Células-tronco: Uma realidade Brasileira
27/08/2013 | 21h05
A pesquisa com células-tronco tem avançado cada vez mais, antes só era conhecida em outros países, hoje o tratamento com células-tronco já é uma realidade no Brasil. Nos Estados Unidos foi aprovado o teste de células tronco embrionárias para cegos, a companhia espera começar os testes clínicos nos Estados Unidos nos próximos meses e pretende procurar aprovação para testes similares na Europa. Os mercados americano e europeu estima-se cerca de 25 a 30 bilhões de dólares para este tipo de tratamento. As células-tronco correspondem à fonte formadora do corpo físico, podendo dar criação a todos os tipos de células, ensejando a geração dos tecidos,constituindo os órgãos e sistemas. São igualmente capazes de recuperação tecidual, reparando áreas danificadas, não só cicatrizando feridas, como também regenerando órgãos enfermos, fazendo os paralíticos andarem e os cegos verem. Inclusive diversos trabalhos com células-tronco estão sendo realizados em todo o mundo. No Brasil, as pesquisas estão bem avançadas, com os primeiros resultados já aparecendo, principalmente na área da cardiologia e da neurologia. O tratamento em paraplégicos ocorre de forma demorada, o paciente que irá fazer o tratamento tem o material colhido no próprio osso da bacia, em seguida, as células vão para o laboratório para cultivo e testes. O paciente vai novamente para a cirurgia, mas dessa vez para inserção das células na área da coluna que foi fraturada. Logo após, o paciente passa por um longo período de reabilitação e fisioterapia. Já em pacientes com retinose pigmentar, o material e colhido da medula óssea e a aplicação é simples, rápida e indolor. As células são colocadas em um injetor especial e aplicadas com anestesia local. No dia seguinte, o tampão já é retirado e a pessoa volta às atividades normais.
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Prática Educativa para uma Vida Independente (PEVI)
23/08/2013 | 19h41
O PEVI é uma preparação onde o deficiente visual aprende a realizar as atividades da vida diária em seu lar, trabalho, escola e demais ambientes. Ele é um espaço, que simula uma casa: quarto, sala, cozinha e banheiro. Neste espaço as pessoas com deficiência visual, recebem os ensinamentos necessários para cuidar dessa casa. Dentre outras coisas, essas pessoas aprendem a escovar os dentes, se barbear, lavar a louça, varrer e etc. A existência desse tipo de atividade é essencial para que haja nas instituições que oferecem estes serviços atinjam os objetivos de inclusão. Dessa forma, o deficiente visual é preparado para ter uma vida o mais independente possível. O PEVI é uma das atividades oferecidas pelo Serviço de Assistência São José Operário em Campos dos Goytacazes/RJ, aonde recebo as orientações necessárias para lidar com minhas limitações. E através dessa prática percebo a importância dessa orientação para agir diante das diferentes situações que possam ocorrer no meu dia a dia solucionando, o que parecia ser uma tarefa complexa.
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Refém De Uma Prisão Sem Grades
20/08/2013 | 17h17
Dia Internacional da Mulher, Dia Nacional da Mulher, Lei Maria da Penha, o que tem em comum estas datas? Nada mais que a Violência contra Elas: Violência sofrida pelo Pai, Companheiros, maridos e personagens com desvios de condutas. Em pleno século XXI a Mulher assume a Presidência em países importantes e mesmo assim ainda morrem de forma violenta. Avanços e retrocessos que andam junto concomitantemente. E o que fazer diante a isto? Uma coisa pode se ter certeza, ficar em silêncio não é a solução, é necessário quebrar este MURO. Ao omitirmos tais fatos estamos corroborando para a manutenção e reprodução destes atos. Esta ocorre em todos as classes, raças e religiões não distingue nenhuma delas, a dor, o sofrimento e a humilhação são as mesmas, são estas, reféns de uma prisão sem grades. Muito ainda temos que avançar, mas, neste momento já podemos fazer a nossa parte, denuncie já aos órgãos competentes qualquer tipo de violência.
