ao lado do Retiro São João Batista, além de uma ponte, com início na BR-356 para ligar a Rua Aod Martins de Almeida (Água Santa) ao Bairro Nova São João da Barra. O vereador Alex propôs a urbanização completa no Bairro Porto Seguro (Sede) e a execução dos serviços de limpeza e drenagem do valão dos bairros Água Santa e Chatuba. 5º distrito – O vereador Franquis Arêas (PR), através de indicação, sugeriu a inserção de cursos profissionalizantes no 5º distrito. Com informações da Ascom/Câmara SJB
Comentar
Compartilhe
Em Brasília, Neco tem encontro com deputados e agenda segue na quarta
10/03/2015 | 21h33
[caption id="attachment_1130" align="aligncenter" width="300"]Prefeito Neco durante reunião da comissão especial da reforma política na Câmara. Prefeito Neco durante reunião da comissão especial da reforma política na Câmara.[/caption] O prefeito de São João da Barra, Neco (PMDB), segue com agenda na capital federal. Nesta terça-feira (10), Neco participou de um almoço com o deputado federal Indio da Costa, presidente estadual do PSD. No cardápio com o parlamentar, a proposição de emendas que possam beneficiar São João da Barra. Além de Indio, Neco esteve com outros deputados do Rio de Janeiro para fazer o mesmo pedido. O prefeito também esteve na reunião da comissão de reforma política. [caption id="attachment_1132" align="alignright" width="300"]Neco esteve com o deputado Índio da Costa, presidente estadual do PSD Neco esteve com o deputado Índio da Costa, presidente estadual do PSD[/caption] Nesta quarta-feira (11), Neco terá um encontro com representantes da Funasa e debaterá também sobre a área da Educação, em busca de cursos do Pronatec. Além do prefeito, estão na capital federal o secretário de Trabalho e Renda de São João da Barra, Luiz Paulo Madureira, e o sub, Antônio Neves. A previsão de retorno é na quinta-feira (12). No Facebook (aqui), Neco afirmou que foi a Brasília em busca de parcerias para o desenvolvimento de projetos no município. “Foi preparada uma agenda em alguns ministérios para tratar assuntos do nosso município, como avanço do mar em Atafona, casas populares, saneamento básico e a fibra ótica para o centro do nosso município”, escreveu Neco. A visita do prefeito a Brasília foi divulgada aqui. Embora ainda não tenha confirmação, existe a expectativa de um encontro do prefeito de São João da Barra e o ministro das Cidades, Gilberto Kassab.
Comentar
Compartilhe
No Rio, Carla Machado busca alianças
10/03/2015 | 16h17
[caption id="attachment_1124" align="alignleft" width="225"]Carla Machado com o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PSD). Reprodução/Facebook Carla Machado com o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PSD). Reprodução/Facebook[/caption] A ex-prefeita Carla Machado está no Rio de Janeiro e participa de encontros com lideranças políticas. Através do seu perfil no Facebook, Carla deixa claro que esses encontros já visam a disputa eleitoral pela prefeitura de São João da Barra em 2016. Na segunda-feira, a reunião foi com o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PSD). Quem publicou a mensagem na rede foi o próprio deputado. “Hoje tive a honra e alegria de receber a ex-prefeita Carla Machado de São João da Barra-RJ para elaborar articulações para o município nas eleições de 2016”, escreveu. Café com Dornelles— O jornalista Alexandre Bastos informou (aqui), que a ex-prefeita vem articulando com lideranças de diversos partidos que dão as cartas no estado. Na terça-feira, ela esteve com o vice-governador Francisco Dornelles (PP) e teve “uma conversa e café regado a sabedoria”. Neco com o presidente do PSD — O prefeito Neco (PMDB) também tem encontro com parlamentar do PSD. Em Brasília, Neco se reúne nesta terça-feira com o deputado-federal Índio da Costa, presidente da legenda no estado do Rio. A disputa por apoio em São João da Barra está “palmo a palmo”. Outros encontros (atualizado às 19h20) — Ainda nesta terça-feira, Carla postou eu seu perfil no Facebook (aqui) fotos com lideranças partidárias de outros partidos, com cargo de deputado estadual. Entre os nomes visitados pela ex-prefeita, Zeidan (PT), Marcus Vinícius (PTB) e João Peixoto (PSDC).
Comentar
Compartilhe
Neco cumpre agenda em Brasília
10/03/2015 | 09h30
[caption id="attachment_1118" align="aligncenter" width="960"]Em 2013, o prefeito Neco também esteve em Brasília. Foto: Paulo Pinheiro Em 2013, o prefeito Neco também esteve na capital federal. Foto: Paulo Pinheiro[/caption] O prefeito de São João da Barra, Neco (PMDB), está em Brasília. Segundo o prefeito, o objetivo é buscar parcerias para o desenvolvimento de projetos no município sanjoanense. A agenda conta com encontros com deputados do Rio de Janeiro, além de visitas a ministérios. Entre os projetos concretos levados por Neco, está o objetivo de conseguir recursos para a construção de mais de 400 casas populares, promessa de campanha do prefeito. Neco também vai se reunir com o líder do PMDB na Câmara Federal, o deputado Leonardo Picciani (PMDB). Na pauta, as articulações políticas em SJB também devem ser discutidas. O prefeito retornou na manhã desta terça-feira (10) o contato feito por este blog na noite de segunda-feira (9). Durante o dia, Neco deve informar o desenrolar da agenda na capital federal.
Comentar
Compartilhe
Articulações internas no PMDB sanjoanense
10/03/2015 | 09h00
[caption id="attachment_1113" align="alignleft" width="300"]Alex Firme, Leonardo Picciani e Aluizio Siqueira. Foto: Reprodução Facebook Alex Firme, Leonardo Picciani e Aluizio Siqueira. Foto: Reprodução Facebook[/caption] A divisão está clara no PMDB sanjoanense. Com o racha entre o prefeito Neco (PMDB) e o presidente da Câmara Aluizio Siqueira (PMDB), a sete meses do prazo para desfiliações partidárias, começa a surgir uma dúvida para o pleito do ano que: como ficará o partido para 2016? Nesta semana, Neco está em Brasília em busca de parcerias para projetos no município, como recursos para casas populares, mas sem dispensar conversas políticas. Aluizio Siqueira e o também peemedebista Alex Firme estiveram na segunda-feira (9), no Rio de Janeiro, com o deputado federal Leonardo Picciani, líder do PMDB na Câmara Federal. Na pauta, “situação política e econômica do país, estado e município”. Vale constar que no último sábado (7), Neco havia anunciado que estaria com Picciani em Brasília, mas os dois vereadores ex-aliados do prefeito saíram na frente e já dialogaram com o parlamentar. O pai de Leonardo, deputado estadual e presidente da Alerj, Jorge Picciani, é o presidente do diretório estadual do PMDB e terá papel decisivo na disputa interna. Turma do “deixa disso” — Embora o clima pareça quente e qualquer passo em falso seja muito arriscado agora, existe uma grande corrente da turma do “deixa disso” que quer recompor o grupo peemedebista. Não só políticos sanjoanense estariam articulados nessa missão, mas lideranças do PMDB de cidades vizinhas. Carla Machado “mais próxima” — Não é de hoje que existem rumores que a ex-prefeita Carla Machado (PT) estaria próxima aos peemedebistas. No entanto, questionada ainda em dezembro do ano passado por este blogueiro, ela não respondeu. No último sábado, Carla recebeu em seu restaurante, em Atafona, o deputado Waguinho (PMDB). Acompanhando o deputado estavam Rogério Machado, cabo eleitoral no pleito passado, o vice-prefeito Alexandre Rosa (PMDB) e o vereador Alex. O cenário ainda é misterioso. Mudança na presidência — O atual presidente do PMDB em São João da Barra é o subchefe de Gabinete do município, José Vitor Silva. Zé Vitor estaria de saída e seu caminho seria o PSDB. A escolha do próximo presidente do diretório peemedebista, dependendo da sua proximidade com o grupo do prefeito Neco ou do presidente da Câmara Aluizio Siqueira — caso o grupo do deixa disso não consiga sucesso na sua missão —, já vai “clarear” parte das articulações para 2016. Histórico e apoio de Pezão — Desde 1996, o PMDB venceu todas as disputas pela prefeitura de São João da Barra. Foram dois mandatos de Betinho Dauaire, dois de Carla Machado e o primeiro (atual) do prefeito Neco. O retrospecto é um fator positivo para a disputa municipal. Além disso, o partido é o mesmo do governador Luiz Fernando Pezão, apoio que nenhum pré-candidato gostaria de dispensar.
