Delegado Campista chefia a Polícia Federal na Copa das Confederações.
17/03/2013 | 20h40
1- Dr. Paulo Cesar Barcelos Cassiano Junior fiquei muito feliz com sua visita aqui no Sarah Kubitschek em Brasília onde estou me reabilitando e você me passou a noticia de estar aqui à trabalho e foi convidado para chefiar, pela Polícia Federal, a segurança na Copa das confederações. Qual primeiro impacto ao assumir o cargo? R- Fui indicado pela Coordenação de Grandes Eventos para ser o representante da Polícia Federal no Centro de Comando e Controle Nacional da Copa das Confederações. Recebi a indicação com muita alegria, pois se trata de uma função de grande prestígio. Esse convite renova a confiança que a instituição tem no meu trabalho. 2- A Presidente Dilma disse que a Copa das Confederações terá que ser um show dentro e fora do campo. Qual a sua expectativa quanto à segurança dentro e fora do campo? R- Creio que a Copa das Confederações será um evento bastante seguro, tanto dentro como fora de campo. O Povo Brasileiro é muito hospitaleiro e acredito que o espírito desportivo prevalecerá. 3- Quais mecanismos que a Policia Federal vai usar e quantos agentes seriam necessários para a segurança? R- Como sempre, a Polícia Federal investirá em tecnologia e inteligência policial para cumprir suas atribuições na Copa das Confederações. Ainda não está definido o número de Agentes que será empregado, mas é importante esclarecer que a segurança do evento será garantida também por outras forças policiais, como a Polícia Rodoviária Federal e as Polícias Civis e Militares de cada Estado que sediará a competição. 4- É uma honra para nós campistas ter um filho da cidade assumindo um cargo de tal relevância. Você hoje chefia a Delegacia de Campos dos Goytacazes e será uma tarefa diferente de tudo o que você já fez; o que você tem a comentar sobre isso? R- A minha expectativa é a de realizar um bom trabalho e levar, mais uma vez, o nome da Polícia Federal ao patamar de excelência e respeito social que a caracteriza. 5- Dr. Paulo, tendo um bom desempenho na Copa das Confederações acha que poderá aspirar estar à frente da Polícia Federal na copa do mundo? R- Representar a Polícia Federal na Copa das Confederações já é uma grande honra para mim. Há muitos Delegados bem qualificados para liderar a Polícia Federal na Copa do Mundo. Essa possibilidade não me deixa ansioso. Meu papel é apenas o de ter um bom desempenho profissional no tempo presente, pois o meu futuro está entregue ao Senhor Jesus Cristo.
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Uma Igreja; dois caminhos!
16/03/2013 | 00h27
Toda instituição religiosa é tão profícua quanto carismático, seguro e vibrante for seu líder. É assim e assim sempre o foi! Basta verificar os exemplos Mundo afora, onde seitas tomam Nações de assalto, em nome de uma maior proximidade com a energia maior: Deus. A Igreja Católica, ainda no assento principal da dirigibilidade da religiosidade mundial (talvez não por muito tempo!), vinha apresentando um rumo onde o resultado somente poderia ser o marasmo eclesiástico em que se encontrava. O Papa, hoje emérito, Bento XVI, ascendeu ao Papado, mais por sua posição proeminente dentro da Cúria, do que por suas relações pessoais ou confiabilidade do Conselho Cardinalício. Tal fato ficou evidente com o isolamento do Papa; com os atos de deslealdade ao mesmo; com as intrigas palacianas e rombos no Banco do Estado; enfim, por uma série de fatos que demonstravam que o Papa Bento XVI, alem de isolado, não detinha o respeito de seus pares e, talvez, como o próprio assumiu posteriormente, não detinha “força” para enfrentar a horda que ameaçava tomar de assalto a Igreja Católica. Assim, este era o ruma que a Igreja seguia. Porem, num gesto de humildade, verdade e desprendimento, o “Papa Solitário” abandonou o “ofício de Pedro” e passou o bastão. A eleição do atual Papa Francisco, um argentino politizado, acostumado às misérias e a Governos corruptos pode ser um alento e uma saída para a decadente atual posição católica no cenário mundial. O fato de o novo Papa fazer parte da Companhia dos Jesuítas, a verdadeira “infantaria” da Igreja Católica, famosos por desbravarem terras bravias, pode ser crucial para o novo Papa, desde que ele se cerque de seus pares de confiança e degrede, o mais rápido possível, as “ervas daninhas” que infestam a Cúria do Vaticano. Resta aos Católicos, passada a fase da comemoração pela eleição do novo Para, orar para que o Papa Francisco, iluminado pelo Espírito Santo, tenha coragem, força e destemor para recolocar a Igreja Católica no rumo, certo, visando seu labor precípuo: o apuro das almas no seio da palavra de Cristo e a socialização da religião como meio de conforto psicológico em um mundo tão cruel e isolacionista. Enfim, Boa sorte, Papa Francisco!
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Marco Barcelos

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