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Prevenção, Tratamento e Reabilitação do AVC
16/08/2013 | 19h01
Definição do AVC É um acidente vascular cerebral, ou derrame cerebral, que ocorre quando há um entupimento ou o rompimento dos vasos que levam sangue ao cérebro provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea adequada. O AVC também é chamado de Acidente Vascular Encefálico (AVE). *Prevenção Muitos fatores de risco contribuem para o seu aparecimento. Alguns desses fatores não podem ser modificados, como a idade, a raça, a constituição genética e o sexo. Outros fatores, entretanto, podem ser diagnosticados e tratados, tais como a hipertensão arterial (pressão alta), a diabetes mellitus, as doenças cardíacas, a enxaqueca, o uso de anticoncepcionais hormonais, a ingestão de bebidas alcoólicas, o fumo, o sedentarismo (falta de atividades físicas) e a obesidade. A adequação dos hábitos de vida diária é primordial para a prevenção do AVC é possível se prevenir de um AVC, já que a maioria dos fatores de risco para o quadro clínico pode ser evitada. "Quanto mais idade a pessoa tiver, maiores são as chances de derrame e, por isso, os cuidados devem ser redobrados", alerta o neurologista Maurício Hoshino, do Hospital das Clínicas e Santa Catarina. Conheça esses fatores e saiba como combatê-los, além de ficar atento aos sintomas. *Colesterol alto O excesso de colesterol no sangue aumenta o espessamento e endurecimento das artérias. "Placas de colesterol e conteúdos gordurosos se depositam lentamente na artéria, fazendo com que ela se feche aos poucos e impeça a passagem de fluxo sanguíneo", explica Maurício Hoshino. Esse processo provoca arteriosclerose - endurecimento das artérias - e prejudica a oxigenação do cérebro, aumentando o risco de AVC. *Sedentarismo e obesidade A prática de exercícios físicos é fundamental para controlar praticamente todos os fatores de risco de AVC. Por outro lado, a falta desse hábito e a obesidade só aumentam as chances. "Pressão alta, colesterol elevado, diabetes e doenças cardíacas são complicações decorrentes do excesso de peso e precisam ser prevenidas e controladas com bons hábitos, o que inclui atividade física regular", alerta Maurício Hoshino. * Má alimentação Uma vez que diabetes, colesterol, obesidade e hipertensão aumentam as chances de AVC, todos os cuidados para controlar essas doenças servem de prevenção - e a alimentação ganha destaque. Fazer uma dieta balanceada, moderar o consumo de sódio (para pressão alta), evitar alimentos ricos em colesterol e gorduras saturadas (frituras), controlar o consumo de açúcar (para diabetes) são alguns dos hábitos que devem fazer parte da rotina. *Pressão alta A pressão alta ocupa o topo do ranking de maiores causas de acidente vascular cerebral. O neurologista André Lima explica que as paredes internas das artérias sofrem traumas por causa do fluxo do sangue mais forte. "Esses traumas formam pequenos ferimentos nas paredes, que podem obstruir a passagem do sangue (AVC isquêmico) ou romper a parede da artéria (AVC hemorrágico)", explica. É possível, entretanto, controlar a hipertensão com medicação e hábitos saudáveis, como reduzir o consumo de sal da alimentação e praticar exercícios. *Excesso de açúcar no sangue O excesso de glicose no sangue - característica do diabetes - aumenta a coagulação do sangue e o deixa mais viscoso. "Isso diminui o fluxo de sangue das artérias e pode levar a um AVC", conta André Lima. Além disso, é comum que pessoas com diabetes também apresentem sobrepeso, colesterol alto e pressão alta - todos fatores de risco de derrame cerebral. Mas