Está desse jeito...
31/05/2019 | 10h18
O centro de Campos está concentrando uma população de pedintes, moradores de rua. Muitos têm a companhia de cachorrinhos, que ficam ali, dia e noite. Dividem miséria com os donos. Pelo lado da antiga prefeitura, hoje sediando o Museu Histórico, há um outro grupo de mendigos.
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Aconteceu no Calçadão...
29/05/2019 | 06h07
O tabelião Raul Escobar estava com um grupo de amigos na subida da rua 7 de Setembro, área do Calçadão, contando alguns causos.
Eis que um sujeito, achando que ele é médico, lhe faz uma abordagem.
— Doutor Raul, que bom encontrá-lo. Eu estou com um negócio dentro da barriga, que sobe e desce. O que é que pode ser?
Gozador, Raul dá logo a resposta:
— Relaxe, amigo! Não é nada demais. Isto é peido indeciso.
O sujeito concorda:
— Isto mesmo doutor. Sinto que o meu peido, quando sai, sai em série. Não é daquele tipo tiro seco. E o qual o remédio devo tomar?
Raul, muito sério, apesar das gargalhadas dos amigos, dá a solução:
— O seu problema é simples. Você vai ali na Farmácia Maron e pede Peidodontin.
O remédio, evidentemente, não existe. Mas Maron, depois que ouve do sujeito que o problema é “peido indeciso”, diagnosticado por Raul Escobar, recomenda que leve Cibasol.
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Ato falho na campanha eleitoral
27/05/2019 | 19h06
Anos 80.
Correndo atrás de um novo mandato de deputado estadual, Fernando Leite faz corpo-a-corpo no bairro da Penha, quando é abordado por uma eleitora, eufórica, que demonstra conhecê-lo bem.
Ocorre que Fernando não se lembra da fisionomia dela e a eleitora logo percebe.
— Fernando, você não está me reconhecendo? Vou-lhe dar uma dica: carne!
Fernando associa carne a churrasco e devolve:
— Que é isso, minha amiga?! Como poderia me esquecer daquele churrasco maravilhoso na praia de Farol de São Tomé?!
A eleitora dá uma gargalhada e fala:
— Deixa disso, Fernando! Eu sou é a noiva de Carne-Seca, seu assessor na Assembléia Legislativa...
 
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Torcida por uma vida longa
26/05/2019 | 12h14
Uma coisa rara em Campos, nos tempos atuais: o plantio de árvores. Mas, na rua Marechal Deodoro (antiga rua do Príncipe), três delas estão compondo um belo cenário. Vida longa para as árvores e os cumprimentos aos donos da casa.
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Cenário enganador
24/05/2019 | 17h34
O visual do Jardim São Benedito tem estado enganador nos últimos dias. Há uma semana, exatamente. É o tempo que faz do temporal que caiu em Campos na sexta-feira passada, inundando várias áreas.
Daí que os lagos do Jardim, vazios há muito tempo, foram tomados d`água, permitindo uma visão bonita à distância. O quadro lembra os bons tempos ali, quando os dois lagos tinham vida, com peixes e marrequinhas.
Mas quem se aproxima do lagos tem um choque de realidade. A água não está com qualquer tratamento. É resultado da chuva e pode estar se transformando em um depositário do mosquito transmissor da dengue, da chikungunya, da zika vírus.
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Wladimir não vota e Clarissa foi a favor do Coaf com Moro
23/05/2019 | 12h11
Quem alimentava a curiosidade sobre como votam os irmãos Garotinho na Câmara dos Deputados, diante de uma pauta polêmica, se frustrou no acompanhamento da sessão realizada ontem, envolvendo a retirada do Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Justiça. É que Wladimir Garotinho (PSD-RJ) não votou.
O site Congresso em Foco não inclui o nome dele na votação, não se sabe se por abstenção ou ausência. Já Clarissa Garotinho (PROS-RJ) votou o "sim" para manter o Coaf com o ministro Sérgio Moro, proposta que acabou derrotada em plenário.
ATUALIZAÇÃO ÁS 16H08: Wladimir Garotinho não compareceu a sessão de ontem na Câmara dos Deputados porque, segundo versão do seu assessor de Comunicação, Rafael Brais, encontra-se em missão oficial em Campos, representando a Câmara dos Deputados no Rio Agro, evento que se realiza hoje. 
 
