Revelado Segredo de um Vinho da Serra Gaúcha
19/01/2020 | 19h42
COLUNA DE VINHOS
By João Ricardo Correa Rodrigues
Vamos a Serra Gaúcha descobrir um delicioso segredo, não mais guardado pela Vinícola Marques Pereira!
A VINÍCOLA
A Casa Marques Pereira produz uvas viníferas desde 2004 quando foi adquirida a propriedade da Quinta da Orada, em Monte Belo do Sul.
Tendo os seus vinhos produzidos através de parcerias com outras vinícolas e sob supervisão dos enólogos Marcos Vian e Anderson Schmitz desde a primeira safra em 2005. Inicialmente a intenção era que estes vinhos fossem produzidos para consumo da família e presenteados a amigos e familiares.
 
 
No ano de 2015, após observar o sucesso dos vinhos produzidos com as uvas cultivadas na propriedade da vinícola, foi tomada a decisão de lançar uma linha de produtos no mercado. O nome da linha Segredos da Adega remete a estes tesouros que por muitos anos estiveram guardados nas adegas da vinícola.
  
 
 
Os vinhedos são conduzidos predominantemente pelo sistema de espaldeira, com rendimento limitado a 2 quilos de uva por planta. Através da agricultura convencional integrada maximizamos os ganhos em qualidade das plantas aproveitando as virtudes do declive, orientação solar e composição geológica de cada parcela da propriedade.
Nas margens da estrada que corta a propriedade existe uma pequena Orada (capela de beira de estrada) em estilo neoclássico, símbolo do vinhedo.
A edícula foi construída em 1940 pelo então proprietário Salvino Panizzi em homenagem a Santo Antônio. Em regiões remotas como as colônias da serra gaúcha era comum a construção dessas pequenas oradas para as preces do dia a dia. Surgindo assim o nome Quinta da Orada, combinação do símbolo da propriedade com a descendência portuguesa da família Marques Pereira. Dentre as obras de melhoria no vinhedo está a restauração e beneficiamento do entorno da capela para uso da comunidade.
 
 
 
 
 
Atualmente a Vinícola Marque Pereira não está aberta à visitação. Uma nova sede já tem local e projeto definido e o vinhedo está passando por uma reestruturação e modernização com o intuito de receber da melhor forma possível os visitantes. Em breve a Vinícola será um lar digno de acolher com hospitalidade todos apaixonados por vinhos.
 
 
 O TERROIR
 
O vinhedo situa-se na cidade de Monte Belo do Sul, localizada no Vale dos Vinhedos. O município é o maior produtor per capita de uvas da América Latina. O terroir possui uma área de 15 hectares com altitude mínima de 466 metros e altitude máxima de 543 metros em relação ao nível do mar. Com um clima temperado e úmido, possui um solo profundo, arenoso-argiloso e fértil. Encontra-se sobre um derramamento basáltico com granulares pequenos a médios, mineral que forma cerca de 95% de seu subsolo, sendo o restante composto por rochas ácidas denominadas riolitos, dacitos e riodacitos. Ainda há uma parcela ínfima na composição do solo por cristais de quartzo.
 
 
Essa formação, além das características organolépticas que acrescentam a produção das uvas, contribui para uma perfeita drenagem do solo e perfeito amadurecimento dos frutos. O vinhedo conta ainda com uma parcela excepcional que está localizada sobre um veio de pedras semi-preciosas, a parcela, que chamamos de “Cru Jerivás”, está situada na parte mais alta da propriedade.
Curiosamente este local concentra quase toda vegetação de coqueiros Jerivás da propriedade o que rendeu o nome à parcela. Além de um subsolo recheado de ágatas e ametistas é possível ver cristais de quartzo e fragmentos de geodos que afloram sobre a terra naquela área.
  
 
 
Informações obtidas no site da vinícola: http://www.casamarquespereira.com.br/
 
 
O VINHO
Segredos da Adega Cabernet Sauvignon 2005 (uma das safras históricas);
 

Cor: rubi com reflexos alaranjado;
 
 
 
 
Aromas: discretos que vão evoluindo com o tempo, compota de frutas negras, herbáceos, florais como violeta, aromas de couro e baunilha;
Gustativo: encorpado, taninos macios, equilibrado e com final longo;
Gastronomia: boa cozinha caseira completa seu lado rústico e harmônico.
Gratinados de legumes, batatas e massas realçam sua fruta e especiarias finas. Grelhados e carnes assadas ampliam seu lado caloroso. Pequenas caças, cortes especiais e carnes acompanhadas de molho encontram a densidade necessária. Combina com todos queijos curados e de sabor picante.
 
