Autorizada a 2ª Térmica no Porto do Açu
31/07/2018 | 09h31
Ministério de Minas e Energia autoriza implantação de 2º térmica no Porto do Açu

Com geração de 3GW de energia, o Açu se tornará o maior
parque termelétrico da América Latina

 O Ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, assinou hoje, 30, na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN), a autorização para a implantação da Usina Termelétrica GNA II, que será desenvolvida pela empresa Gás Natural Açu (GNA) no Porto do Açu, em São João da Barra (RJ). O empreendimento contará com 1.673 MW de capacidade instalada.

“Estamos conseguimos avançar no sentido de garantir energia barata e limpa para o Brasil e as perspectivas são muito animadoras. Realizamos a entrega de outorga de 80 empreendimentos, que foram vencedores dos leilões A-4 e a A-6. Dentre eles, temos iniciativas no estado do Rio de Janeiro: as UTEs GNA I e GNA II e a Usina Vale Azul, que será implantada no município de Macaé. Minha expectava é que com o tempo possamos descentralizar essa produção, para diminuir o custo-final dessa energia para os demais estados brasileiros”, afirmou o ministro.

Desenvolvido pela Gás Natural Açu (GNA), parceria entre a Prumo Logística, a BP e a Siemens, a GNA II sagrou-se vencedora do leilão A-6, que aconteceu em dezembro de 2017. O início da operação comercial desta unidade está previsto para janeiro de 2023.

“Com a outorga da segunda termelétrica, o Porto Açu se transforma no maior complexo termelétrico da América Latina, com 3GW de capacidade instalada, o que para nós é motivo de muito orgulho”, destacou Bernardo Perseke, presidente da GNA.

De acordo com José Magela, presidente da Prumo Logística – holding que desenvolve o Porto do Açu – “serão mais de R$ 8 bilhões investidos até 2023 na instalação das 2 termelétricas a gás natural e no terminal de regaseificação de GNL, o que significa geração de emprego e renda e desenvolvimento econômico não só para o Norte Fluminense, como para todo o Brasil”.

Em março deste ano, a GNA iniciou a construção da UTE GNA I, que começa a operar em janeiro de 2021. Ainda neste semestre, também será iniciada a construção do terminal de regaseificação de gás natural (GNL), com capacidade para 21 milhões m³/dia.

A instalação das termelétricas é parte do Açu Gas Hub, projeto em desenvolvimento no Complexo Portuário do Açu, cujo objetivo é constituir uma solução logística para importação e armazenagem de Gás Natural Liquefeito (GNL), assim como para o recebimento, processamento, consumo e transporte de gás natural produzido nas Bacias de Campos e Santos. O gás natural é considerado item fundamental para o desenvolvimento do complexo portuário.

Ferrovia
Ainda durante o evento, o Ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, falou sobre a importância da ligação ferroviária para o Porto do Açu, por meio da ferrovia Rio-Vitória (EF-118). “Nós precisamos criar uma infraestrutura de acesso e transporte ao Porto do Açu, tanto ferroviária, quanto rodoviária. É incompatível termos esse complexo industrial sendo desenvolvido e não ter a ligação logística necessária”, afirmou.

José Magela, presidente da Prumo Logística, reiterou o pleito. “O Porto une o Brasil ao mundo. Agora temos que unir o mundo ao Brasil, por meio de um anel ferroviário. A Rio-Vitória vai transformar a realidade do Rio e trazer desenvolvimento econômico para os Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo”, concluiu.


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Como Usar a Emoção em Ano de Eleição
30/07/2018 | 16h51
Como usar a gestão da emoção em ano de eleição?

Viemos de uma realidade de duros golpes, que enfraqueceram nossa credibilidade enquanto nação. Será que estamos preparados para escolher nosso próximo governante? A gestão da emoção pode ser o caminho para que essa escolha seja mais consciente.

Como usar a gestão da emoção em um ano de eleição? Para Tarsia Gonzalez, gestora e palestrante, mais de 2 décadas de experiência em gestão de pessoas, essa talvez seja a única forma de efetivamente levantar a cabeça e voltar a acreditar em um futuro possível. Segundo ela, a gestão da emoção pode ser o caminho para que o voto seja mais consciente: “viemos de uma realidade de duros golpes, que enfraqueceram nossa credibilidade enquanto nação. Estamos todos com as emoções desequilibradas, escolhendo lados e desenvolvendo discussões acaloradas, que raramente nos dão algum direcionamento”, explica ela.

Prestes a lançar seu primeiro livro, que vai falar exatamente sobre a necessidade de novos líderes e de nos apaixonarmos novamente pelo Brasil, Tarsia segue sua reflexão: “mas, então, o que fazer? Nos últimos anos, alimentamos uma sociedade sem força para combater os duros golpes desferidos por uma política sem moral. Fomos comandados por herdeiros indolentes, que trataram as riquezas do nosso país como se fossem parte de seus brinquedos”. A gestora analisa: “os golpes constantes e os partidos com promessas de diferentes filosofias, sem ação efetiva, promoveram uma decepção generalizada. Estamos desacreditados do futuro”.

Para Tarsia, o assunto é ainda mais grave do que parece: “o choque de realidade que aconteceu no Brasil foi consequência de anos e anos de uma enorme cegueira. Estamos fingindo para nos mesmos como nação, nos boicotando”. A gestora acredita que só há um modo de reverter essa situação: a gestão da própria emoção. “Precisamos operar uma mudança individual, interna, para que ela se reflita no coletivo. Se formos ´para as urnas acalorados, permitindo que raivas, desapontamentos e rivalidades superficiais nos liderem, que tipo de escolha faremos?”, enfatiza ela.

Mas como usar a gestão da emoção?

Ela indica: “Primeiro, leia sobre o assunto. Meu mentor Augusto Cury, criador da teoria da Gestão da Emoção, tem um modo maravilhoso de nos direcionar. Gerenciar as próprias emoções é conseguir centrar o pensamento, entender o que nos move, promover o silêncio ativo. E questionar-se: o que estou escolhendo para mim e para o Brasil? Por que estou fazendo essa escolha? Tudo parte da tomada de consciência”, explica Tarsia, que complementa: “se somos pessoas conhecedoras da verdade e queremos um novo Brasil, precisamos usar a gestão da emoção a nosso favor. É hora de fazermos uma grande mesa redonda do eu, ver onde erramos, onde deixamos de exercer nosso real papel e a, partir de disso, fazer escolhas mais assertivas e condizentes com as nossas vontades”.

