Propagandas enganosas. O que fazer?
06/05/2015 | 03h00

Há diferentes tipos de propagandas enganosas, que podem trazer prejuízos não só materiais, mas também morais aos consumidores. Abaixo, algumas publicidades deste tipo e suas características:

Enganosa: publicidade com informações falsas ou confusas, com o intuito de confundir, ou ludibriar o consumidor. É o famoso "gato por lebre". O cliente compra um produto e percebe que este é diferente do que esperava.

Enganosa por omissão: publicidade sem informações essenciais ou completas. Um exemplo seria uma publicidade de pasta de dente com 60% de desconto, mas sem avisar que este só é valido se você comprar mais de 2 unidades.

Não honrar com o prometido: o nome por si só já se explica. Atraí o consumidor para seu produto, ou serviço, através da publicidade, mas na hora de cumprir o combinado, as coisas mudam. Por isso, o correto por lei, é que toda publicidade deve-se ter o contrato ou normas publicadas na íntegra e disponíveis para todos.

abusiva: publicidades que extrapolam o âmbito moral. Exemplo bem simples e emblemático, anúncio de camisinha, ou bebida em festas infantis, por exemplo.

Lembrando que todos os consumidores que sentirem-se lesados de alguma forma, devem procurar o código de defesa dos consumidores ou outra opção prática e legal, o site www.consumidor.gov.br, um portal publico de comunicação direto entre empresa e consumidor.

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Propaganda para menores. Qual o limite?
13/02/2012 | 07h38

O assunto é polêmico e já faz algum tempo que querem proibir as propagandas destinadas as crianças no Brasil, geralmente veiculadas nos canais destinados a esse público.

As propagandas que causam maiores polêmicas são as relacionadas a produtos estéticos e dieta.

Apesar de nem todos concordarem com essa vulnerabilidade do público infantil, um melhor controle e lei própria para esse público, se faz necessário. Alguns países da Europa, como o caso da Suécia, proíbem os comerciais destinados a menores de 12 anos. Também não podemos ser radicais.

As crianças talvez não saibam discernir o que é certo ou errado, ou qual o limite entre a realidade e a ficção. Para ficar num exemplo mais simples, isso pode tornar-se caso de saúde pública, sendo que pesquisas recentes apontam que 10% das crianças brasileiras são obesas.

Precisamos ter cuidado quando falamos com a infância e controlar melhor as mensagens que passamos para elas, pois temos uma grande responsabilidade na educação e em sua qualidade de vida.

Independente de leis devemos consultar nossa consciência, aqui falando como profissional de marketing, pois temos a responsabilidade de oferecer uma programação saudável e de qualidade, em todos os sentidos, apesar de saber que a realidade nem sempre é assim...

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O futuro da propaganda
21/03/2011 | 03h58

O neuromarketing nasceu da idéia de conhecer o consumidor, não apenas em sua atitude consciente, mas de descobrir o que rege seu comportamento no plano racional.

Tentar desvendar por que o cliente compra determinado produto, qual sua preferência, o que faz o cliente escolher determinada marca, entre dois produtos novos. Ou seja, a intenção é investigar o comportamento racional do consumidor, pois estudos demonstram que, no processo de transação econômica, implica-se o uso de muitas estruturas do sistema nervoso.

Assim, conhecendo este comportamento “oculto” do consumidor, você terá nas mãos uma ferramenta poderosa, e poderá criar e executar estratégias de campanhas publicitárias, até então, jamais imaginadas.

É por isso que o neuromarketing está sendo considerada a mais potente e promissora ferramenta de marketing para se conhecer, realmente, o comportamento dos consumidores. Muitos especialistas aprimoram-se no conhecimento desta nova disciplina, que promete ser o futuro do marketing.

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Propagandas que não passam no Brasil
10/07/2010 | 11h44

Estas são propagandas fortes, mas que passam mensagens diretas. No Brasil, este tipo de comercial é vetada pelo CONAR, orgão responsável pelo controle das propagandas no país.

Estes, passam na República Tcheca e visam conscientizar sobre o perigo de algumas atitudes que tomamos...

Celular no volante: [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=dZNNX5rhUwM[/youtube] Não faz mal... http://www.youtube.com/watch?v=EAdOcEVlnlk
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CBF notifica CEF! sopa de letrinhas...
02/06/2010 | 04h28

A Caixa Econômica Federal (CEF) recebeu hoje, dia 02/06, uma notificação judicial da CBF (Confederação Brasileira de futebol) pelo uso indevido das imagens e cores da seleção nacional de futebol, nas campanhas publicitárias do “Feirão da Casa Própria”.

A CBF ameaça entrar na justiça em 3 dias caso a Caixa não a indenize neste prazo.

