Deputado Itaperunense Assina Convênios para Regiões Norte-Noroeste
25/12/2019 | 00h11
Jair Bittencourt em assinatura de convênio: “Saúde não pode mais esperar”

O vice-presidente da Alerj- Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, deputado Jair Bittencourt, participou, juntamente com o secretário de Saúde do estado, Edmar Santos, e o governador, Wilson Witzel, da assinatura de convênios com municípios do Noroeste Fluminense para a realização de obras e compra de materiais para a Saúde.

Os convênios foram assinados com os prefeitos de cidades como Aperibé, Miracema, Porciúncula, São José de Ubá, Itaperuna, Cardoso Moreira, Bom Jesus do Itabapoana, Santo Antônio de Pádua, Natividade e Varre-Sai.
Assessoria JB


- Essa é mais uma vitória do nosso trabalho para o interior. Temos plena consciência de que a Saúde não pode mais esperar! Quem chega a um serviço de saúde precisa receber efetivamente o atendimento a que tem direito como cidadão.– declarou Jair Bittencourt.


Direto da Assessoria do Deputado


5 anexos
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Breve História do Curso de Comandos do Exército Brasileiro
24/12/2019 | 23h40
Extraído na íntegra do site ciopesp.eb.mil.br
No Brasil, no século XVII, por volta do ano de 1624, durante as invasões holandesas, os colonos nativos foram levados a estruturar um sistema de defesa peculiar. Da união de civis e militares, sob o comando do Bispo Dom Marcus Teixeira, organizaram-se as “Companhias de Emboscadas”. Dentre os muitos brasileiros que participaram nas ações contra os invasores, destacou-se o Capitão Francisco Padilha. Brasileiro nativo, participou de diversos enfrentamentos contra os flamengos (holandeses).
 
Emboscou pessoalmente o governador holandês Van Dorth, ferindo-o e derrubando-o do cavalo para, em seguida, a pé e em rápida ação, degolá-lo com um golpe único. Por seus feitos heroicos na defesa da Pátria e por ser considerado um dos pioneiros das atividades tipo “Comandos” no Exército Brasileiro, o Capitão Francisco Padilha foi escolhido como Patrono dos Comandos.
O Curso de Comandos surgiu da criação do Estágio de Comandos dentro do currículo do Curso de Forças Especiais. Na época, isso visava facilitar a participação de não paraquedistas. Foi feito a partir do currículo do “Ranger Curse” – Departamento de Rangers em Fort Bening, Geórgia. Só depois de alguns anos é que foi destacado como um curso independente.
 
 
MISSÃO
 O Comandos tem como missão realizar ações de captura, resgate, eliminação, interdição e ocupação de alvos compensadores do ponto de vista estratégico, operacional ou tático, situado em área hostil ou sob controle do inimigo, em tempos de paz, crise ou conflito armado, visando contribuir com a consecução de objetivos políticos, econômicos, psicossociais ou militares.
Para cumprir tais missões, o batalhão é moldado de forma a ter garantidas as seguintes possibilidades: - realizar infiltrações e exfiltrações terrestres, aéreas e aquáticas; - atuar em qualquer ambiente operacional, particularmente em regiões semi-áridas, de montanha, de planalto e de selva; - conduzir o fogo terrestre, aéreo e naval; - participar em conjunto com outras FOpEsp, de operações contraterrorismo e de guerra irregular; - realizar operações contra forças irregulares; - realizar operações de reconhecimento especial, principalmente em proveito próprio; - realizar outras operações de inteligência de combate; - assessorar outras forças quanto ao emprego dos elementos operacionais de Comandos.
REQUISITOS
Ser voluntário, do sexo masculino e ter requerido a inscrição dentro do prazo vigente; Se oficial, ser 2º Tenente, 1º Tenente ou Capitão de carreira das Armas, Quadro de Material Bélico, Serviço de Intendência e Serviço de Saúde; Se praça, ser 3º Sargento ou 1º/2º Sargentos, de carreira, das Qualificações Militares de Subtenentes e Sargentos (QMS), Combatente e Logística, e estar, no mínimo, no comportamento 'Bom'; Ser voluntário para servir no Cmdo Op Esp; e estar, no mínimo, há um ano na OM.
A FACA NA CAVEIRA
 Este é o símbolo da tropa de Comandos do Brasil. A caveira simboliza a morte, que está sempre presente em uma Ação de Comandos. A faca com a lâmina vermelha significa o sigilo de uma missão dos Comandos e o sangue derramado pelos combatentes. O fundo verde representa as matas do Brasil, e o negro é a noite escura, momento ideal para a execução de uma Ação de Comandos.
 
 EM BREVE O BNB TRARÁ MAIS MATERIAL DE ALTO VALOR PARA OS INTERESSADOS EM UM DOS MAIS DIFÍCEIS CURSOS DE AÇÕES DE COMANDO DO MUNDO.
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Guarus, a Nova Potência Econômica de Campos
24/12/2019 | 21h04
BNB NEGÓCIOS
Conforme publicado aqui no BNB em 1ª Mão há 2 meses, Campos dos Goytacazes vai ter de uma só vez, duas concessionárias famosas em uma mesma megaloja e pela 1ª vez em Guarus. O famoso  lado esquerdo da Planície passou a ser visto com olhos de maior sabedoria econômica já faz tempo, mas a inauguração de um shopping center e um supermercado, deram a virada de chave que faltava.
Agora é a vez em janeiro de 2020, da abertura da Yatta Caoa Chery ( já existente em Itaperuna) e da Mitsubishi Motors, em um terreno de 3.600 m2 com área já em construção, de 1.400 m2, às margens da BR-356, próximo da Termoelétrica de Furnas.
Na Caoa Chery, Gabriel Peixoto, uma lenda no ramo de automóveis, continua a parceria iniciada em Itaperuna com uma outra lenda, esta dos negócios imobiliários, Oswaldo Miranda.
Foto Spy
Gabriel e Oswaldo
Gabriel e Oswaldo / Foto Spy
 
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La Visita De La Muerte
24/12/2019 | 20h39
BNB CRÔNICA
NinoBellieny
A gente perde a quem ama, perde muitos e nunca aprende, vai perder e desaprender, vai corroer as veias, em vez de sangue, ferrugem líquida, em vez de coração batendo, será coração sentindo punções, à cada segundo uma dor maior até ser tudo dor e somente dor, sem tamanho e com todos os sentidos.
A gente vai ter todas as lembranças, das mais frescas como alface recolhida na horta às mais enterradas como um caroço de abacate esperando um dia ser abacateiro, as dores serão em cada respirar, no corpo todo, e nada nem ninguém nem palavras conseguirão deter, dirão que tudo passa, que a vida é forte, dirão mantras, cantos, rezas, frases feitas e bobagens, mas a gente nem ouve, a gente nem sabe se houve passado, se há presente, se virá o futuro, porque agora tudo para e nem quem já sentiu a dor da perda poderá nos dizer...
toda ela é diferente, inteira ela é vórtice, vácuo, pressão, opressão, onda e arrebentação. E enquanto houver corda no relógio ela irá durar para sempre e mais meia-hora. E o relógio não tem corda, nem bateria. É feito de pesadelo.
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Confiança e Credibilidade
24/12/2019 | 20h10
BNB ARTIGO
Por Leandro Bazeth Levone*
 
Quem tem mais virtude? Você por ser confiável ou eu por confiar em você?
 
A pergunta acima é a base do relacionamento entre as pessoas. Veja que ela é difícil de ser respondida exatamente porque as duas partes têm que ter a virtude da confiança para que um relacionamento seja realmente possível e duradouro. Você tem que ser confiável, mas eu também preciso confiar.
 
Confiança exige crédito, que é acreditar, ou seja, novamente, confiar. Sem confiança todo o relacionamento humano se rompe.
 
E se você pensar bem quase tudo o que fazemos exige confiança. O empregador confia que o trabalhador cumpra suas tarefas e o empregado confia que o patrão cumpra suas obrigações e o respeite como ser humano. O aluno confia que a escola lhe dê uma educação de valor e os professores confiam que os alunos façam a sua parte estudando, participando e se interessando por aprender.
 
É assim em tudo na vida. Pensem em um casamento. Pensem nos filhos. Quanto um filho tem que confiar em seus pais e quanto os pais têm que confiar em seus filhos! Sem confiança é impossível imaginar instituições sociais sólidas e perenes. Quando você contrata um serviço confia que o prestador irá entregar o que foi contratado. Quando votamos, confiamos que aquele que escolhemos irá cumprir com sua palavra e com suas promessas.
 
Assim, as perguntas que temos que nos fazer constantemente são: sou confiável? As pessoas podem realmente confiar em mim? Cumpro a minha palavra? Cumpro minhas obrigações?
 
