O poder da marca mãe
20/09/2011 | 22h01

Alguns anos atrás, as marcas corporativas (a marca da empresa) não recebiam a merecida atenção. O que importava eram as marcas dos produtos, como por exemplo, o OMO, onde poucas pessoas sabem a marca da empresa que produz (Unilever).

Mas essa realidade mudou. As marcas corporativas estão deixando de serem coadjuvantes para tornarem-se protagonistas, assumindo o papel da marca mãe das marcas.

Isso ocorre devido à conscientização dos CEOs e empresários, de que uma empresa não deve fragmentar-se, ou seja, a organização deve ser uma força única.

Outro aspecto e talvez, o mais importante, é que hoje, as empresas não competem somente com outras que produzem os mesmos produtos/serviços. Muitas estão no Mercado de Capitais, como a Bovespa, competindo por consumidores, não de produtos, mas de ações. Na Bolsa, a Gol compete com as Americanas, Petrobrás, e assim por diante, e não somente com a TAM, por exemplo.

Além de claro, uma marca forte, de sucesso, a chance de se lançar os chamados produtos extensão de linha/marca com sucesso, é muito maior.

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Plásticos: perigo!
12/09/2011 | 18h33

Recebi este artigo recentemente divulgado pela Unimed Itajubá (www.unimeditajuba.com.br), alertando sobre o potencial cancerígeno dos plásticos, principalmente em relação ao câncer de mama.

Estudos realizados nos Estados Unidos comprovam que os materiais plásticos liberam a dioxina (substância cancerígena), cujo efeito é potencializado quando submetidos às variações de temperaturas.

Talvez por isso, algumas marcas de refrigerantes vêm “relançando” e incentivando as antigas garrafas de vidro que, quando expostas a diferentes temperaturas (colocadas na geladeira, por exemplo), não liberam a dioxina, e os fast-foods, que estão trocando as embalagens de isopor pelas de papel.

Assim fica óbvio, segundo o estudo, que deve-se evitar utilizar embalagens plásticas em microondas e colocar as embalagens pet de refrigerantes no freezer. O comunicado informa também que, quanto maior o teor de gordura dos alimentos, maior o risco.

As grandes empresas já estão se preparando para um futuro mais saudável e sustentável. O Wal-Mart por exemplo, está lançando a campanha End to End, onde exige o compromisso de seus fornecedores objetivando produtos mais saudáveis, biodegradáveis, em embalagens não plastificadas. A meta é reduzir em 5% as embalagens plásticas comercializadas, até 2013.

A luta é injusta e longa, mas se as grandes empresas conscientizarem-se buscando atitudes como estas, visando realmente a sustentabilidade e não apenas o uso do nome para fins comerciais, com certeza, além da melhora da qualidade de vida, atrairá mais clientes. E é ai, que entra o papel do marketing, buscando inovações.

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Sobre o autor

Fábio Pexe

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