Partindo do Pressuposto que a Pergunta Fale de Jair Bolsonaro, Diria que Mesmo se o Messias Eleito Fosse Jesus Cristo, Ele Teria Dificuldades, na Visão de Aluysio Abreu Abrindo a Boca para Marco Barcelos
07/11/2018 | 12h46
1 - Aluysio Abreu, as urnas mostraram que estamos cansados de deterioração social, e elegemos um indivíduo simples e de classe média, acabando com todo o antigo sistema mafioso esquerda direita e centro, isso demonstra evolução social e real poder nas mãos do povo. Como espera que Bolsonaro inicie esse processo de retomada da ordem, da moralidade e valorização das estruturas de poder como polícias e forças armadas?
 
 
R: As urnas mostraram, sim, o cansaço do eleitor. Difícil saber o que você chama de deterioração social. Se considerar a deficiência nos serviços públicos como saúde, educação, transporte e infraestrutura, o cansaço não é de hoje, mas de 2013, quando levaram aos protestos de rua das “Jornadas de Junho”. Isso, é claro, além da explosão da violência. Desde 2016, ultrapassamos a faixa dos 60 mil homicídios/ano no país. Segundo o próprio Ipea, equivale à queda fatal de um Boeing 737 lotado, todos os dias, no Brasil. Agora, dizer que a eleição de um “indivíduo simples e de classe média” mudará isso, partindo do pressuposto que a pergunta fale de Jair Bolsonaro, diria que mesmo se o Messias eleito fosse Jesus Cristo, ele teria dificuldades. Mesmo porque, na eleição mais importante da sua vida, o povo escolheu Barrabás. Dizer que uma eleição, naquele tempo ou agora, acabou com “todo o antigo sistema mafioso”, além de pretensioso, é perigoso como qualquer generalização. A classe política não é uma criação à parte da sociedade que representa. A cara dos deputados federais votando o impeachment de Dilma, em 2016, só incomodou tanto porque era a face exata do brasileiro que os elegeu. Como a do campista é a mesma que se pode observar nas 25 caras da Câmara Municipal de Campos. Pode não ser bonita, mas é verdadeira. Sinceramente, tenho dificuldade de enxergar renovação em quem está na vida pública há mais de 30 anos e fez da sua família uma oligarquia política, aos mesmos moldes de outras, como os Garotinho. O que há de novo, se é a maneira de se perpetuar no poder do país desde as capitanias hereditárias? Não votei em Bolsonaro no segundo turno. Tampouco em Haddad. Estou entre os 42,1 milhões de brasileiros que, entre os dois, anularam o voto, votaram em branco ou simplesmente se abstiveram de votar. Somos menos do que os 47 milhões que escolheram Haddad, ou que os 57,7 milhões que elegeram Bolsonaro, mas certamente não somos poucos. Isso posto, o que espero de Bolsonaro? No mínimo, que ele cumpra seu discurso de vitória: “vou guiar um governo que defenda e proteja os direitos do cidadão que cumpre seus deveres e respeita as leis; elas são para todos. Porque assim será o nosso governo; constitucional e democrático”. Retomada da ordem e da moralidade é pauta subjetiva. E, ao longo da história, hipócrita. Sempre dependerá de quem, e sob quais critérios, definirá o que são ordem e moral. Quanto às polícias e as Forças Armadas, é mais fácil: seus papeis já estão definidos na Constituição. São estruturas de poder do Estado. E, com Bolsonaro, voltaram a ter poder político. Se tem que ser valorizadas? Sim, como os servidores da educação, da saúde, ou da limpeza pública.
 
