Tem Campista na Secretaria de Fazenda do Estado do Rio
27/11/2020 | 16h32
BNB em 1ª Mão
@ninobellieny
Formado em Direito com especialização em Gestão Publica e Mestrado em Gestao de Cidades, 
Fredy Beshara atuou em 12 municípios do estado do Rio, tais como Itaperuna, Campos, Sao Joao da Barra, Sao Fidelis, Natividade, Cabo Frio e outros.
Foi secretário municipal de Fazenda em São Francisco de Itabapoana, onde a arrecadação aumentou 5x em 60 dias de governo.
 
 
Agora está na Secretaria de Estado de Fazenda, como assessor especial do secretário Guilherme Mercês, colaborando diretamente na renovação do Plano de Recuperação Fiscal.
Fredy Beshara
Fredy Beshara
 
 
 
 
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Chevrolet de Itaperuna Troca de Mãos
27/11/2020 | 13h08
NB EM 1ª MÃO
O controle da concessionária Chevrolet Vita em itaperuna, foi vendido a um grupo da cidade, dono de lojas de utilidades domésticas dentre outras, por aproximadamente 4 milhões de reais.
O setor automotivo da cidade é crescente, assim como o conglomerado comprador, investidor/empreendedor de grande potencial e forte geração de empregos no município. Ótimo para itaperuna.
Sede da concessionária
Sede da concessionária
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A Empresa Mais Valiosa do Setor Educacional Brasileiro
25/11/2020 | 16h51
BNB EDUCAÇÃO 
A holding Yduqs, dona da Estácio, dentre outras instituições de ensino, é agora a empresa mais valiosa do setor educacional brasileiro, depois da subida de ações na recente de terça-feira.
9,52 bilhões de reais é o valor absoluto da Yduqs.
Um das razões do crescimento da Estácio, do grupo, é o sistema de expansão de polos em cidades até então sem faculdades ou universidades. Um exemplo é o diretor Leandro Levone, atuante no Norte/Noroeste fluminense, Zona da Mata mineira e Sul Capixaba.


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Itaperuna-RJ Alfredão Encaminha Comissão de Transição
25/11/2020 | 09h29
BNB DE 1ª
Em ofício ( nº 8/2020) enviado ao prefeito Marcus Vinícius de Oliveira Pinto, o recém-eleito Alfredo Paulo Marques Rodrigues, dá ciência dos nomes da comissão de transição e da presidência da equipe.
Na lista há personalidades que atuaram no atual governo, no de Alfredão em 2012/2016 e em governos passados.
Todos, com raras excessões, experientes e competentes em atividades administrativas e jurídicas.
Presidente: MARCELO POYES
Membros: AMUEL PORTELA TINOCO –- PRISCILA CONSOLE FRANÇA –- ADRIANA BEATRIZ LEVONE AFFONSO–- CRISTIANO RIBEIRO BANDOLI –- ERECI ROSA –- EDU FRANCISCO TEIXEIRA-- VERA LANNE VALERIOTE TAVARES-- ENIO CESAR BORGES PINHEIRO –- MARCELO POEYS DAIR –- OLIVER TRAJANO SILVA BARROSO –- RULLIAN MOURA MARTINS –- GABRIEL GARCIA ESPOSTI –- MARTHA VALÉRIA CERQUEIRA SOUZA ESPOSTI -- CARLOS ALESSANDRE VIEIRA SERÓDIO –-CLERIO MARCOS DA COSTA ROCHA -- RONALDO SOUZA RAMOS -- PEDRO RENATO TEIXEIRA BAPTISTA -- IVAN LACERDA DE SOUZA–- MARCELO FERREIRA DA SILVA –- OROZIMBO VALENTIM BARBOSA FILHO –- JOSÉ MARIA GUIMARÃES –- CLÁUDIO ROSALINO NUSS –- FRANKILANE TAVARES ARCANJO -- FELIPE NOGUEIRA DE FREITA –- GILBERTO JOSÉ DA COSTA JUNIOR –- OLÍVIO BRANDÃO ROSA- THIAGO LOPES PINHEIRO DOS SANTOS- JOÃO PAULO MEDEIROS DA SILVA –- TEREZA CRISTINA DO CARMO –- EDILSON JOSÉ CAMPOS –- LUMA SILVA ARAUJO MACHADO –- THASSIANA BOUÇARD LACERDA SPALLA -- RONALDO DE SOUZA CAMACHO –
SECRETÁRIOS MUNICIPAIS
Especulações quanto ao secretariado de um prefeito geralmente começam quando a lista da transição é feita.
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Memórias de um Administrador Parte XV
25/11/2020 | 08h59
A SÍNDROME DO COITADISMO.
Por Leandro Bazeth Levone


