Qualidade de vida!
28/02/2011 | 17h27

O termo qualidade de vida é subjetivo, pois é próprio de cada ser humano.  Ou seja, depende de cada um de nós, da nossa criação, cultura, dos nossos ideais, e do que achamos correto. O que é bom para você, nem sempre é bom para mim.

Muitos acrescentariam que depende de nossas possibilidades. Este talvez seja o ponto chave. Que possibilidades? Financeira?

Não podemos relacionar qualidade de vida com dinheiro. É um erro imaginar que pessoas ricas, vivam melhor do que pessoas mais pobres (desde que estes, não se façam de vítimas). É tão comum milionários terem depressão, por exemplo, e padecerem disso, assim como os mais pobres. Independe de sua situação financeira. Aí que está, depende de como cada um escolheu viver. Dos seus valores.

Afinal, não existe aquela piada que diz que pobre não tem tempo para ter depressão? Que isto é doença de rico? Então...

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), qualidade de vida é “a percepção do indivíduo de sua posição na vida no contexto da cultura e sistemas de valores nos quais ele vive e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações”.

Ou seja, não tem nada a ver com outras pessoas, ou dinheiro, e sim, com estar bem com você mesmo. Tem pessoas que são invejadas por acharmos que possuem tudo, mas às vezes, este “tudo” esta relacionado somente ao bem material, e lhes falta algo simples, como a amizade sincera, por exemplo.

Indivíduos com muito dinheiro, em sua maioria, vivem enclausurados, preocupados, dentro de carros blindados e muros cercados, e mesmo assim, não se sentem seguros. Culpas deles? Claro que não. Mas infelizmente é fato.

São privados dos mais simples deleites. Tá certo que alguns, buscam a ostentação, mas outros querem apenas viver. E, infelizmente, qualidade de vida não se compra.

Portanto, faça a escolha certa, dê valor às pequenas coisas, o que, realmente, lhe faz feliz. Esteja bem com você mesmo, para poder estar bem com sua família, amigos e trabalho, ou seja, faça parte de modo feliz, de sua comunidade. Quando você está bem consigo, o universo flui a seu favor. E isso é qualidade de vida.

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A discriminação do boteco
24/02/2011 | 15h00

Talvez não seja o mais indicado para falar sobre o assunto, pois não sou, digamos um bebedor exímio, mas há tempos quero escrever isto.

Chega de hipocrisia. Muitos discriminam o famigerado Bar. Conhecido também como Boteco. Para mim, seria o lugar que iria, se pudesse, todos os dias da semana. Motivo? Simples. Ir a um bar, não significa beber, encher a cara, matar o trabalho, arranjar confusão... e sim, socializar.

Explico melhor. Já fiquei períodos enormes sem poder beber, e isso quando eu tinha os meus 25 anos, e conheço muitas pessoas que não bebem (como a minha esposa, por exemplo), mas sempre fui, e sempre que podemos vamos a um bar, pois no cardápio tem sucos, porções, refrigerantes, pratos e petiscos. Além de um bom papo.

Não é raro pipocarem pesquisas em revistas conceituadas sobre os benefícios da bebida alcoólica (desde que moderada) ao nosso organismo. Também, geralmente os bares são locais animados, com músicas, pessoas bonitas e receptivas, dispostas a paquerar e serem paqueradas. E isto aumenta a auto-estima de todos. É a chance de conhecer uma pessoa legal e, quem sabe, uma companhia para o resto de sua vida. Ora, quer coisa melhor do que estes benefícios....

Vejam bem, não estou falando aqui, de extremos, o que considero as pessoas que freqüentam bares para “beberem todas”, brigarem, “sair” com a primeira companhia que aparecer (se é que me entendem). Estes são as escórias em todas as camadas da sociedade (jogo de futebol, boates, etc), que nos fazem, além de pagar mais impostos, andarmos para trás.

Digo hipocrisia por que, uma pessoa que está de segunda a segunda no bar, sofre discriminação da sociedade. Bom, se esta pessoa trabalha direito, se exercita de manhã, não exagera na bebida (se é que bebe, pois um copo de água vira um de vodca nas palavras dos maus intencionados), bate um bom papo com amigos, conhece pessoas, aumentando seu circulo de amizade, não fica até altas horas, se diverte, paquera e, além de tudo escuta uma boa música, para mim é melhor do que ficar a noite inteira na academia, em busca de um corpo perfeito, e aceitação da sociedade, que lhe julga pela aparência, e lhe descarta quando os padrões de beleza mudam, sem ao menos pedir a saideira.

