Funcionários com mal humor = perigo para empresas
19/10/2015 | 09h16

Nos cursos introdutórios de qualidade total fornecidos pelas empresas que visam à obtenção do certificado ISO, alerta-se para o mundo extremamente competitivo dos dias atuais.

O acesso às informações estabelece uma quase igualdade no conhecimento, condições e prazos de entrega e pagamento dos bens procurados. Pode-se também, estabelecer uma analogia a brincadeira infantil do escravo de Jó, mostrando que na cadeia de produção há uma interdependência das fases envolvidas. Assim, basta um falhar na entrega ou na sua qualidade, para se perder ou comprometer todo o processo. No extremo final dessa corrente encontra-se o elo a ser atendido, o consumidor. Foi citado neste Blog, os estudos e esforços que fazem os supermercados para atrair e mais, a cativar esses alvos cada vez mais exigentes também pelas informações recebidas. Os consumidores pesquisam preço, qualidade, disponibilidade, garantias e, principalmente, assistência técnica. Simplesmente porque traz segurança e, nada mais justo, pensar: Eu estou pagando, portanto mereço um bom tratamento! Todos querem e gostam de ser bem tratados. Quando todo o processo não atinge seu objetivo, torna-se inútil. Em resumo, todos os esforços despendidos se perdem devido a um mau atendimento. O profissional tem que ser e sentir-se preparado para desempenhar bem suas funções. Principalmente quem trabalha com o público, onde o ponto de partida é a educação e ter a consciência que seus salários são pagos pelos consumidores. Uma dica para quem pensa em abrir um negócio próprio é oferecer cursos de treinamento de mão-de-obra, oferecidos para prefeitura, comércio ou indústria. Estes cursos, muitas vezes sem nenhum custo, são fáceis de achar e ajudam a preparar e, mais importante, direcionar seus funcionários. Faça um teste, procure "cursos de graça" na internet. Existem os on-line e também os presenciais, oferecidos muitas vezes em sua cidade por sindicatos, SESC/SENAI ou prefeitura. Poderei citar um exemplo prático: Troque seu domingo de praia, por um dia de compra. Assuste com os preços e pegue filas. Se você for bem tratado, consegue relevar tudo isso, mas se enfrentar o mau humor e a má vontade de um funcionário, ficará estressado e o estabelecimento, que gasta fortunas em melhorias, correrá o risco de perder um cliente, principalmente quando os funcionários estão conversando, na maior displicência, sobre seus embalos de sábado à noite..........
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Lojas: o visual define o sucesso
06/10/2015 | 11h45

O visual de uma loja interfere, e muito, em seu sucesso. Uma loja planejada, bem localizada, com fácil acesso e estacionamento, onde o consumidor sinta-se bem, devido à funcionalidade, iluminação e ao clima ambiente, e tendo seu layout voltado ao público-alvo, está no caminho certo.

O espaço interno tem que ser planejado permitindo o bom tráfego, e os produtos bem expostos, facilitando a venda.  Com isso, cria-se um impulso de compra para o cliente.

Desde a escolha dos pisos, acabamentos e cores usadas, até o uso de equipamentos tecnológicos, se existirem, devem atender as necessidades dos clientes quanto ao conforto e a valorização dos produtos. Assim, é fundamental a escolha das cores, por exemplo, que serão utilizadas. Tons fortes devem ser evitados, ou muito bem planejados, pois em sua maioria causam certos desconfortos aos clientes.

Não à toa que os fast foods usam cores fortes e tons  avermelhados como característica, pois inconscientemente causam sensação de desconforto e “irritação” ao cliente, fazendo com que este coma rápido (daí o nome fast food) e vá embora, dando seu lugar a outro consumidor. Diferente de restaurantes, que usam cores mais claras e iluminação mais amena, fazendo com que os consumidores “relaxem”, ficando mais tempo no local e claro, gastando mais.

As mobílias devem ser de boa qualidade e versáteis, ajustando se preciso, em vários locais da loja. As prateleiras devem estar sempre abastecidas com sua capacidade máxima, transmitindo a sensação de uma loja “forte”, sempre com produtos à disposição no estoque, e não em decadência.

As vitrines merecem uma atenção especial, pois estabelecem o primeiro contato com os consumidores. São elas que fazem “ei, psiu...”, por isso devem passar informações rápidas e diretas, sendo geralmente de cores claras e com produtos que sejam novidades.

Busque esse caminho, e não terá erro!

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