Nessa crônica atendendo a várias mensagens e ligações que recebi após as últimas publicações aqui no BNB, irei falar sobre algo que alguns chamam de "Síndrome do Coitadismo".
Percebi em algumas dessas ligações e mensagens que existem muitas pessoas presas no vitimismo e não sabem.

O coitadismo é o veneno mais mortal para aqueles que querem escrever sua própria história.

Eu escrevi um pequeno artigo a alguns anos atrás, mas continua muito atual e eu dizia que é natural, quando crianças, vivermos sob as asas e os cuidados de nossos pais.
Conforme o tempo passa, a escola da vida e até mesmo nossos melhores mentores (nossos próprios pais) irão nos mostrando que, para escrevermos nossa própria história, é necessário deixarmos de ser coadjuvantes e passarmos a protagonistas das nossas próprias decisões.

Há um tempo atrás, devido a um tratamento que realizava para combater minha permanente enxaqueca,  fiquei impossibilitado de dirigir por alguns meses (eu adoro dirigir).
Nesse conturbado momento de minha vida, ao ouvir do próprio médico que eu poderia ter de passar por uma cirurgia no cérebro, um filme me veio à mente e uma reflexão profunda sobre tudo aquilo que algum dia vivi tomou conta do meu cerne e da minha própria alma.

Lembro como se fosse ontem. Sentado na beira da cama observando minha esposa e minha filha dormirem. Levei cerca de10 minutos observando. Meus olhos se encheram de lágrimas. Nos primeiros dias, logo depois da notícia, voltei a viver sob as asas do meu pai, como um pássaro vive seus primeiros dias antes do seu primeiro voo. Ele quem me buscava e me levava para meus compromissos profissionais.

Como pode uma notícia mudar uma vida?

Passei meses dependendo da ajuda de terceiros, mesmo sabendo que já tinha forças suficientes para dirigir novamente sozinho. É cômodo para o cérebro evitar movimentos e poupar energia quando se pode terceirizar certas tarefas. Porém, meu core business também estava terceirizado e muito por isso minha vida (negócio) estava estagnada.

A síndrome do coitadismo já havia tomado conta, estava dependendo dos outros para andar com minhas próprias pernas.

Graças a Deus, me dei conta disso a tempo de não permitir um estrago maior na minha vida.

Um exemplo muito comum nos dias de hoje são pessoas que estão desempregadas ou em um emprego sem perspectivas, mas não reagem, não buscam um emprego ou um novo emprego onde possam desenvolver seu potencial.

Vejo pessoas hoje culpando a tudo e a todos pela situação delicada que estão atravessando, mas são incapazes de darem um passo para mudar essa realidade. Estão desempregadas, mas não entregam currículos, ficam em casa esperando um emprego cair do céu e debaixo das asas dos pais.

E quando confrontadas, essas pessoas culpam os governos, a política e até mesmo a Deus por não conseguirem mudar de vida. Só que não fazem absolutamente nada para mudar essa realidade.


Existem inúmeras pessoas que vivem reclamando da vida, se fazem de coitadas para atrair a atenção e os cuidados alheios. A síndrome do coitadismo acomete boa parte da população, é um veneno nocivo que dilacera corações e destrói vidas.

Conheço inúmeros relacionamentos que vivem sob a sombra do coitadismo. Algumas pessoas são capazes de prender sua própria felicidade por medo de destruírem o coração alheio.

Essa fraqueza chamada "coitadismo" destrói vidas. Homens e mulheres são capazes de usar essa síndrome para prender o coração do cônjuge. Será que você é uma dessas pessoas?

As mazelas sentimentais, as dores das dificuldades que a vida nos impõe servem como aprendizado. Além disso, servem também como força motriz ou choque mental para mudarmos o rumo de nossa própria jornada. Feliz aquele que sabe extrair das suas piores dores motivos suficientes para não desistir da luta.