 
Envelhecimento:24 meses em barris de carvalho francês e 1 ano em garrafa.
Temperatura de Serviço: 15 a 18ºC.
Teor Alcoólico: 13% vol
Recomendações: Decantar de 1 a 2 horas.
Vinho adquirido na loja virtual da vinícola: https://www.casamarquespereira.com.br/vinhos/
 
 
 
 
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Processo Seletivo para Medicina em Itaperuna
07/01/2020 | 16h08
BNB OPORTUNIDADE
 
Está aberto o processo seletivo de transferência interna, externa e reingresso 2020/01 de Medicina UniRedentor

Do recente dia 06 de janeiro até às 22h do próximo dia 10 de fevereiro, estarão abertas as inscrições para o processo seletivo de um dos mais cobiçados cursos de Medicina do Brasil, o da UniRedentor, na cidade fluminense de Itaperuna.

A seleção será em duas fases, sendo a primeira, uma prova
específica, de caráter classificatório e a segunda de análise curricular, de caráter eliminatório.

OBJETIVOS

Transferência interna – exclusivamente para candidatos que estejam regularmente matriculados
no primeiro semestre de 2020 em um dos seguintes cursos da área de saúde do Centro
Universitário Redentor (Campos e Itaperuna): Ciências Biológicas (bacharelado), Enfermagem,
Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição, Psicologia, Serviço Social e Medicina Veterinária e que
tenham cursado pelo menos um período em face ao regimento interno da instituição;

Transferência externa – exclusivamente para candidatos que tenham cursado e obtido aprovação,
pelo menos, no primeiro período letivo de um curso de Medicina autorizado e/ou reconhecido pelo
Ministério da Educação (MEC) do Brasil, ofertado em território Nacional em Instituição de Ensino
Superior (IES) credenciada pelo MEC;

Reingresso – exclusivamente para portadores de diploma de curso de graduação autorizado e/ou
reconhecido pelo MEC, ofertado em território nacional em Instituição de Ensino Superior
credenciada pelo MEC, nas seguintes áreas: Biomedicina, Ciências Biológicas (bacharelado),
Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia,
Psicologia, Serviço Social e Terapia Ocupacional.

Os candidatos serão selecionados pelo referido processo de acordo com a opção escolhida, num total de 20 vagas para o 1º semestre de 2020.

As inscrições podem ser feitas pelo site da instituição: www.redentor.edu.br ou pessoalmente na Secretaria Acadêmica do Centro Universitário Redentor, BB-356, nº 25 Saída Norte de Itaperuna.

Para mais informações, confira o Edital AQUI
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Aroma, um dos Espíritos do Vinho
05/01/2020 | 20h57
COLUNA DE VINHOS
Por JOÃO RICARDO CORREIA RODRIGUES
Como já vimos em artigos anteriores existem diversos tipos de análises de vinhos com diversas finalidades, já vimos também como realizar e a importância da análise visual. Hoje vamos ver uma das etapas mais importantes na degustação do vinho que é a análise olfativa, no nariz, se revelam todos os aromas diversos da uva com a qual é elaborado o vinho. Os perfumes dos vinhos são originados pelos seus componentes voláteis, que, após várias etapas, transformam-se em aromas que muitas vezes são muito próximos dos que já nos são conhecidos, pois alguns deles têm, na sua origem, substâncias com semelhanças químicas elementares. Por isso, é muito comum sentirmos o cheiro de furtas vermelhas diversas no caso dos tintos ou de frutas tropicais nos casos dos brancos. Esses aromas revelam as particularidades e características principais de cada vinho.
 
 
O vinho é um ser vivo, pois está sempre em evolução e os seus aromas mudam de características constantemente assim que a bebida sai da garrafa para a taça. Essa evolução também ocorre dependendo de como o vinho é degustado, por isso, é necessário estar atento a cada pequena mudança na maneira de degustá-lo para se poder sentir as nuances de seus aromas.
 
 
Podemos dividir os aromas em três grupos:
 
 
Aromas primários – originários da própria uva, tendo ligação com as vinhas onde são cultivadas;
Aromas secundários – resultados do processo de fermentação alcoólica e da passagem por madeira;
 
 
Aromas terciários – que se se originam no envelhecimento na garrafa e se formam a partir dos dois tipos anteriores, formando um complexo de aromas comumente denominado “bouquet”.
 
 
Os principais aromas encontrados em um vinho tinto são os seguintes:
 
 
Florais: rosas, violetas, jasmins, acácias ...
Frutados: cassis, cerejas, ameixas, morango ...
Especiarias: pimenta, cravo, canela, alcaçuz, noz-moscada ...
Animais: caça, carne, pêlo molhado, couro ...
Vegetais: palha, capim, feno, cana de açúcar, cogumelos, chá, fumo ...
Minerais: vulcânico, petróleo, pedra de isqueiro ...
Balsâmicos: resinoso, pinho, eucalipto, baunilha ...
 
