Marketing na literatura
30/08/2011 | 11h20

Este post é para se ter idéia de onde a exploração do marketing pode chegar. Citarei o marketing em livros, onde os autores de sucesso recebem constantes assédios de empresas que administram marcas, querendo colocá-las na história de alguma maneira.

Citarei um livro, Best Seller que a maioria leu, mas muitos não perceberam o marketing contido no texto. Os livros de Dan Brown, o autor de maior sucesso atualmente, estão repletos de propagandas. No Código Da Vinci, são citadas quase 50 marcas, isso porque muitas dessas empresas administradoras reclamam que teria espaço para muito mais.

Por exemplo, celulares e computadores são usados todo momento, mas não são citadas marcas. A Motorola e Dell devem ranger os dentes em pensar. Também são citados hotéis e restaurantes locais, mas imaginem se o autor tivesse citado o Hilton, Holiday In, Burguer King ou Pizza Hut, o quanto não ganharia em dinheiro?

Muitos dizem que o relógio Mickey Mouse foi um erro, sendo que a Disney não precisa desse tipo de propaganda, já tem o necessário. Contudo, pense o que pagaria a Swatch para colocar seu nome no livro. Ele cita também, durante a cobertura de um dos eventos, a BBC, uma organização sem fins lucrativos, mas se fosse citada a CNN, a Fox, Sky..

Os marqueteiros sonham com as aventuras de Robert Langdon em ambientes mais “vendíveis”, como o Hip-Hop e o Rap, ao invés do Vaticano (pouca chance de exploração de marcas), assim poderão encaixar suas marcas mais facilmente.

Comentar
Compartilhe
Slogan! Crie o seu
22/08/2011 | 10h07

Todos os empreendedores, do micro ao macro, devem saber que é importante para o fortalecimento de sua marca, possuir um slogan que ajude a memorizar e a construir um vínculo do consumidor com a empresa.

O slogan foi criado pelos Celtas, nome dado a um conjunto de povos organizados em várias tribos, localizadas na Europa séculos atrás, como grito de guerra, buscando incentivar seus guerreiros durante as batalhas. Mas como criar um?

Um bom slogan deve ser simples e claro, sendo fácil de memorizar, e principalmente, cumprir seu papel fundamental que é de passar a mensagem desejada pela empresa. Temos slogans que define posicionamento, atributos funcionais, emocionais, tradição, preço, e muito mais.

Podemos citar alguns exemplos consagrados como: Folha da Manhã, a diferença está na qualidade; Bombril, 1001 utilidades; Vivo, conexão como nenhuma outra; Tomou Doril, a dor sumiu; Bohemia, desde 1853; Telha Norte, preço baixo é nosso forte, e muitos outros que conhecemos.

Crie um slogan, sempre buscando ser claro e objetivo, e que passe a essência de seu negócio, que, com certeza, ajudará a associação de seus clientes à sua marca.

Comentar
Compartilhe
Transformando em ações os dados dos clientes!
16/08/2011 | 11h57

Como venho escrevendo algum tempo, é muito importante para as empresas conhecerem seus clientes, para saber as atitudes a tomar, como o quê, como e quando vender seus produtos e serviços.

Mas muitas empresas possuem esses dados, mesmo que de uma forma mais simples, mas não sabem o que fazer com eles, não sabendo como aplicar essas informações em suas campanhas de vendas. Muitas não estudando os dados com profundidade, e o resultado é a dificuldade de converter esses dados em ações.

Assim, é importante recolher informações sobre seus clientes, mesmo porque, é fundamental (e premissa básica) conhecer para quem se vende, mas não simplesmente para falar que a empresa possui esses dados, e sim estudá-los para em cima do resultado, tomar atitudes que, realmente tragam benefícios para sua empresa.

Comentar
Compartilhe
O Poder da Lingua
09/08/2011 | 20h49

Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso. Algum tempo depois,  descobriram que o rapaz era inocente, ele foi solto, e, após muita humilhação resolveu processar seu vizinho (o caluniador).

No tribunal, o caluniador disse ao juiz:

- Comentários não causam tanto mal... e o juiz respondeu:

- Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel, depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa e amanhã volte para ouvir a sentença!

O homem obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse:

- Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!

- Não posso fazer isso, meritíssimo! - respondeu o homem - o vento deve tê-los espalhados por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão!

Ao que o juiz respondeu:

- Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos consertar o mal causado; se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada!

Sejamos senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras.

Comentar
Compartilhe