vale lembrar que esses problemas - inclusive diabetes - podem ser controlados com tratamento médico regular e hábitos de vida saudáveis. *Tabagismo Substâncias do cigarro fazem com que a coagulação do sangue aumente. Com isso, o sangue fica mais grosso e fluxo nas artérias, por sua vez, fica prejudicado, aumentando as chances de um derrame. "Pessoas que fumam e usam contraceptivos orais têm riscos maiores ainda, pois os hormônios dos anticoncepcionais também interferem na coagulação sanguínea", explica André Lima. *Doenças do coração De acordo com o neurologista André Lima, arritmias cardíacas podem formar pequenos coágulos dentro das artérias e veias do coração. "Esses coágulos podem ser enviados às artérias cerebrais, provocando um AVC isquêmico", explica. *Tratamento de AVC O tratamento e a reabilitação da pessoa vitimada por um AVC dependerá sempre das particularidades que envolvam cada caso. Há recursos terapêuticos que podem auxiliar na restauração das funções afetadas. Para que o paciente possa ter uma melhor recuperação e qualidade de vida, é fundamental que ele seja analisado e tratado por uma equipe multidisciplinar de profissionais da saúde, fisioterapeutas, médicos, psicólogos e demais profissionais. Seja qual for o tipo do acidente, as consequências são bastante danosas. Além de estar entre as principais causas de mortes mundiais, o AVC é uma das patologias que mais incapacitam para a realização das atividades cotidianas. Conforme a região cerebral atingida, bem como de acordo com a extensão das lesões, o AVC pode oscilar entre dois opostos. Os de menor intensidade praticamente não deixam seqüelas. Os mais graves, todavia, podem levar as pessoas à morte ou a um estado de absoluta dependência, sem condições, por vezes, de nem mesmo sair da cama. Os danos são consideravelmente maiores quando o atendimento demora mais de 3 horas para ser iniciado. *Reabilitação Através do processo de reabilitação o doente de AVC pode readquirir capacidades e também aprender novas formas de realizar determinadas tarefas e compensar por qualquer disfunção residual. Existe um forte consenso entre os especialistas que o elemento mais importante em qualquer programa de reabilitação é a prática direta, bem orientada e repetitiva. O processo de reabilitação envolve seis parâmetros principais: 1. Prevenção, reconhecimento e gestão das complicações e comorbilidades; 2. Terapia para o máximo de independência; 3. Facilitar ao máximo a capacidade do indivíduo e da família de lidar com a situação e se adaptarem; 4. Prevenção do défice secundário através da promoção da reintegração social, incluindo o acompanhamento do regresso a casa, da família e atividades recreacionais e vocacionais; 5. Reforço da qualidade de vida tendo em conta o défice residual; 6. Prevenção de um segundo AVC ou outros eventos vasculares, como o enfarte agudo do miocárdio, que ocorrem mais frequentemente nesta população. Logo que a situação clínica do doente se estabiliza é possível então começar a desenvolver esforços na sua recuperação funcional. A primeira etapa concentra-se em promover a independência motora, dado que muitos deles se encontram seriamente limitados ou mesmo paralisados. Os doentes são solicitados a realizar todo um conjunto de exercícios amplos passivos ou ativos com o objetivo de fortalecer os membros debilitados. Enfermeiros e terapeutas também apóiam o doente na realização de tarefas mais complexas, como lavar, vestir e usar o (WC). Começar a readquirir a capacidade para realizar estas atividades da vida diária (AVD) representa o primeiro passo no sentido da independência funcional.
