Anúncios com falsas promessas
26/01/2018 | 16h16
Com esta crise que vivemos, apesar da pouca melhora, muitos que ficaram ou estão desempregados, sonham em abrir um negócio próprio e conseguir sua autonomia financeira.
Como trabalho com alugueis de imóveis também, vejo que houve um aumento considerável na procura por pontos comerciais, de um modo geral. 
Quando estava na faculdade de publicidade, estudamos vários casos comuns, onde no intuito de abrir rapidamente um comércio, e assim começar a faturar, muitos comentem erros que podem custar caro, seja por falta de atenção, ansiedade, ou por falta de experiência ou conhecimento.
Para colocarmos um produto a venda, é necessário cuidado ao anuncia-lo. Muitos pensam que é simples, que o que manda é a criatividade. Pensando assim, alguns empresário ou funcionários, às vezes sem qualificação para tal, tomam a liberdade de serem “criativos”.
Lembro-me de ter visto uma notícia no site da UOL que me chamou atenção. Era sobre um erro de português em um anúncio de marketing, que dizia assim: "Chip da “operadora” R$ 1,00, com aparelho!" dentro de um supermercado na cidade de Guarabira, na Paraíba.
Claro que acabou virando caso de polícia.
Indo atrás do anuncio, um consumidor, com 4 reais no bolso, pediu 4 chips com 4 aparelhos. Ao ser explicado pelo vendedor que a promoção era válida apenas na compra de qualquer aparelho celular pelo preço normal de tabela, o cliente, que havia fotografado o anúncio, acionou a polícia.
No final da confusão, o consumidor, que por sinal era um professor, por tanto conhecedor da forma correta de se escrever, aceitou um acordo no valor de 100 reais na época, para ser "trocado" por um aparelho, com chip, e a loja, claro, saiu em prejuízo.
Mas pelo menos, espero que tenham aprendido a lição, pois sabemos que existem anúncios que a intenção é justamente “enganar” (mas eles chamam de “atrair”) os clientes com falsas chamadas, ou duplo sentido.
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Sobre o autor

Fábio Pexe

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