 
Ao servir o vinho não agite a taça, coloque o nariz na taça e aspire e tente perceber os aromas presentes, logo após agite a taça para intensificar os aromas e, por fim, coloque o nariz diretamente na taça e aspire, a percepção dos aromas provavelmente será maior.
 
 
Para melhorar a percepção é necessário treinar a sua capacidade de sentir cheiro. Os complexos aromas de cada rótulo exigem uma sensibilidade grande do nariz, e ela só poderá reconhecer aromas diversos se for exposta constantemente a eles. A memória olfativa, que nada mais é que a capacidade de reconhecer aromas da natureza e guardá-los de forma sistemática na memória, é de suma importância para o amante do vinho que quer se aprofundar nesta etapa da degustação.
 
 
 
 
 
 
Por que cheirar a rolha???
 
 
Vinhos podem apresentar defeitos e o mais comum é o vinho bouchonée. A origem do termo vem de bouchon, palavra francesa que significa rolha.
 
 
O vinho bouchonée apresenta um cheiro forte, devido à contaminação da rolha de cortiça pelo T.C.A. (tricloroanisol). É um aroma que lembra cheiro de pano de chão ou papelão molhado, armário de vó e mofo. Quanto mais tempo ficar na taça, mais intenso ficará o cheiro. Não faz mal à saúde. Estima-se que de 5 a 6% da produção mundial de vinho apresenta esse problema. Na prática, é preciso experiência para detectar um vinho bouchonée. Em um grau inicial, muitas pessoas bebem sem nem perceber o defeito.
 
 
 
 
 
 
A Vinícola
 
 
A Halberth é uma vinícola localizada na cidade de Flores da Cunha, Serra Gaúcha, no estado do Rio Grande do Sul. Atua no mercado há mais de 30 anos. Produz espumantes, vinhos de mesa, vinhos finos (tintos e brancos, secos e suaves), coolers (bebida gaseificada, elaborada com vinho branco de mesa, sucos e aromas naturais de frutas) e suco de uva.
 
 
A tradição em produzir bons vinhos vem dos primeiros imigrantes da Família Andreazza. Com Alberto Andreazza, descendentes de imigrantes italianos, não foi diferente, aprendeu o ofício de cultivar a vinha e produzir vinhos com o pai Jiusepe Andreazza.
 
 
Alberto Andreazza possuía uma cantina rural com uma produção própria de 110.000 litros de vinho. Com o passar do tempo a produção e o consumo foram aumentando então decidiu substituir a cantina rural por uma vinícola. Juntamente com os filhos que se aperfeiçoaram com novas técnicas de produzir e armazenar vinhos. No ano de 1983 surgiu a marca Vinhos Halberth, com produção inicial de 300.000 litros em uma pequena área construída.
 
 
essa época a produção era vendida principalmente no estado do Rio Grande do Sul, com o tempo a Vinícola de Alberto Andreazza e Filhos foi aumentando a capacidade de produção e armazenagem, e conquistando novos mercados em outros estados brasileiros.
 
 
Atualmente a Vinhos Halberth produz 1,2 milhões de vinhos anualmente, e tem a capacidade para armazenar em média 2,1 milhões de litros, em pipas de madeira, aço inox e aço carbono.
 
 
 
 
 
 
Vinícola Halberth
 
 
O Vinho
 
 
Vinho Tinto Fino Seco Merlot – Halberth
 
 
Já falamos da Merlot, mas só para relembrar é uma casta amplamente plantada na região Sul do País. Há quem diga que é a uva emblemática do Brasil. É uma das castas da DO Vale dos Vinhedos, autorizada para criar vinhos varietais e assemblage, com mínimo de 60% da casta. A uva também é autorizada nas IPs Pinto Bandeira, Altos Montes e Monte Belo. A Serra Gaúcha segue o padrão da França, o que resulta em bons exemplares.
 
 
O Merlot no Brasil, no geral, tem aromas e sabores de frutas vermelhas. Os aromas são delicados de frutas mais frescas, já os sabores remetem a frutas mais ácidas, como framboesa e morango; taninos firmes equilibrados pela acidez.
 
 
Produzido a partir de uvas selecionadas não passa por barril de carvalho.
 
 
Cor, vermelho rubi;
 
 
Aroma, fruta preta, ameixa e amora, notas de café torrado;
 
 
Na boca, taninos marcantes com acidez um tanto áspera e sabor persistente.
 
 
Com o tempo na taça apresentou um bom equilíbrio
 
 
Recomendo, uma boa relação custo benefício em torno de R$ 30,00 à 40,00.
 