 
2 - Aluysio Abreu, como você vê o desaparecimento da antiga esquerda oriunda dos herdeiros de Getúlio Vargas, como por exemplo Leonel Brizola; e a ascensão e prevalência de esquerda radical atual?
R: Getúlio assumiu como presidente a primeira vez na Revolução de 1930. De lá até a esquerda brasileira perder o segundo turno para Bolsonaro são 88 anos. Impossível resumir isso em poucas linhas. Até porque os ideais marxistas e anarquistas chegaram antes ao Brasil, a partir da imigração européia entre 1870 e 1914. Mas sua raiz já estava no movimento abolicionista do país. Como os eleitores de Bolsonaro interpretariam os versos escritos por Castro Alves em 1865, no poema “O Século”: “Quebre-se o cetro do Papa./ Faça-se dele — uma cruz!/ A púrpura sirva ao povo/ Para cobrir os ombros nus”? Comunista? Será que hoje mandariam o maior poeta do nosso Romantismo à Cuba ou à Venezuela? Na dúvida, o Partido Comunista do Brasil (PCB) foi fundado em 1922. Só oito anos depois, Getúlio chegaria ao poder e se sucederia como ditador do Governo Provisório (1930/34), do Governo Constitucionalista (34/37) e do Estado Novo (37/46). Foram todos regimes autoritários, que censuraram, torturaram, mataram e flertaram abertamente como o nazifascismo. A CLT, por exemplo, pela qual a esquerda brasileira hoje tanto briga, é uma adaptação getulista da Carta del Lavoro fascista de Mussolini. Como ele e Getúlio pensaram, serviu para garantir direitos aos trabalhadores e “roubar” essa pauta dos movimentos revolucionários marxistas e anarquistas. Na II Guerra Mundial (1939/45), se entregou Olga Benário grávida do líder comunista Luís Carlos Prestes para morrer num campo de concentração da Alemanha de Hitler, Getúlio também soube negociar com o presidente dos EUA Franklin Roosevelt, trocando a instalação da base aérea deles em Natal (RN), fundamental para atacar a África do Norte, pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) em Volta Redonda. Foi ela que tornou possível o salto industrial do país, sobretudo na produção automobilística, no governo de Juscelino Kubistchek (1956/61). Brizola, também por ser gaúcho como Getúlio, se inspirou na mitologia populista deste como “Pai dos Pobres”. Como Lula o faria depois. Com o suicídio de Getúlio em 1954, os militares passaram a encarar Brizola como mais perigoso inimigo ao golpe que deram com apoio civil em 1964. Lula apareceu como líder sindical no ABC Paulista já no declínio daquela nossa última ditadura, no final dos anos 1970. Unindo sindicatos de metalúrgicos, intelectuais da USP e a esquerda católica, a criação do PT só foi permitida como estratégia arquitetada pelo general Golbery do Couto e Silva para rachar o trabalhismo brasileiro, quando Brizola voltasse do exílio com a Anistia. Ao perceber que os militares lhe fechariam as portas do PTB, legenda histórica de Getúlio, Brizola fundou o seu PDT ainda em Portugal, em 17 de junho de 1979. A Anistia foi promulgada pelo general-presidente João Figueiredo em 28 de agosto de 1979. Na sequência, o PT foi criado em 10 de fevereiro de 1980. Fruto desses arranjos, quando saiu a eleição direta a presidente em 1989, a primeira no Brasil desde 1960, o que aconteceu? Fenômeno eleitoral semelhante a Bolsonaro, Fernando Collor foi em primeiro lugar ao segundo turno. A outra vaga foi disputada voto a voto entre Brizola e Lula. Este venceu, mas perdeu para Collor no final. Golbery tinha falecido dois anos antes, em 1987. Mestre da geopolítica, mesmo morto, sua estratégia de “dividir para conquistar” venceu a esquerda. Outra herança dos militares, a hiperinflação destruiu a economia do país até o Plano Real, em 1994. A partir do seu sucesso, Fernando Henrique Cardoso se elegeu duas vezes presidente no primeiro turno, dando coças eleitorais em Lula e Brizola. Mais novo, Lula teve chance de se reinventar. Abandonou a postura do radical de 89 e adotou a figura do “Lulinha Paz e Amor”, criada pelo publicitário Duda Mendonça. Ao chegar ao poder em 2002, teve a sabedoria de manter o Real, contra o qual o PT tinha votado, e o tripé econômico de FHC: câmbio flutuante, meta de inflação e meta fiscal. Lula também deu a sorte de governar o Brasil em um período de transição na economia global, onde a China substituiu os EUA como nosso maior parceiro comercial, e o preço das commodities explodiu no mercado internacional. O mundo conhecia então a força dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Foi nessa onda que Lula surfou com habilidade política, conseguiu superar a revelação do Mensalão em 2005 e se reelegeu em 2006. Aí veio o estouro da bolha imobiliária dos EUA em 2008, que abriria o avanço da direita pelo mundo. Como nos anos 1930, quando a Grande Depressão de 29 propiciou o avanço do nazifascismo. Além de chamar a crise de “marolinha”, o maior erro de Lula veio em 2010, quando ungiu Dilma Rousseff como sua sucessora. Ao abandonar o tripé do Real e apostar na “nova matriz econômica”, ela enfiou o Brasil na maior recessão da sua história. Ainda assim, Dilma se rebelou contra sua condição de “poste”, impediu Lula de voltar em 2014, bateu pé e se reelegeu mediante estelionato eleitoral. Quando este se revelou, junto ao agravamento da crise econômica e a corrupção sistêmica eviscerada pela Laja Jato, a população tomou as ruas do país em 2015 e 2016, forçando o Congresso a aprovar seu impeachment. Isso, mais a prisão de Lula em abril de 2018, geraram ressentimento ao PT e sua regressão ao radicalismo. Ele se refletiu em um programa de governo que propunha controlar imprensa, Ministério Público, Judiciário e Tribunais de Contas, além de uma nova Constituinte. Só esta última foi suprimida no segundo turno, mas já era tarde demais para furar o tsunami do antipetismo surfado por Bolsonaro. É uma onda tão passional quanto a esquerda que a gerou. Se alguém explosivo como Ciro Gomes foi nossa alternativa mais viável de equilíbrio no primeiro turno, isso evidencia o quão radicalizada está a sociedade. A esquerda brasileira não desapareceu. Nem deveria, pois é necessária ao equilíbrio da democracia. A esquerda só precisa se libertar desse seu fetiche masoquista pelo lulopetismo, que a consome há pelo menos cinco anos. E não falo isso por prazer. Tive a sorte de fazer entrevistas exclusivas com Brizola e Lula. Foram os dois indivíduos mais carismáticos que conheci pessoalmente. Quando acabei de entrevistar Brizola, no seu apartamento à beira mar em Copacabana, lembro que nos levantamos das poltronas da sala e me espantei ao perceber, um diante do outro, que sua cabeça batia pouco acima do meu ombro. Pensei: “como posso ser maior que esse homem?”. Ainda assim o brizolismo ficou para trás. Só não vê quem não quer: venceu a validade do lulismo. As coisas findam. É da vida.
 
 
3 - Aluysio Abreu, acredita que o presidente eleito terá chance de pôr em prática aquilo que acredita e defende; ou veremos o Congresso se opondo a tudo o que for proposto, mesmo que benéfico para o País?
 
 
R: Sua pergunta parte do pressuposto que tudo que Bolsonaro acredita e defende será benéfico ao país e não poderia sofrer oposição do Congresso. Se for, volto a repetir: elegeram o Messias errado. Mesmo derrotado no segundo turno presidencial, o PT fez a maior bancada na Câmara Federal. Isso tem que ser tão respeitado quanto a vitória de Bolsonaro a presidente. É o sistema de pesos e contrapesos do estado democrático de direito. Só ele impedirá que tenhamos um novo ditador no Brasil, como foram Getúlio e depois os militares que o levaram ao suicídio. Após ter aceito o convite para ser ministro da Justiça e Segurança, Sérgio Moro disse publicamente ser contra o excludente de ilicitude, que visa autorizar as polícias a matarem sem consequências penais, além da criminalização do MST. Pelo visto, antes de enviarem ao Congresso, os dois principais nomes do governo eleito terão que se acertar sobre o que é benéfico ou não ao país.
 