Cumpro horários e prazos? Ajudo? Colaboro? Participo? Faço mais do que a simples obrigação? Sou uma pessoa realmente honesta e ética? E ainda: confio nas pessoas? Perdôo?
 
Ajudo as pessoas a serem mais confiáveis? Lembre-se que sem confiança os relacionamentos humanos, pessoais ou comerciais não podem dar certo. É preciso ter credibilidade, ser confiável e confiar.
 
Fica a Dica: Confie e Seja confiável.
 
Vamos refletir sobre isso!!!
 
*Leandro B. Levone é educador e gestor universitário
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A Exterminadora de Maridos
20/12/2019 | 02h23
BNB Criminal
LIZZIE HALLIDAY: A PIOR MULHER DA HISTÓRIA
Por ALANA SOUSA 
Em 21 de junho de 1894, o mundo se deparava com o primeiro caso de uma mulher condenada à morte na cadeira elétrica. Tratava-se de Lizzie Halliday, serial killer que atuou durante o final do século 19, tendo matado pelo menos cinco pessoas — e suspeita de muito mais. Após sua morte, o The New York Times a descreveu como: a pior mulher do mundo.
 
Eliza Margaret McNally nasceu em 1859, na Irlanda, e ainda criança mudou-se com a família para os Estados Unidos. Aos 20 anos, casou-se pela primeira vez. Seu marido, Charles Hopkins, morreu dois anos depois em circunstâncias misteriosas. E Lizzie fugiu com outro homem. Após um ano, o veterano de guerra, Artemus Brewer, também foi encontrado morto.
Seu terceiro companheiro, Hiram Parkinson, a abandonou em pouco tempo. A mulher então selou matrimonio com um parceiro de guerra de Brewer, George Smith. Nos primeiros meses da relação, Lizzie tentou matar Smith colocando arsênico em seu chá, vendo seu plano falhar, a psicopata decidiu ir embora de Nova York. Reapareceu em Vermont, casada com Charles Playstel. Por razões desconhecidas, ela desapareceu duas semanas depois.
 
 
Foi encontrada na Filadélfia, estava vivendo com a família McQuillan, que havia sido vizinha de seus pais na Irlanda. A vida parecia mais calma para Lizzie, sob o nome Maggie Hopkins ela montou uma pequena loja, na qual trabalhava diariamente. Até que ela resolveu incendiar o estabelecimento para coletar o dinheiro do seguro.
 
A pior mulher do mundo
 
Pelo crime de incêndio, Lizzie cumpriu pena de dois anos na Penitenciária Oriental, na Filadélfia. Ao ser liberada, ela procurou moradia novamente em outro lugar, dessa vez o local escolhido foi a cidade de Newburgh, no Condado de Orange, Nova York.
 
Lá, a homicida conheceu o viúvo Paul Halliday, que morava com os filhos. Inicialmente, Lizzie trabalhava na casa de Halliday como empregada doméstica, mas a relação logo se tornou amorosa e seu hábito bizarro voltou a marcar presença.
 
Lizzie fugiu com um vizinho, dessa vez levando consigo alguns cavalos, que havia roubado. Mais tarde, Halliday diria que o casamento deles foi marcado por “feitiços de insanidade” da esposa. A mulher foi enviada para um asilo, mas logo convenceu o marido a libertá-la.
 
Fora da casa de repouso, a serial killer realizou um de seus piores atos. Colocou fogo no celeiro da casa, matando um filho de Paul — que sofria de doença mental, e era maltratado pela madrasta —. Após o crime, Paul desapareceu, e Halliday afirmou para os vizinhos que o marido tinha feito uma viagem de última hora.
 
Os crimes
 
Desconfiados da história, os moradores da região decidiram comunicar as autoridades, que emitiram um mandado de busca na propriedade dos Halliday. Em 4 de setembro de 1891, Ao vasculhar a casa, os policiais se depararam com uma cena brutal.
 
No celeiro, foram encontrados os corpos de Margaret e Sarah McQuillan. As mulheres que haviam dado abrigo para Lizzie na Filadélfia haviam sido baleadas. Sob as tábuas do piso da residência foi descoberto o cadáver mutilado de Paul Halliday.
 
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Poster de Lizzie / Crédito: Wikimedia Commons
Levada sob custódia, a serial killer se comportava de maneira anormal. Rasgava as próprias roupas e falava de maneira incompreensível. Os detetives, no entanto, acreditavam que ela apenas estava fingindo insanidade.
 
Acusada de assassinato Lizzie esperou julgamento na prisão de Sullivan County, em Monticello, Nova York. Sua estadia no local foi marcada por ações turbulentas. Durante os meses em cárcere a criminosa se recusava a comer, incendiava a cama na qual dormia, tentou diversas vezes se enforcar e chegou a cortar a garganta, para, segundo ela, “ver se sangrava”.
 
Popularidade e sentença
 
O caso de Lizzie Halliday foi noticiado pelos maiores jornais dos EUA, como The New York Times e New York World. Em entrevista para a jornalista Nellie Bly, Lizzie afirmou ter matado os primeiros maridos, e ainda mencionou o nome de outro parceiro, até então desconhecido, cujo corpo ela contou que havia conseguido esconder.
 
A cobertura da saga da serial killer era tão intensa que histórias sensacionalistas começaram a aparecer. Logo, a irlandesa foi ligada aos crimes de Jack, o estripador. “Suspeitamos que esta criatura misteriosa tenha sido relacionada com os horríveis assassinatos de Whitechapel”, escreveu o Daily Times.
 
 
Hospital Estadual Matteawan para os Criminosos Insanos / Crédito: Wikimedia Commons
 
 
Até que em junho de 1894, a assassina foi julgada e sentenciada à cadeira elétrica. Foi o primeiro caso no qual uma mulher foi condenada a morte por eletrocussão. Pouco tempo depois, após o diagnóstico de insanidade ser revelado, o governador de Nova York, Roswell P. Flower, mudou a condenação de Halliday para prisão perpétua.
 
Lizzie foi enviada para o Hospital Estadual Matteawan para os Criminosos Insanos. Na instituição a homicida passou o resto da vida (morreu apenas em 1918), mas não deixou de cometer pelo menos mais um crime brutal: em 1906, esfaqueou 200 vezes, com uma tesoura, a enfermeira Nellie Wickes.
 
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A Condessa Sangrenta, Alejandra Pizarnik (2011)
 
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Arquivos Serial Killers. Made in Brazil e Louco ou Cruel, Ilana Casoy (2017)
 
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Elizabeth Báthory, a Condessa Sangrenta - Wikimedia Commons
Crimes
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A Nobreza do Barão de Lantier
19/12/2019 | 23h28
COLUNA DE VINHOS
Por JOÃO RICARDO RODRIGUES
 Hoje vamos falar um pouco da história da vitivinicultura no Rio Grande do sul.
 A década de 70 foi um marco importante na viticultura brasileira, nessa época o Brasil vivia o “milagre brasileiro” com obtenção de expressivas taxas de crescimento o que chamou a atenção de grandes empresas estrangeiras do ramo de bebidas como a Martini & Rossi, Heublein, Forestier, Cinzano, Chandon, Almadém e outras.
 Com expertise na área e poder econômico, elas fizeram aquisições, implantaram novas técnicas de cultivo e negociação; como a reconversão do sistema latada para espaldeira, incentivaram o plantio de castas europeias, concederam incentivos monetários aos agricultores sob a forma de bônus acima do preço básico da uva para que seguissem prescrições técnicas no cultivo e na colheita, todas essas mudanças resultaram em uma melhora nos processos do cultivo e da elaboração dos vinhos brasileiros é nesse contexto que vamos falar do nosso vinho de hoje, o Barão de Lantier.
  
Na época a Martine & Rossi possuía a divisão De Lantier, sediada em Garibaldi – RS, então comandada pelo enólogo Adolfo Lona, argentino formado em enologia pela Escola Don Bosco em Mendoza, em 1978 se propuseram a elaborar um tinto de guarda no estilo dos grandes vinhos de Medoc na região de Bordeaux, elaborado com as cepas típicas dessa região como a Cabernet Sauvigon e Merlot, envelhecido em tonéis de carvalho ao estilo bordales.
   
Para se ter uma ideia do desafio, naquela época não existia Cabernet Sauvignon no Brasil e muito menos era utilizados barris de carvalho de qualidade
A De Lantier somente lançou o seu primeiro Baron de Lantier em 85 que foi elaborado com a utilização de diversas inovações para a época; amadurecidos com barricas de carvalho francês, utilização de tanques de aço inox, mudas de videiras importadas da França e, muito importante, um sistema de incentivo ao viticultor que remunerava pela qualidade das uvas.
 