 
 
 
O vinho de hoje foi adquirido com o Sr. Ariceu Tesche, Gaúcho de Santa Cruz do Sul, representante da Vinícola Halberth, que de forma heroica cruza os rincões desse imenso Brasil, levando os produtos da Serra Gaúcha, dentre eles os vinhos tintos finos e de mesa, sucos, compotas e doces da mais alta qualidade.
 
 
 
 
Quem quiser adquirir os produtos, o Sr. Ariceu passa temporadas em Muriaé – MG (Hotel Arrastão Plaza) e em Itaperuna – RJ (Posto Itavana, Bairro Aeroporto), Tel: 51 9595-8245.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
  
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Deputado Itaperunense Assina Convênios para Regiões Norte-Noroeste
25/12/2019 | 00h11
Jair Bittencourt em assinatura de convênio: “Saúde não pode mais esperar”

O vice-presidente da Alerj- Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, deputado Jair Bittencourt, participou, juntamente com o secretário de Saúde do estado, Edmar Santos, e o governador, Wilson Witzel, da assinatura de convênios com municípios do Noroeste Fluminense para a realização de obras e compra de materiais para a Saúde.

Os convênios foram assinados com os prefeitos de cidades como Aperibé, Miracema, Porciúncula, São José de Ubá, Itaperuna, Cardoso Moreira, Bom Jesus do Itabapoana, Santo Antônio de Pádua, Natividade e Varre-Sai.
Assessoria JB


- Essa é mais uma vitória do nosso trabalho para o interior. Temos plena consciência de que a Saúde não pode mais esperar! Quem chega a um serviço de saúde precisa receber efetivamente o atendimento a que tem direito como cidadão.– declarou Jair Bittencourt.


Direto da Assessoria do Deputado


5 anexos
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Breve História do Curso de Comandos do Exército Brasileiro
24/12/2019 | 23h40
Extraído na íntegra do site ciopesp.eb.mil.br
No Brasil, no século XVII, por volta do ano de 1624, durante as invasões holandesas, os colonos nativos foram levados a estruturar um sistema de defesa peculiar. Da união de civis e militares, sob o comando do Bispo Dom Marcus Teixeira, organizaram-se as “Companhias de Emboscadas”. Dentre os muitos brasileiros que participaram nas ações contra os invasores, destacou-se o Capitão Francisco Padilha. Brasileiro nativo, participou de diversos enfrentamentos contra os flamengos (holandeses).
 
Emboscou pessoalmente o governador holandês Van Dorth, ferindo-o e derrubando-o do cavalo para, em seguida, a pé e em rápida ação, degolá-lo com um golpe único. Por seus feitos heroicos na defesa da Pátria e por ser considerado um dos pioneiros das atividades tipo “Comandos” no Exército Brasileiro, o Capitão Francisco Padilha foi escolhido como Patrono dos Comandos.
O Curso de Comandos surgiu da criação do Estágio de Comandos dentro do currículo do Curso de Forças Especiais. Na época, isso visava facilitar a participação de não paraquedistas. Foi feito a partir do currículo do “Ranger Curse” – Departamento de Rangers em Fort Bening, Geórgia. Só depois de alguns anos é que foi destacado como um curso independente.
 
 
MISSÃO
 O Comandos tem como missão realizar ações de captura, resgate, eliminação, interdição e ocupação de alvos compensadores do ponto de vista estratégico, operacional ou tático, situado em área hostil ou sob controle do inimigo, em tempos de paz, crise ou conflito armado, visando contribuir com a consecução de objetivos políticos, econômicos, psicossociais ou militares.
Para cumprir tais missões, o batalhão é moldado de forma a ter garantidas as seguintes possibilidades: - realizar infiltrações e exfiltrações terrestres, aéreas e aquáticas; - atuar em qualquer ambiente operacional, particularmente em regiões semi-áridas, de montanha, de planalto e de selva; - conduzir o fogo terrestre, aéreo e naval; - participar em conjunto com outras FOpEsp, de operações contraterrorismo e de guerra irregular; - realizar operações contra forças irregulares; - realizar operações de reconhecimento especial, principalmente em proveito próprio; - realizar outras operações de inteligência de combate; - assessorar outras forças quanto ao emprego dos elementos operacionais de Comandos.
REQUISITOS
Ser voluntário, do sexo masculino e ter requerido a inscrição dentro do prazo vigente; Se oficial, ser 2º Tenente, 1º Tenente ou Capitão de carreira das Armas, Quadro de Material Bélico, Serviço de Intendência e Serviço de Saúde; Se praça, ser 3º Sargento ou 1º/2º Sargentos, de carreira, das Qualificações Militares de Subtenentes e Sargentos (QMS), Combatente e Logística, e estar, no mínimo, no comportamento 'Bom'; Ser voluntário para servir no Cmdo Op Esp; e estar, no mínimo, há um ano na OM.
A FACA NA CAVEIRA
 Este é o símbolo da tropa de Comandos do Brasil. A caveira simboliza a morte, que está sempre presente em uma Ação de Comandos. A faca com a lâmina vermelha significa o sigilo de uma missão dos Comandos e o sangue derramado pelos combatentes. O fundo verde representa as matas do Brasil, e o negro é a noite escura, momento ideal para a execução de uma Ação de Comandos.
 
