Segundo jornal, quem não bebe, não enriquece.
26/07/2017 | 16h25
Um tempo atrás, li uma reportagem que me despertou curiosidade. Segundo o jornal The New York Times, um dos mais influentes do mundo, beber é essencial para ter uma carreira profissional promissora e, consequentemente, ganhar dinheiro.
A reportagem afirmava que, quem não bebe álcool é visto com desconfiança e dificilmente consegue fechar um bom negócio.
Imaginando que causaria certa dose (aqui sem duplo sentido) de polemica, a reportagem afirmava que pesquisas apoiavam a ideia de que quem não bebe socialmente, têm dificuldades para subir na hierarquia corporativa. Comprovava isso demonstrando vários estudos onde as pessoas que bebiam ganhavam mais dinheiro do que as que não bebiam.
Na ocasião, foi entrevistado Link Christin então diretor de um programa de tratamento especial para advogados, que faz parte de um centro de recuperação contra álcool e drogas, no estado de Minnesota, nos EUA. Segundo ele, “esperam que você beba, e beber é parte do que você faz; as pessoas ficam meio sérias se você disser que não bebe”. Na opinião dele, resume-se ao fato de que, se disser que não bebe, você tem que lidar com a suspeita de que não sabe jogar.
E no mundo dos altos negócios, a imagem do empreendedor, do homem que se arrisca e se dá bem, vende. Veja o sucesso de James Bond e demais filmes parecidos.
A reportagem cita ainda John Crepsac, um famoso terapeuta de Wall Street, em Nova York, que diz que os investidores que não bebem queixam-se mais comumente de que não conseguem fechar negócios, que não conseguem entrar nas negociações iniciais como deveriam porque não entram no comportamento de beber.
Alguns devem estar lendo e pensando: agora vou chutar o caneco e ficar rico! Não sei se concordo com a reportagem, e também sabemos que existem muitas matérias pagas, mas se tratando de um jornal respeitado, é no mínimo, de se pensar a respeito, e de preferencia se puder, tomando uma gelada.
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Dicas de Sucesso!
20/06/2017 | 12h25

Todos empreendedores quando montam uma empresa ou comércio, buscam o sucesso. Seja financeiro, reconhecimento, capacidade de gerir ou auto suficiência.

Seja qual for a sua definição sobre sucesso, existem hábitos comuns entre empreendedores que possuem negócios lucrativos e duradouros. James Stephenson, especialista americano em marketing e gestão, soltou uma lista bem interessante no site da Entrepreneur para ajudar os donos de empresa a prosperar. Confira:

1) Leve a sério o que você faz: No mundo dos negócios, não dá para ser bem-sucedido se você não acredita no que vende ou nos serviços que presta aos consumidores. A motivação do dono deve ser grande o bastante para contagiar as pessoas. Seja na hora de negociar com fornecedores ou conquistar clientes, é fundamental ter seriedade, garra e saber transmiti-las aos outros.

2) Planejamento: Planejar é importante não só na hora de montar a empresa, como também no dia a dia do negócio. Crie o hábito de escrever relatórios semanais com os dados mais marcantes do período. Isso ajuda a traçar metas, corrigir erros e verificar o que já foi alcançado.

3) Fiquei de olho no fluxo de caixa: Ele é o coração de qualquer empreendimento e o sucesso da sua empresa vai depender se você sabe mantê-lo saudável. O empreendedor nunca pode esquecer de controlar as finanças e garantir que as despesas não ultrapassem os lucros. Embora a premissa seja básica, é bastante comum negócios irem à falência por falta de organização com dinheiro.

4) Foque no consumidor: Você pode ter boas ideias, um marketing agressivo e a equipe afinada, mas não se esqueça de manter o foco nos consumidores. Produtos e serviços devem estar alinhados com a expectativa deles. A busca por qualidade, aperfeiçoamento e preço justo jamais podem ser deixados em segundo plano. Lembre-se que, no final das contas, são os clientes que vão decidir se a sua empresa vai para a glória ou para o buraco.

5) Construa uma imagem positiva e confiável: Ter uma imagem positiva é uma estratégia interessante para aumentar as vendas. As pessoas costumam associar marcas a quem está por trás delas. Quem tem credibilidade, tem o poder de lançar tendências. Para isso, não transmita insegurança, procure manter uma postura assertiva com consumidores, parceiros e funcionários e cumpra suas promessas. Se você prometeu entregar um produto até quarta-feira, por exemplo, não há desculpas para atraso.