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O bom profissional
21/02/2011 | 12h59
Em um mundo competitivo em que vivemos, ser reconhecido como profissional, ou demonstrar profissionalismo, é mais difícil do que parece. Muitos tendem a inferiorizar o trabalho realizado por outros, sempre achando que só ele é quem trabalha realmente. Assim, não adianta você querer demonstrar profissionalismo, pois isto é identificado e percebido pelos outros, naturalmente. É necessário ter atitude de profissional. Saiba que suas ações têm impacto, tanto para as pessoas que trabalham com você, como para a empresa. Seja considerado um aliado, um colaborador, e não simplesmente uma pessoa que passa a mão na cabeça e diz ok, e sim, aquele que aponta uma saída, um rumo a ser tomado, buscando a solução. Siga seus valores profissionais, seja ético, pois para ser um bom profissional não basta “botar um ovo e sair cacarejando” por ai. Requer reconhecimento das pessoas que trabalham com você e do mercado, e isto vem através de suas ações e atitudes que demonstra durante toda a sua carreira, com acertos e erros.
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Síndrome do pânico. Previna-se
14/02/2011 | 20h01

“O homem perde a saúde para ganhar dinheiro e depois perde o dinheiro para recuperar a saúde” – Dalai Lama

É comum muitos empresários, e não só eles, passarem por períodos de profundo stress. Isto pode acarretar no aparecimento de alguns sintomas estranhos em nosso corpo.

O mundo de hoje está muito competitivo, nos impondo responsabilidades e cobranças que, muitas vezes, não condizem com nossas vidas. É comum também, os “super-homens” dizerem: não tenho tempo para perder com isto!, referindo-se a problemas como a síndrome do pânico, depressão, desanimo, entre outros.

A verdade é que alguns desses problemas nos deixam acuados, inseguros e impotentes, e não escolhem em quem e quando vão aparecer. A síndrome do pânico por exemplo, faz com que o ser humano tenha a sensação de morte iminente, pois pode desencadear sintomas como formigamento das mãos e dos braços, tonteiras, extrassistoles (batimento irregulares) e dores no peito.

Isto faz com que a pessoa corra direto para o pronto-socorro, achando que está tendo um infarto, além do fato de muitas vezes, esperarem horas pelo atendimento, sentindo a angústia e as dores aumentarem. Por fim, saem de lá sentindo-se humilhados, fracos e impotentes, com a simples recomendação medica de “descansarem e relaxarem” um pouco.

Citarei algumas ações que podemos fazer para melhorar nossos dias, visando aumentar nossa qualidade de vida. Uma delas e diminuir um pouco as carnes vermelhas (sei que é difícil), pois estas são de difícil digestão. Abra as portas e janelas de sua casa ou escritório, deixe a luz entrar e o ar circular. Aproveite e arrume a bagunça, tentando deixar o ambiente  mais organizado possível, pois assim você vai ter a sensação de conforto e aconchego.

Evite também perder seus objetos, planejando-se e adotando lugares constantes, assim você não se estressa e nem perde tempo com coisas que eram para estar ao seu alcance. Faça exercício físico, mesmo que seja uma simples caminhada de alguns minutos. E assim que começa tudo em nossa vida: dando os primeiros passos.

Por fim, faça o mais importante. Presta atenção em você mesmo. O seu corpo/espírito está pedindo ajuda, e talvez seja hora de mudar algo que esteja fazendo “forçado”, por costumes do passado ou vícios, que internamente, no seu leito, você se cobra in ou conscientemente.

Ouvir você mesmo é a melhor forma de treinar o autocontrole. Ah, última coisa. Se você já foi num cardiologista e fez exames e foi diagnosticado com stress ou síndrome do pânico, não se preocupe. O tratamento é fácil, e nunca ninguém morreu por causa destes sintomas de stress. Boa sorte!

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Água engarrafada. Farsa?
09/02/2011 | 08h39
Chocante. Vídeo em ingles, com legendas em português. Preste bem atenção, e veja o poder do consumo. [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=KdVIsEUXIUM[/youtube]
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Sobre o autor

Fábio Pexe

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