Nossas desculpas são como muletas. Em vez de nos ajudarem, só atrapalham.

Quantas pessoas prenderam seu sorriso por medo de fazerem alguém sofrer? Ou melhor, quantos de nós, usaram as velhas desculpas ou mesmo terceirizaram tarefas de suma importância (core business) para o futuro de nossos empreendimentos? Quem vive sob a sombra alheia é porque não tem luz suficiente para iluminar seu próprio caminho.

Muitos se acostumaram a reclamar, o que se tornou um hábito. Reclamam de tudo e de todos, nada está bom o suficiente, procuram problemas em tudo. O Foco das pessoas com a Síndrome do Coitadismo está nos problemas e não no correto, a solução dos problemas.

O que é melhor para você: deixar sua vida no piloto automático (deixar que outras pessoas tomem decisões por você) ou assumir de vez o controle sobre sua própria vida e escrever sua própria história?

Para refletir: uma linda garota (devia ter seus 25 anos) durante boa parte de sua vida (sem perceber, ou ao menos dar-se conta do piloto automático que deixou ligado durante anos) passou anos importantes de sua vida no fundo de uma cama, sob os cuidados de sua mãe.
Um belo dia, por ironia do destino, sua amada progenitora veio a falecer e, sem perceber, ela levantou-se da cama (mesmo depois ter se afundado em lágrimas), colocou um sorriso no rosto e passou a andar com sua próprias pernas (viver).

Existem funções em nossa empresa ou vida que não podem (nem devem) ser terceirizadas, pois as mesmas dependem única e exclusivamente de nós mesmos.

Não deixe que as cortinas da vida se fechem ou que você veja sua história passar diante de seus próprios olhos antes mesmo de você dar seu próprio show.

Na última crônica, prometi falar das palestras em escolas e universidades, como mudei o tema atendendo a pedidos, contarei para vocês na próxima aqui no BNB.

Deixo como sempre uma reflexão para vocês:

"Ao se fazer de vítima você perde toda a energia que poderia usar para vencer na vida. Deixe de ser o coitadinho da sua história, e passe a ser dono dela.

Pare de se fazer de vítima da sociedade ou pela situação. Você é culpado de suas escolhas. Se não estiver satisfeito, mude suas escolhas. Mudar é natural. Esse é o caminho para o sucesso".


Leandro B. Levone (*)

Prof. Leandro Bazeth Levone é Administrador, Diretor na Universidade Estácio, Coach de Carreiras, membro da Sociedade Brasileira de coaching com especialização certificada pela Universidade de Harvard nos EUA, membro da ABMEN - Associação Brasileira dos Mentores de Negócios, Coordenador de de MBA em Gestão Pública, Palestrante, Consultor de Negócios e Consultor Governamental, com Mestrado em Economia Empresarial pela UCAM, e Mestrado em Gestão Regional e Planejamento de Cidades pela UCAM
Mestrando em Negócios Internacionais pela Universidade do Estado da Flórida, sendo aprovado em primeiro lugar em todo o Brasil para cursar este programa de Mestrado, Pós-graduado em Gestão e Desenvolvimento Empresarial pela UFRJ, especialista – pós-graduado em Direito Público pelo IDP – Instituto Brasiliense de Direito Público, pós-graduado - MBA Executivo Internacional em Gestão de Projetos na Fundação Getúlio Vargas e pós-graduado em Teologia Internacional.

Foi Secretário Municipal de Administração do Município de Natividade de dezembro de 2005 a julho de 2010, ano em que se tornou Secretário Municipal de Administração, Fazenda e Planejamento em Natividade onde permaneceu até maio de 2015, com ampla experiência no desenvolvimento de projetos e soluções públicas e privadas, com carater visionário relacionado ao uso e importância da inovação disruptiva, e é Professor convidado nos cursos de Pós-graduação Lato Sensu – MBA da FACC-UFRJ (Faculdade de Administração e Ciências Contábeis da Universidade Federal do Rio de Janeiro), desde 2009.
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Cillas Jr. e a Missão da Transmania FM de Cardoso Moreira-RJ
21/11/2020 | 08h25
TEXTO DE LAEL SANTOS
A Rádio Transmania FM, referência em radiocomunicação e a prova viva e latente de que quando o rádio é feito com competência e responsabilidade, não apenas sobrevive, mas sobressai mesmo no mundo onde já impera a virtualidade.
 