 
4 - Aluysio Abreu, há 30 anos estávamos sofrendo essa infiltração esquerdista radical e silenciosa em todos os setores e níveis da sociedade e dos poderes da união. Isso é claramente um movimento de golpe e tomada de poder sem armas, segundo Gramsci. Sendo assim, o impedimento da presidente Dilma foi um contragolpe?
 
 
R: Com todo o respeito, sua primeira afirmação reflete a ideação persecutória propagada por gente como Olavo de Carvalho, que agora se oferece como embaixador do Brasil nos EUA. Não nego que nas artes, na academia e até na imprensa a esquerda tenha mais influência do que a direita. Mas isso talvez seja por um motivo mais simples do que o conceito de “revolução passiva” de Gramsci: embora haja honrosas exceções à direita, como o próprio Olavão, a verdade é que as pessoas de esquerda geralmente leem mais. Falo, logicamente, em leitura que exceda o WhatsApp e o Facebook. Verdade que isso não impediu que muita gente de esquerda no Brasil, após a Lava Jato, mergulhasse de cabeça no processo de negação da realidade definido por Freud: “Se um paciente inteligente rejeita uma sugestão de forma irracional, então a sua lógica imperfeita é evidência da existência de um forte motivo para a sua rejeição”. O mesmo pode ser aplicado à “lógica imperfeita” da sua pergunta: Dilma foi eleita e reeleita pelo voto popular. Se ela foi deposta por qualquer suposto motivo gramsciano, mas não previsto na Constituição, não seria contragolpe. Teria sido só golpe mesmo, como ainda alegam os lulopetistas freudianos.
 
 
5 - Aluysio Abreu, nosso sistema eleitoral desde as urnas eletrônicas são motivo de eterna desconfiança quanto a fraudes; principalmente por ser impossível recontagem de votos e existir possibilidade de inserção de dados fraudulentos, como provado pela engenharia da USP. Devemos exigir voto impresso, com depósito nas urnas, além do eletrônico?
 
 
R: Há estudos da USP e da Unicamp que realmente apontam essa possibilidade técnica. Bolsonaro era o porta-bandeira dessa desconfiança com as urnas eletrônicas. Como, mesmo assim, ganhou a eleição com mais de 10 milhões de votos de diferença, terá a melhor oportunidade do mundo para propor todas suas sugestões de mudança no sistema de votação à Justiça Eleitoral. Se não o fizer será porque, depois de ganhar, ele deixou de desconfiar.
 
 
6 - Aluysio Abreu, a retomada da prática de poucos ministérios diminuindo gastos públicos é um sinal positivo de retorno da boa política?
 
 
R: O inchaço estatal como cabide de emprego é uma característica não só do PT, ou da esquerda brasileira. Emmanuel Macron tem sofrido muita resistência por tentar enxugar a máquina pública da França. Acho que mais do qualquer suposto motivo gramsciano, é apego dos burocratas à burocracia, à velha noção de trabalhar menos, com estabilidade, menor cobrança, melhores salários e condições de aposentadoria. E acho que isso até independe do espectro político. Em Campos, por exemplo, quantos servidores serão a favor do ponto biométrico, quando o governo Rafael finalmente instalá-lo? Se for na sua área, então, amigo Marco, que é da saúde, a coisa fica ainda mais complicada. Virou moda falar em diminuir o tamanho do Estado, mas ninguém está disposto a perder o que julga seu direito, mesmo quando sobre o direito alheio. Por isso a reforma da Previdência até hoje não saiu. Mais importante do que ter um ministério em determinada área, é ter um governo atuante nela, sensível às possibilidades de parceria com a sociedade e a iniciativa privada. Embora existam áreas onde a presença do Estado seja essencial. Se, como chegou a propor Amoêdo, privatizassem a Caixa Econômica e o Banco do Brasil, quem financiaria programas sociais importantes como Minha Casa, Minha Vida, Fies, Pronaf, Peti e Bolsa-Família? Banqueiro?
 
 
7 - Aluysio Abreu, qual a sua opinião sobre a resistência que está sendo proclamada pela vice na chapa de Haddad, Manuela D`Ávila antes de Bolsonaro assumir presidência?
 
 
R: A chapa entre Haddad e Manuela foi uma das tantas causas da vitória de Bolsonaro. Nunca uma chapa puro-sangue de esquerda ganhou eleição a presidente no Brasil. Nem com Lula e Brizola juntos, em 1998. Manuela é uma bilolada de esquerda, capaz de gravar um vídeo dizendo que o iPhone foi inventado na extinta União Soviética. Ela só foi vice pelo mesmo motivo do general Mourão: dar teflon ao cabeça da chapa contra qualquer tentativa de impeachment. Afinal, alguém em sã consciência iria querer Manu ou Mourão governando o país? Mas, respondendo à sua pergunta, o “se fere minha existência, eu serei resistência” é só mais um bordão da esquerda brasileira, que precisa urgentemente se reinventar além deles. Em 2013 e 14, foi o “Não vai ter Copa”. Aí teve Copa e 7 a 1. Em 2015 e 16, foi o “Não vai ter golpe”. E Dilma sofreu impeachment. Em 2016 e 17, foi o “Fora Temer”. E, eleito na chapa do PT, Temer continuou. Em 2018, foi o “Lula livre”. E o Cid Gomes, irmão do Ciro, respondeu aos aliados petistas: “o Lula tá preso, babaca!”. O último bordão fracassado da esquerda foi o “Ele não!”, cujo fim prático foi ajudar a eleger Bolsonaro presidente. O capitão não precisa de oposição prévia: já tem os filhos. Considerado um homem frio, como será que o Moro reagiu quando se viu publicamente comparado por Eduardo “Zero Três” ao coronel Ustra, único militar condenado como torturador pela Justiça do Brasil?
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Sem Limites para Surfar as Ondas Mais Extensas do Mundo a Pororoca com Serginho Laus Abrindo a Boca para Marco Barcelos
21/09/2018 | 10h59
1 – Serginho Laus, desbravando os rios mais selvagens e surfando as ondas mais extensas do mundo. Qual seu planejamento e preparação para obter êxito em uma prova que exige técnica, habilidades e alto condicionamento físico?

