Planejando a aposentadoria
24/02/2015 | 15h41
Este texto retirado da Empericus, questiona se você já começou a investir em sua própria previdência. Segundo o autor, há uma estatística formada pelas respostas dos que assinam a série de Aposentadoria da empresa Empiricus, onde aproximadamente 44% dos casos, o leitor cita pelo menos um tipo de patrimônio imobiliário. Para aqueles com mais de 35 anos, a proporção salta acima de 56%. Lembrando que os imóveis citados, são apenas para fins de investimento, e não moradia ou lazer. O texto nos passa que Imóveis combinam perfeitamente com estratégias de enriquecimento em longo prazo, por casarem rendimentos recorrentes com valorização do capital investido. O curioso, segundo o autor, é que mesmo quem não cita imóveis, gostaria de citar pois coloca a categoria como resposta de outra das perguntas: quais investimentos você imagina como ideais para compor um plano perfeito de aposentadoria? O brasileiro gosta de investir em imóveis, e tem razões históricas para justificar esse gosto. Há de ter razões futuras também. Dado o consenso em torno do tema, o texto então faz uma terceira pergunta: Como tornar o investimento em imóveis, mais acessível? E na sequência, ele mesmo responde com sua solução preferida: fundos imobiliários listados em Bolsa, os chamados FIIs. Onde a partir de R$ 5.000, você começa a aplicar em FIIs de maneira simples e vantajosa, recebendo alugueis mensais sobre uma parte de imóveis comerciais, residenciais, galpões, hospitais, escolas, hotéis, agências bancárias etc... Sabe aquele predião na Av. Paulista que você adora ver decorado no Natal? Um pedaço dele pode ser seu, e você aluga esse pedaço para ganhar dinheiro todo mês. Assim fica mais fácil decorar seu próprio Natal em 2024. Vale a pena consultar o site acima e ler o texto na íntegra. Fica a dica nestes dias que antecedem a execução de novas "normas" para aposentadoria, o que, para variar, vai dificultar ainda mais receber, o pouco que recebemos....
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Marketing e o Carnaval.
19/02/2015 | 10h26

Para muitos, o ano só começa depois do carnaval. Mas para as ações de marketing, o ano já começou faz tempo e o carnaval é justamente onde são lançadas as campanhas criadas lá trás, no planejamento do começo de ano.

Você já se perguntou se os artistas que por aqui desembarcam nesta época, vêm por conta própria, a fim de conhecer o país, ou são patrocinados? Alguns podem pensar que eles vêm e dai que são convidados a participar de camarotes e afins. Errado! A maioria já sai patrocinada, com passagem aérea e hotéis. Lógico que alguns vêm por conta própria, mas são minorias.

O fato é que tudo, hoje em dia, é business. Há tempos as escolas que ganham os desfiles são patrocinadas por empresas gigantescas, que investem capital e aguardam retorno, visando lucrar com a euforia consumista dos foliões.

No ano de 2014 por exemplo, a Unidos da Tijuca, sagrou-se campeã, tendo como patrocínio a Gilette, Audi, Shell, Honda e Credicard. Tá bom?

Claro que deve-se ter cuidado, saber onde investir ou se, realmente devem investir. Fato é que, em datas sazonais, aumenta-se muito o investimento em marketing. Alguns investem errado, não tendo nada a ver com a data comemorativa. Outras apostam certo, e colhem retorno.

O segredo é estudar o mercado, saber realmente por que está investindo, e não simplesmente investir, ou, para ficar nas gírias carnavalescas, simplesmente "pegar carona".

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Marketing invisível. Você já viu?
02/02/2015 | 15h19

Já escrevi uma vez neste blog, sobre um estilo de marketing que vem ganhando adeptos devido a sua eficácia. É mais ou menos assim: propaganda que não parece propaganda, o chamado marketing invisível.

Partindo do princípio que pessoas confiam em pessoas, nada melhor do que uma marca usar seu amigo, ou seu ídolo, seja real ou personagens de histórias, para lhe vender um produto. Aí criamos a propaganda que não parece propaganda.

Já reparou na marca dos carros dos mocinhos de novelas e filmes, nos personagens extremamente bem detalhados dos livros, incluindo suas preferências por determinadas marcas de relógio, sapatos e ternos, ou nos locais onde se passam a trama de uma história em quadrinhos?

E nos bares, onde formam-se filas enormes do lado de fora, instigando você a parar e quando, finalmente consegue entrar, o bar está vazio? Estranho? Para os leigos no assunto sim, mas para os marqueteiros não.

Comecem a reparar nos seus ídolos, nos seus locais ou séries prediletas. Garanto que vai reconhecer muitas marcas, desde simples objetos que fazem parte do cenário, a objetos "chaves". E vai achar normal estarem ali!

Você pode estar se perguntando: é ético isso? Bom, entraremos em uma discussão longa, sendo que para mim, o mundo passa por uma crise moral gigantesca...

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