O Competente Treinador do Americano João Carlos Silva Abrindo a Boca Para Marco Barcelos
22/07/2015 | 18h17
1- João Carlos, quando chegou para treinar o Americano sabia das dificuldades que o clube atravessava foram maiores que esperava? Em algum momento pensou em desistir? Amigo, tanto o Gilberto como o presidente Luciano Viana me informaram das dificuldades, porém a credibilidade das pessoas envolvidas e a grandeza do projeto de ajudar o Americano a retornar ao lugar de origem no senário do futebol, e logo depois com a certeza de ter conseguido montar um time de atletas capazes e muito profissionais me deu motivação para dar cada vez mais o meu melhor, por isso mesmo tendo algumas propostas no meio da competição para sair nunca pensei em desistir dos nossos objetivos. 2- A equipe do Americano chegou a final dos 2 turnos e conquistou a taça corcovado. Na sua avaliação o que faltou ao time para também obter sucesso no triangular? A avaliação é positiva, nós fomos vice em um turno e campeões no outro, chegamos no triangular e infelizmente não conseguimos o tão sonhado acesso. É certo que o grande desgaste pelo fato de sermos a equipe que mais jogou ao lado da Portuguesa e também alguns outros fatores que prefiro não comentar foram determinantes para que as coisas não acontecesse. Prefiro apenas enaltecer todo o trabalho feito pelo grupo, pela direção e os torcedores que também nos apoiaram muito. 3- O centro de treinamento está quase pronto, e dentro de alguns meses poderá treinar a equipe profissional e também as categorias de base. É da sua vontade continuar sendo técnico do Americano e desenvolver um trabalho a longo prazo? Já tive uma conversa com o Presidente e com o Gilberto, onde foi demonstrado interesse de ambas as partes, porém o presidente ainda está definindo algumas parcerias para que seja possível a disputa da copa Rio, por isso somente depois de termos esta confirmação é que poderemos ter a possibilidade de firmar qualquer compromisso. 4- No começo do campeonato especulava-se que o time do Americano que foi montado as vésperas da competição iria lutar para não cair, apesar de pouco tempo para a preparação e uma equipe com um plantel reduzido não chegou muito longe? E agora falam de fracasso, qual a sua análise? Não acho que chegamos longe, pois apesar das dificuldades conseguimos montar um grupo qualificado, e trabalhamos muito para alcançar os nossos objetivos. Eu fico até surpreso com este pensamento, se todos diziam que iriamos lutar para não cair e fomos campeões de um turno, vice no outro e lutamos até o final chegando em terceiro lugar, mesmo tendo a frente equipes que investiram três ou quatro vezes mais que nós. Não vejo nenhum tipo de fracasso, já que vejo nas ruas muitos torcedores orgulhosos em vestirem a camisa do Americano e nos parabenizando pelo trabalho. 5- A rivalidade entre o Americano e o Goytacaz é muito grande, mas a torcida do Americano deu um show tendo a média de público o dobro da torcida rival. Não foram frutos de que o time demonstrou em campo, mesmo com a folha salarial a metade do Goytacaz? Na minha opinião, a rivalidade aqui realmente é muito grande e intensa, e eu me senti bastante honrado de ver a torcida do Americano acompanhando o time como a muito tempo não fazia, lógico que isso também foi fruto de todo o trabalho desempenhado por toda a família do Americano, devido termos trabalhado duro para o resgate do clube, cada um se doando da melhor maneira possível. Com relação ao Goytacaz, infelizmente não posso fazer nenhum tipo de comentário, pois não tenho conhecimento da realidade do clube Rival. foto marquinho
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O Professor de Bateria Deficiente Visual Alcemir de Jesus Abrindo a Boca Para Marco Barcelos
14/07/2015 | 14h47
1- Professor Alcemir como se interessou para tocar bateria e qual a sua trajetória até virar professor? O meu interesse pelo o instrumento começou aos 12 anos de idade. Quando criança, tocava em um grupo de pagode com meus amigos, que moravam no mesmo bairro, chegamos a montar um grupo de pagode mirim que tinha o nome de grupo semente do amanhã. O grupo ainda não tinha um baterista, os meus amigos me chamaram para encarar esse desafio que foi ser o baterista do grupo a partir daí começou a minha história como musico baterista. 2- O serviço de assistência São José Operário além de aula de bateria existe vários cursos, não acha que precisa ser mais divulgado para muitas pessoas que precisa serem assistidas? Quem interessar como e onde se informa? Sim esse trabalho precisa ser mais divulgado as pessoas vem de longe para procurar a instituição para atendimentos, o educandário é referencia no estado do Rio de Janeiro. 3- A musicoterapia ajudam no tratamento de várias pessoas, aula de bateria pode ajudar as pessoas com quais deficiência? Toda e qual quer deficiência, a musicoterapia não tem limites, a bateria tem beneficiado muito as pessoas com dificuldades de coordenação motora, dificuldades na lateralidade contribuindo para uma boa alta estima. 4- O preconceito infelizmente ainda existe nos dias de hoje, tanto o racismo quanto a discriminação das pessoas com deficiência. Você que se engloba nestes dois quesitos já que é negro e também deficiente visual já sofreu algum preconceito? E o que você tem a dizer sobre esta situação tão constrangedora? Sim já passei e passo por essa situação como deficiente visual, o que tenho a dizer sobre esse assunto é que está faltando Jesus no coração das pessoas. 5- Professor Alcemir além ministrar a aula de bateria você exerce outras atividades? Sim sou Universitário, atleta e apaixonado por Jesus. marquinho
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Marco Barcelos

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