Fechou as portas no Calçadão
20/10/2018 | 08h45
O centro histórico de Campos perde mais uma loja. A Bagaggio, que atua no comércio de malas, bolsas e acessórios para viagem mudou de endereço. Saiu do Boulevard Francisco de Paula Carneiro (Calçadão) e vai para o Plaza Shopping.
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Ecos da eleição -2
19/10/2018 | 07h48
O deputado Geraldo Pudim quis dar um voo mais alto nas urnas, trocando a Assembléia Legislativa pela Câmara dos Deputados.Não foi feliz. Obteve, em todo o Estado do Rio de Janeiro, exatos cinco mil votos.
 Nas urnas de Campos, Pudim alcançou 2.901 votos. Um pouco mais do que somou na disputa da Prefeitura em 2016, quando totalizou apenas 2.160 votos, enquanto Rafael Diniz (o eleito) fez 151.462 votos.
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Pela madrugada
18/10/2018 | 06h34
Os canais de TV cada vez estão abrindo mais espaço para noticiosos pela madrugada. Ao vivo e a cores. O "Hora 1 da Notícia", na Globo, apresentado por Monalisa Perrone, entra no ar às 4h e vai até às 6h.
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Ecos da eleição
15/10/2018 | 18h13
O pastor Eber Silva deixou a presidência da 2ª Igreja Batista e tentou novamente se eleger deputado estadual.
Não conseguiu. Ficou na oitava posição no DEM, o seu partido, somando 19.865 votos, 10.953 dos quais nas urnas de Campos.
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Fechou as portas
12/10/2018 | 07h06
Efeito da crise. A escassez de alunos nos cursos do UNIFLU gerou o fechamento de uma papelaria nas imediações do centro universitário, que ocupa todo o prédio da antiga Faculdade de Direito de Campos (FDC), na Rua Tenente Coronel Cardoso (Formosa). Antes, pelo mesmo motivo, bares e lanchonetes no entorno também fecharam. A papelaria mudou para a área da Pelinca. 
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A lenda da folha-seca
10/10/2018 | 10h31
De Péris Ribeiro *
Em um belo dia de certezas, quando pedi-lhe uma definição que me soasse especial sobre o seu misterioso chute - bem mais famoso, por sinal, por criarem em torno dele toda uma aura de sedução e glamour -, Mestre Didi apenas fitou-me bem nos olhos.
Para relatar-me em seguida, compassando suavemente as palavras:
- Era como se fosse uma folha de outono, sabe? Descaindo ao sabor do vento.
Desgarrada; destino incerto ...
Ante tal definição - um tanto poética, outro quê com acentuado tom filosofal -, o
que pude fazer foi viajar no tempo. E, só então, consegui reciclar aquela época. A
época, e a própria história. E, mais um pouco: como a lenda, de repente se iniciou.
Hoje, há bem pouca gente que se lembre. Mas, tudo começou em um Fluminense x
América, pelo Campeonato Carioca de 1955. Numa disputa de bola com Ivan - centro-
médio clássico, mas viril no combate direto. E campeão do Torneio Rio-São Paulo, dois
anos depois, como jogador do próprio Fluminense -, Didi acabou levando a pior. Saldo
do lance: tornozelo direito avariado.
Como consequência, o nosso Didi acabou por se ver obrigado a curtir o estaleiro
por um bom tempo. Tempo exato, no entanto, para que, entre o tratamento na
enfermaria das Laranjeiras e a volta progressiva aos treinos, acabasse por descobrir
uma maneira diferente no ato de chutar a bola. Um jeito que não sacrificasse a sua
recuperação, numa região ainda magoada pelo bico da chuteira do centro-médio
americano.
Observador engenhoso, que gostava de estudar os fatos até nos mínimos
detalhes, o que Didi sacou logo é que poderia estar realmente criando um chute
diferente. Na verdade, um estilo revolucionário de bater na bola. Ainda mais, porque
tal chute era executado com a parte externa do pé direito - em torno da chamada
linha dos três dedos. Mas o que o deixava empolgado de verdade, era o trajeto que
havia conseguido conceber, tão logo detonava o chute.
É que a bola, como que encantada, desandava a descrever curvas e rotações
diferentes em pleno ar. Para, logo em seguida, desenhar uma semi-parábola,
descaindo com força, incerta e cheia de graxa, num dos ângulos do gol, bem junto às
traves. Tudo isso para desespero de Castilho, Veludo, Adalberto e Jairo - justo a fina-flor, em termos de goleiros, lá no Fluminense. E que se revezavam, treino após treino, na ingrata tarefa de testar aquela típica invenção made in Didi.
Finalmente, já tida como pronta e acabada, eis que a grande novidade acabou por ser testada oficialmente diante do pobre Julião, jovem goleiro do Bonsucesso. Um crioulo imenso, que ora fechava o gol; noutro dia, era capaz de papar os frangos mais inacreditáveis. Homéricos mesmo. E que naquela tarde, no estadinho da rua Teixeira de Castro, pensava, a cada chute de Didi, estar vendo coisas do outro mundo. Ou, no mínimo, “que andava variando da cabeça”, debaixo de um sol de mais de 40 graus que latejava em sua moleira. Ainda mais naquele caldeirão de fogo, que atendia por Zona da Leopoldina do Rio de Janeiro.
Um pouco mais de tempo passado, e eis que lá estava a estranha novidade a ganhar notoriedade de vez. Até mesmo, como arma mortal. Só que acabou por visar o seu passaporte, rumo ao sucesso internacional, em duas vias distintas. Em 1957, quando garantiu a ida do Brasil à Copa do Mundo da Suécia, no 1 a 0 diante do Peru, em um Maracanã superlotado. E em 1958, já em gramados escandinavos, quando provocou o desempate em 2 a 1, na eletrizante semifinal diante da França - que vencemos por 5 a 2.
Quatro dias depois, com o Brasil campeão do mundo pela primeira vez, e com o próprio Didi, majestoso, consagrado com todas as honras como o inspirado maestro do nosso time e o Maior Jogador daquela Copa inesquecível, era da vertiginosa Folha - Seca que ele voltaria a falar com imenso carinho. E, talvez em pleno transe da grande festa, até se lembrasse em detalhes de como tudo havia começado.
Por exemplo: daquele Fluminense x América, e do tornozelo direito avariado na disputa de bola com Ivan; do espanto do pobre Julião, a ver coisas do outro mundo, no canhado estadinho da rua Teixeira de Castro, a cada Folha - Seca que descaía no seu gol; e, finalmente, de Abbes, goleiro da França, quatro dias antes. A testar, sem sucesso, o poder de fogo de um chute que questionaria a física e a lógica, na intricada geometria do futebol.
 * Péris Ribeiro é jornalista e escritor. E autor de "Didi, o gênio da folha-seca", ganhador do 1º Prêmio João Saldanha de Jornalismo Esportivo (2011) como o melhor livro do ano.
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Deputados federais e estaduais de Campos eleitos e a lista completa dos vitoriosos
08/10/2018 | 06h20
OS DEPUTADOS FEDERAIS DE CAMPOS E A LISTA COMPLETA DO VITORIOSOS NO RJ
     