“Não podemos prever o futuro, mas podemos refletir sobre maneiras de permitir que todos se apropriem, de maneira consciente, da necessidade de transformar. A mente humana é uma mistura de emoções e através da gestão de nossas emoções e sentimentos de decepção, raiva, desconfiança podemos criar novas formas de escolher nossos próximos líderes e, assim construir um recomeço”, finaliza Tarsia Gonzalez.
QUEM É TARSIA GONZALES
Sobre Tarsia Gonzalez

A carreira de Tarsia Gonzalez na empresa Transpes, criada por seu pai, Tarsicio Gonzalez, deu a ela experiências em duas áreas extremamente especiais e congruentes: qualidade e gestão. Formada em psicologia e especializada em Alta Performance em Liderança pela Fundação Dom Cabral, Tarsia participou ativamente dos movimentos que levaram a Transpes a ser eleita, por três anos consecutivos, uma das Melhores Empresas para se trabalhar pela revista Você S/A. Hoje, Tarsia viaja o Brasil ajudando a moldar novas lideranças e a reavivar a chama da paixão pelo Brasil em jovens corações.



Mais informações

Tarsia Gonzalez | http://tarsiagonzalez.com.br/| [email protected]

Informações para a imprensa:

Planta e Cresce | [email protected] | 11 2594-7891 e 99497-8523
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16 Anos de uma Grande História: A Saga Redentoriana
29/07/2018 | 10h09
Domingo de alegria para a UniRedentor
De Itaperuna para o Brasil em 5.840 dias e 140.160 horas
 
 
Há 16 anos, em um dia 29 de julho, uma segunda-feira, nascia a Faculdade Redentor e em seu DNA, vinha o código da vitória. Hoje, a adolescente instituição de ensino superior, já mostra maturidade e sabedoria, espalhada pelo Brasil com seus cursos de Pós- Graduação e seus inúmeros cursos de Graduação, como a forte Medicina em Itaperuna.
Seja em Campos, onde abriga a segunda unidade, ou em Paraíba do Sul e Queimados, vindas posteriormente, a UniRedentor sempre baseou-se solidamente, chegando para ficar e elevar-se.
Detentora de inúmeros índices de qualidade chancelados pelo próprio MEC-Ministério da Educação,tornou-se por méritos próprios um Centro Universitário e hoje, a instituição passa a firme ideia de que já nasceu grande.
 
 
Mas tem por detrás de tudo isso, uma história de fé, competência e superação, transformando-se nestes 16 anos em uma potência educacional, nascida em Itaperuna e preparada para todos os desafios.
A UniRed passa realmente a ideia de ter nascido grande, porém embora embrionário na época, o espírito sempre foi inquebrantável e portanto, gigante.
Faltava apenas o tempo para confirmar. É o que tem acontecido dia após dia. Longa vida para a IES.
FATOS HISTÓRICOS OCORRIDOS EM 29 DE JULHO
29 de julho é o 210.º dia do ano no calendário gregoriano (211.º em anos bissextos). 
 
 
1824 - Nasce Alexandre Dumas Filho, escritor francês.
1836 - Inauguração do Arco do Triunfo de Paris. A primeira pedra foi colocada em 1806.
1856 - Um tratado de amizade e navegação é assinado em Assunção entre a Confederação Argentina e a República do Paraguai.
1856 - Morre Robert Schumann, compositor alemão.
1860 - Nasce a princesa imperial brasileira Isabel no Rio de Janeiro.
1883 - Nasce Benito Mussolini, estadista italiano.
1886 - Inauguração do navio espanhol de guerra "Destructor", idealizado pelo marinheiro Fernando Villaamil e que serve de modelo para todas as Marinas do mundo.
1890 - Morre Vincent Van Gogh, pintor holandês.
1899 - Acordo de Haia, através do qual todos os países europeus se comprometem a não usar gases asfixiantes nas guerras.
1900 - O anarquista Breci assassina em Monza o rei da Itália, Humberto I, que é sucedido por Víctor Manuel III.
1907 - O coronel britânico Robert Baden-Powell funda a organização dos escoteiros, no acampamento juvenil da ilha de Brownsea, no condado de Dorset.
1960 - A Nasa divulga o programa espacial civil Apollo. O programa deveria abranger vôos tripulados à Lua e enviar sondas aos planetas de Marte e Vênus.
1962 - O presidente do Peru, Manuel Prado, após onze dias de confinamento na Ilha de San Lorenzo, parte para o exílio em Paris, por imposição da Junta Militar presidida pelo general Ricardo Pérez Godoy.
1968 - A Tchecoslováquia e a União Soviética se reúnem para acertar a paz durante a Primavera de Praga, tentativa de aproximação com o Ocidente.
1975 - A OEA revoga o bloqueio imposto a Cuba em 1964.
1979 - Morre Herbert Marcuse, filósofo alemão.
1981 - Casamento do Príncipe Charles da Inglaterra com Lady Diana Spencer.
1983 - O cineasta espanhol Luis Buñuel, diretor de O discreto charme da burguesia, morre aos 83 anos de cirrose hepática.
1984 - Seqüestro de um avião venezuelano, com 82 passageiros a bordo, por um comando que exige a entrega de 250 armas. A policia resgatou os reféns e matou os dois membros do comando, em Curacao.
1986 - Os presidentes da Argentina, Raúl Alfonsín, e do Brasil, José Sarney, firmam em Buenos Aires os acordos econômicos de integração mútua, base da futura criação de um Mercado Comum Latinoamericano.
1987 - Uma rebelião na Penitenciária do Carandiru, em São Paulo, deixa 30 mortos.
1994 - O comediante Mussum, que iniciou sua carreira no grupo Os Originais do Samba e consagrou-se nos Trapalhões, morre aos 53 anos.
1998 - O Governo Federal privatiza a Telebrás.
2000 - O presidente do Peru, Alberto Fujimori, tome posse, no seu terceiro mandato consecutivo, com protestos nas ruas por suposta fraude eleitoral. Seis pessoas morrem no incêndio provocado do edifício do Banco de la Nación.
2000 - Morre René Favaloro, cirurgião argentino, inventor do "by-pass" coronário em 1967. 
2002- É fundada a Faculdade Redentor na cidade de Itaperuna , Região Noroeste do Estado do Rio de Janeiro.
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Comunicado da Justiça Eleitoral Itaperuna/S. J. de Ubá
27/07/2018 | 19h00
Da presente data até o dia 31/08/2018:

O Ex.mº Juiz da 107ª Zona Eleitoral, Dr. José Roberto Pivanti, avisa a todos os eleitores que receberam carta convocatória para atuarem nas Eleições de 2018 e ainda não tomaram posse, que deverão comparecer no Cartório Eleitoral com urgência, não deixando para o último prazo, vez que os treinamentos iniciarão na primeira semana de Setembro. O Cartório Eleitoral funciona das 11 as 19h, de segunda a sexta-feira, na Avenida Cardoso Moreira, 485, fundos/altos.