6) Aposte em tecnologia: Não é preciso ser obcecado por gadgets, mas tire vantagem dos avanços tecnológicos. Hoje é possível reduzir custos e aumentar a eficiência com serviços de cloud computing, softaware livres e ferramentas online. Só fique atento e escolha as tecnologias que melhor te ajudam e não aquelas que apenas impressionam.

7) Invista no time de funcionários: Investir em funcionários é de extrema importância. A maioria das pessoas gosta de aprender algo novo e elas podem aplicar esse conhecimento na sua empresa. Aposte em treinamentos, cursos e em uma gestão onde a equipe tem liberdade criativa. Colaboradores desmotivados ficam ociosos e facilitam o desperdício de tempo e matéria-prima.

8) Crie uma vantagem competitiva: Defina desde o início quais são os seus pontos fortes em relação à concorrência e invista neles. Para isso, faça a seguinte pergunta: Por que as pessoas escolheriam meus produtos ou serviços ao invés de optar pelos concorrentes? Em outras palavras, descubra que aspectos positivos vão o separar de outros competidores. O melhor serviço? O atendimento? A melhor seleção? A garantia de prazos maiores? Preços mais baixos? E por ai vai.

9) Aprenda a negociar: Desenvolva a habilidade da negociação. Você vai precisar dela praticamente todos os dias para conseguir preços mais atraentes, fazer parcerias, buscar empréstimos e até para contratar funcionários. Procure firmar acordos onde os dois lados saem satisfeitos. A chance de serem mais duradouros aumenta.

10) Limite suas atividades: É verdade que muitos empreendedores de sucesso são multifuncionais. Porém, é preciso tomar cuidado para não se sobrecarregar com tarefas simples que podem ser executadas por outros, ao invés de focar em questões importantes. Saber delegar é essencial para quem quer obter resultados em larga escala, além de estimular o surgimento de novas ideias.

E você leitor, que dicas daria para quem quer ter um negócio bem-sucedido? Participe!

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Internet das Coisas. Uma revolução está acontecendo.
14/02/2017 | 10h31
Eu solicitei este texto abaixo de autoria do meu amigo Lauriano Neto, pois achei interessante e atual sobre a internet, tema muito escrito, mas com poucas novidades. Espero que gostem:
Não há dúvidas, o mundo está cada vez mais conectado, e isso inclui cada vez mais objetos físicos, como máquinas, infraestrutura e dispositivos que estão sendo equipados com sensores na rede mundial de computadores que lhes permitam monitorar seu ambiente, comunicar seu status, receber instruções e, até mesmo, realizar algo com base nos dados.
A cada dia surgem mais objetos conectados, como tênis, roupas, maçanetas, eletrodomésticos, veículos conectados à Internet.
São mais de nove bilhões de dispositivos em todo o mundo conectado à Internet, incluindo computadores e smartphones.
Esse número deverá aumentar muito na próxima década, com estimativas que variam de quintuplicar para 50 bilhões de dispositivos para alcançar um trilhão.
Vou citar exemplos que poderão ocorrer no seu dia a dia, você está passeando em um centro comercial e passa em frente a uma farmácia e, de repente seu relógio vibra e na tela surge a mensagem dos produtos que você precisa comprar que estão em falta em sua residência.
O hábito de escovar o dente poderá mudar, um aplicativo vai te orientar se você está realizando a escovação correta ou não, no final do mês você ainda recebe um relatório digital para entregar ao seu dentista.
O conceito Quantified Self que compreende a utilização de sensores para monitorar o desempenho de exercícios físicos ou monitorar a saúde das pessoas - é uma tendência cada vez mais popular subsidiada pelas tecnologias de Internet das “Coisas.” Um exemplo, diversas empresas já estão vendendo sensores wearable (“vestível”) que permitem aos consumidores controlar a distância que correm, a sua frequência cardíaca e outros dados gerados durante o exercício, que podem então ser usados para gerenciar a saúde. Ela tem como objetivo desenvolver sistemas e ferramentas que criem inteligência aos objetos para que eles possam conversar entre si e facilitar a vida do consumidor.
A Internet das coisas não fica limitada para as grandes corporações. Ela oferece oportunidades para pequenas e médias empresas, tornando-as mais competitivas. Com possibilidades infinitas.
E isto é a grande oportunidade para essas empresas, hoje para fidelizar um consumidor é necessário personalizar o atendimento e a internet das coisas tem um papel fundamental neste processo. Um empreendedor poderá criar oportunidades incríveis com a Internet das Coisas para seus consumidores. 
Esse cenário futurista, mas não longe das empresas, abre um novo mundo para o marketing. A comunicação e relacionamento não serão mais os mesmos.
Com toda essa tecnologia, permitirá para as empresas um grande conhecimento as preferências individuais de cada ser humano, de cada consumidor, de suas rotinas, de seus desejos e do seu estilo de vida, suas necessidades etc, as corporações criarão canais específicos de comunicação com seus clientes.
Será uma interação personalizada, tudo baseado o que cada uma mais aparecia ou tenha interesse.
As empresas terão um conhecimento sem procedente de cada consumidor e o melhor com baixos custos neste ambiente.
Neste ambiente extraordinário surgirá um novo mercado, o conhecimento a respeito de cada consumidor. É o marketing se tornando uma ciência.
Lauriano Scarpari Neto
Administrador de empresas, Estudioso da Cultura Digital e de Novas Tendências sobre Tecnologia de Consumo e Sócio Co-fundador agência OPP.Ag
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O Verdadeiro Profissional
08/02/2017 | 15h55
Em tempos de crise, o espírito de competição fica mais acirrada, afinal todos lutam pelos mesmos pequenos espaços para sobreviver. E neste mundo, ser reconhecido como profissional, ou demonstrar profissionalismo, é mais difícil do que parece.
Muitos tendem a inferiorizar o trabalho realizado por outros, sempre achando que só ele é quem trabalha realmente. Agindo assim, pensam que estão se valorizando, dando uma dica para o superior como "olha, ele faz errado e eu faço certo"..
Assim, penso que não adianta querer demonstrar profissionalismo, pois isto é identificado e percebido pelos outros, naturalmente. Afinal, como dizem por aí, "não existe mais bobo neste mundo"..
O que é necessário é ter atitude de profissional. Saiba que suas ações têm impacto, tanto para as pessoas que trabalham com você, como para a empresa. Seja considerado um aliado, um colaborador, e não simplesmente uma pessoa que passa a mão na cabeça e diz ok, e sim, aquele que aponta uma saída, um rumo a ser tomado, buscando a solução.
Siga seus valores profissionais, seja ético, pois para ser um bom profissional não basta botar um ovo e sair cacarejando por ai. Requer reconhecimento das pessoas que trabalham com você e do mercado, e isto vem através de suas ações e atitudes que demonstra durante toda a sua carreira, com acertos e erros.
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Emprego x mídias sociais
21/01/2017 | 19h09