R - Com anos de experiência surfando as pororocas do Brasil e mundo a fora, desenvolvi com minha equipe um método de treinamento muito eficaz para aguentar surfando longas distâncias e com tanta pressão. Além do conhecimento das ondas de marés, é importante estar com as pernas em dia. Numa onda de pororoca, usamos 98% do tempo as pernas, diferente do mar que usamos 85% do tempo nas pernas. A habilidades contam muito, assim como controlar o nosso estado emocional e mental. Gosto muito de um trabalho de skate que desenvolvi para ficar em dia na parte de condicionamento físico.
2 – Serginho Laus, oque o motivou a surfar as ondas mais extensas do mundo e que o levou ao Guinness Book?

R - Nunca pensei em quebrar um recorde mundial para o Guinness Book! Descobrimos o surf na pororoca e começamos a surfar ondas extremamente longas, com mais de 15 minutos de perfeição sem parar! Alguns anos depois com bastante conhecimento na Pororoca, fui convidado a bater um recorde mundial já existente na Inglaterra. Teria que surfar uma onda, por mais de 9,1km sem parar, independente do tempo! Aceitei na hora, pois sabia que poderia superar a marca. Organizei tudo junto com a minha equipe e fomos nos superar. A motivação vem de toda essa história, na vontade de superar seu próprio limite, fazer teste com equipamentos e difundir o esporte/modalidade para o mundo inteiro.
3 – Serginho Laus, quantas pessoas são envolvidas e qual a logística necessária para alcançar o recorde mundial?

R - Normalmente tenho uma equipe de até 10 pessoas para fazer funcionar toda a logística de uma expedição para a selva. Usamos embarcações de porte grande, pois ela se torna nossa casa num ciclo de 07 dias das luas de sigízea. Desde marinheiros, cozinheiros, pilotos, equipe de apoio, câmeras man, fotógrafo ... todos envolvidos num objetivo; ir surfar a pororoca!
4 – Serginho Laus, como foi sua trajetória do Amapá até alcançar reconhecimento mundial?

R - Foi com muita dedicação, empenho, foco, empreendedorismo que pude colaborar para a maior divulgação que uma pororoca já teve no mundo. O Amapá é um centro de pororocas e foi de lá que registrei 02 recordes mundiais para o livro dos recordes, vários recordes pessoais e muitas histórias.
5 – Serginho Laus, quais foram os países que surfou e qual encontrou maior dificuldade e quais foram?

R - Já explorei as pororocas da França, Inglaterra, China, Indonésia, Alaska e Índia. Gosto dos desafio de todas... mas a mais complicada de execução foi a da China e a mais complexa de logística foi na da Índia. É muita aventura em todos os lugares!!!
6 – Quais países estão na sua programação para surfar nos próximos 2 anos e qual sua expectativa?

R - Ainda tenho na minha lista Canadá, Malasya e Papua Nova Guiné. Dependo apenas de patrocinadores para poder continuar com o projeto.
7 – Serginho Laus, como foi a aventura de quebrar mais um recorde mundial surfando com o labrador Bono?

R - O Bono, cão surfista, é muito fissurado por surf! O Ivan, seu dono, também e com isso formamos uma equipe para quebrar mais um novo recorde!!! Dessa vez no Tandem Surf PET, o Ivan e Bono surfando juntos na mesma prancha, a onda mais longa do mundo por mais de 10 km de distância, mais de 30 minutos surfando na pororoca sem descansar as pernas. Praticamente igual a minha segunda marca no Guinness Book.
8 - Serginho Laus, o surf é um esporte desafiador que vem crescendo a cada ano. Com sua experiência, quais as dicas que pode repassar para quem deseja iniciar?

R - É verdade, o surf vem crescendo muito! Para quem quer começar agora, sugiro procurar uma escolinha de surf ou professores capacitados! Junto com bons equipamentos, vc pode evoluir bem rápido. Basta querer...
 