 
Propaganda antiga do Baron De Lantier
 
 
Segundo o enólogo Adolfo Lonas os seguintes fatores foram decisivos para o sucesso do Baron de Lantier que foi produzido de 1985 à 2002 com destaques para os anos de 1991 e 1999 quando foi lançado o Baron de Lantier Grand Millésime.
 Cadastro de produtor e cadastro de propriedade: Foi um levantamento que permitiu conhecer e controlar cada um dos talhões cultivados por nossos fornecedores. Cada parcela era medida, seu solo analisado e todos os pés plantados rigorosamente controlados em relação a origem do material, sanidade, tratos e produtividade. Lembro que muitos destes cadastros foram feitos pelo laboratório enológico que tinham Fábio e Adriano Miolo, jovens que se iniciavam na enologia e agora personagens da vitivinicultura brasileira moderna.
As planilhas permitiam controlar a produtividade baixa por pé de modo a garantir o máximo de maturação possível.
Programa de colheita e transporte das uvas: Agrônomos controlavam a evolução da maturação das uvas, determinavam o momento exato da colheita e fiscalizavam a forma correta de transporte até a cantina quando eram imediatamente processadas. Era necessário encurtar ao máximo o tempo da colheita e processamento.
Maceração: A Martini foi a primeira empresa em utilizar os maceradores rotativos que atuam como grandes betoneiras e que fazem a extração lenta e delicada dos componentes da cor, sem machucar a pele, sem retirar componentes indesejados.
Controle de extração de componentes: Usando a espectrofotometria conhecíamos o tipo e a evolução da retirada dos diferentes componentes como antocianos e taninos. Esta fase é vital porque determina a capacidade de guarda do futuro vinho. Não é qualquer vinho que “sobrevive” a anos de maturação em carvalho e envelhecimento na garrafa.
Maturação em carvalho: Neste item também a Martini foi pioneira porque foi a primeira vinícola a importar barricas de carvalho francês de 225 litros. Decidimos pelas francesas após um ano de testes comparativos com as de carvalho americano. A diferença é notória em termos de elegância e presença sutil da baunilha.
Tempo de maturação: Inicialmente estimada entre 8 e 10 meses, foi diferente de ano para ano. Não éramos nós que determinávamos, era o vinho. O de 1991 permaneceu por 18 meses. Foi necessário esse tempo para domá-lo.
Envelhecimento: Fase fundamental para dar complexidade aromática e maciez gustativa. Nesta o vinho “era esperado”, não havia prazos. Novamente o 91 foi o mais aguardado, somente chegou ao início do ciclo de consumo dois anos depois de engarrafado.
Em 1991 a Bacardi que não tinha tradição na produção de vinhos comprou a Martine e devido essa falta de expertise acabou direcionando os seus recursos para outros setores, levando a venda da De Lantier em 2005 para a Vinícola Perine. 
 O Vinho
Baron De Lantier, Cabernet Sauvignon, 1987.
 Primeiramente gostaria de ressaltar que a experiencia abaixo relatada visava somente verificar a em qual situação se encontrava o vinho depois de 32 anos.
 A garrafa permaneceu todo esses anos guardada em adega apropriada na posição deitada, ao pegar a garrafa foi observado diminuição do liquido, provavelmente absorvido pela rolha, por isso optei por utilizar um saca- rolhas de lâmina, para retirar a rolha com o mínimo de risco de danifica-la e para minha surpresa, estava em um estado muito bom de conservação, atestando a qualidade dos insumos utilizados pela De Lantier. A rolha estava completamente molhada, mas mantinha a consistência.
 
 
 
 
Como o vinho já se encontrava com uma idade bem avançada 32 anos e provavelmente a oxigenação iria causar uma degradação rápida, optei por não decantar e deixei uma taça para ver o efeito dessa interferência.
 
 
A cor, com muitos reflexos laranjas e limpidez muito boa.
 
 
 
 
 No nariz, terra molhada, ainda alguns aromas de frutas, compota de fruta negras, couro e uma madeira leve.
Na boca a surpresa. o vinho estava ainda vivo mesmo com 32, logicamente no seu auge, maduro e redondo, excelente acidez, leve madeira, taninos estavam ali e secou a minha boca, persistência boa e um final longo.
 A taça que ficou na aeração comprovou o que eu já esperava, a degradação foi rápida, 2 hs após o vinho já tinha perdido quase todas as suas características.
Enfim foi uma agradável experiencia em conhecer a história desse vinho que está ligada ao desenvolvimento da vitivinicultura no Brasil, em especial na região da Serra Gaúcha e a comprovação que podemos sim elaborar grandes vinhos.
 Parabéns à equipe da De Lantier pelo brilhante trabalho realizado.
 Nota da Coluna: O enólogo Adolfo Lona, atualmente é proprietário da Adolfo Lona Vinhos e Espumantes, localizada em Garibaldi, Serra Gaúcha, Rio Grande do Sul.
 
 
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Odontologia em casa, como é possível?
17/12/2019 | 18h43
BNB SAÚDE
 Odontologia domiciliar: uma mudança de paradigma
Por Patrícia Ferreira de Assis Souza*

A falta de conhecimento dos profissionais e familiares a respeito desse tipo diferenciado de se praticar Odontologia, faz com que muitos problemas decorrentes da cavidade bucal interfiram na saúde geral (sistêmica) na maioria dos pacientes que utilizam esse tipo de serviço individualizado .

Realizar a odontologia domiciliar com responsabilidade é fugir dos padrões de formação do cirurgião-dentista, ou seja, o atendimento odontológico a esses pacientes é caracterizado pela adaptação ao seu ambiente com todas as dificuldades possíveis no intuito de proporcionar a saúde como um todo.

O atendimento desses pacientes em domicílio surge como uma odontologia ALTERNATIVA, como mais uma DIFERENCIAÇÃO PROFISSIONAL que o cirurgião-dentista CAPACITADO pode atuar.

O maior público alvo desse tipo de atendimento são os idosos (semi e dependentes) em domicílio, pacientes portadores de necessidades especiais impossibilitados de se adaptarem ao consultório e pacientes hospitalizados (UTI, enfermaria) que necessitam da manutenção da saúde bucal como parte integrante da saúde geral .

O cirurgião-dentista nesse tipo de atendimento deve ter o conhecimento geral do paciente, ou seja, saber dos seus problemas sob os aspectos biológico, clínico, histórico, psicológico, econômico e social, preocupando-se em integrar o atendimento odontológico ao contexto social e familiar, caráter humanista.

A importância do aprendizado das demais áreas envolvidas no tratamento da saúde do paciente é de vital responsabilidade do cirurgião-dentista para possíveis interações profissionais com médicos (geriatras, psiquiatras, clínicos gerais...), psicólogos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, assistentes sociais, cuidadores e, principalmente, a família.

Saber das principais patologias envolvidas nesses pacientes suas características, bem como dos fármacos e suas implicações na saúde bucal.
*Dra Patrícia Ferreira de Assis Souza
CRO 45125
Graduada Endodontia Graduanda Odontologia Hospitalar Diabéticos, Hipertensos,PNE,Oncológicos,Uti, Cardiopatas,Gestantes,Transplantados. Dona de um Consultório Portátil vai aonde o paciente precisar
 
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Ensino Superior de Campos e Itaperuna com Nota Máxima no MEC
13/12/2019 | 06h54
BNB EDUCAÇÃO
Somente 1,7% dos cursos avaliados pelo MEC em 2018 obtiveram a nota máxima, 5, nos índices que medem a qualidade da educação no país, tanto em instituições públicas quanto privadas. 
As informações  são do CPC-Conceito Preliminar dos Cursos, que integra o Sinaes-Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior, ao lado do IGC-Índice Geral dos Curso. Eles foram divulgados ontem, 12/12. pelo MEC-Ministério da Educação e pelo Inep=Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (
 Itaperuna e Campos se destacaram em 3 cursos:
Administração- Faculdade Redentor de Campos
Ciências Contábeis- UniRedentor Itaperuna
Tecnólogos- Faculdade Redentor de Campos
Todos do Grupo Redentor de Ensino, resultado de um trabalho intenso em todos os conceitos pedagógicos e de muita atenção ao universitário. A UniRedentor termina o ano festejando mais uma conquista 
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Vereador se Elege Presidente da CM pela 5ª Vez
12/12/2019 | 18h31
BNB em 1ª MÃO
Eleito para o período de um ano, o máximo que cada presidente pode exercer alternadamente, Ériques Lopes da Silva, o Mineirinho, do PMN-Partido da Mobilização Nacional, ganhou com unanimidade os votos dos 11 vereadores da cidade de Natividade-RJ e mais uma vez vai dirigir a Câmara Municipal, depois de uma eleição rápida e tranquila na tarde de hoje.
Em seu 3º mandato, estabelece o recorde de 5 presidências.
Ériques Mineirinho Lopes da Silva
Ériques Mineirinho Lopes da Silva
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TSE Confirma Cassações de Prefeita e Vice de Italva
12/12/2019 | 14h09
BNB de 1ª
O TSE-Tribunal Sªuperior Eleitoral confirmou, na sessão de hoje, quinta-feira, 12 de dezembro, as cassações dos diplomas da prefeita de Italva (RJ), Margareth de Souza Rodrigues (PP), e do vice-prefeito, Bruno Silva de Souza (PV), por compra de votos nas Eleições de 2016. Os ministros determinaram a execução imediata da decisão, assim que seja publicado o acórdão, com a comunicação ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) para que providencie novas eleições para os cargos no município.
 