Dirigida por Cillas Junior, Cardoso Moreira tem uma rádio que pode ser traduzida como a voz do município.
Cillas Guiomar Silva Jr.
Cillas Guiomar Silva Jr. / Arquivo Familiar
 
Depois do último pleito, cumprindo seu papel de porta-voz dos interesses comunitários, o empresário da comunicação entrevistou os protagonistas da corrida eleitoral no município cardosense. Neto Sardinha, Alexandre Nogueira e Renatinho Medeiros marcaram presença na emissora, dando suas impressões sobre as eleições.
 
Vereadores eleitos também já se pronunciaram em entrevistas promovidas por Cillas Junior.
 
Com muito carisma e tendo a opinião pública ao seu lado, Cillas coloca sempre a sua emissora, de maneira imparcial, para que sirva os propósitos da comunidade.
 
Vale lembrar que bater de frente e ignorar a imprensa é um passo torto e o indício de uma guerra onde o perdedor é o ignorante.
 
Mais uma vez a Rádio Transmania FM mostra porque é tão comentada, e nenhuma autoridade ou celebridade chega e sai no município de Cardoso Moreira sem passar por ela.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Colunista do BNB Dentre os 10 Classificados do Prêmio Brasil Sommelier
20/11/2020 | 17h58
TEXTO EXTRAÍDO DO SITE agroflorestamazonia.com
O ViniBraExpo é um evento que acontece no Rio de Janeiro desde 2017, é uma iniciativa que visa promover o trabalho das vinícolas e o seus resultados na elaboração de vinhos finos, buscando através da experiência e do conhecimento aproximar o consumidor final dos produtores.

O evento foi idealizado por uma dupla de empresários apaixonados por vinho, Gustavo Guagliardi Pacheco e Marcelo Ideses, nos mesmos moldes dos melhores festivais internacionais do mundo.

Para alcançar esses objetivos são realizados diversos eventos, como feiras de exposição, degustações guiadas, aulas com profissionais da área do vinho (Masterclass), jantares harmonizados e o grande evento que é o Concurso Wines Brazil Awards, onde as vinícolas participantes enviam amostras que serão julgadas e premiadas por um corpo de renomados especialistas e profissionais da área do vinho. Esse ano foram avaliadas 2048 amostras com a participação de 164 vinícolas de todas as regiões produtoras do Brasil.
João Ricardo Rodrigues
João Ricardo Rodrigues


Sommelier
O Prêmio Brasil Sommelier, para quem não está familiarizado com a palavra o Sommelier que é um termo francês, pronuncia-se “somêliê”, é o profissional que cuida do vinho depois da sua elaboração, ele é o responsável por cuidar da carta de bebidas dos restaurantes, sua harmonização com os pratos do menu, realiza todos os procedimentos do serviço de vinho e faz a gestão da adega do estabelecimento. Também presta assessoria para importadoras e lojas especializadas. Porém a profissão evoluiu com o tempo e hoje também existe o profissional que trabalha em diversas áreas como marketing, consultorias e cursos.

Um exemplo foi a situação dos restaurantes fechados devido à crise da pandemia do Covid-19, onde os sommeliers utilizaram as mídias sociais para desenvolver trabalhos de marketing, consultorias e cursos através de lives e interação virtual com os consumidores.

O concurso é uma forma de valorizar o sommelier que está atualizado com o cenário atual da vitivinicultura brasileira bem como instigar a busca constante pelo conhecimento e aperfeiçoamento, pois o Sommelier, sendo ele um elo de ligação entre o produtor e fornecedor com o consumidor final, tem um papel importante no processo da divulgação e comercialização dos vinhos.



Selos das medalhas que são colocados nas garrafas premiadas
Prêmio Brasil Sommelier
João Ricardo que em 2018 foi convidado a escrever uma coluna de artigos sobre vinhos na Folha 1, no Blog Nino Bellieny, na cidade de Campos dos Goytacazes-RJ, viu a oportunidade de apresentar os vinhos brasileiros e de descobrir novas experiências.
Então começou o trabalho na área de vinhos, na área da divulgação e na consultoria de vinhos. Atualmente ele também é colunista de vinhos do www.agroflorestamazonia.com.