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Sem Limites para Surfar as Ondas Mais Extensas do Mundo a Pororoca com Serginho Laus Abrindo a Boca para Marco Barcelos
14/09/2018 | 21h02
1 – Serginho Laus, desbravando os rios mais selvagens e surfando as ondas mais extensas do mundo. Qual seu planejamento e preparação para obter êxito em uma prova que exige técnica, habilidades e alto condicionamento físico?
R - Com anos de experiência surfando as pororocas do Brasil e mundo a fora, desenvolvi com minha equipe um método de treinamento muito eficaz para aguentar surfando longas distâncias e com tanta pressão. Além do conhecimento das ondas de marés, é importante estar com as pernas em dia. Numa onda de pororoca, usamos 98% do tempo as pernas, diferente do mar que usamos 85% do tempo nas pernas. A habilidades contam muito, assim como controlar o nosso estado emocional e mental. Gosto muito de um trabalho de skate que desenvolvi para ficar em dia na parte de condicionamento físico.
2 – Serginho Laus, oque o motivou a surfar as ondas mais extensas do mundo e que o levou ao Guinness Book?
R - Nunca pensei em quebrar um recorde mundial para o Guinness Book! Descobrimos o surf na pororoca e começamos a surfar ondas extremamente longas, com mais de 15 minutos de perfeição sem parar! Alguns anos depois com bastante conhecimento na Pororoca, fui convidado a bater um recorde mundial já existente na Inglaterra. Teria que surfar uma onda, por mais de 9,1km sem parar, independente do tempo! Aceitei na hora, pois sabia que poderia superar a marca. Organizei tudo junto com a minha equipe e fomos nos superar. A motivação vem de toda essa história, na vontade de superar seu próprio limite, fazer teste com equipamentos e difundir o esporte/modalidade para o mundo inteiro.
3 – Serginho Laus, quantas pessoas são envolvidas e qual a logística necessária para alcançar o recorde mundial?
R - Normalmente tenho uma equipe de até 10 pessoas para fazer funcionar toda a logística de uma expedição para a selva. Usamos embarcações de porte grande, pois ela se torna nossa casa num ciclo de 07 dias das luas de sigízea. Desde marinheiros, cozinheiros, pilotos, equipe de apoio, câmeras man, fotógrafo ... todos envolvidos num objetivo; ir surfar a pororoca!
4 – Serginho Laus, como foi sua trajetória do Amapá até alcançar reconhecimento mundial?
R - Foi com muita dedicação, empenho, foco, empreendedorismo que pude colaborar para a maior divulgação que uma pororoca já teve no mundo. O Amapá é um centro de pororocas e foi de lá que registrei 02 recordes mundiais para o livro dos recordes, vários recordes pessoais e muitas histórias.
5 – Serginho Laus, quais foram os países que surfou e qual encontrou maior dificuldade e quais foram?
R - Já explorei as pororocas da França, Inglaterra, China, Indonésia, Alaska e Índia. Gosto dos desafio de todas... mas a mais complicada de execução foi a da China e a mais complexa de logística foi na da Índia. É muita aventura em todos os lugares!!!
6 – Quais países estão na sua programação para surfar nos próximos 2 anos e qual sua expectativa?
R - Ainda tenho na minha lista Canadá, Malasya e Papua Nova Guiné. Dependo apenas de patrocinadores para poder continuar com o projeto.
7 – Serginho Laus, como foi a aventura de quebrar mais um recorde mundial surfando com o labrador Bono?
R - O Bono, cão surfista, é muito fissurado por surf! O Ivan, seu dono, também e com isso formamos uma equipe para quebrar mais um novo recorde!!! Dessa vez no Tandem Surf PET, o Ivan e Bono surfando juntos na mesma prancha, a onda mais longa do mundo por mais de 10km de distância, mais de 30 minutos surfando na pororoca sem descansar as pernas. Praticamente igual a minha segunda marca no Guinness Book.
8 - Serginho Laus, o surf é um esporte desafiador que vem crescendo a cada ano. Com sua experiência, quais as dicas que pode repassar para quem deseja iniciar?
R - É verdade, o surf vem crescendo muito! Para quem quer começar agora, sugiro procurar uma escolinha de surf ou professores capacitados! Junto com bons equipamentos, vc pode evoluir bem rápido. Basta querer...
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Manter o Americano na Liderança da Pontuação Geral é o Planejamento do Professor Josué Teixeira Abrindo a Boca para Marco Barcelos.
02/08/2018 | 17h27
1 - Josué Teixeira, após a conquista da taça Santos Dumond e um excelente início do Segundo Turno, qual seu planejamento para conseguir o tão sonhado acesso a elite do futebol carioca?
R: Nosso planejamento é manter a equipe na liderança da pontuação geral, que nos garantirá a vantagem de dois resultados iguais na semifinal geral do acesso.

2 - Josué Teixeira, quais os fatores que contribuíram para a eliminação precoce do Americano no Campeonato Brasileiro da Série D?
R: O curto tempo de preparação da equipe com atletas chegando durante a pretemporada para a competição.

3 - Josué Teixeira, com um inédito contrato de 2 anos com o Americano FC no comando da equipe profissional e Manager das categorias de Base, qual seu planejamento para curto, médio e longo prazo?
R: A curto prazo buscar o acesso que nos dará a visibilidade e suporte financeiro pra desenvolver os outros objetivos que são: acesso no Brasileiro e capacitação da base pra formar novos jogadores. 

4 - Josué Teixeira, o Americano FC está atravessando uma crise financeira e os abnegados torcedores estão ajudando financeiramente ao Clube. Com a excelente campanha que está fazendo com a equipe, acredita que irá conquistar novos patrocinadores?
R: Realmente a participação dos abnegados está sendo muito importante, o que precisamos é melhorar o suporte financeiro e isto vai acontecer com a valorização da marca. Por isso é muito importante o acesso.

5 - Josué Teixeira, para a disputa da Copa Rio, acredita que irá precisar de reforços?
R: Não temos recursos pra contratar, usaremos a base para repor os atletas mais desgastados.

6 - Josué Teixeira, como está sendo sua adaptação ao novo Clube e a cidade?
R: Estou muito feliz e adaptado ao Clube e a cidade, por força do trabalho, pouco visitei os pontos turísticos, mas existe uma estrutura que possibilita viver com tranquilidade. Tenho parentes por parte de Pai que moram na cidade e passar por alguns lugares onde passei algumas férias escolares é muito bom.
 
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Alterações nas Prestações de Contas Para Maior Transparências Com a Especialista de Contabilidade Eleitoral Tânia Scher Abrindo a Boca Para Marco Barcelos.
21/06/2018 | 16h45
1 – Tânia Scher, após a Resolução TSE nº 23.553 publicada pelo Tribunal Superior Eleitoral em 18 de dezembro de 2017, que dispõe sobre a arrecadação e os gastos de recursos por partidos políticos, candidatos e sobre a prestação de contas nas eleições. Quais foram as alterações para as próximas eleições?

As principais alterações são:
- Criação do Fundo Especial de Financiamento de Campanha - FEFC.
- Limites de gastos de campanha agora definidos por lei.
- Novas formas de arrecadação: Crowdfunding (financiamento coletivo) ; venda de bens para arrecadação; Autofinanciamento de campanha eleitoral.

Atenção: Gastar recursos além dos limites: multa no valor equivalente
a 100% da quantia que exceder o limite.