Durante a sessão, o Plenário negou, por unanimidade de votos, provimento ao recurso ajuizado pela prefeita cassada e manteve a decisão do TRE do Rio de Janeiro, tomada no processo. No julgamento de um recurso referente a uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) proposta por Leonardo Rangel, adversário de Margareth na disputa, a Corte Regional manteve as cassações da prefeita e do vice-prefeito por considerar que eleitores receberam dos candidatos vantagens pessoais em troca de votos, como o pagamento de exame médico e promessa de emprego.
 
Ao rejeitar os argumentos preliminares e o mérito do recurso dos políticos atingidos, o relator, ministro Og Fernandes, afirmou que o Tribunal Regional comprovou a prática de compra de votos pelos candidatos eleitos.
Na operação de busca realizada, às vésperas do pleito, no comitê de campanha situado na residência da candidata, o ministro informou que os fiscais apreenderam: 204 bonecas, diversas cópias de títulos eleitorais, documentos de identidade, contas de energia elétrica de eleitores, entre outras peças.
“Percebo que os autos contêm provas robustas dos atos de captação ilícita de sufrágio [compra de votos]”, afirmou Og Fernandes, destacando que o material coletado revela fortes indícios de oferecimento de vantagens em troca de votos.
 
No julgamento do caso, ocorrido em outubro de 2018, o TRE fluminense entendeu que, nos termos do parágrafo 1º do artigo 41-A da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/97), para caracterizar a conduta ilícita de compra de votos, não é necessário o pedido explícito de votos, bastando que se evidencie o dolo.
 
No final do julgamento desta quinta (12), o Plenário do TSE revogou a medida de tutela que mantinha Margareth Rodrigues e seu vice na Prefeitura até o exame do recurso pela Corte Eleitoral.
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Inauguração de Atacadista Nacional em Campos
12/12/2019 | 03h44
BNB NEGÓCIOS
Criada em 1974 em São Paulo=SP, por Rodolfo Jungi Nagai, o Assaí Atacadista, inaugura dia 17 de dezembro próximo, às 09h, a 1ª unidade em Campos dos Goytacazes, na Av. Nilo Peçanha, nº 479, no Parque Santo Amaro.
Confirmaram  presença o presidente do Assaí Atacadista, Belmiro Gomes e o diretor da Regional Rio, Moacir Sbardelotto.
No ano de 2016 o Assaí  ficou em 53ª posição no ranking  "Melhores & Maiores", da Revista Exame, como a maior em vendas líquidas, ultrapassando 2,5 bilhões de dólares. Com a de Campos,  serão 151 lojas por todo o país em ritmo crescente.
BNB com informações de  Rafael Canellas/ Approach Comunicação, e outros.
 O 1º a falar sobre a vinda para a Planície foi o bem-informado Christiano Abreu na edição de seu blog AQUI
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Armas Taurus Se Espalham Pelo Mundo
11/12/2019 | 23h36
A Era Taurus Armas Chegou Para Ficar?
Análise de Roberto Calafa
 
tecnodefesa.com.br
Compilação e análise: LRCA Consulting ([email protected])
As profundas transformações na empresa, o novo cenário político, econômico e social brasileiro, a entrada em operação da nova fábrica nos Estados Unidos, a real possibilidade do estabelecimento de uma fábrica na Índia e a agressiva conquista de importantes mercados internacionais têm tudo para tornar a próxima década uma era de ouro na história da companhia. Nesse cenário, não seria exagero afirmar que, para a empresa, essa poderá ser uma verdadeira Era Taurus.
 
 
A nova Taurus Armas
O parceiro estratégico – CBC Brazil
A primeira surpresa diz respeito aos seus atuais acionistas controladores, que estão promovendo transformações radicais na empresa desde 2016.
 
 
 
Em fevereiro de 2015, após a aprovação do CADE, a CBC – Companhia Brasileira de Cartuchos – passou a exercer seus direitos como controladora da Forjas Taurus, resultado de um movimento que teve início em 2014 com a compra de ações da companhia e, posteriormente, com um processo de aumento de capital.
 
Com este fato, a Taurus começou a contar com o suporte de uma poderosa e experiente parceira, além de ter acesso direto e privilegiado à imensa rede de países e organizações que são clientes dessa empresa global.
 
A gama abrangente de produtos da CBC é exportada para mais de 130 países, atendendo às necessidades dos mercados militar, policial e comercial.
 
A empresa é hoje uma das maiores fornecedoras de munição para a OTAN e forças aliadas em todo o mundo, tendo sua sede e três unidades de produção no Brasil (onde são feitos os produtos Magtech), duas fábricas na Europa – MEN na Alemanha e Sellier & Bellot na República Tcheca – e uma subsidiária em Minnesota – Magtech USA, que atua como distribuidor mestre para o mercado dos EUA.
 
 
 
A CBC é considerada uma das maiores corporações de munição do mundo, com uma experiência combinada de mais de 300 anos na fabricação de calibres pequenos e médios. Juntas, as operações da companhia empregam mais de 3.500 trabalhadores qualificados e produzem mais de 1,7 bilhão de cartuchos de munição a cada ano.
 
No ano de 2016, foi realizada uma cisão parcial da CBC e a transferência das ações de emissão da Taurus para a TaurusPar Participações S.A. (nova denominação da CBC Participações S.A.), que é a atual controladora com 52,67% do capital social da Taurus.
 
 
 
 
A nova Taurus – uma grande e conceituada multinacional
A segunda surpresa diz respeito à própria empresa.
 
 
 
Exportando para mais de 100 países e empregando cerca de 2 mil pessoas, a companhia sediada em São Leopoldo-RS é hoje uma multinacional com fábricas no Brasil e nos Estados Unidos. Das 4,6 mil armas fabricadas por dia, 85% são vendidas no exterior.
 
Líder mundial na fabricação de revólveres e uma das maiores produtoras de pistolas do mundo, a Taurus é também a quarta marca mais vendida no exigente mercado dos EUA.
 
A pistola G2C, produzida em São Leopoldo, é a mais vendida nos Estados Unidos; no mundo, são mais de 2 milhões de unidades comercializadas.
 
 
Policiais conhecendo a G2C: grande interesse pelas novas pistolas Taurus.
Além de armas curtas (revólveres e pistolas), fabrica submetralhadoras, fuzis, carabinas, rifles e espingardas para os mercados militar, policial e civil, representando um mix completo onde a qualidade está em primeiro plano.
 
A empresa já recebeu mais de 30 prêmios internacionais em reconhecimento pelo seu elevado padrão de qualidade e inovação, como o “American Hunter Handgun of the Year 2019”, considerado uma das premiações mais importantes da indústria de armas dos Estados Unidos.
 
 
 
Além disso, possui 54 patentes, incluindo aquelas depositadas fora do Brasil.
 
A reengenharia promovida desde 2016 Principais medidas
A robusta reengenharia promovida na filosofia empresarial e nos processos tecnológicos, operacionais e administrativos, implementada desde 2016 pelos novos controladores, sob a orientação da Galeazzi & Associados (a partir do final de 2017), transformaram radicalmente a “velha” Taurus.
 
 
 
A empresa atuou de forma decisiva na redução de custos e desperdícios, realizando análises dos giros de estoques de matérias primas e maior frequência de inspeção para redução de perdas, bem como constantes auditorias e identificação de oportunidades com fornecedores e outros parceiros.
 
O moderno mix de armas, especialmente as desenvolvidas a partir de 2017, tem foco no tripé Inovação, Tecnologia e Qualidade. Neste último quesito, a empresa estabeleceu padrões superiores às normas técnicas exigidas pelo mercado internacional.
 
 
 
 
Pistolas Taurus em exposição.
 
 
Em termos operacionais, as diversas mudanças focaram em oferecer produtos de qualidade, com tecnologia incorporada, competitivos no mercado mundial e que proporcionem maior rentabilidade para a operação.
 
Foram adotados e desenvolvidos processos operacionais eficientes e robustos, proporcionando estabilidade na produção. Hoje, não há interferência de colaboradores no ajuste de peças na montagem das armas, de modo que o processo de produção garante a máxima qualidade.
 