“É normal quando as pessoas sabem que você conhece sobre vinhos pedirem conselhos ou indicações e foi assim que eu comecei a indicar vinhos para o dia a dia, festas de casamento e outros eventos de amigos. Quanto aos vinhos brasileiros o meu interesse surgiu quando trabalhei por alguns anos no exterior, era normal durante o Happy hour os amigos, de diversas nacionalidades, levarem vinhos de seus países, ali surgiu o meu desafio de levar vinhos a altura dos demais. De volta ao Brasil realizei alguns cursos e sempre participei de eventos e degustações onde fui aprimorando os conhecimentos”, conta João.


Para ele participar do Prêmio Brasil Sommelier é a oportunidade de testar seus conhecimentos em uma área que possui uma gama de assuntos muito abrangentes que vão desde técnicas e procedimentos na elaboração dos vinhos até a harmonização de vinhos com pratos de diversas culinárias. Ele conta que ficou muito orgulhoso de ter vencido essa primeira etapa e só de estar entre os 03 finalistas já é uma grande conquista.

“Eu sou Gaúcho, então bebo vinho desde que me conheço por gente, em outrora era comum as crianças tomarem suco de vinho, que era o vinho diluído em água e adoçado, lá no Sul também tem um doce chamado sagu que leva vinho na sua receita. Então desde sempre eu tive interesse no vinho sendo comum tomar pelo menos uma taça no jantar, com isso eu fui aprimorando os conhecimentos e técnicas de degustação que formaram a minha base”, acrescentou.



Esse concurso está sendo realizado em duas fases, a primeira que foi realizada no dia 06 de novembro, a qual ele foi classificado. Foram 118 candidatos de 16 estados do país, constou de 40 questões objetivas sobre conhecimentos gerais de vitivinicultura brasileira e sommelerie. Já a segunda fase será realizada no dia 28 de novembro, onde somente os 03 primeiros realizarão provas de degustação e serviço do vinho.

João afirma que tem sido um desafio trabalhar com a Vitivinicultura, mas tem vencido com paixão e amor pelo aquilo que faz, embora o desafio, se destaca a cada safra.

“A Vitivinicultura brasileira é um imenso desafio que só consegue ser vencido porque conta com pessoas que tem grande paixão por aquilo que fazem, que trazem o vinho nas suas histórias, que são abnegados na busca do melhor para consolidar um trabalho que se destacada a cada safra que passa. Um Brinde ao vinho brasileiro”, concluiu João.


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Um Economista Falando Sobre Justiça
20/11/2020 | 11h13
ARTIGO EXCLUSIVO PARA O BNB- BLOG NINOBELLIENY
Por Cláudio Chequer*
 
Recentemente, o colunista do Jornal O Globo, Carlos Alberto Sardenberg, jornalista que admiro, escreveu um artigo duro contra a Justiça Brasileira, intitulado de “Justiça Absurda”.
 
O eminente jornalista abordou um caso recente julgado pelo Superior Tribunal de Justiça – STJ e que envolveu uma moradora de um condomínio no Guarujá, litoral de São Paulo, e seus filhos, que foram proibidos de frequentar a piscina, o salão de festas e a brinquedoteca do condomínio onde moravam em razão da inadimplência com o condomínio, cuja dívida já havia alcançado a vultosa cifra de 290 mil reais.
No STJ, pela sua Quarta Turma, tendo como relator o Ministro Luís Felipe Salomão, a proibição aplicada pelas instâncias inferiores foi afastada.
 
Apesar de a moradora está inadimplente desde 1998 e possuir bens suficientes em valores que superam 2,5 milhões, o STJ, por unanimidade, decidiu que o condomínio não poderia impor aquelas restrições à moradora e seus filhos, sob o argumento de que tal restrição ao uso da piscina viola o direito à propriedade e à dignidade humana.
A crítica feita pelo jornalista à decisão proferida pelo STJ é severa. Na opinião do profissional, a decisão causa perplexidade: a moradora nunca paga condomínio e a justiça ainda foi capaz de lhe garantir o direito de nadar na piscina dos outros que pagam.
 