 
ATUALIZAÇÃO ÁS 17h34: 
Wladimir Garotinho foi autorizado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a representar o Legislativo na Rio Agro Coop.   
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Mergulho no tempo
22/05/2019 | 09h30
Até os anos 70, antes da Petrobras se instalar em Macaé, a praia de Imbetiba era uma coqueluche. No cenário da época, o Hotel do Sesc foi palco para lua de mel de muitos casais de Campos.
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Do futebol para a literatura
21/05/2019 | 10h21
Quando viviam tempos melhores, sobretudo no aspecto financeiro, primeiro o Americano, e depois o Goytacaz, tiveram nos seus times o ponta esquerda Zé Roberto, que fez sucesso no Fluminense, à época da “máquina tricolor”.
Zé Roberto lançou vários livros, ele que, hoje, é professor. Em um deles, o primeiro, falou dos tempos que viveu em Campos. E teceu elogios e críticas aos dirigentes do futebol local dos anos 80.
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Um grande contador de causos
19/05/2019 | 16h53
O radialista Josélio Rocha, que faleceu semana passada, era um grande contador de causos. Um deles envolve uma entrevista que fez com Zezé Barbosa, com vistas ao Carnaval de Campos. Segue:
Anos 70.
O prefeito Zezé Barbosa pede ao jornalista Prata Tavares, seu assessor de imprensa, para escrever 10 linhas de uma mensagem que iria dirigir aos carnavalescos, em um programa na Rádio Continental, comandado por Josélio Rocha.
Na gravação do texto, diz Zezé:
— (...) A esta altura, os carnavalescos estão com os seus prestitos prontos.
Josélio pára a gravação e recomenda:
— Prefeito, o senhor me desculpe, mas não é prestito. É préstito.
Zezé pega uma caneta e aumenta o acento que Prata colocara.
Retomada a gravação, diz o prefeito:
— A esta altura os carnavalescos estão com os seus prestitos prontos...
Josélio de novo interrompe a gravação e chama a atenção para o equívoco.
Zezé, já de saco cheio, pede socorro:
— Mas não tem outra palavra para colocar aqui não, Josélio?
— Troca por carros alegóricos, prefeito!
Resmungando, Zezé desabafa:
— Prata bem que poderia ter escrito logo isso aqui ...
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Sem luz no fim do túnel
18/05/2019 | 17h52
A política no Brasil está desse jeito. O apresentador de TV José Luiz Datena, dono de um programa policialesco na Band, quer ser prefeito de São Paulo. Daí que deixou o DEM e deve se filiar ao PSL, de Jair Bolsonaro.
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Vai abrir
17/05/2019 | 15h39
Sabe aquele ponto que ficou vago com o fechamento da Drogaria Isalvo Lima (DIL) na Rua Conselheiro Otaviano? Está sendo ocupado pela Drogarias Tamoio. A inauguração está perto de ocorrer. Trata-se de mais uma filial da rede Tamoio instalada em Campos.
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Memória de Campos
16/05/2019 | 07h17
Segunda Igreja Batista
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Morre o radialista Josélio Rocha
15/05/2019 | 06h32
O radialista Josélio Rocha, pessoa muito querida na cidade, faleceu na madrugada de hoje, no Hospital Geral de Guarus (HGG), onde estava internado, com problemas respiratórios. Karla Rocha, filha do comunicador, revela que o velório ocorrerá no Salão Nobre do Goytacaz, clube de sua paixão. Josélio, carinhosamente chamado pelos amigos de “gordo bom de bola”, pela precisão com que narrava futebol, trabalhou em diferentes emissoras em Campos.
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Atrapalhada
13/05/2019 | 18h56
Atrapalhada na premiação da Globo. Sidão foi o pior em campo. Mas a TV Globo o escolheu o melhor do jogo em que o Vasco, em uma tarde infeliz do goleiro, perdeu por 3 a 0 para o Santos. 
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Depende do que se oferece
12/05/2019 | 11h54
À época em que tinha o comando do Capitão Júlio Nogueira, nos anos 50, A Cidade (já extinto) foi o mais popular jornal de Campos. Era recheado de "pequenos anúncios", hoje conhecidos como “classificados” .
O capitão gerenciava tudo — do pó ao prelo. Certo dia depara com um cliente protestando, aos brados, com a moça do balcão de anúncios.
— Meu anúncio não saiu. Quero meu dinheiro de volta — alardeava o sujeito.
— O senhor anunciou o quê? — indagou Júlio Nogueira.
— Uma canoa, pra vender. Paguei adiantado e o anúncio não saiu — rebateu o cliente.
Pacientemente, Júlio folheou a edição e em fração de segundos encontrou o classificado "Canoa - Vendo, em ótimo estado. Tratar com Alcebíades, na rua Fazenda da Aldeia...".
O cliente não se deu por satisfeito.
— Também, desse tamaninho e escondidinho quem é que vai ler? — insistia, sem saber que Júlio Nogueira era duro na queda e jamais devolveria o dinheiro.
— O senhor escolhe aqui onde quer a publicação do seu anúncio — disse Júlio, oferecendo o exemplar. O sujeito nem pestanejou. Foi no alto da primeira página, no espaço reservado ao preço da edição, e sentenciou:
— Aqui. Quero o anúncio aqui. Assim todo mundo vai ver.
E foi-se embora, com a promessa de que no dia seguinte o anúncio seria publicado ali. Mas não foi.
Por volta das 8 da manhã, estava formado o banzé na porta do jornal. Alcebíades, furioso, em meio a dezenas de pessoas, que foram ali atraídas por uma publicação, exigia a presença do Capitão, que não tardou.
A bronca do sujeito era porque, ao invés de publicar a venda de uma canoa, Júlio mandou que publicasse, no mesmo local e espaço anterior, o seguinte anúncio: "Precisa-se de operário. Paga-se um mês adiantado. Tratar até às 7h de hoje com Alcebíades. Senha na portaria deste jornal".
Diante do homem possesso, o Capitão, empunhando sua bengala, afirmava:
— Vai te catar, seu Alcebíades! Ninguém está a fim de comprar canoa, não! Está vendo, o anúncio aqui funciona. Depende do que se oferece...
 