Atenciosamente
Suziane Rossi Silva Girão
Chefe de Cartório
107ª ZE - Itaperuna/São José de Ubá
Tel. 3824-3353

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TSE Mantém Inelegível Ex-Governadora do Rio
26/07/2018 | 09h35
RE-RJ mantém inelegibilidade de Rosinha Garotinho

Na sessão plenária desta quarta-feira (25), o TRE-RJ, ao julgar recurso eleitoral, manteve a condenação da ex-governadora do Rio Rosangela Barros Assed Matheus de Oliveira, a Rosinha, por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2016. Com a decisão, Rosinha fica inelegível por oito anos, a contar de 2016. A Corte entendeu que, durante sua gestão à frente da Prefeitura de Campos dos Goytacazes, a ex-governadora participou de um esquema de concessão e distribuição, de forma fraudulenta, do programa assistencial "Cheque Cidadão", visando à obtenção de votos no pleito de 2016.
De acordo com o voto da relatora, desembargadora eleitoral Cristiane Frota, "de junho a julho de 2016, oficialmente, houve um acréscimo de 1.203 agraciados com o programa assistencial, o que se revela muito acima da média mensal de inclusão de novos beneficiários. Entretanto, o incremento do programa não revela toda a extensão do ilícito. A partir de julho de 2016, três meses antes do pleito, o número de beneficiários do aludido programa mais do que dobrou, alcançando o número de 30.470 beneficiários".
Ainda de acordo com o voto da relatora, a gravidade do abuso de poder político e econômico se revelou "na extrapolação desse uso de recursos públicos em benefício da promoção de uma determinada plataforma política, com a nítida aptidão de influenciar a livre e consciente vontade do eleitor, a desestabilizar a lisura que é esperada nos pleitos, inclusive porque os candidatos beneficiados com o esquema passaram a concorrer em desigualdade de forças com aqueles que não detém da mesma estrutura dos órgãos municipais".
A Corte também manteve a inelegibilidade, por oito anos, de Giselle Koch Soares, à época coordenadora do Programa Cheque Cidadão; de Ana Alice Ribeiro Lopes Alvarenga, que era secretária municipal de Desenvolvimento Humano e Social; e de Francisco Arthur de Souza Oliveira e Mauro José da Silva, candidatos, respectivamente, a prefeito e a vice pela Coligação Frente Popular Progressista de Campos nas eleições de 2016, que também tiveram seus registros de candidatura cassados. Cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Processo relacionado: RE-66926
Direto da Ascom-TSE
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O Casamento de Lais Freitas e Leonardo Lemos
19/07/2018 | 00h10
Sábado, 14 de julho, Morro do Côco: ela , filha de Lena e Emmanuel Rodrigues de Freitas e ele, filho de José Luiz Pereira e Elizabeth.
Foto1-Selfie
Fotos-NB
Laís e Leo
Laís e Leo
Pastor Ciro Freitas, irmão da noiva
Pastor Ciro Freitas, irmão da noiva
LeonardoLemos e a avó
LeonardoLemos e a avó
Os pais da noiva, Emmanuel e Lena
Os pais da noiva, Emmanuel e Lena
Leo e os pais José Luis Pereira e Beth Lemos
Leo e os pais José Luis Pereira e Beth Lemos
Vitória Rangel
Vitória Rangel
Laís
Laís
Laís
Laís
Família Balbi
Família Balbi
João Emmanuel e o pai Emmanuel Rodrigues de Freitas
João Emmanuel e o pai Emmanuel Rodrigues de Freitas
Vera Carlos e neta
Vera Carlos e neta
Rosinha Dias
Rosinha Dias
Rosangela, Jamilton Mendes, Neusa Mendes, Antônio José Mendes e Bruno Mendes
Rosangela, Jamilton Mendes, Neusa Mendes, Antônio José Mendes e Bruno Mendes
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Exposição AgroPec de Cardoso Moreira
18/07/2018 | 20h09
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Instituto de Pesos e Medidas Volta a Funcionar
16/07/2018 | 15h16
IPEM voltará atender em Itaperuna a pedido da Prefeitura

O prefeito de Itaperuna,  Marcus Vinícius de Oliveira Pinto, recebeu nesta semana um representante do IPEM-Instituto de Pesos e Medidas do Estado, Thiago Rangel, para alinhar a volta do posto de atendimento da instituição em Itaperuna, que encerrou as atividades no município em 2013.

Esse foi um pedido dos taxistas do município e da ANTITA-Associação dos Motoristas de Táxi de Itaperuna, feito à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio. Hoje, o atendimento do IPEM é feito em Campos dos Goytacazes e os taxistas precisam ir até lá realizar a inspeção.

O atendimento será em uma sala no Mercado do Produtor, na BR 356, e a inauguração será em breve.
O IPEM é órgão delegado do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) para realizar as verificações, certificações e fiscalizações em produtos e serviços acreditados por ele.

Também estiveram presentes neste encontro o secretário de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, Adilson Peres e sua equipe, assessor jurídico da Procuradoria Jurídica do Município, Eucimar Machado e vereadora Amanda da Aidê.
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Origem da Matéria- Decom-Itaperuna
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O Fim das Castanheiras de Guarapari
13/07/2018 | 09h25
Desde a recente segunda-feira, 9 de julho, o mais famoso balneário do Espírito Santo vem sendo o ponto alto de uma polêmica. As inúmeras e centenárias castanheiras que dão sombra e um charmoso ar bucólico à Prainha, na Orla de Muquiçaba, começaram a ser arrancadas e um projeto de urbanização inicia-se. Populares não gostaram e o prefeito foi criticado de todo o jeito e forma.
A EXPLICAÇÃO TÉCNICA 
A secretária de Meio Ambiente e Agricultura, Thereza Christina, disse à FOLHA DE VITÓRIA,  que o corte dessa castanheira e de mais 13 árvores da orla estão autorizadas pelo Idaf e pela secretaria, porque segundo ela causaram danos aos moradores da região e prejudicam o projeto da orla e a mobilidade dos pedestres.