Comentar
Compartilhe
Contingenciamento em SJB: Neco anuncia cortes de até 25% em contratos
08/03/2015 | 18h06
[caption id="attachment_1108" align="alignleft" width="300"]Na semana passada, Neco esteve reunido com empresários para  palestras de incentivo nas áreas cultural e esportiva Na semana passada, Neco esteve reunido com empresários para palestras de incentivo nas áreas cultural e esportiva[/caption] Até pouco tempo parecia que São João da Barra estava imune à crise que atinge as cidades da região, bem como o Estado e a União. No entanto, no último sábado (7), o prefeito Neco (PMDB) anunciou que vai fazer cortes para enfrentar este período. Segundo Neco, a redução em contratos da Prefeitura pode chegar a 25%. A decisão do prefeito teria acontecido após conversa com o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB). Segundo Neco, Pezão alertou para a queda de repasses federais e estaduais que o município pode sofrer devido ao período de crise que enfrenta todo o país. Além disso, São João da Barra tem grande parte do seu orçamento atrelado aos royalties de petróleo. Esse repasse despenca devido à queda no valor do barril do petróleo. Alívio ou não?— As operações portuárias no complexo do Açu podem fazem as finanças sanjoanenses respirarem por conta própria, sem total dependência dos royalties. O grande problema é que algumas das empresas que se instalam no complexo visam as atividades petrolíferas, em especial com a Petrobras, no epicentro de toda crise. “Na própria carne” — Diferente do discurso adotado pelos governantes dos municípios vizinhos, Neco não falou em corte na carne, nem na redução de cargos comissionados. Ainda existe a expectativa para uma reforma administrativa, mas nada é concreto. Anúncio extraoficial — O corte de até 25% nos contratos da Prefeitura foram anunciados pelo prefeito durante sua participação no programa de rádio “São João da Barra no Ar”, transmitido no último sábado (7), simultaneamente pelas emissoras Barra Fm e Educativa FM. Segundo Neco, algumas empresas já foram comunicadas desta decisão.
Comentar
Compartilhe
Resultado do concurso público da Educação em SJB é homologado
08/03/2015 | 14h27
[caption id="attachment_290" align="alignleft" width="212"]Resultado do primeiro concurso na gestão do prefeito Neco é homologado. Foto: Secom/Divulgação Resultado do primeiro concurso na gestão do prefeito Neco é homologado. Foto: Secom/Divulgação[/caption] Nos últimos dias, este blog recebeu diversas contestações sobre a morosidade na homologação do resultado final do concurso público da Educação, o primeiro realizado na gestão do prefeito Neco (PMDB). A espera chegou ao fim. No Diário Oficial desse sábado (7), o Decreto nº 014/15 homologou o resultado final do concurso realizado pelo município. A relação dos classificados pode ser conferida no site da Fundação Bio Rio (aqui). O concurso terá validade pelo prazo de 02 anos, podendo ser prorrogado por igual período, para atender o interesse público da administração. As provas foram aplicadas nos dias 17 e 18 de janeiro. No total, são 24 vagas de chamada imediata, bem como a formação de cadastro de reserva para cargos estatutários permanentes. Os salários variam de R$ 872,12 (nível fundamental) a R$ 2.406,34 (nível superior).
Comentar
Compartilhe
Atafona Praia Clube será demolido
07/03/2015 | 11h36
[caption id="attachment_1091" align="aligncenter" width="640"]Atual fachada do Atafona Praia Clube. Foto: divulgação Atual fachada do Atafona Praia Clube. Foto: divulgação[/caption] O Atafona Praia Clube marcou a história de gerações de turistas, veranistas e apaixonados pelo místico litoral de “águas douradas”. A erosão costeira, que castiga o balneário com maior intensidade desde a década de 1970, já levou mais de 15 ruas e inúmeros imóveis. O clube — que já foi distante do litoral — está desativado há, pelo menos, cinco anos. No Diário Oficial deste sábado (7), a coordenadoria municipal de Proteção e Defesa Civil determina a interdição do imóvel e intima os proprietários para demolir as edificações no prazo de uma semana, sob pena ação coercitiva por parte do ente público municipal (demolição) e reparação ao erário público. Vai embora mais uma parte da história de Atafona, que perde dia após dia a briga com o mar. A interdição do imóvel se faz necessária — e não é de hoje — devido ao abandono do prédio e o risco de desabamento, já que curiosos ainda visitam o espaço para ver de perto o poder de destruição que tem as ondas do mar. Isso não dá para negar. [caption id="attachment_1092" align="alignright" width="300"]Condições atuais da piscina do Atafona Praia Clube. Foto: divulgação Condições atuais da piscina do Atafona Praia Clube. Foto: divulgação[/caption] O que se cobra do poder público — e também não é de hoje — são medidas que possam amenizar a erosão costeira e, quem sabe, até conseguir manter o controle. Em junho de 2013, representantes do Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias (INPH) da Secretaria de Portos visitaram o litoral sanjoanense para o início da elaboração de um estudo preliminar para contenção do avanço do mar. Foi um passo importante, mas que não deveria parar. Até o momento, pouco foi divulgado sobre o andamento desses estudos. A interdição e demolição do Atafona Praia Clube é inevitável e inadiável. O que não podemos mais assistir é a desgraça alheia, daqueles que perdem seus imóveis, que assistem parte de sua história ser tragada pelo mar, transformada em espetáculo, em atração turística. Para o bem de Atafona, o que se espera é uma solução. Atualizado às 12h10: Neco comenta medidas para conter avanço do mar — Minutos após esta postagem, o prefeito Neco (PMDB) comentou no programa de rádio “São João da Barra no Ar”, transmitido simultaneamente pela Barra FM e Educativa FM, sobre o projeto para conter o avanço do mar no litoral sanjoanense. “Quero ver qual foi o prefeito que lutou até hoje para (conter) o avanço do mar em Atafona? Eu não conheço nenhum que tenha lutado para contenção do avanço do mar. O projeto, o Domenico (diretor) do Instituto INPH falou comigo que mês que vem... inclusive, eu quero ver se ele vem a São João da Barra para fazer uma reunião e mostrar o projeto a população. Ele garante que o mar no Pontal de Atafona pode afastar até 300 metros naquela faixa. Esse projeto estando pronto, com números e tudo mais, é um projeto que vai ser muito caro. Quando a gente chega no governo federal, governo estadual para pedir, precisa apresentar projeto. Quero ir com o projeto pronto, em mãos, para buscar esses recursos. Tenho certeza que vamos ter apoio. Existem vários recursos parados em ministérios por falta de projetos. Vamos ver se a gente consegue conter o avanço do mar em Atafona. E na praia do Açu, já está orçado e estamos em contato com a Prumo, para que a empresa possa pagar esse projeto no Açu”, afirmou o prefeito.