Em 2018, a companhia realizou a requalificação dos fornecedores, desenvolveu mais de 74 novos produtos, promoveu mais de 100 demonstrações em feiras e eventos diretamente ao mercado policial e militar, e deu início à construção de uma nova unidade fabril na cidade de Bainbridge, localizada no estado americano da Georgia (EUA), para onde transferirá, com muitas vantagens, a fábrica situada em Miami, na Florida.
 
 
 
Em julho de 2018, a dívida bruta da empresa, de cerca de R$ 900 milhões, foi totalmente renegociada e reperfilada, possibilitando que o débito fosse parcelado em cinco anos, com um ano de carência e juros 50% menores, com impacto positivo para a Taurus de aproximadamente R$ 120 milhões em encargos no prazo de cinco anos.
 
Para colaborar neste processo, a empresa colocou novas ações no mercado e pôs à venda um terreno em Porto Alegre e uma fábrica de capacetes no Paraná.
 
O desinvestimento nos dois ativos (venda dos terrenos) pode abater cerca de R$ 150 milhões do endividamento; o aumento de capital através da emissão bônus de subscrição pode proporcionar um aumento de capital de até R$ 402 milhões.
 
 
 
 
As captações (somente com as ações no mercado) até R$ 300 milhões serão utilizadas para redução de dívida. Acima deste valor, 50% poderá reforçar o caixa e 50% reduzirá a dívida da companhia. b. Um novo nome para uma nova empresa Em janeiro último, a antiga Forjas Taurus passou a se chamar Taurus Armas.
 
A mudança faz parte do processo de reestruturação que a empresa está vivendo, baseado no tripé estratégico “rentabilidade sustentável, qualidade dos produtos e melhora dos indicadores financeiros e operacionais”, e colabora para a nova fase da companhia.
 
Além disso, está em linha com a estratégia da empresa de focar no seu core business – a produção e venda de armas, bem como com o desenvolvimento de novos produtos a fim de atender as necessidades do mercado, principalmente dos Estados Unidos – seu maior cliente, mas sem esquecer a abertura de novos mercados, tais como Ásia, Oriente Médio, África e América Latina.
 
 
 
 
Resultados: lucros e satisfação
Em consequência dessas e de outras medidas, após seis anos de prejuízos, a companhia obteve, no primeiro trimestre de 2019, receita operacional líquida de R$ 252 milhões e lucro líquido de R$ 4 milhões, números bem melhores que os do mesmo período de 2018.
 
A empresa é geradora de caixa operacional, com margem bruta de cerca de 36,5% e margem Ebitda acima de 15%, percentuais muito superiores à média das empresas de capital aberto do mesmo segmento no mundo.
 
 
 
Os problemas que aconteciam até 2017 já pertencem ao passado. Hoje, o padrão de qualidade é reconhecido em níveis internacionais, o corpo de funcionários está feliz porque recebe o salário em dia e sabe que não vai ter problema algum, e os clientes são atendidos prontamente, estando muito satisfeitos.
 
 
Uma SMT9-C, sem coronha, sendo disparada em regime de tiro automático (cadência cíclica: 700-800 tiros/min), podendo ser vistos vários dos estojos ejetados voando. O carregador curvo é próprio das armas em calibre 9x19mm. (Imagem: Ronaldo Olive)
Potencial desperta o interesse do maior investidor pessoa física do Brasil
O potencial da empresa despertou o interesse de Luiz Barsi Filho, considerado o maior investidor pessoa física do Brasil, com mais de um bilhão de reais (2018) investidos na bolsa de valores, levando-o a adquirir mais uma parcela substancial de ações da empresa no final de 2018 e outra recentemente, totalizando 3.251.700 ações preferenciais, representando 8,37% das ações PN, além de 250 mil ordinárias.
 
O megainvestidor costuma declarar que “Eu não invisto em ações como essência. Invisto em projetos empresariais com perspectivas de serem bem-sucedidos. Ação é uma maneira de participar desses projetos”.
 
 
 
Nome e sobrenome
 
 
Um dos maiores responsáveis pelos novos e promissores rumos da Taurus tem nome e sobrenome de peso no mercado de armamento: Salesio Nuhs (Vice-Presidente Comercial e de Relações Institucionais da CBC, que ocupava também o cargo de Vice-Presidente de Vendas e Marketing da Taurus desde que a CBC adquiriu o seu controle), promovido ao cargo de Diretor Presidente em janeiro de 2018.
 
Experiente, dinâmico e proativo, o executivo atua há 29 anos no segmento de armas e munições e é importante referência nesse mercado, possuindo um amplo e profundo conhecimento de sua operação e dos mercados brasileiro e internacional, tendo assim sólida preparação e credibilidade para conduzir a reestruturação e o crescimento sustentável da Taurus.
 
É também presidente da Taurus Holdings, Inc. (“Taurus USA”), da Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições – ANIAM desde 2012 e membro do Conselho Consultivo do Sistema de Fiscalização de Produtos Controlados do Exército Brasileiro.
 
 
 
O Brasil pós flexibilização das normas para armas – um mercado de R$ 12 bilhões Potencial explosivo de R$ 12 bilhões
Os decretos do presidente Jair Bolsonaro, que flexibilizam radicalmente as regras para o registro, aquisição e porte de armas, poderão se constituir em um divisor de águas para a Taurus, pois a nova norma possibilitará à empresa expandir exponencialmente as vendas no Brasil. Vale lembrar que, atualmente, apenas 15% de toda a produção de armas da companhia é destinada ao mercado nacional e que a demanda reprimida é enorme.
 
Se as vendas no Brasil crescerem conforme se espera, poderão ser atendidas com tranquilidade, pois a empresa possui capacidade de produção para suprir plenamente a nova demanda.
 
 
 
Uma ampla e ágil rede de distribuidores, pontos de venda e assistência técnica treinada em todo o território nacional, além de uma equipe de instrutores credenciados e de peças de reposição rapidamente acessíveis, fazem com que, no médio prazo, a Taurus tenha vantagens difíceis de superar por qualquer futura concorrência que venha a se estabelecer no Brasil.
 
Estudos feitos por lobistas do setor indicam que até 6 milhões de brasileiros – caçadores, atiradores, colecionadores e cidadãos de bem (para a legítima defesa pessoal, da família e da propriedade) – estariam dispostos a adquirir uma ou mais armas.
 
É um mercado com potencial explosivo que pode render R$ 12 bilhões e representa aumento de 10 vezes em relação ao total de armas oficialmente legalizadas por cidadãos no Brasil.
 
 
 
Cenário político atual
Os sucessos e insucessos políticos, acontecidos desde a publicação da primeira edição do “Decreto das Armas” em janeiro, tornam possível verificar que a resistência de diversos senadores e deputados às novas normas estão mais na forma com que estas foram “impostas” e em alegadas irregularidades legais, do que na maior parte do conteúdo em si.
 
Assim, acredita-se que essas resistências possam ser contornadas mediante uma ação política inteligente, coordenada e abrangente por parte do Governo e dos congressistas aliados, especialmente se os novos Decretos forem transformados em Projeto de Lei (PL), já que, sendo submetida ao crivo dos congressistas, a matéria perderia seu viés impositivo e seria devidamente adequada às normas legais vigentes.
 
A firme intenção do Governo é manter as linhas básicas dos Decretos relativas à posse e ao porte de armas, embora seja esperado que, durante os trâmites políticos, tenha que fazer algumas concessões para poder aprovar a matéria.
 
A questão dos CACs (caçadores, atiradores esportivos e colecionadores) e o ingresso de indústrias estrangeiras tende a ser consenso para a maioria dos congressistas não engajados ideologicamente com partidos de esquerda, já que tais partidos, em princípio, são contrários a qualquer proposta de flexibilização.
 
Os principais óbices que poderão ser motivo de supressões, emendas e discussões estão relacionados às categorias que teriam direito ao porte, aos calibres e tipos de armas permitidos e à quantidade máxima de munição anual possível de ser adquirida.
 
Além de as principais normas continuarem em vigor hoje, a primeira grande vitória já foi obtida com a rápida aprovação no Senado do PL que libera o porte de armas para quem, maior de 21 anos (antes era 25), tem domicílio rural, e em toda a extensão da propriedade (antes, somente na sede).
 
 
 
Somente este fato já tem potencial suficiente para causar um significativo aumento de demanda no mercado interno, haja vista o Brasil possuir quase 5,9 milhões de propriedades rurais e mais de 32 milhões de pessoas vivendo no campo. Seja qual for o projeto final aprovado pelo Congresso, acredita-se que o Presidente Bolsonaro deva imprimir sua marca pessoal na matéria, determinando ao Ministro da Justiça que a Polícia Federal seja mais flexível e rápida na apreciação das solicitações legais que lhe forem feitas, agilizando registros e portes.
 