Eu sou engenheira agrônoma e tenho um zelo muito grande. Mas quando assumi a secretaria de meio ambiente, no inicio da gestão fui procurada pela presidente da associação de moradores e pescadores com um abaixo-assinado e uma solicitação da supressão de árvores que causaram prejuízos às casas e alguns moradores da região. Quando tivemos o projeto de revitalização da orla da prainha em mãos, procuramos imediatamente o Idaf que emitiu um laudo e fizemos uma comissão para avaliar as arvores e o parecer”, explicou.

Ainda segundo a secretária atualmente são dez Castanheiras, nove Palmácias, duas árvores da espécie fícus e um Flamboyã, mas nem todas serão cortadas. “Somente as que causavam danos aos moradores serão cortadas. Inclusive essa árvore que teve o seu corte paralisado hoje pela manhã está toda comida de cupim. Conhecendo o projeto da municipalidade nós fizemos a autorização da supressão e outras serão plantadas no lugar”, completou Thereza.

Presente na coletiva, a secretaria de obras representada pela engenheira civil e supervisora de obras públicas, Thalita Batista, explicou sete novas árvores serão plantadas no lugar das que foram suprimidas, já em tamanho adulto. “Vamos plantar árvores nativas como pata de vaca, ipê roxo e algodoeiro da praia. O projeto será construído dentro das leis de acessibilidade, com ciclovia ligada até a Praia do Morro”, disse. A orla tem a previsão de ficar pronta em dezembro deste ano.
A FOLHA ONLINE.ES TEM OUTRA VERSÃO
Depois das representações do deputado Estadual Enivaldo dos Anjos, Jorge Egbert Weytingh Júnior, da Ong Transparência Guarapari e do Vereador Denizart Luiz foi a vez do Instituto Nacional de Defesa ao Meio Ambiente (Idama) protocolar uma ação contra o corte das árvores da Prainha de Muquiçaba.


Moradores reivindicam a permanência das árvores da orla.
O documento solicita o cancelamento das licenças do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf) e da Secretaria de Meio Ambiente e Agricultura (Semag) que autorizam o corte de árvores centenárias na Prainha para adequação ao novo projeto urbanístico da orla. Além disso, o instituto pede que seja aberto um inquérito administrativo e civil.

“Pedimos por prazo determinado pelo MP, até que a população seja convencida e informada dos impactos ambientais na flora e fauna, pois a intensão ultrapassa a retirada, supressão de mais de 20 árvores”, disse o ambientalista e representante do instituto, Dr. J.B Freitas.

Ainda de acordo com a representação os cortes aconteceram sem comunicação prévia à população e por isso solicita que seja feito um estudo de impacto ambiental em um prazo de 20 dias. O relatório deve ser apresentado em audiência pública na Câmara de Vereadores.
BNB COM INFORMAÇÕES DA FV-FOLHA DE VITÓRIA e FOLHAONLINE ES
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As Perigosas Repetições da Sua Mente
11/07/2018 | 23h15
A relação da mente com as doenças crônicas
 
A nossa mente vive em looping e nos traz de forma recorrente situações, medos e ansiedades que são os provocadores de muitas doenças crônicas. Pense um pouco e responda: você tem uma relação saudável com a sua mente?
 
Fonte: Biointegral Saúde
 
A fisioterapeuta especializada em Microfisioterapia Fresia Sá, fala sobre a relação da mente com as doenças crônicas: “quando dizemos que a mente vive em looping, não é brincadeira: sabemos que mais de 60 mil pensamentos passam pelo nosso cérebro por dia e que 80% deles se repetem no dia seguinte. Ou seja, estamos sempre pensando as mesmas coisas. Então, se pensamos na doença, no medo, se alimentamos pensamentos destrutivos, autossabotadores, eles persistirão. E mudar essa linha de raciocínio é uma questão de consciência e treino”, enfatiza.
 
Fresia lembra que a grande questão é que muitas das doenças que temos e que não conseguimos curar são causadas exatamente por nossos pensamentos destrutivos. “Nossa imunidade mental precisa estar em dia para que possamos ter autonomia, gerenciar nossa rotina e permanecer no centro, sem nos deixarmos levar por um fluxo automático e negativo”. Segundo ela, existem alguns passos que podem facilitar:
 
Crie uma rotina saudável – começar o dia com práticas tranquilas, praticar exercícios, fazer afirmações positivas, ler algumas páginas do seu livro preferido, ouvir músicas que te fazem feliz. Vale tudo para que a rotina comece de uma forma mais saudável e que o dia seja menos estressante.
Determine um tempo por dia para as redes sociais – embora seja nossa grande porta de conexão com o mundo nos dias de hoje, as redes sociais podem ser bem tóxicas. A dica é: tenha momentos para ver Facebook, Instagram e até mesmo notícias.
Esteja mais presente nas suas atividades – estar presente significa efetivamente viver o momento. Quando vivemos no passado, geramos saudosismo e depressão, quando estamos pensando no futuro, alimentamos a ansiedade e as doenças conectadas a ela. Foque no que está fazendo agora.
Tenha consciência da respiração – a respiração é uma das chaves para a boa saúde e ajuda inclusive no próximo passo, porque permite que a gente pare, silencie e olhe para dentro. Melhorar o ritmo e a capacidade respiratório é pura saúde.
Investigue sua mente: que pensamentos são recorrentes? Agora sim, esse trabalho é um processo mais longo, mas que pode ajudar muito, inclusive em tratamentos que você esteja fazendo: anote o que vem sempre à mente. Faça isso por alguns dias e compare: quais são os pensamentos que você mais tem, eles são referentes ao que, são positivos ou negativos?
Leia mais e bons títulos – ler ajuda a ter mais capacidade de lidar inclusive com o que nos acontece, porque gera repertório de vida junto com as nossas experiências. Leia, nos deixa mais inteligente e mentalmente saudáveis.
Inicie um processo de cura – se você sofre de algum mal, dor crônica, doença que não consegue curar, insônia, depressão, estresse, ansiedade e sente que precisa de ajuda, procure! Não espere ficar pior. Ninguém precisa viver com dor e todo mundo merece uma vida plena e saudável.
 