O tema “mídias sociais” é delicado, e talvez por isso, seja evitado escrever sobre ele. Por vezes, como dizia minha avó, o feitiço pode virar contra o feiticeiro.

As chamadas mídias sociais, em especial os fenômenos Facebook e Instagram, fazem parte da vida de milhões de pessoas e são usadas diariamente. De minuto em minuto, nos pegamos mexendo em posts ou publicando atualizações, o que acaba virando corriqueiro e automático. E é justamente onde mora o perigo, pois esquecemos que estamos no mercado de trabalho. Ou disponíveis. E é aí que a coisa começa a complicar.

Vemos posts inacreditáveis todos os dias, onde as pessoas acham que quem irá ler são apenas seus amigos mais íntimos, e não profissionais ou futuros empregadores, correto? Errado.

É fato que, nos dias atuais, quem recebe um currículo ou uma solicitação de emprego, pesquisa mais sobre o possível candidato. E nada mais fácil e rápido, do que procurar seus perfis em redes sociais, podendo assim, avaliar o profissional (currículo) e o pessoal (Facebook/Instagram).

Vemos diariamente, casos que vão desde as pessoas que postam exames de sangue (!) comemorando o resultado negativo depois “daquela noite”, até simples piadas, muitas polêmicas, partidárias ou apimentadas. Não raro emitimos opiniões sem realmente conhecer o assunto, apenas passando para frente, como se fosse realmente nossa, o que escutamos ou lemos, por mais absurda que pareça.

Lembre-se que, a imagem que se forma de uma pessoa, é construída a partir do que se tem. E se vemos isso, a projeção não deve ser das melhores.

As mídias sociais devem ser usadas a favor de suas carreiras, não contra. Óbvio que, se você é mestre cervejeiro e trabalha com harmonizações, é natural que em sua página tenha muitas fotos de cervejas...mas se por outro lado você tem um cargo de confiança dentro de uma importante organização que nada tem haver com cervejas, postar constantemente fotos bebendo não é de bom tom, concorda?

Para mim o segredo é a dosagem. Para cada conteúdo polêmico (digamos assim), tenha uns 10 mais sérios. A sua página é o seu cartão de visitas e seu post, seu currículo. Sua carreira vai agradecer.