Bolsonaro foi enfático ao afirmar, após a votação no Senado em 18 de junho, que “… Eu, como presidente, isso vai ser atenuado, porque vou determinar junto ao ministro Sergio Moro, que tem a PF abaixo dele, para a gente não driblar, e não dificultar quem quer, porventura, ter arma em casa”.
 
Por fim, satisfeitos os egos políticos dos congressistas e atendido o que eventualmente possa ser levantado pelo STF, acredita-se que as normas sejam definitivamente flexibilizadas, em consonância com vontade da maioria dos brasileiros, expressa através do Referendo de 2005 e da eleição de Bolsonaro/Mourão em 2018.
 
Tal fato, realmente, tenderá a se constituir em um divisor de águas para a Taurus no Brasil, possibilitando à empresa expandir sua as vendas para muito além dos 15% de hoje.
 
 
 
Cenário político adverso também beneficiaria a Taurus
Mesmo que o cenário político se torne adverso, é importante ter em conta que o mercado nacional da empresa ainda assim seria beneficiado, pois, com a discussão pública, uma grande parte da população tomou conhecimento que poderá adquirir uma arma dentro das normas anteriores aos Decretos, coisa que pensava ser impossível.
 
Tal fato poderá ser potencializado caso o Presidente Bolsonaro cumpra o que afirmou acima e flexibilize as normas da Polícia Federal, o que é de se esperar. Continuariam a valer também as regras anteriores que, na prática, dificultam muito o estabelecimento das grandes fábricas de armas no Brasil.
 
 
 
Megalicitação de 106 mil pistolas calibre 9mm
O padrão de qualidade hoje reconhecido internacionalmente, a produção em território nacional por empresa brasileira credenciada como EED (Empresa Estratégica de Defesa) e um suporte completo proporcionado pela imensa e capilarizada rede de apoio já estabelecida, podem ser fatores decisivos para o resultado da megalicitação que está sendo preparada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública para a aquisição de 106 mil pistolas calibre 9mm, que serão distribuídas à Força Nacional e às policias civil e militar dos estados.
 
Mercado interno – 1º Trimestre de 2019 teve incremento de 13,6% nas vendas
No 1º Trimestre de 2019, as vendas no mercado interno totalizaram 25 mil unidades, volume 13,6% superior ao 1T18. A exemplo do observado no mercado norte americano, o aumento das vendas é indicativo da retomada da credibilidade da marca, resultado do atual posicionamento estratégico da Companhia, que inclui apresentar ao mercado lançamentos que incorporam tecnologia e qualidade.
 
A nova fábrica nos EUA – maior presença onde está o maior consumo
A nova e moderna planta fabril da Taurus Holdings, Inc. (“Taurus USA”) na Georgia, que começará a produzir parcialmente em setembro próximo e, a pleno, no início de 2020, possibilitará um importante incremento produtivo, pois a unidade terá capacidade de produção de até 800 mil armas/ano, dobrando a atual capacidade produtiva nesse país.
 
Além disso, a empresa se beneficiará das facilidades operacionais, comerciais, fiscais e logísticas que esse estado americano oferece, reduzindo custos e aumentando a rentabilidade da operação.
 
Investir nos EUA representa reforçar a presença onde está o consumo, pois esse é o maior mercado mundial para armas leves, com demanda maior do que a oferta local. 6. Ásia, África, Oriente Médio e América Latina – um potencial de milhões de consumidores.
 
 
 
“Make in India” – o limiar de uma nova era
Em fevereiro deste ano, a Taurus assinou um memorando de entendimentos, não vinculante, para permitir o estudo de viabilidade da constituição de uma joint venture na Índia, com uma grande empresa do ramo siderúrgico local.
 
O objetivo, se obtidas todas as autorizações estatutárias e legais, será a fabricação e a comercialização de armas no território indiano, de acordo com programa denominado “Make in India”, que visa desenvolver a indústria bélica local.
 
A partir da assinatura do memorando do documento, as partes terão até 180 dias para concluir os estudos de criação da joint venture e o plano de negócios a ser desenvolvido.
 
Durante este período, a empresa local participará das licitações com os produtos Taurus para as Forças Armadas e Policiais e será estabelecida a participação de cada uma das partes envolvidas, bem como as demais condições para efetivação da joint venture.
 
O segundo país mais populoso do mundo (1,37 bilhão de pessoas) é considerado também uma das maiores potências militares do planeta, atrás apenas dos EUA, Rússia e China.
 
 
 
Com mais de 1,3 milhão de homens e mulheres a serviço da nação, a Índia possui a quarta maior força militar do mundo em termos de efetivo, segundo levantamento da Global Firepower, estando entre as mais bem equipadas do Terceiro Mundo.
 
Seu orçamento de defesa gira em torno de 55 bilhões de dólares. Na área de Segurança Pública, a Índia possui 1,4 milhão de policiais e cerca de 7 milhões de agentes de segurança particulares, sendo um dos países do mundo em que o efetivo de agentes de segurança pertencentes às empresas particulares do setor supera em muito o efetivo policial.
 
Seja como for, os números de agentes e policiais armados impressionam. Assim, se consumada essa ambiciosa joint venture, a Taurus Armas terá um novo e imenso mercado a explorar.
 
Além disso, a fabricação e a comercialização de armas nesse país contarão com todos os benefícios proporcionados pelo suporte fornecido pela parceria com uma grande empresa local.
 
Filipinas
Ainda no mercado asiático, através da empresa importadora Trust Trade (braço da multinacional paquistanesa Gigi Industries Inc.), a Taurus firmou contrato com a polícia das Filipinas para a venda inicial de 10.000 pistolas TS9, modelo desenvolvido para uso policial e militar, que atende aos mais exigentes padrões de qualidade e segurança do mundo.
 
As armas passaram por rígidos testes de aprovação, incluindo teste de resistência de 20.000 disparos sem apresentar nenhuma falha.
 
 
 
A polícia das Filipinas é composta por cerca de 200 mil policiais, o que pressupõe um contrato grande e de longa duração.
 
Bangladesh
Em maio último, a Taurus ofereceu treinamento aos integrantes da Bangladesh Air Force – BAF. A ação ocorreu junto à entrega de pistolas PT57SC e submetralhadoras SMT 9mm, no primeiro negócio fechado junto à Instituição, através da Direção-Geral da Defesa (DGDP) daquele país. A BAF possui um efetivo de 22 mil militares.
 
 
 
Oriente Médio, África e América Latina
Além do impressionante mercado asiático, a Taurus investe também na ampliação dos mercados do Oriente Médio e da África, para onde já exporta regularmente seus produtos, com ênfase para os setores de defesa e policial de países como Omã, Marrocos, Argélia, Tunísia, Bahrein e Emirados Árabes.
 
Em 2018, dentro desse foco especial, a companhia fez importantes vendas para países situados nesses continentes e ampliou a receita das exportações – sem considerar as vendas nos EUA – em 44% ante o ano anterior.
 
Na América Latina, em maio último, a Taurus venceu uma concorrência internacional para fornecimento de 4 mil armas a um país vizinho. A disputa envolveu grandes fabricantes internacionais de armas.
 
A Era Taurus
As profundas transformações na empresa, o novo cenário político, econômico e social brasileiro, a entrada em operação da nova fábrica nos Estados Unidos, a real possibilidade do estabelecimento de uma fábrica na Índia e a agressiva conquista de importantes mercados internacionais têm tudo para tornar a próxima década uma era de ouro na história da companhia.
 
Nesse cenário, não seria exagero afirmar que, para a empresa, essa poderá ser uma verdadeira Era Taurus.
 
 
 