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Socialização, linguagens e comportamento no Autismo
13/08/2013 | 21h57
O autismo é uma alteração que afeta a capacidade de comunicação do indivíduo, de socialização (estabelecer relacionamentos) e de comportamento (responder apropriadamente ao ambiente) e é definido por alterações presentes antes dos três anos de idade. Ele é marcado por três características fundamentais: * Inabilidade para interagir socialmente; * Dificuldade no domínio da linguagem para comunicar-se ou lidar com jogos simbólicos; * Padrão de comportamento restritivo e repetitivo. Algumas crianças, apesar de autistas, apresentam inteligência e fala intactas, outras apresentam sérios problemas no desenvolvimento da linguagem. Alguns parecem fechados e distantes, outros presos a rígidos e restritos padrões de comportamento. Os diversos modos de manifestação do autismo também são designados de espectro autista, indicando uma gama de possibilidades dos sintomas do autismo. Certos adultos com autismo são capazes de ter sucesso na carreira profissional. Porém, os problemas de comunicação e socialização causam, frequentemente, dificuldades em muitas áreas da vida. Tratamento Até o momento, autismo é um distúrbio crônico, mas que conta com esquemas de tratamento que devem ser introduzidos tão logo seja feito o diagnóstico e aplicados por equipe multidisciplinar. Não existe tratamento padrão que possa ser utilizado. Cada paciente exige acompanhamento individual, de acordo com suas necessidades e deficiências. Alguns podem beneficiar-se com o uso de medicamentos, especialmente quando existem co-morbidades associadas. Recomendações * Ter em casa uma pessoa com formas graves de autismo pode representar um fator de desequilíbrio para toda a família. Por isso, todos os envolvidos precisam de atendimento e orientação especializados; * É fundamental descobrir um meio ou técnica, não importam quais, que possibilitem estabelecer algum tipo de comunicação com o autista; * Autistas têm dificuldade de lidar com mudanças, por menores que sejam; por isso é importante manter o seu mundo organizado e dentro da rotina; * Apesar de a tendência atual ser a inclusão de alunos com deficiência em escolas regulares, as limitações que o distúrbio provoca devem ser respeitadas. Há casos em que o melhor é procurar uma instituição que ofereça atendimento mais individualizado; * Autistas de bom rendimento podem apresentar desempenho em determinadas áreas do conhecimento com características de genialidade. *Deputado Estadual Xandrinho na defesa da inclusão PROJETO DE LEI SANCIONADO Lei 6.169/2012 (Projeto de Lei 689/2011) - CRIA NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO OS CENTROS DE REABILITAÇÃO INTEGRAL PARA DEFICIENTES MENTAIS E AUTISTAS. A proposta, do deputado Xandrinho (PV), prevê a criação de oito centros, em diferentes regiões do estado, com instalações físicas, equipamentos e área de reabilitação para atendimento de cada um dos casos. O autor salienta que o atendimento beneficiará famílias que não podem arcar com um atendimento adequado, muito caro. 'E são crianças que precisam desse apoio para ajudá-las a desenvolver suas potencialidades. “E estes tratamentos são muito caros’, salientou Xandrinho”. O projeto autoriza a celebração de convênios entre Estado, Governo federal, municípios e iniciativa privada, mas a principal fonte de custeio será o Sistema Único de Saúde (SUS). Está previsto que oito cidades devem receber os centros: Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense; Itaperuna, na Região Noroeste; Campos dos Goytacazes, na região Norte; Cabo Frio, na Região das Baixadas Litorâneas; Petrópolis, na Região Serrana; Volta Redonda, no Centro Sul; Resende, na região do Médio Paraíba e Angra dos Reis, na Costa Verde. Estima-se que o Estado do Rio de Janeiro tenha 185 mil pessoas com autismo, à maioria ainda sem diagnóstico. Sobre o tema mencionado acima, o Fantástico estreou nova série sobre autismo, com Dr. Dráuzio Varella a série 'Autismo: Universo Particular', aborda temas distintos relacionados ao transtorno como sintomas, diagnóstico, direitos e benefícios com tratamento e educação, bem como o futuro dos pacientes através da inclusão no mercado de trabalho. http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2013/07/fantastico-estreia-nova-serie-sobre-autismo-com-dr-drauzio-varella.html
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Pai Especial para um Filho Deficiente
11/08/2013 | 23h54
Pais são o suporte para uma vida melhor; Pais alicerçam o crescimento com um amor maior; Mas quando uma tarefa mais árdua lhes é dada; A graça de Deus cultiva uma força ampliada. Um filho deficiente é tarefa para um pai eficiente; A atenção plena de não ser negligente; O amor incondicional, com atenção redobrada; A força interior de quem não espera por nada. Cada dia passado é um aprendizado na dor; Na vivência com as limitações e com a chama do pleno amor; Cada passo pequeno demonstra o amor pelos seus; Ter um filho deficiente é uma obra de Deus!