 
Mais informações:
 
Biointegral Saúde | www.biointegralsaude.com.br | [email protected]
 
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Mais Cargas Chegam ao Porto do Açu
11/07/2018 | 22h44
Terminal Multicargas do Porto do Açu recebe nova carga
Pás eólicas de 9 toneladas cada foram descarregadas no último fim de semana
  O Terminal Multicargas do Porto do Açu (T-MULT), em São João da Barra, recebeu, pela primeira vez, um navio carregado de pás eólicas para geração de energia. A embarcação BBC Gdansk, vinda do Porto de Cabedelo, na Paraíba, atracou no terminal, no último final de semana, quando foram descarregadas as três pás eólicas de origem dinamarquesa, de 40 metros de cumprimento e 9 toneladas cada. O material será transportado através de carretas especiais para o Parque Eólico de Gargaú, em São Francisco de Itabapoana, também no Norte Fluminense.
 O diretor de Operações da Porto do Açu, Ideraldo Goulart, destacou a eficiência do terminal: “Esta operação inédita no T-MULT consolida o Porto do Açu como uma plataforma de desenvolvimento de soluções para os problemas de infraestrutura logística e de operação portuária no país, dado a sua localização estratégica, grande retroárea e capacidade técnica de toda a equipe”, disse.
 Para o especialista comercial da Porto do Açu, Alan Silva, o novo negócio do Terminal Multicargas é resultado do trabalho em conjunto das áreas comercial e operacional: “Este é um marco para o Porto e para o time que vem trabalhando para atrair novos projetos e novas cargas para o T-MULT. Com a importação destas pás oriundas da Dinamarca, o terminal reforça sua consolidação no mercado internacional de cargas de projeto”, afirmou.
 O T-MULT já movimenta coque, bauxita, carvão siderúrgico, carga de projetos e carga geral. O terminal ainda tem autorização para operar qualquer tipo de granéis sólidos e potencial para operar contêineres e veículos.
 Em operação desde o segundo semestre de 2016, o T-MULT já movimentou 1,15 milhão de toneladas em cargas e recebeu um total de 73 embarcações. Ao longo dos últimos dois anos, o terminal expediu mais de 33 mil carretas. Entre os equipamentos disponíveis no T-MULT estão dois guindastes MHCs Terex/Gottwald 4406B, que possuem um alcance de lança de 46 metros cada e capacidade de içamento de carga de até 100 toneladas. O terminal conta, ainda, com duas empilhadeiras de pátio, duas moegas com capacidade nominal de 360 toneladas/hora cada e duas balanças rodoviárias, além de 10 caixas metálicas e 4 grabs para movimentação de granel.
 
ORIGEM: ASCOM DO PORTO DO AÇU
Bárbara Bortolin - [email protected]
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Fernanda Corrêa – [email protected]
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1ª FEIRA LITERÁRIA DE ITAPERUNA
11/07/2018 | 09h32
-BlogNB em 1ª Mão há mais de um mês contou sobre isso-
Festa Literária de Itaperuna.

Reunindo os valores culturais da cidade para celebrar a literatura e promover o gosto pela leitura, a ACIL-Academia Itaperunense de Letras desenvolve com o apoio da Prefeitura do município a primeira edição da FLIT – Festa Literária de Itaperuna, nos dias 13, 14 e 15 de setembro de 2018, na Concha Acústica, no Centro.
A festa vai divulgar os autores da cidade e da região e promover o resgate da memória literária. Nesta primeira edição, a ACIL vai homenagear as obras do autor brasileiro Guimarães Rosa, com o tema “Entre Veredas”. Serão criados também espaços de conexão sociocultural entre as diversas artes.

Na tarde de ontem, terça-feira, 10 de julho, a presidente da ACIL Luciana Pessanha Pires, reuniu-se com a secretária interina de Educação, Priscila Verdan, e com os secretários de Turismo, Alexandre Boechat e de Cultura, Henrique Couto.

São parceiros da FLIT, a Prefeitura Municipal de Itaperuna através das Secretarias de Educação, Cultura, Assistência Social e Turismo, além das instituições Fundação São José, CEDERJ, UniRedentor, Moabi, Unig, Sesi, TG-01-008 e Grupo Escoteiros da Pedra Preta.

--

INFORME ENVIADO PELO DECOM
Departamento de Comunicação da Prefeitura de Itaperuna
Tel.: (22) 3811-1050

Angelique Damadá - 99760-5070
Bianca Marques - 99914-7880
Dariany Silgom - 99929-0805
Sylvio Ferraz - 99888-9873
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Falta de Educação do Povo Gera Lixo na Cehab
10/07/2018 | 09h25
Email de Antônio Zanata Machado Pereira, morador do entorno de quadra esportiva relata situação triste, com fotos.
"Perto da Igreja N.Srª de Lourdes, na UBS da Cehab, tem uma quadra ao lado da unidade e no dia 30 de junho aconteceu uma bela festa junina, mas os resultados não são nada belos. O lixo vem se acumulando e há uma parcela muito grande de culpa dos moradores e frequentadores que não respeitam, mesmo quando a Prefeitura limpa. O cheiro de urina misturado aos demais dejetos é insuportável. Talvez um zelador para limpar e cuidar todos os dias seja a melhor solução, enquanto a população não aprende a lidar com espaços públicos, o que não tenho mais esperanças."
Antônio Zanata Itaperuna 9 de julho de 2018
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Polícia Federal Age em Itaperuna
04/07/2018 | 08h53
EM 1ª MÃO
Agentes da Polícia Federal estão neste momento em uma operação dentro de uma distribuidora de próteses e medicamentos.

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Efeitos Colaterais em uma Separação de Casamento
04/07/2018 | 08h50
A colisão de hierarquia na separação
Por João Alexandre Borba 
 
Como uma atitude dos pais pode influenciar a vida dos filhos
 
 
Colisão de hierarquia é o nome que se dá para situações em que alguém que está em uma hierarquia acima traz informações de quem está nessa hierarquia acima para aqueles que estão abaixo. Um exemplo comum dessa situação é quando um chefe fala mal de outro chefe para um subordinado – e dessa forma acaba dando mais poder para quem está “abaixo”, mesmo que seja sem querer.
 
 
João Alexandre Borba, psicólogo e coach, comenta que também é muito comum observar quadros de colisão de hierarquia na família, quando ocorre uma separação do casal e eles trazem essa informação para os filhos. “Quando acontece a separação do casal, infelizmente é comum o pai falar mal da mãe para o filho – e vice versa. Dessa forma, o filho acaba por perder o respeito pela mãe ou pelo pai, o que prejudica, e muito, na educação da criança”, exalta Borba.
 
