Criatividade sem limites
26/10/2010 | 21h45

Ben Heine é o nome de um pintor, ilustrador, caricaturista e fotógrafo que gosta de se aventurar em diversos mundos e deixar a sua imaginação tratar do resto.

É um dos artistas mais multifacetados da atualidade. Nasceu em Abidjan, na Costa do Marfim e atualmente reside e trabalha na Bélgica. Vale a pena conferir

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Viver ou juntar dinheiro? (Max Gehringer)
23/10/2010 | 18h44

VIVER OU JUNTAR DINHEIRO? (Max Gehringer)

Há determinadas mensagens que, de tão interessante, não precisam nem sequer de comentários. Como esta que recebi recentemente.

Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico.

Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30mil reais.  Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais.  E assim por diante.

Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas.  Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário.  Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei.

Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.

Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária.

É claro que não tenho este dinheiro.  Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?  Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.

Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre.  Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer.

E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.

"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO"

Que tal um cafezinho?

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Propaganda comovente
20/10/2010 | 21h32
Esta propaganda, feita para a AFANOC, uma associação da Catalunha (Espanha) que apoia amigos e familiares de crianças com câncer, recebeu vários prêmios e gerou comoção em muitos países. Vale a pena conferir! [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=9ndW5IfXZ8w[/youtube]
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Fidelizar para crescer
19/10/2010 | 11h40
O termo fidelização está em moda e muitas empresas buscam esse processo de forma estabanada e sem preparo, atropelando a sua história, e muitas vezes, até seus próprios clientes. Fidelizar significa entender os desejos e necessidades dos consumidores. Se conseguir fazer isto, você vai retê-los, influenciando assim, a sua compra. O resultado será a satisfação dos clientes, pois este será atendido de modo especial, sendo oferecido apenas o que eles realmente têm interesse em comprar, aumentando assim, as vendas durante o ciclo de “vida consumista do cliente” (do inglês Customer Life Time). Para esse processo de fidelização, é necessário a empresa montar um “banco de dados” que tenha todas as informações a respeito dos clientes. Quem são, onde moram, quando compram, do que gostam, entre outras informações. Isso permite criar ações de marketing realmente eficazes, focadas em determinados grupos, podendo assim, orientar a área de vendas para atender os clientes que trazem resultados. Assim evitam-se ações de marketing de massa, que são caríssimas e pouco eficazes. Além de comprar, esses clientes fiéis fazem o chamado “boca a boca”, sendo uma propaganda muito mais eficaz do que a ações tradicionais, devido a sua neutralidade e credibilidade, pois não é a empresa falando para seus clientes, e sim, os clientes testemunhando a favor da empresa. Clientes fiéis compram mais, compram melhor, ou seja, pagam “preços especiais” e principalmente retornam. E o benefício é extremamente claro: CRESCER, CRESCER, CRESCER...
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O marketing e a pirataria
12/10/2010 | 10h40
Tenho lido atualmente alguns textos sobre os produtos piratas dizendo que o problema já não é mais econômico, e sim cultural, já fazendo parte de nosso cotidiano, sendo vendidos em todos os lugares (disponível), é barato (custo) e usam tecnologia de ponta (qualidade). Como exemplo, temos os relógios chamados de “réplicas”, idênticos aos originais, inclusive em seu maquinário. Muitos dizem que são produtos “originais” que não passam pelo teste de qualidade, devido a mínimos detalhes, e que para não perder o produto, enviam para nós na América do Sul. Outros defendem que o problema seja uma falha econômica. Citamos o caso dos CDs, que são vendidos no Brasil há mais de 15 anos a um valor médio de 12 dólares. O mesmo preço que é vendido nos EUA, mas não esqueçamos que a renda média lá é 6 vezes maior do que aqui. Nesse caso, o preço é “justificado” pela quantidade dos chamados rentistas, ou seja, tem-se que pagar direitos autorais ao tocador do violão, ao diretor artístico, ao arranjador, ao cantor, empresário, e por ai vai, chegando ao problema da lei dos direitos autorais. Para se ter uma idéia, no Brasil existe menos de 90 artistas contratados pelas 4 grandes gravadoras (EMI, Warner, Sony e Universal). O problema pode ser a junção dos dois, econômico e cultural. É lógico que se um original custar o mesmo preço que um pirata, optamos pelo original. Mas se este for difícil de achar, (somente em lojas especializadas, difícil estacionamento, fila para pagar), muitos compram o que está ao alcance, rápido e simples. E ainda, em muitos casos, com garantia!?
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Layout das lojas. Destaque-se!
09/10/2010 | 09h12
Para você que pensa em fazer uma mudança no layout de sua loja, existem algumas dicas básicas para que se obtenha sucesso. As vendas no varejo são dinâmicas e pedem mudanças e soluções a todo momento. O importante sempre é buscar a praticidade, para que o cliente possa realizar o “auto-serviço”. Assim, é mais cômodo e deixa o cliente mais a vontade, e você economiza em mão-de-obra. Fique atento a sazonalidade de seus produtos. Divida-os em compras necessárias e por impulso. Por exemplo, numa loja de roupas, uma camisa pode ser necessidade, já um colar pode ser por impulso. Assim, os produtos de necessidades devem ficar “na cara do gol”, e os produtos por impulso mais ao fundo, estrategicamente colocados. Outros itens importantes são as cores e a iluminação. As cores mais vibrantes, como o vermelho, podem chamar mais atenção, mas quando usados erradamente, causam certa irritação (por isso os fast foods a utilizam com freqüência, assim o cliente chega, come e vai embora, dando lugar a outro, diferente dos restaurantes onde os clientes ficam muito mais tempo). Por fim, sempre é importante conhecer (e estudar) seus clientes, pois são as melhores fontes de idéias, afinal, são quem compram seus produtos.
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Classe C: o melhor investimento
06/10/2010 | 09h39
Algum tempo venho escrevendo neste Blog a respeito do crescimento da classe C brasileira. Hoje ela se constitui na melhor fonte de investimento para quem quer abrir um negócio próprio. Se você se especializar nesta classe, consumidores e potencial de compra não lhe faltarão. Mas lembre-se, são consumidores cada vez mais exigentes, que não aceitam mais qualquer produto ou serviço, e buscam sempre serem bem tratados, em locais com boa estrutura, com TVs de LCD, ambiente decorado e serviços especializados, por exemplo. Pelo menos este é a forma de sucesso de empresas que investem neste segmento. A classe C no Brasil é considerada classe média, que conta com quase 50% da população nacional, com cerca de 97 milhões de pessoas, que consomem em média quase o dobro da classe A em produtos como alimentos e higiene. Em 2007 por exemplo, a classe C gastou R$ 70 bilhões em alimentos (muitos deles considerados antigamente como produtos de “luxo”, como iogurtes e chocolates), contra R$ 36 bilhões da classe A. É óbvio que classe A conta com menos número de pessoas, mas não podemos deixar de lado esses dados. É importante para as pequenas e médias empresas que querem investir neste filão, que sigam algumas dicas que se transformaram quase em exigências, para se ter sucesso com esta classe. Cuidado na distribuição do produto, que tem que estar sempre disponível e inovado, facilitar o acesso ao crédito, neste caso, o uso de cartões e parcelamento em boletos podem ser uma boa saída, e fazer propagandas direcionadas a esse público específico, com linguagem e imagens de fácil compreensão, que se identifiquem com este público-alvo. Assim, suas chances de sucesso aumentam, e muito!
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Tiririca e o Marketing Político
04/10/2010 | 10h41