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APOE: Despertar para a vida com o seu verdadeiro significado
09/08/2013 | 21h00
A APOE, Associação de Proteção e Orientação aos Excepcionais, em campos dos goytacazes foi fundada em 24/04/1964 por D. Diva Marina Goulart, e hoje atende mais de 400 pessoas com necessidades especiais e oferece atendimento médico, psicológico, fonoaudiológico, odontológico, pedagógico e musicoterapia a estas pessoas. Saibam mais em: Associação de Proteção e Orientação aos Excepcionais Campos dos goytacazes, (24) 2733-3833 [email protected] “Deficiências psicológicas são pensamentos negativos que exercem forte pressão sobre a vontade do indivíduo. São causas determinantes da incapacidade e impotência dos esforços humanos em busca do despertar consciente para a vida, em seu verdadeiro significado.” (Carlos Bernardo González Pecotche)
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Pioneira No Teste do Pezinho
07/08/2013 | 15h10
A APAE - Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais nasceu em 1954, no Rio de Janeiro. Caracteriza-se por ser uma organização social, cujo objetivo principal é promover a atenção integral à pessoa com deficiência, prioritariamente aquela com deficiência intelectual e múltipla. A Rede APAE destaca-se por seu pioneirismo, estando presente, atualmente, em mais de 2 mil municípios em todo o território nacional. Hoje a APAE-RIO além da assistência aos excepcionais, é uma Instituição dinâmica, tecnicamente atualizada, arrojada e tem larga experiência em fazer prevenção neonatal e o tratamento das deficiências mentais congênitas, sendo pioneira no Rio de Janeiro na realização do TESTE DO PEZINHO. As APAES no seu conjunto são uma grande e sólida obra social construída na América Latina, comparada aos primeiros anos, mas ainda pequena se a colocarmos ao lado das necessidades brasileiras. A APAE em Campos dos Goytacazes tem 17 anos de fundação da instituição e atualmente, a APAE conta com 300 assistidos, na faixa etária de 0 a 59 anos. Na instituição são desenvolvidas diversas atividades em projetos, sendo no período da manhã promovido o atendimento educacional especializado e na parte da tarde desenvolvidas oficinas pedagógicas e a educação física adaptada, voltada para as dificuldades de cada aluno. A APAE produz saúde e cidadania. O Brasil luta para se impor na economia globalizada, a APAE luta para ganhar projeção e melhorar os serviços prestados à sociedade. O Brasil precisa do esforço de todos e as APAES precisam de cada um de nós.
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Sempre superando limitações
02/08/2013 | 20h12
O grande Campeonato Mundial de Atletismo Paraolímpico foi encerrado no domingo (28). O torneio foi disputado em Lyon, na França e contou com a participação mais de mil atletas, de 99 países. A delegação brasileira conquistou 40 medalhas, sendo 16 ouros, 10 pratas e 14 bronzes, o Brasil então, ficou em terceiro lugar na classificação geral do Mundial. Doze recordes foram batidos: três mundiais, oito do próprio campeonato e um nacional. Dos 35 atletas da delegação brasileira, 24 conquistaram medalhas, o que representa o total de 68% do grupo de competidores. Uma das campeãs paraolímpicas foi Terezinha Guilhermina e se guia Guilherme Santana, eles venceram os 100 metros, garantindo mais uma medalha para o Brasil. Houve também a maringaense Lorena Spoladore, que conquistou o ouro no salto em distância, classe T11 (cego total). Com um salto de 4 metros e 37 centímetros, conquistando mais uma medalha para o Brasil na competição. Lorena, que nasceu em Maringá e atualmente mora em Goiânia, fez sua primeira participação em competições mundiais. E o brasileiro Alan Fonteles, que conquistou a medalha de ouro nos 100 m, categoria T43, para biamputados, com o tempo de 10s80. A marca representa o novo recorde da competição. E é assim, superando limites que conquistamos vitórias.
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Sobre o autor

Marco Barcelos

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