 
O especialista explica que quando a mãe fala mal do pai para a criança, o filho começa a se sentir melhor que o pai, por exemplo. E isso é ainda pior quando acontece durante o período da adolescência. “O adolescente é aquela pessoa que está começando a se descobrir, a arriscar, a experimentar coisas novas. Quando acontece algo desse tipo ele sente ainda mais vontade de ‘peitar’ o seu responsável – afinal, ele se sente superior a ele, - e, sem perceber, começa a se autodestruir, deixando de fazer as coisas apenas porque gosta, mas também para atingir o pai ou a mãe”, explica o psicólogo.
 
 
E os problemas que essa colisão de hierarquia pode causar são grandes. “Quando a pessoa briga e não respeita e aceita os seus pais, ela perde a sua referência e sua identidade, gerando um caos na cabeça dessa pessoa”, comenta Borba, que lembra que é preciso, independente do caso, entender a sua família e aceitar sua raiz ao invés de tentar cortá-la. Para isso, o ideal é criar ferramentas para lidar com o sistema – ou seja, a estrutura familiar, - para, a partir daí, criar a sua própria família. “Quanto mais uma pessoa nega suas origens, maior o caos dentro de sua cabeça”, lembra.
 
 
Porém, entender a sua origem familiar não significa que você precise concordar com tudo o que vê: se você enxerga algo que não gosta em sua mãe ou seu pai, veja como isso lhe atinge como você pode fazer uso disso a seu favor. Borba faz uso de um exemplo real para explicar isso:
 
 
“Atendi uma corretora que não respeitava nem um pouco a sua mãe, dizia que ela era malandra demais, ‘mutreteira’, e a filha odiava isso, não queria adquirir nenhuma característica da sua progenitora. Em paralelo a isso, a corretora estava sofrendo na sua profissão, sem dinheiro e em crise. Com as nossas sessões avançando, descobrimos, juntos, que ela poderia sim aceitar as suas origens e fazer uso de uma característica de sua mãe que ela tentava negar: o jogo de cintura. Assim, ela deixou o lado ruim fora – a malandragem, por exemplo, - e pegou para si o lado bom: o jogo de cintura. Sua vida e seu trabalho melhoraram de forma inimaginável. Por que isso aconteceu? Porque ela aceitou o seu sistema, começou a respeitar a sua mãe e voltou para sua posição na hierarquia: a posição de filha. Agora ela estaria pronta para seguir em frente com a sua vida e criar o seu próprio sistema”, conta Borba.
 
 
Isso tudo significa uma coisa: a pessoa precisa entender o padrão em que vive, independente se considerá-lo positivo ou negativo. “Você pode aceitar ou não o sistema dos teus pais, porém, seja lá qual for a sua opinião, compreenda-o e use-o a seu favor, respeitando os seus pais e o sistema deles”, conclui o especialista.
 
 
Artigo de João Alexandre Borba
 
 
Master Coach Trainer e Psicólogo
 
 
 