O Marketing Político é uma ferramenta indispensável para os candidatos que concorrem a cargos eletivos.

Muitas vezes é comparado a drogas de remédios onde, se usadas na medida certa são medicamentos e se usadas de modo errado, transformam-se veneno fatal.

Por trás de uma campanha política existem muitos profissionais de marketing e publicitários que analisam pesquisas eleitorais, intenções de votos, discursos e aparência dos candidatos. O Marketing Político é complexo e determina o rumo que a campanha deve seguir, do começo ao fim.

Nessas eleições vimos pseudos candidatos utilizando desta ferramenta de marketing de modo diferente, muitas vezes parecendo até sem estudo ou estratégia nenhuma. É o caso do Deputado Federal mais votado, o palhaço Tiririca.

Estes personagens utilizam do escracho e do humor para conquistarem os eleitores que, muitas vezes, acabam votando mais como forma de protesto do que realmente pelo candidato ou por gostar do personagem. Ao invés de votar nulo ou em branco, votam no “palhaço”. É mais divertido. Foi o caso do Clodovil nas eleições passada.

Não podemos negar que, em relação ao Marketing Político, o que visa conquistar o voto do eleitor pura e simplesmente, esses personagens são sinônimos de sucesso.

O problema é que muitas vezes, este papel se inverte. Os palhaços na vida real acabam sendo bons candidatos, com propostas interessantes vinda diretamente do povo, e os candidatos que se julgam ou julgamos preparados, acabam sendo os “palhaços” na política.

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