Em tempos de crise, é comum as empresas cortarem os gastos. Mas isso não implica em ficar parado. Quem faz acontecer, buscando soluções criativas, prepara-se para quando o mercado voltar a aquecer.
E quando isto acontecer, sua equipe de vendas tem que estar preparada para recuperar o tempo perdido, sendo que ela é considerada o motor da organização. Por isso, é fundamental seu constante treinamento e aprimoramento, e para isso, não é necessário gastar com palestras motivacionais ou treinamentos com celebridades para atingir este objetivo. Pelo contrário, abaixo segue algumas dicas de como preparar e treinar sua Força de Vendas sem gastar nada, apenas seu tempo.
1 - Prepare-se: como você pode treinar alguém, ou propor um treinamento, em algo que você mesmo não conhece? Seria como ensinar a pilotar, sem nunca ter entrado num avião. Busque conhecimento, aprenda. Hoje existem vários treinamentos, livros e cursos de expansão de graça na internet. Ou seja, em outras palavras, comece por você, seja exemplo.
2 - Reuniões programadas: não sou muito favorável a reuniões, mas acho que às vezes, e em alguns casos, são válidas. Neste caso específico, reuniões rápidas de até 30 minutos de preferência no fim do dia, voltadas as trocas de informações, dificuldades e questionamentos sobre abordagens e produtos, podem trazer resultados devido a troca de conhecimento. Por fim do dia, entenda-se "depois das cindo e antes das seis da tarde", assim o ambiente fica mais leve e mais propicio para suas análises.
3 - Crie jogos - pense sobre um jeito descontraído de cobrar e analisar sua equipe. Pode ser através de sorteios por exemplo, onde o vendedor sorteado falará sobre um produto. O intuito é que todos se preparem, estudem e conheçam os produtos, pois podem ser os sorteados.
4 - Incentive: nada melhor do que ser reconhecido. Premie quem se destaca nos treinamentos e reuniões. Não crie falsas expectativas com prêmios monstruosos, caros, e que conseguirá beneficiar somente uma pessoa. Lembre-se de que estamos economizando. Sabe aqueles quadrinhos de funcionário do mês? Funciona! Adapte-o a sua realidade. Mandar e-mail para todos parabenizando os que se destacaram, reservar um local privilegiado na hora do café, uma vaga no estacionamento, enfim, use a criatividade, mas não deixe de passar a mensagem: ei, eu treino e cobro, mas também reconheço!
Estamos sempre negociando. E negócio não existe sem venda. E venda por sua vez, não é somente trocar dinheiro por mercadoria, afinal vendemos nossa imagem, nosso estilo de vida, quem somos e o que somos capazes de fazer.
Assim, desde a hora de levantar até o momento de deitar, presenciamos ou participamos de várias negociações.
Nestes anos todos como profissional, sendo publicitário de formação e vendedor por profissão, observei e aprendi algumas informações que acredito serem úteis em relação a negociações e gostaria de compartilhar:
1 - esteja preparado: faça a lição de casa, planeje, busque informações. Da sua parte, conheça realmente seu produto e o que vai propor. Da parte do cliente, saiba quem é, seu histórico e as opções que ele tem. Sentirá mais confiante.
2 - comece a negociação: geralmente quem inicia, controla quando termina. Quando iniciamos uma conversa, aumentamos nossas chances de controlar qual o rumo ela seguirá e diminuímos a possibilidade de perdermos o controle.
3 - pergunte: para quê argumentar e ir oferecendo soluções, se não sabemos qual a real necessidade do cliente? A fonte mais confiável é ele mesmo. Dê crédito a isso, mostre empatia com suas necessidades, se coloque no lugar dele. Assim, poderá oferecer realmente, uma solução satisfatória para ambos.
4 - valorize: já escutou a frase "vender dificuldade para colher facilidade"? É mais ou menos assim. Peça alto, desde que tenha argumentos para isso. Lembre-se que ninguém vai oferecer a mais simplesmente por bondade. É uma negociação e saiba disso. Sempre é do que pedimos para baixo.. logo, se passar seu limite no início, não fará um bom negócio.