 
21 9.9804-2805
 
 
https://www.facebook.com/joaoalexandre.c.borba
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Como jornalistas do Grupo Globo devem usar as redes sociais
02/07/2018 | 16h12
O Grupo Globo divulgou ontem, domingo, 1 de julho, diretrizes sobre como os jornalistas de seus diversos veículos devem usar as redes sociais.
O presidente do Conselho Editorial do grupo, por meio de carta, João Roberto Marinho, orienta aos jornalistas evitarem tudo aquilo que possa comprometer a percepção de que exercem a profissão com isenção e correção.
Leia na íntegra. 
Carta de João Roberto Marinho
Caros companheiras e companheiros,
Ninguém discordará de que o advento das redes sociais é um dos fenômenos que definem o século XXI. De uma maneira inédita na história da humanidade, elas conectaram pessoas em nível planetário, permitindo a formação de comunidades, o compartilhamento de ideias, fatos e opiniões, a aproximação de pessoas que frequentemente nem se conhecem. É algo extremamente positivo e bem-vindo.
Como tudo, porém, logo descobrimos que elas têm também um lado sombrio: podem ser usadas para manipular grupos, disseminar boatos e mentiras com fins antidemocráticos e permitir que a intimidade das pessoas seja clandestinamente conhecida. Com a consciência desses defeitos, porém, seus usuários se tornam cada vez mais capazes de produzir anticorpos para esses males.
Na balança entre o bem e o mal, nós acreditamos que o lado bom das redes sociais supera o lado mau, embora seja necessário ainda muito estudo e atenção para combater os malefícios. Somos, enfim, entusiastas do potencial positivo das redes sociais.
Nós, jornalistas, como todos os cidadãos, podemos fazer parte delas seja do ponto de vista pessoal ou profissional. Podemos compartilhar impressões, sentimentos, fatos do nosso dia a dia, assim como utilizá-las para fazer fontes, garimpar notícias, descobrir tendências. Não é novidade para nenhum de nós, no entanto, que o jornalismo traz bônus e ônus.
O bônus é o prazer de exercer uma atividade fascinante cujo objetivo último é informar o público, para que possa escolher melhor como quer viver, como fazer livremente escolhas, uma atividade que nós, sem modéstia, consideramos absolutamente nobre. O ônus é justamente aquele que nos impomos para poder fazer um bom jornalismo: em resumo, tentar ao máximo nos despir de tudo aquilo que possa pôr em dúvida a nossa isenção.
Sei que não é preciso, mas dou aqui um ou dois exemplos. Todos os jornalistas que cobrem economia (e aqueles que compõem a chefia da redação), por exemplo, se privam da liberdade de aplicar em papéis de empresas específicas para que jamais levantem a suspeita no público de que determinada notícia sobre esta ou aquela empresa tem por trás um interesse pessoal. Um jornalista de cultura que seja parente de algum artista se considerará impedido de cobrir as atividades dele. Nós conhecemos bem as nossas restrições, aliás descritas em nossos princípios editoriais que o Grupo Globo publicou em 6 de agosto de 2011. E nada disso nos perturba ou incomoda porque temos a consciência de que o propósito é permitir que façamos um bom jornalismo e que sejamos reconhecidos por isso.
As redes sociais nos impõem também algumas restrições. Diferentemente das outras pessoas, sabemos que não podemos atuar nelas desconsiderando o fato de que somos jornalistas e de que precisamos agir de tal modo que nossa isenção não seja questionada. Já no lançamento dos princípios editoriais, previmos isso quando estabelecemos o seguinte: “A participação de jornalistas do Grupo Globo em plataformas da internet como blogs pessoais, redes sociais e sites colaborativos deve levar em conta três pressupostos: (...) 3- os jornalistas são em grande medida responsáveis pela imagem dos veículos para os quais trabalham e devem levar isso em conta em suas atividades públicas, evitando tudo aquilo que possa comprometer a percepção de que exercem a profissão com isenção e correção.”
Desde então, porém, o uso de redes sociais se universalizou de tal forma que é necessário detalhar melhor como nós jornalistas devemos utilizá-las de modo a não ferir, de maneira alguma, aquele que é um pilar da nossa profissão: a isenção. É por essa razão que estamos acrescentando uma seção aos nossos Princípios Editoriais sobre o uso das redes sociais.
Essas recomendações sobre como devemos nos comportar nas redes não têm nada de idiossincrático ou exclusivo. Na verdade, estão rigorosamente em linha com o que praticam os mais prestigiados veículos jornalísticos do mundo, como The New York Times e BBC, para citar apenas dois de dezenas de exemplos.
É fundamental que todos leiamos com atenção essas diretrizes e as sigamos com o rigor que nos caracteriza em nossas atividades profissionais.
Dito isso, a Seção II de nossos Princípios Editoriais terá um novo item, de número 5, apresentado ao fim desta carta.
Tenho absoluta convicção de que todos nós entenderemos as razões dessas diretrizes mais detalhadas e as seguiremos. Agradeço pela atenção e disponibilizo a seguir o texto que será acrescentado, a partir de hoje, aos nossos Princípios Editoriais.
Rio de Janeiro, dia 1 de julho de 2018
João Roberto Marinho
Presidente do Conselho Editorial do Grupo Globo
As novas diretrizes
Seção II: Como o jornalista deve proceder diante das fontes, do público, dos colegas, do veículo para o qual trabalha e das redes sociais
(...)
5) Diante das redes sociais:
a) O Grupo Globo considera que toda rede social é potencialmente pública. Mesmo que alguém permita o acesso ao que nela diz ou publica a apenas um grupo de pessoas, há uma alta possibilidade de que tal conteúdo se torne público. E, quando essa pessoa é um jornalista, a sua atividade pública acaba relacionada ao veículo para o qual trabalha. Se tal atividade manchar a sua reputação de isenção manchará também a reputação do veículo. Isso não é admissível, uma vez que a isenção é o principal pilar do jornalismo. Perder a reputação de que é isento inabilita o jornalista que se dedica a reportagens a desempenhar o seu trabalho. Isso se aplica a todas as redes – Twitter, Instagram, Facebook, WhatsApp ou qualquer outra que exista ou venha a existir;
b) Em alguns casos, a perda da reputação de isenção é evidente de imediato. Em outros, é preciso uma análise criteriosa. Essa avaliação deve ser feita pelas chefias imediatas e compartilhada com a direção de redação, que decidirá quando é o caso de encaminhar a questão ao Conselho Editorial do Grupo Globo;
c) É evidente que, em aplicativos de mensagens, como WhatsApp e outros, em que há mais controle sobre o acesso, todos têm o inalienável direito de discutir o que bem entender com grupos de parentes e amigos de confiança. Mas é preciso que o jornalista tenha em mente que, mesmo em tais grupos, o vazamento de mensagens pode ser danoso à sua imagem de isenção e à do veículo para o qual trabalha. E que tal vazamento o submeterá a todas as consequências que a perda da reputação de que é isento acarreta. Assim, compartilhar mensagens que revelem posicionamentos políticos, partidários ou ideológicos, mesmo em tais grupos, exige a confiança absoluta em seus participantes – confiança que só pode ser avaliada pelo jornalista;
d) Em sua atuação nas redes sociais, o jornalista deve evitar tudo o que comprometa a percepção de que o Grupo Globo é isento. Por esse motivo, nas redes sociais, esses jornalistas devem se abster de expressar opiniões políticas, promover e apoiar partidos e candidaturas, defender ideologias e tomar partido em questões controversas e polêmicas que estão sendo cobertas jornalisticamente pelo Grupo Globo. Em síntese, esses jornalistas não devem nunca se pôr como parte do debate político e ideológico, muito menos com o intuito de contribuir para a vitória ou a derrota de uma tese, uma medida que divida opiniões, um objetivo em disputa. Isso inclui endossar ou, na linguagem das redes sociais, “curtir” publicações ou eventos de terceiros que participem da luta político-partidária ou de ideias. Quando acompanhar a atividade nas redes sociais de candidatos, partidos, entidades ou movimentos em torno da defesa de ideias ou projetos for fundamental para a cobertura jornalística, é permitido que o jornalista siga as suas páginas ou contas (mas não se deve curtir os seus posts). Quando for assim, o jornalista deve seguir todos os candidatos a um cargo majoritário e, nos outros casos, partidos e movimentos que defendam ideias opostas ou essencialmente diferentes, para que fique claro ao público que a iniciativa de os seguir não se deve a preferências pessoais. Da mesma forma, esses jornalistas devem avaliar se sua imagem de isenção estará sendo comprometida ao compartilhar material de terceiros. Agir de modo diferente compromete de forma irremediável a isenção do jornalista e mancha a reputação do veículo para o qual trabalha, com a consequência já mencionada;
e) Como em todos os veículos de imprensa, há no Grupo Globo jornalistas cuja função é analisar fatos e controvérsias e opinar sobre eles. Por óbvio, tais jornalistas não ferem o princípio da isenção. Primeiramente, porque agem com transparência, deixando explícito que não fazem uma reportagem objetiva sobre os fatos, mas a partir deles os analisam e opinam sobre eles (ver Seção I, item 1, letra t). É uma atividade jornalística diversa da reportagem, mas que atende também a uma demanda do público: ter acesso a opiniões e análises sobre fatos e controvérsias para que possa formar a sua própria opinião. Tais jornalistas, normalmente chamados de comentaristas, analistas ou colunistas de opinião, devem ter uma atuação na rede social que não permita a percepção de que são militantes de causas e que fazem parte da luta político-partidária ou de ideias. A eles, como a todos, é vedado apoiar candidatos ou partidos, dentro e fora de eleições;
f) Colaboradores, em seções de análise e opinião, que não sejam jornalistas, mas profissionais de outras áreas de atuação, devem julgar como atuar nas redes sociais, conscientes de que a sua reputação, fundamental para sua condição de colaborador, é afetada por essa atuação. Não é permitido declarar voto ou fazer propaganda para candidatos ou partidos no material produzido especificamente para os veículos para os quais trabalham;
g) Por razões correlatas, é imprescindível que o jornalista do Grupo Globo evite a percepção de que faz publicidade, mesmo que indiretamente, ao citar ou se associar a nome de hotéis, marcas, empresas, restaurantes, produtos, companhias aéreas etc. Isso também não deve acontecer em contas de terceiros, e o jornalista deve zelar para evitar tais ocorrências. Participantes de programas esportivos televisivos, radiofônicos ou transmitidos pela internet seguirão neste quesito a política comercial de seus veículos. O jornalista deve evitar criticar hotéis, marcas, empresas, restaurantes, produtos, companhias aéreas etc., mesmo que tenha tido uma má experiência. O motivo é simples: a posição que ocupa nos veículos do Grupo Globo pode levar a que tenha um tratamento preferencial no reparo de danos sofridos;
h) Essas diretrizes em nada diminuem a importância que o Grupo Globo vê nas redes sociais. O Grupo Globo estimula o seu jornalista e os seus veículos a utilizarem as redes sociais como valioso instrumento para se aproximar de seu público, ampliá-lo, reforçar a imagem de credibilidade de que já desfrutam, divulgar os seus conteúdos, encontrar notícias, fazer fontes. Nessa atividade, devem, porém, observar as regras até aqui descritas. E outras deste código;
i) Os jornalistas do Grupo Globo devem sempre priorizar os seus veículos na divulgação de notícias, ou seja: noticiar os fatos sempre em primeira mão nos veículos para os quais trabalham. Somente então, poderão disponibilizar as notícias nas redes sociais, mas seguindo regras: as notícias devem ser brevemente resumidas e acompanhadas de um link que permita ao leitor ler a sua íntegra no veículo que a publicou. Quando a notícia não dispuser de um link específico, é obrigatória a publicação de um link do veículo para o qual trabalha, com a especificação da editoria, para que o leitor possa buscar mais detalhes. Devem agir de forma igual os comentaristas, analistas e colunistas de opinião em relação ao que produzirem para os veículos para os quais trabalham;
j) A publicação de reportagens certamente vai gerar comentários dos leitores. O jornalista do Grupo Globo deve tratar todos com respeito. Pode esclarecer dúvidas e comentar críticas. Se estas forem ofensivas, talvez seja melhor simplesmente não responder. Se se sentir vítima de abuso, é legítimo que o jornalista do Grupo Globo bloqueie os ofensores. Mas é preciso critério: não confundir críticas contundentes, mas legítimas, com ofensas e abusos;
k) O jornalista do Grupo Globo, sem exceção, não pode, por óbvio, criticar colegas de suas redações ou de redações de competidores nas redes sociais. O crítico acaba sempre por se diminuir diante do público. Da mesma forma, chefias não devem usar as redes sociais para elogiar os próprios veículos ou criticar concorrentes. Elogios e críticas podem ser interpretados como arrogância, algo que deve sempre ser evitado. Nesses dois casos, com propósitos construtivos, devem ser sempre priorizados os canais internos;
l) Essas regras são válidas para todos os jornalistas do Grupo Globo e devem ser rigorosamente observadas. As chefias diretas ficam com a incumbência de implementá-las, torná-las uma realidade e, em caso de faltas por parte de jornalistas, dividir os episódios com a direção de redação do veículo, que decidirá então se é o caso de levá-los à apreciação do Conselho Editorial do Grupo Globo;
m) O Grupo Globo tem a compreensão de que, muitas vezes, o jornalista pode se sentir em dúvida sobre se um texto seu nas redes sociais resvala na tomada de posição, ferindo o princípio da isenção. A única solução é consultar a chefia.
-Do G1-
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Você cuida mesmo da sua Reputação?
02/07/2018 | 09h28
Reputação: por que se preocupar?
Artigo de Camila Esposti*