2 – Tânia Scher, a contabilidade eleitoral está adormecida para alguns profissionais, especialmente no Art. 48, Parágrafo 4, onde lemos: “A arrecadação de recursos e a realização de gastos eleitorais devem ser acompanhadas por profissionais habilitados em contabilidade desde o início da campanha. Qual a sua avaliação desta resolução do TSE?
Essa pergunta é muito relevante. Muitos profissionais da contabilidade não estavam preparados para as reais oportunidades que despontam no atual cenário da contabilidade eleitoral, mas observo que muitos estão buscando o conhecimento através de estudos técnicos contínuos.
A Resolução TSE nº 23553/17, determina que os profissionais da contabilidade acompanhem a campanha eleitoral desde o início. Com isso, os contratos deverão ser firmados para a campanha no início da mesma.
Tendo em vista, que os registros contábeis no Sistema de Prestação de Contas Eleitorais – SPCE, que será disponibilizado pelo Tribunal Superior Eleitoral para a prestação de contas de campanhas eleitorais, precisam ser realizados por profissionais habilitados. Além de auxiliar o candidato e o partido na elaboração da prestação de contas, observando as normas estabelecidas pelo Conselho Federal de Contabilidade e as regras estabelecidas nesta resolução.
O profissional contábil tornou-se indispensável no processo de prestação de contas eleitorais, porque é o responsável em registrar o patrimônio. Estamos falando de patrimônio público e privado que são aportados no pleito eleitoral. Somos agentes que participam do processo em busca de transparência e comprometimento com a ética.
É a valorização do profissional da contabilidade, que precisará estar habilitado e qualificado para esse nicho de mercado, primando sempre por prestar um serviço de qualidade, para contribuir com o fortalecimento da democracia.


3 – Tânia Scher na sua opinião, estas alterações previstas pelo TSE, terá uma maior transparência nas prestações de contas dos candidatos?

Transparência é a palavra chave para as eleições. Sabemos que a população precisa resgatar a credibilidade da classe política, pois estamos passando por problemas sérios nesta área no momento.
Precisamos ter consciência que o país somente será forte novamente com a participação popular. Por esse motivo, nós profissionais da contabilidade, somos importantes, pois o controle da arrecadação e gastos eleitorais precisa estar devidamente demonstrado através dos registros contábeis, uma vez que somos os profissionais qualificados para execução do trabalho.
Como sabemos, existem recursos aplicados nas campanhas eleitorais e neste momento tão singular, as informações inseridas na prestação de contas eleitorais, precisam ser elaboradas com precisão e lisura como requer a legislação e o anseio da população.

4 – Tânia Scher, a prestação de contas para as eleições de 2018 estão mais rígidas. Quais serão as maiores dificuldades dos partidos políticos e candidatos para cumprir essas novas regras?
As prestações de contas eleitorais saíram do amadorismo e entraram no profissionalismo, com a presença constante do profissional da contabilidade e do advogado. Se os candidatos e partidos políticos seguirem estritamente a fundamentação legal, não vejo dificuldades para prestarem contas devidamente. Mesmo porque, a população precisa acompanhar e participar literalmente do pleito eleitoral. E somente com a transparência das informações prestadas obteremos sucesso.
Destaco que a Justiça Eleitoral divulgará na página do Tribunal Superior Eleitoral na internet todas as informações referentes às prestações de contas, e na ausência das mesmas o nome dos candidatos e dos órgãos partidários.

5 – Tânia Scher, caso o candidato ou partido político não prestar contas, poderão sofrer algum tipo de sanção?
Com certeza.
Ao candidato, o impedimento de obter a Certidão de quitação eleitoral e a inobservância do prazo para encaminhamento das prestações de contas impede a diplomação dos candidatos eleitos enquanto perdurar a omissão.
Já no caso dos partidos políticos, ficam impedidos de receber a quota de recursos do Fundo Partidário e a suspensão do registro ou anotação do órgão de direção estadual ou municipal.

Tânia Scher é contadora, professora, especialista em Contabilidade Eleitoral, Contabilidade Pública, Prestações de Contas.
Membro da Comissão de Estudos Eleitorais do Conselho Regional de Contabilidade do RJ.
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Implantação da Diretoria de Esportes Paralímpicos no Americano FC é o Novo Desafio de Marco Barcelos
01/06/2018 | 15h17
1 - Americano FC: Marco Barcelos, como foi aceitar o desafio de ser o novo diretor de Esportes Paralímpicos no Americano Futebol Clube?

Com muita alegria recebi este convite do Presidente Carlos Abreu e foi uma honra aceitar este novo desafio na minha vida. Em virtude de um erro médico a sete anos, fiquei deficiente visual, e na época era candidato a Presidente do Americano, sendo interrompida por este incidente, mas nada me abalou, graças a Deus. Estou muito motivado a desenvolver Projetos de Esportes paralímpicos no meu clube de coração.

2 - Americano FC: Quais os Projetos que prestende desenvolver na Diretoria de Esportes Paralímpicos do Americano FC?

Marco Barcelos: Acredito que todo trabalho se inicia na Base, desenvolvendo Escolinhas de Esportes Paralimpicos no qual o Clube possa encampar. Primeiramente pretendo desenvolver um projeto de uma Escolinha de Futebol de Cinco em parceria com o Educandário São José Operário que são assistidos aproximadamente 200 deficientes visuais, inclusive eu mesmo já fui asssitido durante 2 anos. O Educandário tem em suas instalações uma quadra que precisa de uma reforma e pretendo conseguir parcerias para adequa-la a demanda de assistidos. Pretendemos conseguir apoio da Fundação Municipal de Esportes para qualificar professores de Educação Física para ministrar as aulas.

3 - Americano FC: Os Esportes Paralímpicos são pouco desenvolvidos por Clubes de Futebol do Interior do Estado do Rio de Janeiro. Como pretende fomentar a prática dos Esportes Paralímpicos?

Marco Barcelos: A divulgação é o meio mais importante para que seja alcançado o objetivo de levar o maior número de crianças que tenham alguma deficiência para a prática do esporte. Usaremos nosso Centro de Treinamento Eduardo Viana para levar as crianças para serem felizes na prática do esporte, com brincadeiras nas várias modalidades para ver qual ela melhor se adapta.