 
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Morro do Côco e Região Ganham Jornal
11/12/2019 | 21h52
BNB COMUNICAÇÃO
A quase sempre esquecida região norte do município de Campos dos Goytacazes, ganhou na última sexta-feira um jornal mensal, O Negócio.
Editado e produzido por uma equipe de profissionais a partir de Morro do Côco,  o órgão é muito bem vindo e circula também em Santo Eduardo, Santa Maria e Espírito Santinho, ( batizados de Polígono dos Santos pelo mestre jornalista Orávio de Campos), além de Vila Nova, Conselheiro Josino, ( até hoje sub-distrito vilanovense, mas merecendo ser elevado na categoria), e São Joaquim, no vizinho município de Cardoso Moreira.
A seguir, imagens feitas por Dielly Rangel, da festa de lançamento do JON- Jornal O Negócio, em Morro do Côco, um dos mais antigos distritos de Campos dos Goytacazes. 
Cláudia Gomes e o morrocoquense da gema Chico dos Correios Tavares
Cláudia Gomes e o morrocoquense da gema Chico dos Correios Tavares
 O casal Mateus Barros e Cláudia Gomes
O casal Mateus Barros e Cláudia Gomes
Os sócios de O Negócio  Esquerda para a direita: Cláudia Gomes, Adenilto Andrade, Maiara Barros e o Adriano Carvalho
Os sócios de O Negócio Esquerda para a direita: Cláudia Gomes, Adenilto Andrade, Maiara Barros e o Adriano Carvalho
Equipe de apoio ao evento
Equipe de apoio ao evento
Capa do 1º exemplar
Capa do 1º exemplar
O JON é feito por:
Cláudia Gomes - Diretora de Jornalismo
Adenilto Andrade - Diretor Comercial
Maiara Barros - Diretora de Relacionamento com clientes
Thiago Barreto - Diretor de Artes
Dielly Rangel - Fotografia
Adonis Teixeira - Assistente Comercial
Fábio Santos - Assistente Comercial
Gabriel Azevedo - Assistente de Redação
Fabricyo Silvestre - Colunista
Sérgio Rocha Lima - Colunista
João Carlos Campista - Colunista
Eliana Barbosa - Revisora
O jornalista Alberto Rodolfo, criador do 1º jornal impresso de Morro do Côco, O Panorama, no final dos Anos 1970 esteve no lançamento, a convite da diretoria do JON.
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Clube de Futebol Realiza Peneira em Itaperuna
11/12/2019 | 11h31
O Ypiranga Esporte Clube da cidade capixaba de Marataízes, convoca novos talentos para uma peneira nos dias 14 e 15 em Itaperuna. A ideia é contratar jogadores das categorias Sub 20, Sub 23, além de 7 atletas acima de 23 anos. O técnico Fabio Lobão é quem vai escolher.
 
Peneiras:
 
Série B profissional,
 
Campeonato Capixaba 2020.
 
Copa São Paulo 2021.
 
Campeonato Mineiro 2020 sub 20.
 
 
 
Local da Avaliação: Centro Poliesportivo Itaperuna/RJ
 
Endereço: Ria Erbert Vasconcelos Pinheiro Dias, número 101, Cidade Nova, Itaperuna RJ.
 
Data 14 e 15 de Dezembro, 2019.
 
Sábado Horário: 15:00h
 
Domingo: 9:00h.
 
Valor inscrição: 100.00
 
Material: Chuteira, meião e shorts preto, camisa branca, caneleiras.
 
Documentos: cópia certidão Nascimento, identidade, atestado médico.
Informações: WhatsApp 21-964609336, Fabio Lobão.
QUEM É FÁBIO LOBÃO 
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Pedofilia em Campos dos Goytacazes e Miracema
11/12/2019 | 11h13
BNB 
Começou hoje manhã bem cedo a 2ª fase da Operação Imperium, com 81 mandados de busca e apreensão em todo o Estado do Rio contra suspeitos de pedofilia.
Campos dos Goytacazes e Miracema estão na rota da PCERJ. Basta a pessoa ter um celular ou qualquer outro equipamento contendo imagens de pedofilia e pornografia infantil para tipificação do crime.
A 1ª fase da operação ocorreu em agosto.
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Campista Ganha Comenda do Ministério Público
10/12/2019 | 21h08
BNB 1ªMÃO
O promotor público Cláudio Henrique da Cruz Viana, campista da gema,  recebe nesta sexta-feira, 13 de dezembro, o Colar do Mérito do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.
FotoArquivoPessoal
Fac-Símile de Doc.Original
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Faça Igual a Todos e Será Igual. É o que você deseja?
10/12/2019 | 15h58
BNB ARTIGO
QUEM QUER DA UM JEITO, QUEM NÃO QUER DA UMA DESCULPA!
Por Leandro Levone*

Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes. Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo. Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo.

O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem. Mas para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial. Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados. Não se compare à maioria, pois, infelizmente ela não é modelo de sucesso. Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão se divertindo. Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão. Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.

A realização de um sonho depende de dedicação. Sonhar nos motiva; Sonhar nos direciona; Sonhar faz a vida ter sentido; Sonhar faz a vida ter sabor; Sonhar nos dá um senso de propósito; Sonhar faz parte da nossa condição humana. Através dos sonhos gerados no coração de homens e mulheres, Deus pode promover grandes mudanças.

Há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão, e a ilusão não tira ninguém de onde está. Em verdade, a ilusão é combustível dos perdedores.

· Quem quer fazer alguma coisa, dá um jeito.
· Quem não quer fazer nada, dá uma desculpa.

É fato. Não adianta ficar inventando desculpas pra si mesmo para justificar o ato (ou a falta dele) de outra pessoa.

Ah, mas ele deve ter pego trânsito, o celular não pega onde ele está, não respondeu a mensagem porque estava muito ocupado, ele trabalha muito, Ei, para de se enganar, ok? O fato é que ele NÃO quis e ponto final.

Quando queremos, de verdade, sempre arrumamos um jeito.

Viramos o mundo de ponta cabeça para trocar o plantão, colocamos o chip no celular do amigo quando ficamos sem bateria, pagamos o dobro para pegarmos um táxi e chegar à tempo, atravessamos a cidade para conseguirmos pegar o último ônibus que já estava com o motor ligado, deixamos para trás a festa de aniversário do melhor amigo, pedimos dinheiro emprestado até para quem não gosta da gente.

Quando você QUER, você FAZ acontecer. E faça mesmo!

É muito bom quando a gente quer muito uma coisa e temos que virar o mundo pra baixo para conseguir, porque a satisfação de estar ali, dentro daquele último ônibus que você só conseguiu pegar porque saiu correndo, é única, merecedora de um espaço em alguma cena de novela.

Agora quando você NÃO quiser o melhor a fazer é simplesmente falar que NÃO QUER A sinceridade, é uma virtude. Em vez de você ficar inventando um milhão de desculpas, nada melhor do que dizer que simplesmente não está afim. É mais BONITO.

Quem quer da um jeito. Quem não quer da uma desculpa.

João 3.16 “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.

Na Bíblia em especial, o premio é dado a quem da um jeito de vencer:

Carta à igreja de Éfeso At. 2.7 Ao vencedor, dar-lhe-ei que se alimente da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus.

Carta à igreja de Esmirna At. 2.11 O vencedor de nenhum modo sofrerá dano da segunda morte.

Carta à igreja de Pérgamo At. 2.17 Ao vencedor, dar-lhe-ei do maná escondido, bem como lhe darei uma pedrinha branca, e sobre essa pedrinha escrito um nome novo, o qual ninguém conhece, exceto aquele que o recebe.

NÓS PERTENCEMOS A UMA GERAÇÃO DE VENCEDORES

Todos podem duvidar do seu sucesso, menos você. Você nasceu para vencer. Dê um jeito de ser um vencedor.

Temos sempre diante de nós muitos desafios a serem vencidos.

Novos projetos, novos sonhos. Crises que precisam ser vencidas. Desafios a serem superados em todas as áreas: Financeira, saúde, conjugal, familiar, espiritual, profissional, etc...

Veja em cada um desses desafios, uma oportunidade para mostrar o seu valor, sua fé e sua capacidade de reação e para demonstrar a todos o Deus forte que você serve.

Você tem duas opções:

· Dar um jeito e vencer
· Ou dar uma desculpa e sair derrotado.

O Maior sinal de derrota é quando já não se crê na vitória.

Não há vitórias sem conflitos, nem arco-íris sem nuvens e temporais.

Se não há inimigo, não há luta; se não há luta, não há vitória; se não há vitória não há coroa.

Deus nos dará a vitória se formos à luta.

No dia da vitória não se sente a fadiga.

A arte de vencer se aprende nas derrotas.

Muitos em vez de irem à luta preferem dar uma desculpa.

Noventa por cento dos fracassos ocorrem com pessoas que costumam sempre apresentar desculpas.

Quem se desculpa quase sempre se acusa.

- "Comprei um sítio e tenho de dar uma olhada nele. Peço que me desculpe”.

- "Comprei cinco juntas de bois e preciso ver se trabalham bem. Peço que me desculpe”.

- "Acabei de casar e por isso não posso ir”.

Vamos pensar numa desculpa que você já ouviu alguém dizer:

Não tenho dinheiro, sou muito moço, sou muito velho, Está muito frio, está muito quente, não tenho estudo, não sou pago para fazer isso, é obrigação de outro, ganho pouco, não posso dar o dízimo, etc...

Deus não quer que você dê desculpas, e sim que você de um jeito.

Alguns exemplos Bíblicos:

O Cego de Jericó

Lucas 18.39 As pessoas que iam à frente o repreenderam e mandaram que ele calasse a boca. Mas ele gritava ainda mais: Filho de Davi tenha pena de mim!

Ele não deixou que os críticos e céticos calassem sua boca, enfrentou sua limitações e clamou ainda mais forte. Como resultado, Jesus parou para ouvi-lo.

Ele poderia ter desistido, mas quem quer não desiste, dá um jeito.

A mulher do Fluxo de Sangue

Mt. 9.21 Pois ela pensava assim: "Se eu apenas tocar na capa dele, ficarei curada”.

