Classe C: o melhor investimento
06/10/2010 | 09h39
Algum tempo venho escrevendo neste Blog a respeito do crescimento da classe C brasileira. Hoje ela se constitui na melhor fonte de investimento para quem quer abrir um negócio próprio. Se você se especializar nesta classe, consumidores e potencial de compra não lhe faltarão. Mas lembre-se, são consumidores cada vez mais exigentes, que não aceitam mais qualquer produto ou serviço, e buscam sempre serem bem tratados, em locais com boa estrutura, com TVs de LCD, ambiente decorado e serviços especializados, por exemplo. Pelo menos este é a forma de sucesso de empresas que investem neste segmento. A classe C no Brasil é considerada classe média, que conta com quase 50% da população nacional, com cerca de 97 milhões de pessoas, que consomem em média quase o dobro da classe A em produtos como alimentos e higiene. Em 2007 por exemplo, a classe C gastou R$ 70 bilhões em alimentos (muitos deles considerados antigamente como produtos de “luxo”, como iogurtes e chocolates), contra R$ 36 bilhões da classe A. É óbvio que classe A conta com menos número de pessoas, mas não podemos deixar de lado esses dados. É importante para as pequenas e médias empresas que querem investir neste filão, que sigam algumas dicas que se transformaram quase em exigências, para se ter sucesso com esta classe. Cuidado na distribuição do produto, que tem que estar sempre disponível e inovado, facilitar o acesso ao crédito, neste caso, o uso de cartões e parcelamento em boletos podem ser uma boa saída, e fazer propagandas direcionadas a esse público específico, com linguagem e imagens de fácil compreensão, que se identifiquem com este público-alvo. Assim, suas chances de sucesso aumentam, e muito!
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Classe C: o melhor investimento
20/05/2010 | 11h35

Algum tempo venho escrevendo neste Blog a respeito do crescimento da classe C brasileira. Hoje ela se constitui na melhor fonte de investimento para quem quer abrir um negócio próprio.

Se você se especializar nesta classe, consumidores e potencial de compra não lhe faltarão. Mas lembre-se, são consumidores cada vez mais exigentes, que não aceitam mais qualquer produto ou serviço, e buscam sempre serem bem tratados, em locais com boa estrutura, com TVs de LCD, ambiente decorado e serviços especializados, por exemplo. Pelo menos este é a forma de sucesso de empresas que investem neste segmento.

A classe C no Brasil é considerada classe média, que conta com quase 50% da população nacional, com cerca de 97 milhões de pessoas, que consomem em média quase o dobro da classe A em produtos como alimentos e higiene.

Em 2007 por exemplo, a classe C gastou R$ 70 bilhões em alimentos (muitos deles considerados antigamente como produtos de “luxo”, como iogurtes e chocolates), contra R$ 36 bilhões da classe A.

É óbvio que classe A conta com menos número de pessoas, mas não podemos deixar de lado esses dados.

É importante para as pequenas e médias empresas que querem investir neste filão, que sigam algumas dicas que se transformaram quase em exigências, para se ter sucesso com esta classe. Cuidado na distribuição do produto, que tem que estar sempre disponível e inovado, facilitar o acesso ao crédito, neste caso, o uso de cartões e parcelamento em boletos podem ser uma boa saída, e fazer propagandas direcionadas a esse público específico, com linguagem e imagens de fácil compreensão, que se identifiquem com este público-alvo.

Assim, suas chances de sucesso aumentam, e muito!

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Classe C: um bom negócio
15/04/2010 | 11h45

Como já foi citado em outros posts, a classe C é a tendência de investimento para o futuro, e por isso, está atraindo a atenção e o investimento das grandes empresas.

Em 2009, a classe C, que conta com 49% da população brasileira, foi a única a crescer em consumo em relação ao ano anterior, passou de 26,3% em 2008, para 36,1% em 2009. Em contra partida, as classes A e B cairam de 30,1% e 43,6% respectivamente, para 21,5% e 42,4%.

Um dos motivos é que a renda dessa classe está altamente ligada ao salário mínimo, que está em constante aumento desde 2003.

Em 2010, o reajuste foi de quase 10% em relação ao ano anterior. Some-se isso a queda da inflação, o resultado será de milhões de consumidores de baixa renda com mais dinheiro no bolso. Segundo dados da FGV (Fundação Getúlio Vargas), a classe C detém atualmente, 46% da renda nacional, contra 44% das classes A e B.

Essa movimentação entre as classes significa oportunidade de mercado para as empresas que estão mudando seu planejamento de produtos e serviços para melhor atendê-las.

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A hora e a vez da classe C
09/04/2010 | 09h50
Segundo dados da recente pesquisa realizada por um dos mais conceituados institutos de pesquisa, a Nielsen, o comportamento de compra da classe C esta mudando. Os dados mais relevantes são as mudanças de gastos com produtos de alto custo-benefício, para gastos com produtos chamados de “mimos”. Segundo a pesquisa, foram gastos mais de R$ 470 milhões com biscoitos e chocolates finos, por exemplo. Outro aumento de gastos foram com produtos saudáveis, antes considerados um luxo, como alimentos diet, light e funcionais, que fazem bem a saúde. Além disso, a classe C já esta buscando a praticidade em suas compras, como por exemplo, trocando o extrato de tomate pelo molho já pronto e o sabão em pó pelo líquido. É hora de aproveitar e investir nessa classe cada vez mais emergente. Não com produtos de baixa qualidade, mas com produtos bons, mostrando respeito por essa classe que está buscando qualidade em suas compras, buscando presentear-se, mesmo que custe um pouco mais caro.
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Sobre o autor

Fábio Pexe

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