Comentar
Compartilhe
Troca de passes
07/03/2015 | 11h30
e_ed_fisica_desportos-17De volta à foz da Paraíba, após descê-lo durante a madrugada, quando terminou a cobertura — junto com Mário Sérgio Junior, Rodrigo Gonçalves e Eliabe de Souza — da divulgação da lista dos políticos envolvidos no Petrolão para edição deste sábado (7) da Folha da Manhã,  já foi devolvida a bola da cobertura online ao capitão do time, Aluysio Abreu Barbosa, que em seu Opiniões retomou os desdobramentos deste que é o maior escândalo de corrupção na história da República. E não é de hoje que ele vem se aprofundando no caso. No entanto, em um lance no qual tinha total domínio, rolou a bola para este blogueiro e deixou na “cara do gol”, com a missão apenas de empurrar para o fundo da rede. A partida continua... No retorno à Atafona, uma triste notícia. Enquanto bilhões foram desviados em propina com políticos, o avanço do mar segue castigando o místico litoral do Norte Fluminense. Nada é feito para solucionar o problema. Pelo contrário, a desgraça alheia, daqueles que perdem seus imóveis, que assistem parte de sua história sendo tragada pelo mar, é transformada em espetáculo, em atração turística. Referência para a alta sociedade campista, que marcou gerações, e de muita valia para os atafonenses, o Atafona Praia Clube será demolido — mais informações aqui.
Comentar
Compartilhe
Políticos investigados deveriam se afastar, diz Transparência Internacional
07/03/2015 | 10h09
[caption id="attachment_1087" align="alignleft" width="257"]Escândalo apura desvio de dinheiro em contratos da estatal Escândalo apura desvio de dinheiro em contratos da estatal[/caption] Os políticos brasileiros investigados no escândalo de corrupção na Petrobras deveriam se afastar de suas funções no governo ou Congresso, segundo a ONG anticorrupção Transparência Internacional. “Se você é um parlamentar e está sob investigação, não precisa admitir culpa, mas precisa se afastar. Se continuar trabalhando no Legislativo, suas decisões podem ser influenciadas pelo processo”, afirmou (aqui) à BBC Brasil Casey Kelso, responsável na Transparência Internacional pelo setor que coordena ações destinadas a influenciar autoridades a adotar melhores condutas. Kelso afimou, porém, que a autoridade deve deixar a função enquanto ocorre a investigação, mas não precisa necessariamente abdicar do cargo. A lista com nomes de políticos e autoridades investigados na Operação Lava Jato foi divulgada na noite desta sexta-feira (6), aqui, pelo ministro do STF Teori Zavascki. A lista inclui, por exemplo, nomes dos presidentes da Câmara e do Senado Federal, parlamentares, ex-governadores e ex-ministros. Isso não significa que eles sejam réus, mas sim que terão inquéritos instaurados dentro das investigações do esquema de corrupção na Petrobras. Segundo Kelso, o afastamento ao menos temporário das funções por parte de políticos e autoridades investigados é uma prática considerada comum em países como os Estados Unidos e Grã-Bretanha. Fonte: BBC Brasil
Comentar
Compartilhe
Doação à campanha de Dilma em 2010 será investigada
07/03/2015 | 09h22
[caption id="attachment_1083" align="alignleft" width="300"]Dilma Rousseff e o ex-ministro Antonio Palocci, que será investigado pelo juiz Sergio Moro Dilma Rousseff e o ex-ministro Antonio Palocci, que será investigado pelo juiz Sérgio Moro[/caption] O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki enviou à Justiça Federal do Paraná o pedido para que seja investigada a doação de campanha da presidente Dilma Rousseff (PT) em 2010, que supostamente teria sido negociada pelo ex-ministro Antônio Palocci (PT), que apareceu nesta sexta-feira na lista (aqui) dos que serão investigados pelo esquema de corrupção descoberto pela Lava-Jato. O caso será examinado pelo juiz Sérgio Moro. Dilma pessoalmente não será alvo de qualquer tipo de investigação. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, alegou “vedação constitucional” para analisar o caso por ele ser anterior à sua gestão como presidente. A presidente foi citada no depoimento do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, numa menção ao dinheiro usado para o financiamento da campanha presidencial de 2010. Fonte: O Globo
Comentar
Compartilhe
STF revela lista de políticos investigados no Petrolão
06/03/2015 | 20h30
[caption id="attachment_1061" align="aligncenter" width="300"]Ministro Teori Zavascki, do STF, abriu os inquéritos e quebrou os sigilos Ministro Teori Zavascki, do STF, abriu os inquéritos e determinou a quebra dos sigilos[/caption] O ministro Teori Zavascki quebrou o sigilo total dos políticos investigados pela Operação Lava Jato, na noite desta sexta-feira (6). Do Rio de Janeiro, estão citados o senador Lindbergh Farias (PT), o deputado federal e presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB) e o deputado federal Simão Sessim (PP). O deputado fluminense Alexandre Santos (PMDB) teve o pedido de abertura de inquérito arquivado. Foram autorizadas investigações contra políticos do PT, PMDB, PP, PTB e PSDB. No total, são 47 políticos investigados. A temida lista elaborada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, atinge em cheio a base aliada presidente Dilma Rousseff no Congresso, envolvendo políticos dos três principais partidos governistas: PT, PP, PMDB, além do senador aliado Fernando Collor, do PTB. As duas principais autoridades do Congresso Nacional integram a lista: o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Da oposição, o senador Antonio Anastasia, do PSDB de Minas Gerais, foi relacionado. A relação de senadores contém dois importantes ex-ministros do primeiro mandato de Dilma Rousseff: Edison Lobão (PMDB-MA), que comandava a pasta de Minas e Energia, e Gleisi Hoffmann (PT-PR), ex-chefe da Casa Civil. Parlamentares alvos dos inquéritos: PP - Senador Ciro Nogueira (PI) - Senador Benedito de Lira (AL) - Senador Gladson Cameli (AC) - Deputado Aguinaldo Ribeiro (PB) - Deputado Simão Sessim (RJ) - Deputado Nelson Meurer (PR) - Deputado Eduardo da Fonte (PE) - Deputado Luiz Fernando Faria (MG) - Deputado Arthur Lira (AL) - Deputado Dilceu Sperafico (PR) - Deputado Jeronimo Goergen (RS) - Deputado Sandes Júnior (GO) - Deputado Afonso Hamm (RS) - Deputado Missionário José Olímpio (SP) - Deputado Lázaro Botelho (TO) - Deputado Luis Carlos Heinze (RS) - Deputado Renato Molling (RS) - Deputado Renato Balestra (GO) - Deputado Lázaro Britto (BA) - Deputado Waldir Maranhão (MA) - Deputado José Otávio Germano (RS) - Ex-deputado e ex-ministro Mario Negromonte (BA) - Ex-deputado João Pizzolatti (SC) - Ex-deputado Pedro Corrêa (PE) - Ex-deputado Roberto Teixeira (PE) - Ex-deputada Aline Corrêa (SP) - Ex-deputado Carlos Magno (RO) - Ex-deputado e ex-vice governador João Leão (BA) - Ex-deputado Luiz Argôlo (BA) (filiado ao Solidariedade desde 2013) - Ex-deputado José Linhares (CE) - Ex-deputado Pedro Henry (MT) - Ex-deputado Vilson Covatti (RS) PMDB - Senador Renan Calheiros (AL), presidente do Senado - Senador Romero Jucá (RR) - Senador Edison Lobão (MA) - Senador Valdir Raupp (RO) - Deputado Eduardo Cunha (RJ), presidente da Câmara - Deputado Aníbal Gomes (CE) - Ex-governadora Roseana Sarney (MA) PT - Senadora Gleisi Hoffmann (PR) - Senador Humberto Costa (PE) - Senador Lindbergh Farias (RJ) - Deputado José Mentor (SP) - Deputado Vander Loubet (MS) - Ex-deputado Cândido Vaccarezza (SP) PSDB - Senador Antonio Anastasia (MG) PTB - Senador Fernando Collor (AL) Arquivamentos Além dos pedidos de abertura de inquérito, o Ministério Público Federal pediu o arquivamento em outros sete casos, entre os quais os dos senadores Aécio Neves (PSDB-MG), candidato derrotado à Presidência da República, e Delcídio Amaral (PT-MS); e dos ex-deputados Alexandre Santos (PMDB-RJ) e Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), ex-presidente da Câmara. Outros três - Os senadores Ciro Nogueira (PP-PI) e Romero Jucá (PMDB-RR) e o deputado e ex-ministro Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) tiveram parte das acusações arquivadas, mas serão alvos de inquérito em relação a outra parte. Com informações: G1, O Globo, Veja, Estadão e Folha de S. Paulo.