 EM BREVE O BNB TRARÁ MAIS MATERIAL DE ALTO VALOR PARA OS INTERESSADOS EM UM DOS MAIS DIFÍCEIS CURSOS DE AÇÕES DE COMANDO DO MUNDO.
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Guarus, a Nova Potência Econômica de Campos
24/12/2019 | 21h04
BNB NEGÓCIOS
Conforme publicado aqui no BNB em 1ª Mão há 2 meses, Campos dos Goytacazes vai ter de uma só vez, duas concessionárias famosas em uma mesma megaloja e pela 1ª vez em Guarus. O famoso  lado esquerdo da Planície passou a ser visto com olhos de maior sabedoria econômica já faz tempo, mas a inauguração de um shopping center e um supermercado, deram a virada de chave que faltava.
Agora é a vez em janeiro de 2020, da abertura da Yatta Caoa Chery ( já existente em Itaperuna) e da Mitsubishi Motors, em um terreno de 3.600 m2 com área já em construção, de 1.400 m2, às margens da BR-356, próximo da Termoelétrica de Furnas.
Na Caoa Chery, Gabriel Peixoto, uma lenda no ramo de automóveis, continua a parceria iniciada em Itaperuna com uma outra lenda, esta dos negócios imobiliários, Oswaldo Miranda.
Foto Spy
Gabriel e Oswaldo
Gabriel e Oswaldo / Foto Spy
 
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La Visita De La Muerte
24/12/2019 | 20h39
BNB CRÔNICA
NinoBellieny
A gente perde a quem ama, perde muitos e nunca aprende, vai perder e desaprender, vai corroer as veias, em vez de sangue, ferrugem líquida, em vez de coração batendo, será coração sentindo punções, à cada segundo uma dor maior até ser tudo dor e somente dor, sem tamanho e com todos os sentidos.
A gente vai ter todas as lembranças, das mais frescas como alface recolhida na horta às mais enterradas como um caroço de abacate esperando um dia ser abacateiro, as dores serão em cada respirar, no corpo todo, e nada nem ninguém nem palavras conseguirão deter, dirão que tudo passa, que a vida é forte, dirão mantras, cantos, rezas, frases feitas e bobagens, mas a gente nem ouve, a gente nem sabe se houve passado, se há presente, se virá o futuro, porque agora tudo para e nem quem já sentiu a dor da perda poderá nos dizer...
toda ela é diferente, inteira ela é vórtice, vácuo, pressão, opressão, onda e arrebentação. E enquanto houver corda no relógio ela irá durar para sempre e mais meia-hora. E o relógio não tem corda, nem bateria. É feito de pesadelo.
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Confiança e Credibilidade
24/12/2019 | 20h10
BNB ARTIGO
Por Leandro Bazeth Levone*
 
Quem tem mais virtude? Você por ser confiável ou eu por confiar em você?
 
A pergunta acima é a base do relacionamento entre as pessoas. Veja que ela é difícil de ser respondida exatamente porque as duas partes têm que ter a virtude da confiança para que um relacionamento seja realmente possível e duradouro. Você tem que ser confiável, mas eu também preciso confiar.
 
Confiança exige crédito, que é acreditar, ou seja, novamente, confiar. Sem confiança todo o relacionamento humano se rompe.
 
E se você pensar bem quase tudo o que fazemos exige confiança. O empregador confia que o trabalhador cumpra suas tarefas e o empregado confia que o patrão cumpra suas obrigações e o respeite como ser humano. O aluno confia que a escola lhe dê uma educação de valor e os professores confiam que os alunos façam a sua parte estudando, participando e se interessando por aprender.
 
É assim em tudo na vida. Pensem em um casamento. Pensem nos filhos. Quanto um filho tem que confiar em seus pais e quanto os pais têm que confiar em seus filhos! Sem confiança é impossível imaginar instituições sociais sólidas e perenes. Quando você contrata um serviço confia que o prestador irá entregar o que foi contratado. Quando votamos, confiamos que aquele que escolhemos irá cumprir com sua palavra e com suas promessas.
 