Segundo o autor da crítica, “a justiça brasileira manipula o conceito de direito de propriedade com frequência, passando por cima de leis e contratos, com o objetivo de ‘fazer justiça, objetivo vago, que varia conforme a orientação doutrinária e ideológica do juiz’”.
Sinceramente, creio que jornalistas que falam de Economia, em regra, não conseguem entender bem como deve funcionar o sistema jurídico brasileiro.
 
Hoje, a melhor intepretação do nosso arcabouço jurídico coloca a Constituição da República no centro de gravidade do ordenamento jurídico, impondo uma interpretação constitucionalizada aos demais ramos do Direito. Se durante o Positivismo Jurídico, tínhamos uma separação quase que absoluta entre o direito público e o direito privado, apresentando-se o Código Civil como a Constituição do Direito Privado e a Constituição da República como a Constituição do Direito Público, não havendo comunicação entre Constituição da República e Direito Privado, hoje, diante do Pós-Positivismo, a Constituição está no centro, na parte mais importante de um ordenamento jurídico único, sendo, assim, lido o Código Civil e todos os demais ramos do Direito sobre uma filtragem hermenêutica constitucional.
 
Antes, não havia comunicação entre Direito e Moral, mas, hoje, essa comunicação fluída e permanente entre Direito e Moral é feita pelos princípios constitucionais, que não são regras, mas princípios, aplicando-se a eles não a vertente interpretativa do tudo ou nada, mas sim a ideia de ponderação de valores, que deve levar em consideração todas as circunstâncias do caso concreto e restringir quando necessário, no mínimo possível, um direito fundamental.
 
Se o intérprete do Direito deve levar em consideração o conteúdo de contratos e leis, também deve interpretar esses contratos e leis sob a ótica dos princípios constitucionais, fazendo, obrigatoriamente, uma leitura constitucionalizada dos contratos e das leis. Os economistas, em geral, não entendem bem isso.
 
No caso concreto, o Código Civil já estabelece claramente uma sanção para o condômino inadimplente, norma ressaltada pela decisão do STJ. No caso, esse condômino poderá ficar automaticamente sujeito aos juros moratórios convencionados ou, não sendo previstos, ao de um por cento ao mês e multa de até dois por cento do débito (parágrafo primeiro do art. 1336 do CC); seu direito de participação e voto nas decisões referentes aos interesses condominiais poderá ser restringido (art. 1335, III, do CC); é possível incidir para ele a sanção do art. 1337, caput, do CC, sendo obrigado a pagar multa em até o quíntuplo do valor atribuído à contribuição para as despesas condominiais, conforme a gravidade da falta e a sua reiteração; poderá haver perda do imóvel, por ser exceção expressa à impenhorabilidade do bem de família (Lei n° 8.009/90, art. 3°, inciso IV).
Diante de todas essas sanções, o que se questiona é o seguinte: poderia, no âmbito da discricionariedade do condomínio em impor sanções, o condomínio prever a proibição do uso de determinadas áreas comuns de caráter supérfluo pelo condômino inadimplente. Apesar da controvérsia doutrinária e jurisprudencial existente em torno do tema, o STJ disse, acertadamente, que não.
 
Para o STJ, “a autonomia privada da assembleia geral, quando da tipificação de sanções condominiais, por se tratar de punição imputada por conduta contrária ao direito, na esteira da visão civil-constitucional do sistema, deve receber a incidência imediata dos princípios que protegem a pessoa humana nas relações entre particulares, a reconhecida eficácia horizontal dos direitos fundamentais, que também devem refletir nas relações condominiais para assegurar a moradia, a propriedade, a função social, o lazer, o sossego, a harmonia entre os direitos”.
 
Acrescentou o julgado, mais uma vez de forma acertada e exemplar, que a Constituição Federal, como vértice axiológico de todo o ordenamento, irradiou a incidência dos direitos fundamentais também nas relações particulares, emprestando máximo efeitos aos valores constitucionais.
 