A Reputação costuma ser negligenciada quando tudo parece bem. Geralmente as pessoas ou organizações só se dão conta de sua importância quando passam por uma crise que compromete sua imagem.
No entanto, é importante ressaltar que este é um recurso intangível de valor extraordinário. É o seu valor ou de sua empresa pelos olhos do seu stakeholder.
Por exemplo, uma empresa que tenha boa reputação pode ser um parceiro almejado, um bom lugar para se trabalhar, ou oferecer serviços confiáveis. Já uma empresa com má reputação pode ser culpada até por erros que não cometeu.

Mas qual é a diferença entre imagem e reputação? A imagem é o que a empresa parece ser. A reputação é uma percepção mais profunda, um juízo de valor que se efetua sobre a imagem: a pessoa compara sua percepção com o que considera ou julga ser o ideal. Quanto mais próxima do ideal for a imagem da empresa ou pessoa, maior a sua reputação.

A reputação é tão importante que pode fazer o valor de mercado de uma empresa subir ou descer, aumentar ou diminuir o número de compras de determinado produto e os funcionários trabalharem mais satisfeitos ou fazerem uma greve, por exemplo.

Mas não se engane! Qualquer tentativa de disfarçar iniciativas reais com os recursos da comunicação será descoberta, cedo ou tarde. O jornalista Mário Rosa, especialista em gerenciamento de crises de imagem, defende que recursos como celulares com câmeras e o fácil acesso a tecnologias e às redes sociais, torna todos cada vez mais vulneráveis, pois hoje em dia é muito mais fácil expor deslizes e desconstruir farsas.
Portanto, não basta parecer, é preciso ser.
E ser simplesmente ético não é suficiente. É importante ter muito cuidado com discursos e ações. Ninguém está livre de passar por uma saia justa por causa de palavras ditas por impulso ou gestos impensados.
*Camila é jornalista, especialista em Gerenciamento de Imagem. É deItaperuna e trabalha em João Pessoa-PB
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Superbom Desmente Venda
01/07/2018 | 15h35
A coluna Ponto Final do jornal Folha da Manhã, trouxe o desmentido da informação de que a rede de supermercados seria comprada pelo Grupo Pão de Açúcar, publicada originalmente em um portal online e reproduzida com créditos, inclusive por este e outros blogs. Os diretores do grupo educadamente desmentiram.
LEIA A NOTA DA PONTO FINAL DA FOLHA DA MANHÃ NA ÍNTEGRA
 
 
 
 
 
 
 
 
Portanto, segundo os próprios executivos do Superbom, não há nenhuma negociação nesse sentido.
 
 
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