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Fidelizar para crescer
21/01/2017 | 19h09

A fidelização dos clientes depende das aplicações das soluções proporcionada por um trabalho sério de CRM (sigla em inglês para gestão especial de clientes). Inclusive a Microsoft está “internacionalizando” seu software de CRM para 32 países (antes era restrito aos Estados Unidos), o que facilita, e muito, quem utiliza o sistema Windows, pois contará com atualizações online.

O mais interessante é que as empresa de tamanho médio, sabem disso, mas não utilizam essa ferramenta.

Segundo recente pesquisa, somente 1 entre 4 empresas medianas dispõem de algum tipo de software específico para esse importante trabalho, que é de administrar e analisar os dados dos clientes. Isso é fundamental para saber que atitude tomar não só nos momentos de crises, ou campanhas de vendas desesperadas, mas também no futuro da empresa. Ou seja, faz parte, ou pelo menos deveria fazer, de seu planejamento.

O problema é que essas empresas ligam a palavra CRM com altos gastos, como adquirir softwares por exemplo, e pouca aceitação por parte dos funcionários, por ter o trabalho de conseguir recolher esses dados dos clientes, e assim, descartam essa importante ferramenta.

Esse trabalho é necessário dentro das empresas atuais, mesmo que seja uma simples planilha do Excel. Isto é fato. Hoje, são encontrados muitos modelos e exemplos de graça na internet. Pode não ser muito completo, mas já é um começo. Mas antes, é necessário conhecer os pontos fracos da empresa, assim não se surpreenderá com o feedback dos clientes e principalmente, saberá o motivo das respostas, proporcionando assim, um retorno concreto e planejando soluções.

Pesquise no mercado os preços dessa importante ferramenta, e verá que há várias opções e faixas de preço, e o retorno será satisfatório.

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Armadilhas do próprio negócio
21/01/2017 | 19h09
Vemos cada vez mais negócios abrindo e, infelizmente fechando, numa velocidade acelerada. Dados fornecidos por empresas sérias citam que 1/3 das microempresas fecham as portas antes mesmo de completarem 1 ano de vida. Por traz das fachadas, existem pessoas em busca de um sonho, ou de uma satisfação pessoal. Mas a grande maioria, para tentar simplesmente sobreviver nestes tempos de crise onde não sabemos o dia de amanhã. Fundamental para quem pensa em abrir, ou recém abriu seu próprio comercio, é não achar que agora você esta livre de patrão e que quem faz o horário é você. Muitos sentem uma falsa sensação de liberdade. Pelo contrário, dependendo do ramo que escolher, muitas vezes os clientes (leia-se “patrões”), serão mais exigentes. Além claro, do fato que você, ou seu sucesso, dependerá exclusivamente deles. Outro fato importante é oferecer algo, ou serviço, de modo completamente inovador, diferente do que já existe disponível em grande quantidade no mercado. Mas não basta somente a ideia. A grande maioria esquece que, junto dela, vem um pacote extenso, chamado planejamento. Como apresentar este produto, como lançar, como divulgar, como trabalhar, como fazer com que meus clientes comprem e usem esta ideia de modo correto, sendo que, se for uma inovação, ninguém terá testado antes, somente você. E talvez, mais difícil do que criar algo novo, seja como trabalha-lo de uma maneira geral. Muitas ideias geniais se perderam no caminho apresentação-consumidor. E nunca se esqueça: estamos no Brasil, e além de todas as dificuldades naturais existentes, há mais uma chamada burocracia. Faça as coisas conforme a lei, nem que isso demore muito tempo. E vai demorar. Esteja preparado e planejado, pois muitos acham que não devem se preocupar com isso, ou que apenas “faz parte”. Aí que ocorre o erro, e daqueles 1/3 que fecham as portas antes de um ano, citado acima, garanto que a grande maioria, nem tinham resolvido a parte burocrática legalmente ainda...
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Transformando ideias em dinheiro
21/01/2017 | 19h09

Atualmente, a inovação é fundamental para a sobrevivência das empresas. Quem fica parado, achando que em time que está ganhando não se mexe, o bonde passa por cima, como já diria minha avó.

O segredo é buscar a inovação todos os dias, tanto em relação aos produtos que você oferece, como em serviços que você entrega. Isto serve também no âmbito profissional e claro, pessoal. O segredo é reinventar-se diariamente, e este é justamente um dos desafios do marketing, onde este, através do marketing pessoal, pode lhe proporcionar algumas soluções.