Comentar
Compartilhe
Fim da novela: Câmara de SJB aprova polêmico projeto de Lei
06/03/2015 | 19h09
unnamedChegou ao fim a novela para apreciação do projeto de Lei 006, que determina a alteração da redação da Lei Orçamentária Anual (LOA) 2015, que estabelece o percentual para abertura de crédito adicional por decreto.  A maioria governista na Casa aprovou o projeto da forma que foi enviado pelo Executivo, concedendo ao prefeito Neco (PMDB), o direito de remanejar 50% do orçamento por decreto. A sessão extraordinária foi convocada após decisão judicial (aqui). E se toda a novela foi longa, o capítulo final não deixou a desejar. Foram dois intervalos e debates constantes entre governistas e oposicionistas. Os vereadores Alex Firme (PMDB) e Ronaldo Gomes (Pros) propuseram uma emenda aditiva, para que o percentual de remanejamento não alterasse os recursos destinadas às pastas de Saúde e Educação, mas foi rejeitada. A matéria foi aprovada com seis votos da bancada governista, tendo o vereador Ronaldo votado pela reprovação e, o vereador Alex, pela abstenção. Segundo o vereador Kaká (PT do B), “são os técnicos da Prefeitura que fazem o orçamento e são eles que conhecem as necessidades”. “Entendo que o remanejamento é necessário para que as secretarias possam garantir que não falte nada aos munícipes”, completou Elísio (PDT). Alex explicou que a emenda visava preservar a Saúde e a Educação. “Ronaldo e eu fizemos esta emenda porque sabemos as demandas da Saúde em nosso município e de como tem acontecido problemas de ordem administrativa”, explicou Firme. O presidente da Casa, Aluizio Siqueira (PMDB), destacou que o projeto foi importante, pois proporcionou um debate com a sociedade. “Sabemos que esta é uma matéria complicada e agora as pessoas sabem o que é orçamento e o que é remanejamento. Dessa análise surgiu uma emenda que seria muito importante para garantir o dinheiro da Saúde e da Educação, mas infelizmente não foi aprovada”, lamentou Aluizio, ressaltando que todo esse problema com a LOA se deu devido a vários erros nos projetos enviados pelo Executivo. Com informações da Ascom/Câmara SJB
Comentar
Compartilhe
Delator dirá que Camargo Corrêa pagou R$ 100 milhões em propina para PT e PMDB
06/03/2015 | 17h38
DALTON_SANTOS_AVANCINI-CAMARGO_CORREA_2014-148-size-598Ao prestar depoimento em delação premiada, o diretor-presidente da Camargo Corrêa, Dalton Avancini, vai informar que a empresa pagou pouco mais de R$ 100 milhões em propina para obter contratos de obras na usina de Belo Monte. Segundo Avancini, o valor foi dividido entre PT e PMDB, com cada um dos partidos abocanhando 1% do valor dos contratos. A informação, segundo fontes ligadas à negociação da empreiteira com o Ministério Público Federal (MPF) de Curitiba, foi fundamental para fechar a delação premiada de Avancini. O executivo contou detalhes do esquema que funcionava em Belo Monte, e, só a partir daí, os procuradores aceitaram fazer acordo com o empresário. No início da semana, surgiu a informação de que Avancini revelaria o esquema de pagamento de propina na construção da usina no Pará. A obra tem custo estimado de R$ 19 bilhões. Os investigadores da Operação Lava-Jato acreditam que Avancini deverá detalhar o possível envolvimento do esquema de arrecadação de propina por parte de Fernando Soares, o Fernando Baiano, apontado como lobista do PMDB. Ele nega as acusações, mas a especulação é que ele possa ter intermediado o repasse de vantagens indevidas entre a empresa e representantes do partido. A Camargo Corrêa tem 16% dos contratos do consórcio responsável pela construção da usina, formado por dez empresas: Andrade Gutierrez, Odebrechet, OAS Ltda, Queiroz Galvão, Contern, Galvão Engenharia, Serveng-Civilsan, Cetenco e J. Malucelli, além da própria Camargo Corrêa. Seis destas são investigadas na operação Lava-Jato: Queiroz Galvão, Andrade Gutierrez, Odebrecht, OAS, Galvão Engenharia e a própria Camargo Corrêa. Os 16% representam R$ 5,1 bilhão. Esse é o valor do contrato da empresa em obras da Belo Monte. Com isso, teve de pagar, a título de propina, cerca de R$ 51 milhões para cada um dos partidos políticos. Além de delatar a propina em Belo Monte, Avancini também vai confirmar a existência e atuação do "clube VIP", cartel de empreiteiras instalado na Petrobras e também em estatais do setor elétrico. Fonte: O Globo
Comentar
Compartilhe
Lista de políticos envolvidos no Petrolão deve ser divulgada às 18h
06/03/2015 | 15h20
aaaaO Supremo Tribunal Federal (STF) deve divulgar por volta das 18h desta sexta-feira a lista de nomes dos 54 investigados na operação Lava-Jato. Nesse horário, o relator, ministro Teori Zavascki, vai instaurar inquéritos pedidos pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Houve 28 pedidos de abertura de inquérito e sete pedidos de arquivamento, por falta de provas. A assessoria de imprensa do tribunal vai divulgar uma lista com os nomes dos investigados e de quem foi excluído do caso. Em seguida, apresentará os detalhes – como as provas que levaram Janot a pedir o inquérito ou o arquivamento, e também os crimes nos quais as pessoas serão enquadradas. Fonte: O Globo
Comentar
Compartilhe
Petrolão: Renan pede ao STF acesso a pedido de abertura de inquérito
06/03/2015 | 15h04
images (1)O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), protocolou na manhã desta sexta-feira (6) no Supremo Tribunal Federal (STF) requerimento para ter acesso ao pedido de abertura de inquérito contra ele no âmbito da Operação Lava Jato antes que o ministro Teori Zavascki, responsável pelo processo, decida pela abertura ou pelo arquivamento do inquérito. Renan Calheiros é um dos cerca de 45 políticos citados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, nos pedidos enviados ao STF. A lista de Janot foi entregue nesta terça (3) ao ministro Teori Zavascki, relator das apurações da Operação Lava Jato no STF. Foram apresentados 28 pedidos de abertura de inquérito referentes a 54 pessoas, dentre as quais autoridades e suspeitos sem foro privilegiado. Entre as suspeitas relatadas, há crimes como corrupção e lavagem de dinheiro. Janot também protocolou sete pedidos de arquivamento. "O que se requer é que, antes da efetiva instauração do inquérito, o Presidente do Senado Federal possa conhecer o teor das passagens e das citações supostamente relacionadas ao seu nome e que lhe seja concedida a oportunidade de prestar esclarecimentos para subsidiar a decisão de Vossa Excelência, seja quanto à abertura seja para arquivamento das peças encaminhadas pelo PGR", diz trecho do pedido assinado pelo advogado-geral do Senado, Alberto Cascais. No pedido, o advogado argumenta que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, descumpriu resolução do Conselho Nacional do Ministério Público e outra resolução do Conselho Superior do Ministério Público Federal ao não notificar o presidente do Senado antes que o pedido de abertura de inquérito fosse protocolado no Supremo. Em nota enviada à imprensa, Renan Calheiros afirma que as resoluções do Ministério Público foram "atropeladas" pelo Procurador-Geral da República. "Não se trata, por óbvio, de estabelecer um contraditório na fase pré-processual, mas sobretudo de evitar injustiças e açodamentos que possam prejudicar, talvez de maneira irreversível, a imagem do Presidente do Congresso Nacional", afirma Cascais. Ao final do requerimento, o advogado-geral do Senado pede "em caráter urgentíssimo", além do acesso ao pedido de abertura de inquérito, acesso aos trechos dos depoimentos e delações de agentes investigados pela Operação Lava Jato. Cascais solicita ainda a "concessão de prazo razoável para que possa prestar esclarecimentos antes da decisão sobre o pedido de abertura de inquérito encaminhado pelo PGR."
