O dilema de ser chefe...
29/07/2011 | 17h07

Dilema do chefe:

Se é amigável... é demagogo Se é retraído... é mascarado Se adora decisões rápidas... é arbitrário Se demora nas decisões... é incapaz Se planeja a longo prazo... é visionário Se planeja a curto prazo... é quadrado Se solicita muita verba... é esbanjador Se não solicita verba... é acanhado Se procura eliminar a papelada... é reacionário Se segue as normas... é burocrata Se chega tarde... é aproveitador Se chega cedo... é ambicioso Se tudo anda bem... ele não faz falta Se tudo anda mal... ele não funciona Se trabalha em equipe... não tem idéias próprias Se não trabalha em equipe... não confia em ninguém Se é visto sempre com seu superior... é puxa-saco Se nunca é visto com seu superior... está de saída Se delega poderes... não quer nada com o trabalho Se centraliza tudo em si... não quer dar chance a ninguém!

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Pirataria: problema econômico ou cultural?
27/07/2011 | 09h06

Tenho lido atualmente alguns textos sobre os produtos piratas dizendo que o problema já não é mais econômico, e sim cultural, já fazendo parte de nosso cotidiano, sendo vendidos em todos os lugares (disponível), é barato (custo) e usam tecnologia de ponta (qualidade).

Como exemplo, temos os relógios chamados de “réplicas”, idênticos aos originais, inclusive em seu maquinário. Muitos dizem que são produtos “originais” que não passam pelo teste de qualidade, devido a mínimos detalhes, e que para não perder o produto, enviam para nós na América do Sul.

Outros defendem que o problema seja uma falha econômica. Citamos o caso dos CDs, que são vendidos no Brasil há mais de 15 anos a um valor médio de 12 dólares. O mesmo preço que é vendido nos EUA, mas não esqueçamos que a renda média lá é 6 vezes maior do que aqui.

Nesse caso, o preço é “justificado” pela quantidade dos chamados rentistas, ou seja, tem-se que pagar direitos autorais ao tocador do violão, ao diretor artístico, ao arranjador, ao cantor, empresário, e por ai vai, chegando ao problema da lei dos direitos autorais.

Para se ter uma idéia, no Brasil existe menos de 90 artistas contratados pelas 4 grandes gravadoras (EMI, Warner, Sony e Universal).

Em minha opinião, acho que o problema é a junção dos dois, econômico e cultural. É lógico que se um original custar o mesmo preço que um pirata, optamos pelo original. Mas se este for difícil de achar, (somente em lojas especializadas, difícil estacionamento, fila para pagar), muitos compram o que está ao alcance, rápido e simples. E ainda, com garantia!

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História..
22/07/2011 | 10h01

Esta é uma história que tem sido enviada pela internet, que dizem ser escrita por um dos maiores empresários brasileiros de todos os tempos... (lembrem-se de uma marca de panelas, facas e garfos)

Não sei se realmente é veridico, mas é uma boa história:

Uma lição para todos....

O Porteiro do Puteiro

Não havia no povoado pior ofício do que 'porteiro do prostíbulo'. Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem? O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício. Um dia, entrou como gerente do puteiro um jovem cheio de ideias,  criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento. Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções. Ao porteiro disse: - A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços. - Eu adoraria fazer isso, senhor. - Balbuciou - Mas eu não sei ler nem escrever! - Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui. - Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida  inteira, não sei fazer outra coisa. - Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte. Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer? Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho. Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego. Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado. Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa. Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra. E assim o fez. No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta: - Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar. - Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar ... já que.. - Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo. - Se é assim, está bom. Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse: - Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim? - Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens  mais próxima está a dois dias de viagem sobre a mula. - Façamos um trato - disse o vizinho. Eu pagarei os dias de ida e volta  mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece? Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias.... aceitou. Voltou a montar na sua mula e viajou. No seu regresso, outro vizinho o  esperava na porta de sua casa. - Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo. Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem,  mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras. Que lhe parece? O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora.   E nosso amigo guardou as palavras que escutara: 'não disponho de tempo para viajar para fazer compras'. Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas. Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que havia vendido. De fato, poderia economizar algum tempo em viagens. A notícia começou a  se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam  encomendas. Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes. Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois,  comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira  loja de ferragens do povoado. Todos estavam contentes e compravam dele. Já não viajava, os fabricantes  lhe enviavam seus pedidos. Ele era um bom cliente. Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, a ter de gastar dias em viagens. Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos. E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc ... E após foram os pregos e os parafusos... Em poucos anos, nosso amigo se  transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas. Um dia decidiu doar uma escola ao povoado. Nela, além de ler e escrever,  as crianças aprenderiam algum ofício. No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse: - É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do livro de atas desta nova escola. - A honra seria minha - disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou  analfabeto. - O Senhor?!?! - Disse o prefeito sem acreditar. O senhor construiu um  império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado.  Eu pergunto: - O que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever? - Isso eu posso responder. - Disse o homem com calma. Se eu soubesse ler e escrever... ainda seria o PORTEIRO DO PUTEIRO!!!

 

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Como aumentar as vendas!
19/07/2011 | 13h24

Se você esta pensando em uma maneira de aumentar suas vendas, não deixe de lado a possibilidade de utilizar os “antigos” cupons, ou vales descontos.

Multinacionais como a Procter & Gamble, Unilever e Danone voltaram a apostar suas fichas nessa estratégia de marketing, com o objetivo do cliente conheçar a marca, sentir-se atraído e ser fiel a ela.

Para que esse tipo de marketing funcione, é necessário que haja uma correta segmentação (selecionar os clientes chaves) e distribuição, que pode ser feita pelo correio, de uma forma mais personalizada, mas com custo mais elevado, ou no próprio ponto de venda, com custo menor.

Alguns especialistas afirmam que os cupons com descontos são mais vantajosos para a empresa, do que mexer na política de preço dos produtos.

Mas alguns cuidados são necessários: definir claramente os objetivos e os meios de distribuição, conter fotos dos produtos no cupom, assim como a validade e o valor do desconto (no mínimo 20% em relação ao preço original).

Quanto à validade, não pode ser nem tão longa, e muito menos tão curta. Deve ser suficiente para que o cliente assimile a mensagem, e decida por experimentar o produto.

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Valores profissionais
11/07/2011 | 19h09

Em um mundo competitivo em que vivemos, ser reconhecido como profissional, ou demonstrar profissionalismo, é mais difícil do que parece.

Muitos tendem a inferiorizar o trabalho realizado por outros, sempre achando que só ele é quem trabalha realmente.

Assim, não adianta você querer demonstrar profissionalismo, pois isto é identificado e percebido pelos outros, naturalmente.

É necessário ter atitude de profissional. Saiba que suas ações têm impacto, tanto para as pessoas que trabalham com você, como para a empresa. Seja considerado um aliado, um colaborador, e não simplesmente uma pessoa que passa a mão na cabeça e diz ok, e sim, aquele que aponta uma saída, um rumo a ser tomado, buscando a solução.

Siga seus valores profissionais, seja ético, pois para ser um bom profissional não basta “botar um ovo e sair cacarejando” por ai. Requer reconhecimento das pessoas que trabalham com você e do mercado, e isto vem através de suas ações e atitudes que demonstra durante toda a sua carreira, com acertos e erros.

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