Assim, as perguntas que temos que nos fazer constantemente são: sou confiável? As pessoas podem realmente confiar em mim? Cumpro a minha palavra? Cumpro minhas obrigações?
 
Cumpro horários e prazos? Ajudo? Colaboro? Participo? Faço mais do que a simples obrigação? Sou uma pessoa realmente honesta e ética? E ainda: confio nas pessoas? Perdôo?
 
Ajudo as pessoas a serem mais confiáveis? Lembre-se que sem confiança os relacionamentos humanos, pessoais ou comerciais não podem dar certo. É preciso ter credibilidade, ser confiável e confiar.
 
Fica a Dica: Confie e Seja confiável.
 
Vamos refletir sobre isso!!!
 
*Leandro B. Levone é educador e gestor universitário
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A Exterminadora de Maridos
20/12/2019 | 02h23
BNB Criminal
LIZZIE HALLIDAY: A PIOR MULHER DA HISTÓRIA
Por ALANA SOUSA 
Em 21 de junho de 1894, o mundo se deparava com o primeiro caso de uma mulher condenada à morte na cadeira elétrica. Tratava-se de Lizzie Halliday, serial killer que atuou durante o final do século 19, tendo matado pelo menos cinco pessoas — e suspeita de muito mais. Após sua morte, o The New York Times a descreveu como: a pior mulher do mundo.
 
Eliza Margaret McNally nasceu em 1859, na Irlanda, e ainda criança mudou-se com a família para os Estados Unidos. Aos 20 anos, casou-se pela primeira vez. Seu marido, Charles Hopkins, morreu dois anos depois em circunstâncias misteriosas. E Lizzie fugiu com outro homem. Após um ano, o veterano de guerra, Artemus Brewer, também foi encontrado morto.
Seu terceiro companheiro, Hiram Parkinson, a abandonou em pouco tempo. A mulher então selou matrimonio com um parceiro de guerra de Brewer, George Smith. Nos primeiros meses da relação, Lizzie tentou matar Smith colocando arsênico em seu chá, vendo seu plano falhar, a psicopata decidiu ir embora de Nova York. Reapareceu em Vermont, casada com Charles Playstel. Por razões desconhecidas, ela desapareceu duas semanas depois.
 
 
Foi encontrada na Filadélfia, estava vivendo com a família McQuillan, que havia sido vizinha de seus pais na Irlanda. A vida parecia mais calma para Lizzie, sob o nome Maggie Hopkins ela montou uma pequena loja, na qual trabalhava diariamente. Até que ela resolveu incendiar o estabelecimento para coletar o dinheiro do seguro.
 
A pior mulher do mundo
 
Pelo crime de incêndio, Lizzie cumpriu pena de dois anos na Penitenciária Oriental, na Filadélfia. Ao ser liberada, ela procurou moradia novamente em outro lugar, dessa vez o local escolhido foi a cidade de Newburgh, no Condado de Orange, Nova York.
 
Lá, a homicida conheceu o viúvo Paul Halliday, que morava com os filhos. Inicialmente, Lizzie trabalhava na casa de Halliday como empregada doméstica, mas a relação logo se tornou amorosa e seu hábito bizarro voltou a marcar presença.
 
Lizzie fugiu com um vizinho, dessa vez levando consigo alguns cavalos, que havia roubado. Mais tarde, Halliday diria que o casamento deles foi marcado por “feitiços de insanidade” da esposa. A mulher foi enviada para um asilo, mas logo convenceu o marido a libertá-la.
 
Fora da casa de repouso, a serial killer realizou um de seus piores atos. Colocou fogo no celeiro da casa, matando um filho de Paul — que sofria de doença mental, e era maltratado pela madrasta —. Após o crime, Paul desapareceu, e Halliday afirmou para os vizinhos que o marido tinha feito uma viagem de última hora.
 
Os crimes
 
Desconfiados da história, os moradores da região decidiram comunicar as autoridades, que emitiram um mandado de busca na propriedade dos Halliday. Em 4 de setembro de 1891, Ao vasculhar a casa, os policiais se depararam com uma cena brutal.
 
No celeiro, foram encontrados os corpos de Margaret e Sarah McQuillan. As mulheres que haviam dado abrigo para Lizzie na Filadélfia haviam sido baleadas. Sob as tábuas do piso da residência foi descoberto o cadáver mutilado de Paul Halliday.
 
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Poster de Lizzie / Crédito: Wikimedia Commons
Levada sob custódia, a serial killer se comportava de maneira anormal. Rasgava as próprias roupas e falava de maneira incompreensível. Os detetives, no entanto, acreditavam que ela apenas estava fingindo insanidade.
 