Comentar
Compartilhe
TRE mantém multa, mas exclui cassação de vereadora de São Francisco de Itabapoana
05/03/2015 | 17h55
[caption id="attachment_1020" align="alignleft" width="182"]PATR_CIA Foto: Reprodução/Blog do Paulo Noel[/caption] O TRE-RJ reformou, na sessão plenária desta quarta-feira (4), a decisão que havia cassado a vereadora de São Francisco de Itabapoana Patrícia Miranda Cherene (PTB) pela utilização de servidores públicos na campanha eleitoral de 2012. A Corte também excluiu a inelegibilidade da vereadora, do ex-prefeito Francisco Lemos (PR), então candidato à reeleição, e de sua vice, Sandra Regina Henriques (PSDC), mas manteve a multa de 15 mil UFIRs (cerca de R$ 15,9 mil) para cada um deles. Segundo o relator do processo, desembargador Wagner Cinelli, as penas de cassação e inelegibilidade "excederam-se em sua finalidade de reprovar o ilícito eleitoral ora em exame". Os três ainda podem recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília. Fonte: Ascom/TRE-RJ
Comentar
Compartilhe
Semáforos começam a ser instalados em SJB
05/03/2015 | 16h59
[caption id="attachment_1016" align="aligncenter" width="300"]Semáforos serão instalados nos principais cruzamentos da cidade. Semáforos serão instalados nos principais cruzamentos da cidade[/caption] Os primeiros semáforos de São João da Barra começam a ser instalados nesta sexta-feira (6), conforme informa o Portal da Prefeitura. No dia 08 de janeiro, este blog antecipou (aqui), que os semáforos seriam instalados em até 60 dias. Técnicos da empresa Contransin Controle de Trânsito e Sinalização — responsável pelo serviço — já estão no município realizando a análise dos locais para fixação das colunas que sustentarão os quatro conjuntos semafóricos que irão funcionar em diferentes pontos da área central da cidade.  O prazo estipulado para que os semáforos estejam funcionando, de acordo com a empresa, é de seis dias. Os cruzamentos já foram definidos pela secretaria de Transportes e Trânsito: um ficará no cruzamento das ruas Joaquim Thomaz de Aquino Filho com a São Benedito (próximo à agência do Itaú); BR 356 no cruzamento com  a Quintino Bocaiuva (entre a Estação das Artes e o Estádio Municipal); no cruzamento da Barão de Barcelos com São Benedito (próximo ao barracão do Chinês”); e na BR 356 com Barão de Barcelos, no local conhecida como curva do Peneirinha —que liga a Rua Barão de Barcelos a Avenida Rotary, sentido Atafona (próximo ao estúdio da Rádio Barra e do Restaurante Boi Grill). Este último, local onde já foram registrados vários acidentes graves. Em virtude da colocação dos semáforos, o trânsito será modificado de acordo com a demanda de trabalho. Já na manhã desta sexta-feira, o fluxo será interrompido na Rua Joaquim Thomáz com São Benedito, próximo ao Banco Itaú, durante a realização do serviço. O secretário Mário Rocha Filho explica que os semáforos integram o Plano de Mobilidade Urbana e que o objetivo é coibir os acidentes nos pontos de maior movimentação de veículos e pedestres na sede do município. “Está sendo estudada a colocação de semáforos em outras localidades do município”.
Comentar
Compartilhe
Impasse em SJB: Câmara convoca nova sessão extraordinária
05/03/2015 | 12h50
[caption id="attachment_265" align="alignleft" width="300"]Divulgação Divulgação[/caption] O presidente da Câmara de São João da Barra, Aluizio Siqueira (PMDB), convocou, no Diário Oficial desta quinta-feira (5), os vereadores sanjoanenses para uma sessão extraordinária nesta sexta-feira (6), cumprindo decisão proferida pelo juiz Leonardo Cajueiro (aqui). A reunião, que será realizada às 17h, terá como objetivo a análise e apreciação do projeto de Lei 006/2015, que trata sobre a alteração da redação da Lei Orçamentária Anual (LOA), no que diz respeito a abertura de crédito adicional suplementar por decreto. Na redação vigente o percentual é de dez, mas o objetivo do Executivo é alterar para 50%. A novela para apreciaçaõ do projeto de Lei vem se arrastando desde o início de fevereiro. Por decisão judicial (aqui), a Câmara analisou o projeto de Lei na sessão extraordinária do dia 12 do mês passado, deixando sob análise das comissões. Após a Procuradoria do município acionar a Justiça novamente, o juiz Leonardo cajueiro entendeu que a Câmara ainda não realizou a sessao extraordinária convocada por Neco (PMDB) e determinou que o presidente fizesse a convocação de forma imediata. Na publicação oficial desta quinta, o presidente destaca que a convocação para analise e apreciação do projeto de Lei vsa cumprir ao artigo 114 do Regimento Interno.
Comentar
Compartilhe
Dilma está na lista de Janot; procurador pede arquivamento de investigação
05/03/2015 | 08h34
[caption id="attachment_1008" align="aligncenter" width="640"]Foto: Agência Senado Foto: Agência Senado[/caption] O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o arquivamento de investigação sobre a presidente Dilma Rousseff por conta de citação feita sobre ela no curso das apurações da Operação Lava Jato, que investiga esquema de corrupção na Petrobrás. No documento enviado ao ministro Teori Zavascki, Janot, entretanto, não faz nenhum juízo de valor sobre essa citação. Segundo o Estadão, ele se limita a dizer que a Constituição não permite que o chefe do Executivo seja investigado por qualquer ato que não seja relacionado com o exercício do cargo da Presidência, posto assumido por Dilma apenas em 2011. Essa justificativa foi adotada por opção de Janot. Ele poderia, simplesmente, não ter incluído o nome dela na lista, mesmo que apenas para arquivar a investigação. A recomendação pelo arquivamento acompanha o pedido encaminhado por Janot ao Supremo nessa terça-feira (3) de abertura de inquérito contra 54 pessoas suspeitas de envolvimento na Lava Jato. Além deles, o procurador apresentou sete pedidos de arquivamento — entre eles o de Dilma e do senador Aécio Neves (PSDB-MG), como publicou aqui o blog Opiniões, de Aluysio Abreu Barbosa. Pela citação de Janot, as referências feitas sobre Dilma nas investigações da Lava Jato aconteceram antes de ela assumir a Presidência da República, em 2011. No governo Lula, a petista chefiou o Ministério de Minas e Energia e comandou a Casa Civil. Nesse período também presidiu o Conselho de Administração da Petrobrás, entre 2003 e 2010. Nesse ano, deixou a Casa Civil para disputar sua primeira eleição presidencial. O material enviado por Janot ao STF está em regime de segredo de Justiça. O sigilo deve ser aberto pelo ministro do Supremo Teori Zavascki, relator do caso. Publicado aqui, no Estadão.
