Internet das Coisas. Uma revolução está acontecendo.
14/02/2017 | 10h31
Eu solicitei este texto abaixo de autoria do meu amigo Lauriano Neto, pois achei interessante e atual sobre a internet, tema muito escrito, mas com poucas novidades. Espero que gostem:
Não há dúvidas, o mundo está cada vez mais conectado, e isso inclui cada vez mais objetos físicos, como máquinas, infraestrutura e dispositivos que estão sendo equipados com sensores na rede mundial de computadores que lhes permitam monitorar seu ambiente, comunicar seu status, receber instruções e, até mesmo, realizar algo com base nos dados.
A cada dia surgem mais objetos conectados, como tênis, roupas, maçanetas, eletrodomésticos, veículos conectados à Internet.
São mais de nove bilhões de dispositivos em todo o mundo conectado à Internet, incluindo computadores e smartphones.
Esse número deverá aumentar muito na próxima década, com estimativas que variam de quintuplicar para 50 bilhões de dispositivos para alcançar um trilhão.
Vou citar exemplos que poderão ocorrer no seu dia a dia, você está passeando em um centro comercial e passa em frente a uma farmácia e, de repente seu relógio vibra e na tela surge a mensagem dos produtos que você precisa comprar que estão em falta em sua residência.
O hábito de escovar o dente poderá mudar, um aplicativo vai te orientar se você está realizando a escovação correta ou não, no final do mês você ainda recebe um relatório digital para entregar ao seu dentista.
O conceito Quantified Self que compreende a utilização de sensores para monitorar o desempenho de exercícios físicos ou monitorar a saúde das pessoas - é uma tendência cada vez mais popular subsidiada pelas tecnologias de Internet das “Coisas.” Um exemplo, diversas empresas já estão vendendo sensores wearable (“vestível”) que permitem aos consumidores controlar a distância que correm, a sua frequência cardíaca e outros dados gerados durante o exercício, que podem então ser usados para gerenciar a saúde. Ela tem como objetivo desenvolver sistemas e ferramentas que criem inteligência aos objetos para que eles possam conversar entre si e facilitar a vida do consumidor.
A Internet das coisas não fica limitada para as grandes corporações. Ela oferece oportunidades para pequenas e médias empresas, tornando-as mais competitivas. Com possibilidades infinitas.
E isto é a grande oportunidade para essas empresas, hoje para fidelizar um consumidor é necessário personalizar o atendimento e a internet das coisas tem um papel fundamental neste processo. Um empreendedor poderá criar oportunidades incríveis com a Internet das Coisas para seus consumidores. 
Esse cenário futurista, mas não longe das empresas, abre um novo mundo para o marketing. A comunicação e relacionamento não serão mais os mesmos.
Com toda essa tecnologia, permitirá para as empresas um grande conhecimento as preferências individuais de cada ser humano, de cada consumidor, de suas rotinas, de seus desejos e do seu estilo de vida, suas necessidades etc, as corporações criarão canais específicos de comunicação com seus clientes.
Será uma interação personalizada, tudo baseado o que cada uma mais aparecia ou tenha interesse.
As empresas terão um conhecimento sem procedente de cada consumidor e o melhor com baixos custos neste ambiente.
Neste ambiente extraordinário surgirá um novo mercado, o conhecimento a respeito de cada consumidor. É o marketing se tornando uma ciência.
Lauriano Scarpari Neto
Administrador de empresas, Estudioso da Cultura Digital e de Novas Tendências sobre Tecnologia de Consumo e Sócio Co-fundador agência OPP.Ag
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O Verdadeiro Profissional
08/02/2017 | 15h55
Em tempos de crise, o espírito de competição fica mais acirrada, afinal todos lutam pelos mesmos pequenos espaços para sobreviver. E neste mundo, ser reconhecido como profissional, ou demonstrar profissionalismo, é mais difícil do que parece.
Muitos tendem a inferiorizar o trabalho realizado por outros, sempre achando que só ele é quem trabalha realmente. Agindo assim, pensam que estão se valorizando, dando uma dica para o superior como "olha, ele faz errado e eu faço certo"..
Assim, penso que não adianta querer demonstrar profissionalismo, pois isto é identificado e percebido pelos outros, naturalmente. Afinal, como dizem por aí, "não existe mais bobo neste mundo"..
O que é necessário é ter atitude de profissional. Saiba que suas ações têm impacto, tanto para as pessoas que trabalham com você, como para a empresa. Seja considerado um aliado, um colaborador, e não simplesmente uma pessoa que passa a mão na cabeça e diz ok, e sim, aquele que aponta uma saída, um rumo a ser tomado, buscando a solução.
Siga seus valores profissionais, seja ético, pois para ser um bom profissional não basta botar um ovo e sair cacarejando por ai. Requer reconhecimento das pessoas que trabalham com você e do mercado, e isto vem através de suas ações e atitudes que demonstra durante toda a sua carreira, com acertos e erros.
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Sobre o autor

Fábio Pexe

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