Foi em busca de sua benção, superou a multidão e conseguiu dar um toque de fé na orla das vestes de Jesus. Como recompensa, foi curada instantaneamente.

Ela poderia ter desistido, tinha todas as desculpas para isso, mas queria dá um jeito.

A cura de um paralítico

Lucas 5. 19 Porém, por causa da multidão, não conseguiram entrar com o paralítico. Então o carregaram para cima do telhado. Fizeram uma abertura nas telhas e o desceram na sua cama em frente de Jesus, no meio das pessoas que estavam ali.

Tanto o paralítico como seus amigos que o levaram foram insistentes, apesar de toda dificuldade encontrada. Eles queriam muito o milagre. Seja Criativo, de um jeito, abra portas aonde não tem.

Não se envergonhe de tomar atitudes que possam parecer estranhas, a recompensa supera todo o esforço.

Dê um jeito, ainda que seja preciso subir numa árvore, ainda que alguém ria de você.

Deus se levanta para abençoar, quando você se levantar para agir e tomar a atitude de dar um jeito.

No antigo Testamento usou todas as formas: Fez alianças, Levantou um povo, Enviou a lei através de Moisés, Usou os profetas e Juízes, Levantou reis como: Davi, mas nada disso resolveu:

Deus podia muito bem ter dado uma desculpa e abandonado o homem para sofrer as consequências dos seus erros nas garras do inimigo.

Mas Deus não queria. Ele nos amou tanto que preferiu dar um jeito:

O Jeito de Deus foi JESUS NO CALVÁRIO.

Foi dolorido, sofreu tentação, sofreu traição, foi escarnecido, foi açoitado, foi coroado com espinhos, pregado no madeiro, derramou todo o seu sangue, seu coração explodiu por causa da agonia.

Ele poderia interromper o sofrimento a qualquer momento.

As milícias celestiais estavam de prontidão.

Mateus 26:53 Você não sabe que, se eu pedisse ajuda ao meu Pai, ele me mandaria agora mesmo doze exércitos de anjos?

Ele não deu desculpas: Deus deu um jeito:

Morreu em nosso lugar, pagou nossa divida, levou sobre ele, nossa culpa, nossas dores e maldições. Desceu ao inferno.

Tomou das mãos do diabo as chaves da morte e do inferno. Venceu a morte. Ressuscitou ao terceiro dia. Está vivo, triunfante, presente aqui. Eles diz para nós:

No mundo tereis aflições, não Desanime, eu venci o mundo.

Estou contigo Todos os Dias até a consumação dos séculos.

A alegria vem pela manhã.

Abandone agora: o medo, a vergonha, a timidez, o cansaço, o desanimo, etc...

Acredite como Josué e Calebe. Grite como o cego de Jericó. Suba no telhado como o aleijado. Suba na Árvore como Zaqueu. Creia em Jesus. Dê o seu jeito de orar mais, de evangelizar, de ler a Bíblia, de acertar sua vida. De aceitar Jesus.

Vamos refletir sobre isso!!!

 

*Professor Leandro Bazeth Levone é Administrador, Diretor na Universidade Estácio, Coach de Carreiras, membro da Sociedade Brasileira de coaching com especialização certificada pela Universidade de Harvard nos EUA, foi Coordenador do MBA em Gestão Pública da CIMPRO, Palestrante, Consultor de Negócios e Consultor Governamental, com Mestrado em Economia Empresarial pela UCAM, é Mestrando em Gestão Regional e Planejamento de Cidades pela UCAM, Mestrando em Negócios Internacionais pela Universidade do Estado da Flórida, sendo aprovado em primeiro lugar em todo o Brasil para cursar este programa de Mestrado, Pós-graduado em Gestão e Desenvolvimento Empresarial pela UFRJ, especialista – pós-graduado em Direito Público pelo IDP – Instituto Brasiliense de Direito Público, pós-graduado - MBA Executivo Internacional em Gestão de Projetos na Fundação Getúlio Vargas e cursa uma pós-graduação em Teologia Internacional.
Foi Secretário Municipal de Administração do Município de Natividade de dezembro de 2005 a julho de 2010, ano em que se tornou Secretário Municipal de Administração, Fazenda e Planejamento em Natividade onde permaneceu até maio de 2015 e é Professor convidado nos cursos de Pós-graduação Lato Sensu – MBA da FACC-UFRJ (Faculdade de Administração e Ciências Contábeis da Universidade Federal do Rio de Janeiro).
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Curso de Direito de Itaperuna em 1º na Região Noroeste
10/12/2019 | 14h35
BNB 1ª MÃO

O Direito da UniRedentor vem fazendo história desde a sua criação e mais uma vez lidera no Ranking dos Aprovados pela OAB na Região Noroeste do Estado do Rio de Janeiro, com os alunos que fizeram o XXIX Exame da Ordem dos Advogados do Brasil, alcançando um total de 41,67% de aprovação.

Com este alto índice de 41,67%, o curso de Direito da UniRedentor consagra o 1º lugar no Noroeste, fica em 5º lugar dentre as particulares e o 12º em todo o Estado do Rio no âmbito geral.

É mais um motivo de comemoração em 2019, um ano fantástico para Uniredentor e uma razão a mais para se escolher o curso de Direito uniredentoriano na hora de se prestar o vestibular que pode ser agendado no site redentor.edu.br
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Diabéticos no Dentista
03/12/2019 | 10h15
BNB Saúde
Artigo de Patricia Ferreira de Assis Souza*
FotoArquivoPessoal
 Além das manifestações sistêmicas, a Diabetes Mellitus, seja ela Tipo 1, Tipo 2 ou Gestacional, também resulta em repercussões sobre a saúde bucal como doença periodontal, xerostomia, hiposalivação, suscetibilidade a infecções, dificuldades na cicatrização, etc. .
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Por isso é necessário procurar o dentista especialista para iniciar um tratamento preventivo, curativo e restaurador. Vale lembrar que muitas vezes a descompensação da Diabetes é devido a problemas dentários, e o tratamento ajuda a estabelecer um controle metabólico. .
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As situações que devem motivar a consulta ao dentista são: gengiva vermelha, inchada, que sangre ou tenha pus, mau hálito inexplicável, dor ao mastigar, dor de dente, boca seca, candidíase e dentes “moles” ou “bambos” com exceção da troca de dentição decídua.
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Fique atento! .
 
 
*A drª. Patrícia, CRO 45125, é Especialista em Endodontia e Pós-Graduanda em ODONTOLOGIA HOSPITALAR .
.Atendimento odontológico especializado e com segurança em pacientes Diabéticos, Hipertensos, Transplantados, Oncológicos, Cardiopatas, PNE, Gestantes de Alto Risco, UTI dentre outras complicações.
Atendimento domiciliar
 Rua Francisco Ventura Lopes 535
Bairro Cidade Nova, Itaperuna-RJ
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Ginecologista é Acusado por 6 mulheres de Abuso Sexual
02/12/2019 | 21h46
DEU NO G1
Nesta segunda-feira (2) mais uma mulher procurou a polícia para denunciar abusos praticados pelo médico Edilei Rosa de Novaes, que atendia no Hospital e Maternidade Santa Fé, em Belo Horizonte.

A nova denúncia, formalizada nesta delegacia, vai fazer parte do segundo inquérito contra médico. Depois da primeira denúncia, outras seis mulheres tiveram coragem de falar e registraram boletim de ocorrência.

O médico Edilei Rosa de Novaes foi preso em flagrante na semana passada por suspeita de importunação sexual contra uma paciente na Maternidade Santa Fé. Na sexta-feira (28), ele pagou fiança e foi solto.

Além de pacientes, funcionárias da Maternidade Santa Fé estão dentre as vítimas. Uma delas contou à polícia que sofreu abuso.

Ela denunciou a conduta do médico ao hospital, mas acabou demitida.

“Eu espero que ele seja preso porque dinheiro não paga o dano que ele fez na minha vida, no meu casamento, na vida dos meus filhos, o drama que ele me trouxe”, disse a vítima.

O Hospital Santa Fé informou que não reconhece a alegação da ex-funcionária sobre a demissão e que o médico continua afastado. A defesa dele disse que está tomando conhecimento dos fatos novos e que vai se manifestar depois de ter acesso aos autos.
Por MG2 — Belo Horizonte
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MP Pede Novo Afastamento de Prefeito
02/12/2019 | 18h53
BNB DE 1ª
 
A 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Ministério Público, do Núcleo Itaperuna, pediu um novo afastamento do prefeito Marcus Vinícius de Oliveira Pinto, recém-retornado ao poder, alegando irregularidades constatadas em processo administrativo que ensejou contratação de um instituto e outros fatores. 
 
O pedido é assinado pelo promotor de Justiça Bruno Menezes Santarém.
PROC. N.º 0002968-56.2019.8.19.0026
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