Comentar
Compartilhe
Impasse no Legislativo sanjoanense
04/03/2015 | 18h55
unnamed Quase toda sessão da Câmara de SJB é a mesma coisa: uma novela para apreciação da ata da reunião anterior. O documento deve ser o “retrato” da sessão, mas os vereadores da base governista têm contestado alguns pontos.  Na reunião desta quarta-feira (4), o líder do governo Jonas Gomes (PMDB), pediu que a reunião fosse suspensa por 15 minutos, para uma discussão interna e ajuste da ata. No entanto, após a conversa secreta, não houve acordo entre governista e o presidente da Casa, Aluizio Siqueira (PMDB). Antes, Aluizio, Jonas e Kaká (PT do B) foram os protagonistas do debate. Kaká afirmou que a postura de Aluizio poderia gerar em problemas no futuro. Segundo o vereador da base governista, tudo que ele fala está na sentença proferida pelo juiz Leonardo Cajueiro (aqui). “É o seu nome (Aluizio) que está em jogo. Não quero levar ninguém ao erro. Mas pode estar acontecendo, orientado não sei por quem”, disse Kaká. Até a sessão da terça-feira, Aluizio disse (aqui) que não teria sido comunicado oficialmente sobre a decisão judicial para realização da sessão convocada pelo prefeito Neco (PMDB). Já na reunião desta quarta, ele disse que foi citado e que decisão judicial se cumpre. “Vou cumprir a decisão judicial, que em momento algum diz ‘vote-se o projeto’. Diz para marcar a sessão extraordinária e vou marcar”, rebateu o presidente da Câmara. Câmara aprova construção de cais em Atafona Três matérias para Atafona. Em uma delas, a vereadora Sônia Pereira solicitou à Prefeitura, a construção de um cais ao lado da Igreja de Nossa Senhora da Penha, com um espaço apropriado para a comercialização do pescado. Ela também pediu a drenagem e o calçamento das ruas não agraciadas com calçamento no Bairro do Carrapicho. Ainda para Atafona, o presidente da Casa, Aluizio Siqueira, propôs indicação para a realização de obras de drenagem a fim de amenizar o piscinão que se forma na Avenida Carmelita Moraes Nascife, com a continuação da rede de drenagem até a Rua Domingos Teixeira de Macedo. Por meio de requerimento, o vereador Alex Firme solicitou à Secretaria de Administração e à Procuradoria do Município, que analisem a possibilidade de conceder o adicional de insalubridade aos agentes comunitários, além de rever os salários dos servidores que exercem a função de auxiliar administrativo a partir do concurso de 2003, já que existe uma diferença salarial com os servidores que exercem essa mesma função desde 1988.    
Comentar
Compartilhe
STF decide extinguir pena de Genoino
04/03/2015 | 16h03
JosÈ Genoino se entrega ‡ PolÌciaO plenário do Supremo Tribunal Federal(STF) decidiu nesta quarta-feira (4) extinguir a pena do ex-deputado federal José Genoino(PT-SP), condenado no julgamento do mensalão, com base no decreto de indulto de Natal editado pela presidente Dilma Rousseff no final do ano passado. Na última quarta (25), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou parecer favorável à extinção da punição ao petista condenado no julgamento do mensalão. Barroso poderia decidir sobre o caso monocraticamente, mas decidiu consultar o plenário do STF. O decreto de indulto prevê perdão aos condenados que cumprem pena em regime aberto ou prisão domiciliar, desde que faltem até oito anos para o cumprimento da pena total. Outra condição é ter cumprido ao menos um quarto da pena, se não reincidente, e ter apresentado bom comportamento na prisão. Conforme o Barroso, o ex-deputado se enquadra nas regras previstas no decreto presidencial. O voto do ministro foi acompanhado por todos os demais magistrados presentes em plenário. Condenado a 4 anos e 8 meses de prisão, o ex-deputado foi preso em novembro de 2013 e passou a cumprir pena no regime fechado. Com problemas cardíacos, o petista chegou a obter autorização para se tratar em casa em prisão domiciliar no início de 2014, mas, em maio, teve de voltar à prisão. Em agosto, progrediu para o regime aberto, para ficar preso em casa. No dia 25 de dezembro de 2014, dia em que foi publicado o decreto, Genoino já havia cumprido 1 ano, 2 meses e 14 dias da pena, já levando em conta 34 dias que havia descontado por cursos de direito e informática que realizou na Penitenciária da Papuda, além de trabalho como auxiliar de biblioteca do presídio. Julgamento do mensalão No processo do mensalão, Genoino foi acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de atuar na distribuição de dinheiro a parlamentares, por meio de Marcos Valério, com a finalidade de "angariar ilicitamente o apoio de outros partidos políticos para formar a base de sustentação do governo federal". Na ocasião do crime, durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-deputado era presidente nacional do PT. Fonte: G1
Comentar
Compartilhe
Betinho Dauaire e Carla Machado juntos em 2016?
04/03/2015 | 13h36
[caption id="attachment_991" align="aligncenter" width="579"]Betinho e Carla negam que já tenham conversado sobre o assunto, mas não descartam qualquer aliança. Betinho e Carla negam que já tenham conversado sobre o assunto, mas não descartam qualquer aliança futura.[/caption] As especulações são inúmeras nos bastidores da política sanjoanense. Na certeza, depois que ele mesmo já indicou em entrevista, que o prefeito Neco (PMDB) deve tentar a reeleição, nomes surgem como possíveis pré-candidatos. Até alianças improváveis, mas não impossíveis, começam a ser cogitadas. Nesta semana, a última foi uma possível reaproximação entre os ex-prefeitos Betinho Dauaire (PR) e Carla Machado (PT). Eles já foram aliados entre 1996 e 1998, durante o primeiro mandato de Betinho como prefeito de São João da Barra. Os dois negam que qualquer conversa nesse sentido já tenha acontecido, mas não descartam nenhuma possibilidade para o próximo pleito. Betinho afirma que defende candidatura própria do PR para disputar a Prefeitura de São João da Barra. A justificativa do ex-prefeito é que “com a divisão dos governistas, o PR tem condições de lançar candidatura própria”. Ele destaca que não houve nenhuma conversa nesse sentido, nem sobre a sucessão em SJB até o momento. “Repito que defendo candidatura própria. Mas em casa de aliança, não temos preconceito com quem quer que seja. Não temos preconceito de discutir politica com nenhuma corrente em São João da Barra”, garantiu. Carla também descarta a veracidade do assunto. A ex-prefeita afirma que em meados de abril já deve definir o partido no qual pretende lançar sua pré-candidatura à sucessão municipal. “Não tive conversa com ninguém. Hoje, qualquer afirmação neste sentido, não passa de boato. É apenas especulação”, afirmou, sem negar a possibilidade de possíveis alianças para o pleito municipal. Aliados em 1996 e rivais de 2000 a 2012 Betinho e Carla já estiveram no mesmo palanque nas eleições de 1996, à época ambos no PMDB. Betinho foi eleito prefeito e Carla, segunda vereadora mais votada no município. Em 1999, Carla foi eleita presidente da Câmara, para o biênio 1999-2000, e rachou com o então prefeito. Presidente do Legislativo, Carla foi para o PDT, do então governador Anthony Garotinho (atualmente no PR e aliado de Dauaire). Entre 2000 2012, as disputas majoritárias municipais se concentraram entre os grupos dos dois. Em 2000, Betinho foi reeleito prefeito, derrotando a chapa pedetista de Carla Machado. Já em 2004, Carla, de volta ao PMDB, disputou o pleito contra o empresário Ari Pessanha (à época no PSDB), apoiado pelo prefeito Betinho. A vitória foi de Carla. No ano de 2008, Carla e Betinho se enfrentaram novamente nas urnas, ela ainda no PMDB, ele pelo PDT. Candidata à reeleição, Carla saiu vencedora. Já em 2012, ainda como prefeita de SJB, Carla apoiou o atual prefeito Neco (PMDB), que venceu Betinho, dessa vez pelo PR. E em 2016: aliados ou rivais?
Comentar
Compartilhe
A área central de Campos alagou. De quem é a culpa?
