Sete Bilhões de Reais serão investidos no Porto do Açu
03/05/2018 | 11h05
O Porto do Açu acaba de assinar um megacontrato com a GNA-Gas Natural Açu, que tem como parceiras, Siemens, BP e Prumo Logística, em um aluguel de área para a construção de termelétricas e de um terminal de regaseificação de GNL.
A 1ª fase prevê o aluguel de 805 mil m², pelo período de 23 anos, renováveis por mais 25 anos, para a instalação das duas termelétricas que terão capacidade total de 3GW. De acordo com o contrato, a primeira térmica terá área de 378 mil m², com uma opção de expansão em 426 mil m² para implantar a segunda unidade.
O acordo também inclui o uso da Molhe Norte do Terminal 2 do Porto do Açu para o desenvolvimento de um terminal de regaseificação de GNL, com capacidade inicial suficiente para atender às demandas de fornecimento de gás natural das usinas termelétricas.
A 2ª fase prevê até 3 termelétricas adicionais, alinhadas com a capacidade de geração de energia licenciada pela GNA, de 6,4GW, e que permite o desenvolvimento de projetos termelétricos adicionais no futuro
A GNA investirá mais de R$ 7 bilhões no desenvolvimento das duas termelétricas e do terminal de regaseificação (GNL). A 1ª térmica está prevista para iniciar a operação em 2021, e a 2ª em 2023. A negociação entre o Porto do Açu e a GNA começou em 2017, quando a GNA garantiu contratos de fornecimento de energia para a rede energética brasileira.Digite um texto ou endereço de um site ou traduza um documento.
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Novidade do Governo Federal no Porto do Açu
26/04/2018 | 03h57
Ministério dos Transportes apresenta projeto Porto sem Papel no Complexo Portuário do Açu
Sistema já usado em portos públicos promete otimizar procedimentos de estadia dos navios nos terminais do país


São João da Barra, 25 de abril de 2018 – O Porto do Açu está organizando três encontros voltados para apresentação do sistema Porto sem Papel, em São João da Barra. O projeto, criado pelo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil em 2011, permite reunir, em um único meio de gestão, informações e documentações necessárias para agilizar a análise e liberação de navios e mercadorias. A ferramenta, já utilizada nos portos públicos do país, visa desburocratizar procedimentos de estadia dos navios também nos terminais privados, além de aumentar a eficiência e modernizar a gestão portuária. O sistema está sendo apresentado dentro do Complexo Portuário do Açu pelo próprio Ministério dos Transportes.

Para o gerente de Operações da Porto do Açu, Marcelo Patrício, o evento desta semana é importante para a interação da comunidade portuária como todo: “Além de absorver os procedimentos e orientações sobre o projeto, o nosso objetivo ao realizar estes encontros dentro do Porto do Açu é também promover uma troca de experiências e conhecimentos entre os representantes do Complexo e os anuentes”, ressaltou.

Ontem, no primeiro encontro, estiveram presentes no Centro de Visitantes do Porto do Açu representantes dos anuentes (Capitania dos Portos e ANVISA). Hoje, foi a vez dos agentes marítimos que atuam no Complexo Portuário. Amanhã, no último dia de evento, representantes dos terminais instalados no empreendimento receberão as orientações para implantação do Porto sem Papel.

Para o analista em Tecnolgia da Informação do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Petterson Costa, os encontros são importantes também para aprimorar o sistema criado pelo órgão: “É uma forma de trazer orientações e segurança para os usuários finais do Porto sem Papel e também uma oportunidade de aproximação, de perceber os anseios e necessidades da comunidade portuária, que servem de subsídios para a evolução do sistema”, afirmou.