 
 
Fonte: G1
Helio Fernando Barbosa Lopes (PSL) - 4,47% 345.234
Marcelo Freixo (PSOL) - 4,44% 342.491
Alessandro Molon (PSB) - 2,95% 227.914
Carlos Jordy (PSL) - 2,64% 204.048
Flordelis (PSD) - 2,55%196.959
Daniela do Waguinho (MDB)- 1,77%136.286
Otoni de Paula (PSC)- 1,56% 120.498
Luiz Lima (PSL)- 1,49%115.119
Talíria Petrone (PSOL) - 1,39% 107.317
Delegado Antônio Furtado (PSL) - 1,35% 104.211
Dr. Luizinho (PP) - 1,34% 103.745
Sóstenes (DEM) - 1,22% 94.203
Rodrigo Maia (DEM) - 0,96% 74.232
Jandira Feghali (PC do B) - 0,93% 71.646
Aureo (SOLIDARIEDADE) - 0,89% 68.414
Wagner Montes (PRB) - 0,85% 65.868
Rosangela Gomes (PRB) - 0,83% 63.952
Hugo Leal (PSD) - 0,82% 63.561
Sargento Gurgel (PSL) - 0,80%62.089
Vinícius Farah (MDB) - 0,75% 57.707
Major Fabiana (PSL) - 0,75%57.611
Pedro Paulo (DEM) - 0,73% 56.646
Altineu Cortes (PR) - 0,72% 55.367
Gutemberg Reis (MDB) - 0,71% 54.573
Paulo Ganime (NOVO) - 0,69% 52.983
Marcelo Calero (PPS) - 0,65% 50.533
Luiz Antônio (DC) - 0,65% 50.284
Soraya Santos (PR) - 0,63% 48.328
Christino Aureo (PP) - 0,61% 47.101
Felício Laterça (PSL) - 0,61% 47.065
Márcio Labre (PSL) - 0,61% 46.934
Juninho do Pneu (DEM) - 0,58% 45.087
Benedita da Silva (PT) - 0,58% 44.804
Lourival Gomes (PSL) - 0,54% 41.307
Glauber Braga (PSOL) - 0,52% 40.199
Wladimir Garotinho (PRP) - 0,51% 39.398
Chris Tonietto (PSL) - 0,50% 38.525
Alexandre Serfiotis (PSD) - 0,49% 37.526
Clarissa Garotinho (PROS) - 0,46% 35.131
Professor Joziel (PSL) - 0,44% 34.274
Daniel Silveira (PSL) - 0,41% 31.789
Gelson Azevedo (PHS) - 0,37% 28.216
Chico D'angelo (PDT) - 0,34% 26.417
Chiquinho Brazão (AVANTE) - 0,33% 25.817
Paulo Ramos (PDT) - 0,33% 25.557
Jean Wyllys (PSOL) - 0,31% 24.295
OS VITORIOSOS DE CAMPOS E A LISTA COMPLETA DOS VITORIOSOS PARA A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA 
 
