Marketing Político
13/10/2014 | 15h39

Partindo do princípio que o candidato não é um ator, e uma campanha política não é um teatro, ou pelo menos não deveriam ser, o marketing político deve destacar as qualidades reais do candidato, afim de alcançar o maior numero do eleitorado que se identifique com elas, e ao mesmo tempo, diminuir suas deficiências.

O Marketing de um modo geral, permite-se criar estratégias para posicionar uma marca, ou um produto, através das orientações que o próprio mercado lhe dá. Assim, torna-se uma ferramenta indispensável nas mãos de quem sabe trabalhar, pois entregará ao mercado, neste caso leia-se “eleitores”, o candidato que eles querem. Não que isso seja necessariamente bom...

O marketing político é diferente do marketing eleitoral. O primeiro, podemos dizer que seria um serviço de “pós venda”, e o segundo de “venda”. O marketing político é capaz de persuadir de maneira positiva (ou negativa) os eleitores numa campanha eleitoral, é um marketing mais amplo, não de uma única pessoal, mas de uma instituição, um governo. Ações como um todo.

Já o Marketing eleitoral, é feito praticamente para a eleição de um candidato. Assim, tornam-se suas qualidades pessoais um chamariz para um determinado grupo, ganhando simpatia e com isso, votos.

Ambos são ferramentas poderosas, que deveriam “ser vendidas com receitas”, pois o povo inculto, como infelizmente a maioria dos brasileiros devido as dificuldades de acessos as informações, talvez propositalmente, aceitam lebre como carne de cordeiro.

Comentar
Compartilhe
Sobre o autor

Fábio Pexe

[email protected]