Mais informações:
- Bárbara Bortolin - [email protected] /
(21) 3725-8028 / (21) 98141-9143

- Fernanda Corrêa – [email protected] /
(22) 2133-1230 / (22) 99712-7143
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Zona de Processamento de Exportação é Aprovada em São João da Barra
07/12/2017 | 08h15
Conselho aprova criação de ZPE do Açu em São João da Barra
Decreto de implantação deve ser publicado ainda este ano. Área, da Codin, tem 185 hectares.
 O Estado do Rio de Janeiro ganhará uma Zona de Processamento de Exportação (ZPE). Nesta quarta-feira, o Conselho Nacional das ZPEs aprovou a criação da área de livre comércio no Distrito Industrial de São João da Barra. A ZPE irá ser submetida à sanção presidencial visando a promulgação do decreto de criação, o que deve ocorrer ainda este ano. Após a criação, o Governo do Estado do Rio de Janeiro lançará edital para selecionar uma empresa para implantar e administrar a ZPE.
A área destinada à ZPE é formada por terrenos da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin) e tem, no total, 185 hectares. A escolha da região se deve à sua proximidade com o porto e porque a área já dispõe de infraestrutura (energia, saneamento etc) necessária para a implantação. Inclusive, já há uma empresa, de rochas ornamentais, interessada em se instalar na área.
O secretário de Estado da Casa Civil e Desenvolvimento Econômico em exercício, Alberto Mofati, comemorou a notícia e destacou o momento de virada econômica na atração e implantação de novos empreendimentos para o Estado: “O Governo do Estado está empenhado na criação da ZPE que contribuirá ainda mais para o desenvolvimento da região norte fluminense. É uma oportunidade de retomar a atração de investimentos e gerar emprego industrial no Estado, além de contribuir para o fortalecimento econômico da região”, destaca Mofati. O secretário salienta ainda que, com a instalação da ferrovia Rio-Vitória solicitada pelos Governos do Rio e do Espírito Santo, a logística da ZPE beneficiará a atração de empreendimentos para a área.
 
Sobre ZPE
As ZPEs são áreas de livre comércio com o exterior destinadas à instalação de empresas voltadas para a produção de bens. As empresas localizadas na ZPE têm que destinar, pelo menos, 80% da produção para o mercado externo, podendo comercializar internamente os 20% restantes, desde que paguem impostos. Entretanto, tramita no Congresso um projeto de lei para aumentar para até 40% a cota de mercadorias oriundas das ZPEs destinadas ao mercado nacional. Atualmente há 25 ZPEs com instalação autorizada no Brasil.
Fonte- SedeisRJ
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Comitiva Capixaba Visita o Porto do Açu
01/12/2017 | 12h33

 Representantes de 20 empresas capixabas foram recebidos, ontem, no Porto do Açu. A comitiva, organizada pela Fundação das Indústrias do Espírito Santo (FINDES), conheceu a infraestrutura do Porto e as demandas das empresas instaladas no empreendimento. O grupo visitou os terminais de Minério de Ferro (Ferroport), de Petróleo (T-OIL) e Multicargas (T-MULT), além da área destinada aos clientes. Durante o encontro, os empresários tiveram a oportunidade de se apresentar e mostrar seus serviços e produtos. As empresas do Complexo Portuário também apresentaram suas necessidades.

Para Rafael Pinho, consultor comercial do Porto do Açu, esta troca é positiva para ambos os lados: “O nosso objetivo é estreitar o relacionamento das empresas em operação no Porto com empresas que têm experiência no mercado. É identificar os empresários que têm potencial para se tornar possíveis fornecedores do Complexo ou, até mesmo, para se instalar futuramente no empreendimento”, afirmou Pinho.

Ao final da visita, os empresários puderam detalhar os seus serviços para as áreas de Suprimentos das empresas instaladas no Porto. A intenção foi viabilizar, a partir desta primeira visita, a possibilidade de novas parcerias comerciais.

Para o gerente de Suprimentos da TechnipFMC, Marco Perez, o evento foi muito proveitoso. “É extremamente válido este tipo de encontro, porque ele propicia uma ampliação da relação comercial entre cliente e fornecedor. Nós tivemos a oportunidade de conversar com cada empresa interessada e o nosso comprometimento é apresentá-las a nível de América Latina, estendendo seus serviços às demais unidades da TechnipFMC”, garantiu.

O vice-presidente da FINDES, Luiz Toniato, acredita que o encontro é uma oportunidade de criar condições para gerar futuros negócios: “Este intercâmbio é proveitoso tanto para as empresas do Espírito Santo, que puderam expor o seu potencial, quanto para as empresas instaladas no Porto, que passam a contar com um conjunto de possíveis fornecedores gabaritados, que já atuam para grandes companhias do setor”, ressaltou.
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