Pela internet, os brasileiros protestam em diversos blogs e sites sobre esta atitude da CBF. Muitos acham um absurdo as cores da seleção, como o amarelo, azul e verde “pertencerem” a entidade máxima do futebol brasileiro (na verdade, não pertence. Aqui é o caso da combinação imagem e cor).

Alguns dizem que então, temos que pagar indenização a Deus pelo uso do azul do mar, do verde das matas...

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O efeito das campanhas mais "duras".
02/06/2010 | 08h15

Estamos acostumados com propagandas alegres, coloridas e até mesmo “surreais”. Mas algumas agências de publicidade vão pela contramão, mostrando campanhas mais “duras”, visando impactar a população.

É o que está acontecendo com a campanha criada para o Greenpeace que está sendo vinculada na Suíça. A campanha conseguiu estremecer o país, mostrando um terrível acidente nuclear onde as pessoas caem mortas nas ruas das cidades.

O vídeo, além de conter imagens fortes, possui uma música de fundo impactante, reforçando a dramaticidade.

A propaganda foi criada pela agência suíça Walker em conjunto com a produtora alemã Cobblestone, e visa conscientizar os riscos para os seres humanos e para o meio ambiente, da utilização da energia atômica.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=M0oe7k7M4IU[/youtube]

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Consumidores saturados!
27/04/2010 | 10h23

Quando criamos mensagens publicitárias para divulgar nossos produtos, temos que tomar cuidado para não saturar o consumidor.

Em ressente estudo realizado na Alemanha, foi demonstrado que a superexposição publicitária pode confundir o público.

O estudo revela que 40% dos entrevistados se dizem confusos para distinguir o que realmente é importante para ele, e o que não é.

Assim, a sua propaganda pode interessá-lo, mas ele pode não entender, devido ao excesso de propaganda em rádio, televisão, meio impresso e online.

É claro que para atingir o sucesso é preciso divulgá-lo, mas de maneira coerente com seu negócio, simples e direta, mostrando a essência de sua marca e produto, e tomar cuidado para não “abrir muito os horizontes”, divulgá-lo somente para seu público alvo, que é o que realmente lhe interessa.

Na maioria das vezes, uma propaganda simples e direta, mas focado em seu público, além de custar menos, tem muito mais retorno. Por isso, não pense, a princípio, em rádios, televisões, outdoors... mas em um presente caprichado e de bom gosto, para pessoas especiais para seu negócio. Pense nisso.

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Mensagens subliminares nas propagandas!
23/04/2010 | 07h30

Existem várias propagandas e produtos que transmitem as chamadas mensagens subliminares.

Essas são mensagens que não podem ser captadas diretamente pelos sentidos humanos, mas que inconscientemente despertam “algo” em nós, consumidores.

Muitos produtos usam esse tipo de mensagem no design de suas embalagens, principalmente para atrair o público feminino. Alguns comerciais que são veiculados na TV, se prestarmos atenção, percebemos coisas estranhas.

Por que fazem isso? Por muitos motivos, entre eles, por diversão(!), brincadeira, e até para despertar nosso desejo de compra, inconscientemente.

Abaixo temos o exemplo de uma possível mensagem subliminar no logotipo da Coca-Cola, onde um homem bebe, provavelmente, uma lata do refrigerante.

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Propaganda inovadora!
09/04/2010 | 08h46

O Banco Itaú criou uma propaganda diferente, inusitada e inovadora para um jornal de grande circulação.

A capa do “Estado de São Paulo” de ontem, dia 08/04, saiu com manchas de tintas com as cores do banco. O Estado permitiu a propaganda por que a “capa falsa” era uma réplica perfeita de sua capa do dia.

A propaganda visa fazer com bom gosto, o elo entre os clientes que querem reformar e construir, com o banco Itaú.Completando a propaganda, a sobrecapa mostra um casal com as tintas usadas na reforma de seu apartamento.

Bom exemplo a ser seguido em propagandas para a mídia impressa, criativas e eficientes, que causam boa repercussão

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Humor na propaganda: Qual o limite?
19/03/2010 | 06h30

O principal objetivo de uma propaganda é chamar atenção para o produto.

É óbvio que, para a maioria, quanto mais engraçada, mais sucesso faz.  O humor na propaganda quando bem usado é um ponto a favor, mas tem que se tomar cuidado, pois quando exagerado, caí no mau gosto, desrespeito e em alguns casos, até discriminação. A seguir, vemos as campanhas usadas pela Sinaf Seguros, uma empresa do Rio de Janeiro que oferece assistência funerária e seguro de vida, que usa e abusa do bom humor em suas campanhas. Uma de suas propagandas, inclusive, foi parar no Ministério Público, após reclamação recebida pela Ouvidoria-Geral. Felizmente, o inquérito foi arquivado e em minha opinião não poderia ser diferente. O importante é que a propaganda fez a sua parte, fazendo muito sucesso, ajudando a empresa a crescer 20% em 2009.

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Sobre o autor

Fábio Pexe

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