4 - Americano FC: O esporte é o melhor caminho para a ressocialização de crianças que tem alguma deficiência. Como pretende alcança-las para conseguir este objetivo?

Marco Barcelos: temos que levar a importância da pratica do esporte para as Escolas e familias que tem crianças com deficiência, fazendo palestras com jogadores e técnicos do Clube afim de motiva-las que muitas vezes ficam a mercê da sociedade.

5 - Americano FC: Qual a importância do Americano Futebol Clube na sua vida?

Marco Barcelos: Meu amado glorioso que frequento ha 36 anos e tive muitas alegrias em ver o Americano ganhar de vários Clubes considerados grandes de todo o Brasil. Na época, meu Tio Altivo Luso que me pegava em casa todos os jogos para assistir a preliminar e depois o jogo principal. Frequentei muito a picina do Clube onde fiz natação e competí. Agora quero retribuir estas alegrias que tive desenvolvendo um excelente trabalho e fazer tudo que tiver ao meu alcance para desenvolver projetos que mudem a vida das nossas crianças levando a marca do Americano para os quatro cantos deste município, e quem sabe em 2020 tenhamos um representante nas paralimpíadas de Tóquio no Japão.
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Suplente Paulo Arantes Aguarda Convocação da Câmara para Assumir a Cadeira de Vereador com posicionamento a Favor de Campos Abrindo a Boca para Marco Barcelos
24/05/2018 | 12h07
Paulo Arantes, sendo você o segundo suplente do PSDB, o que tem a falar acerca de comentários de que com o afastamento de Geraldinho de Santa Cruz (Primeiro Suplente do PSDB) da câmara de vereadores de Campos dos Goytacazes, após o TRE manter a sentença prolatada pela justiça Eleitoral de Campos, deveria haver uma recontagem de votos?
Não acredito que isso irá acontecer.
O artigo 112 Parágrafo Único do Código Eleitoral é claro ao afirmar que o Suplente não precisa da votação mínima exigida no artigo 108 do Código Eleitoral.
Para haver recontagem de votos, deve haver decisão judicial neste sentido, o que não existe.
Assumindo a cadeira de vereador, qual vai ser a posição do Vereador Paulo Arantes?
Irei me posicionar em favor de Campos. O Vereador deve atuar em prol do cidadão, ouvindo seus anseios e lutando para que a população tenha uma melhor qualidade de vida.
Qual a sua opinião para que Campos saia da crise que vem atravessando e quais as dificuldades que o Paulo Arantes empresário vem passando neste momento de crise nacional?
Primeiro deve sair da dependência dos royalties do petróleo, depois deve ser criado um ambiente de negócios onde os empresários possam investir em nossa cidade para geração de emprego e renda. A carga tributária altíssima e o desemprego atrapalham por demais os empresários.
Paulo Arantes, sua experiência como empresário vai poder ajudar no seu mandato de vereador?
 
Pretendo utilizar toda criatividade e perseverança que utilizo no meu negócio no mandato de vereador, sem esquecer que a população carente precisa de atenção e atitude.
 