 
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Memória política
11/05/2019 | 10h06
O governador do antigo Estado do Rio de Janeiro, Celso Peçanha, cercado por um grupo de amigos de Campos, seus conterrâneos, no Café Santa Cruz, em Niterói. Anos 60.
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Flagrante da vida real
10/05/2019 | 08h10
Ontem cedo, no centro, uns cachorrinhos, ditos de rua, se refastelaram no acesso à entrada do Banco Itaú, no Calçadão. Descansaram e depois foram embora - sem destino, certamente.
 
 
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O gênio iluminado
09/05/2019 | 07h47
 De Péris Ribeiro
 Ganhou ares de pesadelo - e pesadelo com a força do mais arrebatador tango portenho -, certa desdita vivida por Messi. O ano? 2016, em uma Copa América perdida para o Chile, nos pênaltis, em decisão ocorrida nos Estados Unidos. É incrível, mas ainda me lembro bem do seu choro, de sua imensa frustração. E da dura e sofrida realidade, da impossibilidade ante o impossível.
Porém, há de ter doído bem mais, a constatação real de que ainda não seria daquela vez. Nem a jogada genial, nem o gol decisivo. Muito menos, o sorriso refletido na taça. Na subida ao pódio, o sufoco de novo contido.
Quando, em que dia, afinal, ele poderá rasgar o peito e gritar: “Argentina! Argentina campeã!?”
Como os deuses da bola sabem ser matreiros, e são tantas e tantas vezes cruéis, há muita gente por aí ostentando façanhas de dar inveja. Uma gente, frise-se, capaz de exibir bem pouco mais que um mínimo que seja de talento.
Em compensação, existem certos gênios predestinados. Iluminados. Aqueles para quem a sorte nunca deixou de sorrir. Como Didi, o Príncipe Etíope. Alguém com um dom mágico, capaz de obter o que poucos, bem poucos, puderam na vida. Ainda mais, no sinuoso universo do futebol.
Basta dizer que, festejado em 1962, em Santiago do Chile, como bicampeão mundial, Didi já havia conseguido uma glória particular, toda sua, alguns anos atrás. É que, lá na Suécia, fora consagrado o Maior Jogador da Copa de 1958 - justamente a primeira de todas, na qual o Brasil saiu com as honras de grande campeão.
Aliás, refletindo com serenidade e rigor sobre o tema, não é pouca coisa ser considerado o Maior Jogador de uma Copa do Mundo. Em absoluto! Muito menos, em uma Copa que tem Pelé e Garrincha em campo. E ainda convém lembrar que também havia, nos gramados escandinavos, talentos luminares como os franceses Kopa e Fontaine, o tcheco Masopoust, o húngaro Bozsic e os alemães Rahn e Fritz Walter. Ou o sueco Skoglund, o argentino Labruna, o galês John Charles e o goleiro russo Lev Yashin, já celebrado como o “Aranha Negra”.
Pois ainda assim, e mesmo com todo o tipo de honraria por aí já recebida, nem no ato da heroica conquista em estádios do Chile, Mestre Didi faria por menos. É que, nos atapetados gramados andinos, o elegante e cerebral inventor da “Folha Seca” iria imprimir, pela última vez, a sua marca genial. Particularmente, porque só a ele, e a mais dez ilustres jogadores, seria concedida a honra de um Bi em Campeonatos Mundiais. No caso, oito brasileiros - com ele, Didi, nove - e dois italianos.
- Tenho consciência, que fiz por onde chegar a algum lugar. Sei bem disso. Mas sei também que Deus foi bom demais, dando-me além. Quantos fazem por merecer, e nada conseguem? - disse-me Didi certa vez, em um ameno final de tarde. O sol morno e agradável - era início de primavera -, como testemunha privilegiada.
Será Messi, um desses definitivos - e imerecidos - desafortunados da bola?
* Péris Ribeiro
Esta é uma crônica que presta a mais incondicional e respeitosa reverência, aos 18 anos de falecimento ( 12 de maio de 2001 ) de um artista da bola.
Mesmo assim, ela não está a acentuar, apenas, a genialidade de Didi, o Príncipe Etíope. E nem as suas muitas glórias nos gramados - o bicampeonato mundial, com o Brasil e os títulos de campeão com o Botafogo e o Fluminense, seriam os exemplos mais ilustres.
Nela, há espaço também para um outro olhar. Apenas uma vista d”olhos sobre a face cruel do Futebol. Capaz, até hoje, de injustiçar o mais talentoso artista do nossos tempos. Lionel Messi.
 
