Marketing direto no alvo? cuidado..
23/11/2015 | 09h16

O marketing direto, definido por Marcos Cobra em seu livro: Marketing de Serviços – Conceitos e Estratégias, 1986) “é um sistema interativo que usa uma ou mais mídias de propaganda para obter uma resposta mensurável e/ou uma transação em qualquer localização”. Simplificando, visa falar diretamente com o consumidor foco de interesse, sem intermediários, para obter um retorno confiável e direto, buscando sua fidelização.

Não é uma ferramenta barata, mas ao mesmo tempo, evita-se perdas desnecessárias com consumidores que não tenha interesse em seu produto, ou seja, que não são seu público alvo. Está sendo muito utilizado na era digital e é uma ótima ferramenta para aumentar as vendas.

Para potencializar ainda mais esse efeito, ele deve ser combinado com outras plataformas, como por exemplo, as redes sociais, com o twitter, Facebook e Instagram. Segundo alguns estudos, as campanhas de marketing direto associadas a essas redes, ou canais de apoio, aumentam e muito, a resposta e a efetividade de sua propaganda.

Aprofundar-se mais sobre o assunto é o ideal, buscando aprendizado e informações, para realmente saber para quem e como fazer esse envio, sendo que parece uma ferramenta de fácil uso, mas não é. Este é o grande inimigo das ações de marketing que parecem triviais, e aí, corre-se o risco de rasgar dinheiro, literalmente.

Por exemplo: Faça um folder caprichado, chamativo falando sobre seu produto ou sua empresa. Envie-o ao seu público alvo por email, postagem no Facebook e Instagram, ou mensagem direta no Linkedin. Bingo! Ótima propaganda, mas.... se for enviado para as pessoas erradas, o que fazemos? Do que adiantou? Nada. Rasgamos e jogamos no lixo. Conheço homens que tem email com iniciais, onde não fica claro se é homem ou mulher, e recebem promoções todos os dias. De esmalteria!

O problema é que não é raro recebemos propagandas direcionadas a nós, que pouco nos interessam, ou nada tem a ver com nosso estilo de vida.

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Fidelizar clientes para crescer
10/11/2015 | 09h27

O termo "fidelização de clientes" está em moda e é apontado como um trunfo em momentos de crise como estamos passando. O problema é que muitas empresas buscam este processo de forma estabanada e sem preparo, atropelando a sua história, e muitas vezes, até seus próprios clientes.

Fidelizar neste caso, significa entender os desejos e necessidades reais dos consumidores. Se uma empresa ou um profissional preparado conseguir isto, irá retê-los, influenciando assim, a sua opção de compra.

O resultado final será a satisfação do cliente, pois este será atendido de modo especial, sendo oferecido apenas o que ele realmente tem interesse em comprar, aumentando assim, sua parcela de vendas dentro de um ciclo de “vida consumista do cliente” , chamado em inglês de Customer Life Time.

Para esse processo de fidelização, é necessário a empresa montar um “banco de dados” onde tenha todas as informações possíveis e úteis destes consumidores. Quem são, onde moram, quando e porquê compram, do que gostam, enfim, seus principais hábitos de consumo entre outras informações básicas.

Isso permite criar ações de marketing direcionadas e realmente eficazes, focadas em determinados grupos, podendo assim, orientar a área de vendas para atender os clientes que trazem resultados. Evita-se com isso, ações de marketing de massa, que são caríssimas e em sua maioria, pouco eficazes.

Além do ato da compra em si, esses "clientes fiéis" realizam o sonho de consumo de todo gestor, o chamado “boca a boca”, sendo uma propaganda muito mais eficaz do que a ações tradicionais, devido a sua neutralidade e credibilidade, pois não é a empresa falando para seus clientes, e sim, os clientes testemunhando a favor da empresa. Clientes fiéis compram mais, compram melhor, ou seja, pagam “preços especiais” e principalmente retornam.

E o benefício é extremamente claro: CRESCER, CRESCER, CRESCER...

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Sobre o autor

Fábio Pexe

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