Fonte: G1:
 Rodrigo Amorim (PSL): 140.666 votos
Marcio Canella (MDB): 110.167
Alana Passos (PSL): 106.253
Alexandre Knopoloch (PSL): 103.639
Coronel Salema (PSL): 99.459
Samuel Malafaia (DEM): 83.784
André Corrêa (DEM): 66.881
Lucinha (PSDB): 65.735
Renata Souza (PSOL): 63.937
Danniel Librelon (PRB): 63.767
Rosenverg Reis (MDB): 63.450
Flavio Serafini (PSOL): 61.754
Max (MDB): 59.672
Delegado Carlos Augusto (PSD): 56.969
Tia Ju (PRB): 56.766
Rosane Felix (PSD): 53.644
Carlos Macedo (PRB): 53.397
Gustavo Tutuca (MDB): 49.952
Luiz Paulo (PSDB): 49.012
Delegada Martha Rocha (PDT): 48.949
Zeidan (PT): 48.807
Marcio Pacheco (PSC): 48.317
André Ceciliano (PT): 46.893
Thiago Pampolha (PDT): 46.137
Franciane Motta (MDB): 45.123
Jorge Felippe Neto (PSD): 43.099
Dionisio Lins (PP): 40.910
Mônica Francisco (PSOL): 40.631
Anderson Moraes (PSL): 40.540
Filipe Soares (DEM): 40.308
Luiz Martins (PDT): 38.449
Carlos Minc (PSB): 38.416
Fabio Silva (DEM): 36.820
Dr Deodalto (DEM): 35.991
Gustavo Schmidt (PSL): 34.869
Eliomar Coelho (PSOL): 34.836
Renato Cozzolino (PRP): 33.597
Vandro Familia (Solidariedade): 33.315
Enfermeira Rejane (PC do B): 33.003
Jair Bittencourt (PP): 32.656
Carlo Caiado (DEM): 32.435
Welberth Rezende (PPS): 31.725
Renato Zaca (PSL): 31.627
Marcos Muller (PHS): 31.512
Waldeck Carneiro (PT): 31.358
Marcus Vinícius - Neskau (PTB): 30.454
Gil Vianna (PSL): 28.636
Dani Monteiro (PSOL): 27.982
Filippe Poubel (PSL): 27.832
Doutor Serginho (PSL): 26.906
Pedro Brazão (PR): 26.846
Chicão Bulhões (Novo): 26.335
Rodrigo Bacellar (Solidariedade): 26.135
Bebeto Tetra (Pode): 25.917
Marcelo do Seu Dino (PSL): 25.497
Anderson Alexandre (Solidariedade): 25.384
Val Ceasa (Patriota): 25.259
Bruno Dauaire (PRP): 24.800
Marcos Abrahão (Avante): 24.261
João Peixoto (DC): 23.951
Valdecy da Saúde (PHS): 23.307
Márcio Gualberto (PSL): 23.169
Chiquinho da Mangueira (PSC): 22.141
Pedro Ricardo (PSL): 22.006
Léo Vieira (PRTB): 20.751
Alexandre Freitas (Novo): 20.234
Marcelo Cabeleireiro (DC): 18.003
Sub Tenente Bernardo (PROS): 16.855
Giovani Ratinho (PTC): 13.234
Marina (PMB): 12.294
 
 
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Mania do campista
07/10/2018 | 07h33
Da série “Mania do Campista”: gritar ´arreia Lourenço´ quando está chovendo e quer mais chuva.
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Um sósia ideal
05/10/2018 | 18h00
O lulopetismo poderia estar com mais chances de voltar ao poder, caso tivesse optado por Guilherme Boulos, o candidato do Psol à Presidência da República.
 
Boulos parece fisicamente com Lula, quando novo. Até no jeito de falar, meio com a língua presa. Com a barba e o cabelo maior, seria um sósia perfeito.
 
Outro detalhe: Boulos tem mais jogo de cintura e é mais fluente que Fernando Haddad.
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Mania do campista
04/10/2018 | 19h43
Da série “Mania do Campista”: chamar de boca-aberta a pessoa distraída.
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Sobre o autor

Saulo Pessanha

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