04/03/2015 | 09h34
[caption id="attachment_984" align="aligncenter" width="300"]Foto: Folha da Manhã Foto: Folha da Manhã[/caption] Demorou, mas choveu. E muito. Nessa terça-feira (3) aconteceu o primeiro teste para as galerias pluviais construídas pela administração campista, que não corresponderam como se esperava. De acordo com matéria publicada no portal oficial no dia 29 de novembro do ano passado, “na área central, os alagamentos na Avenida José Alves de Azevedo (Beira Valão), na descida da ponte Leonel Brizola, chegaram ao fim. O antigo fosse de captação de águas, que lançava as águas para o Canal Campos-Macaé, foi substituído uma nova rede de drenagem, superdimensionada, com 32 pontos de captação para escoamento e com capacidade para lançar milhões de metros cúbicos de águas de chuvas para o canal no trecho entre a Rua Formosa e a rodoviária Roberto Silveira”. Não foi o que aconteceu. E, como político — em qualquer esfera — não pode ser responsabilizado pelo que dá errado, a culpa sempre é dos outros. Às vezes sobra até para o FHC, mas não foi o caso. Segundo o secretário de Obras Edilson Peixoto, durante o programa “Em cima da hora”, transmitido pela rádio Educativa FM, não houve problema técnico na execução das obras da galeria. A explicação é simples. O canal Campos-Macaé estava obstruído e a responsabilidade pela limpeza não é do município. Caberia ao estado. Pronto, já encontraram um culpado. O que a população aguarda agora é a solução. E durante as chuvas, houve até quem acreditasse que os alagamentos na descida da ponte Leonel Brizola realmente chegaram ao fim. Desceram a ponte de carro, mas tiveram que voltar. O campista tem que investir mais nos seus veículos, carros anfíbios seriam a saída. Parece ser mais fácil comprar um, a esperar uma solução para o alagamento neste ponto. [caption id="attachment_986" align="aligncenter" width="779"]Reprodução do portal Prefeitura de Campos Reprodução do portal Prefeitura de Campos[/caption]
Comentar
Compartilhe
Presidente da Câmara de SJB diz que não foi notificado
03/03/2015 | 18h24
Aluizio-SiqueiraO presidente da Câmara de São João da Barra, Aluizio Siqueira (PMDB), afirmou na sessão desta terça-feira (3) que não foi comunicado oficialmente sobre a decisão do juiz da 2ª Vara da Comarca do município, Leonardo Cajueiro d'Azevedo, sobre a determinação para que cumpra imediatamente liminar já deferida que o obriga a comunicar aos vereadores a convocação do prefeito Neco (PMDB) para realização da sessão extraordinária para alteração da redação do inciso I do artigo 7º da Lei Municipal 344/2015 — a Lei Orçamentária Anual (LOA) — que trata da abertura de crédito suplementar  por decreto. A decisão do juiz foi antecipada por este blog (aqui). O impasse para alteração da LOA já rendeu vários capítulos desde o início de fevereiro, como pode ser conferido aqui, aqui, aquiaqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui. Ainda na sessão, Aluizio criticou a “pressa” da base governista para apreciar o projeto. O presidente da Câmara criticou mais uma vez quem redigiu o projeto, questionando o porque do projeto inicial já não fixar a despesa da forma que seria necessária para a administração do Executivo. “Que o projeto vai ser apreciado e que vocês vão aprovar, não tenho dúvidas. Mas será dentro do prazo regimental”, afirmou. O líder do governo na Câmara, Jonas Gomes (PMDB), solicitou que a vontade da maioria no plenário seja respeitada e solicitou a abertura de dialogo entre a Mesa Diretora e todos os vereadores. Jonas reconheceu que o presidente tem prerrogativas, mas deixou um recado. “Vossa excelência tem a prerrogativa, mas a gente tem a maioria”. O líder do governo criticou novamente incoerências no Regimento Interno da Casa. “Direito tolhido” — O líder do governo na Câmara, Jonas, afirmou que está tendo seus direitos tolhidos na Casa. Segundo o vereador, a atitude do presidente Aluizio em enviar requerimentos dos vereadores Alex Firme (PMDB) e Ronaldo Gomes (Pros) para análise da procuradoria da Casa está tirando o direto dos vereadores, para avaliar os pedidos. “O senhor (Aluizio) atendeu requerimentos dos vereadores Alex e Ronaldo. O senhor está tirando a soberania do plenário. Se o requerimento do vereador Alex tiver resposta, o dos seis vereadores ficará engavetado? Daqui a pouco a procuradoria é que vai sentar nas nossas cadeiras”, alegou Jonas. Plano de saúde e transporte gratuito — A pauta da sessão da foi extensa, começando por dois requerimentos do vereador Franquis Arêas: um ao governo do estado pedindo a instalação de uma rede de abastecimento de água potável de Quixaba a Folha Larga e, o outro, solicitando a colocação de quebra-molas em todas as ruas do 5º Distrito. Em seguida, Alex Firme requereu à Secretaria de Saúde que coloque o serviço de carro fumacê diariamente em todos os distritos. Também via requerimento, Carlos Machado da Silva (Kaká) requereu à Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) a realização de um convênio com o SPC/Serasa visando maior agilidade no serviço. Em conjunto, os vereadores Jonas Gomes, Elísio Rodrigues, Eziel Pedro, Sônia Pereira, Franquis e Kaká apresentaram requerimento solicitando à Prefeitura que elabore um projeto visando à gratuidade das passagens de ônibus em todas as linhas municipais. Também em conjunto, Alex Firme, Aluizio Siqueira e Ronaldo Gomes de Souza requereram à Prefeitura, a elaboração de um projeto criando o Fundo Previdenciário dos Servidores Públicos e um outro para implantar o plano de saúde dos servidores. “Antes que façam outro remanejamento e tire mais um pouco, fizemos esse requerimento”, disse Alex.  
Comentar
Compartilhe
Justiça suspende processos contra Eike Batista e afasta juiz
03/03/2015 | 15h43
economia-empresario-eike-batista-20120430-18-size-598 O TRF (Tribunal Regional Federal) da 2ª Região (Rio e Espírito Santo) suspendeu, nesta terça-feira (3), todos os processos contra o empresário Eike Batista exceto o que diz respeito à apreensão de seus bens. Eles ficam parados até que o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) decida sobre o caso. Além de paralisar os processos de Eike Batista, os desembargadores da segunda turma do TRF decidiram ainda, por unanimidade, afastar o juiz Flavio Roberto de Souza de todos os processos contra o empresário, anulando assim suas decisões sobre o caso. O juiz foi flagrado na terça (24), dirigindo o Porsche do empresário havia sido apreendido. À Folha ele disse que a atitude é normal. Apenas os bloqueios de bens de Eike Batista estão mantidos pela Justiça. Assim que for decidido qual juiz atuará neste processo é que será definido se os bloqueios serão suspensos. Fonte: Folha de S. Paulo
Comentar
Compartilhe
Aumento de 15% para servidores de SJB é improvável, diz secretário de Fazenda
03/03/2015 | 10h25
[caption id="attachment_971" align="aligncenter" width="800"]Secretário de Fazenda Edson Claudio durante a audiência pública para discussão da LOA 2015. Foto: Paulo Pinheiro Secretário de Fazenda Edson Claudio durante a audiência pública para discussão da LOA 2015. Foto: Paulo Pinheiro[/caption] Na última sessão da Câmara de São João da Barra (aqui e aqui), os vereadores Aluizio Siqueira (PMDB), Alex Firme (PMDB) e Ronaldo Gomes (Pros) propuseram ao Executivo que envie à Casa um projeto de Lei para determinar o aumento dos servidores públicos do município. Para os vereadores, o percentual ideal seria de 15%. Para o secretário de Fazenda, Edson Claudio, esse percentual é improvável. Edson destacou o cenário da economia atual, com a queda do barril do petróleo, a diminuição de repasses estadual e federal. Segundo o secretário, toda conjuntura aponta para que o percentual de 15% seja improvável. Edson afirmou que aguarda levantamento da secretaria de Administração, para então realizar o estudo de impacto econômico e determinar o percentual de aumento. Ainda segundo o secretário de Fazenda, isso deve acontecer em no máximo 15 dias. A data base para reajuste do servidor de São João da Barra é o mês de março. Maior da região — Nos anos de 2013 e 2014, o governo do prefeito Neco (PMDB) foi o que concedeu o maior aumento aos servidores na região, 12% a cada ano. No ano passado, a título de comparação, enquanto Neco concedeu acréscimo de 12% nos salários dos servidores, o reajuste concedido em Campos pela prefeita Rosinha Garotinho (PR) foi de 10%. Alteração às 12h: Inicialmente, a postagem informava que o valor do reajuste da Prefeitura de Campos em 2014 foi de 7%. Esse foi o percentual anunciado no dia 19 de março de 2014 e encontrado na primeira busca no Google. No entanto, após o comentário do leitor Lucas, informando que o valor foi de 10%, outra busca foi realizada e constatado que no dia 28 de março de 2014, a prefeita Rosinha divulgou o novo índice, 10%