Citarei uma frase que gosto muito, de W. Chan Kim (professor de estratégia e gestão internacional da cadeira “Boston Consulting Group Bruce D. Henderson” do INSEAD, na França) em seu famoso e excelente livro “A Estratégia do Oceano Azul”, publicado em 2005, onde escreve: “Não basta ter uma grande idéia, é preciso descobrir como ganhar dinheiro com ela”.

Frase simples, mas que descreve bem a função do marketing atualmente. Muitas invenções, muitas ideias novas, mas que não são divulgadas ou trabalhadas como deveriam ser. O computador pessoal, ou o videocassete, por exemplo, foram criadas por empresas desconhecidas, que fecharam suas portas antes mesmo dos produtos tornarem-se um sucesso.

Mas, esses produtos têm suas criações atribuídas a empresas que os popularizaram, sabendo explorar o potencial dos produtos e utilizando o marketing a seu favor, ganhando dinheiro e fama a custas de invenções alheias.

Claro que depende-se de uma excelente ideia, mas tê-la somente, e não saber o que, ou como fazer para divulga-la da maneira correta e para o publico certo, de nada adianta. Muitas vezes, o que se gasta não só materialmente, mas também fisicamente, não vale a pena.

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Qualidades de um líder
21/01/2017 | 19h09
Nos dias atuais, já é muito difícil ter estabilidade e manter-se no emprego, imagine então, ser promovido a um cargo de liderança. Mas caso venha a acontecer, por mérito e trabalho, estar preparado é fundamental, sendo que a liderança requer, a cima de tudo, muito mais trabalho e dedicação. Abaixo, listamos algumas valiosas dicas rápidas, porém, que devem ser entendidas e evoluídas, para uma realidade específica. 1 – Respire fundo: ou seja, não tome decisões de uma hora para outra, de cabeça quente, no calor do momento, ou para demonstrar sua posição, quem é que manda. 2 – Valorize seus funcionários: afinal, eles “fazem” a empresa. Para ser líder, necessariamente tem que haver “seguidores”. E estes, se não sentirem-se importantes, parte do projeto, e valorizados, não há motivos para te seguirem. Invista nas pessoas, tenha uma equipe afiada com o que propõe. 3 - Sintonia: raros conseguem ter uma equipe onde funcionários e diretoria trabalham na mesma batida. Entenda onde está o limite. Seus e dos funcionários. 4 – Prepare-se: estude, seja curioso. Conheça realmente onde atua, e saiba de tudo que o cerca. Não fique com dúvidas, ou demonstre incertezas, afinal, você esta lá para evitar isto. 5 – saiba ouvir e cobrar: sabendo ouvir, você saberá o que, e como cobrar. Ouvir talvez seja uma das mais importantes qualidades de um grande líder. A cobrança por sua vez, é papel do líder, mas saber como fazer é o que faz toda a diferença.
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Antes de abrir um negócio próprio
21/01/2017 | 19h09

Em tempos de crise, há um aumento significativo na procura por franquias ou informações para abertura do tão sonhado negócio próprio.

Procuramos o local, escolhemos o nome, layout, avisamos os amigos, escolhemos os produtos e, tudo pronto. Mas muitos, ou melhor, a esmagadora maioria, não faz o básico, o principal, que pode ajudar a proteger seu investimento conquistado com trabalho árduo.

Estamos falando de uma ferramenta de marketing chamada pesquisa de mercado. Conhecida também como pesquisa de marketing, ela serve basicamente, para a orientação do rumo que tomará seu negócio, evitando assim, custos desnecessários ou na pior das hipóteses, a perda do capital investido.

Muitos não fazem nenhum tipo de pesquisa antes de abrir seu comercio, pois acham o investimento caro, preferindo tocar o barco assim mesmo. Alguns (raros) conseguem êxito, mas a grande maioria fecham as portas antes de completarem 5 anos, segundo dados do SEBRAE.

Com a pesquisa, pode-se tentar evitar este destino comum, sendo que ela é a ferramenta mais confiável para a obtenção de informações pertinentes e realmente importantes sobre o seu mercado de atuação.

Ele permite uma análise sobre seus possíveis consumidores, quais são e qual a estrutura das empresas concorrentes, enfim, trazem todas as informações necessárias para o planejamento, com calma, estando preparado para as dificuldades, que, com certeza, aparecerão.

Principalmente para quem não é do ramo, ou nunca trabalhou com os produtos que pretendem vender, como é o caso da maioria das pessoas que adquirem uma franquia, esta ferramenta de marketing ajudará a conhecer as vantagens e desvantagens do mercado, e o custo, no fim das contas, valerá a pena.

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