João Peixoto e Rafael Diniz fecham aliança para 2020
- Atualizado em 05/05/2019 07:39
João fecha com Rafael
No último dia 22, o deputado estadual João Peixoto (DC) revelou no programa Folha no Ar, da Folha FM 98,3, que estava próximo de uma aliança política com o prefeito Rafael Diniz (PPS). E ela foi fechada na última sexta (03). Com passagem no secretariado do ex-prefeito Arnaldo Vianna (hoje, MDB), o parlamentar não vai deixar seu quinto mandato na Alerj. Ainda assim, vai colaborar de maneira mais próxima da atual administração goitacá. “Como ex-vereador, ex-secretário e deputado estadual, João acumulou um conhecimento profundo de Campos, principalmente do interior. Sua experiência vai ajudar bastante o governo”, endossou Rafael.
 
 
Folha no Ar
O programa Folha no Ar 1ª edição, da Folha FM 98,3, já tem a grade de entrevistas da semana, sempre às 7h, definida e diversificada. Nesta segunda (6), será o deputado estadual Bruno Dauaire (PSC). A semana segue na terça (7) com dois convidados, os advogados e professores Fernando da Silveira e Rafael Crespo Machado. Na quarta (8), será a vez da presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, Cristina Lima; com o empresário e colunista da Folha Murillo Dieguez na quinta (9); e o policial federal e especialista em segurança pública Roberto Uchôa na sexta (10). A interação com perguntas dos ouvintes pelas lives na página da Folha FM no Facebook.
No Açu
O terminal multicargas do complexo do Porto do Açu, em São João da Barra, recebeu nesta semana a embarcação BBC Amethyst, que trouxe a primeira turbina a gás da UTE GNA I, como a Folha noticiou na edição de ontem, principal equipamento que irá compor a ilha de energia da termelétrica em construção no complexo pela Gás Natural Açu (GNA). Além disso, representa outro marco para o complexo. A embarcação foi a primeira da rota Porto da Antuérpia – Porto do Açu, parceiros desde 2017. O navio estava carregado também com outros equipamentos e peças para a termelétrica.
Sem título
Cresce o número de moradores de rua em Campos, como mostra matéria da página 8, cenário que se agrava na praça do Santíssimo Salvador, no Jardim São Benedito e outros pontos da área central. A situação dos sem-teto aqui não é diferente de outras cidades brasileiras como Rio, São Paulo e Curitiba, onde se multiplicam essas pessoas em situação de vulnerabilidade. A situação é de difícil equação pois muitos deles resistem em sair de onde estão para locais onde terão que se submeter a regras comportamentais. Por outro lado, em muitos casos, o problema deixa de ser prioridade para a classe política pois a maioria ou quase totalidade dos que integram a população de rua não tem título de eleitor. Ou são forasteiros.
Sem solução
Enquanto o desemprego se mantém nas alturas, o presidente Jair Bolsonaro insiste em comprar brigas internas. O tempo passa e o primeiro mandatário concentra suas energias como delegado de costumes e até mesmo como censor, como no episódio da proibição do filme publicitário do Banco do Brasil quando parece querer enquadrar aqueles jovens em seu modelo de comportamento pessoal. Bolsonaro escancara a radicalização ideológica no plano dos costumes que escapam às atribuições e responsabilidades de um presidente da República, pois se restringem à esfera individual. Deste modo, parece que o presidente ainda não saiu do “modo campanha” para entrar no “modo governar”.
Trunfo isolado
Não é razoável que se espere solução de problemas complexos em 100 dias de governo, mas o que se deseja é a busca de saídas para a crise. O governo parece só ter como trunfo na manga, a Reforma da Previdência. E se a Reforma, necessária para alavancar a economia do país, não for aprovada no Congresso? São 100 dias sem perspectivas ou caminhos que apontem soluções. Por tudo isso, o resumo deste primeiro capítulo é preocupante. O Planalto precisa lançar mão de novas estratégias e esforços articulados para fazer a roda da economia girar, muito além de um governo apenas focado em destruir evidências científicas e fatos históricos apenas por caprichos ideológicos.
Verde
Projetos de infraestrutura com impactos ambientais e sociais positivos terão o financiamento acelerado. A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia prepara mudanças no decreto que regulamenta a emissão de debêntures (títulos privados) sem cobrança de Imposto de Renda para empreendimentos da área. Segundo a pasta, as mudanças pretendem atrair investidores para o financiamento de infraestrutura e fomentar o mercado de títulos verdes – títulos que financiam empreendimentos ecologicamente e socialmente corretos.

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