Comentar
Compartilhe
Eduardo Cunha volta atrás sobre passagem aérea a cônjuge de deputado
02/03/2015 | 17h58
Entrevista com dep. Eduardo Cunha - Royalties Diante da repercussão negativa, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), decidiu nesta segunda-feira (2) recuar da medida que autoriza o uso de dinheiro da cota parlamentar para a compra de passagens aéreas para cônjuges de deputados. Também na segunda-feira, o Ministério Público Federal (MPF) em Brasília recomendou que a Mesa Diretora revogue a decisão que permite a compra de passagens áreas para maridos e mulheres de parlamentares com verba parlamentar. No pedido, o procurador da República Douglas Ivanowski Kirchner argumenta que a medida se caracteriza como um possível desvio de finalidade de recursos públicos e pede que seja cancelado qualquer pagamento do benefício. Cunha afirmou que levará uma proposta alternativa para a reunião desta terça (3) da mesa diretora da Câmara, que aprovou a medida no último dia 25, entre uma série de outros benefícios para os parlamentares. “Eu chamei a reunião da mesa amanhã [terça] com uma única pauta, justamente para tratar do assunto das passagens, em que vamos propor algum tipo de mudança. Ainda vou acertar. Como foi a mesa que decidiu, caberá à mesa mudar”, afirmou o presidente da Câmara. O PSDB chegou a entrar com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) a fim de suspender a medida. Na noite de sexta-feira, o ministro Teori Zavascki recusou o pedido dos tucanos. Nesta segunda, o PT anunciou que abria mão do benefício. Outros partidos já tinham feito o mesmo. Eduardo Cunha admitiu que a repercussão contrária à medida motivou o recuo. "Realmente, a repercussão foi muito negativa, eu reconheço que a repercussão foi negativa”, disse. “Eu acho que não houve o procedimento correto sobre o que existia no passado. De qualquer forma, nós estamos sempre subordinados à vontade da opinião pública e, se nós fizemos efetivamente algo que a repercussão não está positiva, cabe a nós fazermos a 'mea culpa' e corrigirmos”, declarou. Cunha afirmou que, na reunião da mesa diretora desta terça, vai propor que o benefício seja concedido somente se o parlamentar entrar com um pedido, que será analisado de acordo com critérios a serem definidos. “[Defendo] criar uma condição, as excepcionalidades que poderiam ser adotadas mediante decisão de cada caso individual”, afirmou. “O parlamentar teria que requerer com a justificativa que vamos definir o critério.” Cunha negou que a decisão de liberar as passagens para os cônjuges de deputados tenha sido precipitada e afirmou que "faz parte da democracia” rever decisões. “Eu não acho que foi precipitado (...). Eu acho que ter esse direito de poder recuar (...) é parte da democracia. Se todos nós fizéssemos assim, seria muito mais fácil”, observou. O peemedebista afirmou ainda não estar “imune” a críticas ou erros. “Nós não somos imunes a críticas e nem a possíveis erros. Temos é que ter a tranquilidade para debater o problema. A repercussão não foi positiva, eu reconheço. Se não foi positiva, por que mantê-la?”. Fonte: G1 e O Globo Atualização às 18h45 para inclusão da recomendação do MPF.
Comentar
Compartilhe
Shows do Réveillon em SJB custaram mais de meio milhão
02/03/2015 | 09h00
[caption id="attachment_948" align="alignleft" width="228"]João Lucas & Marcelo receberam R$ 220 mil por apresentação em Grussaí João Lucas & Marcelo receberam R$ 220 mil por apresentação em Grussaí. Foto: Divulgação[/caption] Todo mundo sabe que a estrutura conta com palcos, segurança, som, iluminação, camarim, banheiros químicos, geradores, shows locais e uma infinidade de outros detalhes. Mas a curiosidade mesmo é com relação aos valores dos shows nacionais que movimentaram a programação do Verão 2015 em São João da Barra. Antes, tivemos as atrações da noite de Réveillon. Nos três últimos dias, foram publicados no Diário Oficial os valores dos shows da noite da virada. As apresentações de João Lucas & Marcelo, Humberto e Ronaldo e Moraes Moreira, somadas, custaram aos cofres públicos pouco mais de meio milhão de reais. Exatamente R$ 510 mil. Vale destacar que no Réveillon, como em outros feriados, o cachê costuma ser dobrado. [caption id="attachment_949" align="alignright" width="300"]O show da dupla Humberto e Ronaldo, no Açu, custou R$ 200 mil. Foto: Paulo Pinheiro O show da dupla Humberto e Ronaldo, no Açu, custou R$ 200 mil. Foto: Paulo Pinheiro[/caption] O show mais caro foi o da praia de Grussaí. Para dar as boas vindas ao ano de 2015, a dupla João Lucas & Marcelo levou R$ 220 mil, como mostrou a publicação no Diário Oficial desse sábado (28). Na praia do Açu, os sertanejos Humberto e Ronaldo se apresentaram pelo cachê de R$ 200 mil, conforme publicação no DO de domingo (1º). E na sede do município, o cantor Moraes Moreira fez o show de ano novo por R$ 90 mil, a publicação está no DO desta segunda-feira (2). Nos próximos dias, serão revelados os valores dos shows nacionais que agitaram o litoral sanjoanense. Por fim de semana, o número mínimo de atrações nacionais foi de três. [caption id="attachment_950" align="alignright" width="275"]Moraes Moreira recebeu R$ 90 mil para dar as boas vindas a 2015 na sede do município. Foto: Divulgação Moraes Moreira recebeu R$ 90 mil para dar as boas vindas a 2015 na sede do município. Foto: Divulgação[/caption] Investimentos na Saúde — É bom lembrar que na última semana a prefeitura de São João da Barra publicou diversos extratos dos investimentos na área da Saúde, como home care e tratamento de UTI. Também na semana passada, a secretária Denise Esteves informou durante audiência pública que foram gastos R$ 129 milhões na pasta.
Comentar
Compartilhe
PC do B mantém planos para disputar a Prefeitura de SJB
01/03/2015 | 12h30
[caption id="attachment_936" align="alignleft" width="300"]Presidente do PC do B em SJB, Fábio Junior, acompanhado da deputada estadual Enfermeira Rejane Presidente do PC do B em SJB, Fábio Junior, acompanhado da deputada estadual Enfermeira Rejane[/caption] O presidente do PC do B no município, Fábio Junior Alves, mantém a expectativa de o partido lançar um candidato para disputar à Prefeitura no ano que vem. Ao blog do Bastos (aqui), Fábio Junior afirmou que o objetivo era ter o advogado Filipe Estefan como candidato. No dia seguinte, Filipe afirmou ter ficado muito satisfeito com a lembrança, mas que precisaria “amadurecer a ideia de disputar um cargo político” (aqui). Segundo Fábio Junior, o partido já avalia novos quadros. — Ainda acredito que o Filipe Estefan seja o nome ideal, mas se não for de sua vontade vamos buscar outro nome para a disputa. O PC do B está empenhado na formação da nominata para disputa proporcional e vamos ter um candidato na majoritária — afirmou Fábio Junior. Com a decisão do PC do B, a lista de prefeitaéveis aumenta. A princípio, o prefeito Neco (PMDB) já demonstrou interesse em disputar a reeleição. A ex-prefeita Carla Machado (PT) e o grupo do PR de Betinho e Bruno Dauaire, ainda sem um nome definido, completam a lista. É bom lembrar: Os políticos que pretendem disputar um cargo eletivo em 2016 devem regularizar sua situação partidária até o mês de outubro deste ano. Até lá, serão também conhecidas as nominatas para disputa proporcional, até o momento com número indefinido de cadeiras — 9, 11 ou 13. O “blefe” também faz parte do jogo e muitos nomes podem ser ventilados como prefeitaéveis até as convenções partidárias de 2016.
Comentar
Compartilhe