Paulo Arantes, qual a sua opinião acerca da decisão dos sindicatos em não abrir os supermercados aos domingos?
Sou a favor que os domingos sejam com a família, assim os supermercados fechados aos domingos proporciona aos funcionários aproveitem a folga nos domingos para curtir seus familiares.
Como você vê as eleições deste ano? Já definiu os candidatos que irá apoiar?
Estas eleições vão ser surpreendentes, e devemos dar muita atenção em quem iremos votar, pois nosso futuro está em jogo. Acredito que as eleições irão começar para valer após a copa do mundo, até lá decidirei.
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Direito - Curso de Extensão - Oficinas de Produção Textual Jus Científica com Dr Auner Pereira Carneiro Abrindo a Boca para Marco Barcelos
22/05/2018 | 11h59
Direito - Curso de extensão - Oficinas de produção textual jus científica.
Sem taxa de inscrição – Certificação – UNIFLU/CONSUN-CONSEP.
Inscrições até dia 22.05.2018 – enviar e-mail – favor confirmar a presença. <[email protected]> Programação:
Início: 23.05; 28-05; 30-05; 04.06. Local: sala 303 - Horário: das 14 às 15 horas.
Atividades:
1 - 23/05 – Definição temática e estrutura da redação – matriz analítica - procedimentos de levantamento de dados e informações - exemplos e resultados. Registro no Lattes.
2 – 28/05 -Redação preliminar do texto – dinâmica redacional nos padrões ABNT.
3 – 30/05 - Leitura e avaliação do texto para publicação.
4 – 04/06 - Redação final e encaminhamento para publicação. Registro lattes.
Orientador da atividade educativa científica.
Prof. Auner Pereira Carneiro. (D.Sc. USP-SP) UNIFLU. GPIDMR
Consultores:
Profa. Gláucia Martins Quaresma. (M.Sc. FDC);UNIFLU-GPIDMR.
Profa. Maria Amélia Belizário. (M.Sc.) UNIFLU - GPIDMR Obs.
Prof. João Alvarenga. Mestre em Filosofia UFRJ –UNIFLU - . GPIDMR
GPIDMR – Grupo de Pesquisa interinstitucional de desenvolvimento municipal regional.
Obs. O curso exige a presença do participante com equipamento de mídia eletrônica disponível para a realização do texto individual-coletivo.
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Oportunidade com o Curso Liderança na Prática 16 horas da Fundação Estudar com Caio Fernandes Abrindo a Boca para Marco Barcelos
18/05/2018 | 09h31
1 – Caio Fernandes, a Fundação Estudar está fazendo curso de Liderança na Prática 16 horas . Qual o objetivo e o público alvo?
O Curso é um programa de introdução ao modelo de liderança da Fundação Estudar, ONG fundada pelo famoso empresário brasileiro Jorge Paulo Lemann. Organizado por voluntários em todo o Brasil, o curso busca desenvolver uma mentalidade mais protagonista e uma visão transformadora que te permite começar a pensar e agir em prol de atingir seus objetivos de carreira e ter mais sucesso.
O seu público alvo são jovens em graduação ou recém-formados. Que estão perdidos sobre o que fazer (autoconhecimento), onde fazer (mercado), como começar (liderança) ou já tem alguma experiência na faculdade, estágio ou empresa júnior (já começou a ter contato com o mercado).
A principal entrega do curso são jovens com mentalidade de liderança, ou seja, com maior potencial de realização, sabendo onde quer chegar e como fazer para conseguir.
 2 – Qual a dinâmica do curso Liderança 16 horas na Prática?
O curso é dividido em dois módulos, com oito horas de duração cada um, sendo o primeiro encontro no dia 19 de maio e o segundo dia 16 de junho. Durante cada módulo além de conteúdos programados será desenvolvida uma rede de conexão entre os participantes.
O que é?
Um curso voltado para autoliderança;
Você vai aprender sobre o modelo de liderança da Fundação Estudar;
Você vai despertar uma mentalidade protagonista para alavancar a sua carreira;
O que não é?
Não se trata de liderança de equipes;
Não aprofunda temas como propósito e decisão de carreira;
Não é uma formação em empreendedorismo;
3 – Caio Fernandes, quando será realizado o curso e como as pessoas interessadas devem se inscrever, o Local e carga horária?
O primeiro será dia 19 de maio e o segundo será dia 16 de junho. O local estará sendo definido na próxima semana, e será divulgado no evento do Facebook “liderança na prática 16h em Campos dos Goytacazes” ou acessar esse siteÇ https://www.facebook.com/events/597421477308814/ . Onde está sendo divulgando todas as informações do curso.
A inscrição é feita no site: https://www.napratica.org.br/edicoes/lideranca-16
4 – Qual o perfil das pessoas para fazer o curso de liderança 16 horas na Prática?
Como dito acima, são jovens universitários ou recém-formados, que buscam a autoliderança, e que querem ser protagonistas do seu próprio futuro.
Mas como ter certeza se esse curso é para mim?
Basta refletir sobre as perguntas abaixo:
Você é 100% feliz com o seu curso e/ou emprego?
Vê com clareza os seus próximos passos?
Consegue planejar e executar tudo aquilo que sonha?
Não? Então o curso Liderança Na Prática 16 horas é para você!
5 – Caio Fernandes, existe em Campos alguma organização voltada ao treinamento de líderes?
Nas universidades desde 2005 existe o Movimento Empresa Júnior em Campos, que capacita os jovens através da vivência empresarial. Colocando em prática o conteúdo da sala de aula e realizando serviços de consultoria com o valor abaixo do mercado, que trabalha fortemente a liderança da empresa, da equipe e de projetos. Outras organizações também desenvolvem a liderança de seus membros, como: JCI, Rotary, Rotaract, DeMolay, Lions, Enactus, Maçonaria, Hacking Health entre outras que direta e indiretamente contribuem para a formação de liderança através de cargos, cursos, treinamentos e posições de liderança frente a sociedade e a projetos.
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Hanseníase no Programa Oratória nas Escolas Municipais pela JCI com Junielly Maia Abrindo a Boca para Marco Barcelos
10/05/2018 | 18h57
A JCI de Campos dos Goytacazes implanta o programa que consiste no estímulo ao estudo e reflexão sobre temas relacionados ao Marco da Cidadania, que este ano será sobre Hanseníase atendendo a mais de 160 alunos da rede Municipal de ensino.
Acredita-se que com esta iniciativa, jovens estudantes poderão formar uma consciência crítica em relação ao tema.
Também será possível estimular a prática de falar em público, competência necessária para diferenciar-se no mercado de trabalho atualmente.
O objetivo é oferecer aos jovens estudantes, do ensino fundamental do 8° e 9° período a oportunidade de conhecimento, reflexão e conscientização sobre a responsabilidade e compromisso de cada indivíduo em relação ao tema Hanseníase, a nível local, regional e nacional, conscientizando nossas crianças a importância de erradicar esta doença da nossa cidade, que ainda tem um índice alto para os dias de hoje. Objetivo ainda é o de estimular a prática de falar em público.
ETAPAS DO PROJETO
1- Etapa interna nas escolas
2- Etapa Municipal/ Local
3- Etapa Regional em Curitiba
4- Etapa Nacional em Chapecó
Primeira etapa:
Os alunos deverão compor uma redação sobre o tema proposto pela JCI BRASIL.
Tema do projeto: HANSENÍASE: A INFORMAÇÃO é o CAMINHO PARA A CURA.
Foi realizado a abertura do Projeto na escola Olavo Alves, distrito de Santo amaro e após na Escola Municipal Olga Linhares no Parque Guarus , onde levamos duas técnicas de enfermagem para a realização de uma palestra sobre o tema: Hanseníase.
Feito isso, os alunos compõem a redação e será feito uma triagem das 15 melhores redações.
Esse processo, será feito em cada escola.
Os 30 alunos, 15 de cada escola, receberão um curso de oratória com o professor e Senador JCI Andral Tavares Filho.
Após, os padrinhos ( membros e aspirantes da JCI ). Acompanharão, e auxiliarão esses alunos nas escolas, reforçando as técnicas de oratória.
Após, haverá um concurso interno, onde os alunos irão discursar a respeito do tema com base no seu discurso.
Sairão três finalistas de cada escola, que irão para final a nível municipal, no dia 5/07. O finalista vai concorrer no encontro regional em Curitiba. Passando, vai para convenção nacional da JCI em Chapecó.
Importante ressaltar, o grande apoio da Secretaria de educação desde o início do projeto, em seu processo de planejamento.
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Sobre o autor

Marco Barcelos

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