Acusada de assassinato Lizzie esperou julgamento na prisão de Sullivan County, em Monticello, Nova York. Sua estadia no local foi marcada por ações turbulentas. Durante os meses em cárcere a criminosa se recusava a comer, incendiava a cama na qual dormia, tentou diversas vezes se enforcar e chegou a cortar a garganta, para, segundo ela, “ver se sangrava”.
 
Popularidade e sentença
 
O caso de Lizzie Halliday foi noticiado pelos maiores jornais dos EUA, como The New York Times e New York World. Em entrevista para a jornalista Nellie Bly, Lizzie afirmou ter matado os primeiros maridos, e ainda mencionou o nome de outro parceiro, até então desconhecido, cujo corpo ela contou que havia conseguido esconder.
 
A cobertura da saga da serial killer era tão intensa que histórias sensacionalistas começaram a aparecer. Logo, a irlandesa foi ligada aos crimes de Jack, o estripador. “Suspeitamos que esta criatura misteriosa tenha sido relacionada com os horríveis assassinatos de Whitechapel”, escreveu o Daily Times.
 
 
Hospital Estadual Matteawan para os Criminosos Insanos / Crédito: Wikimedia Commons
 
 
Até que em junho de 1894, a assassina foi julgada e sentenciada à cadeira elétrica. Foi o primeiro caso no qual uma mulher foi condenada a morte por eletrocussão. Pouco tempo depois, após o diagnóstico de insanidade ser revelado, o governador de Nova York, Roswell P. Flower, mudou a condenação de Halliday para prisão perpétua.
 
Lizzie foi enviada para o Hospital Estadual Matteawan para os Criminosos Insanos. Na instituição a homicida passou o resto da vida (morreu apenas em 1918), mas não deixou de cometer pelo menos mais um crime brutal: em 1906, esfaqueou 200 vezes, com uma tesoura, a enfermeira Nellie Wickes.
 
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Lizzie Halliday: Serial Killer (English Edition), John DuMond (e-book)
 
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A Condessa Sangrenta, Alejandra Pizarnik (2011)
 
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Arquivos Serial Killers. Made in Brazil e Louco ou Cruel, Ilana Casoy (2017)
 
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Lady Killers: Assassinas em Série: As mulheres mais letais da história - Em uma edição igualmente matadora, Tori Telfer (2019)
 
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A Nobreza do Barão de Lantier
19/12/2019 | 23h28
COLUNA DE VINHOS
Por JOÃO RICARDO RODRIGUES
 Hoje vamos falar um pouco da história da vitivinicultura no Rio Grande do sul.
 A década de 70 foi um marco importante na viticultura brasileira, nessa época o Brasil vivia o “milagre brasileiro” com obtenção de expressivas taxas de crescimento o que chamou a atenção de grandes empresas estrangeiras do ramo de bebidas como a Martini & Rossi, Heublein, Forestier, Cinzano, Chandon, Almadém e outras.
 Com expertise na área e poder econômico, elas fizeram aquisições, implantaram novas técnicas de cultivo e negociação; como a reconversão do sistema latada para espaldeira, incentivaram o plantio de castas europeias, concederam incentivos monetários aos agricultores sob a forma de bônus acima do preço básico da uva para que seguissem prescrições técnicas no cultivo e na colheita, todas essas mudanças resultaram em uma melhora nos processos do cultivo e da elaboração dos vinhos brasileiros é nesse contexto que vamos falar do nosso vinho de hoje, o Barão de Lantier.
  
Na época a Martine & Rossi possuía a divisão De Lantier, sediada em Garibaldi – RS, então comandada pelo enólogo Adolfo Lona, argentino formado em enologia pela Escola Don Bosco em Mendoza, em 1978 se propuseram a elaborar um tinto de guarda no estilo dos grandes vinhos de Medoc na região de Bordeaux, elaborado com as cepas típicas dessa região como a Cabernet Sauvigon e Merlot, envelhecido em tonéis de carvalho ao estilo bordales.
   
Para se ter uma ideia do desafio, naquela época não existia Cabernet Sauvignon no Brasil e muito menos era utilizados barris de carvalho de qualidade
A De Lantier somente lançou o seu primeiro Baron de Lantier em 85 que foi elaborado com a utilização de diversas inovações para a época; amadurecidos com barricas de carvalho francês, utilização de tanques de aço inox, mudas de videiras importadas da França e, muito importante, um sistema de incentivo ao viticultor que remunerava pela qualidade das uvas.
 