5 - troque "gentilezas": se for pedido mais prazo, por exemplo, também peça algo que seja bom para você. Ou seja, não dê, troque! O que é de graça, não tem valor.
6 - campo neutro: lógico, negociação não é uma guerra. Mas se for realmente importante e levar a sério sua profissão e o que você faz, haverá pressão. Negociações importantes nunca são calmas. Se for, desconfie.. alguém perdeu. Portanto, tenha mais vantagem possível, jogue no seu campo, onde sentirá mais a vontade. Se não for possível, tente pelo menos um campo neutro, as forças equivalerão.
7 - coloque no bendito papel: pode parecer básico, mais a grande maioria negocia de boca. Infelizmente o "fio do bigode" não existe mais. Você não esta lá para convencer e sim, para fechar negocio. E isto, acontece somente se tiver no papel. Não tenha vergonha de solicitar uma assinatura do que foi negociado, que seja num papel de pão. Muitos falarão que não há necessidade.. aí saia correndo, pegue o papel A4 e autentique no cartório.
Vendas. Esta simples palavra é fundamental para definir se seu negócio vai prosperar ou afundar. Não só um negócio, mas também uma carreira, partindo do princípio que devemos "vender" bem nossa imagem.
O problema é que todo mundo se considera um bom vendedor, ou acha que vender algo não necessita de estudo ou estratégia. Perdi meu emprego de origem ou formação? vou vender algo.
Abaixo, listamos algumas novas visões sobre estratégias de vendas, que pode abrir caminho para uma carreira promissora ou auxiliar em uma reciclagem profissional:
Quem decide? Geralmente queremos falar com quem decide, principalmente se você quiser vender algo, correto? Não, errado! Procure quem influencia, é não quem decide. Hoje em dia, decide-se em grupo, mas quem tem o poder de influenciar, geralmente são poucos.
Como vender? os produtos são todos parecidos, com os mesmos princípios e poucos diferenciais. Por tanto, o diferencial não é o produto em si, mas como se vende este produto, de que maneira você ou seus funcionários estão vendendo.
Ações de marketing? Internet, sites, emails e afins abrem portas, buscam seus futuros clientes, mas não fecham as propostas. Fique atento a isso, entenda que o estes canais são uma parte do processo, que lhe trouxe o possível cliente, agora cabe a você transformar o interesse em venda concreta.
Você é ágil? Facilite seu processo. Hoje há inúmeras opções de celulares, por exemplo, onde você lê seus emails ou troca mensagens com seus consumidores em tempo real. Existem também impressoras portáteis, scanners e demais equipamentos que estão a nosso favor. Em outras palavras, transforme-se num escritório ambulante.
Em tempos de crise, é normal as empresas e por consequente as pessoas que as comandam, perguntarem-se o que fazer para aumentar suas vendas, ou até mesmo mantê-las em um volume aceitável.
Abaixo, listaremos 5 dicas simples, mas extremamente úteis que podem facilitar seu trabalho:
1 - Mantenha a calma: nesta crise, é normal sair tomando atitudes mal pensadas ou até mesmo que não foram planejadas, achando por exemplo, que o preço do produto é o único fator que atrairá vendas. Tenha calma, arrume a casa e mantenha o planejado, estude o mercado e seus clientes. Esta é a hora que muitos tomarão atitudes desastrosas.
2 - Foco nas suas qualidades: dê atenção especial a seus diferenciais, pois muitas empresas focarão apenas no preço, e é esta hora que você fideliza ou adquire novos clientes exigentes, que ficarão com você pelo "valor" do seu produto e não somente pelo preço.
3 - Foco no cliente: entenda as necessidades dele, conheça-os realmente, faça um trabalho de CRM (gestão especial de clientes, do inglês: Customer Relationship Management). Entenda que cliente não é apenas o consumidor final, mas toda o elo da cadeia (produtores, distribuidores, atacadistas...).