Ora, diante das possibilidades existentes e previstas pelo Código Civil para o caso, conforme narrado acima (da possibilidade de aplicação de multas até a perda da propriedade), e seguindo uma máxima interpretativa da hermenêutica jurídica de que as normas que restringem direitos devem ser interpretadas restritivamente, não comportando exegese ampliativa, aplicando-se, ainda, a linha de raciocínio de que o Código Civil deve ser interpretado a partir de sobre uma leitura constitucionalizada, leitura essa que exige e impõe a dignidade da pessoa humana como fim, não parece razoável impor ao condômino a restrição vislumbrada pelo jornalista como adequada, independentemente de sua destinação (se de uso essencial, recreativo, social, lazer) com o único e ilegítimo propósito de expor ostensivamente a condição de inadimplência perante o meio social em que residem, com ofensa grave dos ditames do princípio da dignidade humana.
 
Por fim, o caso concreto é tão singelo que não houve sequer necessidade de levar em consideração na ponderação feita que o caso concreto envolvia uma viúva com cinco filhos menores que, por motivo de força maior, o falecimento de seu marido, enfrentou sérias dificuldades de gerir os negócios da família, já tendo sido penhorados bens mais do que suficientes para o pagamento da dívida.
 
Diante de todo o contexto fático envolvendo a situação analisada, parece-nos mesmo que jornalistas especializados em Economia não devem desejar interpretar o arcabouço jurídico, sendo necessário ressaltar que não são os juízes, muitas vezes, que impõem em suas decisões uma orientação doutrinária e ideológica, mas sim foi a Constituição Cidadã que fez a opção, expressa, pela dignidade da pessoa humana como valor máximo da ordem jurídica.
*Chequer é Procurador da República. Doutor em Direito Público pela UERJ, Coordenador Acadêmico e Professor do curso de Direito da  UniRedentor/Afya
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Dois Grandes Momentos da UniRedentor/Afya em Itaperuna-RJ
20/11/2020 | 10h44
BNB DE 1ª
NnBllny
O esperado vestibular de Medicina da UniRedentor/Afya, correspondente ao 1ø semestre de 2021, já com as inscrições encerradas, acontece neste sábado. Por causa da pandemia de Coronavirús, vai ser totalmente online, com a duração máxima de 04 horas, período destinado às respostas de 64 questões de múltipla escolha e uma redação.
No site da IES, o conceito da cobiçada graduação  é assim descrito: O curso de Medicina da UniRedentor, associa inovação e tecnologia para a formação de um profissional com perfil de atenção integral à saúde da população, por meio da atenção básica até o atendimento especializado.
Atua com intervenção antecipada em áreas de maior vulnerabilidade e práticas de habilidade técnicas visando à formação completa do profissional. Ao longo do curso, o aluno estuda assuntos como Bioquímica, Anatomia, Fisiologia, Embriologia, Ética Médica, Patologia, Farmacologia, entre outros, que são também em laboratórios especializados.
Com um projeto pedagógico totalmente alinhado à legislação da educação superior e aos atos normativos do MEC e do CNE, o curso de Medicina na Uniredentor, conta com12 semestres, totalizando 8.250 horas de aula, e foi desenvolvido especialmente para você, com base em três diretrizes:
ATITUDE SOCIAL
 Na recente quarta-feira, 18/11, a UniRedentor/Afya, representada pelo reitor Joaquim Cunha e o pró-reitor de graduação Arthur Rodrigues, entregou cestas básicas à organização não-governamental FNCC-Frente Nacional de Combate ao Câncer, entidade sem fins lucrativos, cuja missão é dar assistência a pacientes com câncer e às suas famílias. A diretora administrativa lda uniRedentor Márcia Mota também participou da cerimônia de doação.
A filial da FNCC em Itaperuna foi fundada em 22/05/214 e tem feito um notável trabalho.A UniRedentor/Afya consciente  do papel social que ocupa no ambiente regional, mais uma vez participa de atividades solidárias.
Diretoria da FNCC, reitor Joaquim Cunha e diretor Arthur Rodrigues
Diretoria da FNCC, reitor Joaquim Cunha e diretor Arthur Rodrigues
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Deputado Quer Anular Eleições
17/11/2020 | 17h18
O deputado federal Daniel Silveira-PSL, protocolizou Notícia-Crime na PGR-Procuradoria Geral da República para abertura de inquérito depois, de segundo ele, o sistema ter sido invadido e travado, e oficiou ao ministro Barroso pedido de anulação do resultado oficial e convocação de novas eleições.
Abaixo e documentação da NC e Ofício ao TSE-Tribunal Superior Eleitoral:
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Sobre o autor

Nino Bellieny

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