 
 
 
 
 
 
 
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Muita luz
08/05/2019 | 06h57
Os chineses vão sendo notados como comerciantes em Campos. Antes, no comércio de importados. Depois, no ramo de pastelaria. Hoje em dia comandam lojas de bijuterias. E no segmento de acessórios feminino duas características marcam as lojas dos chineses: muita luz interna e abertura cedo das portas. Algumas antes das 8h.
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Só se for com o vento a favor
07/05/2019 | 07h49
O deputado estadual Bruno Duaire deseja disputar a prefeitura de São João da Barra, cidade que já foi governada pelo seu pai, Betinho, e pelo seu avô, Alberto. Mas Bruno quer o vento a favor. Ou, seja: só entrará no páreo caso a prefeita Carla Machado, considerada imbatível nas urnas, não possa buscar a reeleição.
 
 
 
 
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Domínio das palavras
06/05/2019 | 07h32
João Rodrigues de Oliveira, diretor da Folha do Povo, jornal que existia em Campos nos anos 50, foi indagado um dia sobre as suas preferências quanto ao modo de se vestir.
O jornalista traçou um belo perfil do seu guarda-roupa:
— Gosto mais dos ternos velhos do que dos novos, pois acho que os velhos ternos, como os velhos amores, são, pelo menos, mais ternos...
 
 
 
 
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A Catedral Diocesana tem sistema de proteção contra incêndio?
05/05/2019 | 08h19
Seja por falta de sistema de proteção contra incêndio, negligência ou ação criminosa, vários prédios históricos pegaram fogo no Brasil nos últimos anos, inclusive museus de projeção internacional.
Posto isto, uma pergunta não quer calar: os centenários templos católicos em Campos, inclusive a Catedral do Santíssimo Salvador, contam com proteção contra incêndio? A Diocese deve se pronunciar.
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Aluguel alto afasta bares do centro de Campos
04/05/2019 | 15h35
 
 
O barzinho “Ao Gato Preto” é remanescente de uma era em que estabelecimentos assim pontificavam no centro da cidade. Hoje, os bares, na maioria, se espalham pela periferia e mesmo no reduto boêmio da Avenida Pelinca/Formosa.
Tombado como patrimônio imaterial histórico da cultura de Campos, o “Ao Gato Preto”, já teve outro nome, “Coringa”. Na Rua 21 de Abril, resistiu por 90 anos. Saiu dali por conta do aluguel alto do ponto.
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Fundação Rural de Campos pode ser extinta
03/05/2019 | 08h58
O Ministério Público do Estado do Rio moveu Ação Civil Pública para extinguir a Fundação Rural de Campos (FRC). Na série de irregularidades denunciadas pelo MP, a base do fundamento está na alegação de que a FRC não desenvolve as atividades que justificaram sua criação.
A informação foi dada por Murilo Dieguez, em sua coluna de hoje na Folha da Manhã. Dieguez revela que a ação denuncia, sem rodeios, a desordem contábil e administrativa da entidade, além de apontar que a FRC não possui patrimônio para manter a sua base de trabalho.
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Mania do campista
02/05/2019 | 18h39
Da série “Mania do Campista”: usar a expressão engomador para se referir ao ferro de passar roupas.
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Assédio no Calçadão
01/05/2019 | 07h42
 
A campanha eleitoral para a disputa da prefeitura de Campos está distante. Faltam um ano e seis meses para as eleições municipais. Mas o assédio na área do Calçadão é grande. Hoje não se busca votos. A abordagem que se vê é a venda de balas, jujubas e outros doces. Na crise, é o se vira como pode — mas oferecendo alguma coisa...
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Sobre o autor

Saulo Pessanha

[email protected]