4 - Estude os concorrentes: se seus concorrentes vão bem e só você esta mal, a culpa não é do mercado. Veja ao redor, estude o que eles fazem bem (benchmark) e molde a sua realidade.
5 - Qualidade: sem isso, você nada, mas morre afogado. Não adianta fazer planejamento, estudos, ter reservas, se não tem qualidade, tanto do produto/serviço que oferece quantos dos profissionais que são resposáveis em vendê-los. Invista na capacitação deles, ofereça um ambiente de trabalho com estrutura, mesmo que aumente seus custos, que já são altos. Isto é investimento e não gasto.
Durante minha carreira conheci muitos “gurus” dando dicas de como aumentar as vendas das empresas no geral.
Para encurtar o assunto, pois este proporciona os mesmos blá blá blás de sempre, gostaria de compartilhar com vocês, questionamentos simples, propostos pelo professor do IMD (Institute for Management Development) Sr. Kumar que, assim que respondido, lhe mostrará diretrizes que muitos não imaginavam. Uma dica: o ideal é serem respondidos pela sua equipe, dentro da empresa. Quantos mais participarem, melhor:
1) Por que fazemos negócios desta forma? Por que vendemos assim? Quais fatores do nosso ramo de negócio são considerados "imexíveis" mas poderiam ser questionados?
2) O que oferecemos para o cliente que tem custo alto mas o cliente não valoriza? Quais fatores poderiam ser cortados ou diminuídos sem grandes perdas?
3) O que o cliente realmente valoriza e deveria ser explorado e aumentado ao máximo?
4) Quais fatores poderiam ser criados como novidade ? coisas que nunca foram feitas antes pela concorrência? Onde podemos realmente inovar?
Faça o teste, surpreenda-se e tenha material para preparar sua empresa estrategicamente!
Estamos entrando numa fase que investir em imóveis já não trás tanta certeza de alto retorno financeiro, como tempos atrás.
Segundo Paulo Gala, professor de economia da FGV, apesar de estarem em um ritmo mais lento, os preços dos imóveis continuarão a subir. Em relação à procura, ela não vai abaixar, pois o Brasil oferece uma grande oferta e facilidade de crédito imobiliário.
Outro fator que justifica-se manter a alta no preço dos imóveis é o fato de que, nas grandes capitais como São Paulo, Rio de janeiro e Belo Horizonte, a demanda por novos empreendimentos continua grande. Mas em contra partida, há dificuldade em disponibilizar novos projetos no mercado, diminuindo assim, a oferta em relação a grande demanda, sustentando seus preços.
Mesmo assim você não investe por medo da bolha?
O professor Gala comenta: “Não dá para dizer que existe bolha. Em médio e longo prazo pode até surgir problemas no setor, mas por enquanto não”.
Todos os empreendedores, do micro ao macro, devem saber que é importante para o fortalecimento de sua marca, possuir um slogan que ajude a memorizar e a construir um vínculo do consumidor com a empresa.
O slogan foi criado pelos Celtas, nome dado a um conjunto de povos organizados em várias tribos, localizadas na Europa séculos atrás, como grito de guerra, buscando incentivar seus guerreiros durante as batalhas. Mas como criar um?
Um bom slogan deve ser simples e claro, sendo fácil de memorizar, e principalmente, cumprir seu papel fundamental que é de passar a mensagem desejada pela empresa. Temos slogans que define posicionamento, atributos funcionais, emocionais, tradição, preço, e muito mais.
Podemos citar alguns exemplos consagrados como: Folha da Manhã, a diferença está na qualidade; Bombril, 1001 utilidades; Vivo, conexão como nenhuma outra; Tomou Doril, a dor sumiu; Bohemia, desde 1853; Telha Norte, preço baixo é nosso forte, e muitos outros que conhecemos.
Crie um slogan, sempre buscando ser claro e objetivo, e que passe a essência de seu negócio, que, com certeza, ajudará a associação de seus clientes à sua marca.
Sobre o autor
Fábio Pexe
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