Copa do Mundo
18/05/2018 | 15h12
É ano de Copa do Mundo e faltam menos de 30 dias para seu início. Conheço gente que está em concentração há mais de 1 ano, afinal o Brasil é o país do futebol. Poderia ser o país da saúde por exemplo, mas optamos por ser do futebol mesmo.
Fato é que a Copa do Mundo, organizada pela FIFA, é uma mina de ouro para se consumir e vender produtos, não só ligado diretamente ao futebol.
Todos os ramos de comércio, do pequeno ao grande, podem e devem lucrar com estratégias de venda relacionadas ao evento que, no ano de 2018, acontece na Rússia.
Mas o que poucos sabem, ou nem querem saber, é que a Copa do mundo é uma marca registrada. Sendo assim, deve-se tomar alguns cuidados, pois existem regras do que se pode fazer, inclusive na propaganda em redes sociais.
Ou seja, você que tem um comércio e faz propaganda em redes sociais, cuidado, pode ser processado. O que não é difícil, sendo que existem empresas terceirizadas que são contratadas exclusivamente para fazer estas buscas em redes, e assim ganhar dinheiro dos desavisados.
Uma boa dica é seguir o que é informado no Programa de Proteção as Marcas (PPM) da FIFA, evitando sanções e problemas com a justiça. Claro que para empresas maiores. Para os pequenos comércios, cuidado com as fotos publicadas. Já ajuda.
O programa serve para proteger empresas que são patrocinadoras oficiais do evento, evitando que empresas oportunistas se beneficiem do evento que só é possível devido a esses patrocínios.
Um exemplo do que podemos fazer, sem riscos, é usar estratégias de venda relacionadas ao esporte futebol, no modo geral, e não especificamente a Copa do Mundo. Ou seja, usar imagens do futebol por exemplo, e não da logomarca ou imagens da copa. No mais, é aproveitar a época e lucrar.
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Sobre o autor

Fábio Pexe

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