 
Propaganda antiga do Baron De Lantier
 
 
Segundo o enólogo Adolfo Lonas os seguintes fatores foram decisivos para o sucesso do Baron de Lantier que foi produzido de 1985 à 2002 com destaques para os anos de 1991 e 1999 quando foi lançado o Baron de Lantier Grand Millésime.
 Cadastro de produtor e cadastro de propriedade: Foi um levantamento que permitiu conhecer e controlar cada um dos talhões cultivados por nossos fornecedores. Cada parcela era medida, seu solo analisado e todos os pés plantados rigorosamente controlados em relação a origem do material, sanidade, tratos e produtividade. Lembro que muitos destes cadastros foram feitos pelo laboratório enológico que tinham Fábio e Adriano Miolo, jovens que se iniciavam na enologia e agora personagens da vitivinicultura brasileira moderna.
As planilhas permitiam controlar a produtividade baixa por pé de modo a garantir o máximo de maturação possível.
Programa de colheita e transporte das uvas: Agrônomos controlavam a evolução da maturação das uvas, determinavam o momento exato da colheita e fiscalizavam a forma correta de transporte até a cantina quando eram imediatamente processadas. Era necessário encurtar ao máximo o tempo da colheita e processamento.
Maceração: A Martini foi a primeira empresa em utilizar os maceradores rotativos que atuam como grandes betoneiras e que fazem a extração lenta e delicada dos componentes da cor, sem machucar a pele, sem retirar componentes indesejados.
Controle de extração de componentes: Usando a espectrofotometria conhecíamos o tipo e a evolução da retirada dos diferentes componentes como antocianos e taninos. Esta fase é vital porque determina a capacidade de guarda do futuro vinho. Não é qualquer vinho que “sobrevive” a anos de maturação em carvalho e envelhecimento na garrafa.
Maturação em carvalho: Neste item também a Martini foi pioneira porque foi a primeira vinícola a importar barricas de carvalho francês de 225 litros. Decidimos pelas francesas após um ano de testes comparativos com as de carvalho americano. A diferença é notória em termos de elegância e presença sutil da baunilha.
Tempo de maturação: Inicialmente estimada entre 8 e 10 meses, foi diferente de ano para ano. Não éramos nós que determinávamos, era o vinho. O de 1991 permaneceu por 18 meses. Foi necessário esse tempo para domá-lo.
Envelhecimento: Fase fundamental para dar complexidade aromática e maciez gustativa. Nesta o vinho “era esperado”, não havia prazos. Novamente o 91 foi o mais aguardado, somente chegou ao início do ciclo de consumo dois anos depois de engarrafado.
Em 1991 a Bacardi que não tinha tradição na produção de vinhos comprou a Martine e devido essa falta de expertise acabou direcionando os seus recursos para outros setores, levando a venda da De Lantier em 2005 para a Vinícola Perine. 
 O Vinho
Baron De Lantier, Cabernet Sauvignon, 1987.
 Primeiramente gostaria de ressaltar que a experiencia abaixo relatada visava somente verificar a em qual situação se encontrava o vinho depois de 32 anos.
 A garrafa permaneceu todo esses anos guardada em adega apropriada na posição deitada, ao pegar a garrafa foi observado diminuição do liquido, provavelmente absorvido pela rolha, por isso optei por utilizar um saca- rolhas de lâmina, para retirar a rolha com o mínimo de risco de danifica-la e para minha surpresa, estava em um estado muito bom de conservação, atestando a qualidade dos insumos utilizados pela De Lantier. A rolha estava completamente molhada, mas mantinha a consistência.
 
 
 
 
Como o vinho já se encontrava com uma idade bem avançada 32 anos e provavelmente a oxigenação iria causar uma degradação rápida, optei por não decantar e deixei uma taça para ver o efeito dessa interferência.
 
 
A cor, com muitos reflexos laranjas e limpidez muito boa.
 
 
 
 
 No nariz, terra molhada, ainda alguns aromas de frutas, compota de fruta negras, couro e uma madeira leve.
Na boca a surpresa. o vinho estava ainda vivo mesmo com 32, logicamente no seu auge, maduro e redondo, excelente acidez, leve madeira, taninos estavam ali e secou a minha boca, persistência boa e um final longo.
 A taça que ficou na aeração comprovou o que eu já esperava, a degradação foi rápida, 2 hs após o vinho já tinha perdido quase todas as suas características.
Enfim foi uma agradável experiencia em conhecer a história desse vinho que está ligada ao desenvolvimento da vitivinicultura no Brasil, em especial na região da Serra Gaúcha e a comprovação que podemos sim elaborar grandes vinhos.
 Parabéns à equipe da De Lantier pelo brilhante trabalho realizado.
 Nota da Coluna: O enólogo Adolfo Lona, atualmente é proprietário da Adolfo Lona Vinhos e Espumantes, localizada em Garibaldi, Serra Gaúcha, Rio Grande do Sul.
 
 
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Sobre o autor

Nino Bellieny

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